LG amplia alcance da Inteligência Artificial

lg_tv_real_8k.jpgPor Ethevaldo Siqueira
28/07/2020 - Desde suas apresentações especiais em janeiro deste ano, no CES 2020, de Las Vegas, a LG Electronics tem conseguido especial destaque nas aplicações de Inteligência Artificial (IA) em seus televisores e eletrodomésticos. Essa estratégia já havia sido antecipada nas conferências de imprensa da empresa, ao apresentar sua plataforma Multi AI, na véspera da abertura da grande exposição. Além disso, teve grande impacto a palestra do presidente e o CTO da empresa, I.P. Park, que antecipou as grandes tendências do setor e, em especial, seus lançamentos de 2020, ao falar no hotel Mandalay Bay, em Las Vegas, na véspera da abertura do CES.

Na foto, TV OLED de 65 polegadas, que se enrola como numa mágica, e entra em um estojo com um terço de seu volume.

Park revelou como a inteligência artificial LGThinQ se desenvolveu, desde que foi revelada em 2019. Park antecipou a filosofia da LG de "abordar o futuro em qualquer lugar do mundo", ao revelando o slogan de inteligência artificial da LG para o programa.

Produtos inteligentes

Ao falar após Park, Jean-François Gagné, fundador e CEO da Element AI, parceira da LG, discutiu os "níveis de consciência da IA — eficiência, personalização, raciocínio e exploração", objetivos da cooperação entre as duas empresas.

Um bom exemplo do uso da IA em eletrônicos domésticos, segundo Gagné, é o condicionador de ar ThinQ, que é capaz de informar sobre a existência e o número de pessoas na sala para que ele possa ajustar o fluxo de ar de acordo as necessidades.

Já o aspirador R9, da LG, pode aprender com seus erros — ele saberá lugares onde ficou preso anteriormente e modificará seus movimentos de modo a não repetir os mesmos erros. A empresa Element AI também está pesquisando como a IA dos dispositivos interconectados pode funcionar em conjunto, mas Gagné reconheceu que ainda serão necessários mais alguns anos para se alcançar o desenvolvimento pleno da tecnologia.

"Como pioneiros no campo da IA, é nossa responsabilidade considerar a importância da experiência humana enquanto forçamos os limites da pesquisa e desenvolvimento da IA", disse Gagné. Em sua opinião, esse trabalho entre a LG e suas parceiras ajudará, com certeza, "o estabelecimento de padrões e princípios que orientem os profissionais de IA a considerar uma abordagem centrada no ser humano na construção do futuro."

Nas apresentações da LG, um dos pontos do debate foi o atendimento proativo ao cliente. Graças ao uso da IA, a lavadora da LG envia notificações de manutenção com base no seu uso e o proprietário receberá alertas se estiver fazendo algo errado, como, por exemplo, usar muito detergente.

Esse recurso está sendo lançado neste ano de 2020 e estará disponível em 1 milhão de dispositivos LG no próximo ano, segundo afirmaram os dirigentes da LG, na conferência de imprensa. Eles revelaram também os recursos uma geladeira, como o InstaView Door-in-Door da LG, que produz automaticamente CraftIce de derretimento lento — esferas redondas de gelo de 2 polegadas, projetadas para caber em copos domésticos comuns.

TV OLED de 48 polegadas

Diante de um grande televisor, a chefe de marketing da LG em entretenimento doméstico, Michelle Fernandez, e o diretor sênior de desenvolvimento de produtos, Tim Alessi, revelaram que sua oferta para 2020 inclui pela primeira vez uma opção menor de OLED de 48 polegadas.

Um dos pontos que fascinou o público, na conferência de imprensa, foi a TV OLED de 65 polegadas, que se enrola como numa mágica, e entra em um estojo com um terço de seu volume. Essa TV enrolável está sendo lançada em 2020, mas esteja preparado para pagar um preço salgado, se você adquirir uma — custará US $ 60.000.

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Empresas planejam automatização após a pandemia

workers_pixabay_1.jpg21/07/2020 - A pandemia do novo coronavírus deve acelerar a automatização na indústria, apontam especialistas. Conforme Richard Pak, professor da Universidade Clemson em matéria publicada no New York Times, antes da pandemia as pessoas poderiam pensar que havia muita automação, mas após esse evento pensarão que tudo deve ser mais automatizado.

Uma pesquisa da agência Ernst & Young já comprovou que este movimento é certo: 36% das empresas globais estão acelerando os planos de automatização após a pandemia.

Para o especialista brasileiro em automação, Vagner Ortiz, Consultor de Vendas da Datec Soluções Industriais, as empresas brasileiras deverão seguir esta tendência, principalmente porque perceberam cada vez mais a importância de acompanhar o mercado em constante mudança.

