Novos smartphones terão realidade aumentada

london-tube-app.jpgEthevaldo Siqueira
09/02/2017 - Nos próximos meses, dois aparelhos com esta tecnologia devem chegar ao mercado. Eles são fabricados pela Lenovo e pela Asus. Eles apresentam gráficos e imagens incríveis.

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Como é viver com uma mulher de silicone

doll2.jpg31/01/2017 - Interessante matéria de hoje do jornal The Washington Post - o fotógrafo da Getty Images Taro Karibe, enfrentou o desafio de morar com um homem e sua mulher de silicone no Japão, para registrar o cotidiano inusitado, e ao mesmo tempo, a fragilidade do ser humano.

Em 2007, Ryan Gosling interpretou um personagem que tem dificuldade em fazer amigos ou socializar com as pessoas em um filme chamado "Lars and the real girl" (Lars e a garota de verdade). No filme, para suavizar suas dificuldades sociais, ele tem a companhia de uma boneca de silicone que ele chama de Bianca. Seus amigos, família e comunidade local, decidem apoiá-lo, enquanto ele aprende a superar suas inseguranças, para começar um relacionamento com uma mulher real. Embora isso seja uma ficção, não é tanto quanto pode parecer. Na verdade, pelo menos um homem no Japão, Senji Nakajima, tem uma história de vida um pouco semelhante.

No início, o interesse de Senji Nakajima, 61 em sua boneca chamada "Saori," era puramente para preencher a solidão. Mas depois de alguns meses vivendo com ela em seu apartamento em Tóquio, Nakajima (que é casado e tem dois filhos, mas vive longe de casa por causa do trabalho) passou a acreditar que a boneca tinha desenvolvido uma personalidade própria. Ela se tornou mais do que um objeto inanimado para ele; E ele começou a pensar nela como sua namorada.

"Ela nunca me trai ... Estou cansado de pessoas racionais. Elas são sem coração ... para mim, ela é mais do que uma boneca ... Ela precisa de muita ajuda, mas ainda é a minha parceira perfeita, que compartilha momentos preciosos comigo e enriquece minha vida.

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Inteligência Artificial para todos: o futuro é agora

ai.jpg*Por Maurício Prado
26/01/2017 - Pense em um aplicativo que você utiliza diariamente. Seria o Waze, que calcula o melhor caminho para o seu trabalho? Ou o Spotify, que sugere playlists personalizadas? A Siri, que responde suas perguntas no iPhone? O Netflix, que indica filmes e séries com a sua cara? Ou o Google, que traduz textos para qualquer língua em segundos? Independente das suas preferências, sabe o que esses aplicativos têm em comum? Todos funcionam com recursos de Inteligência Artificial (IA). Se para você IA significa o Exterminador do Futuro ou robôs e sabres de luz, saiba que ela já está transformando nossas vidas.

Albert Einstein nos ensinou que a genialidade consiste em tirar a complexidade e tornar as coisas simples. É isso o que está acontecendo com IA. Você não precisa ser um especialista em Machine Learning, a ciência que dá a máquinas a possibilidade de aprender algo sem ter sido programadas. Pode-se pular este requisito para apreciar a eficácia e a melhoria dos aplicativos de reconhecimento de imagens, busca na Internet e compras online entre outros para perceber que a inteligência artificial pouco a pouco se tornou algo normal e imprescindível em nossa rotina. E isso é apenas o começo. Segundo o Gartner, os algoritmos mudarão o comportamento no ambiente de trabalho de mais de 1 bilhão de pessoas no mundo até 2020.

De olho nesse mercado, as maiores empresas do mundo já estão investindo também em produtos conectados ("Internet das Coisas") para melhorar seus serviços, produtos e o relacionamento com clientes. No futuro próximo, cada produto ("coisa") será um canal de atendimento e relacionamento entre empresa e cliente. De acordo com o relatório MarketsandMarkets, a indústria de IA deve ultrapassar os US$ 5 bilhões até 2020, com um crescimento anual (CAGR) de 53,65%.

