Cupido vira aplicativo: veja os 10 principais

11/10/2013 - A sua vida amorosa precisa de uma ajuda? A solução pode estar tão perto quanto o seu smartphone. Conheça os 10 melhores aplicativos para encontros.

1 - Okcupid
Este serviço clássico de encontros fornece uma série de perguntas para, matematicamente, combiná-lo com uma companhia interessante. O aplicativo envia um aviso para quem estiver mais próximo. Bom para: um encontro rápido. Preço: Grátis

2 - howaboutwe
Este aplicativo é perfeito para conhecer um companheiro de aventura numa nova cidade. Descubra seu lado aventureiro com sugestões de passeios divertidos, veja quem está por perto e aceita o desafio. Para solteiros e casais. Bom para: tentar coisas novas. Preço: Grátis

3 - Tinder
Usando o Facebook para determinar amigos em comum, interesses e localização, Tinder irá combiná-lo com usuários compatíveis. Apesar de utilizar informações do Facebook, a movimentação dos usuários do Tinder não é publicada na rede social. Bom para: pessoas tímidas na hora da paquera. Preço: Grátis

4 - Zoosk
Você é quase obrigado a achar uma combinação perfeita com a rede de 40 milhões de usuários do Zoosk. Para solteiros e casais. Bom para: pessoas vaidosas, pois com tantos usuários, sua caixa de email vai encher de mensagens rapidamente. Preço: Grátis

5 - Skout
Como o aplicativo de namoro está baseado em localização, Skout é uma boa maneira de se conectar com um amigo em potencial, ou promover um encontro, onde quer que você esteja no mundo. Bom para: fazer amigos no exterior. Preço: Grátis

6 - Tagged
Considerada uma das "empresas mais promissoras da América" pela revista Forbes em 2011, Tagged desenvolveu uma vasta rede de usuários. O site e o aplicativo que acompanha é um serviço que mistura oportunidades de amizade e namoro, permitindo que as pessoas se encontrem por meio de jogos sociais. Bom para: jogadores à procura de amor. Preço: Grátis

7 - AYI - AreYouInterested
É um aplicativo de relacionamento social do Facebook com mais de 60 milhões de usuários. Você procura fotos de solteiros em sua região e diz "sim" para as pessoas que você gostar. Bom para: pessoas tímidas na hora da paquera. Preço: Grátis

8 - Tingle
A versão mais anônima dos aplicativos, Tingle permite que você fale ao telefone e digite textos para potenciais parceiros, sem dar seu número de telefone ou localização exata. Bom para: encontro com privacidade. Preço: Grátis

9 - eHarmony
É preciso se cadastrar para usar para este aplicativo móvel, que mede a sua compatibilidade com pessoas disponíveis, para apresentar aquelas com as quais você poderá se identificar. Bom para: encontros mais sérios. Preço: Grátis , mas você já deve ter (ou comprar) a asssinatura para participar.

10 - Sonar
Ao acessar o Twitter, Facebook, LinkedIn e Foursquare ou outras redes sociais, este aplicativo localiza amigos e pessoas próximas com ideias parecidas. Bom para: descubrir o que você tem em comum com pessoas próximas e interessantes. Preço: Grátis

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Economia: Conjuntura e Mau Humor

economia_digital_04.jpgJosé Roberto Mendonça de Barros
06/10/2013 - Várias autoridades têm dito que as expectativas econômicas estão piores do que o magro desempenho do PIB poderia justificar. Afinal, o Brasil cresce pouco, mas não estamos em recessão. Entretanto, é verdade, e já coloquei em outra ocasião, que poucas vezes se viu uma piora tão drástica nas expectativas dos empresários.

Quero argumentar neste artigo que estão ocorrendo alguns eventos que podem, facilmente, explicar esta aparente discrepância entre percepção e o número frio do PIB.


