Perder fotos digitais ou sofrer um acidente de carro?

photo2.jpg20/04/2017 - Pessoas consideram a perda de fotos digitais mais angustiante do que sofrer um acidente de carro, revela estudo da Kaspersky Lab

As recordações digitais ocupam um lugar especial em nossos corações já que são consideradas insubstituíveis. Segundo um estudo da Kaspersky Lab, 49% das pessoas disseram que os dados mais preciosos de seus dispotivos são suas fotos particulares e sigilosas, seguidos das fotos de seus filhos e cônjuges. A ideia de perder essas lembranças valiosas é considerada mais penosa do que a possibilidade de um acidente de carro, o rompimento com um parceiro ou uma briga com um amigo ou familiar.

De acordo com o estudo, mais de dois quintos dos entrevistados disseram que não conseguiriam substituir as fotos e os vídeos de suas viagens (45%), seus filhos (44%) ou de si mesmos (40%). A pesquisa mostra que a ideia de perder essas lembranças preciosas é considerada muito angustiante pela maioria das pessoas. De fato, segundo estudo, as pessoas valorizam seus dispositivos e suas fotos mais do que seus parceiros, amigos e animais de estimação.

Ao perguntar sobre o nível de angústia que sentiriam em diversas situações – incluindo a doença de um familiar, o rompimento com um parceiro, um acidente de carro, a perda de suas fotos digitais, contatos, entre outros – a doença de um familiar ficou em primeiro lugar como incidente mais angustiante que as pessoas poderiam viver. A perda ou roubo de um dispositivo, e a perda de fotos digitais, ficou em segundo e em terceiro lugares em várias regiões do mundo inteiro, deixando para trás na classificação de incidentes negativos os acidentes de carro, o rompimento com um parceiro, um dia ruim no trabalho, brigas com familiares e amigos e até, em alguns casos, a doença de um animal de estimação.

“O experimento mostrou resultados interessantes e que valem a reflexão: embora as pessoas acreditem entender o valor de seus dados, o valor afetivo não se reflete em suas ações do dia a dia. Por um lado, as pessoas parecem saber quais tipos de dados são mais importantes para elas e acreditam que seria muito penoso perder suas memórias digitais, por exemplo, suas fotos”, diz Andrei Mochola, chefe de negócios ao consumidor da Kaspersky Lab.

Com a crescente proliferação dos perigos online e as ameaças cibernéticas que se escondem dos usuários diários, a chance de perda de dados armazenados em dispositivos digitais é alta. Este risco aumenta ainda mais quando se considera que apenas 46% dos usuários protegem seus dispositivos com uma senha e solução de segurança robusta, deixando mais da metade dos dispositivos vulneráveis no mundo.

A fim de ajudar a proteger os preciosos dados armazenados em dispositivos diferentes, a Kaspersky Lab oferece aos usuários quatro dicas que irão ajudar a proteger seus tesouros digitais:

1. Proteja o seu dispositivo com uma senha ou outro método, como reconhecimento de impressões digitais. Lembre-se que as senhas irão proporcionar uma proteção eficaz apenas se tiverem a complexidade necessária e se forem conhecidos apenas para o usuário daquele dispositivo.

2. Certifique-se de fazer backup de seus arquivos regularmente. É importante criar dois backups: a armazenados na nuvem (usando Dropbox, Google Drive, etc.) e outro em um dispositivo físico (um disco rígido portátil, USB, outro PC, etc.). Uma vez com uma lista de backup, certifique-se em definir certas restrições em arquivo: seu dispositivo para o "plano B" só deve ter permissão para leitura e/ou gravação, sem a opção de editar ou apagar.

3. Use uma solução de segurança robusta, como Kaspersky Total Security multidispositivos, que protege os dados em vários dispositivos móveis, permitindo aos usuários desfrutar de seus dispositivos enquanto ainda está protegido contra ameaças cibernéticas.

4. Não carregue seu dispositivo móvel usando uma porta USB conectado a um computador, a menos que seja de confiança, uma vez que pode estar infectado com malware especial instalado no PC. A melhor coisa a fazer é ligar o telefone diretamente para o adaptador de energia.

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Realidade Virtual encanta crianças de 8 a 80 anos

rv_80.jpgEthevaldo Siqueira
13/04/2017 - Neste CES 2017, em janeiro em Las Vegas, assisti a uma bela demonstração dos desenvolvimentos da Ryot Virtual Reality. O que mais nos impressiona são as fotos e vídeos em 360 graus.

Assista ao vídeo abaixo, sobre o Rio em Movimento aqui

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Sensor de evento revoluciona a fotografia

chronocam_2.jpgPor Ethevaldo Siqueira
10/04/2017 - Está nascendo a fotografia do futuro. Seu nome: sensor de evento, produzido até aqui pela Chronocam. O avanço, ainda tão novo, ainda não foi usado em carros comerciais, drones ou robôs. Especialistas no setor de imagem/detecção vêem o Chronocam no cruzamento ou convergência da imagem e da detecção.

