Vídeos de produtos ajudam na decisão de compra?

tv_smartphones2.jpg*Por Renan Mota
02/12/2019 - Se você chegou até aqui é por que tem buscado novas respostas sobre quais são as tendências no mundo do marketing. E se há ao menos uma estratégia na qual deve ficar de olho são os conteúdos em vídeo, os chamados vídeo marketing.

A fama dessa ferramenta tem a ver com a nova forma de consumir. As pessoas pesquisam; buscam por informações antes de decidir se compram ou não um produto ou adquirem um serviço. E mesmo que o usuário encontre respostas claras e objetivas em um texto, os vídeos são o formato preferido: de acordo com uma pesquisa feita pela empresa de análise de performance digital SearchMetrics, uma fração cada vez maior de pessoas têm buscado por vídeo em vez de texto ou fotos. Ele é capaz de solucionar as principais dúvidas e direcionar o cliente para o "sim".

Primeiramente, vamos pensar sobre a jornada de compra de um consumidor em potencial. A fase inicial é a descoberta. O indivíduo se dá conta que tem uma necessidade e passa a pesquisar informações para entender como enfrentar o problema. Em seguida, ele pensa e pesquisa por soluções. Como ele pode solucionar essa necessidade? Assim, ele analisa as soluções de compras, os tipos de produtos disponíveis no mercado e respectivos fornecedores. É aqui que o fator preço deixa de ser um elemento certeiro, já que no cenário atual, o consumidor leva em consideração a qualidade e satisfação de experiência da compra, desde a demonstração das características do produto até receber a embalagem intacta.

Neste contexto, o vídeo não apresenta apenas um conteúdo didático, é uma linguagem que traz o cliente para perto da marca ao unir pessoalidade. Um exemplo de vídeos com alto engajamento são os de "unboxing", em que acompanham o comprador em todas as etapas do processo, desde a remoção de cada componente, a montagem das peças e a exibição do produto acabado.

Esse tipo de conteúdo permite chamar a atenção para o design ou alguma especificidade do produto e os consumidores sabem o que exatamente receberão, ajudando a alinhar as expectativas em relação a compra. De acordo Kissmetrics, empresa de análise e estatísticas online, os visitantes do site que assistem a um vídeo de produto têm até 85% mais chances de comprá-lo. Em se tratando de pequenos e-commerces a avaliação dos clientes é ainda mais preciosa: uma pesquisa americana mostra que 68% das pessoas leem entre uma e seis avaliações de outros clientes antes de decidir se compram um produto. Ou seja, a famosa "boca a boca" não morreu, só se transformou.

Outra característica favorável aos vídeos de marketing e vendas é o potencial enorme de compatibilidade com as redes sociais. Um vídeo de um minuto pode ser editado para segundos e exibido no Instagram ou como teaser no Youtube. Um exemplo bem-sucedido é da empresa americana Advance Auto Paris, que criou vídeos com instruções de montagem, uso e manuseio, didáticos, não apenas para o site, também para o Facebook. O engajamento aumentou, graças ao compartilhamento deste tipo de conteúdo entre os seguidores -- uma propaganda orgânica, sem investimento em campanhas patrocinadas! Além disso, a presença da marca é fortalecida, sua relevância na memória dos usuários também o que lá na frente vai influenciar no processo de tomada de decisão.

Diante do novo comportamento de consumo, profissionais do marketing e vendas devem incluir essa estratégia no planejamento. Se você ainda não deu este passo, passou da hora de começar!

*Renan Mota é co-fundador da CoreBiz

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Como serão as moradias na próxima década?

joaquim_venancio.jpg*Por Joaquim Venancio
21/11/2019 - Como você imagina a sua casa nos próximos anos? Quais inovações poderiam tornar a vida em condomínio mais prática e segura? Baseando-se nessas perguntas podemos avaliar as tendências para a vida em condomínios e as inovações residenciais que estarão disponíveis para os próximos anos.

