Austrália utiliza materiais reciclados nas estradas

estrada_australiana.jpgPor Ethevaldo Siqueira – com Le Monde
06/06/2018 - Eis aí uma ideia realmente inteligente para a reciclagem de plásticos e de vidro.

E o custo desses projetos é praticamente igual ao das estradas tradicionais.

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Economize energia maximizando o lucro no processo

energia.jpg*Por Andrew Fortunato
04/06/2018 - Com o advento de uma infinidade de novas tecnologias nos últimos anos, atingir a tão almejada eficiência energética nunca foi tão acessível para empresas de todos os portes e setores.

Há décadas, gestores de todo o mundo passaram a compreender a importância de encontrar formas melhores de utilizar a energia. Entretanto, durante muito tempo se acreditou, erroneamente, que adotar práticas nessa direção era impossível (ou inviável). Essa crença se apoiava na também errada ideia de que a utilização racional de energia comprometia o rendimento produtivo.

Hoje, mais do que nunca, já se sabe que as soluções sustentáveis representam exatamente o contrário, fornecendo aquilo que qualquer empresa – bem como a sociedade de forma geral – precisa: economia, performance e redução do impacto ambiental.

Empresas hoje podem lançar mão de um vasto leque de recursos para economizar energia maximizando o lucro no processo. Os aparelhos eletrônicos fabricados atualmente já consomem cada dia menos energia, mas essa redução ainda pode ser potencializada com dispositivos chamados economizadores inteligentes de energia.

Muito populares na Europa, essas ferramentas estão ganhando terreno pelo Brasil. Com funcionamento simples, eles proporcionam uma economia de até 70% no consumo de energia elétrica, através da habilitação e desabilitação (on-off) dos circuitos elétricos nos quais forem instalados.

Assim, com acionamento via leitura de cartão RFID, esse mecanismo é capaz de desligar até quadros de energia, cortando, por exemplo, o fornecimento de luz em ambientes que não estão sendo utilizados, televisões, tomadas e ar-condicionado.

Por conta da praticidade e redução de custos envolvidos, os economizadores são ideais para estabelecimentos como hoteis e pousadas, consultórios médicos, escritórios e indústrias, mas são aplicáveis em basicamente qualquer tipo de empreendimento. Altamente eficientes, eles asseguram o retorno de investimento em até um ano.

Além disso, eles podem ser combinados com outros sistemas integrados que agregam inteligência e automação à gestão dos estabelecimentos, aumentando desempenho com redução significativa de gastos em médio e longo prazo. Exemplos dessa convergência são as fechaduras eletrônicas que possuem sistema de armazenamento de dados e diversas opções de ativação, inclusive via um cartão que dá acesso a todos os espaços do empreendimento, da catraca aos elevadores e portas. Acessíveis e de baixo custo de manutenção, tecnologias como essas aperfeiçoam a rotina de qualquer empresa.

* Andrew Fortunato é diretor da Entersec

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Cães-robôs que assustam pessoas estão chegando

robo_cao.jpgPor Ethevaldo Siqueira – com Washington Post
14/05/2018 - Sim, a matéria de tecnologia do jornal The Washington Post, afirma que "cães robôs que aterrorizavam as pessoas abrindo portas em breve poderão ser usadas num edifício como o seu.

Assista a um robô de alta tecnologia 'Dog' assumir o papel de um robô de quatro patas. O "Dog-Spot teve recentemente seu primeiro encontro com cão de verdade, ou seja, um equivalente de vida real. (YouTube/Jurvetson)

Eles se entreolham como se tivesse escapado de um filme de terror. Na realidade, com seu aspecto lustroso, os robôs de quatro patas assumem vagamente a aparência de cães, fechando com violência portas abertas e esquivando-se dos ataques dos seres humanos que tentam controlá-los.

E pela primeira vez esta semana, vídeos postados no YouTube pelos criadores de cães robóticos, Boston Dynamics, mostraram os caninos não tão fofinhos empinando de forma autônoma.