Potencialmente há muitas empresas que produzem microprocessadores avançados – como Intel, Nvidia, NXP e Qualcomm estão cada dia mais próximas desse mundo do sensor de evento – só produzido pela Chronocam e Mobileye. Na realidade, todas essas empresas perseguem o mesmo objetivo, que é o desenvolvimento e produção de carro autônomo ou máquina de condução autônoma que pode detectar, analisar dados maciços - quase em tempo real - para que esse automóvel possa responder instantaneamente a qualquer perigo iminente.

Pierre Cambou, da Yole Développement, considera a tecnologia da Chronocam como uma das muitas tecnologias disruptivas que emergem à medida que a indústria passa de uma era da fotografia para a detecção de máquina.

Leia o artigo na íntegra. É extraordinário. Siga o link:

Crédito: Source: Yole Développement

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Ericsson e UFSCar investem em capacitação de IoT

iot2.jpg05/04/2017 - Por meio de parceria com a Ericsson, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) inclui pela primeira vez disciplina de Internet das Coisas (IoT) em curso de pós-graduação, acelerando desta forma o desenvolvimento do 5G.

O Departamento de Computação (DComp) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), em parceria com a Ericsson oferece neste semestre uma disciplina com foco em Internet das Coisas (IoT) na grade curricular do Programa de Pós-graduação em Ciência da Computação. A disciplina de IoT será dividida em aulas teóricas e práticas, que pela primeira vez é inserida na grade curricular da instituição.

A iniciativa é parte das ações do Laboratório da Sociedade Conectada, inaugurado há um ano em Indaiatuba e que tem por objetivo promover testes de novas tecnologias de Internet das Coisas em projetos com impacto positivo para a sociedade, incluindo ações voltadas para água inteligente, agricultura, proteção de floresta, prevenção contra desastres, entre outros. Em seu aniversário de um ano, o Laboratório faz parte do Centro de Inovação da Ericsson, que investe em pesquisa, desenvolvimento e inovação.

As aulas, ministradas no Campus Sorocaba da Universidade, contam com suporte teórico e prático da Ericsson: parte do conteúdo que será usado foi sugerido pela equipe do Centro de Inovação da empresa, com materiais compartilhados da Ericsson; e uma aula prática acontecerá no Centro de Inovação, em Indaiatuba.

Recentemente, durante o Mobile World Congress (MWC) que acontece todo ano em Barcelona, o governo brasileiro, por meio do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), e a Ericsson se comprometeram a cooperar para a criação de um Polo de Inovação em Internet das Coisas (IoT), específico para Segurança Pública. O Polo será implementado em São José dos Campos, cidade que há cinco anos implementou pela primeira vez no Brasil, a solução de segurança pública da Ericsson.

A parceria contará com o apoio da prefeitura do município por meio do Parque Tecnológico (é isso mesmo), parceiro da Ericsson para o desenvolvimento de softwares para cidades inteligentes, além de outras empresas parceiras, startups, operadoras de telecomunicações e o segmento acadêmico, representada por pesquisadores, alunos, universidades e institutos de pesquisa. A formação deste Polo está alinhada ao Plano Nacional de IoT anunciado pelo Ministério.

A Ericsson vem investindo globalmente na revolução da Internet das Coisas, onde sensores, câmeras, carros e todas as demais coisas estarão conectadas, produzindo uma grande quantidade de informação. Além disso, lidera também outras três iniciativas voltadas para IoT e 5G: dez projetos de pesquisa em 5G com universidades; colaboração para acesso à Internet e mobilidade para áreas remotas em 5G e desenvolvimento de modelos de referência e protótipo para 5G.

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Óculos com filtros hi-tech darão visão super-humana

olhos_hi-tech.jpgPor Ethevaldo Siqueira​
03/04/2017 - Pesquisadores criaram filtros que permitem ao olho humano distinguir entre matizes de cores que estão muito próximos e não são reconhecidos separadamente. Estes filtros podem ser usados para monitorar a maturação de frutas e legumes ou identificar dinheiro falsificado.

Ponha seu inglês em dia e leia o artigo completo aqui

 

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Elon Musk quer conectar cérebro a computador

elon_musk2.jpgPor Ethevaldo Siqueira
30/03/2017 - O CEO da SpaceX e da Tesla, Elon Musk, acaba de lançar uma empresa de pesquisa médica chamada Neuralink na Califórnia, informou o Wall Street Journal. O objetivo é criar interfaces entre cérebro e computador que permitam ao ser humano conectar-se diretamente com o que ele chama de "versão digital de si mesmo" em dispositivos eletrônicos.

Saiba mais aqui (se for assinante do Wall Street Journal)

 

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