Vejamos cinco deles:


1.- Há uma óbvia frustração com a retomada do crescimento que é prometido e não ocorre. Em 2011, o PIB expandiu-se 2,7%, o que foi considerado razoável para um ano que era de ressaca, após o enorme expansionismo do ano eleitoral de 2010. Esperava-se, portanto, um desempenho superior a este no exercício seguinte. Foi uma surpresa, quando se contabilizou um pífio avanço de 0,9% em 2012. As autoridades argumentaram que o exercício havia sido prejudicado por eventos externos, especialmente uma forte seca nos EUA, mas que haveria uma recuperação expressiva entre o fim daquele ano e o início de 2013.

Os números do PIB do primeiro trimestre deste ano resultaram numa nova frustração (0,6%), mesmo tendo-se em conta o espetacular desempenho da agropecuária (9,4%). Lembro que temos aqui mais do que uma frustração: muita gente elevou os estoques, esperando vender mais, o que gera custos para as companhias. Tanto a Fundação Getúlio Vargas como a Confederação Nacional da Indústria mostram que, ao longo deste ano, os estoques não planejados cresceram. Se o Brasil crescer 2,3% como projetamos para este ano, a expansão média de 2011/13 será de apenas 2%.


2.- A elevação não planejada de estoques compõe um quadro mais geral de apreciável piora na situação financeira das empresas. As causas desta situação aparecem nos balanços, no número de empresas que recorrem à recuperação judicial e nas chamadas "recuperações brancas", nas quais uma silenciosa e dolorida negociação ocorre entre credores e devedores. Várias causas explicam a piora na saúde financeira das empresas, além daquela acima mencionada. A desvalorização do real encarece as importações de partes, peças e bens finais, além de apertar o caixa de todas as companhias que tem passivo financeiro externo. No Brasil o número de companhias atingidas e que não exportam - não tendo, pois, qualquer hedge - é enorme.


A má regulação tem gerado pesados prejuízos a setores importantes. Chamo especialmente a atenção para os setores de energia elétrica e de combustíveis. No primeiro caso, a imposição abrupta da antecipação de renovação de concessões, ocorrida entre o final do ano passado e o começo deste ano, produziu um gigantesco prejuízo e outras perdas patrimoniais em muitas empresas, a começar do Grupo Eletrobrás, tendo-se estendido a distribuidoras e geradoras privadas.


Estas perdas não envolvem apenas as companhias e seus acionistas, mas acabam atingindo financiadores e fornecedores de todos os tipos. No setor de combustíveis é bem conhecida a piora financeira de muitos produtores de etanol e, especialmente, na Petrobrás. Este gigante passou a ser muito duro no pagamento de seus fornecedores, glosando e atrasando a liberação de recursos, o que vem provocando uma aguda pressão financeira em boa parte dos participantes da sua cadeia de suprimentos. Existem também dificuldades em muitas grandes empresas, onde se destaca, naturalmente, o caso do Grupo X. Um pouco por todos estes fatores, as empresas médias e pequenas vêm sofrendo um aperto financeiro que me deixa bastante preocupado.


3.- Em outros setores a regulação cada vez mais complexa acaba por implicar, em inúmeros casos, em elevação de custos para as empresas. Menciono aqui, especialmente, a área trabalhista e o setor farmacêutico e de defensivos, regulados pela ANVISA (este órgão é aquele que, há pouco tempo atrás, decidiu que uma aspirina não poderia ficar exposta no balcão da farmácia!).

4.- A transformação da multa do FGTS, que deixou de ter razão de existir no ano passado, em um novo imposto, com a manutenção do veto da Presidente, apesar do enorme esforço contrário do setor privado. Este fato é também, uma indicação de que o governo jamais aceita o estrito cumprimento de uma regulamentação (a multa deixou de ter razão de existir, desde o ano passado) desde que não seja do seu interesse.

5.- Elevação do contencioso com a Receita Federal: nos últimos meses o órgão arrecadatório passou a aplicar severas multas em grandes empresas, tendo como base discutíveis interpretações legais. O objetivo da SRF é tributar todos os tipos de ágio, no caso de incorporação de empresas, mesmo quando está absolutamente claro que na maioria das operações seguiu-se rigorosamente o aparato legal, que permitia tais operações. Em outros casos, programas de incentivo e retenção via "Stock Options" são tratados como se fossem rendimentos de salários, o que em geral, não é o caso.

