Stefanini é destaque no Época Negócios 360º

marco_stefanini3.jpg10/08/2017 - Multinacional brasileira leva o primeiro lugar na categoria "Tecnologia – Software e Serviços"

A multinacional brasileira, provedora global de soluções de negócios baseadas em tecnologia, ficou entre as melhores empresas no ranking geral e conquistou a primeira posição do setor de "Tecnologia - Software e Serviços". Dentro deste setor, foi primeiro lugar na categoria "Capacidade de Inovar", segundo lugar em Governança Corporativa" e "Práticas de RH", terceiro lugar em "Visão de Futuro" e "Responsabilidade Socioambiental" e quarto lugar em "Desempenho Financeiro".

"Estamos orgulhosos com mais esse reconhecimento e acreditamos que a inovação é a chave para o sucesso dos negócios. Por este motivo, sempre buscamos desenvolver soluções disruptivas que somem ao portfolio dos nossos clientes e os auxiliem na transformação digital", afirma o fundador e CEO global da Stefanini, Marco Stefanini.

Em sua sexta edição, o anuário Época NEGÓCIOS 360º faz uma análise profunda da performance das empresas no Brasil e aponta quais apresentam melhor desempenho. O 360º considera, além do aspecto financeiro, as outras dimensões fundamentais da gestão: qualidade da governança corporativa, o nível de responsabilidade socioambiental, as políticas de recursos humanos, a capacidade de inovação e a visão de futuro.

Além disso, o guia conta com a parceria técnica da Fundação Dom Cabral, responsável pelos critérios e processamento dos questionários enviados às empresas, e da Boa Vista, na apuração dos dados financeiros. Conta, ainda, com a colaboração da Economatica e da Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial).

 

Comentário (0) Hits: 211

Embraer promove tecnologia em feira de aviação em SP

embraer2.jpg10/08/2017 - O aeroporto de Congonhas, em São Paulo, recebe na próxima semana as mais recentes inovações em tecnologia, design de interiores e serviços que a Embraer traz para o mercado global de aviação executiva.

Entre os destaques estão a família Legacy 450/500, a mais avançada da categoria de aeronaves de médio porte, e o Phenom 300, o jato executivo mais vendido do mundo nos últimos quatro anos. A mostra inclui ainda o Phenom 100, o modelo líder do mercado brasileiro e o Legacy 650, única aeronave do mercado com 10 anos de garantia, que pode levar confortavelmente até 14 passageiros em três ambientes de cabine.

As aeronaves estarão em exposição de 15 a 17 de agosto durante a Labace (Latin American Business Aviation Conference & Exhibition), maior feira de aviação executiva da América Latina, que este ano completa 15 anos. O evento é organizado pela ABAG (Associação Brasileira de Aviação Geral), entidade que reúne as principais empresas do segmento de aviação geral no país, desde fabricantes de aeronaves, fornecedores de peças, táxi aéreo e escolas de formação de pilotos.

Gustavo_Teixeira-2223_detail"Num país de dimensões continentais como o Brasil, a aviação executiva desempenha um papel estratégico para o desenvolvimento econômico. Nossos clientes, dos mais variados setores produtivos e de serviços, se utilizam desse meio diariamente para prospecção de negócios e visita às operações e fornecedores dentro e fora do país. De forma ágil, eficiente e segura ganha-se assim produtividade no dia a dia entre a ligação de cidades que não são atendidas ou são parcialmente servidas pelo transporte aéreo regular", disse Gustavo Teixeira, diretor de vendas da Embraer Aviação Executiva para América Latina. "A Embraer tem a satisfação em contribuir diretamente para o desenvolvimento e modernização da frota de jatos em operação no país, trazendo para o mercado nacional e internacional uma nova geração de jatos inovadores com muito mais conectividade, tecnologia, conforto e baixo custo operacional".

