Futuro da biotecnologia em 2033

biotecnologia.jpg11/11/2013 - Em 2033, vamos dispor de ferramentas biotecnológicas, como as máquinas de leitura de nosso DNA, ou biomarcadores, que traçarão nosso perfil genético a preços muito mais acessíveis. Esses perfis nos indicarão quais serão as doenças mais prováveis que poderemos ter ao longo de nossa vida. Com isso, poderemos evitá-las ou tratá-las preventivamente.

O impacto da biotecnologia na medicina


Os visionários e futurólogos esperam que a biotecnologia faça uma verdadeira revolução não apenas na Medicina, mas na agricultura, na despoluição dos mares e rios e na indústria em geral. Teremos novos medicamentos salvarão um número incontável de vidas e vão eliminar, principalmente as doenças geneticamente transmissíveis, como hemofilia, diabetes, doenças degenerativas e muitas formas de câncer.


A biotecnologia poderá ter aspectos polêmicos, como o planejamento de bebês, com genes alterados para aprimorar certas qualidades ou habilidades. Você poderá projetar um futuro jogador de futebol tão ou mais talentoso do que o Pelé. Ou crianças super inteligentes. Tudo isso que provoca dúvida ou risos será possível, a partir de 2033. Muita coisa que hoje parece ficção se tornará possível.


Um cientista bem humorado disse numa palestra que, em 30 anos, a biotecnologia poderá até mudar ou eliminar certas características indesejáveis das pessoas, como, por exemplo, sogras que falam demais, políticos que não mentem ou que roubem. Talvez até projetar seres humanos mais éticos. Mesmo parecendo brincadeira, tudo isso tem fundamento.

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NYC adota iluminação de LED até 2017

LED_NYC.jpg05/11/2013 - O Prefeito de Nova York, Michael Bloomberg anunciou que 250 mil luminárias na cidade, que atualmente usam lâmpadas incandescentes, serão substituídos por LEDs até 2017. A mudança faz parte de um plano para reduzir as emissões do governo em 30%.

A iluminação de LED tem vida útil de 20 anos, tres vezes maior do que as atuais lâmpadas incandescentes e segundo Bloomberg, economizará US$ 6 milhões em energia e US $ 8 milhões em manutenção a cada ano. Será o maior substituição de lâmpadas incandescentes para LED no país. O plano seguinte inclui a substituição da iluminação nas estradas, outdoors e distritos."

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Impressão 3D chega ao setor de engenharia

Impressao_3D.jpg05/11/2013 - O conceito de impressão 3D está invadindo o setor de engenharia. Com o conceito de impressão 3D, engenheiros conseguem imprimir maquetes, cantoneiras etc.

Os fabricantes podem testar e visualizar tudo com mais agilidade e precisão, tendo noção exata de proporções, falhas de projeto, questões de conforto e segurança (ou design) e do próprio funcionamento, economizando na prévia do produto (já que moldes já não são mais necessários) e poupando muito tempo, fato que lhes confere uma vantagem competitiva enorme.


Proveniente de um grupo que já atua há mais de 20 anos no mercado internacional a Nova Silk inova o ramo de sinalização e comunicação visual. O grupo atua nas áreas de importação e logística, oferecendo soluções, principalmente focados em impressão 3D.

Foto: Divulgação

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Impedindo avanços na área trabalhista

trabalho.jpg*Por Vivien Mello Suruagy
04/11/2013 - "A Comissão Geral da Câmara dos Deputados tentou, mais uma vez, reunir os principais interessados no projeto que regulamenta o trabalho terceirizado no país para chegar a um acordo entre as partes e encaminhá-lo à votação do plenário. Ficou na tentativa, como vem ocorrendo desde 2004, quando o deputado Sandro Mabel (PMDB-GO) apresentou a proposta para legalizar a atividade, de fundamental importância para a economia do país.

Oportuno lembrar que o Brasil usa a força do trabalho terceirizado há décadas, mas lhe nega o reconhecimento, o direito de se abrigar sob a proteção legal. Empresas sérias do setor, cumpridoras da lei, sabem que precisam de empregados satisfeitos, bem remunerados e com todos os direitos trabalhistas assegurados. Portanto, os pré-requisitos são obedecidos. São doze milhões de trabalhadores nesta situação.

Vejamos onde estão os impasses, a começar pela importância de separar o joio do trigo. Explica-se: a falta de legalização abre um amplo espaço para atuação de empresas clandestinas - estas que, efetivamente, contribuem para precarização do trabalho. São os clandestinos que servem de base de argumentação para as centrais sindicais organizarem sua tuba de ressonância e manipularem informações, ecoando o canto de que o PL 4330 visa apenas baixar salários e reduzir conquistas. Uma inverdade. Basta lê-lo com atenção.

