O futuro da nova tecnologia Open Banking no Brasil

open_banking.jpg*Por Victor Rodriguez e Stefan Wysocki
29/05/2019 - O termo Open Banking tem se tornado cada vez mais popular. Discussões a respeito das oportunidades e consequências que esse novo tipo de negócio traz para empresas e consumidores estão por todos os lados e, diante de tantos argumentos e pontos de vista variados, não é difícil que este conceito gere confusão.

Questões como “os bancos tradicionais irão perder espaço?”, “que players farão parte dessa nova tendência?” e “o que de fato significa open banking?” são comuns. Esclarecê-las é fundamental para garantir o pleno entendimento dos conceitos e o consequente desenvolvimento desse novo modelo que se apresenta e deve se consolidar nos próximos anos.

Voltando um pouco no tempo, é interessante observar como esse termo ganhou espaço ao redor do globo. Na Europa, foi impulsionado pela regulamentação (o número de APIs expostas era praticamente inexistente em 2015 e cresceu exponencialmente desde 2016, quando os esboços do escopo da regulação europeia começaram a ser publicados). Já nos EUA, cresceu foi impulsionado a partir de uma necessidade dos participantes (do mercado) e, atualmente, está em discussão com órgãos reguladores como determinar alguns padrões de comunicação entre as empresas.

Saindo da história e partindo para os termos práticos do que esse termo significa, é necessário lembrar que Open Banking não deve ser confundido com banco digital. O primeiro é um conceito muito mais amplo, ligado às regulações criadas para que as instituições financeiras permitam aos seus clientes compartilharem seus próprios dados com terceiros. Isso é possível por meio de interfaces de programação de aplicativos ou APIs – padrões cujo foco é permitir que o software de uma empresa tenha acesso a informações de outra.

Esclarecida a diferença, é necessário partir para um segundo raciocínio: o papel do Open Banking na sociedade atual. Embora ele não acabe com o sistema bancário tradicional, é inegável que ele dará aos clientes mais poder para mudar de empresa e escolher produtos, o que significa que os bancos enfrentarão mais concorrência não só de concorrentes tradicionais, como também de novos entrantes como gigantes de tecnologia e fintechs.

Isso não quer dizer que o Open Banking, isoladamente, seja capaz de aumentar a inclusão financeira. Ele é parte de uma transformação ampla que inclui ações claras e direcionadas do governo, agentes reguladores e empresas, sendo estas últimas responsáveis por proporcionar produtos e serviços financeiros customizados e direcionados para este segmento da população brasileira.

Respondidos estes pontos, espera-se que, com o Open Banking, os bancos sejam capazes de competir pela experiência do cliente, o que significa que os players estabelecidos deverão fazer um esforço no sentido de melhorá-la e adotar a inovação. Em vez de representar uma ‘sentença de morte’ para os bancos, o Open Banking representa uma oportunidade para inovar e transformar os principais serviços e produtos existentes hoje.

Ações nesse sentido já estão em prática. Um importante banco do país, por exemplo, lançou um portal que concentra as APIs de alguns dados que a instituição possui e os fornece aos desenvolvedores de aplicativos, que, por sua vez, vão colaborar com a criação de produtos financeiros ainda melhores, mais competitivos e personalizados.

Com mais dados e informações, consequentemente teremos um aumento na responsabilidade dos custodiantes das informações. Dessa maneira, o Banco Central deve criar requisitos e padrões que diminuam fortemente o risco de vazamento de dados. Além disso, as empresas devem buscar cada vez mais criar estratégias de cibersegurança e o próprio governo criou leis como a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) para garantir que o consumidor não tenha informações sensíveis obtidas por terceiros não autorizados.

Um exemplo claro desse movimento é a regulação da União Europeia, o PSD2, que definiu uma série de requisitos mínimos para os participantes que estiverem interessados em abrir seus dados. Algumas dessas exigências incluem processos rigorosos de autenticação de clientes, padrões de segurança com base em melhores práticas internacionais e níveis mínimos de tempo para entrega dos dados entre as empresas, por exemplo.