Durante a Labace, a Embraer também promoverá suas inovações na área de serviços, que colocam a companhia no topo das pesquisas de satisfação do cliente. Com a maior estrutura de suporte instalada no Brasil, os clientes dos 180 jatos executivos Embraer de matrícula nacional contam com uma ampla rede de oficinas próprias e autorizadas e representantes técnicos pelo país, central de atendimento e engenharia na sede da companhia em São José dos Campos-SP, centro de treinamento de pilotos em Guarulhos-SP, e amplo estoque de peças nacionalizadas. Além disso, a Embraer oferece no aeroporto de Sorocaba-SP, uma gama de serviços para proprietários de modelos de aeronaves de todas as marcas, como salas VIP, escritórios, lounges de embarque, hangaragem, coordenação de abastecimento de combustível e serviços de limpeza dedicados.

Confira abaixo as características e diferenciais de cada jato executivo Embraer em exposição na Labace 2017:

O Phenom 100 é o jato que revolucionou a categoria de entrada dos jatos executivos contemporâneos. Com novos aviônicos e motores modificados, a aeronave oferece agora ainda mais velocidade e desempenho superior, principalmente em aeroportos de regiões com condições de baixa densidade de ar em razão de temperaturas altas e elevada altitude. Ele oferece uma comodidade diferenciada frente a qualquer competidor de sua classe e uma relação de desempenho e custo operacional imbatível, podendo levar confortavelmente quatro passageiros e dois pilotos ou até oito ocupantes (incluindo tripulação em operação de piloto único), conforme a configuração de interior. A aeronave atinge velocidade máxima de 750 km/h, alcance de 2.182 km (São Paulo-Recife) e requer uma única parada para manutenção ao ano ou a cada 600 horas de voo, um recorde para a categoria. O Phenom 100 é o modelo de jato executivo de maior frota no Brasil, com 93 aeronaves registradas.

O Phenom 300 detém a marca de jato executivo mais vendido do mundo nos últimos quatro anos consecutivos. Apresenta a cabine mais ampla da sua categoria, levando tipicamente de 8 a 11 ocupantes (incluindo tripulação – sendo que a operação também pode ser com piloto único). Com um desempenho excepcional, tem velocidade máxima de 839 km/h e alcance de 3.650 km, sendo capaz de cumprir a rota São Paulo-Santiago sem paradas. Seu baixo custo de operação é comparável ao de um avião turboélice bimotor e também requer somente uma única parada para manutenção ao ano ou a cada 600 horas de voo.

O Legacy 500 trouxe um conceito extremamente inovador para a categoria de jatos médios (midsize), sendo o único jato entre seus pares a ter controle de voo completamente digital fly-by-wire, tecnologia de ponta usada até então somente em modelos de aeronaves com mais que o dobro do seu preço ou caças militares. O alcance de 5.788 km permite que o Legacy 500 cubra todo o território brasileiro e a América do Sul, a partir de São Paulo, ou voos para os EUA ou Europa com uma única parada para reabastecimento. É capaz de operar em pistas extremamente curtas, como no aeroporto de Angra dos Reis. Apresenta um revolucionário design de interior, refinado, moderno, funcional e silencioso, integrado a uma ampla cabine de piso plano com 1,83m da altura por 2,08m de largura. O Legacy 500 é capaz de transportar de oito a doze passageiros, dependendo da configuração interna escolhida.

O Legacy 450 compartilha de todos os atributos tecnológicos, de espaço, design e desempenho do Legacy 500. Com alcance de 5.371 km, pode voar para Bogotá, a partir de São Paulo ou chegar até os Estados Unidos com uma única parada para reabastecimento. Pode levar até 9 passageiros e atinge altitude de 45 mil pés. Recentemente, o jato estabeleceu um recorde de velocidade em um voo entre a Califórnia e Havaí, de acordo com a NAA, associação aeronáutica dos Estados Unidos. O voo de volta para San Francisco durou 4 horas e 27 minutos e teve velocidade máxima de 987 km/h.

O Legacy 650E é um jato executivo clássico da categoria "large". Chegou ao mercado em 2010 com uma autonomia de voo de 7.222 km e aviônica avançada. Com três áreas de cabine distintas, o Legacy 650 possui a maior cabine, cozinha e lavabo em sua classe. O compartimento de bagagem líder da categoria é totalmente acessível durante o voo. O sistema de gerenciamento da cabine é altamente intuitivo e eleva a experiência durante o voo. A excelente conectividade, alta definição e Apple TV integrada criam a melhor experiência possível para até 14 passageiros a bordo. A nova versão "E" do Legacy 650 traz atualizações tecnológicas e de automação, mantendo o reconhecido excepcional custo operacional. A nova garantia de 10 anos ou 10 mil horas de voo é sem precedentes na indústria.