O projeto impõe total segurança aos trabalhadores. As empresas deverão ter capital suficiente para amparar os funcionários, assegurando seus direitos; além disso, serão fiscalizadas por suas contratantes e até deixarão de receber caso não cumpram com suas obrigações. Nesse ambiente legal, que exige estabilidade financeira, as clandestinas, é evidente, não conseguiriam sobreviver. Nem o trabalho precário.

Mas determinadas organizações sindicais - apoiadas por setores importantes da administração federal e parlamentares radicais, ainda saudosas do peleguismo que, por décadas, inspirou carcomidos discursos da burocracia sindicalista -, sustentam a tese enviesada da precarização com o intuito de garantir dinheiro aos seus cofres, jamais para defender os trabalhadores. Como é sabido, o imposto compulsório anual recolhido pelo governo (um dia de trabalho de cada trabalhador brasileiro com carteira assinada) forma um gigantesco bolo, que é repassado às centrais sindicais. Essa divisão é proporcional ao tamanho de sua base: quanto maior, mais dinheiro.

Nesse ponto reside o verdadeiro interesse de algumas centrais, ao exigirem no projeto que a negociação coletiva se faça por meio da esfera da categoria da contratante, e não pela prestadora do serviço. Numa metalúrgica, por exemplo, todos os porteiros, cozinheiros, garçons, enfermeiros e outros terceirizados seriam transformados em metalúrgicos na negociação coletiva, para engordar os cofres das tais centrais. Na prática, querem abolir a figura do terceirizado, levando os grupamentos de trabalho para os grandes currais por elas representados (metalúrgicos, siderúrgicos, bancários etc).

Nesta feição, o objetivo do neopeleguismo é desvirtuar o debate, ameaçando fisicamente parlamentares que defendem a legalização da atividade e impondo sua vontade por meio de apupos, algazarra e corredores poloneses. Tudo sob o olhar complacente do Partido dos Trabalhadores e da CUT, seu braço direito na área trabalhista. Ignoram - ou fingem não saber - os enormes prejuízos que causam à economia. No nosso caso, de telefonia, banda larga, TV a cabo e outros serviços, os perigos da falta de norma legal são imensos.

Nesse setor, especificamente, os movimentos contra a terceirização provocarão o desemprego de mão de obra especializada, além da destruição de toda a tecnologia e experiência nacional adquirida ao longo de tantos anos. Se a terceirização não é regulamentada, quem fará todo esse serviço de instalação e manutenção para que o sistema funcione? Com insegurança jurídica e derrotas sucessivas na Justiça do Trabalho, o ambiente de negócios torna-se insustentável.

As operadoras não estão preparadas para fornecer o serviço nem têm expertise para tanto. Nem aqui nem em qualquer outra parte do mundo. Há exceções perversas, como contratantes que, infelizmente, forçam a precarização do trabalho, impondo preços baixos e inexequíveis às suas contratadas e atrasando medições e pagamentos. Nesse caminho estaremos incentivando a migração de serviços especializados para países de reconhecida competência técnica e custo de mão de obra mais baratos que o Brasil, como a China e a Índia.

O governo federal, ao apoiar essa retrógrada visão, se posiciona contrário ao seu próprio discurso. Diz defender o país ao obrigar que boa parte dos componentes seja nacional. Não é o caso, pois a verdade aponta para o beneficiamento de grandes grupos, como se observa na área do petróleo. A nacionalização não existe e as licitações comprovam que muitas vezes os preços mais altos são os selecionados. O nacionalismo do governo é uma bazófia.

Por sua vez, ministros do Tribunal Superior do Trabalho deveriam ser isentos em suas decisões, analisando as reais consequências de posições erradas, em vez de defender a extinção da terceirização, seja como atividade meio ou fim. Foi o que se viu nos últimos dias: 19 integrantes da mais alta Corte trabalhista assinando documentos contra a terceirização. Sua missão é a de julgar, não a de legislar, tarefa que compete ao Legislativo. Lembrete: em países mais avançados - como nos Estados Unidos, na Europa e no Japão - a terceirização já atinge 90% da produção.

O empenho contra a terceirização faz o país andar para trás e gera danos à economia, em razão dos inevitáveis aumentos do custo de serviços para os consumidores.

Não, por acaso, consolida-se a impressão de que o Brasil, na constelação das nações, é o exemplo perfeito da imagem do país do eterno retorno, a figura de Nietzsche. Quando imaginamos ter chegado ao fim da estrada, retornamos ao início. Sob o apagão de nossa memória e destruição de nossos esforços."

