Caçadores, os drones estão de olho em vocês

drones_cacadores2.jpgEthevaldo Siqueira
22/03/2017 - Drones fotografam, filmam, vigiam, supervisionam, entregam alimentos e medicamentos, ajudam a salvar a fauna e a flora. Confira neste vídeo do New York Times de ontem (21-03-2017)

Veja o vídeo completo (em inglês) aqui

 

 

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Transformação digital começa a ganhar espaço

marco_stefanini3.jpg*Por Marco Stefanini
21/03/2017 - As transformações tecnológicas atingiram uma velocidade tão grande nos últimos anos que estão revolucionando o mundo como o conhecemos até agora. O mundo real e o virtual estão se fundindo, modernas tecnologias da informação e da comunicação estão sendo combinadas com processos industriais tradicionais, alterando assim as várias áreas de produção. Depois de três revoluções industriais, surge a próxima etapa que os especialistas chamam de Indústria 4.0 ou quarta revolução industrial, a era das tecnologias disruptivas.

Nesta nova etapa, os algoritmos se tornam protagonistas para agregar o maior volume de informações – estruturadas e não estruturadas, que serão analisadas em tempo real para fornecer insights estratégicos que contribuam para uma experiência melhor do usuário e geração de novas oportunidades de negócios para as empresas.

A Indústria 4.0 será cada vez mais automatizada e controlada por robôs. Máquinas dotadas de sensores conseguirão comunicar-se entre si e tornar o processo produtivo cada vez mais eficiente, permitindo, por exemplo, controle remoto das operações, monitoramento de consumo energético em plantas industriais e otimização de transporte de pallets em um centro de armazenamento, com a proposta de diminuir tempo de ociosidade e deslocamento das transportadoras.

Da mesma forma, os sensores terão um papel importante na construção de cidades inteligentes. De acordo com o Gartner, só este ano cerca de 380 milhões de coisas/dispositivos conectados estarão em uso nas grandes metrópoles para alcançar metas de sustentabilidade. Esse número subirá para 1,39 bilhão de unidades em 2020, representando 20% de todas as coisas conectadas em uso nas cidades inteligentes.

Cada vez mais, as soluções de robótica e Internet das Coisas (IoT) serão utilizadas para auxiliar a população no atendimento à saúde, com monitoramento remoto de pacientes e implementação de quartos inteligentes, bem como na distribuição de energia, otimização de frotas do transporte público e abastecimento de água.

No Brasil, a transformação digital começa a ganhar um espaço de destaque nas corporações. Mesmo quem ainda não tem um projeto estruturado nesta área já pensa em investir em novas tecnologias para ampliar os índices de eficiência. Fazer mais com menos tornou-se uma questão de ordem na maioria das empresas, independente do segmento em que atuam.

Existe, no momento, uma grande oportunidade para as companhias de TI investirem no core de negócios que ainda não tenham grande familiaridade com a tecnologia, mas que certamente dependerão dela para fazer essa transição para a Indústria 4.0. No mundo digital, vários produtos precisam ser integrados para compor uma nova oferta. O grande desafio é criar interfaces para integrá-las de forma fluida, beneficiando o nosso cliente e os clientes dele.

Para acompanhar a transformação digital é necessário engajar os profissionais e treiná-los para que desempenhem suas novas funções no curto e médio prazo. Os profissionais técnicos precisarão desenvolver principalmente quatro características: formação multidisciplinar, capacidade de adaptação, senso de urgência e capacidade de colaboração em equipe.

Se num primeiro momento pode haver um gap entre os profissionais, já que alguns terão mais habilidades que outros, ao longo do tempo o cenário tende a se equilibrar, a partir de investimentos que as próprias pessoas, empresas e governo farão para se adaptarem aos novos perfis exigidos. A busca por talentos continuará sendo imprescindível para agregar valor às organizações, mesmo com a chegada dos novos robôs. A transformação digital é dinâmica, urgente e necessária para o mercado de trabalho e também para a qualidade de vida das pessoas. A nova revolução chegou repleta de possibilidades e cabe a nós - como sociedade - estudar, planejar e executar um roadmap também da área educacional para formar a mão de obra do futuro.