O impacto disso para o mercado brasileiro está cada vez mais próximo: recentemente, o Banco Central divulgou um comunicado N° 33.455 com os requisitos fundamentais para a implantação do Open Banking. Segundo o comunicado, os dados a serem compartilhados serão relativos a produtos e serviços, dados cadastrais, dados transacionais e serviços de pagamento. Essas informações deverão ser compartilhadas pelas instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central, sempre com o consentimento do cliente. A expectativa é que o modelo de Open Banking seja implementado a partir do segundo semestre de 2020.

Estar preparado para o Open Banking é uma premissa fundamental para todas as instituições financeiras do país. Mais do que um avanço, essa nova tecnologia representa uma nova forma de se relacionar com clientes, transformando todo o setor.

*Victor Rodriguez e Stefan Wysocki, gerente executivo sênior e consultor sênior da Minsait, uma empresa Indra, no Brasil

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Valores da juventude na era da hiperconectividade

darlei_padilha_marista.jpg*Por Darlei Dário Padilha
29/05/2019 - Você já parou para pensar que todos aqueles que nasceram no começo dos anos 2000 hoje já caminham para idade adulta? Assim como este jovem do século 21, diversos rapazes e moças começam a apresentar seus sinais de maturidade celebrando uma das fases mais importantes da vida: a juventude. De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), os indivíduos entre os 15 e 24 anos são considerados jovens e estima-se que existem no mundo mais de um bilhão de seres humanos nessa faixa etária - um terço da população mundial, o que indica mais esperança de um mundo melhor. Infelizmente, sabemos que nem todos têm as mesmas oportunidades de acesso à educação, saúde, moradia e etc.

Apesar disso, a chamada Geração Z representa os nativos digitais, pessoas muito familiarizadas com o uso da internet e o pensamento em rede, extremamente conectadas por telefones móveis e também pelo constante compartilhamento de arquivos por meio das redes sociais. Dotados de uma grande compreensão da tecnologia, uma das maiores nuances dessa juventude é o ato de zapear entre várias opções de experiências, seja em séries de televisão, filmes, videogames, modelos de smartphones/tablets ou tutoriais para aprendizados diversos.

Esses jovens não são fortemente influenciados por propagandas e sempre procuram por indicações de amigos antes de comprar algo. Alguns estudiosos diferem na opinião sobre as consequências dessa hiperconectividade nesse período em que ocorrem algumas das primeiras decisões individuais que o(a) acompanharão por muito tempo, como, por exemplo, a opção por uma profissão, o primeiro voto, entre outras escolhas que delimitarão seu futuro.

Realmente uma rotina limitada às telas de conteúdos on demand pode gerar sérios problemas, causando inclusive um atrofiamento da vida social, sendo que os jovens precisam da convivência em grupos para se integrar à sociedade. A compulsão começa a se refletir no corpo: dores de cabeça, nas costas e articulações, ganho de peso. Somado a esses problemas, a juventude é o momento-chave para começar a construir a realidade da fase adulta. Aos poucos o jovem vai se tornando uma pessoa mais responsável, mais seguro de seus atos, tendo inclusive responsabilidades civis pelos mesmos. Quase tudo é possível nesta etapa de intensas descobertas, estudos, namoros, viagens e aventuras.

A juventude é também um período crucial, em que as pessoas concluem a Educação Básica e começam a construir uma carreira no Ensino Superior. Nesse sentido, o ensino Marista busca ir além da educação intelectual. Ajudamos a formar jovens protagonistas e também cidadãos conscientes. Nós acreditamos que a construção do projeto de vida pessoal se faz pelo processo de autoconhecimento, desenvolvimento de habilidades socioemocionais e o fortalecimento de valores como espírito de família, ética, solidariedade e interculturalidade.

* Darlei Dário Padilha é mestre em educação, professora universitária e diretora geral do Colégio Marista Goiânia

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Empresas hi-tech constróem política de RH para mães

go_good_creche.jpg09/05/2019 - Recentemente o Google divulgou uma pesquisa especial para o dia das mães sobre maternidade, que busca entender o perfil das mulheres do nosso século. A pesquisa constatou que 35% das mães dividem responsabilidades, mas que fazem a maior parte das tarefas sozinhas. A pesquisa identificou também que 30% são mães solo e que a atividade a que elas dedicam mais tempo no dia a dia é o trabalho fora do lar.

