Óculos com filtros hi-tech darão visão super-humana

olhos_hi-tech.jpgPor Ethevaldo Siqueira​
03/04/2017 - Pesquisadores criaram filtros que permitem ao olho humano distinguir entre matizes de cores que estão muito próximos e não são reconhecidos separadamente. Estes filtros podem ser usados para monitorar a maturação de frutas e legumes ou identificar dinheiro falsificado.

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Elon Musk quer conectar cérebro a computador

elon_musk2.jpgPor Ethevaldo Siqueira
30/03/2017 - O CEO da SpaceX e da Tesla, Elon Musk, acaba de lançar uma empresa de pesquisa médica chamada Neuralink na Califórnia, informou o Wall Street Journal. O objetivo é criar interfaces entre cérebro e computador que permitam ao ser humano conectar-se diretamente com o que ele chama de "versão digital de si mesmo" em dispositivos eletrônicos.

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Tesla apresenta telhas residenciais solares

tesla_telhas_2.jpg27/03/2017 - Telhas solares da Tesla estarão disponíveis para encomenda no mercado americano a partir de abril, anuncia o site TechCrunch. Elas se parecem com telhas tradicionais e ainda têm a eficiência quase equivalente à energia solar tradicional.

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Inteligência Artificial moldará nosso futuro

ai.jpg*Por Rodrigo Parreira
24/03/2017 - Jogos de tabuleiro sempre foram considerados desafios para o desenvolvimento da inteligência artificial. Em particular, o xadrez sempre foi visto como um marco importante: seria possível algum dia um computador derrotar um humano? Bem, esse fato ocorreu em 1997 quando o supercomputador Deep Blue, desenvolvido pela IBM, venceu um match contra o campeão mundial Garry Kasparov, para muitos considerado o maior jogador de xadrez de todos os tempos. Mas o fato é que o Deep Blue não jogava como um humano. Analisava posições com "força bruta", identificando todas as possíveis variantes e calculando em grande velocidade. Uma pessoa não joga assim. Um bom jogador vê padrões, descarta possibilidades e pensa muitas vezes de forma intuitiva. De lá pra cá, softwares que jogam xadrez passaram a ser comuns, acessíveis e, reconhecidamente, com níveis técnicos superiores a todos os jogadores humanos da história.

Mas há um jogo clássico onde a "força bruta" e a mera capacidade de processamento não são suficientes para definir um ganhador. Se trata do Go. De origem milenar chinesa, as primeiras referências surgem há mais ou menos 2.500 anos, é um jogo no qual peças brancas e pretas (chamadas "pedras") são posicionadas em um tabuleiro de 19x19. Ele é estático, ou seja, quando as peças são posicionadas, não mais podem ser movidas. O objetivo é dominar, ao final da partida, o maior espaço (área) no tabuleiro. Quando um conjunto de pedras de uma determinada cor for completamente cercado por peças do oponente, elas são removidas do tabuleiro e aquela área passa a ser controlada por quem efetuou o cerco.

E o Go sempre foi um dos grandes objetivos perseguidos por aqueles que desenvolvem sistemas de inteligência artificial. Por que? Ao contrário do xadrez e de outros jogos, a quantidade de posições que podem ser geradas em uma partida de Go é tão grande que não é possível imaginar sistemas computacionais analisando todas as variantes cabíveis. Para se ter uma ideia, o número de possíveis posições em uma partida excede as estimativas que definem o número de átomos do universo!

Resumindo, é um jogo em que o processo de tomada de decisão é baseado, em muitos casos, em conceitos que nós chamamos de "intuição", e não, puramente, na análise lógica e na extrapolação de posições. Estimava-se que algoritmos jogadores de Go seriam capazes de vencer profissionais por volta de 2030, apesar dos investimentos em P&D associados ao seu dese: Googlenvolvimento, impulsionados, hoje em dia, principalmente por dois gigantes da tecnologia e Facebook.

Eis que, em 2016, a equipe do Google anunciou, por meio da publicação de um artigo na revista científica britânica Nature, que seu algoritmo AlphaGo foi capaz de derrotar, em um match, o campeão mundial de Go, o coreano Lee Sedol, também considerado por muitos o maior jogador da história. Trata-se de uma grande ruptura de paradigma, na qual, pela primeira vez, máquinas começam a ser capazes de avaliar situações e decidir utilizando características humanas - e, inclusive, errando em alguns casos!

A esse novo conceito estão associadas iniciativas como o Watson, algoritmos capazes de entender a linguagem natural humana (incluindo gírias, palavrões, entonações etc.) e que já atingem resultados notáveis. É o despertar da Inteligência Artificial, uma das grandes forças que irão moldar o nosso futuro.