Uma ótima análise foi publicada pelo jornal britânico Financial Times, que avaliou como serão as residências e o mercado residencial a partir da década de 2020. Para a publicação, a tecnologia terá um papel importantíssimo nesse mercado daqui para a frente.

Para nós, as tendências tecnológicas no futuro estão menos voltadas para a realidade de automação, drones e robôs e muito relacionadas a adaptação às necessidades mais básicas do usuário, como: economia compartilhada, segurança, praticidade e sustentabilidade ao extremo.

Uma das mais importantes novidades, nesse caso, está relacionada a segurança e se trata da adequação a Lei Geral de Proteção de dados (LGPD), que tem o intuito de proteger os dados do usuário em uma época em que eles se tornam mais e mais importantes. Nesse sentido, empresas de soluções para condomínios e residências - portarias remotas, administradoras digitais e interfones virtuais - passarão a armazenar seus dados em nuvens e sistemas muito protegidos, além de limitar muito o acesso dos seus funcionários às informações de moradores e visitantes.

Outra questão importante e que deve atingir a vida nos condôminos e moradores de residências de forma profunda é a lógica da economia compartilhada. E aqui não estamos apenas falando de apps para aluguel ou compra de residências. Acreditamos que a partir de 2020, os condomínios entrarão em uma nova era em relação a esse tipo de prática.

Estamos falando aqui de cada vez mais compartilharmos espaços para reduzir custos, como em lavanderias compartilhadas, por exemplo, que já estão chegando aos novos prédios construídos no Brasil. Espaços de lazer, compartilhamento de vagas e veículos autônomos dentro dos próprios edifícios também serão opções procuradas daqui para frente.

A sustentabilidade também será um dos grandes pilares do futuro. Indicadores de mercado mostram que eles estarão cada vez mais preocupados com a questão nos locais onde vivem e entenderão as soluções tecnológicas como grandes aliadas no controle de consumo de água e energia, coleta e reaproveitamento de lixo de forma mais prática e eficiente, tornando o consumo cada vez mais consciente.

Com essa nova realidade, surgem também novos desafios. Ao nosso ver, o principal é criar condições para alinhar as inovações das residências e condomínios com a comunidade. É preciso preparar as grandes cidades para essa tendência. E não apenas no que diz respeito a infraestrutura, mas também a qualificação de pessoal. Os profissionais envolvidos nesse ecossistema precisam estar prontos para lidar com as inovações. Caso contrário, nadarão contra a maré!

Joaquim Venancio é CEO e fundador da Noknox, uma plataforma que tem como objetivo conectar pessoas aos seus lares e locais de trabalho unindo praticidade, segurança e conforto.

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Espera para patentes pedidas está em 6,6 anos

patentes.jpgPor Convergência Digital
18/11/2019 - O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) admitiu que existe um estoque de patentes pedidas ainda na fila de espera. O atraso médio, hoje, é de 6,6 anos, diz o presidente do instituto, Claudio Furtado. Segundo ele, com os novos modelos de atuação, os processos já levam, em média, oito meses para serem avaliados.

O acumulo aconteceu, de acordo com Furtado, devido a falta de investimentos em tecnologia e um crescimento no número de pedidos acima da capacidade que o órgão tinha. Para contornar o problema, as avaliações estão sendo feitas levando em consideração os registros feitos em outros países. “Um uso de pesquisas relevante sobre patentes que já estão depositadas e foram concedidas no exterior. Nós não precisamos fazer retrabalho, fazer coisas de novo aqui”, explicou o presidente do instituto. De acordo ainda com o INPI, em 2018, foram depositados 27,4 mil novos pedidos de patentes, sendo que desses, 7,4 mil eram de brasileiros.

