Mercado de viagens irá contar com chatbots

chatbot_2.jpg06/08/2018 - Para os viajantes de negócios que sempre estão indo de um lugar para outro, os chatbots vinculados aos operadores de viagens e provedores de acomodação são ferramentas que têm cada vez mais valor, permitindo que eles obtenham vantagens do uso de chats de voz ou mensagens instantâneas operados por Inteligência Artificial (AI) para solucionar diversas dúvidas de viagem – tais como, verificar o clima e procurar opções de transporte pela cidade – além de receber rápido apoio ao cliente. Gartner, uma empresa líder na área de consultoria e pesquisa de mercado, previu em 2011 que até 2020, 85% das interações dos clientes ocorreriam via chatbot, e que até 2021, 50% das empresas gastariam mais com os bots do que com aplicativos. Isso significa que o mercado de viagens deve adotar esta tecnologia em um ritmo acelerado para satisfazer a demanda crescente.

Pesquisas mostram que os clientes já estão aceitando a ideia. Uma pesquisa recente da Booking.com revelou que uma grande maioria dos viajantes (80%) prefere utilizar serviços autônomos para obter as informações de que precisam, e metade deles (50%) não se incomoda se estão lidando com uma pessoa de verdade ou com um computador, contanto que as perguntas sejam respondidas. Para consultas sobre os planos de viagem feitos com a Booking.com, a demanda está sendo atendida com o Booking Assistant, ativado por AI, para quem os viajantes podem fazer perguntas pós reserva sobre a acomodação ou sobre qualquer coisa que vai de pagamentos a transportes, horários de chegada e partida, alterações de datas e disponibilidade de internet, tudo através do dispositivo e plataforma de interesse. O Booking Assistant agora pode lidar com quase 50% dessas dúvidas de hospedagem dos clientes automaticamente. Isso significa um aumento na comodidade, confiança e velocidade para os viajantes de negócios, cujas agendas ocupadas exigem suporte imediato e correto.

Ao planejar uma viagem de negócios em particular, os viajantes querem garantir que não enfrentem nada desconhecido, então, garantir que quaisquer dúvidas possam ser respondidas rapidamente deixará o viajante tranquilo, e isso minimizará qualquer stress adicional.

Além da velocidade e simplicidade, os chatbots oferecem a contínua oportunidade de melhorar a experiência do cliente com a habilidade de ir além em uma vasta quantidade de informações, que um humano demoraria muito mais para processar. Ainda há lugar para a interação com humanos, apesar de tudo – se o Booking Assistant identificar uma questão que não pode solucionar sozinho, ele chama o suporte da equipe de apoio ao cliente ou da propriedade, dependendo de qual for mais adequado. AI não se trata de substituir a interação humana, mas sim um veículo para facilitar uma experiência ainda mais personalizada, gratificante e sem atritos para o cliente. A combinação vencedora de interação humana e AI está alimentando uma experiência de viagem mais personalizada, recompensadora e sem atritos.

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Serviço de bikes compartilhadas chegam em SP

bike_yellow_2.jpg02/08/2018 - O primeiro serviço de bicicletas compartilhadas sem estações do Brasil inicia com 500 bikes em operação piloto nas regiões da Faria Lima e Vila Olímpia

A Yellow, empresa brasileira de soluções de mobilidade urbana individual, anuncia hoje a disponibilidade do serviço para a população da cidade de São Paulo. Pioneira no Brasil em atuar com o inovador sistema de bicicletas soltas com redistribuição livre e liberadas por aplicativo de celular, a Yellow chega hoje às ruas da cidade com 500 bicicletas em projeto piloto que será expandido gradualmente em parceria com a Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes da Prefeitura de São Paulo.

Após a fase inicial, para observar comportamentos e adquirir aprendizados para melhor organização da cidade, a expansão prevê 20 mil bicicletas na capital paulista ainda em 2018 e até 100 mil em 2019, incluindo regiões periféricas, outras cidades do Brasil e outros veículos, como patinetes.

A Yellow inicia a operação piloto no centro expandido de São Paulo, nas regiões da Faria Lima e Vila Olímpia, onde servirá a uma população flutuante inicial de aproximadamente 1,5 milhão de pessoas, que se desloca diariamente por meio de diferentes tipos de transporte. O intuito é que a Yellow seja a opção complementar para otimizar os deslocamentos diários e integrar diferentes modais, sendo alternativa de transporte principalmente para as chamadas "primeira e última milha" das viagens urbanas. O custo da Yellow é R$ 1 real a cada 15 minutos - e segundo a empresa, permitirá que a bicicleta possa ser considerada como solução efetiva de integração ao transporte cotidiano e de lazer na cidade.

