Tamanho da tela é relevante na hora de escolher TV

tv_samsung.jpg31/10/2018 - Estudo realizado pela Samsung mostra que usuários priorizam adquirir telas grandes buscando uma experiência melhor na hora de assistir televisão

A Samsung, realizou uma pesquisa para entender melhor os hábitos de consumo dos usuários e o quanto alguns recursos e funcionalidades podem fazer a diferença na decisão de compra de uma nova TV. Realizado em diversas regiões do Brasil, com mais de 300 consumidores, o estudo revela que o desejo por modelos de tela grande é alto: mais da metade dos entrevistados afirmaram que consideram adquirir um televisor acima de 65 polegadas.

Esse número é fomentado, principalmente, por consumidores que amam curtir filmes e séries no conforto de casa, transformando o espaço em um cinema. 73% desses usuários buscam uma melhor experiência para assistir seus conteúdos favoritos. E é justamente o tamanho da tela o fator que o consumidor mais prioriza no momento da compra (78%), a frente de resolução / tecnologia (77%), preço (71%) e marca (52%).

Outro dado apontado pelo estudo mostra que, entre as pessoas que não considerariam a troca (15%) de sua TV por uma de tela maior, o principal motivo é o tamanho do cômodo de sua casa para a instalação do aparelho. Pensando nesse público e nos consumidores que já consideram trocar de produto, a Samsung conta com amplo leque de opções de televisores acima de 65 polegadas, que abrangem desde modelos de entrada 4K, passando pela linha Premium UHD e desembarcando no auge da tecnologia com as novas QLEDs 2018.

De acordo com a empresa, suas TVs de tela grande com ultra resolução 4K, com quatro vezes mais pixels na tela, mudam as referências de distância entre o espectador e a TV. Quando o consumidor tiver dúvida sobre qual o tamanho de tela ideal que irá oferecer melhor conforto visual, além de deixar o aparelho no melhor campo de visão, a Samsung desmistifica essa relação de espaço do ambiente e tamanho da tela. Em comparação aos modelos full HD, os televisores com resolução 4K permitem assistir à programação completa, mesmo em distância reduzidas, por exemplo:

- Em até 2 metros: TVs de até 50 polegadas;
- Entre 2 e 2,5 metros: TVs de 50 a 55 polegadas;
- Entre 2,5 e 3 metros: TVs de 65 polegadas;
- Acima de 3 metros: TVs de 75 e 82 polegadas.

“Ao analisar o perfil de compra do consumidor, a Samsung reforça o compromisso de sempre oferecer as melhores soluções e tecnologias. Continuamos investindo em pesquisa e desenvolvimento para proporcionar ao usuário opções de produtos inteligentes com telas grandes a fim de obter a melhor experiência na hora de curtir sua programação favorita”, comenta Bertha Fernandes, Gerente de Marketing das áreas de TV e Áudio e Vídeo da Samsung Brasil.

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Sete mitos e verdades sobre o uso de drones

drones_cacadores2.jpg29/10/2018 - Que os drones chegaram para ficar ninguém tem dúvida. Com tecnologias de última geração e inteligência artificial os VANTS (Veículos Aéreos Não Tripulados) ou RPAS (siga em inglês para Remotely Pilotec Aircraft Systems) ganham cada vez mais espaço no mercado nacional e internacional. De acordo com um levantamento da FAA dos Estados Unidos (The Federal Aviation Administration), até 2020, teremos cerca de 7 milhões de drones no ar. No Brasil estima-se que sejam mais de 100 mil drones em operação atualmente. Sendo que pelo menos 12 mil pessoas usem estes drones para prestação de serviços.

Mesmo com a popularidade dos drones e uso cada vez mais frequente, as dúvidas sobre o que é permitido ou não e quais cuidados devem ser tomados na hora de pilotar o equipamento ainda são frequentes. Por isso, o diretor geral da DroneShow Plus, Emerson Granemann*, enfatiza que drones não são brinquedos inofensivos e podem provocar acidentes se mal utilizados. Ele separou alguns dos principais mitos e verdades sobre o uso de drones no Brasil.