Esses avanços serão determinantes no médio prazo para o processo que hoje começamos a chamar de "Quarta Revolução Industrial" e que envolve, sobretudo, a integração de elementos físico-digitais a processos produtivos e operacionais. Por isso, algumas empresas estão deixando de ser puramente fornecedores de tecnologia da informação e comunicação para também oferecer serviços complementares. Quando olhamos a partir da perspectiva de onde nos encontramos, Inteligência Artificial comercialmente disponível ainda parece algo distante. Mas tenho certeza de que em um horizonte de cinco a dez anos, sistemas inteligentes serão gradualmente incorporados às cadeias produtivas, gerando impactos econômicos, sociais e políticos, em âmbito global ainda difíceis de imaginar e avaliar.

O importante para as empresas é não perder de vista o objetivo de estar ao lado de seus clientes, com um entendimento claro das tendências de evolução tecnológica e a missão de ajudá-los nesses processos de transformação, sempre com uma postura pragmática, isenta e focada no negócio. Um grande desafio para todos nós. O futuro está bem mais perto do que parece.

*Por Rodrigo Parreira, CEO da Logicalis Latin America

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O que os brasileiros desejam em seus smartphones

apple_ny.jpg23/03/2017 - Estudo da Motorola realizado em nove países, incluindo o Brasil, mostra que resolução de tela, câmera de alta qualidade e bateria de longa duração estão entre os elementos mais importantes para os consumidores

Os brasileiros amam seus smartphones. Tanto, que 69% deles, com idade entre 18 e 24 anos, afirmam que os atributos de celular têm um impacto significativo na sua qualidade de vida. Foi o que revelou a Pesquisa Global realizada pela Motorola, empresa do Grupo Lenovo, sobre as preferências dos usuários em seus dispositivos.

Entre o público brasileiro pesquisado, 85% querem um produto premium, mas 72% não querem pagar o preço de um modelo dessa categoria para comprar um novo celular. Para eles, uma boa resolução de tela (63%) e câmera de alta qualidade (58%) estão entre os elementos mais importantes. No recorte de idades do estudo, os brasileiros de 45 a 54 anos afirmaram que um “tamanho de tela grande” é o recurso mais importante para ter no smartphone.

Já 69% dos brasileiros revelaram que a bateria de longa duração é o maior indicativo de que o celular é premium ou top de linha. Em termos simples, desejam um celular com a capacidade de acompanhar o ritmo do seu dia a dia, sem deixá-los na mão nos momentos mais importantes. Os jovens valorizam tanto essa característica, que mais da metade dos consumidores com idade entre 18 e 24 anos estão dispostos a pagar 20% a mais por um telefone com uma longa vida útil da bateria. Além disso, o consumidor também valoriza o recarga rápida. Segundo a pesquisa, o item está entre os cinco itens mais importantes para os brasileiros.

Outro detalhe importante para os usuários é o visual do aparelho que desejam adquirir. Na pergunta sobre qual material preferem para a estrutura externa de um smartphone, a opção preferida por mais que o dobro do segundo colocado, em todo o mundo, é o metal (48%).

Não menos relevante é a experiência de software de câmera. Metade dos entrevistados de Brasil, Alemanha, Índia, Reino Unido e EUA disseram querer ter câmeras excepcionais em seus dispositivos futuros, ou seja, com qualidade profissional. Nesse ponto, a pesquisa revela uma interessante diferença entre gerações. Diferentemente dos mais jovens, quase a metade (45%) das pessoas de 35 a 44 anos deseja aumentar a capacidade de armazenamento, em vez de melhorar as características da câmera (27%), e ainda pagariam 20% ou mais para obtê-la.

Já 48% gostariam de ter um display mais inteligente, que ofereça previsões discretas de notificações e permaneça ligado apenas enquanto se olha para a tela e ajuste seu brilho à noite. Um detalhe peculiar revelado na pesquisa é que 72% dos brasileiros concordam que existem características em seus smartphones que eles nem sequer sabiam que existiam, mas que hoje não conseguem viver sem.

O estudo, conduzido por KRC Research, Motorola e Weber Shandwick, contou com 12 mil pessoas entrevistadas, de 18 anos ou mais, em nove países: Brasil, China, México, Estados Unidos, Índia, Rússia, Espanha, Reino Unido e Alemanha.



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Caçadores, os drones estão de olho em vocês

drones_cacadores2.jpgEthevaldo Siqueira
22/03/2017 - Drones fotografam, filmam, vigiam, supervisionam, entregam alimentos e medicamentos, ajudam a salvar a fauna e a flora. Confira neste vídeo do New York Times de ontem (21-03-2017)

Veja o vídeo completo (em inglês) aqui

 

 

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