Cirurgia guiada inova a odontologia brasileira

escaner3D.jpg20/06/2017 - A novidade que vem ganhando adesão em consultórios de dentistas e cirurgiões do Brasil e do mundo. A nova técnica é a junção do escaneamento 3D da boca, com a tecnologia CAD/CAM, em português, “desenho assistido por computador”, e com a tomografia. A expectativa é que, em cinco anos, a tecnologia esteja acessível para metade dos odontologistas brasileiros.

As três tecnologias juntas são capazes de dinamizar tratamentos dentários, como substituição de dentes perdidos, implantes, próteses ou lentes de contato dentais.

Especialistas indicam que, a longo prazo, a técnica vai permitir ainda uma redução no custo dos tratamentos dentários. A novidade será apresentada à imprensa, estudantes e profissionais, no Ateliê Oral International Meeting, maior evento de odontologia da América Latina, nos dias 22, 23 e 24 de junho, no Anhembi, São Paulo.

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Ford Fund e Artemísia investem em mobilidade

jim_vella.jpg19/06/2017 - O Ford Fund, braço filantrópico da Ford, e a Artemísia, organização pioneira no Brasil no fomento de negócios de impacto social no Brasil, lançaram o Ford Fund Lab: Inovação e Mobilidade, um programa criado para fornecer treinamento e orientação para startups que desenvolvem programas de mobilidade social que atendam às necessidades da população de baixa renda do País.

O anúncio faz parte da expansão das atividades do Ford Fund no Brasil e dos investimentos que a organização realiza ao redor do mundo para que as transformações necessárias para a sociedade possam acontecer. O Ford Fund Lab: Inovação e Mobilidade promoverá a aceleração em curto prazo de até 20 empreendedores que estejam em estágio inicial do desenvolvimento de seus negócios. A parceria com a Artemisia tem foco em identificar os projetos de impacto social mais promissores, com soluções inovadoras que atendam às necessidades básicas das comunidades com pouca ou quase nenhuma oferta de mobilidade.

O programa foi apresentado por Lyle Watters, presidente da Ford América do Sul, e Jim Vella, presidente do Ford Fund (foto), durante a abertura da Campus Party Brasília, versão regional do maior evento de tecnologia e conectividade do Brasil.

“Negócios de impacto social são escaláveis, replicáveis e sustentáveis capazes de criar soluções inovadoras para problemas sociais complexos”, explica Jim Vella. “Essas startups podem nos trazer novas oportunidades de engajamento junto às comunidades e para nos ajudar a fazer a vida das pessoas melhor”.

São considerados negócios de impacto social aqueles que oferecem soluções para problemas enfrentados pela população de baixa renda sem depender de doações ou subsídios. Nos próximos meses, oficinas lideradas por mentores da Artemisia e da Ford irão apoiar o desenvolvimento desses empreendedimentos e aumentar seu impacto social. Ao final, o capital semente será concedido a até três participantes com soluções beneficentes e com impacto social verdadeiro para as pessoas de baixa renda.

“Garantir mobilidade é garantir o acesso a direitos básicos e promover uma sociedade mais saudável e autônoma. A aliança estratégica entre a Artemisia e o Ford Fund tem o objetivo de desenvolver e fortalecer uma nova geração de negócios de impacto social com soluções inovadoras em mobilidade – tema que é transversal a outros setores estruturantes para o desenvolvimento da população de baixa renda”, explica Maure Pessanha, diretora-executiva da Artemisia.

O apoio a negócios de impacto social faz parte da estratégia do Ford Fund no Brasil e no mundo. Em abril, por exemplo, a organização lançou o programa Ford Empower-HER, em parceria com o Michigan Women’s Foundation, para incentivar startups comandadas exclusivamente por mulheres a desenvolver soluções e produtos com potencial para transformar suas comunidades. Além disso, apoia diversos projetos sociais no País, como Projeto Axé, na Bahia, que atende e cria oportunidades para mulheres em situação de vulnerabilidade social.