(...)
Os vídeos vem apenas três meses após um fev. 12 vídeo de um cão robótico abrindo a porta e escapar com seu amigo foi viral, brilhando manchetes, como, "Boston Dynamics ' Dog robot pode abrir portas agora e WTF estamos todos mortos" e "robôs cães abrindo portas é um dos t Ele coisas mais assustadoras que você vai ver o dia todo.

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Que profissional as empresas querem contratar hoje?

cleverton_alves.jpg*Por Cleverton Alves
26/04/2018 - Qual é o perfil do profissional desejado pelas empresas neste momento de reaquecimento econômico do País? O esforçado, que está sempre disposto a se desenvolver e entregar resultados, ou o que se destaca por suas qualificações técnicas, formação acadêmica e seus cursos extracurriculares? As empresas que estão voltando a contratar neste primeiro semestre precisam escolher acertadamente seus líderes e equipes. Para tanto, na hora de selecionar um candidato a uma vaga, seguem avaliando os itens do currículo tradicional, mas estão valorizando – e até considerando como fator decisivo – aspectos como inteligência emocional, resiliência e capacidade de se adaptar às mudanças.

O psicólogo, escritor e Ph.D. da Universidade de Harvard Daniel Goleman ensina que o modo como um indivíduo gerencia suas emoções é determinante para seu sucesso pessoal e profissional. Goleman afirma o que muitos líderes corporativos confirmam: as pessoas com inteligência emocional geralmente são confiantes, seguem suas metas, são adaptáveis e flexíveis. Ou seja, quem possui a capacidade de ter equilíbrio diante das adversidades, motivação para superar desafios e ainda consegue ser gentil tem mais chances de alcançar o sucesso, no ambiente profissional e na vida.

O fato é que o mercado de trabalho exige, atualmente, um novo perfil de profissional. É preciso que a pessoa se desenvolva de maneira completa, tanto no que se refere às competências técnicas quanto às comportamentais. Nesse sentido, destaco aqui dois indicadores importantes - e já reconhecido pelas empresas: engajamento e empatia.

Somente quem possui engajamento profissional é capaz de se dedicar com paixão à carreira e ter ambição para buscar novos desafios profissionais. Engajados dão o seu melhor para atingir objetivos e metas, por isso, sempre se destacam nas organizações.

Já a empatia – que é a capacidade de se colocar no lugar do outro, ouvir e entender suas necessidades e dificuldades – é fundamental para garantir relações harmônicas e colaborativas entre equipes de trabalho. Líderes que têm essa habilidade garantem motivação no ambiente organizacional, que resulta em mais produtividade e eficiência.

Em suma, o perfil do profissional mais desejado pelas empresas reúne atributos como esforço, ambição e criatividade. Trata-se do profissional que gosta de mudanças, está sempre em busca do desenvolvimento profissional e almeja dar, verdadeiramente, um significado à própria carreira.

*Cleverton Alves é diretor de Recursos Humanos da Service IT, integradora de soluções e serviços de TI especializada em outsourcing e consultoria, com mais de 20 anos de atuação.

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Saiba quem serão os profissionais do futuro

professionals_future.jpg*Por Arthur Igreja
25/04/2018 - De acordo com a Federação Internacional de Robótica, cerca de 11.900 robôs industriais serão comercializados no Brasil entre 2015 e 2020. Neste mesmo intervalo de tempo, aproximadamente 7,1 milhões de empregos deixarão de existir em todo o planeta, segundo o Fórum Econômico Mundial. O impacto da tecnologia e da inteligência artificial é incontestável, principalmente, em funções repetitivas. A dúvida é sobre o espaço que o humano terá frente às máquinas e como será a divisão de campos para o profissional do futuro, cenário que o especialista em tecnologia e professor da FGV Arthur Igreja ajuda a esclarecer.

Para Igreja, "o receio em torno da aura futurista pode ofuscar o outro lado da história. Na modernidade, ainda precisaremos de pessoas para fazer o que os robôs ainda não são capazes, o que abre frente para novas profissões", comenta. Pesquisas de mercado apontam para três categorias sem precedentes e que serão necessárias em escala industrial: treinadores, tradutores e mantenedores.