Confira abaixo alguns dos mitos e verdades mais comuns sobre o uso de drones:

1) Somente maiores de 18 anos podem operar um drone para uso profissional
VERDADE. Menores de 18 anos só podem operar drones para voos recreativos em áreas destinadas ao aeromodelismo e devem sempre ser acompanhados por um operador com habilidade.

2)  Com exceção de aeroportos e penitenciárias, os drones podem sobrevoar qualquer local.
MITO. Por questões de segurança, existem outras áreas onde o voo do drone não é possível, seja por oferecerem algum perigo ou por terem acesso restrito. Alguns exemplos são: refinarias, plataformas de exploração de petróleo, depósitos de combustível, áreas militares e áreas com infraestrutura crítica como redes elétricas, usinas hidroelétricas, termoelétricas e nucleares. Nestes casos só com autorização especial junto ao DECEA - Departamento de Controle do Espaço Aéreo é possível voar.

3) Todos os voos feitos ao ar livre, independente de uso recreacional ou profissional precisam ser comunicados antecipadamente ao DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo).
MITO. Voos recreativos em áreas adequadas para o aeromodelismo não precisam ser comunicados antecipadamente ao DECEA. Nos demais casos é obrigatória a solicitação de uma autorização ao DECEA  com a devida antecedência.

4) Já é permitido o uso de drones para o transporte de medicamentos e sangue.
VERDADE. As Repúblicas de Ruanda e Tanzânia, em parceria com uma startup da California, já realizam a entregas regulares de bolsas de sangue em áreas de difícil acesso. O projeto foi apelidado pela imprensa de UBER de sangue. No Brasil já existem empresas realizando testes no projeto de delivery de remédios feito por drones, como a SMX Systems. A empresa realizou com sucesso, em agosto deste ano, as primeira entrega usando drone no Brasil na cidade paulista de Rifaina após a regulamentação do setor que aconteceu em maio de 2017.

5)  O drone por ser hackeado
VERDADE. Embora não seja algo recorrente, existem soluções anti-drone capazes de interferir no enlace entre o drone e o controle, assumindo o comando do equipamento. Por isso, o tema cybersecurity já entrou na agenda de discussões no setor de drones.

6) É proibido usar drones para filmar casamentos e eventos ao ar livre
MITO. O voo não é proibido desde que sejam respeitados os parâmetros legais e requisitos de segurança.  O drone, assim como seu operador, precisam estar registrados na ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil). E todos os convidados para os eventos autorizem antecipadamente e formalmente estas filmagens. Isto é, seja anuentes.

7)  A Polícia Militar não pode apreender os drones ou o piloto.
MITO. O poder de polícia é assegurado aos órgãos de segurança pública, e o descumprimento das exigências legais de segurança podem significar crime previsto no código penal. Além de penalidades impostas pela ANAC e pelo DECEA.

*Emerson Granemann – Diretor geral da DroneShow, maior feira de drones da América Latina, fundador, CEO da MundoGEO e idealizador da feira.

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Soluções fiscais da Thomson Reuters estão na nuvem

onesource_tax_one.jpg19/10/2018 - Uma nova solução em tecnologia para revolucionar o mercado fiscal e tributário do Brasil. É com esse objetivo que Thomson Reuters anuncia o ONESOURCE Tax One, oferta que promete unificar, aprimorar e fazer a migração para computação em nuvem de todos os produtos para gestão fiscal e tributárias oferecidos pela multinacional de tecnologia. O anúncio foi feito durante o Synergy 2018, encontro anual que reúne líderes e especialistas para discutir as principais tendências, desafios e novidades em tecnologia para os segmentos Fiscal, Tributário e de Comércio Exterior, no Brasil e no mundo.

O ONESOURCE Tax One proporciona a experiência completa de uma solução fiscal: integralmente na nuvem, com possibilidade de acesso em qualquer navegador, podendo ser utilizada em diferentes aparelhos – inclusive com acesso móvel. O produto é integrado com os principais ERPs disponíveis e com as plataformas globais da Thomson Reuters, além de todas as funcionalidades necessárias para a gestão fiscal completa, entregas ao fisco e conformidade legal da empresa.