Proporcionar uma política de RH mais flexível, que auxilia colaboradores com filhos, é um diferencial para muitas empresas. “Hoje, desenvolver uma boa saúde corporativa é essencial para proporcionar qualidade de vida no trabalho. Entender como é possível ajudar um colaborar a crescer, e a lidar com os desafios pessoais, sejam eles a maternidade, problemas de saúde, ou outras questões familiares, irá garantir um funcionário mais motivado e produtivo para sua empresa”, comenta Bruno Rodrigues, CEO da GoGood, empresa digital de saúde corporativa. Conheça histórias de empresas que melhoraram a saúde corporativa construindo uma relação mais honesta com seus colaboradores.

Horários Flexíveis

Na Involves, empresa que desenvolve um software de gestão de trade marketing, as mães contam com benefícios na jornada de trabalho desde a volta da licença maternidade. Logo que retornam do período de licença, as novas mães podem trabalhar apenas 4 horas no primeiro mês, 6 no segundo e é somente no terceiro que a jornada volta ao normal. Thuany Schutz, People Experience Manager da Involves explica ainda que “as mulheres podem optar, também, por juntar todas essas horas e voltar ao trabalho só depois”. Para as mães de crianças em idade escolar, é oferecida a flexibilização da jornada de trabalho no período de adaptação da criança à escola. “A todas as mães que precisam levar seus filhos ao médico, independente da idade, é abonado meio período de trabalho. Entendemos que uma criança doente demanda mais tempo do que apenas os minutos da consulta, sem contar com deslocamento e outros fatores”, pontua Thuany.

Home office até o primeiro aninho

A Codenation — startup que oferece programas de capacitação em tecnologia para estudantes e profissionais da área de ciências exatas — criou uma política para mães de recém nascidos quando a co-fundadora e CMO da empresa, Krislaine Kuchenbecker, engravidou. A política de home office foi adaptada para as mães que acabaram de ter filhos: até a criança completar um ano de idade, elas podem trabalhar de casa, para poder amamentar por mais tempo e com mais tranquilidade. “A questão da licença maternidade, o afastamento por tanto tempo do dia a dia da empresa, foi algo que a deixou muito ansiosa ao final da gravidez. “Como voltar ao mesmo ritmo depois de tantos meses? Eu ainda seria relevante para a empresa? Se essas questões me preocupavam, sendo uma co-founder, imagina o que passaria pela cabeça de funcionárias? Então, numa conversa com o CEO e o pessoal de Talent, achamos melhor deixar essa regra mais definida, para que nenhuma mulher se sinta insegura em utilizar desse benefício”, explica Krislaine.

Assim, as mães podem acompanhar o crescimento dos bebês de perto, sem precisarem se deslocar até a empresa. Por enquanto, ela é a única mãe na equipe da Codenation. Mas as próximas já poderão contar com essa política. Para a CMO, essa solução trouxe mais calma em relação a adaptação da filha de sete meses aos cuidados de uma nova pessoa, ao tempo de amamentação, entre outros aspectos. “Meu trabalho está sendo super produtivo pois não tenho preocupações me distraindo — não fui obrigada a me separar dela, nem a passar pelo desmame quando ainda não estávamos prontas”, conta. Agora, Krislaine trabalha meio período na empresa, para poder ficar mais próxima da equipe sempre que possível, algo que julga ser muito importante.

Liberdade

Na Cheesecake Labs, empresa que desenvolve aplicativos web e mobile, as figuras maternas podem, além de ter horário flexível e fazer home office quando preciso, levar as crianças para o trabalho. "Entendemos que às vezes o home office não supre a demanda que temos no escritório. Por isso, damos às nossas figuras maternas liberdade de escolha sobre como querem continuar exercendo suas funções. Elas podem optar pelo modelo com o qual se sentem mais à vontade para estar com suas crianças e trabalhar", explica Olívia Pacheco, Wellness da Cheesecake.    