Treinadores

Os profissionais "Treinadores" ensinarão os sistemas de inteligência artificial como atuar. Empresas que contratam estes profissionais para verificar se os robôs tradutores de idiomas, por exemplo, estão assimilando o aprendizado corretamente, reduzindo o número de erros. "Atualmente, o sistema de reconhecimento de voz do Google é superior a 99% em inglês. Em outros idiomas, passa dos 90%. E só alcançou esse resultado, pois recebeu treinamento", comenta o especialista.

Os treinadores também instruem as máquinas a imitarem comportamentos humanos. Um exemplo são os chatbots, atendentes virtuais com IA em sites, que já estão preparados para detectar as complexidades da comunicação humana. Tem, ainda, os treinadores de empatia, responsáveis por tornar os robôs mais amigáveis. "Já existe um sistema de aprendizado de máquinas para ajudar assistentes digitais, como a Siri da Apple, a responderem às pessoas com simpatia. Em uma situação de descontentamento extremo, vivido por um passageiro no aeroporto que perdeu a bagagem, por exemplo, um atendente digital treinado para ser eficiente e empático pode resolver o problema com serenidade, ao mesmo tempo em que tranquiliza o cliente", explica.

Tradutores

A categoria dos profissionais "Tradutores" dos algoritmos e do discurso técnico fica mais fácil de compreender em um comparativo com os carros autônomos. Segundo Igreja, uma única notícia de acidente envolvendo esses veículos tem um impacto muito maior do que as 1,3 milhão de mortes registrada no trânsito em âmbito mundial, já que confiamos mais em pessoas, ainda que elas possuam um sistema de decisão extremamente falho.

"Os tradutores serão recrutados para auxiliar donos de negócios e líderes empresariais a compreender o que levou um sistema a cometer um erro ou tomar uma determinada decisão de consequência negativa", explica. Um exemplo disso são as empresas que já utilizam inteligência artificial em processos seletivos de RH, com máquinas decidindo quais os candidatos são mais adequados para uma vaga.

Mantenedores

"Mantenedores" é uma categoria de profissional que caracteriza os novos empregos. Atualmente, apenas um terço das empresas que operam com IA confia completamente em seus sistemas. Sendo assim, os mantenedores desempenharão um papel crucial para garantir que os robôs estão funcionando como previsto, seguindo o que foi planejado.

"Podemos citar o surgimento do profissional gestor de compliance de IA. Pessoas nesta função irão atuar como vigilantes para manter normas de valores e morais humanos, intervindo se um sistema agir de maneira inadequada. Como os sistemas do futuro vão se tornar cada vez mais autogovernáveis, é fundamental que haja um mantenedor para monitorar o comportamento da IA, descobrir as razões de resultados negativos e, então, implementar as correções apropriadas", finaliza o especialista.

*Arthur Igreja é professor da FGV, especialista em tecnologia e inovação

 

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Dente com RFID transmite dados sobre dieta

sensor_tufts.jpgPor Claire Swedberg – via portal RFID Journal
18/04/2018 - A Universidade Tufts desenvolveu um sensor que detecta a presença de substâncias químicas ou nutrientes para, assim, analisar o efeito dos alimentos na saúde.

Sensor miniatura montado dentro de uma boca / Crédito: SilkLab, Tufts University

Pesquisadores da Escola de Engenharia da Universidade Tufts – que é uma universidade privada de pesquisa em Medford/Somerville, Massachusetts, Estados Unidos – desenvolveram um sistema de radiofrequência (RF) que captura dados de um sensor e os transmite a um em um ambiente inusitado: a boca de uma pessoa.

A etiqueta RFID passiva é anexada a um dente, com uma camada de sensores embutidos que respondem a condições como a presença de açúcar ou sódio. As transmissões das tags são enviadas via RFID de 400 MHz para um interrogador. A tecnologia pode identificar não apenas a ingestão de nutrientes ou substâncias químicas específicas, mas também a resposta do organismo a essa ingestão, com base nas mudanças na saliva de uma pessoa.