Com um design reformulado e mais amigável para navegação, a nova solução traz, em uma única plataforma, todas as ferramentas disponíveis para gestão fiscal das empresas para garantir eficiência e conformidade legal em todos os processos. Desde a gestão de documentos eletrônicos, cumprimento com obrigações municipais, estaduais e federais, geração de relatórios e arquivos, análises, assim como preenchimento e entrega do EFD-Reinf, ECF, e-Social e Preços de Transferência.

A nova solução, por estar em cloud, proporciona também uma série de ganhos para a empresa que utiliza a ferramenta. Como o acesso é feito via internet, todas as atualizações do sistema são feitas online, sem a necessidade de instalação na máquina ou eventuais manutenções. Com isso, a empresa pode dispor de equipamentos e estrutura menos robustas, que em conjunto com as demais características do produto, proporciona uma redução no TCO (sigla em inglês para Custo Total de Compra). O armazenamento de dados é feito em um Data Center próprio, localizado na cidade de Campinas, interior de São Paulo. Isso garante otimização no desempenho, agilidade na manutenção e atualização, assim como total segurança sobre as informações colhidas.

Outra grande novidade com a chegada do ONESOURCE Tax One é a mudança no modelo de negócio, que passa a ser por meio de assinatura periódica para o acesso online, e não mais pela compra do produto a ser instalado nos equipamentos da organização. "Este é o projeto mais importante da história da Thomson Reuters no Brasil. Vamos migrar por completo a nossa solução para a nuvem e, ao mesmo tempo, fazer uma transformação muito grande de nosso negócio. Tudo para proporcionar um produto melhor, mais moderno, com todas as tecnologias de ponta e em sintonia com o que o mercado exige. Ainda por cima, vamos trazer mudanças e melhorias significativas na experiência de uso de nossos clientes", explica Marcos Bregantim, diretor de produtos corporativos da Thomson Reuters Brasil.

A multinacional de tecnologia agora também terá possibilidade maior para trabalhar com empresas de todos os portes. "A solução em cloud permite uma escalabilidade muito maior. Isso significa que, com a mesma estrutura, podemos oferecer um produto mais básico para pequenas e médias empresas, assim como a oferta completa para as grandes e multinacionais. O modelo de assinatura também é mais viável para as PMEs", ressalta Bregantim.

O ONESOURCE Tax One passou por três fases de testes e entra em fase piloto em novembro. Foram selecionadas alguns clientes para simular ao máximo as funcionalidades da aplicação, enviando dados reais para testar na prática o desempenho da ferramenta. O lançamento oficial, no primeiro trimestre de 2019, será supervisionado, com uma base de clientes maior, para que o produto trabalhe em um ambiente mais complexo e com processos mais customizados. A partir de 2020, a solução estará disponível para toda a base, que hoje soma mais de mil grupos empresariais em todo o país.

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Estufa conectada simula uso de IoT na agricultura

t_systems_agro.jpg10/10/2018 - Desenvolvido pela T-Systems, modelo promete trazer todas as características de uma solução de Internet das Coisas (IoT) completa, permitindo simular diferentes condições climáticas.

A T-Systems do Brasil, provedora alemã com portfólio digital de soluções e serviços de TI, acaba de anunciar uma solução de IoT voltada ao setor de agronegócio. O Digital Garden é, na verdade, uma estufa conectada que traz todas as características de uma solução IoT completa integrada aos sistemas de gestão SAP.

O consultor de desenvolvimento de negócios de transformação digital da T-Systems, Victor Carreiro, afirma que com o uso de sensores e atuadores – colocados no solo ou dentro da própria estufa – a solução simula diferentes condições climáticas e obtém dados sobre importantes grandezas físicas de uma produção real.

