Como será o futuro do trabalho com a inclusão dos robôs?

robots_ceos.pg.jpg*Por Fabrício Vendichetis Martins
18/07/2018 - Provavelmente, você já viu e desejou ter aqueles robôs que limpam a casa com agilidade impressionante. Talvez tenha pensado que o futuro, de fato, será um tempo em que a automação dominará as atividades hoje feitas pelos humanos e que não há nada melhor do que colocarmos as máquinas para trabalharem no nosso lugar.

A questão da automação em nível global e em cada país, entretanto, levanta uma discussão um pouco mais profunda: como estamos nos planejando para a chegada desses robôs ao trabalho? A 4ª Revolução Industrial, diferente de tudo que a humanidade já experimentou, requer novas estratégias para se viver em sociedade – e Governos de todos os países, especialmente os mais tecnológicos, precisam se atentar a isso rapidamente.

Todos os olhos estão voltados para como esse novo paradigma está sendo sentido na China. Principal mercado do setor de robôs no mundo, o país se programa para fortalecer ainda mais sua economia ao investir na produtividade robótica nas indústrias e nos serviços.

Acrescente automação chinesa tem muito que nos ensinar e mostra que esse avanço é inevitável. Com ela, empresários diminuem seus custos de produção e chances de erro – dois fatores muito vantajosos quando se fala de competitividade global.

Neste sentido, a China dá um passo a mais ao criar o projeto “Made in China 2025”, uma meta do Governo para transformar a nação em uma potência industrial menos focada em mão de obra humana e mais em tecnologia, produzindo, inclusive seus próprios robôs.

Quando isso se tornar realidade, eles estarão trabalhando nas chamadas “fábricas escuras” (sem a presença de funcionários humanos, a ponto de a empresa não precisar ter ambientes com luz elétrica), servindo em hotéis, cuidando de pessoas em suas casas, limpando e fazendo atividades domésticas. Atividades que já são testadas em feiras do setor e em pequena escala se tornarão comuns no dia a dia da população chinesa.

Segundo publicação da Universidade de Oxford, no Reino Unido, 35% dos trabalhadores podem ser substituídos por máquinas até 2020. Por essa razão, os estudiosos preveem a transferência dos trabalhadores humanos para cargos de manutenção dos robôs e em atividades que envolvam criatividade e inteligência social.

Estados Unidos, Japão, Alemanha e Índia, países que se preparam para o futuro 4.0, tambémse empenham para descobrir o que fazer para evitar o desemprego da população. O incentivo à realização de cursos na área da tecnologia já é um caminho. Mesmo porqueespecialistas apontam que, se conduzida de forma positiva, a automação elimina postos de trabalho em um primeiro momento, mas gera uma nova demanda em longo prazo.

No Brasil, de acordo com estudo da McKinsey, 50% das ocupações poderiam ser automatizadas – sendo a indústria o segmento mais passível desse processo (69% dos empregos), seguido de hotelaria e comida (63%). Infelizmente, sabemos que isso pode ser uma pedra no nosso sapato, por conta de poucos incentivos que temos à capacitação profissional da população.

Os dados se confrontam com uma problemática: como lidar com o possível aumento de desempregados, se os funcionários forem trocados por robôs? É preciso lembrar do impacto social que essa realidade traz, discutido, inclusive, por países mais avançados no tema.

A palavra-chave, certamente, é equilíbrio: os países precisam oferecer subsídios para iniciativas tecnológicas decolarem sem se esquecerem de que é o homem que move a sociedade e é capaz de produzir conhecimento. Assim, soluções como a taxação dos robôs para produzir uma espécie de distribuição de renda aos trabalhadores devem ser avaliadas tanto por países desenvolvidos quanto por aqueles em desenvolvimento, como o Brasil.