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Watson ajudará a tratar pacientes com câncer

mae_deus.jpg09/06/2017 - O Hospital do Câncer Mãe de Deus, localizado em Porto Alegre, será a primeira instituição de saúde da América do Sul a utilizar inteligência artificial como integrante tecnológico para identificar opções de tratamento para pacientes com câncer. A instituição passa a contar com o Watson for Oncology, solução que fornece aos médicos alternativas baseadas em evidências científicas mundiais. A plataforma de computação cognitiva em nuvem aponta tratamentos individualizados e orientados ao perfil de cada paciente diagnosticado com câncer.

Na prática, o médico incluirá no sistema as informações clínicas do paciente, com o seu histórico e resultados de exames. Com esses dados, a solução irá auxiliá-lo a reunir informações específicas para o tratamento do paciente. O Watson for Oncology informa a relevância de cada tratamento identificado e fornece links de apoio para cada alternativa, indicando aos oncologistas quais são as opções de tratamento, medicamentos e possíveis efeitos colaterais, o que oferece um atendimento mais personalizado e produtivo, aumentando o tempo de interação entre o médico e o paciente. No fim do processo, o médico é responsável por tomar a melhor decisão fundamentada em todas essas informações geradas pelo Watson for Oncology, podendo também dar o seu feedback em relação ao conteúdo disponibilizado pela plataforma para auxiliar no seu desenvolvimento.

ibm_watson.jpg“Um dos propósitos do Hospital do Câncer Mãe de Deus é oferecer para os seus pacientes toda a gama possível de alternativas de tratamento. O Watson for Oncology integra-se ao trabalho de nossos oncologistas, possibilitando maior acesso à informação curada e qualificando as decisões dos médicos”, afirma o diretor do Hospital do Câncer Mãe de Deus, Dr. Carlos Barrios.

A capacidade de aprendizagem da plataforma Watson for Oncology permite que ela seja aprimorada continuamente com a contribuição dos oncologistas que a utilizam ao longo do tempo. Além disso, faz com que o médico se mantenha atualizado sobre todas as evidências científicas relacionadas ao caso específico do paciente. Atualmente, cerca de 50 mil trabalhos de pesquisas oncológicas são publicados por ano. Estudos estimam que a informação médica do mundo irá dobrar a cada 73 dias a partir de 2020, tornando quase impossível que qualquer profissional de saúde se mantenha atualizado sem o auxílio da plataforma cognitiva.

Sobre o câncer no Brasil

O Instituto Nacional do Câncer (INCA) estima que 600 mil novos casos de câncer sejam registrados no biênio 2016/2017. A decisão do Hospital do Câncer Mãe de Deus de investir em um hospital dedicado e exclusivo para o câncer foi baseada em informações epidemiológicas que apontam um expressivo aumento na incidência da doença nos próximos anos. De acordo com Secretaria Municipal da Saúde de Porto Alegre, o câncer será, em pouco tempo, a principal causa de morte na cidade e no Rio Grande do Sul, superando as doenças cardiovasculares.

O que é o Watson

O Watson tem características diferenciais em relação aos demais computadores. Por serem voltados para o conhecimento, os computadores cognitivos não são programados como os computadores tradicionais, não-cognitivos, mas com recursos e arquitetura muito diferentes.

 

 

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Como seria se São Paulo fosse uma Smart City?

smartcity.jpg*Por Carlos Bokor e Mauricio de Paula
18/05/2017 - Em uma cidade de milhões de pessoas, analisar cada indivíduo é a chave para o sucesso! Destaque no mundo corporativo, a tecnologia de análise de dados está transformando as relações Empresas x Consumidores e começa a dar suas primeiras colaborações aos serviços públicos. Por meio da captação de informações, empresas públicas e órgãos federais começam a conhecer melhor os cidadãos atendidos, além de ter maior controle sobre seus processos internos, melhorando o atendimento à população e melhorando o aproveitamento da “máquina pública”. O Big Data, tecnologia responsável por esse tipo de processo, armazena, separa e analisa as informações disponíveis nos mais diversos canais, transformando hábitos, preferências e gostos em “respostas”. Essas respostas guiam os gestores para melhor atender o cliente, oferecer produtos certos ou até mesmo mudar sua operação interna. Considerando que os serviços públicos também devem estar voltados a seus clientes, no caso nós, contribuintes, como o Estado pode construir uma Smart City?