Furtado informou ainda que foi mudado até o regime de trabalho dos avaliadores, usando o trabalho remoto, como forma de aumentar a produtividade. “Foram 20 mil casos solucionados em aproximadamente três meses de trabalho”, disse Furtado. A meta é que a partir de 2021 o prazo médio para processamento dos pedidos de patentes seja de dois anos.

As declarações do presidente do INPI aconteceram na assinatura de um termo de cooperação para agilizar os registros de patentes com a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii). O termo vai priorizar os pedidos feitos pelos núcleos de pesquisa do sistema Embrapii.

Na avaliação do presidente da Embrapii, Jorge Guimarães, a cooperação deve aumentar o interesse das empresas em desenvolverem tecnologias com as unidades credenciadas pela Embrapii. “Isso é uma oferta espetacular para as empresas”, ressaltou após a assinatura do termo. A empresa tem 42 núcleos de pesquisa credenciados no país que recebem fomento para desenvolver pesquisas em parceria com empresas.

O modelo da Embrapii, em que as empresas se tornam proprietárias das patentes, também aumenta a aplicação das tecnologias desenvolvidas, na avaliação do presidente do Inpi, Cláudio Furtado. “Para que patente se torne efetivamente um bem econômico, ela tem que ser explorada. Não é apenas o registro da patente no Inpi. [É] Isso que o modelo Embrapii está solucionando, fazendo com que as empresas sejam as proprietárias das patentes, porque aí elas já tem aplicação imediata”, disse.

Em seis anos, a Embarpii apoiou cerca de 800 projetos que resultaram em 300 pedidos de registro de propriedade intelectual, com R$ 1,3 bilhão em investimentos. A expectativa é que o acordo aumente esse volume. “O acordo que foi firmado hoje tem uma grande importância porque vai ser um gerador de propriedade intelectual”, disse Furtado.

*Reportagem da Agência Brasil

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Setor eletrônico cresce 6,2% em setembro

industria.jpg07/11/2019 - A produção industrial do setor eletroeletrônico cresceu 6,2% no mês de setembro de 2019 em relação ao mesmo mês do ano passado. A produção da indústria eletrônica brasileira reagiu durante o mês de setembro e cresceu 9% na comparação com o mesmo período de 2018. É o que demonstram os dados divulgados pelo IBGE agregados pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).

Ressalta-se que o mês de setembro deste ano (21 dias) teve dois dias úteis a mais do que setembro de 2018 (19 dias). Com o resultado, o setor se recupera da queda apresentada em agosto (-1,2%). O desempenho foi motivado pelas elevações tanto da área eletrônica (+9,0%), quanto da área elétrica (+3,6%).

No acumulado de janeiro a setembro de 2019, a produção industrial do setor eletroeletrônico recuou 0,8% em relação ao igual período de 2018. O resultado decorreu do recuo de 2,8% da área eletrônica e da elevação de 1,2% da área elétrica.

Lei da Informática

O projeto de lei (PL 4.805/2019) que propõe adequações necessárias na Lei da Informática – conforme determinação da Organização Mundial do Comércio (OMC) – teve movimentações na Câmara após aprovação de pedido de urgência para a tramitação no último dia 30 de outubro.

Nesta quarta-feira, 6, foi aprovado o parecer favorável do relator André Figueiredo (PDT) na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) da Câmara. Dessa forma, o projeto de lei já pode ser votado no plenário.

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Um outubro conturbado na América Latina

america-latina.jpg*Por André Frota
05/11/2019 - A fotografia da América Latina em outubro de 2019 é marcada por uma onda de protestos no Chile e no Equador, uma crise constitucional no Peru e eleições na Bolívia, no Uruguai e na Argentina.  