O ápice destes problemas apareceu em setembro, quando foi publicada a instrução normativa nº 1397/2013 da Receita Federal que, entre outras coisas, obriga as companhias grandes, tributadas pelo lucro real, a elaborar uma dupla contabilidade!!! Sim, os senhores leram corretamente: estas companhias, independentes do seu custo, terão que elaborar uma Escrituração Contábil Fiscal ao lado do sistema normal. Entretanto, o disparate não termina aí: pelo que está escrito na IN, sob certas condições, as companhias terão que pagar o imposto sobre o passado recente!!!!


É evidente que a Receita recebeu ordens de extrair, de qualquer forma, recursos que compensem, ainda que parcialmente, o volume de reduções tributárias concedidas no último ano, o qual as autoridades estimam ser superior a R$ 50 bilhões.


É possível adicionar outros exemplos, como a introdução da obrigação de certos geradores de energia elétrica de pagar pelo subsídio concedido a consumidores e que gerou um contencioso legal não desprezível. Entretanto, as considerações anteriores, sem dúvida, explicam uma boa parte da violenta piora das expectativas empresariais nos meses recentes.


José Roberto Mendonça de Barros, MB Associados
Publicado no jornal O Estado de São Paulo em 29 de setembro de 2013.

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Google investe em empresa com foco em saúde

page_calico.jpg25/09/2013 - O Google anunciou Calico, empresa que vai se concentrar na saúde e bem-estar, em particular o desafio do envelhecimento e doenças associadas.

Ao anunciar este novo investimento, Larry Page, co-fundador e CEO do Google disse: "Doenças e envelhecimento afetam todas as nossas famílias. Este é um investimento a longo prazo em torno da saúde e da biotecnologia, e eu acredito que podemos melhorar a qualidade de milhões de vidas.

Page revelou ainda o nome do executivo responsável por levar a Calico ao sucesso: Art Levinson, ex-CEO da Genetech, empresa de biotecnologia, e membro do conselho da Apple. "Dediquei grande parte da minha vida à ciência e a tecnologia, sempre com o objetivo de melhorar a vida das pessoas e estou muito animado com o que vamos fazer aqui", declarou Levison.

Em nota oficial para a imprensa, não ficou claro quais áreas da saúde serão atendidas pela Calico, tampouco quais projetos serão desenvolvidos por ela. "Em outras palavras, a empresa por trás do YouTube e do Google+ está se preparando para tentar seriamente estender a vida humana", escreveram os jornalistas Harry McCracken e Lev Grossman, da revista Time.

A publicação divulgou uma entrevista exclusiva com Page sobre o assunto e chamou de "corajosa" a iniciativa por trás da Calico. "Será que as pessoas estão concentradas nas questões certas?", perguntou o CEO do Google. "Uma das coisas que achava incrível seria encontrar a cura para o câncer, que poderia acrescentar até três anos à expectativa de vida de uma pessoa".

Veja mais em inglês:
http://content.time.com/time/magazine/article/0,9171,2152422,00.html

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Museu adquire arma impressa em 3D

3D_gum.jpg16/09/2013 - O Victoria and Albert Museum, em Londres, Reino Unido adquiriu dois modelos da primeira arma em 3D impressa do mundo.

A pistola 'Liberator' é a invenção de Cody Wilson, um estudante de direito texano e proprietário da empresa Defense Distributed, que causou causou furor em maio, quando disponíbilizou desenhos da arma gratuitamente na internet.
Defense Distributed é uma editora digital e impressão 3D, sem fins lucrativos, que desenvolveu alguns dos primeiros e mais populares componentes de armas para impressão em 3D do mundo.

A distribuição do projetos levou a revista Wired a nomear Wilson como "uma das 15 pessoas mais perigosas do mundo". (http://www.wired.com/dangerroom/2012/12/most-dangerous-people/?pid=1696)

Em teoria, uma vez que os desenhos sejam baixados, possibilita que qualquer pessoa com acesso a uma impressora 3D, possa fazer a sua própria arma.