Fiorenzo Omenetto, chefe de pesquisa da Escola de Engenharia da Tufts, liderou os esforços para desenvolver um sistema que possa automatizar a captura e coleta de dados nutricionais enquanto uma pessoa come. Os pesquisadores especulam que essa solução pode ter benefícios para os profissionais de saúde ou para aqueles que desejam gerenciar sua dieta com base nas limitações de saúde. O departamento de engenharia da Tufts já está trabalhando em eletrônica implantável, que poderia fornecer um benefício para a assistência à saúde sem ser intrusivo. De acordo com Omenetto, a tag de sensor com RFID é o mais recente protótipo a resultar desses esforços.

A tecnologia existente ofereceu algumas opções para rastrear a ingestão de alimentos, explica Omenetto, mas têm sido difíceis de usar. Os sistemas incluem um protetor bucal que pode ser inserido na boca, mas isso seria desconfortável de usar o dia todo. Também existem soluções com fio, mas da mesma forma só poderiam ser usadas quando conectado. Não apenas essa tecnologia é volumosa para ser usada, ele observa, mas requer esforços por parte do usuário para inseri-la em sua boca.

Nos últimos anos, a equipe testou o uso de etiquetas RFID de alta frequência (HF) de 13,56 MHz que podem ser anexadas à pele, mas agora procuravam algo que funcionasse dentro da boca, onde o conteúdo alimentar pode ser analisado. As etiquetas RFID tradicionais com sensores, explica Omenetto, seriam muito volumosas para uso confortável pelos indivíduos. A etiqueta de 2 milímetros quadrados pode ser anexada ao dente de uma pessoa através de um adesivo e responde a um leitor especializado de 400 MHz construído no laboratório da Tufts.

A nova etiqueta com sensor da Tufts consiste em três camadas. A camada central é feita de um filme poroso, de película de seda ou de hidrogel, sendo que os pesquisadores se referem como uma camada bio-responsiva. Seja seda ou hidrogel, a camada absorve os nutrientes e as ondas da saliva com base em mudanças como a presença de variações de pH ou temperatura.

As duas camadas externas servem como tecnologia de transmissão sem fio, cada qual uma antena de RF na forma de um anel de golfe quadrado em torno do exterior da etiqueta. Se a camada do sensor central inchar, com base na presença de um nutriente específico, como a glicose, as duas antenas são ligeiramente separadas e a amplitude de resposta e frequência de ressonância é alterada.

O interrogador detectaria essa modificação e o software poderia identificar qual nutriente ou substância química estava presente e quanto. No futuro, diz Omenetto, as etiquetas podem ser projetadas com uma ampla variedade de camadas de sensores para identificar uma variedade de substâncias químicas ou nutrientes, ou o próprio estado fisiológico de um indivíduo.

De acordo com Omenetto, o objetivo é fornecer um sistema que os servidores de saúde ou consumidores poderiam usar para entender melhor a ingestão de nutrientes de um indivíduo. Por exemplo, se um paciente fosse diabético, então, ligando a etiqueta RFID a um dente e, em seguida, usando um leitor especializado, poderia identificar quanto de glicose está sendo ingerida a qualquer momento, ou ao longo de um dia.

A etiqueta também pode ser usada para pessoas com distúrbios alimentares ou restrições alimentares. Eles precisariam, no entanto, segurar o interrogador em cerca de um centímetro da etiqueta, a fim de garantir uma leitura confiável, observa Omenetto.

O sistema representa um passo em direção a tags RFID baseadas em sensores, de baixo custo e forma pequena, diz Omenetto. "O interessante é que ao mudar o interlayer, você está criando uma tag RFID biologicamente habilitada", afirma. Os pesquisadores pretendem continuar a projetar a tag e o leitor para não apenas incluir uma ampla variedade de sensores, mas também uma faixa de leitura mais longa. "Ainda há espaço para melhorar a sua fabricação".

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