O Chile, caso de maior radicalidade, governado pelo presidente Sebastián Piñera, declarou estado de exceção desde que a onda de protestos se proliferou em todo o país. O estopim da crise social iniciou em Santiago, quando os estudantes secundaristas começaram a se manifestar contra o aumento do preço da passagem de metrô na capital. Grande parte da população depende desse meio de locomoção e os custos com o transporte público formam uma parte significativa das despesas correntes dessa fatia da população. A resposta inicial de Piñera, entretanto, foi de criminalizar o movimento estudantil e adotar medidas demasiadamente repressivas contra o levante. Em poucos dias, o exército foi acionado e o estado de exceção foi declarado. O atrito entre população e exército acendeu as memórias ainda vivas da ditadura militar encerrada no final dos anos 80. O choque e a radicalização de ambos os lados criaram um grau de tensão social que já conta com dezenas de mortos, muitos estabelecimentos depredados e saqueados e com inúmeras prisões decretadas.

A crise social no Equador, uma república presidencialista governada por Lenin Moreno, sucessor político e antigo vice-presidente de Rafael Correa, tem sua trajetória política originada nos círculos do Movimento de Izquierda Revolucionária. Como presidente, entretanto, iniciou o mandato com um pacote econômico de austeridade, cortando gastos públicos, eliminando subsídios e, sobretudo, recorrendo a empréstimos do Fundo Monetário Internacional.  O início da crise social ocorre quando o corte de subsídios atinge o preço dos combustíveis, mais que dobrando o preço da gasolina e do diesel. Como resultado, uma onda de protestos sociais protagonizados pelos grupos indígenas, uma parte representativa da população equatoriana, bloqueia estradas e ocupa as ruas da capital, Quito. O choque entre governo e população já acumula quase uma dezena de mortos e milhares de feridos, além da transferência da capital de Quito para Guayaquil.

Ao contrário do Chile e do Equador, Bolívia e Argentina vivem um estado de relativa estabilidade social, ainda que condicionada pelo calendário eleitoral. A república representativa democrática presidencial boliviana recepcionou eleições que indicaram vitória no primeiro turno do indígena da etnia Aimará Evo Morales. O presidente tem suas raízes no movimento sindical indigenista e defende bandeiras como a reforma agrária, a nacionalização de setores da economia combinada à cooperação internacional com o setor privado em matéria industrial. Apesar de o processo ter sido contestado pela oposição e a Organização dos Estados Americanos estar investigando a condução das eleições, Morales ainda se mostra como o candidato mais competitivo.

Por fim, a democracia representativa republicana da Argentina recepcionou um processo eleitoral no fim de semana que elegeu a chapa peronista de Alberto Fernández e Cristina Kirchner. Destituindo a tentativa de reeleição de Maurício Macri, a chapa eleita está atrelada às bandeiras históricas da justiça social e do papel intervencionista do Estado. Macri entregou o país com cinco heranças macroeconômicas negativas: i) uma deterioração das reservas de dólares; ii) uma grande desvalorização cambial; iii) a contração de uma nova dívida externa com o FMI; iv) uma taxa de inflação na casa de 40%; v) uma taxa de desemprego em 10%. Cenário que o grupo peronista terá de responder em um curto espaço de tempo.

Enfim, a fotografia política de boa parte da América Latina no fim de outubro permite breves considerações gerais: em primeiro lugar, nota-se que a experiência democrática latino-americana contempla o potencial permanente de transição entre as elites político-partidárias a cada ciclo eleitoral; em segundo, que os modelos econômicos chileno e argentino são menos previsíveis do que os receituários clássicos apresentam. Isso significa, por um lado, que a percepção de parte da opinião pública sobre medidas de austeridade no curto prazo nem sempre consegue corrigir problemas inflacionários ou desequilíbrios sociais; em terceiro, que o caleidoscópio político latino americano alterou suas tonalidades, influenciado pelos novos tons da Casa Rosada e pelo levante por mais direitos sociais no Chile.

*André Frota é professor dos cursos de Relações Internacionais e Ciência Política e membro do Observatório de Conjuntura do Centro Universitário Internacional Uninter.

