Bradesco usa IA no atendimento a clientes

bia.jpg13/02/2019 - Bradesco Inteligência Artificial (BIA) com IBM Watson responde perguntas em menos de 3 segundos e passa de 87 milhões de interações com clientes e funcionários

A BIA (Bradesco Inteligência Artificial) bateu a marca de 87 milhões de interações com funcionários e clientes atuais e potenciais do banco desde a sua implementação, em 2016. A expectativa é alcançar 100 milhões até março. A BIA, com uso do IBM Watson Assistant, Watson Discovery, entre outros componentes da solução, leva até 3 segundos para tirar dúvidas e realizar diversos serviços, como consultas de saldo e extrato, transferências, pagamentos de conta, investimentos, recargas de celular, empréstimos, entre outras transações.

Cerca de 9 milhões de clientes já usaram a inteligência artificial da BIA e em 2018 foram abertas 78 mil novas contas via app do Bradesco. Desde setembro de 2017, mais de 80% das avaliações dos usuários da BIA estão entre 3 e 5 estrelas. A BIA tem resposta para mais de 200 mil perguntas sobre mais de 59 produtos do Bradesco e detecta automaticamente vieses no momento em que os sistemas estão em execução.

Uma das perguntas mais frequente para a BIA foi "Como cadastrar o Token no meu celular?". A BIA consegue auxiliar o cliente a entender como obter seu token sem a necessidade de visitar uma agência, possibilitando mais agilidade e conforto para o cliente. Outro questionamento recorrente é sobre abertura de contas, ocupando, nos últimos três meses, o topo da lista de intenções acionadas.

"Quando demos início à nossa jornada de reinvenção digital, tínhamos um grande desafio, tanto de quebrar paradigmas, quanto de disponibilizar uma solução que falasse português, entendesse a cultura do País, o sotaque e a construção das perguntas. Ajudamos a ensinar o Watson a falar português e a aprimorar as respostas com feedbacks diários. Essas avaliações positivas e o crescente engajamento demonstram que estamos no caminho certo e a IBM foi a parceira ideal. Agora queremos manter e aumentar a relevância da BIA na vida das pessoas", conclui Luca Cavalcanti, Diretor Executivo do Bradesco.

"A inteligência artificial está mudando a forma como trabalhamos e vem transformando cada vez mais os hábitos de consumo. A nossa missão hoje na IBM é sermos protagonistas na reinvenção digital dos nossos clientes e criar formas únicas para atender às novas expectativas do consumidor. Nossa parceria com o Bradesco é um ótimo exemplo de como a inovação e a tecnologia estão conseguindo melhorar a experiência de milhões de pessoas no Brasil", comenta o presidente da IBM Brasil, Tonny Martins.

 

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Aualmente até as vacas já estão conectadas

huawei_vaca_conectada.jpg*Por Fernando Oliveira
11/02/2019 - Já temos "vacas tecnológicas"!? Sim. É possível acompanhar a saúde das vacas por meio de um sensor implantado sob a pele. As informações são transmitidas via wi-fi para um aplicativo no celular do pecuarista, que capta seu estado biológico. Essa realidade não se limita à pecuária, de acordo com a Gartner, até 2020, cerca de 20,4 bilhões de coisas conectadas estarão em uso em todo o mundo.

Outro dado interessante é apresentado no relatório IoT Barometer da Vodafone, que mostra que 95% das empresas entrevistadas no Brasil estão investindo mais em IoT e 81% no restante do mundo. Ainda, que 82% das organizações brasileiras afirmam que o uso da IoT cresceu e que esse investimento está gerando retorno.

A Internet das Coisas (IoT, abreviação em inglês para Internet of Things) permite objetos físicos conectem-se uns aos outros, comuniquem-se entre si e com os usuários por meio de sensores e softwares que transmitem dados. Ela faz com que a realidade das "vacas conectadas" seja apenas uma de suas infinitas possibilidades aos negócios de diferentes segmentos do mercado.

Por meio da IoT, as informações são passadas com mais rapidez aos setores, aumentando a eficiência. No Varejo, por exemplo, por meio de uma câmera inteligente conectada a uma plataforma, seria possível identificar o perfil de cada consumidor que adentrar na loja, a partir de variáveis como sexo, idade, frequência de visitas no estabelecimento e histórico de compra. Tudo isso sem a necessidade de aplicar pesquisas individuais.

Apesar das possibilidades e benefícios que a IoT apresenta, também traz consigo a preocupação com a segurança, pois aparelhos conectados a uma rede possuem um endereço de IP que pode se tornar uma vulnerabilidade. Por quê? Porque torna-se uma via de acesso e se o hacker acessar esse endereço obterá os dados que estão gravados na máquina e até na rede.