"Esses dados são utilizados para tomadas de ações automáticas (como controle de irrigação, mapeamento de solo e uso de fertilizantes) e enviados para a plataforma em nuvem, o que permite o monitoramento remoto e a produção de informações para análise dos KPIs na palma da mão", explica, lembrando que o Digital Garden é uma solução end-to-end baseada em Design Thinking, conjunto de práticas e processos para resolução de problemas.

Para ilustrar o Digital Garden de forma clara e interativa, a T-Systems conta com um jardim físico, além de botões capazes de mudar as condições climáticas do cenário. "Este show case mostra a aplicação da Internet das Coisas no agronegócio, mas seus conceitos são aplicáveis em outros segmentos de mercado, como Automotivo, Varejo, Healthcare, Saúde, entre outros", ressalta Carreiro, lembrando que o projeto foi desenvolvido pelo time do laboratório de transformação digital da T-Systems Brasil, formado por Gustavo Paula, Marcelo Farias, Leonardo Ruiz e Cristiane Guerra.

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Setor de energias enfrenta transformação

energia_renovavel_2.jpg09/10/2018 - Em expansão, soluções renováveis são um dos vetores desta importante mudança, diz KPMG

As empresas de energia estão enfrentando com preocupação a tendência global de ofertar soluções mais renováveis e distribuídas. Além disso, o que está sendo observado agora é algo completamente novo, com os próprios consumidores priorizando o consumo de energias renováveis e considerando a possibilidade de incorporar tecnologias alternativas e soluções para enfrentar o desafio de baixo carbono. Trata-se de uma tendência que impactará os modelos de negócios e o funcionamento do setor no futuro. Essas são algumas das conclusões do estudo "Novos impulsionadores da transição de energia renovável" (New drivers of the renewable energy transition, em inglês), que analisou o impacto do aumento da demanda por recursos renováveis em todo o mundo.

"Com o mercado internacional cada vez mais competitivo e globalizado, será interessante ver como os agentes respondem aos novos desafios. Eles podem se tornar parte de plataformas de energia altamente complexas no futuro, que incluam múltiplas fontes de energia, produtores, distribuidores e consumidores", afirma a sócia da área de energia da KPMG no Brasil, Franceli Jodas.

O conteúdo também revela que a revolução renovável tem sido liderada por desenvolvedores de energia e empresas geradoras que investiram em tecnologia com a ajuda de tarifas e subsídios governamentais. Existe ainda um amplo consenso de que as energias renováveis são vitais na transição global para uma economia de baixo ou zero carbono, sendo que o consumidor deve pagar por colaborar com essa transição, com o investimento em geração renovável sendo o primeiro estágio dessa jornada. A revolução está bem encaminhada neste setor e, com o apoio dos consumidores corporativos, não há mais como voltar atrás, aponta ainda o estudo.

O levantamento da KPMG também destaca os principais fatores que levam as corporações a adotar as energias renováveis: preços decrescentes nos custos globais de energia eólica e solar; pressão dos investidores impulsionada pelo reconhecimento de que fatores ambientais, sociais e de governança desempenham um papel fundamental na determinação de risco e retorno; pressão de clientes e colaboradores; mudanças nos padrões de reportes ao mercado; pressão dos pares na indústria; e alinhamento com padrões internacionais, como os Princípios das Nações Unidas para o Investimento Responsável e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

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Até 2025, máquinas farão compras sozinhas

jobs_getty_guardian.jpg27/09/2018 - Novo estudo da Bain & Company revela que a tecnologia prevenirá 70% das fatalidades na área da saúde e reduzirá em 80% as transações em dinheiro. A consultoria de negócios entrevistou executivos de 700 empresas em todo o mundo acerca de 20 ferramentas para melhorar a experiência do cliente, em quatro categorias: detecção, decisão, atuação e gerenciamento.

