Cai 1,2% produção da indústria eletromecânica

ndustria.jpg02/10/2019 - A produção industrial do setor eletroeletrônico recuou 1,2% no mês de agosto em relação ao mesmo mês de 2018. É o que demonstram os dados divulgados pelo IBGE agregados pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). O resultado foi motivado pelas reduções tanto da área eletrônica (-1,2%), quanto da área elétrica (-1,1%).

No acumulado de janeiro a agosto de 2019, a produção industrial do setor eletroeletrônico recuou 1,8% em relação ao igual período de 2018. Essa queda foi influenciada pela retração de 4,3% na produção de bens eletrônicos, uma vez que a área elétrica cresceu 0,5%.

“A atividade do setor eletroeletrônico tem oscilado muito neste ano, sem demonstrar até este instante uma tendência de recuperação efetiva”, ressalta o presidente da Abinee, Humberto Barbato. Ele acredita que as empresas permanecem em compasso de espera em relação às reformas em andamento e à reformulação da Política de TICs, fatores importantes para melhor previsibilidade na economia e reversão desse quadro de instabilidade.

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A 4ª Revolução Industrial e o futuro generalista

previsao.jpg*Por Gabriel Rossi
27/09/2019 - Que profissões devem se adequar para se preparar para o futuro?

Muita gente se equivoca, mas a primeira revolução industrial, que ocorreu em 1760 não foi guiada pela vanguarda tecnológica e cientifica. Por muitos ângulos, o fenômeno ocorrido na Grã-Bretanha foi muito mais de natureza prática do que intelectual.

Vale lembra que a França gerou inventos mais incisivos como o tear de Jacquard, em 1804 e melhores navios. "Os alemães possuíam instituições de treinamento técnico, como a Bergakandezie prussiana, que não tinham paralelo na Grã- Bretanha", aponta.

A grande diferença da quarta revolução industrial é justamente a tecnologia exponencial. Também agora temos inteligência (artificial). Internet das coisas, biotecnologia, impressora 3D e muito mais".

Diante deste cenário, acredito que o assunto merece atenção. Afinal, boa parte das profissões, no formato que estão hoje, podem sofrer alterações. Advogados, motoristas, contadores estão com os dias contados. Dentistas, personal trainers podem respirar aliviados, ao menos por enquanto. É preciso romper com antigos conceitos e nos tornar generalistas para lidarmos com novas atividades que aparecerão quase que frequentemente.

Tudo isso ainda é uma grande mudança cultural. Somos especialistas. As universidades precisam estar atentas. Estudar (e aprender) será a mais importante capacidade. E também desaprender".

*Gabriel Rossi é especialista em Marketing e professor da ESPM

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Aviões como estes não lhe despertam paixão?

avioes_ethe_2.jpgPor Ethevaldo Siqueira
26/09/2019 - Desde garoto sinto grande paixão por aviões de todos os tipos. Coleciono fotos e imagens desde o XIV-Bis até as aeronaves mais modernas. Durante a Segunda Guerra Mundial, ainda na escola primária, eu colecionava fotos ou figurinhas de aviões famosos, como os americanos Mustang, Thunderbolt, Corsair, B25, B29 e B52; os ingleses Spitfire e Hawker Typhoon; os russos Ilyushin, Tupolev e IAR 80; os alemães Stuka e Messerschmitt ME410; e os japoneses Zero, Mitsubishi e Nakajima – entre tantos outros.

A digitalização me permite hoje resgatar imagens que contam a própria história da tecnologia. Veja a beleza desta foto da NASA, que parece atual e moderna. No entanto, tem quase 40 anos. É de 1976 e mostra um voo em formação de três vedetes da aviação americana: o F-104N (nº 812), o F-15A (nº287) e o maravilhoso YF-17 (nº 569) durante as três semanas de teste de projetos da Força Aérea dos EUA, com dois objetivos: 1) estudar a capacidade de manobras dessas aeronaves em velocidades supersônicas; e 2) avaliar a pressão em voo sobre a parte posterior do corpo do avião e, assim, melhorar as previsões obtidas no túnel de vento.

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Cai confiança do empresário industrial

industria.jpg20/09/2019 – O índice ficou em 56,7 pontos, apresentando queda depois de três altas consecutivas

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) do Setor Eletroeletrônico atingiu 56,7 pontos em setembro de 2019, de acordo com dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), agregados pela Abinee. O resultado representa uma redução de 0,7 ponto em relação ao mês de agosto. Esta retração interrompe a trajetória de crescimento observada nos últimos três meses.

A queda do ICEI do setor resultou da retração tanto da área elétrica, quanto da eletrônica. No primeiro caso, o índice caiu 0,9 ponto, registrando 57,9 pontos e na área eletrônica, o recuo foi de 0,6 ponto, situando-se em 55,3 pontos em setembro.

Mesmo assim, o ICEI do setor continua afastado da linha dos 50 pontos, o que mostra a  confiança do empresário neste 2º semestre, porém em patamar inferior ao observado em janeiro de 2019 (65,1 pontos). O ICEI varia de 0 a 100 pontos, sendo que valores acima de 50 pontos indicam confiança do empresário industrial e abaixo de 50 pontos mostram falta de confiança.

O presidente da Abinee, Humberto Barbato, considera que o resultado deverá melhorar de forma significativa a partir da aprovação do PL 4805/19, referente à nova Lei para TICs (Tecnologia da Informação e Comunicação). “Com o avanço das discussões que tramitam no Executivo e no Legislativo observaremos uma intensificação no otimismo”, afirmou.