Veja mais em inglês:
http://edition.cnn.com/2013/05/06/tech/innovation/3d-gun-video/index.html

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Milionário desafia Apple consertando iPhones

Adam Satariano, da Bloomberg
06/09/2013 - A indústria de conserto aumenta a vida útil de iPhones, dando aos clientes uma razão a menos para comprar um novo modelo
Chegou uma nova e inesperada ameaça à Apple Inc. em smartphones. Seu nome é Justin Wetherill e ele conserta iPhones a um baixo custo.
Wetherill, 26, representa uma indústria de conserto de telefones de US$ 1,1 bilhão em expansão, que aumenta a vida útil de iPhones, dando aos clientes uma razão a menos para comprar um novo modelo.
"Muitas pessoas diriam leve meu braço, mas não leve meu celular", disse Wetherill, que criou a UBreakiFix Co. porque não conseguia encontrar um lugar para consertar seu iPhone quebrado. "Se você pode ter seu telefone consertado por US$ 100 ou menos, isso é muito melhor do que comprar um novo".
Na véspera do lançamento de novos iPhones, planejado para 10 de setembro, restauradores como Wetherill representam um desafio para a Apple, que já está às voltas com uma mudança na demanda de clientes por aparelhos mais baratos, além de a concorrência, liderada pela Samsung Electronics Co., estar inundando o mercado de smartphones.
O impacto cumulativo já é evidente. A Apple vendeu 31,2 milhões de iPhones no último trimestre, 17% menos que no trimestre anterior. Na ausência de novos produtos, o lucro encolheu nos últimos dois trimestres.
As ações caíram cerca de 6,5% neste ano até ontem, em comparação com um ganho de 16% do índice Standard Poor 500, parcialmente por causa do ceticismo dos investidores sobre se a Apple pode aumentar as vendas.
Cansados de atualizar
"Há menos diferenças entre um smartphone novo e um com um par de anos, então as pessoas sentem uma necessidade menor de atualização", disse Benedict Evans, analista da Enders Analysis. "À medida que a penetração aumenta, mais e mais donos de smartphones têm receitas mais baixas e menos interesse em gastar US$ 200 no último modelo a cada dois anos".
A indústria de reparos dos Estados Unidos cresceu uma média de 11% ao ano desde 2007, de acordo com a empresa de pesquisas IBIS World Inc.
Sendo severo
Essa cultura do conserto está agora "sendo exportada de volta para lugares como os Estados Unidos", disse Jan Chipchase, pesquisador da Frog Design Inc. "Isso aumenta a vida útil desses produtos -- o impacto ambiental é menor e, sob a perspectiva do consumidor, eles estão tirando mais do produto no qual eles investiram muito dinheiro".

Legenda: Tela de iphone quebrada: "Se você pode ter seu telefone consertado por US$ 100 ou menos, isso é muito melhor do que comprar um novo", disse Wetherill, que criou a UBreakiFix Co.

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Tecnologia: novidades no esporte

ball_tracker.jpg15/08/2013 - Talvez você não saiba (ou mesmo não se lembre), mas a "menina dos olhos" na tecnologia de transmissão esportiva um dia foi o recurso de "Replay". Sim, essa capacidade quase óbvia de poder rever uma jogada na televisão já arrancou lágrimas dos mais fanáticos por esportes, fazendo-os se perguntar que inovações viriam destes fantásticos laboratórios de tecnologia e suas invenções maravilhosas.

Muita coisa mudou. Transmissões simultâneas, em HD ou full HD, as câmeras aéreas, o super slow motion da copa passada, e mesmo as transmissões à cores, também já emocionaram os expectadores dos esportes.


Hoje essas tecnologias são obrigatórias e nos passam batido, dando espaço a outras novidades que surgem sempre ao redor de grandes eventos esportivos, como Copas do Mundo e Olimpíadas.


Vou revelar aqui o que devemos ver nos próximos eventos seja na tela de uma televisão, em um tablet, celular ou no telão de um estádio perto de você.