 

Comentário (0) Hits: 290

Produção do setor eletroeletrônico cresce 3%

eletronico.jpg04/08/2017 - A produção do setor eletroeletrônico apontou crescimento de 3,1% no primeiro semestre de 2017 em relação ao mesmo período de 2016. É o que mostram os dados divulgados pelo IBGE e agregados pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). O incremento do setor eletroeletrônico foi superior ao verificado na indústria geral (+0,6%) e na indústria de transformação, que recuou 0,2%.

O aumento da produção da indústria eletroeletrônica ocorreu em função da alta de 18,5% na área eletrônica, uma vez que a indústria elétrica recuou 7,1%.

No mês de junho, a produção industrial do setor eletroeletrônico recuou 2,2% em relação a junho de 2016. A queda foi decorrente da retração de 10,7% na produção da indústria elétrica, uma vez que a área eletrônica aumentou 11,0% em relação a junho do ano passado. Na comparação com maio, com ajuste sazonal, a retração foi de 3,3%, resultado de uma queda de 1,9% na área elétrica e de 4,9% na eletrônica.

No acumulado dos últimos 12 meses, a produção da indústria eletroeletrônica aumentou 0,5%, em decorrência do desempenho da indústria eletrônica (+9,2%), uma vez que a área elétrica diminuiu 5,8%.

Comentário (0) Hits: 185

Escolas brasileiras têm banda larga mais rápida

escola.jpgBruno do Amaral, Converge
04/08/2017 - Em 2016, 97% das escolas brasileiras em áreas urbanas possuíam algum tipo de acesso à Internet, segundo a pesquisa TIC Educação divulgada nesta quinta-feira, 3, pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). Há contudo uma maior presença de tecnologias de acesso mais modernas, que acabam contribuindo para aumentar a velocidade média para as instituições.

O período de coleta de entrevistas foi entre agosto e dezembro de 2016. Foram consultadas 1.106 escolas, 935 diretores, 922 coordenadores pedagógicos, 1.854 professores e 11.069 alunos até o segundo ano do ensino médio.

Do total de escolas urbanas, a maioria (44%) contava com conexão via cabo, um avanço de 8 p.p. em relação a 2016. A segunda tecnologia mais utilizada foi a de xDSL (25%, aumento de 1 p.p.), seguida por fibra ótica (11%, também crescimento de 1 p.p.), modem 3G/4G (7%, redução de 2 p.p.), rádio (5%, queda de 2 p.p.), satélite (4%, queda de 6 p.p.) e discada (1%, estável). Os 3% restantes não souberam dizer qual tecnologia era utilizada.

No recorte por tipo de instituição há pouca diferença nas proporções, exceto no FTTH: 16% das escolas particulares têm esse acesso, enquanto nas públicas o percentual é de 9%. Por outro lado, a conexão via satélite é responsável por 5% dos acessos nas públicas e 1% nas privadas.

Por região, é interessante notar que o cabo é mais presente no Nordeste (54% das escolas), região que também se vale mais de modems de rede móvel (13%). No Sul, há percentual elevado de xDSL (44%), mas também mais conexões de fibra (20%). No Norte, o destaque são as conexões via satélite: 18%.

Em termos de políticas públicas, 50% das escolas públicas mencionam o Proinfo, e outros 47% do Programa Banda Larga nas Escolas. "Mas há uma parte de diretores que não reconhece efetivamente de onde vêm as conexões", declara o coordenador de projetos do Cetic.br, Fábio Sene. "As particulares quase não mencionam (a política pública), porque a conectividade vem delas próprias."