*Por Fabrício Vendichetis Martins, CEO da Indigosoft - startup que oferece soluções de automação digital, focadas em simplificar o trabalho diário de empresas de todos os segmentos, além de consultoria especializada. Mais informações em: http://www.indigosoft.tech

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VR rememora o esconderijo de Anne Frank

anne_frank.jpgPor Ethevaldo Siqueira - com Le Monde (Les Clés de Démain)
26/06/2018 - Graças à Realidade Virtual (VR), você pode fazer uma visita ao esconderijo de Anne Frank, vítima do Holocausto em realidade virtual através do Oculus Go e no Samsung Gear VR, por ocasião de seu 89º aniversário de nascimento, segundo informa o site da Fast Company.

O projeto "Anne Frank House VR" leva espectadores a uma visita ao interior do anexo secreto da casa onde Anne Frank e sete outras pessoas, incluindo seus pais e irmã, se esconderam dos nazistas entre 1942 e 1944.

Esta experiência imersiva de 25 minutos explora todos os cômodos do esconderijo, que são decorados no estilo da época. O anexo secreto está vazio hoje, mas os móveis mostrados em realidade virtual ajudam a dar uma ideia de onde os ocupantes viviam.

A experiência de Realidade Virtual também está disponível como uma instalação no Museu da Casa de Anne Frank, em Amsterdã, para que as pessoas com mobilidade reduzida também possam ver o anexo secreto.

O documento também será exibido em Berlim e Nova York no final deste ano. "Uma das aplicações mais promissoras e os usos mais importantes de Realidade Virtual será nos ajudar a rever tanto os eventos de história como os atuais, numa perspectiva totalmente nova, mais envolvente e poderosa do que qualquer outro meio", diz Tina Tran, diretora de desenvolvimento estratégico da Oculus.

O Diário de Anne Frank é um dos livros mais lidos do mundo e o Museu da Casa de Anne Frank atrai mais de um milhão de visitantes por ano. Anne Frank morreu aos 15 anos de idade, em um campo de concentração, vítima de febre tifoide, depois que os nazistas atacaram o anexo secreto e prenderam seus ocupantes em 1944.

Saiba mais aqui:

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Cidades Interativas: o que é e como vai mudar sua vida?

cidades_interativas_2.jpgA interatividade é o caminho para revolucionar a relação de valor entre cidades, cidadãos e visitantes, e potencializar a economia local.

28/06/2018 - Pensar que um dia você poderia dialogar com sua cidade é algo que antes só poderia ser imaginado por leitores e fãs de histórias de ficção. Vivemos a era da Internet das Coisas, onde o tempo é um bem precioso. Um minuto pode ser tempo suficiente para compartilhar vídeos no Instagram, twittar opiniões e até mesmo acessar um amigo em outro continente. O dia sempre terá suas 24 horas, mas as opções do que podemos fazer com elas não para de se multiplicar.

Neste cenário onde a sociedade moderna encontra-se permanentemente conectada, surgiu o conceito de Cidade Interativa: o ambiente que permite espaço para a comunicação, informação, diálogo entre todos os que experimentam a vida nas metrópoles, sejam habitantes ou turistas. A integração de sistemas de localização e navegação online, permitem o acesso a rotas e experiências de todos os tipos.

Em Atlanta, nos EUA, por exemplo, o simples caminhar pelas ruas da cidade abre espaço para a interação com passagens e personagens marcantes da Guerra Civil Americana. O locais que foram palco de batalhas e momentos históricos estão lá, preparados e prontos para serem desvendados, e oferecendo rotas e experiências enriquecedoras através da tecnologia interativa presente literalmente na palma de sua mão.

Nas Cidades Interativas a informação é organizada em forma de estímulos, como se convidando que moradores saiam de casa e se envolvam com tudo o que a cidade pode oferecer.

"Ter a cidade na palma da mão, altera a referência de valor. Lugares por onde passamos e muitas vezes desconhecemos ou damos pouca atenção, podem traduzir grandes experiências. Desta forma, tendo mais motivos para sair de casa, as pessoas interagem mais, se divertem mais e consomem mais. Por conta disto, movimentam mais a economia", explica o criador do conceito, Paulo Hansted.