Mas há ainda outra explicação para essa corrida das empresas pela adoção da tecnologia: algoritmos e inteligência nas máquinas farão com que a Internet das Coisas reduza erros e US$ 1 trilhão por ano em custos com manutenção, serviços e consumíveis em 2022, diz o Gartner. Além das companhias já citadas, outras de diferentes segmentos também estão utilizando IA, como Sony, Hyundai, Kawasaki, Amazon e Air France-KLM.

As pequenas e médias empresas, no entanto, ainda estão em desvantagem, devido aos altos custos referentes a infraestrutura, expertise técnica e recursos computacionais necessários para a implementação da novidade. Isso porque, para funcionar, IA precisa ter acesso a grandes bancos de dados com informações sobre os usuários, indicadores de mercado, características e estudos, para que especialistas criem algoritmos avançados para "ensinar" os computadores a reconhecer padrões nesses dados e apresentar as melhores soluções para cada tipo de problema.

Para facilitar o acesso à Inteligência Artificial, gigantes da tecnologia estão investindo em formas de democratizar seu uso, como a Salesforce – que lançou sua plataforma de IA baseada na nuvem (Salesforce Einstein) em um evento com mais de 170 mil participantes no último mês de outubro.

Com a "Inteligência Artificial para todos", as empresas poderão entregar aos clientes experiências muito mais inteligentes, personalizadas e preditivas. Ou seja: ao que tudo indica, o que vimos até agora em IA foi só o começo de uma verdadeira revolução.

Nos próximos anos, segundo um estudo da Universidade de Stanford, veremos a popularização de carros e caminhões autônomos; drones fazendo entregas; robôs para serviços domésticos; massificação dos dispositivos para monitorar a saúde pessoal e cirurgias feitas por robôs; realidade aumentada utilizada para educação; convergência de ferramentas para entretenimento; modelos preditivos para evitar a poluição ou melhorar a distribuição de alimentos para a população carente; câmeras, drones e programas para analisar padrões criminais e aumentar a segurança. Bem-vindos ao futuro onde IA é para todos.

*Por Maurício Prado, gerente geral da Salesforce Brasil

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Varejistas investem nas transformações digitais

cisco.jpg19/01/2017 - Pesquisa da Cisco aponta que 67% dos varejistas do Brasil estão investindo a fim de se preparar para as transformações digitais. País aposta na ‘Experiência do Cliente’ como ferramenta de negócio, com 46% dos investimentos; já os varejistas norte-americanos lideram ranking de inovação

A pesquisa“The Current State of Digital Readiness in Retail”, realizada pela Cisco com mais de 200 executivos do varejo em todo o mundo, sendo 30 deles do mercado brasileiro, revela diferenças significativas em estratégia regional nos investimentos atuais em tecnologias e prioridades digitais.

O estudo indica que 67% dos varejistas do Brasil estão investindo a fim de se preparar para a disrupção digital, em comparação aos varejistas norte-americanos (51%). Os varejistas no mercado brasileiro estão mais focados em investir em tecnologias que possam auxiliá-los nos indicativos para as próximas tomadas de decisão (como a utilização de ativos e gerenciamento de energia) mesmo que eles ainda não estejam prontos para implementar tecnologias mais inovadoras.

Os dados revelam que investimentos em tecnologias que favoreçam a “experiência do cliente” representam uma tendência maior no Brasil em relação aos EUA (46% contra 40% das prioridades de investimentos). Já em inovação, a fatia maior está na América do Norte (34% contra 19% das prioridades de investimentos).

Outro ponto é que 65% dos investimentos feitos pelo segmento são em tecnologias relacionadas à experiência do consumidor e inovação, enquanto que 6% dos investimentos são dedicados a tecnologias de produtividade dos funcionários.

Tecnologias como Data Centers, Segurança, Plataformas Tecnológicas Simplificadas para Lojas, Conectividade, Cloud Computing, Colaboração e Xaas (Tudo como Serviço) estão entre as prioridades de investimento em grande parte das varejistas em todo o mundo. “Isso mostra que os varejistas estão preparadas para a disrupção digital e criando uma base, para que tenham suas estruturas prontas para movimentos de investimentos posteriores para as fases de Diferenciação e Definição”, destaca João Paulo Albuquerque Melo, gerente geral da divisão de indústria de consumo da Cisco para América Latina.