O que é uma Smart City?

Smartphones, Smartcars, seja o “Smart” que você quiser, todos esses dispositivos tem uma característica em comum: usar a tecnologia e inteligência artificial para analisar informações de forma sistêmica, traçando padrões e “respostas” que ajudem suas tarefas diárias. Em uma “Cidade Inteligente” não é diferente, por isso temos que ficar atentos a essa classificação: pontos de Wifi, iluminação com lâmpadas de LED e outras medidas tecnológicas que não tenham impacto direto na vida da população não podem ser consideradas “Smart”, mas sim modernas. A Smart City real usa os mais diversos tipos de tecnologia para melhorar as condições de vida da população, muitas vezes impactando setores que não dependem ou não aparentam usar tantos dispositivos assim, como o transporte público ou a gestão de recursos naturais, por exemplo.

Utilidades:

O setor de utilities, ou utilidades, é aquele que cuida da parte de infraestrutura dentro de uma cidade. Serviços de água e esgoto, iluminação e distribuição de energia são exemplos de “utilities” que compõem a grande São Paulo e podem ser impactadas diretamente pelo uso desse tipo a tecnologia: O conhecimento do histórico de consumo, por exemplo, permite que empresas de água e esgoto tenham visibilidade da operação total, identificando possíveis fraudes e vazamentos. O controle do fluxo de água poderia ajudar na distribuição, permitindo que os órgãos responsáveis manejassem fontes de agua por exemplo, escolhendo o manancial que gere menos custos com tratamento como fonte em períodos de menor consumo e estratégias complementares em picos de demanda.

Atualmente, a SABESP já tem um projeto de análise de dados em andamento, investindo em um “container de dados” que agrupa todas as informações disponíveis na rede de agua e esgoto. O principal resultado do investimento foi o dobro de retorno na área de auditoria, o que gerou lucro real além de economia de água.

Mobilidade:

Só o paulistano sabe como é difícil se locomover na maior cidade do país. Seja por meio do transporte público, carro particular ou até mesmo o famoso Uber, a maioria da população de São Paulo estão insatisfeitos com o seu ir e vir. As opções tecnológicas para esse setor são um pouco mais avançadas e exigem investimento em infraestrutura, conhecimento e equipamento: um dos melhores exemplos de evolução na mobilidade individual atual é o Waze, aplicativo popular que, além de servir como GPS, leva o motorista pelo caminho mais rápido.

Se o Waze facilita tanto a vida das pessoas ao pensar no “individual”, imagine um software desenvolvido pensando no coletivo, analisando os roteiros diários de cada morador de São Paulo, podendo fazer assim melhores trajetos e gestão de sinaleiros por exemplo. Com um pensamento mais futurista, esse tipo de informação pode dar ínicio a uma nova forma de gestão de ruas, em que o fluxo da cidade seria controlado de forma inteligente, adaptando diariamente os sentidos do trânsito por exemplo. No transporte público, o monitoramento do Bilhete Único, principal meio de pagamento de passagens, poderia gerar uma série de informações diárias, possibilitando, por exemplo, uma melhor gestão de frotas, oferecendo mais transporte em horários de pico. Tudo isso de forma certeira e integrada entre todos os meios públicos de locomoção. Hoje já percebemos que a CPTM e o Metrô começam a tentar tomar atitudes “smart”, adotando linhas expressas e controle de tráfego inteligentes, mas que ainda podem melhorar com o uso do Big Data.

No final do dia, o que percebemos é que as informações necessárias para transformar São Paulo em uma cidade inteligente já estão na “mesa”, sendo uma possível mina de ouro para os serviços públicos. Modernizar a máquina estatal abre possibilidades para um melhor aproveitamento dos servidores públicos, melhorando a qualidade de vida dos próprios servidores e da população que depende dos seus serviços, trazendo ganhos reais para a sociedade.

*Carlos Bokor é diretor da Teradata Brasil. Mauricio de Paula é Senior Business Consultant da Teradata Brasil.