* Vivien Mello Suruagy é presidente do Sindicato Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços em Telecomunicações (Sinstal)

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Internet e comunicação vieram para ficar

*Luiz Gonzaga Bertelli
04/11/2013 - As redes sociais são uma realidade e hoje têm um papel influente em todo o mundo. Quem não se lembra da utilização do twitter pelo presidente Barak Obama, durante as eleições norte-americanas? Como dizer que as redes sociais no Egito não tiveram importância acentuada para a queda do governo do ditador Hosni Mubarak? E as recentes manifestações de rua ocorridas no Brasil? É, portanto um mecanismo de destaque para as relações sociais do mundo contemporâneo. Muitas pessoas se esquecem, no entanto, do necessário cuidado para utilização da internet. Já existem casos famosos de colaboradores que foram dispensados de empresas por causa da indiscrição sobre assuntos de trabalho e, até mesmo, exposição inadequada da vida pessoal nas páginas da web.

Entre os meios de comunicação mais utilizados na era tecnológica, está a correspondência eletrônica, popularizada pelo e-mail. A utilização errada desse importante canal também pode comprometer a imagem profissional. Uma das normas para a boa apresentação é a preocupação com a língua portuguesa. Nada mais inadequado do que um texto cheio de erros gramaticais e ortográficos. A receita é fazer uma revisão criteriosa, após a redação do e-mail.


Apesar dessas armadilhas, não há como negar que a internet, as mídias sociais, as correspondências eletrônicas e todos os benefícios que elas trazem para a comunicação, principalmente, a longas distâncias, vieram para ficar. No início, eram encaradas como fonte de dispersão para os funcionários mais jovens. Mas, hoje, as empresas já estão de olho nesse mercado. Profissionais especializados no acompanhamento e análise das novas mídias ganham importância no mundo corporativo. O CIEE, instituição filantrópica que há quase 50 anos facilita a inserção dos jovens no mercado de trabalho, também está presente nas mídias sociais, pela sua fan page oficial no Facebook (www.facebook.com/oficial.ciee), com o objetivo prioritário de levar aos seus usuários uma comunicação dinâmica, informativa e participativa, reunindo o universo estudantil e o profissional, e colocando fim aos limites geográficos.

* Luiz Gonzaga Bertelli é presidente Executivo do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), da Academia Paulista de História (APH) e diretor da Fiesp.

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Cientista decodifica a linguagem dos bebês

Ronaldo Lemos
28/10/2013 - Aconteceu nos EUA na semana passada o encontro dos membros do MIT Media Lab, o laboratório de mídia do Massachusetts Institute of Technology. É um evento anual, em que são apresentadas as pesquisas mais recentes na fronteira entre design, genética, indústria e arte.


Uma das pesquisas mais interessantes foi apresentada por Deb Roy, cientista-chefe do Twitter. Ele instalou 11 câmeras, 14 microfones e uma rede digital dentro da própria casa. O objetivo: monitorar todas as conversas e interações entre ele, sua mulher, assistentes domésticos e o filho, então recém-nascido.


Desse modo, conseguiu entender como, quando e onde o bebê aprendia cada palavra. Por exemplo, a palavra "bola" foi aprendida com 12 meses, enquanto "treinador" só com 20.

As descobertas da pesquisa são ambiciosas. Palavras são aprendidas em função da frequência em que são faladas e da facilidade de pronúncia. Aí vem a parte mais interessante: o contexto também é importante. Se a criança escuta uma palavra quando está interagindo com um objeto, uma pessoa, ou realizando atividade física, isso faz diferença no aprendizado.

A pesquisa tem múltiplos impactos. Quer ampliar o campo semiótico para incluir também o estudo de eventos "não-linguísticos". Tem implicações também para o estudo do consumo de mídia.


O contexto em que uma mídia é consumida faz toda a diferença no seu impacto cognitivo. Se o jornal era antes lido na mesa da sala e agora é lido no ônibus, isso faz toda a diferença. As aplicações futuras terão impacto da pedagogia à publicidade. É mais um passo para decodificar nosso "software" mental. E para ensinar as máquinas a interpretar quem somos.

JÁ ERA: 
Games só como diversão

JÁ É
: Jogos que ajudam em seleções de emprego, como o "Balloon Brigade"


JÁ VEM: Jogos para tratar ataques de pânico, como o Flowygame.com

Ronaldo Lemos é diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro e do Creative Commons no Brasil. É professor de Propriedade Intelectual da Faculdade de Direito da UERJ e pesquisador do MIT Media Lab. Foi professor visitante da Universidade de Princeton. Mestre em direito por Harvard e doutor em direito pela USP, é autor de livros como "Tecnobrega: o Pará Reiventando o Negócio da Música" (Aeroplano) e "Futuros Possíveis" (Ed. Sulina). Escreve às segundas na versão impressa do "Tec".

Veja palestra do cientista Deb Roy no TED com legenda em português:
http://www.ted.com/talks/deb_roy_the_birth_of_a_word.html

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