Um foco profundo no aprimoramento da experiência do cliente se enraizou em muitos mercados emergentes, que estão bem à frente de seus concorrentes de mercados mais desenvolvidos na Europa e na América do Norte. Especificamente, a análise preditiva, os sensores em produtos e a experiência personalizada por inteligência artificial e advanced analytics tornaram-se as ferramentas mais amplamente utilizadas nos mercados B2C e B2B. "Com tantas opções, as organizações têm de ter muita clareza sobre onde querem chegar, quais os objetivos de negócios que querem alcançar com essas ferramentas", avalia Sílvio Marote, sócio da Bain. "Esse deve ser o ponto de partida, e não o modismo", completa Marote.

Percentual de líderes (por região) que acreditam que a tendência ocorra até 2025:

- O sentimento do cliente será captado pelo uso de sensores biológicos (ex.: retina, temperatura do corpo, batimentos cardíacos) para detectar suas emoções. Na América Latina, 52%; Europa, 48%; América do Norte, 34%; e Ásia-Pacífico, 66%.
- Biotecnologias em escala nano (ex.: dispositivos e sensores embutidos no corpo) ajudarão a prevenir 70% das fatalidades e melhorarão o tratamento de doenças crônicas. Na América Latina, 52%; Europa, 39%; América do Norte, 34%; e Ásia-Pacífico, 60%.
- Máquinas se tornarão clientes, à medida que as pessoas passarem a delegar decisões a seus bots. Na América Latina, 40%; Europa, 41%; América do Norte, 31%; e Ásia-Pacífico, 54%.

Percentual de líderes (recorte global) que acreditam que as tendências abaixo vão ocorrer até 2025:

- 74% – Dispositivos de geolocalização vão avisar o varejista quando um comprador chegar à loja, para que este possa ser mais bem atendido.
- 73% – Os varejistas saberão quando um cliente ficar sem um produto e o entregarão automaticamente.
- 72% – transações em dinheiro encolherão em 80%, graças ao aumento dos pagamentos biométricos e por celular.

Percentual de líderes (recorte global) que acreditam no seguinte crescimento do uso de ferramentas de personalização nos próximos três anos:

- Vendas e marketing one-to-one: de 20%, hoje, para 63%.
- Experiências personalizadas: de 30%, hoje, para 70%.
- Mecanismos de decisão automatizados: de 15%, hoje, para 57%.

Três temas aparecem como prioritários pelos líderes: otimização de custo e previsão das necessidades do cliente, experiência personalizada e aprimoramento de privacidade e segurança.

Para isso, líderes pretendem adotar as ferramentas abaixo, nos seguintes percentuais:

- Para otimização de custos e previsão das necessidades do cliente: analytics preditiva, 76%; e inteligência artificial, 72%
- Geração de experiências personalizadas: 71%.
- Para privacidade e segurança: ferramentas biométricas, 68%; e gerenciamento de privacidade, 68%.

Segundo a Bain & Company, a pesquisa revela uma forte correlação entre a quantidade de esforço de uma empresa em adotar a ferramenta e sua satisfação com ela. Há evidências claras de que os melhores resultados decorrem de um grande esforço e investimento em poucas escolhas, e não apostar em uma ampla gama de opções. "As empresas devem ter, no máximo, cinco ou seis prioridades. Com mais do que isso, perde-se o foco", afirma Marote. Segundo ele, muitas tecnologias servem para diferentes propósitos. Um exemplo é a análise preditiva, que pode ser usada em call centers e na previsão de estoques em lojas espalhadas pelo País. "São diferentes fins para a mesma tecnologia", completa o sócio da Bain.

O mix de ferramentas usado pelos líderes varia um pouco do resto do pacote. Eles estão investindo diferentemente em soluções que produzem três resultados: otimização de custo e previsão das necessidades do cliente; experiência personalizada; e aprimoramento de privacidade e segurança. Mas a ferramenta mais eficaz, relatam, é o gerenciamento de episódios, e o menos eficaz é a automação da força de vendas.

As empresas que obtêm os maiores benefícios de uma ferramenta a incorporam em suas operações e formas de trabalho, em vez de implementá-la como um projeto separado ou por meio de uma equipe separada. Essa é a única maneira de mudar o comportamento nas organizações.

Crédito: Getty Image

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