“A indústria e seus processos vêm sendo continuamente transformados e adaptados, de acordo com as necessidades de cada geração, onde as demandas humanas ditam o ritmo das mudanças e atualizações no ambiente fabril. Já passamos por três grandes revoluções industriais. Em meados dos anos 2000 deu-se início a 4º, que é a continuação do aperfeiçoamento das máquinas e que tornam as linhas de produção mais ágeis, competitivas e confiáveis. Isso possibilita uma adequação mais eficiente das indústrias a demandas de seus clientes, bem como eleva o nível de exigência do mercado”, explica.

O cenário de crise fez com que as indústrias reavaliassem seus investimentos. Passado este período, o centro do debate será como a indústria reagirá pós-momento de estagnação. De acordo com a agência de classificação de riscos S&P, o mais provável é uma queda no PIB global de 2,4% em 2020, seguida de um crescimento de 5,9% em 2021.

O Brasil ocupa hoje a 18º posição no ranking de países mais robotizados, de acordo com relatório anual 2019 da Federação Internacional de Robótica (IFR). São 0,6% do total de robôs instalados no mundo, que conta com estoque de 2.439.543 de unidades em operação.

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A realidade aumentada nas embalagens

more_than_real_1.jpg*Por Marcos Trinca
15/07/2020 - A tecnologia imersiva de realidade aumentada (AR), antes associada facilmente ao entretenimento, ganha espaço expressivo nos negócios das empresas. Uma das estratégias de marketing de muitas delas é apostar nas embalagens. A Tetra Pak , empresa de embalagens do Grupo Tetra Laval, que desenvolve as melhores soluções possíveis de processamento e envase de alimentos, registrou R﹩ 190 bilhões em vendas de embalagens em 160 países no ano de 2019.

Além disso, ainda segundo a empresa, 91% dos consumidores frequentemente procuram logotipos ambientais nas compras, priorizando embalagens recicláveis e de origem responsável. Isso significa que o invólucro é um item de importante valor para o consumidor, uma vez que ela funciona como um verdadeiro mecanismo de comunicação desde a sua fabricação.

Até hoje as embalagens trazem receitas, personagens, cards colecionáveis, curiosidades nutricionais, informações sobre benefícios do produto, diferenciais na composição, entre outros atrativos que podem ser associados ou aprimorados por meio da experiência de AR. Com a realidade aumentada, toda a embalagem se torna um canal de distribuição de conteúdo para as marcas - além de chamar a atenção do cliente integrando o mundo virtual com o real - amplia as chances de venda, agrega valor ao produto e potencializa o negócio.

Um dos recursos para viabilizar essa experiência é a utilização de um QR Code (do inglês Quick Response Code) - 'Código de Resposta Rápida' na própria embalagem, que vai permitir um escaneamento em tempo real com a câmera do smartphone para ativar a ação em AR, que pode ser um game, informações específicas sobre o produto, uma promoção, entre outras mensagens transmitidas de forma incomum.

O grande diferencial da realidade aumentada é compor uma jornada ao consumidor que faça sentido para experiência dele em relação a determinado produto. O consumidor que é convidado a participar de uma jornada e aceita efetivamente essa experiência tem muito mais chance de concluir uma compra do que aquele que não participou. Isso porque o contexto em que ele foi inserido o seduziu, seja pelo produto, desconto ou benefício que ele vai receber.

As projeções holográficas de realidade aumentada permitem uma interação com animações, objetos e produtos como se realmente estivessem ali, proporcionando uma experiência mais próxima do real, saltando das telas para o mundo real. Mais que uma tendência, essa já é uma realidade para a maioria das marcas que valorizam e investem cada vez mais em uma embalagem digital, minimizando ruídos com seu público-alvo e potencializando as vendas por meio da relevância do conteúdo gerado.

* Marcos Trinca é Partner e Head de XR da More Than Real, empresa brasileira que atua no desenvolvimento de experiências e soluções de Realidade Aumentada.

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Projeto foca em agricultura de baixo carbono

embrapa_baixo_carbono.jpg13/07/2020 - A iniciativa das empresas Embrapa e Bayer planeja aumento da competitividade e sustentabilidade do agronegócio, a partir da adoção de tecnologias de baixo carbono, com garantia de retorno financeiro aos produtores rurais.

A intenção é de que o projeto, denominado “Avaliação piloto do balanço de carbono na produção de milho e soja no centro-sul do Brasil, para o desenvolvimento sustentável (2020/2021)”, comece ainda este mês.

Segundo o diretor de Sustentabilidade da Bayer, Eduardo Bastos, o objetivo é aportar mais de R$ 1,2 milhão envolvendo a participação da Embrapa Meio Ambiente, Embrapa Instrumentação e Embrapa Informática Agropecuária. “Há um potencial enorme de remunerar o produtor que adotar técnicas de agricultura de baixo carbono”, disse. “Com isso, será possível garantir produtividade, melhoria na gestão de risco socioambiental e ainda contribuir com a reputação do agro brasileiro, mostrando que a atividade é parte da solução das mudanças climáticas e não o problema”.