*Marco Stefanini é CEO global do Grupo Stefanini, quinta empresa mais internacionalizada segundo ranking da Fundação Dom Cabral de 2016.

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Que país poderá ser autossuficiente em energia eólica?

dinamarca_energia.jpgEthevaldo Siqueira
20/03/2017 - A Dinamarca é um bom exemplo de país que tem boas políticas públicas na área de energia. E eu tenho uma ótima notícia nessa área: a Dinamarca é o primeiro país do mundo que pode se tornar autossuficiente em energia eólica, isto é, com o aproveitamento da força dos ventos.

Exclusivamente com suas turbinas eólicas, que são os modernos moinhos de vento, a Dinamarca gerou, no dia 22 de fevereiro, energia suficiente para alimentar todo o país durante aquele dia. É claro que foi um dia com ventos abundantes. Mas em 24 horas foram gerados 97 Gigawatt-horas (GWh) de energia elétrica.

No ranking mundial da energia eólica, vêm outros países da Europa, com o Reino Unido, a Alemanha, Portugal e um país latino-americano, a Costa Rica. Aliás, a Costa Rica é o primeiro país das Américas e um dos primeiros do mundo que tem condições de atender a 100% de sua demanda exclusivamente com energia elétrica produzida com fontes renováveis – sol, vento ou etanol.

E o Brasil?

Já dispomos dos primeiros conjuntos de turbinas eólicas no Nordeste. Mas precisamos de muito mais, pois o potencial brasileiro é imenso, com seu litoral de mais de 8.500 km de extensão, para o aproveitamento da energia dos ventos.

O que é energia eólica

Segundo a Wikipedia, a energia eólica é a transformação da energia do vento em energia útil, tal como na utilização de aerogeradores para produzir eletricidade, moinhos de vento para produzir energia mecânica ou velas para impulsionar veleiros.

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Nuvem vai dominar análises corporativas

cloud-computing.jpg17/03/2017 - A nuvem é uma parte fundamental da estratégia analítica de 70,1% das empresas, enquanto 21,6% considera importante no processo de adoção de análises. Esses foram os principais dados revelados pela pesquisa "The State of Cloud Analytics 2016," que apurou que hoje a análise na nuvem não é apenas essencial, mas também caminha para ser dominante no ambiente de negócios.

O relatório foi patrocinado pela Informatica - fornecedora mundial de soluções de gerenciamento de dados – e pela Deloitte. Produzida pela consultoria Enterprise Management Associates (EMA), a pesquisa foi conduzida no final de 2016 com 402 líderes de negócios e tecnologia em todo o mundo.

Entre as descobertas, foi revelado que as análises realizadas em nuvem agora atingiram a igualdade em adoção com as realizadas on-premise. As implementações analíticas de hoje são divididas quase igualmente entre ambientes on-premise e nuvem (híbrida ou pública), com a maioria dos entrevistados esperando expandir suas implementações de nuvem no futuro.

A pesquisa também destaca a imensa importância do autosserviço governado para a análise em nuvem. Uma esmagadora maioria dos entrevistados (94,8%) acredita que esse tipo de autoatendimento é uma estratégia-chave para as implementações de análises em suas organizações. De fato, quanto mais comprometida a organização é para a análise em nuvem, mais valiosas são as capacidades de autoatendimento em áreas como o gerenciamento de dados e, especificamente, sua administração, à medida que os usuários buscam níveis crescentes de agilidade.

Principais conclusões

· As análises em nuvem já passaram do ponto de inflexão e agora são top of mind – A nuvem é uma parte chave ou muito importante na estratégia analítica de 91,7% dos entrevistados.