Para a coordenadora da pesquisa no Cetic.br, Daniela Costa, apesar da grande disponibilidade, há uma redução no uso em laboratórios. E houve crescimento por faixa de velocidade, especialmente de 5 a 10 Mbps: de 16% para 19% nas escolas públicas. Nas particulares, caiu de 28% para 30%, porém com aumento de 3 p.p. para a faixa de 11 Mbps ou mais. Vale ressaltar que nas instituições públicas, o percentual de entrevistados que não souber responder aumentou 6 p.p. e ficou em 30%. "A qualidade da Internet ainda é obstáculo em escolas públicas", declara. "Todos esses desafios e obstáculos precisam ser superados para avançar em outros âmbitos, como o uso em pedagogia de projetos. Ainda assim, as tecnologias estão presentes na sala de aula pela ação de professores e alunos", completa.

Celular

Pela primeira vez, a pesquisa TIC Educação investigou também a utilização de celulares por alunos. Mais da metade (52%) utiliza o dispositivo móvel, montante semelhante tanto em públicas quanto particulares. "Quando a gente compara com indicador de alunos que utilizam celular na escola, percebemos diferença: 31% dos alunos [do total de 52%] são usuários de Internet, o que significa há uso mais intenso fora da escola do que dentro", afirma Costa. De acordo com a coordenadora da pesquisa, 95% dos alunos afirmam que não podem usar celular na sala de aula. "Talvez seja mais uma questão de cultura escolar do que infraestrutura, apesar de isso também impactar", diz.

Segundo o estudo, 27% dos alunos entrevistados acessam à Internet no celular por meio da rede móvel. Para 11%, o meio de acesso é utilizar a rede 3G ou 4G de outra pessoa. E somente 8% utilizam o Wi-Fi da escola. Vale notar que este percentual do uso do Wi-Fi é maior na Região Sul (16%) e em escolas particulares (17%). As instituições privadas ainda têm um percentual maior de alunos usuários de 3G/4G (31%), e de alunos que pegam a rede móvel emprestado (15%).

Aumentou em 5 p.p. a disponibilidade do Wi-Fi em relação a 2015, fechando o ano passado com 92%. O aumento, contudo, se deu ao avanço na penetração em escolas públicas, uma vez que nas particulares a proporção foi a mesma. Confira no gráfico do Cetic.br.

Comentário (0) Hits: 146

Como alcançar o próximo nível com uso de tecnologias

jose_formoso.jpg*Por José Formoso
27/07/2017 - Vivemos hoje em um mundo totalmente conectado, com a tecnologia em um papel central e como transformadora do modo de trabalho das empresas. Ao longo dos últimos anos, as organizações tradicionais tiveram que se adaptar ao uso de novas soluções, que chegavam ao mercado em ciclos a cada dois anos. Agora, o ritmo é outro. Tecnologias disruptivas, como Cloud Computing e Internet das Coisas (IoT), ganharam espaço dentro de um mercado cada vez mais instantâneo – com novos aplicativos a cada dia – e que obrigam as empresas a entrarem em um modelo constante de reinvenção. Em um cenário de competição global, o sucesso estará presente nas empresas que conseguirem promover a transformação digital e alcançarem o próximo nível.

Na prática, é preciso entender que se transformar não significa apenas a aplicação de tecnologias nos processos corporativos. É necessário mudar a cultura da empresa, repensando ações, posicionamento da marca, produção e distribuição de produtos e serviços, por exemplo. Aos CEOs, que enfrentam maiores desafios de gestão, cabe um novo papel de liderança, mobilizando colaboradores, fornecedores e consumidores para seguirem um novo formato de trabalho.

Consequentemente, a transformação digital irá gerar novos cargos e funções menos mecânicas e mais direcionadas a resultado. Como qualquer mudança, o processo não é instantâneo e demanda um bom planejamento. Por isso, quanto antes a transformação digital começar, melhor.

O primeiro passo dessa mudança é definir um bom plano de ação. Com o apoio de bons parceiros tecnológicos, é possível fazer a escolha adequada de soluções digitais que precisam estar alinhadas ao modelo de negócios e bem desenhadas para possibilitarem o crescimento das empresas.

Antes de partir para a ação, faça um estudo detalhado das variáveis que influenciam o futuro de suas atividades. Avalie o mercado no qual a sua empresa está inserida e pesquise sobre os concorrentes. Estude a estrutura de sua organização, as áreas estratégicas e os ganhos esperados com a digitalização dos processos. Essa análise será fundamental para compreender os esforços e as necessidades de transformação.