Ainda de acordo com João Paulo, o mercado varejista precisa adaptar sua estratégia. “O Brasil é um país que responde muito bem a questão do relacionamento direto com o consumidor. Mesmo em um segmento que busca recuperar seu fôlego, investir em tecnologias que possibilitem a disrupção é fundamental na geração de novas oportunidades e se reinventar em uma época difícil da economia do país”, explica.

Dados mundiais

A pesquisa, “The Current State of Digital Readiness in Retail”revela que os varejistas estão avançando de forma cautelosa e ainda inicial para a esperada Transformação Digital.

Segundo o estudo, 30% deles ainda têm atitudes reativas ao invés de serem proativos sobre a disrupção digital. E o mais importante é que eles não estão vivenciando totalmente a experiência da digitalização por priorizarem seus investimentos em tecnologias de experiência com consumidor, em maior proporção do que em plataformas de produtividade de seus funcionários. Trata-se de uma análise diferenciada em relação ao mercado brasileiro. Segundo a pesquisa, o mercado mundial de varejo está perdendo o equivalente a US$ 187 bilhões com essa postura.

A análise destaca a oportunidade para o varejo mundial em gerar mais de US$ 506 bilhões de movimentação se investido de forma eficiente em Transformação Digital. “Os varejistas precisam progredir na digitalização de suas forças de trabalho e na operação de forma equilibrada, em conjunto com a experiência com o cliente e inovação para se posicionar de forma significativa no mercado varejista”, finaliza o executivo da Cisco.

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Que esperar de Trump no setor de tecnologia?

trump_tech1.jpg19/01/2017 - Alguns dizem que pode não ser tão ruim assim. Outros dizem que o potencial de influência de Donald Trump na indústria é "alarmante", explica matéria do CNET.

O período de oito anos entre Barack Obama e o Vale do Silício acabou. O que deve acontecer agora?

Essa é a pergunta que a indústria de tecnologia vem fazendo desde que o magnata imobiliário transformou-se em estrela da TV, (com fraca reputação em tecnologia), foi votado como 45º presidente dos Estados Unidos.

O presidente Obama, um auto-proclamado geek, foi o presidente mais focado em tecnologia da história moderna, gastando bilhões de dólares para incentivar a inovação.

Na véspera do dia de sua posse, ainda não está claro o que pensa Trump sobre a maioria das questões relacionadas à tecnologia.

Inicialmente, parecia que o Vale do Silício estava desanimado em relação os próximos quatro anos. Em julho de 2016, 150 líderes de tecnologia, incluindo o co-fundador da Apple, Steve Wozniak, o co-fundador da Reddit, Alexis Ohanian, o fundador da Wikipedia Jimmy Wales e Vint Cerf, considerado o "pai da Internet", escreveram uma carta aberta chamando o novo presidente dos EUA de "desastre da inovação". Alguns executivos da indústria, principalmente os prestadores de serviços de banda larga, criticaram Trump por políticas que segundo eles, poderiam sufocar o investimento em infra-estrutura.

Mas o relacionamento entre o setor tem melhorado desde a eleição. Em dezembro de 2016, Trump se reuniu com mais de uma dúzia de executivos das maiores empresas de tecnologia dos Estados Unidos - uma mesa redonda cheia de dificuldades devido às insistentes críticas de Trump contra a tecnologia e às divergências filosóficas que ele tem com alguns dos executivos. Mas, em vez disso, o presidente eleito prometeu fazer "tudo o que pudermos fazer" para manter o sucesso da indústria. Vários executivos proeminentes, como o CEO da Tesla, Elon Musk, e o CEO da Uber, Travis Kalanick, se juntaram ao presidente como conselheiros.

As empresas de telecomunicações, em particular, poderiam ver grandes benefícios durante a presidência de Trump. A equipe de transição da Trump critica as regras de neutralidade da rede da Comissão Federal de Comunicações (FCC). Há indícios de que a administração Trump pode ser muito mais amigável com grandes fusões e aquisições do que a equipe de Obama.