Estima-se que as Cidades Interativas tenham o poder de triplicar o valor econômico gerado por cidadãos e turistas. Por este caminho a dinâmica da relação entre moradores e as cidades onde vivem já está começando a ser redesenhada para melhor. Hansted complementa: "Onde quer que esteja, da forma que preferir, mais do que nunca as cidades vão estar na palma das mãos de seus moradores e visitantes, permitindo estabelecer uma intimidade que beneficiará a todos, das formas mais variadas. Este cenário vai alterar a referência de tempo, distância e até mesmo de percepção de valor de tudo que nos cerca."

E como isso vai funcionar?

Na web, onde as pessoas tendem a ter menos pressa, o usuário pode estabelecer os primeiros contatos com a região e suas atrações. Dinâmica essencial até para se planejar e decidir pelo destino. No mobile, quando já estiver presente no local, a pessoa pode consultar e receber estímulos personalizados de atrações por perfil, distância, gênero, a cidade na palma da mão. Através de códigos bidimensionais aplicados a atrações turísticas e fazendo uso do celular, ele poderá ampliar e aprofundar sua experiência no local com acesso a informações por meio de vídeos, textos e fotos.

Como resultado, mais visitantes transitando e interagindo com a cidade, compartilhando suas impressões positivas, e consequentemente gerando mais empregos, mais circulação de dinheiro, fortalecendo e desenvolvendo a economia local.

E quem ganha com isso?

"Todo mundo: os turistas, o comércio e o próprio cidadão. Estimamos que a adoção do sistema de cidades interativas na região, possa não somente aumentar o tempo de permanência, mas acima de tudo dinamizar o valor econômico gerado pelo turista, podendo mais do que dobrar o ticket médio de consumo", finaliza Hansted.

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Esse robô é uma espécie de avatar de seu corpo

robo_2.jpg28/06/2018 - Com o uso da realidade virtual, o robô Model H é uma extensão de seu corpo

Com luvas especiais e um VR headset, usuários vão sentir o que eles sentem. A ideia é você experimentar e “tocar” um produto antes de comprar. Ou “viajar pelo mundo na sala de sua casa.

Os engenheiros criaram o robô com rodas, para que ele se movimente com controle realizado remotamente. Além disso, eles projetaram um robô para ser produzido em escala industrial.

Telexixtence, a empresa que desenvolveu o Model H, planeja lançar o robô ao público no verão americano (em setembro)

 

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Existem diferentes estilos de aprendizagem?

luiz_castanha_telefonica.jpg*Por Luiz Alexandre Castanha
27/06/2018 - Todo mundo que tenha interesse na área de educação provavelmente conhece alguma teoria sobre os estilos de aprendizagem. Não é raro ouvir alunos contando que são mais visuais, auditivos, entre outros, na hora de aprender. Pesquisas recentes, no entanto, estão colocando em xeque tais teorias, afirmando que as pessoas possuem sim habilidades diferentes, mas que o uso delas não reflete necessariamente em um aprendizado maior. Seria o estilo de aprendizagem um dos maiores mitos da Educação atual?

Sobre este assunto, existem diferentes teorias amplamente aceitas pelos educadores. Alguns modelos mais conhecidos são Kolb (1984), Gregorc (1979), Felder e Silverman (1988), e VARK (1992). Apesar das suas peculiaridades, todas elas têm como objetivo encontrar a melhor forma de aprendizagem do aluno para que o professor consiga escolher as ferramentas adequadas de ensino. Assim, pode-se optar por fazer um seminário, indicar uma leitura silenciosa ou pedir para os alunos desenharem mapas e gráficos para aprenderem sobre um determinado assunto.