Por isso, as soluções de proteção devem conservar o dispositivo, a conectividade (rede) e os dados. Dentre os métodos mais conhecidos e eficazes para impossibilitar a invasão de hackers estão: fortificar a autenticação, implantar criptografias e proteger a rede. Além disso, o negócio deve contar com uma equipe preparada para lidar com ameaças e pronta para agir de acordo com metodologias especificas de proteção.

Portanto, tanto os benefícios ao negócio quanto os investimentos que já vem sendo feitos por empresas brasileiras e internacionais em IoT demonstram que é um caminho sem volta para o mercado atual. Porém, não se deve esquecer de incorporar políticas de segurança aos projetos de IoT para evitar contratempos e aproveitar ao máximo suas possibilidades.

Na foto, dispositivo desenvolvido pela Huawei é fixado por uma coleira ao corpo das vacas, servindo para monitorar sua atividade no pasto. Solução foi apresentada pela empresa no Futurecom, em outubro de 2018.

*Fernando Oliveira é CEO na SEC4YOU, empresa brasileira de segurança da informação focada em serviços e soluções de Identidade e acesso, além de ofertas de transformação digital para os mais diferentes segmentos.

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Conectar pessoas e tecnologias traz mais segurança

selma_migliori.jpg*Por Selma Migliori
06/02/2019 - As câmeras de videomonitoramento estão espalhadas por estabelecimentos comerciais, instituições financeiras, hospitais, casas e já criaram uma rede de dados que cobre praticamente todas as cidades do Brasil – o próximo passo é agora conectá-los.

A câmera do estabelecimento vizinho se tornou essencial para resolver uma ocorrência no outro quarteirão. Cada vez mais chega-se ao consenso que é fundamental conectar tecnologias e, mais do que isso, conectar pessoas interessadas em colaborar ativamente para a segurança do bairro.

Em resumo, o videomonitoramento de uma residência, por exemplo, não é apenas importante àquela família, mas também para toda vizinhança, bairro ou cidade. Os dados compartilhados ganham força e resolvem mais rapidamente quebra-cabeças que antes seriam impossíveis.

As cidades cresceram de tal forma que a colaboração de todos os setores é essencial para manter a ordem e segurança dos cidadãos.

Na capital paulista já existem esforços nesse sentido. O programa São Paulo Inteligente, conecta os gestores de grandes estabelecimentos engajados em investir em tecnologia de videomonitoramento e compartilhar as imagens com o Detecta, programa da Polícia Militar de São Paulo. Em troca, a melhoria na segurança beneficia a cidade como um todo, assim como shoppings, hospitais, mercados e outros estabelecimentos que participam da iniciativa.

O modelo de compartilhamento de dados com as autoridades policiais é relativamente novo e possível após a popularização dos equipamentos IP. Na vanguarda deste novo marco na segurança pública e privada, a ABESE está ajudando através de um grupo de trabalho e do próprio programa a abrir um canal entre empresários e o município para integrar recursos em prol do bem comum.

Mais do que uma evolução tecnológica, a missão é aproximar pessoas e transformar o olhar do setor privado para além da calçada. A tecnologia permitiu que, ao olhar a cidade como responsabilidade também de cada cidadão, indivíduos pudessem colaborar com a segurança pública ou mesmo com a segurança de um estabelecimento do outro lado da cidade – conectados por uma rede de tecnologia e solidariedade.

*Selma Migliori é Presidente da ABESE - Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança
#ConecteSe #Juntossomosmais

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PMESP inova com videoconferência e telemedicina

pmesp.jpg06/02/2019 - Departamento de Perícias Médicas da Polícia Militar do Estado de São Paulo alcança uma economia superior a R$ 3 milhões sem deslocamentos de policiais militares

Aprimorar o atendimento médico-pericial e promover a interação entre os médicos do Departamento de Perícias Médicas (DPM) e os médicos das Unidades Integradas de Saúde (UIS) do Serviço de Saúde da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP) foram os principais desafios da corporação nos últimos dois anos. O objetivo era o de otimizar as ações periciais para proporcionar, de um lado, um maior conforto ao policial, evitando longos períodos e complexa logística de deslocamentos e, de outro lado, possibilitando maior agilidade para retorno dos policiais às atividades na corporação.

Para isto, o DPM adotou a plataforma de videoconferência da Polycom com a qual pôde ampliar e difundir o atendimento médico-pericial do departamento. Anterior à adoção de videoconferência, havia a necessidade da presença do policial militar no DPM localizado na cidade de São Paulo. O efetivo da PMESP é de aproximadamente 89.000 policiais militares distribuídos em 645 municípios sendo que muitos desses estão distantes da capital a centenas de quilômetros.