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Bancos digitais: quais são as vantagens?

it_broken_1.jpg09/05/2019 - Os bancos digitais estão no Brasil desde 2016 e vem ganhando espaço no mercado. Seu diferencial está no nome: desde a abertura da conta, às transações e o esclarecimento de dúvidas, tudo é feito digitalmente, pelo celular ou computador, o que garante a praticidade de não precisar sair de casa.

Confira abaixo, algumas informações sobre as vantagens dos bancos digitais apresentados pelo Simplic.

A possibilidade de fazer saques em caixa eletrônico, que começou nos bancos digitais com o Nubank, impulsionou muito o interesse de consumidores nos serviços online. Embora seja uma grande vantagem, o saque pode vir acompanhado de taxas. Nos bancos Nubank e Neon, por exemplo, a taxa é de quase R$ 7,00. Nesse quesito, o banco Next fica a frente por ter isenção dessa taxa.

A maioria das pessoas que utilizam bancos digitais hoje são jovens com menos de 29 anos (59%). Apenas 7% dos usuários de bancos digitais têm mais de 50 anos.

• 54% dos usuários de bancos tradicionais abriam contas digitais
• Em 2018, procura por bancos digitais apresenta crescimento de 120%
• Segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) o número de transações pelo celular cresceu 70% em 2017

Vantagens dos bancos digitais:

1 – Quase não se vai à agência bancária
Com o Internet Banking e as plataformas digitais oferecidas por bancos, fica cada vez menos necessário sair de casa para ir ao banco. Além disso, a praticidade das transações online abrange todos as necessidades bancárias.

2- Bancos digitais promovem a inclusão bancária
Entre 2013 e 2014, quase 55 milhões de pessoas não tinha conta em banco. A praticidade dos bancos digitais possibilita a mudança desse quadro e torna mais fácil manejar seu dinheiro, até pela possibilidade de fazer isso de lugares remotos, longe de agências bancárias.

3- Bancos investindo em tecnologia
Bancos tradicionais estão investindo em tecnologia para acompanhar a nova tendência do sistema. Em 2017, o setor investiu R$ 19,5 bilhões principalmente em atendimento ao cliente, com as agências digitais.

4- Bancos digitais já somam mais de 1 milhão de clientes
Mesmo com pouco tempo no Brasil, os bancos digitais já tem muita aceitação. O Banco Original, pioneiro por aqui, vem acumulando clientes, assim como o Banco Inter, que atua desde 2017 e já em 2018 atingiu a marca de 1 milhão de clientes.

Produzido por: Simplic
Fontes: Época Negócio, Blog Magnetis e Consumidor Moderno

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Piauí investe em usina de energia fotovoltaica

usina_piaui.jpg07/05/2019 - A instalação do Parque Solar Nova Olinda, da Enel Green Power Brasil é um importante passo do estado voltado à geração de energia renovável, a exemplo das eólicas. A usina está localizada no município de Ribeira do Piauí, a 377 quilômetros de Teresina, na microrregião do Alto Médio Canindé, informa a Revista Piauí Hoje.

No último mês a Secretaria Estadual de Meio Ambiente do Piauí (SEMAR) fez a entrega das Licenças Ambientais de Operação para a usina fotovoltaica e da linha de transmissão de 500 KV da Nova Olinda – São João do Piauí/Ribeira do Piauí, para Alexandre Bittar, especialista ambiental da empresa.

“O Piauí tem o compromisso de buscar a cada dia, o desenvolvimento, com a geração de mais emprego e renda. A Semar fez um esforço para liberar em tempo recorde, em apenas três meses, as licenças de operação, tanto do parque como da linha de transmissão que interliga essa unidade de geração de energia à subestação de São João do Piauí. Entendemos que um empreendimento deste porte é de suma importância para alavancar o nosso desenvolvimento, além de nos colocar em posição de destaque entre os estados geradores de energia renovável. Este é o maior empreendimento de energia fotovoltaica da América latina”, afirma o superintendente de Meio Ambiente da Semar, Carlos Moura Fé.