Ball Tracker: câmeras inteligentes já detectam e interpretam o humor das pessoas. Elas identificam rostos, sugerem caminhos, indicam roupas, estradas e te recomendam tirar uma soneca se perceberem que está com sono ao dirigir.

As câmeras com os chamados "ball trackers" podem não só acompanhar a bola nos melhores ângulos mas também calcular sua velocidade, altura, aceleração, ângulo e fazer um tira-teima em tempo real para verificar se a bola entrou no gol.
Atualmente uma tecnologia que "vetoriza" a trajetória da bola combina a captação e interpretação de seu movimento com a ajuda de sete câmeras que – posicionadas em diferentes ângulos - podem prever se a bola vai de fato chegar ao gol.

RFID como tira-teima: o RFID é uma tecnologia que permite a identificação por radiofrequência através de sinais que recuperam e armazenam dados de posicionamento remoto com dispositivos denominados "etiquetas" de RFID.

Essa tecnologia pode ser implantada nos jogadores, detectando com altíssima precisão seu posicionamento no campo, calculando sua velocidade e rendimento. A mesma tecnologia pode ser implantada na bola e nos árbitros, conferindo ainda mais credibilidade nas avaliações de penalidades e validação de decisões da arbitragem.

M2M - Face & Voice Recognition: essa tecnologia pode ser aplicada para agilizar a entrada dos torcedores nos estádios, evitando tumultos e filas. O face recognition, ou reconhecimento facial, já funciona na Europa e nos EUA.

Sua precisão é tanta que em alguns casos já é considerada tão eficaz quanto às impressões digitais. Há alguns anos atrás, durantes os tumultos nas ruas de Londres, ela permitiu a identificação e localização de criminosos responsáveis por prejuízos ao patrimônio.
Nos jogos ela pode reconhecer os jogadores e avaliar seu rendimento, probabilidade de acerto ou erro, e sugerir inclusive quando deve ser substituído.

Drones: ainda em fase de testes para uso civil, os drones prometem ser a próxima grande inovação no universo esportivo. Entregando a capacidade de captar, sincronizar e trazer imagens em ângulos nunca imaginados em altíssima resolução, (e logo mais em 3D!) estes veículos aéreos não tripulados entregam uma nova experiência ao telespectador. Atualmente, o maior desafio em sua implantação é exatamente conciliar a segurança de seu vôo (geralmente por cima dos torcedores e jogadores) junto a uma captação de imagens de qualidade. Por enquanto seu controle feito 100% por humanos ainda expõe falhas e desafios. Para essa tecnologia de controle e navegação se tornar efetivamente mais segura, muitos fatores devem ser levados em consideração, como o reconhecimento de jogadores, a percepção do campo, a altura e velocidade da bola.

Consegue imaginar o limite do uso de uma câmera voadora de alta definição? Nem nós. O céu é o limite. O RFID, Ball Tracker e inputs de GPS associados aos drones certamente irão nos permitir espetáculos cada vez melhores.

Big Data: a observação e interpretação de dados certamente nos proporcionará inputs que alterarão não só a qualidade dos jogos, mas também seus resultados, influenciando as escolhas táticas e possiblitando jogos e resultados cada vez mais complexos.

"Novas sugestões e possibilidades" surgirão por conta da compilação de informação nos bancos de dados que permitirá que técnicos e treinadores conheçam melhor jogadores e times e prevejam resultados baseados em estatísticas, probabilidades e mesmo na previsão do tempo.
A utilização do Big Data nos esportes será um "divisor de águas", ou melhor, um "Game Changer", que ainda nem começou a ser devidamente explorado.
O homem vem de uma longa pesquisa para chegar onde está hoje e entregar uma experiência cada vez mais completa e envolvente do telespectador com seu esporte favorito.

Então seja lá qual for sua expectativa com relação aos jogos que vai assistir por aqui nos próximos anos, lembre-se: quando se trata de tecnologia o impossível é temporário e o céu é o limite.

Por Renato Leite, da Orange Business Services
JeffreyGroup Brazil

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