· A adoção das análises em nuvem é impulsionada por necessidades vitais de Negócios – Os três principais drivers de negócio para análise em nuvem foram identificados como aperfeiçoamento de processos de negócios (23,5%), experiência do consumidor (22,2%) e melhor colaboração entre equipes e fornecedores (19,1%).

· A adoção também é impulsionada pelo custo – Os executivos que responderam a pesquisa identificaram a redução de custos (19,5%) como o principal fator técnico para mover a análise para a nuvem. Em termos de drivers financeiros, o custo de implementação / adoção foi identificado como o principal benefício monetário (47,6%).

· A segurança é um fator técnico e um obstáculo – A segurança de dados foi identificada como o segundo principal fator técnico para a adoção das análises em nuvem (15,1%). No entanto, segurança e compliance foram vistos como o principal obstáculo à implementação na nuvem (40%). No entanto, o medo das questões de segurança diminuiu (em 5%) entre os entrevistados com implementações de nuvem mais maduras.

· A integração e a migração são vitais – O segundo principal obstáculo à adoção foi identificado como integração e migração (34,6%), apontando para a importância crítica de ferramentas de integração de dados completas.

· As organizações estão extraindo insights por meio de um acesso mais amplo às soluções self-service – Empresas que possuem recursos robustos de análise em nuvem estão alimentando percepções mais rápidas e tendo maior agilidade por meio de autoatendimento governado para integração de dados (84%), mapeamento de dados (83%), modelagem de dados (82%) e governança de dados (77%).


 

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Parceria transforma smartphones em chaves de carros

15/03/2017 - A OT (Oberthur Technologies) e a Omoove anunciam que estão unindo forças para transformar a experiência do usuário e aumentar a segurança dos serviços de car sharing (ou “compartilhamento de carros”).

Desenvolvido em parceria pelas empresas, o EasyOpen – serviço alimentado pela Secure IoT Cloud da OT, transforma smartphones em chaves de automóveis. A maioria dos sistemas de frota se baseia na comunicação direta entre os componentes instalados nos veículos e um sistema de gerenciamento central. Esses sistemas puramente on-line tendem a criar latências para os usuários e podem tornar os veículos vulneráveis ao uso ilícito.

Para oferecer um nível superior de comfiabilidade e resolver os problemas de latência, o EasyOpen introduz o uso de um smartphone com tecnologia NFC para administrar de forma rápida e segura o acesso aos veículos, permitindo que os usuários interajam diretamente com o carro usando um dispositivo que já possuem – mesmo que o smartphone esteja fora do alcance da cobertura de rede ou fique sem bateria. O serviço também pode ser ampliado a qualquer dispositivo portátil equipado com um eSE (elemento seguro integrado) que suporte a tecnologia NFC.

Apoiando-se na Secure IoT Cloud da OT, o EasyOpen garante a forte autenticação do smartphone do usuário e o provisionamento e armazenamento seguro das chaves digitais em seu eSE, desde a inscrição até o uso efetivo do serviço. Na prática, isso irá proporcionar uma experiência de usuário extremamente simples, intuitiva e rápida.

As chaves digitais serão enviadas remotamente e de forma segura por meio da Secure IOT Cloud da OT ao dispositivo do usuário, que simplesmente terá de colocar o smartphone perto do para-brisas para destravar a porta. O eSE da OT equipado com o receptor NFC instalado nos carros irá garantir a comunicação segura entre o dispositivo do usuário e o veículo, habilitando também o gerenciamento remoto dos direitos de acesso ao carro. Em caso de perda ou roubo do dispositivo, a chave digital será desabilitada remotamente para evitar o uso indevido.

 

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Adolescentes estão substituindo drogas por smartphones?

drugs_celular.jpg15/03/2017 - Interessante matéria de hoje, (15) do New York Times que faz uma correlação entre o uso de smartphones e tablets (que explodiu no mesmo período em que o uso de drogas diminuiu) entre os adolescentes americanos. Pesquisadores dizem que esta possibilidade vale a pena ser explorada. E você o que acha?

Veja a matéria completa no New York Times (se for assinante) aqui

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