O Questionário VARK (sigla de "Visual, Auditory, Reading and Kinesthetic") foi desenvolvido por Neil Fleming depois de acompanhar mais de 9 mil aulas diferentes e perceber que apenas alguns professores eram capazes de conseguir a atenção de todos os alunos. Fleming começou a pesquisar, então, sobre como as pessoas preferem receber novas informações. O resultado foi o Questionário VARK, uma lista de 16 perguntas que ajuda o aprendiz a descobrir se ele é do estilo de aprendizagem visual, auditivo, leitura/escrita ou sinestésico.

O questionário pode ser encontrado facilmente, em vários idiomas, com uma rápida pesquisa no Google. Muitos alunos e professores utilizam o teste como uma ferramenta de autoconhecimento e de preparação para aulas. Dessa forma, a teoria de Fleming defende que algumas pessoas aprendem mais através da visão, outras têm a audição como a melhor maneira captar uma nova informação, algumas precisam escrever ou ler para fixar melhor um conteúdo, e outras precisam de uma experiência mais prática - ou sinestésica - para realmente aprender.

Se formos analisar, essa teoria faz muito sentido quando paramos para observar nossas habilidades. Cada indivíduo é único e possui diferentes habilidades, mas normalmente ele possui mais facilidade com uma habilidade ou outra. Por exemplo, uma pessoa pode escrever muito bem mas ter dificuldade para desenhar. Isso seria um indício de que a primeira pessoa aprenderia mais fazendo anotações e a segunda, fazendo ou analisando desenhos e gráficos.

A teoria VARK foi muito difundida principalmente no final dos anos 80 e começo dos anos 90, provavelmente pelo novo posicionamento dos educadores, que buscavam promover a autoestima dos alunos. Dessa forma, o problema não seria o aluno ou o professor em si, mas que o estilo de aprendizagem correto não estava sendo utilizado.

Pesquisas atuais, no entanto, têm destacado alguns indícios de que as coisas não são bem assim. Uma equipe da Universidade de Indiana, coordenada pela Prof. Polly Husmann, aplicou o Questionário VARK em centenas de alunos para determinar qual seria seu estilo de aprendizagem. Eles então desenvolveram estratégias de estudo para cada grupo, baseadas na resposta do questionário. A pesquisa apontou que os estudantes não conseguiram estudar da maneira como teoricamente seria a mais fácil para eles, de acordo com a teoria VARK. Os poucos que seguiram as orientações, não obtiveram nenhuma melhora nos resultados das suas avaliações. Este estudo foi publicado agora, no mês de março, na Anatomical Sciences Education.

Outro estudo, publicado em 2017 na British Journal of Psychology, apontou que os alunos acreditavam que seriam capazes de memorizar melhor as informações que recebiam de acordo com seus estilos de aprendizagem. Alguém mais visual lembraria melhor de uma imagem, alguém auditivo lembraria melhor de um conteúdo narrado, etc. Porém, essa relação não se provou verdadeira nos testes posteriormente realizados. Dessa forma, o "tipo de aprendizagem" na verdade demonstraria apenas uma preferência pessoal, não tendo nenhuma relação comprovada entre preferência e capacidade de memorização.

Outra pesquisa interessante, publicada no Journal of Educational Psychology, não encontrou qualquer relação entre preferência de aprendizado visual ou auditivo e performance em compreensão de textos escritos ou veiculados em áudios. Na verdade, os alunos que foram apontados como visuais obtiveram um melhor resultado nos dois tipos de teste. A conclusão do estudo, no entanto, não é que esses alunos são melhores aprendizes, mas sim que os professores deveriam abandonar as estratégias voltadas apenas para seus aprendizes mais auditivos pois todos se beneficiaram mais das estratégias visuais.

Apesar de entender todo o apelo da teoria desenvolvida por Fleming, eu pessoalmente acredito mais no potencial das novas pesquisas. As pessoas possuem sim algumas habilidades mais evoluídas, mas acredito que todas podem se beneficiar dos diferentes estilos de ensino. Quando conseguimos unir diferentes estímulos, aumentamos o interesse do aluno que, naturalmente, aumenta seu poder de concentração naquele momento. E é esse foco, essa imersão na experiência, que potencializa o aprendizado. O aluno não precisa necessariamente ver, ouvir ou falar para aprender um conteúdo: ele precisa vivenciar aquela questão para realmente entendê-la. O estímulo aplicado não é o determinante, mas sim o seu grau de atenção.

