Vídeo aborda a visão de futuro de Eric Schmidt

lse2.jpg26/08/2014 - O vídeo foi publicado em janeiro de 2013 na London School of Economics and Political Science (LSE) e tem como pano de fundo questões relevantes abordadas no livro "A Nova Era Digital: Redesenhando o futuro de pessoas, nações e business", de Eric Schmidt e Jared Cohen (título original em inglês: The New Digital Age: Reshaping the Future of People, Nations and Business)

Num projeto colaborativo, duas lideranças globais em tecnologia nos oferecem sua visão do futuro: um mundo cheio de desafios, onde todos estão conectados com vários benefícios disponíveis.

Eric Schmidt é um dos grandes líderes do Vale do Silício: fundador do Google, uma das empresas mais influentes do mundo.

Jared Cohen é diretor do Google Ideas e ex-assessor de ambos os secretários de Estado Condoleezza Rice e Hillary Clinton; ele foi fundamental para ajudar a moldar a forma como o governo dos Estados Unidos pensa em termos de tecnologia. Schmidt e Cohen viajaram o mundo para se reunir com líderes mundiais, empresários e ativistas para discutir sobre os desafios e objetivos a serem alcançados.

Com conhecimento e experiência, os autores estão numa posição privilegiada para responder algumas das perguntas mais difíceis sobre o nosso futuro:
- Quem vai ser mais poderoso no futuro, o cidadão ou o estado?

- A tecnologia vai contribuir para que o combate ao terrorismo seja facilitado ou fique mais difícil de ser combatido?

- Como guerras, diplomacias e revoluções serão alteradas no mundo conectado, e como podemos nos beneficiar da tecnologia?

- Quando as sociedades em guerra forem reconstruídas, o que elas serão capazes de fazer com a tecnologia?

Neste livro, Schmidt e Cohen combinam observações sobre o mundo físico, com os seus conhecimentos sobre o futuro digital e delineam com detalhes as promessas e os perigos que nos aguardam nas próximas décadas. Trata-se de uma visão do futuro e o que isso representa para as pessoas, Estados, nações e empresas.

https://www.youtube.com/watch?v=3QhYsCIRj1k

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Julian Assange: "Deixo a embaixada em breve"

julian_assange.jpgSteven Earlanger, NYT
18/08/2014 - Julian Assange, fundador do WikiLeaks, (que recebeu asilo na Embaixada do Equador há dois anos), disse nesta segunda-feira, (18) que "vai deixar a embaixada em breve", mas ele não forneceu mais nenhum detalhe.

Numa longa coletiva de imprensa em que ele foi acompanhado pelo ministro das Relações Exteriores do Equador, Ricardo Patiño, Assange resumiu seu caso, argumentando que ele tinha ajudado a trazer a mudança necessária no sistema de extradição britânicos e dizendo que sua saúde estava sofrendo depois dois anos na embaixada.

Assange enfrenta um processo de extradição para a Suécia, que está investiga alegações de má conduta sexual, e os policiais britânicos mantém guarda 24 horas por dia na embaixada, a um custo de mais de US$ 10 milhões. Assange argumenta que até o momento ele não foi acusado de nenhum crime e que ele teme ser extraditado para os Estados Unidos, caso deixe a embaixada do Ecuador.


As investigações continuam lá para a divulgação de material confidencial para Wikileaks, que publicou o material em seu site e autorizou outros jornais a publicar alguns deles, incluindo o New York Times.
Os Estados Unidos não pediram a extradição de Assange, e também não houve nenhuma acusação pública contra dele até o momento.

Os meios de comunicação britânicos, especialmente Sky News, haviam relatado antes da coletiva de imprensa, que Assange iria anunciar que estava deixando a embaixada para procurar tratamento médico. Citando uma fonte do WikiLeaks, o Sky News informou a imprensa que ele estava sofrendo de arritmia cardíaca, pressão arterial muito elevada e uma doença pulmonar crônica. Na segunda-feira, Assange disse que tinha decidido deixar a Embaixada "em breve, mas talvez não pelas razões que a imprensa de Murdoch estava divulgando", mas ele não entrou em mais detalhes.

http://www.nytimes.com/2014/08/19/world/europe/julian-assange-embassy.html?ref=technology&_r=0

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LED tubular substitue luminárias fluorescentes

Neptune-LED_aplicacao3a.jpg11/08/2014 - A Osram, multinacional alemã de iluminação, apresenta ao mercado a luminária hermética Neptune LED, agora disponível nas versões de 25W e 50W, uma solução eficiente, moderna e atraente para substituir as tradicionais luminárias com lâmpadas fluorescentes tubulares. Por contar com a tecnologia LED, o produto traz diversas vantagens, como longa durabilidade, de mais de 50 mil horas, e menor gasto energético, fatores que reduzem os custos de manutenção.