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Tecnologia revoluciona rotina dos advogados

vexia_2.jpg25/10/2019 - Robô rouba a cena em eventos para advogados em São Paulo Inteligência artificial e automação são tendências no setor jurídico

Caminhando de um lado para o outro pelos corredores de um evento de conteúdo e negócios jurídicos que acontece em São Paulo, o robô da Vexia, empresa de tecnologia voltada para o setor jurídico, vai explicando aos visitantes detalhes da Lei Geral de Proteção de Dados, nova legislação que está mudando radicalmente a maneira com que as empresas lidam com informações de terceiros. O evento é a Fenalaw 2019, que termina hoje em São Paulo, de 23 a 25 de outubro no Centro de Convenções Frei Caneca.

A presença do robô da Vexia é um indicativo de como a tecnologia foi incorporada ao dia a dia dos advogados. Cerca de 40% do espaço de exposição da Fenalaw este ano, estão dominados por startups de tecnologia voltadas para o setor jurídico.

Desburocratização e modernização do sistema judiciário brasileiro são as principais demandas dos advogados para a as lawtechsou legaltechs, as startups de tecnologia voltadas para o setor jurídico.

A Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs (AB2L) registrou crescimento de 2.010% no número de empresas associadas. Criada em 2017, a AB2L passou de 20 associados para 422 em apenas três anos. “As lawtechssurgiram para gerar um ganho em eficiência na gestão de processos, deixando mais tempo para o advogado desempenhar o seu papel focado no cliente”, afirma o diretor executivo da AB2L, Daniel Marques.

Abaixo listamos seis lawtechs que estarão presentes na Fenalaw 2019 e as soluções que estão transformando o mercado jurídico.

1 - Análise de decisões judiciais - O Cockpit Jurídico, principal produto da DigitaLaw, contempla toda a base nacional de processos, o que possibilita a análise assertiva de informações sobre como os juízes julgam, valores médios de condenação, tempo de julgamento, entre outros dados relevantes para a tomada de decisões. A plataforma possui atualmente mais de 1 milhão de processos registrados.

2 - Gestão de contratos na nuvem - Seguindo a tendência de diminuir a quantidade de papel, desburocratizar os processos e fazer uma efetiva gestão de contratos, a plataforma Contraktor faz o gerenciamento de contratos em nuvem. Os planos de venda são personalizados por tipo de empresa e vão desde requisitos básicos para criação, assinatura e armazenamento de contratos em nuvem até funcionalidades mais avançadas com criação rápida de modelos de contratos e certificação digital.

3 - Chatbot via WhatsApp - O chatbot Justine é integrado ao softwarejurídico para uso corporativo da ProJuris. O chat interage via WhatsApp com o usuário e faz consultas e busca de processos. A ProJuris cresceu 50% por ano nos últimos três anos: são 1.800 clientes e mais de 20 mil advogados que utilizam os produtos atualmente.

4 - Gestão de processo com inteligência artificial - O TecnoJURIS da Tecno2 usa inteligência artificial para analisar a movimentação de processos, o que otimiza as tarefas do advogado, como a inclusão de prazos, agendamento de audiências e outros atos.

5 - Resolução de disputas online - O software JUSTTO é uma plataforma de negociação de acordos online. O sistema oferece uma visão geral de todas as negociações em andamento em tempo real. A solução emprega inteligência artificial para entregar relatórios de performance e insights das negociações que ajudam a conhecer o perfil da carteira de clientes e direcionar a melhor política de acordos.

6 - Auxílio em investigações - A plataforma upMiner da upLexis utiliza o poder de tecnologias debig data, inteligência artificial e computação em nuvem para automatizar consultas em centenas de fontes de conhecimento disponíveis na internet, bureaus de crédito e bases de dados proprietárias, processando e cruzando milhares de informações sobre empresas e pessoas em tempo real e gerando relatórios gráficos e analíticos de fácil leitura e interpretação.

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