A instalação abrange uma área de 690 hectares, com capacidade instalada total de 290 MW e vai gerar aproximadamente 600 GWh por ano, o suficiente para atender às necessidades anuais de consumo de energia de cerca de 300 mil lares brasileiros, evitando a emissão de aproximadamente 350 mil toneladas de CO2 para a atmosfera.

A Enel ganhou o leilão da energia solar realizado em agosto de 2015. O investimento é da ordem de US$ 300 milhões. O Parque Solar Nova Olinda está em uma área com altos níveis de radiação solar e vai contribuir de forma significativa para atender a crescente demanda de energia do país.

Saiba mais aqui:

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Smart Cities: gerenciamento inteligente

rodrigo_dlink.jpg*Por Rodrigo Paiva
25/04/2019 - No mês de março, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) selecionou três municípios brasileiros para se tornarem cidades inteligentes com a implementação de Internet das Coisas (IoT). São eles: Santa Rita do Sapucaí (MG), Caxambu (MG) e Piraí (RJ). É um grande passo para que o Brasil entre no hall dos países que estão transformando seus municípios por intermédio da conexão.

De acordo com o projeto, as cidades utilizarão soluções de IoT para iluminação, segurança e rastreamento de veículos.
As cidades inteligentes utilizam avançadas soluções de TI para promover melhora na qualidade de vida, desenvolvimento sustentável e maior crescimento econômico. Em uma cidade inteligente tudo é conectado via Wi-Fi público de alta velocidade, o que possibilita a interligação de sistemas de iluminação, tráfego, transporte público e muito mais.

Cidades de todo o mundo estão adotando a transformação digital e implantando também soluções de IoT para que bancos, hospitais, escritórios, parques, cruzamentos, estacionamentos etc. estejam conectados. O Brasil então começa seu processo de criar cidades mais inteligentes, seguras e eficientes. Os avanços em tecnologias, incluindo 5G, serviços em nuvem, AI e Edge Computing, fornecem a base para essa grande revolução. As tecnologias de computação de ponta e 5G estão permitindo melhor conectividade, novos serviços e menor latência, enquanto o machine learning e a inteligência artificial permitem análises em tempo real para que os usuários possam tomar decisões.

A era da conexão avança rapidamente e é importante que as instituições governamentais reflitam sobre como essas intrínsecas redes serão gerenciadas. Todo o controle é feito por servidores que demandam uma estrutura robusta e equipe especializada. Existem no mercado soluções que oferecem facilidade e flexibilidade que permitem redução considerável dentro da estrutura de gestão por intermédio de ferramentas capazes de reduzir custos com instalação e suporte técnico.

Portais online totalmente seguros oferecem informações inteligentes sobre o comportamento de uma rede e permitem uma rápida tomada de decisão para expansão, melhorias de performance e solução de problemas.
Plataformas permitem gerenciar uma quantidade infinita de ativos de rede, quer eles estejam instalados em uma central ou em diferentes localidades, pois sua interface online permite o gerenciamento centralizado e desfaz a necessidade de se ter uma equipe de TI dedicada para o gerenciamento de cada planta instalada. Desta forma, é possível reduzir custos de instalação, suporte e manutenção dos equipamentos em uso.

É um grande novo mundo bem à frente de nossos olhos. E para que todos possamos desfrutar da melhor maneira, deve-se atentar para a infraestrutura que organize o complexo emaranhado de sistemas. Nesse momento é também fundamental optar pelas melhores opções do mercado. Caso contrário, a cidade inteligente emburrece rapidamente.
* Rodrigo Paiva é gerente de Marketing e Produtos da D-Link, fabricante do Nuclias.

Sobre a D-Link
A D-Link é líder global na conexão de pessoas, empresas e cidades. Nosso objetivo é conectar mais residências, pequenas empresas, empresas de médio e grande porte e provedores de serviços. A D-Link implementa e suporta soluções de rede unificadas que integram recursos em comutação, sem fio, banda larga, armazenamento, vigilância IP e gerenciamento de rede baseado em nuvem. Uma vencedora de prêmios de designer, desenvolvedora e fabricante premiada, a D-Link cresceu de um grupo de sete amigos desde sua fundação em 1986 em Taiwan para mais de 2.000 funcionários em todo o mundo.

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