No final do ano passado, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, se reuniu com representantes da Bayer e um dos principais temas do encontro foi a agricultura de baixo carbono. O encontro motivou o desenvolvimento de um projeto focado em três grandes pilares: agenda de pagamentos por serviços ambientais, focada em carbono (cuja base científica virá da parceria com a Embrapa); treinar e capacitar equipes de campo em agricultura de baixo carbono e a divulgação dos seus benefícios tanto aos produtores quanto para a sociedade. “A gente vai tropicalizar muita informação e mostrar que a agricultura tropical pode ser mais sustentável que a temperada”, afirmou.

Para a fase seguinte do projeto, previsto para o período de 2021-2024, a Bayer pretende ampliar as ações, desta vez em parceria com os governos da Alemanha e Brasil. O diretor disse que, entre as metas da Bayer para 2030 estão contribuir com a redução de 30% das emissões de gases de efeito estufa na agricultura mundial, 30% do impacto ambiental das novas tecnologias e a melhoria de vida de 100 milhões de pequenos agricultores. “Temos uma emissão média de 4 milhões de toneladas e 200 mil estão na América Latina”, ressaltou.  Brasil, Estados Unidos e Índia são regiões consideradas prioritárias pela Bayer para implantação dos projetos de baixo carbono.

Crédito: Breno Lobato

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Tosse deve ajudar no diagnóstico da Covid-19

sound_cov_2-1.jpg17/07/2020 - O Instituto Butantan e a Fiocruz deram início, nesta semana, ao desenvolvimento de uma pesquisa para auxiliar no diagnóstico da Covid-19, através da detecção de sinais específicos da infecção pelo novo coronavírus em um de seus principais sintomas, a tosse. O objetivo da parceria é criar uma ferramenta de apoio para o diagnóstico a distância da Covid-19 e de outras doenças pulmonares por meio de um sistema de reconhecimento de tosse, índices clínicos e epidemiológicos. A primeira fase é a coleta de áudio gravado da tosse de voluntários, que será utilizado para “treinar” um modelo baseado em inteligência artificial desenvolvido pela Intel.

A coleta de dados é necessária para treinar a tecnologia e atingir maior precisão na exatidão dos resultados. Para isso, serão coletadas, pelo menos, 900 amostras, sendo 300 de indivíduos saudáveis, 300 pessoas com exames positivos para Covid-19 e 300 voluntários com outras doenças pulmonares. Na segunda fase, com as amostras coletadas, a previsão é que o serviço fique à disposição em 30 dias.

Os interessados que tiverem mais de 18 anos já podem participar e ajudar na otimização da ferramenta virtualmente e de forma anônima, por meio do portal SoundCov (http://soundcov.com). O voluntário precisa gravar um áudio da sua tosse, de 30 a 60 segundos, pelo celular, e responder a uma pesquisa com alguns dados clínicos e da sua saúde atual, para que o sistema tenha mais informações na coleta de dados.

Vale destacar, que a ferramenta funcionará como apoio de diagnóstico, por meio do teste de tosse e de um questionário padrão com perguntas sobre os sintomas do usuário. “Através de IA, buscamos criar uma ferramenta para identificar e oferecer um diagnóstico provável de um paciente com suspeita de Covid-19”, explica o infectologista e pesquisador da Fiocruz, Julio Croda. O coordenador da pesquisa esclarece ainda que a solução, por meio de sinais, sintomas e reconhecimento da tosse, fornecerá uma pontuação que indicará se o paciente deve se manter em isolamento social por 14 dias e buscar um serviço de saúde para confirmação laboratorial do diagnóstico.

Dimas Tadeu Covas, do Instituto Butantan, classifica a iniciativa como inovadora e destaca a importância da incorporação da inteligência artificial (IA) como ferramenta auxiliar de diagnóstico. “Na pandemia, a IA é mais uma forma de ampliar o acesso da população à saúde. Ao mesmo tempo, a ferramenta aumentará a rastreabilidade de infectados”, explica o diretor, membro do Comitê de Saúde do governo do Estado de São Paulo.

Como serão feitos os testes com o uso da solução

Estudos apontam que a tosse de diferentes síndromes respiratórias tem características distintas. Através da tecnologia, essas peculiaridades podem ser detectadas por similaridades sonoras, e então processadas e classificadas. Com essas informações, os recursos podem ser usados para treinar um sistema de IA para realizar o diagnóstico preliminar baseado apenas na tosse.