A implementação do atendimento pericial por videoconferência proporcionou uma redução significativa de deslocamentos de milhares de policiais militares, em média 7 mil profissionais por ano, poupando recursos e tempo, oferecendo maior conforto aos policiais, reduzindo o impacto ambiental, viabilizando a agilidade administrativa e disponibilizando rapidamente um maior número de policiais militares para retomar a sua função.

A PMESP mantém em seu Centro de Operações a infraestrutura de videoconferência que atende toda a corporação e, sob a qual, expandiu-se o sistema para uma estrutura ao DPM, a fim de realizar as perícias médicas de maneira mais otimizada e colaborativa por videoconferências. Através desse sistema, o oficial médico da UIS estabelece conexão síncrona com o DPM para que o policial militar, ali presente, possa ser periciado.

Metas e consolidação da telemedicina

Com a experiência positiva de videoconferência na área pericial, o DPM tem a intenção de estender tal recurso para a área assistencial, proporcionando que oficiais médicos das unidades integradas de saúde entrem em contato com oficiais médicos especialistas do Centro Médico, localizado na capital, a fim de discutirem sobre algum tipo de patologia especificamente. O projeto está respaldado pela resolução do Conselho Federal de Medicina Nº 1.643, de 7 de agosto de 2002 que regulamenta a telemedicina para discussões de casos e até de intercorrências.

 

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Aumenta a procura de crédito pelas PMEs em 2018

kavod_lending.jpg31/01/2019 - A competição na concessão de crédito para empresas de médio e pequeno porte tende a acirrar em 2019, já que grandes bancos privados anunciaram previsão de expansão na oferta. As fintechs, empresas que usam tecnologia de ponta para oferecer produtos e serviços financeiros, vêm ganhando mercado nos últimos anos e fortalecendo a concorrência no setor, ao praticar juros baixos em operações rápidas. “A burocracia e o alto custo dos grandes bancos afastam pequenas e médias empresas, que precisam de capital para crescer. Por atuarmos com taxas a partir de 1,1% ao mês, fechamos 2018 com a procura por crédito 17,5 vezes maior do que no ano anterior”, anuncia Fábio Neufeld, CEO e cofundador da fintech Kavod Lending.

Desde que iniciou suas operações, em 2017, a Kavod Lending já transacionou mais de R$ 5,8 milhões e captou empréstimos coletivos para unidades do McDonald’s, Subway, KFC, Sterna Café, Bar do Alemão, China in Box, Calvin Klein, FastRunner e também para a FAPPES (Faculdade Paulista de Pesquisa e Ensino Superior). Atua com foco em franquias por acreditar que são modelos de negócios rentáveis para os empreendedores e com menor risco de inadimplência para o investidor. “Analisamos diversos fatores como faturamento, balanço e imposto de renda dos sócios. Também exigimos uma garantia real, já que na outra ponta do negócio temos um investidor. Atuamos com peer to peer lending, modalidade também conhecida como empréstimo coletivo ou financiamento coletivo”, explica Neufeld.

Nesta modalidade, são pessoas físicas ou jurídicas que investem e financiam as empresas. Fintechs, como a Kavod Lending, são intermediárias no processo. Na Kavod, o investidor faz um aporte mínimo de R$ 3 mil e recebe o valor atualizado mensalmente, em até 24 meses. “O retorno é alto em comparação a outros investimentos: varia entre 200% e 250% do CDI. Além disso, não trabalhamos com empresas negativadas e que atuem há menos de 24 meses e exigimos uma garantia real, o que acaba mitigando o risco da operação”, explica Renato Douek, cofundador e CMO da Kavod.

A garantia real é dada pela empresa que busca o crédito e pode ser desde recebíveis de cartão de crédito, alienação de veículos ou imóveis, entre outras - conforme a disponibilidade da empresa e o nível de risco. A Kavod analisa faturamento, balanço e como a empresa usará os recursos, entre outros fatores. “Atuamos com grupos econômicos que tenham faturamento mínimo de R$ 5 milhões ao ano e que busquem recursos para expandir seus negócios, por exemplo”, esclarece Douek.

Além da garantia real e da análise técnica, a Kavod oferece um Relatório de Risco do Serasa de cada empresa, que é imparcial na análise e apresenta uma nota de crédito (rating) da empresa. “Com a operação bem estruturada, conseguimos atuar com prazo para pagamento de até 24 meses e com taxas de financiamento muito abaixo do praticado por bancos tradicionais, que muitas vezes atrelam a tomada de crédito à contratação de outros produtos e serviços – encarecendo ainda mais a operação”, compara Neufeld, que é especialista em estruturação de operações financeiras, com mais de 16 anos de experiência no mercado financeiro em grandes bancos.