"Estimamos que para cobrir a demanda da cidade de São Paulo com bicicletas como alternativa de transporte são necessárias 120 mil bicicletas. Nosso plano é chegar a 100 mil já em 2019." afirma Eduardo Musa, CEO e cofundador.

Iniciativas de manutenção

Para garantir a melhor experiência do cidadão, preservar o ambiente urbano, apoiar boas práticas do usuário e respeitar toda a sociedade, a Yellow inicia a operação com iniciativas de manutenção, organização do espaço físico e incentivo ao uso responsável. Os 70 'Guardiões Yellow' circularão todos os dias da semana para mapear bicicletas, organizá-las, redistribuí-las estrategicamente e retirá-las para manutenção quando necessário, contribuindo, assim, para a melhor distribuição e posicionamento das bicicletas pela cidade, além de apoiar os usuários e garantir as boas práticas.

Como usar a Yellow

As bicicletas e, em breve, patinetes elétricos, terão rastreamento por GPS, o que vai facilitar o trabalho dos 'Guardiões Yellow'. Após o uso, o usuário poderá deixar a bike em qualquer lugar que não atrapalhe a circulação de pedestres e veículos e que seja visível para que outras pessoas possam encontrá-la. Veja os 5 passos para começar a usar:

- Baixe o aplicativo da Yellow disponível para Android e IOS.
- Encontre uma bicicleta Yellow na cidade.
- Coloque créditos de R$ 5, 10, 20 ou 40 reais.
- Com o aplicativo, leia o código de barras QR na parte de trás da bike Yellow: o cadeado inteligente abrirá automaticamente.
- Ao terminar seu percurso pela ciclofaixa, ciclovia ou pelas ruas da cidade, estacione em qualquer lugar onde seja permitido o estacionamento de veículos e não atrapalhe o fluxo, e tranque o cadeado manualmente.

Sobre a Yellow

A Yellow é uma empresa brasileira de soluções de mobilidade urbana individual fundada em junho de 2017 por três empreendedores apaixonados pela problemática da mobilidade urbana e que somam a maior expertise em tecnologia, mobilidade urbana e bicicleta do Brasil: Eduardo Musa, Renato Freitas e Ariel Lambrecht.


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Que será da TV do futuro depois do avanço da internet?

tv_digital.jpg*Por Celso Vergeiro
31/07/2018 - Assistir à TV, há algumas décadas, era o evento da família. Todos se reuniam na sala para ver a novela ou um noticiário, com as atenções concentradas 100% na tela. O tempo passou e hoje, a atenção do televisor agora também é dividida com os smartphones e tablets. Então vem a pergunta: qual será o futuro da televisão?

Com o avanço da internet muitas coisas mudaram. A relação dos consumidores com as marcas, a interatividade e os novos formatos de veiculação são algumas dessas mudanças. Em meio a tantas transformações, vemos um crescente consumo de conteúdo sob demanda. Segundo dados da pesquisa Geek Power, realizada em 2017, 97% do público afirmava usar algum serviço de streaming de vídeo. Isso nos aproxima do que o futuro nos reserva: uma programação flexível, com qualidade e exclusividade.

A TV do futuro oferecerá uma experiência única, com sua programação baseada em preferências que vão além da posse do controle remoto. A busca por conteúdo ganhou força nos últimos anos. Os telespectadores querem mais relevância e qualidade no que consomem. Teremos em breve uma programação mais personalizada, reunindo tudo o que esperamos consumir.

Segundo uma pesquisa do Youtube, o brasileiro passa 4h30min por dia colado na tela, e desse tempo, 1h47min ele divide entre o videogame e os vídeos on demand, o que tem motivado uma mudança no que é oferecido nos meios de comunicação. O que o consumidor de hoje espera é que a TV seja mais do que mais uma tela. Ele ainda gosta dos conteúdos tradicionais como esportes e telejornais, mas desaprovam as limitações que a TV aberta e à cabo impõe no consumo de conteúdos.