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Deep Learning promete proteger caixas eletrônicos

caixa_eletronica.jpg*Por Euripedes Magalhães
12/09/2019 - Os caixas eletrônicos se tornaram um personagem recorrente na vida de milhões de pessoas, mas essas máquinas também estão vulneráveis ​​a ataques. A Associação Global da Indústria de Caixas Eletrônicos (ATMs) registrou um aumento de 12% nos crimes contra ATMs em 2017.

Uma vez que os caixas eletrônicos são, normalmente, instalados em locais externos e com funcionamento 24/7, mantê-los seguros é um desafio - e por isso os bancos estão buscando soluções inteligentes.

Uma vulnerabilidade ao ar livre

Segundo reportagem da Folha de S. Paulo, no ano passado, dois bancos ou caixas eletrônicos foram explodidos por dia no Brasil, algo frequente em pequenas cidades ou locais com baixa atuação policial. Usualmente, um ATM possui quatro caixas com possibilidade de armazenamento de até 2.700 notas cada, o que resulta em prejuízos de até R$ 1 milhão.

No combate a esses ataques, os principais bancos brasileiros de varejo estão investindo cerca de US$ 2,3 bilhões ao ano em tecnologias antirroubo, com equipamentos mais resistentes e até mesmo em câmeras de reconhecimento facial. Se nenhuma das soluções é eficiente para barrar os crimes, ou sua manutenção se torna insustentável, são desativados.

Hoje os caixas automáticos, que antes eram instalados individualmente nas ruas, são estrategicamente posicionados dentro dos próprios bancos ou estabelecimentos de grande circulação, como supermercados, para mais segurança. No entanto, agora os criminosos têm a oportunidade de violar vários caixas de uma única vez, os quais são contabilizados como um único ataque.

Criminosos visam essas máquinas - ou mais precisamente - as pessoas que as usam de várias maneiras. Distrair os clientes nos caixas eletrônicos em uma tentativa de tirar seus cartões, e até mesmo dinheiro, ou descobrir sua senha para usar depois, por exemplo, são algumas das ações recorrentes. Eles também tentam instalar leitores de cartões falsos, popularmente conhecidos como chupa-cabra, que podem roubar os detalhes do cartão do cliente para clonagens.

Além disso, os bancos também precisam lidar com as reclamações de clientes. Uma porcentagem muito pequena de transações em caixas eletrônicos resulta em situações em que o usuário tenha dúvidas sobre a efetivação de uma ação solicitada, incluindo retiradas. Esses problemas são uma importante parcela do que deve ser solucionado por uma instituição financeira.

Etapas da tecnologia Deep Learning

Dentro de um caixa eletrônico encontram-se duas câmeras, uma focada no usuário e outra no painel ATM. A tecnologia Deep Learning, quando incorporada nesse sistema de segurança, pode detectar qualquer 'anormalidade', de acordo com os padrões aprendidos. Portanto, se houver outro rosto na foto (por exemplo, alguém olhando por cima do ombro do usuário) ou se a pessoa estiver usando uma máscara, um alarme poderá ser acionado no centro de segurança.

Usando a mesma tecnologia, o sistema de segurança também pode sinalizar se o teclado numérico foi alterado para roubar senhas ou se um leitor de cartões falso foi instalado para roubar informações do cartão.

Todos esses alarmes "inteligentes" simplificam o processo de monitoramento de segurança, o que significa que a equipe pode reagir aos cenários em tempo real e não perder tempo com alarmes falsos. A filmagem ainda pode fornecer evidências para futuras investigações.

Já está disponível no mercado a tecnologia que coleta as informações da câmera e as analisa usando os algoritmos de Deep Learning. É possível gerenciar filmagens, em conjunto com outros NVR (sigla em inglês para Gravador Digital de Vídeo em Rede), sistemas de gerenciamento de vídeo e assim oferecer uma solução total que inclua todos os outros elementos, fornecendo um poderoso conjunto de ferramentas para segurança e business intelligence.

Proteger os recursos, nos mínimos detalhes de uma solução, é muito mais fácil com a tecnologia Deep Learning. Mesmo os caixas eletrônicos em locais abertos podem ser mais seguros, evitando fraudes e protegendo seus clientes todos os dias.

* Euripedes Magalhães é Gerente de Desenvolvimento de Negócios na Hikvision Brasil

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Vivo pretende reduzir o consumo de plástico

plastico.jpg28/08/2019 - A Vivo quer acabar com o hábito que muitos ainda possuem de utilizar copos descartáveis para consumo de água e café. A empresa, que registra um consumo médio diário de 264 mil copos, vai reduzir este volume em pelo menos 80% até dezembro, por meio de campanhas internas de sensibilização. Além de permanecer intacto e sem degradação por muito tempo no meio ambiente, um copo pode demorar de 250 a 400 anos para se decompor, contaminando o solo e a vida marinha.

Para viabilizar a redução no consumo, a empresa está implantando copas molhadas para a lavagem de utensílios e realiza uma campanha interna para conscientizar e engajar seus colaboradores para substituírem os descartáveis por xícaras, garrafas ou copos de consumo permanente e assim contribuir para reduzir a quantidade de lixo no planeta.

A Vivo possui diferentes iniciativas voltadas ao consumo consciente, como o Recicle com a Vivo, que permite o descarte correto dos aparelhos e carregadores, até contratos assinados digitalmente, sem a utilização de papel. A campanha Vivo Sustentável é mais uma iniciativa que fortalece o compromisso e cuidado da operadora com o meio ambiente.

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