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No mercado de petróleo não tem doutor

jose_roberto_mendonca_barros.jpg*Por José Roberto Mendonça de Barros
29/01/2019 - Em 1964, eu fazia o curso de Economia da FEA-USP, quando tive de começar a cuidar de uma fazenda de café na região de Maringá (PR). A tecnologia mais simples da época permitia tocar a propriedade com viagens a cada 45 dias, sem que tivesse no local nenhuma estrutura administrativa mais pesada. Hoje, isso seria muito difícil.

Essa experiência, que durou 20 anos, foi complementada por outra: durante 1965 trabalhei, com Guilherme Silva Dias, como assistente de pesquisa, num projeto, que virou clássico, onde o professor Antonio Delfim Netto mostrou que a política de valorização dos preços do café dos anos 50 havia resultado numa elevação da concorrência, de sorte que "blends" de cafés robusta africano e arábica suaves da Colômbia (na base 75/25) reproduziam vantajosamente o produto brasileiro, o que acarretou uma perda progressiva de mercado. Finalmente, uma ligação de alguns anos com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) complementou meus horizontes do que hoje é conhecido como agronegócio.

Mas, em 1965, ainda era um aprendiz e, com a colheita em andamento, tive minha primeira experiência de vender café. Nervoso, verde aos 21 anos, com medo de fazer bobagem, dependia do suporte da Cooperativa dos Cafeicultores de Mandaguari (Cocari), cujo presidente era o saudoso Orípes Rodrigues Gomes. Na décima vez em que lhe perguntei se era bom vender naquele momento, tive a primeira grande lição de economia na prática. Orípes me disse algo do tipo: "Menino, eu acho que é hora de vender, mas lembre-se que no mercado de café não tem doutor".

Isso porque, como se aprende com o tempo, o futuro é impenetrável e espesso. Por melhores que sejam os dados e os modelos de previsão, por mais experiência que se tenha, sempre ocorrem choques inesperados, mudanças súbitas de tendência e outras crises que alteram o rumo projetado.

Essa história do doutor me vem à mente a propósito do que ocorreu no mercado de petróleo recentemente. Em meados de 2017, o petróleo tipo Brent atingiu a cotação de US$ 44 por barril, número baixo quando se leva em conta que o mundo estava crescendo bem. A Opep e a Rússia já tinham colocado em prática uma política de redução da produção desde janeiro. Surpreendentemente, o cumprimento do entendimento por parte dos países-membros da organização foi total, o que nunca foi o padrão dos acordos da Opep. Com isso, os estoques excedentes foram sendo consumidos, de sorte que ao fim de 2017 os preços já estavam na faixa de US$ 65 por barril, resultado mais do que satisfatório para os produtores.

Já em 2018, os altistas tiveram uma ajuda surpreendente e inestimável: a produção venezuelana colapsou, em mais um importante capítulo na longa crise daquele país. Nos primeiros nove meses do ano, mais de 750 mil barris de petróleo por dia deixaram de ser bombeados, levando as cotações para a faixa de US$ 80.

Nesse momento, praticamente todos os bancos, tradings e analistas ao redor do mundo passaram a prever que o preço do petróleo iria bater os US$ 100 por barril, o que se transformou em grandes manchetes. É aqui que entra o título deste artigo, uma vez que menos de 90 dias depois, o óleo bateu US$ 50, numa queda épica que pulverizou todas as projeções anteriores.

O que detonou a reversão foi a aceitação, pelos mercados, de que a economia global entraria numa fase de desaceleração econômica, que prevalece até hoje. Mais que o preço, o que chama a atenção nesse período foi a violência na queda. Isso tem tudo a ver com o mercado de derivativos associado às cotações do produto.

A volatilidade dos mercados foi ensinando aos produtores de petróleo a travar seus resultados, comprando opções de venda, quando as cotações atingem níveis altos, e, especialmente, se existirem dúvidas quanto à sua manutenção, o que ocorreu neste caso pela revisão do futuro do crescimento global.

Assim, produtores de petróleo estavam comprados e agentes do mercado financeiro vendidos. Em mercados desse tipo, a reversão das expectativas leva à liquidação das opções a qualquer preço, o que faz o mercado afundar. Depois de zeradas as posições, a calma volta e os preços podem até subir um pouco, o que também ocorreu nesse caso. Haja coração, dinheiro para não quebrar e a dolorosa lembrança que no mercado não tem doutor.

*O artigo escrito por José Roberto Mendonça de Barros e publicado no jornal O Estado de São Paulo de 27/01/2019.

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