A infraestrutura e ferramentas de IA para o treinamento dos algoritmos de reconhecimento da tosse foi disponibilizada pela Intel Brasil. Com as amostras preservando a identidade dos participantes, a empresa irá treinar a ferramenta, como afirma o Diretor de Políticas Públicas da Intel Brasil, Emilio Loures.

As seguintes definições de casos serão aplicadas aos participantes:

- Grupo 1 - Indivíduos saudáveis – sem sintomas de tosse, febre ou falta de ar nos 30 dias antecedendo a gravação do áudio (neste caso, tosse forçada).
- Grupo 2 - Indivíduos com Covid-19 – Diagnosticados com confirmação laboratorial de infecção por SARS-CoV-2 por técnicas moleculares bem definidas. Serão registrados os áudios e parâmetros demográficos (idade, local, condições prévias) e clínicos (dias de sintomas, presença de dispneia, frequência respiratória, saturação de oxigênio e medicações em uso).
- Grupo 3 - Indivíduos com condições que levem à tosse sem ser por COVID-19 - Demonstram tosse por condições que não são compatíveis ao Covid-19. Serão selecionados pacientes com outras doenças pulmonares, tais como: pneumonia bacteriana, refluxo gastroesofágico, asma ou Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC).

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IA deverá ajudar no diagnóstico da Covid-19

radvid19.jpg08/07/2020 - A plataforma RadVid-19 de inteligência artificial (IA) para diagnóstico do novo coronavírus, tem ajudado médicos e instituições de saúde de todo o país a otimizarem o diagnóstico e o tratamento contra a Covid-19

Desde que foi lançada, há pouco mais de um mês, já recebeu 21.500 mil acessos e cadastrou quase sete mil exames de imagens enviados por radiologistas de 12 estados brasileiros, com 71% de resultados positivos para a Covid-19. Alimentada por um vasto banco de imagens de raios-X e tomografias do tórax de pacientes de 50 hospitais cadastrados de todo o Brasil até o momento , a plataforma é capaz de identificar indícios da presença de Covid-19 nos exames, a partir de algoritmos e tecnologia de inteligência artificial. A Huawei foi uma das parceiras tecnológicas do projeto.

O serviço está disponível gratuitamente para médicos e instituições de saúde de todo o Brasil. O objetivo é auxiliar a tomada de decisão sobre o melhor tratamento a ser indicado contra a doença causada pelo novo coronavírus, com base em um diagnóstico mais preciso. A proposta do sistema é realizar a leitura de raios-x e tomografias computadorizadas, e indicar a probabilidade de a pessoa estar ou não infectada pela Covid-19. O processo, rápido e simples, acontece via identificação de padrões comuns da doença nos exames de imagem. A ferramenta mostra também o grau de comprometimento pulmonar e, assim, cria um grande banco de dados, que pode auxiliar médicos a definir conduta e possível tratamento mesmo antes do resultado de outros tipos testes.

Além disso, a plataforma permite que médicos radiologistas em plantão online possam esclarecer dúvidas de diagnóstico com base nos exames de imagem – indicando, por exemplo, alta ou baixa probabilidade para Covid-19. "Desde o final de maio temos radiologistas experiente em regime de plantão. A ideia é auxiliar demais médicos de hospitais de todo o país que utilizam a plataforma, para sanar dúvidas e discutir casos de pacientes, com o diagnóstico preciso baseado no algoritmo de inteligência artificial disponível na plataforma", destaca o diretor do InovaHC, Marco Bego. Além dos plantonistas, "a plataforma está em constante aprimoramento. Em breve serão liberadas novas funcionalidades para auxiliar os profissionais que estão em locais com casos mais críticos por causa da pandemia", completa Giovanni Guido Cerri, presidente do instituto.

Empresas parceiras

A plataforma é um projeto do InovaHC e do Instituto de Radiologia (InRad), ambos do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), viabilizado pelo Todos pela Saúde com apoio do Itaú Unibanco e pela Petrobras. Entre os parceiros tecnológicos estão Amazon Web Services, GE Healthcare – Divisão de Enterprise Digital Solutions (EDS), Huawei e Siemens Healthineers - Área de Digital Health. Instituições como o Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR), a Sociedade Paulista de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (SPR) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) também estão no projeto como apoio institucional. A Deloitte apoia a estratégia, o aconselhamento e a governança dor projeto. Entre os parceiros estão o Grupo Fleury e o Instituto Tellus. O Hospital Sírio-Libanês faz parte como parceiro na idealização e construção do projeto. A plataforma RadVid ainda tem a Fundação Novartis como parceiro estratégico e apoio das secretarias estaduais de Desenvolvimento Econômico e da Saúde e do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Profissionais de saúde e instituições médicas de todo o país podem acessar a plataforma pela internet www.radvid19.hc.fm.usp.br

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