Crédito: Pacific Press, LightRocket via Getty Images

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5 previsões sobre cibersegurança para 2017

fraude_web.jpg17/01/2017 - FICO aponta que haverá uma maior preocupação das pessoas e empresas com quem nos relacionamos; dispositivos IoT e segurança biométrica também serão alvo de atenção

A FICO, empresa provedora de soluções analíticas para a tomada de decisões, anuncia suas previsões em cibersegurança para 2017. De acordo com a empresa, em 2016 o mundo da segurança cibernética mostrou que a inovação dos hackers está em uma trajetória crescente. "Essa é a má notícia. A boa é que as empresas e as pessoas também estão muito mais conscientes das ameaças cibernéticas do que há um ano", diz Doug Clare, vice-presidente da FICO.

1- Consumidores vão priorizar a segurança na hora de escolher empresas

As pessoas se preocuparão mais com segurança ao escolher as empresas com quem farão negócios. Com as ações de hackers atingindo todo tipo de organização, como por exemplo a divulgação tardia de comprometimentos envolvendo o Yahoo!, que ultrapassam mais de um bilhão de dados de clientes e são apontados como os maiores vazamentos em toda a história da internet, e os ataques aos servidores do Dyn (o diretório global de domínios de internet) em outubro último, as pessoas estão mais preocupadas do que nunca com crimes que envolvam violações de dados. Em 2017, a demanda dos consumidores será por entender melhor sobre o nível de segurança das empresas que escolhem.

Assim como as companhias recebem "certificados", como ser "verde" (favorável ao meio ambiente), promover a igualdade de gênero ou ter locais de trabalho livres de acidentes, os clientes procurarão algum tipo de selo de garantia nas empresas com as quais se relacionam para comprovar que tenham uma forte postura em relação a segurança cibernética.

2- Empresas também vão priorizar a segurança na hora de escolher os parceiros

Empresas de todos os setores começarão a prestar mais atenção aos ciberataques em 2017, escolhendo companhias responsáveis para se fazer negócio. O risco da internet é incrivelmente amplo e, com essa consciência, as empresas escolherão seus inúmeros parceiros de negócios, mantendo uma estreita vigilância com os parceiros mais importantes.

3- Consumidores responsáveis com a própria cibersegurança

As pessoas se preocuparão muito mais com sua própria cibersegurança. Os hackers descobriram que dispositivos inteligentes, como porteiros eletrônicos e geladeiras, são entradas para redes domésticas Wi-Fi e logins do Gmail - e certamente isso é apenas o começo. À medida que os consumidores adotam mais dispositivos inteligentes e acionáveis via redes Wi-Fi em suas casas (conhecido como a "Internet das Coisas" ou a sigla IoT, em inglês), e mais atividades diárias, como bancos e compras são realizadas online, a segurança do ambiente de tecnologia doméstica se torna extremamente importante. Em 2017, devem surgir novos serviços que permitam aos consumidores avaliarem sua própria segurança cibernética.

4- Consumidores e empresas reconhecerão o potencial da ameaça da IoT

As pessoas e empresas finalmente reconhecerão o potencial de ameaça dos dispositivos IoT. Além dos porteiros eletrônicos e dos refrigeradores, os dispositivos de IoT, como carros autônomos, podem apresentar sérias ameaças à segurança. Foi identificado que o ataque ao Dyn, por exemplo, partiu de um malware que infectou o sistema operacional de vários dispositivos insuspeitos – como babás eletrônicas, brinquedos e impressoras. Por isso, cada vez mais as pessoas e empresas tratarão a segurança como uma prioridade em suas decisões de usar ou não um dispositivo IoT.

5- Biometria vai se tornar a maior vulnerabilidade em segurança

Dados biométricos podem se tornar a maior vulnerabilidade na segurança das pessoas. Começando com o TouchID da Apple, a identificação biométrica passou a ser o mainstream. Mesmo impressões digitais de crianças de três anos estão sendo capturadas quando visitam a Disney World. A biometria é considerada mais segura do que as senhas baseadas em dígitos, mas, ao mesmo tempo, apresenta potencial explosivo nas mãos dos hackers. Segundo a organização americana Identity Theft Resource Center, que ajuda vítimas de roubo de identidade, as impressões digitais roubadas podem ser um grande problema no futuro se a tecnologia biométrica for usada para autenticar contas bancárias, sistemas de segurança domésticos e até mesmo checagens de segurança em viagens.


 

 

 

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