Fujisawa é uma cidade do futuro no presente

fujisawa_sst.jpgEthevaldo Siqueira
03/03/2017 - Ela está sendo construída a 50km da capital Tóquio e será uma cidade inteligente e sustentável. Nela, todas as casas são feitas com tetos equipados com placas de células voltaicas que captam a energia solar. A partir de 2018, cada família gastará menos de 30% do que gastam atualmente com a energia convencional.

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Robôs farão também o trabalho dos CEOs

robots_ceos.pg.jpg02/03/2017 - Estudo da McKinsey indica que automação não vai extinguir empregos - mas mudará a vida de mais da metade dos trabalhadores em todo o mundo

Automação é uma ideia que desde sempre inspira obras de ficção científica. Mas o uso de robôs e algorítimos para aprimorar a produção, logística e outros setores vitais de empresas não apenas é uma realidade como o avanço tecnológico está prestes a abrir uma nova era da automação. É o que mostra estudo da McKinsey. Segundo o levantamento, cerca de metade das atividades hoje realizadas por humanos será automatizada até 2055 - o equivalente a 16 trilhões de dólares em salários.

Mas a relação entre homens e máquinas não será de conflito. Pelo contrário: menos de 5% das atividades humanas podem ser totalmente automatizadas, segundo a McKinsey. Cerca de 60% de todas as ocupações têm ao menos 30% de atividades que podem ser feitas por máquinas. Ou seja, mais profissões serão modificadas do que extintas. O uso de robôs ainda melhora a performance dos negócios ao reduzir erros e elevar a produtividade, atingindo patamares que a capacidade humana não seria capaz de alcançar. Para se ter uma ideia, o estudo estima que a automação tenha potencial para elevar o PIB global entre 0,8% e 1,4% anualmente.

Os efeitos da automação também não ficarão restritos ao chão de fábrica. Segundo a McKinsey, até os CEOs terão seu trabalho afetado: a análise de relatórios e dados para tomar decisões, por exemplo, pode ser realizada por algorítimos. Ao todo, 1/4 do trabalho dos CEOs poderá ser automatizado.

O cenário brasileiro segue a tendência: a McKinsey estima que, considerando-se apenas a economia formal, o potencial de automação no país seja de 50%, o que afeta 53 milhões de empregados. Os setores industrial e varejista são os que têm o maior número de processos que poderão ser modificados pelo uso de softwares ou máquinas inteligentes - o que atingiria mais de 20 milhões de postos de trabalho.

No Brasil e no restante do mundo, garantir que a convivência entre homens e máquinas seja de fato pacífica exigirá mudanças no ensino. É preciso repensar o currículo para educar pessoas com as habilidades que realmente serão necessárias no futuro – como programação, robótica e serviços para uma população cada vez mais velha.

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Que países têm empresários mais determinados?

botswana.jpg20/02/2017 - Estudo realizado pela startup Expert Market teve por objetivo descobrir quais são os países com os empreendedores "mais determinados do mundo", ou seja, aqueles que embora enfrentaram muitas dificuldades, ainda assim apresentaram um alto número de negócios criados em 2016. Estudo descobriu também que para se abrir e principalmente manter uma empresa de sucesso "em lugares mais desafiadores", é preciso mais resiliência do que recursos.

Apesar da forte crise econômica pela qual o Brasil passa, sobretudo, nos últimos dois anos, o país aparece bem posicionado no ranking, em 5º lugar numa lista de 15 países, quando o assunto são os empreendedores mais determinados do mundo.

Ainda de acordo com o levantamento, em uma escala de 1 (mais fácil abrir um negócio) até 130 (mais difícil), o Brasil ganha pontuação 125. Ao mesmo tempo, na escala que mede a abertura de negócios e que varia de 1 (maior número de negócios criados) até 130 (mínimo negócios criados), o Brasil ganha pontuação 48. Isso demonstra os dois lados da moeda: a dificuldade em abrir um negócio comparada ao alto número de negócios criados. Ou seja, o país tem um grande número de pessoas dispostas a empreender, mesmo com todos os riscos envolvidos.