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Frota de carros sem motorista será testada em 2019

oxbotica2.jpg12/05/2017 - Oxbotica, empresa de inteligência artificial com sede em Oxford que tem trazido carros sem motorista para as ruas do Reino Unido, anunciou que está liderando um consórcio de empresas que ajudará a consolidar o desenvolvimento de veículos autônomos no reino Unido.

O consórcio Driven - que se beneficia de recursos de £ 8,6 milhões concedidos pelo Centro de Veículos Conectados e Autônomos e entregues por meio da Innovate UK - é um projeto ambicioso que implantará uma frota de veículos totalmente autônomos em áreas urbanas e em autoestradas, culminando com uma viagem de Londres a Oxford. Estes veículos operarão no nível 4 de autonomia - o que significa que eles têm a capacidade de executar todas as funções críticas de segurança para a condução e o monitoramento das condições de estrada para uma viagem inteira, sem a ocupação de passageiros. Testes com veículos conectados e autônomos neste nível de complexidade e integração nunca foram feitos em nenhum lugar do mundo.

O plano de 30 meses do projeto deste consórcio vai balançar as indústrias de transporte e seguros, buscando remover barreiras fundamentais para a implantação comercial real de veículos autônomos. Os principais desafios que o consórcio irá abordar incluem: comunicação e compartilhamento de dados entre veículos conectados; Modelagem de Seguros de Veículos Conectados e Autônomos: perfil de risco e os novos desafios de cibersegurança que este volume de compartilhamentos de dados trará.

A maior parte do trabalho do consórcio incluirá o uso de uma frota de seis veículos intercomunicáveis equipados com o Selenium, o software da Oxbotica. Como uma plataforma, o Selenium fornece a qualquer veículo no qual é aplicado a consciência de onde está, o que o rodeia e, com esse conhecimento em mãos, como ele deve se mover para realizar uma tarefa.

O projeto vai transformar radicalmente como os seguros e veículos autônomos irão trabalhar juntos em cidades conectadas. Um dos principais desafios será a forma de segurar frotas autônomas de veículos, com o consórcio planejando desenvolver um sistema que leve automaticamente em conta dados do veículo e de fontes externas que o rodeiam como, por exemplo, sistemas de controle de tráfego.

O projeto abordará também preocupações de proteção de dados e segurança cibernética levantadas por formuladores de políticas internacionais e agências de aplicação da lei em todo o mundo, definindo políticas comuns de segurança e privacidade relacionadas com veículos conectados e autônomos.

Além da Oxbotica, outros parceiros envolvidos no projeto britânico incluem o Oxford Robotics Institute, a re/seguradora XL Catlin, a Nominet, a Telefonica O2 UK, a TRL, a RACE da Autoridade de Energia Atômica do Reino Unido, o Oxfordshire County Council, a Transport for London e a Westbourne Communications.


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Vendas mundiais de tablets seguem em queda

tablets_queda.jpg05/05/2017 - De acordo com o IDC, o mercado mundial de tablets mais uma vez se contraiu no primeiro trimestre de 2017, um declínio de 8,5%.

O mercado de tablets é composto de duas categorias de produtos diferentes, como observado pelo IDC no passado. Dispositivos que oferecem um teclado adaptável, continuam a crescer por se assemelhar a PCs portáteis tradicionais ou laptops. A outra categoria (que não têm essa opção de teclado), teve um pico de crescimento em 2014 e agora está em declínio e de acordo com previsão do IDC, deverá se manter.

“Como sabemos, o mercado de tablets foi criado em 2010 com o lançamento do iPad, apesar das tentativas mal sucedidas de outros dispositivos nos anos anteriores", disse Ryan Reith, vice-presidente do programa IDC's Worldwide Quarterly Mobile Device Trackers. “O crescimento de tablets entre 2010 e 2013 foi muito intenso e muito diferente de outros dispositivos disponíveis no mercado. No entanto, parece que passado esse período, os consumidores tornaram-se menos ansiosos para comprar um modelo novo. Continuamos a acreditar que o principal fator foi a crescente dependência dos consumidores por smartphones."

 

 

 

 

 

 


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