Ideal para áreas industriais, a luminária dispõe de grau de proteção IP65, uma garantia de alta resistência. Suas características permitem que seja instalada em locais com alta ocorrência de úmida, poeira, respingos e vibrações, como fábricas, frigoríficos, áreas publicas, arenas esportivas, estacionamentos, oficinas mecânicas, passagens subterrâneas e em depósitos/expedição, entre outros.

neptune-LED_2.jpgAlém de permitir economia de energia de até 44% em relação a uma fluorescente similar, a Neptune LED possui design funcional, que torna a instalação fácil e prática. Veja, a seguir, imagens do produto e detalhes técnicos.

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Novo super chip funciona como o cérebro

chip-master.jpg07/08/2014 - Inspirado na arquitetura dos neurônios do cérebro humano, o TrueNorth, novo chip de 5,4 bilhões de transistores, desenvolvido por pesquisadores da IBM, pode superar até supercomputadores em cálculos complexos.

O novo microprocessador tenta imitar o modo pelo qual as ondas cerebrais reconhecem padrões, com base em teias ou redes de transistores interconectados, semelhantes às redes neurais do cérebro – segundo esclarece um artigo de John Markoff, do New York Times de hoje (07-08-2014) apoiado nas informações de matéria publicada ontem (06-08-2014) pela revista Science, da Sociedade Americana para o Progresso da Ciência.

Embora tenha 5,4 bilhões de transistores, o chip TrueNorth consome apenas 70 miliwatts de energia, o que contrasta com um chip da Intel com 1,4 bilhão de transistores que devora de 35 a 140 watts.

Isoladamente, o novo chip só faz pouco mais de mil cálculos por segundo, mas quando associado em paralelo a centenas ou milhares de outros, ele pode realizar até 46 bilhões de cálculos matemáticos por segundo – como os mais avançados chips multinúcleos da atualidade – mas com a vantagem de consumir muito menos energia.

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Guy Laliberté merece uma boa história

guy_laliberte.jpgEthevaldo Siqueira
Hoje, aos 55 anos, Guy Laliberté – o dono do Cirque du Soleil, maior circo do mundo – é das personalidades mais curiosas que eu já conheci: empreendedor, filantropo, jogador de pôquer e detentor de uma fortuna de US$ 2,6 bilhões – a 11ª do Canadá e a 459ª do mundo, segundo a lista dos 500 mais ricos da revista Forbes.

Fundado em 1984 no Canadá, o Cirque du Soleil fatura hoje mais de US$ 810 milhões por ano, dá espetáculos nos cinco continentes e emprega mais de 4.000 pessoas de 40 países. Laliberté detém 95% do capital do circo.

Caprichoso, ele pagou US$ 20 milhões em outubro de 2009 para viajar ao espaço num foguete Soyuz TMA-16 russo e passar 11 dias na Estação Espacial Internacional. Lá na estação, divertiu os astronautas, com a bola vermelha no nariz, fez todas as palhaçadas, gaiatices, traquinadas, estripulias e gracejos, com piruetas em gravidade zero.

Assisti a uma das entrevistas mais engraçadas desse canadense de Quebec num grande evento internacional e soube agora que ele está interessado em viajar ao planeta por volta de 2030 (quando já estiver com mais de 70 anos). Eu não duvido.Esse é Guy Laliberté. Quando jovem, sua vida não era fácil: para sobreviver, ele cantava, tocava acordeão, fazia malabarismos e caminhava sobre longas pernas-de-pau pelas ruas de Quebec, para ganhar alguns trocados. Seu sonho era ser dono de um circo diferente. Hoje ele chegou lá. Soube que ele planeja vir ao Brasil em 2015. Espero que possa entrevistá-lo novamente.

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Cai previsão de crescimento da América Latina

cepal.jpgONU
05/08/2014 - As economias da América Latina e do Caribe crescerão em média 2,2% em 2014 devido à fraca demanda externa, à baixa demanda interna, à falta de investimento e ao espaço limitado para a implementação de políticas que promovam sua reativação.

Estes elementos impactam de forma diferente os países e sub-regiões da América Latina e do Caribe, provocando uma grande heterogeneidade na dinâmica de crescimento do continente.

Estas informações fazem parte do Estudo Econômico da América Latina e do Caribe 2014, da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), divulgado nesta segunda-feira (4) em Santiago do Chile, sede do organismo da ONU.

O relatório mostra que a desaceleração da economia no último trimestre de 2013 continuou nos primeiros meses de 2014, fazendo com que a região cresça menos que no ano passado, quando alcançou a taxa de 2,5%. Mas, devido a uma melhoria gradual em algumas das principais economias do mundo, as economias regionais podem ter uma recuperação no final de 2014.

Regionalmente, o crescimento em 2014 será liderado pelo Panamá, com um aumento do produto interno bruto (PIB) de 6,7%, seguido pela Bolívia (5,5%), Colômbia, República Dominicana, Equador e Nicarágua, com expansões de 5%.

O Brasil deve crescer 1,4%, uma queda em relação aos 2,5% do ano passado. Acesse o documento na íntegra clicando aqui.
Foto: Agência Brasil

http://www.onu.org.br/cepal-previsao-de-crescimento-da-america-latina-e-caribe-cai-para-22-em-2014-brasil-deve-crescer-14/

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