Independente do segmento de atuação, Big Data, Internet das Coisas (IoT) e Computação em Nuvem (Cloud Computing) são algumas das novas tecnologias que impulsionarão a digitalização das empresas nos próximos anos. O aumento de produtividade, com redução de custos e produtos com maior valor agregado são alguns dos benefícios obtidos pelas empresas que apostarem na evolução de seus negócios.

Após o processo de pesquisa e de planejamento estratégico é hora de escolher os líderes de projeto que estarão à frente dessa evolução. A transformação digital é um processo irreversível, gradual e contínuo, que apenas ocorre quando todo o ecossistema no qual a empresa está inserida passa a absorver uma cultura de inovação. Por isso, as empresas mais bem-sucedidas contarão com apoio total dos colaboradores, com divisão de tarefas e alinhamento de expectativas.

Digital será a base de todas as empresas e a transformação das empresas 'analógicas' em novas versões mais modernas será fundamental para atender às expectativas da sociedade hiperconectada que temos hoje. É o caso de grandes empresas do ramo de varejo que criaram lojas virtuais para novos consumidores que buscam produtos e serviços acessíveis a toda hora, a partir de qualquer lugar e por meio de todos os dispositivos. Ao contrário das empresas que já nascem digitais, a transição para o novo formato demanda tempo e é natural que as empresas enfrentem alguns percalços durante esse processo.

Caberá aos líderes seguir os planos traçados e atuar com resiliência. Adaptar-se às mudanças, aos novos cenários que se apresentam e saber tirar lições dos momentos de adversidade faz parte do processo de integração de novas tecnologias ao modelo tradicional de trabalho e produção. O mundo corporativo é dinâmico e exige foco, disciplina e resistência a longo prazo, além de uma visão empresarial estratégica. Diante disso, é preciso que as empresas mapeiem os benefícios digitais que podem obter para começarem a traçar planos de evolução o quanto antes.

A inovação é transformadora tanto internamente quanto da porta para fora. Para se destacar no novo cenário digital, as organizações precisam oferecer opções diferenciadas e que surpreendam positivamente seus clientes. Um caminho interessante a se percorrer é o da personalização, que se torna possível graças às soluções digitais e ao uso de tecnologias específicas para análise de dados, como Big Data e Analytics.

A era da conectividade aproximou clientes das marcas, criando uma nova dinâmica de relacionamento, de estudo de hábitos de consumo e de previsão de anseios e de movimentos de consumo. As empresas que ainda têm dúvidas sobre o processo acabarão ficando pelo caminho. A transformação digital é o único caminho a ser seguido pelas organizações que desejam atingir o próximo nível em seus negócios. Para manter-se à frente da concorrência é preciso dar logo o primeiro passo.

*Por José Formoso, CEO da Embratel

Comentário (0) Hits: 128

Que engenheiros precisam as fábricas do futuro?

planinstrip.jpg*Por Mario Belesi
27/07/2017 - À medida que os fabricantes priorizam a busca por novas maneiras para eliminar o desperdício e aumentar a produtividade, a tecnologia torna-se peça fundamental desse quebra-cabeça. A indústria da Internet das Coisas (IoT), a robótica e a manufatura aditiva – para nomear apenas algumas – são cada vez mais vitais para o sucesso dos produtos e da linha de produção. As fábricas do futuro, também conhecidas como Smart Factories, vindas da 4ª Revolução Industrial, são marcadas pelo trabalho conjunto de seres humanos e tecnologia em um modo que combina o mundo virtual e físico. No entanto, as pessoas que fazem parte dessa equação estão preparadas para essas tarefas?

Muitos especialistas dizem que essa resposta ainda não existe e que a educação em engenharia precisa de uma nova abordagem para atender às recentes habilidades exigidas por esse novo ambiente. Modelos de negócios totalmente novos estão emergindo enquanto o mundo virtual se torna mais integrado com o mundo físico. A próxima geração de engenheiros deve ser ensinada de uma forma interdisciplinar para que entenda não somente de sua área de conhecimento específica, mas também de como ela se une a outras disciplinas no objetivo de colocar novos produtos no mercado de forma rápida e efetiva.

newsletter buton