Veja os 15 principais países classificados entre os lugares mais desafiadores para se iniciar um negócio e que ainda assim têm um número proporcionalmente grande de startups:

- Botswana
- Malta
- Timor-Leste
- Gabão
- Brasil
- Belize
- Antígua e Barbuda
- Bulgária
- Croácia
- Suriname
- Vanuatu
- Estados Unidos
- África do Sul
- Uganda
- Chipre

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Crédito: Flickr user Ross Huggett

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Sabe quem será seu chefe na nova economia digital?

estagio.jpg*Por Orlando Cintra
10/02/2017 - Ele tem menos de 20 anos. Daqui a 15 anos, ele estará abaixo dos 35. E você? OK, agora você está se sentido velho (eu também!). Mas a idade em si não muda nada. Como – e o que você pensa – sim.

Esse jovem pensa de outra forma. Ele não está tão preocupado com protocolos e horários. Ele entende que executar várias tarefas ao mesmo tempo é sinônimo de produtividade, que as relações pessoais não são tão importantes quanto as relações em mídias digitais. Para ele, a vida é aqui e agora, sem enrolação ou muito planejamento. Plano de aposentadoria, segurança financeira de longo prazo, planejamento com visão de 10 anos? Esqueça, nada disto.

Se você tem mais de 20 anos deve se lembrar que pensava de forma muito diferente no início da sua vida. Não estou falando de sonhos ou menos experiência, mas sim de pensamentos e ações que atingimos com a maturidade, com a vivência. E como bons seres humanos que somos, projetamos que todos os jovens também passarão por essa transformação, esse “amadurecimento”, e no futuro serão parecidos conosco, hoje. Mas como diria meu filho...”só que não”. Infelizmente, estamos enganados.

O principal motivo é que esses jovens vivem em outro ambiente, um novo mundo. Um mundo onde a parte física é complementar à parte digital. Aprender a dirigir um carro talvez não seja uma “grande coisa” (eu aprendi em uma Brasília VW 1978, era o máximo!). No caso deles, não haverá motorista, e eles sabem disto. Os relacionamentos continuarão a crescer por mídias digitais, onde o simples “olhar uma pessoa usando uma lente de contato digital” possibilitará convidar essa pessoa para sua rede digital, e acessar a vida dela, online. E, é claro, poderemos fazer comida gourmet em casa, usando impressoras 3D e assinando eletronicamente receitas online de grandes Chefs. E, quando estiver doente, ir fisicamente ao médico será muito raro, pois teremos a realidade aumentada para que o médico nos examine virtualmente, com diagnósticos auxiliados por sensores em nossas roupas e corpo.

Mas sem dúvida, a onda de maior crescimento – e disrupção – daqui para a frente será a Inteligência Artificial. Machine Learning está mudando a forma como as empresas atingirão produtividade, principalmente em processos de negócio. Imagine processos financeiros sendo melhorados exponencialmente, hora a hora, por milhões de cenários aplicados por máquinas “pensantes” concluindo, por exemplo, que o pagamento de uma nota deve ser feito 10 minutos antes do seu vencimento pois isto vai gerar uma economia para a empresa, e já investindo automaticamente esta economia em uma aplicação financeira que vai render muito mais nas próximas 24 horas. E que parte do lucro alcançado nesta operação pode ser retornado para um cliente como “bônus” por ele ser um bom pagador. Tudo isto 100% seguro, operacionalmente infalível, e realizado de forma individual para cada cliente, para cada transação, mesmo que sua empresa tenha 100.000 clientes ou mais espalhados pelo mundo. Ficção? Já estão disponíveis tecnologias para casos como este que são o futuro dos próximos sistemas de gestão.

Para fechar, olhe agora para aquele estagiário no canto da sala. Sim, ele está mais preparado para tudo isto do que você. Que tal convidá-lo para um café e entender como ele pensa, o que acha deste futuro, como ele pode contribuir mais para o seu negócio, para a sua vida?

Afinal, ele poderá ser seu chefe muito em breve...