Vejo o Questionário VARK como uma ferramenta interessante, mas não determinante no autoconhecimento para aprendizagem. Vale a pena apostar em diferentes ferramentas de ensino, mas o professor não deve se limitar a uma delas. A variedade traz riqueza para qualquer aprendizagem.

* Luiz Alexandre Castanha é diretor geral da Telefônica Educação Digital – Brasil e especialista em Gestão de Conhecimento e Tecnologias Educacionais

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Michio Kaku prevê pesadelos e coisas boas do futuro

michio_kaku_commons.jpgPor Ethevaldo Siqueira
08/06/2018 - O cientista nipo-americano Michio Kaku é um dos mais conhecidos visionários do futuro tecnológico do mundo. Sua reputação é elevada, como físico, professor e pós-graduado em Harvard e Berkeley. Resumimos a seguir uma entrevista sua ao portal Futurism

Michio Kaku começa por uma advertência sobre os perigos dos drones. O cientista diz que "já dispomos de drones supervisionados até por seres humanos mal-intencionados, que podem dizer ao drone:

— Mate aquele homem.

Isso não é uma mera hipótese, pois, no futuro, o drone poderá reconhecer a forma humana e ter permissão para matar uma pessoa.

Michio Kaku, um dos maiores cientistas que estudam o futuro / Crédito: Wikimedia Commons / SPakhrin

Michio Kaku diz que – por um erro de software ou um curto-circuito – o drone pode até um dia ficar louco e passar a atirar em formas humanas independentemente de quaisquer instruções.

Na visão do cientista, nossa única preocupação séria, hoje, tem que ser com essas máquinas automáticas de matar. Não amanhã, com o máximo de segurança possível. Assim, não teremos que nos preocupar com robôs assumindo o poder."

Cinco previsões

Vejamos agora cinco coisas boas que Michio Kaku prevê para um futuro próximo.

Sobre vida extraterrestre, ele diz que "ainda neste século, faremos contato com uma civilização alienígena logo após captar suas comunicações de rádio."

Sobre Inteligência Artificial, ele lembra que "em mais algumas décadas, os robôs se tornarão tão inteligentes como um camundongo. Em seguida, como um ratão. Logo depois, como um gato, um cão ou um macaco. A partir daí, lá pelo final do século, eles poderão se tornar perigosos e até mesmo substituir os seres humanos.

Sobre a colonização de outros mundos, Michio Kaku afirma que "precisamos assegurar a sobrevivência da humanidade noutros mundos. Ou seja, precisamos de algo como uma apólice de seguro, um plano de backup. Os dinossauros, coitados, não tinham um programa espacial, nem backup. Só por isso é que eles não estão mais aqui. Ninguém está dizendo que devemos deixar a Terra e ir para Marte, mas um assentamento em Marte já é uma possibilidade definitiva.

Sobre o Bitcoin, Michio Kaku diz: "Você não pode deter a moeda virtual. Da mesma forma não nos é possível saber quais serão as coisas que realmente valerão a pena nesse mundo das criptomoedas. Bitcoin é jogo. É uma especulação. No que diz respeito à minha atitude pessoal em relação a isso, digo, não é produtivo. Bitcoin não é uma indústria produtiva."

Sobre carros autônomos ou sem motorista, Michio Kaku prevê que "com o transporte digitalizado da próxima década, os carros sem motoristas, guiados por GPS e radar, vão compartilhar boa parte de nossas rodovias". Acidentes e congestionamentos de trânsito se tornarão coisas do passado. E a boa notícia é que milhares de vidas serão salvas todos os anos."

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