*Orlando Cintra é Vice Presidente Senior para Inovação e Plataforma Digital da SAP Brasil

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Tecnologia 5G não é mais ficção hoje em dia

5g.jpgEthevaldo Siqueira
10/02/2017 - Atualmente, grandes empresas investem no desenvolvimento das ferramentas necessárias. Entre as grandes companhias que abraçaram o projeto, estão a Ericsson, a Samsung e a AT&T.

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Que podemos esperar dos cibercriminosos?

fraude_web.jpg*Por Igor Valoto
09/02/2017 - O número e a sofisticação dos ataques cibernéticos continuam a crescer. Os cibercrimes são uma ameaça não apenas para os departamentos de TI, mas também para executivos C-level, alvos cada vez mais visados.

Apesar do aumento no número e na complexidade de incidentes, muitas empresas entendem que estão vulneráveis e tomam medidas para proteger suas redes. Em pesquisa recente, a PWC divulgou um estudo nomeado Situação Global da Segurança da Informação em 2017. Realizada em 2016, teve como respondentes 10.000 CEO, CFOs, CIOs e outros executivos ao redor do mundo.

52% afirmaram usar uma ferramenta de detecção de intrusão, e mais de 51% regularmente examinam e analisam informações de inteligência de segurança.

Os cibercriminosos geralmente têm os mesmos objetivos: Roubar e ganhar dinheiro. E isso não deve mudar. No entanto, as formas como eles atacam e exploram os dispositivos continua a evoluir.

Embora existam muitos tipos de ataques, os golpes abaixo foram os mais frequentes em 2016 e devem continuar a evoluir neste ano.

1. Golpes de Phishing

Um dos golpes mais populares é o phishing. Existem grandes chances de você já ter se deparado com algum.

Faça um teste: analise a pasta de spam do seu e-mail - mas não clique em nenhum link! - e provavelmente irá notar títulos de e-mails que parecem suspeitos, dizendo algo do tipo "Ganhe uma viagem ao inserir suas informações".

Quando você clica no link, duas coisas podem acontecer: 1) Os hackers, de diversas formas, podem guiá-lo para instalação de um malware em seu computador ou 2) Você deve inserir suas informações pessoais para receber a "recompensa", se expondo assim aos cibercriminosos.

Mas golpes de phishing não visam apenas os consumidores. Até mesmo os executivos de alto nível que transferem regularmente pagamentos (wire transfer) ou trabalham com fornecedores internacionais podem se tornar vítimas do Business Email Compromise (Quebra de Segurança do E-mail Corporativo).

Para evitar cair nesta armadilha, exclua e-mails suspeitos, evite mensagens genéricas de pessoas que você não conhece e nunca forneça suas informações pessoais ou informações do cartão de crédito para as fontes que você não conhece direito.

2. Ransomware

Empresas ou pessoas que não têm uma segurança certa para suas redes de TI (ou que não entendem muito de ransomwares) podem ser pegas de surpresa e forçadas a gastar centenas, se não milhares, de reais para desbloquear suas telas e sistemas ou decodificar arquivos. Recentemente a Trend Micro descobriu que os cibercriminosos irão cobrar cada vez mais caro pelo resgate de documentos nos próximos anos que podem atingir até 100 bitcoins (US$ 73.000).

A Trend Micro prevê um aumento de 25% de novas famílias de ransomware principalmente em ataques contra sistemas de ponto-de-venda e caixas eletrônicos.

Dispositivos móveis -que geralmente têm menos proteção do que os computadores- é um mercado ainda praticamente inexplorado e muito provavelmente será grande alvo dos cibercriminosos.

Existem algumas ótimas maneiras de se defender contra as muitas formas de ransomware:

- Usar um sistema de defesa completo e robusto de monitoramento do comportamento do ransomware;

- Fazer backup de seus dados em uma unidade externa de armazenamento de dados;

- Utilizar machine learning de alta fidelidade.

O número de ataques eletrônicos deve crescer nos próximos anos e nenhum dispositivo está totalmente seguro. Se você realmente quer proteger seus ativos, você deve usar sistemas de segurança avançados, revisar e implementar melhores práticas de segurança de TI e principalmente conscientizar os usuários.

* Igor Valoto é engenheiro de Vendas da Trend Micro Brasil

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