A televisão do futuro disponibilizará acesso ao que o consumidor quiser, de um jeito personalizado, interativo e adaptável. A junção do melhor da TV com o melhor da internet e as marcas, só têm a ganhar com todas essas mudanças. Para os anunciantes, uma TV mais personalizada garante o melhor alcance, já que usarão a personalização para impactar a audiência, podendo falar individualmente com o público e veicular um anúncio adaptado ao que ele estiver assistindo. Além disso, a tecnologia possibilita métricas mais precisas, o que corrobora na mensuração de resultados de forma mais qualificada.

Não tínhamos conhecimento de como a TV se relacionaria com a internet. Agora, podemos imaginar como o futuro poderá ser promissor para todos. Não sabemos o que assistiremos daqui há alguns anos, mas tenho certeza que será exatamente aquilo que quisermos.

*Celso Vergeiro é CEO da AdStream, plataforma de armazenamento e distribuição de conteúdo publicitário


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Você gostaria de ter um cão-robô como este?

cao-robo.jpgPor Ethevaldo Siqueira
30/07/2018 - SpotMini, o robô de quatro patas da Agile Boston Dynamics, vai estar à venda no próximo ano, para as empresas que querem um quadrúpede mecânico, para chegar a lugares que um dispositivo de rodas não pode alcançar.

A Boston Dynamics tem 10 protótipos do SpotMini e vai trabalhar com parceiros de fabricação para construir 100 robôs ainda este ano, anunciou o co-fundador e Presidente da empresa, Marc Raibert em uma conferência de robótica na semana passada.

Quem irá comprar?

Leia mais aqui:

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Como será o futuro do trabalho com a inclusão dos robôs?

robots_ceos.pg.jpg*Por Fabrício Vendichetis Martins
18/07/2018 - Provavelmente, você já viu e desejou ter aqueles robôs que limpam a casa com agilidade impressionante. Talvez tenha pensado que o futuro, de fato, será um tempo em que a automação dominará as atividades hoje feitas pelos humanos e que não há nada melhor do que colocarmos as máquinas para trabalharem no nosso lugar.

A questão da automação em nível global e em cada país, entretanto, levanta uma discussão um pouco mais profunda: como estamos nos planejando para a chegada desses robôs ao trabalho? A 4ª Revolução Industrial, diferente de tudo que a humanidade já experimentou, requer novas estratégias para se viver em sociedade – e Governos de todos os países, especialmente os mais tecnológicos, precisam se atentar a isso rapidamente.

Todos os olhos estão voltados para como esse novo paradigma está sendo sentido na China. Principal mercado do setor de robôs no mundo, o país se programa para fortalecer ainda mais sua economia ao investir na produtividade robótica nas indústrias e nos serviços.

Acrescente automação chinesa tem muito que nos ensinar e mostra que esse avanço é inevitável. Com ela, empresários diminuem seus custos de produção e chances de erro – dois fatores muito vantajosos quando se fala de competitividade global.

Neste sentido, a China dá um passo a mais ao criar o projeto “Made in China 2025”, uma meta do Governo para transformar a nação em uma potência industrial menos focada em mão de obra humana e mais em tecnologia, produzindo, inclusive seus próprios robôs.

Quando isso se tornar realidade, eles estarão trabalhando nas chamadas “fábricas escuras” (sem a presença de funcionários humanos, a ponto de a empresa não precisar ter ambientes com luz elétrica), servindo em hotéis, cuidando de pessoas em suas casas, limpando e fazendo atividades domésticas. Atividades que já são testadas em feiras do setor e em pequena escala se tornarão comuns no dia a dia da população chinesa.

Segundo publicação da Universidade de Oxford, no Reino Unido, 35% dos trabalhadores podem ser substituídos por máquinas até 2020. Por essa razão, os estudiosos preveem a transferência dos trabalhadores humanos para cargos de manutenção dos robôs e em atividades que envolvam criatividade e inteligência social.

Estados Unidos, Japão, Alemanha e Índia, países que se preparam para o futuro 4.0, tambémse empenham para descobrir o que fazer para evitar o desemprego da população. O incentivo à realização de cursos na área da tecnologia já é um caminho. Mesmo porqueespecialistas apontam que, se conduzida de forma positiva, a automação elimina postos de trabalho em um primeiro momento, mas gera uma nova demanda em longo prazo.

No Brasil, de acordo com estudo da McKinsey, 50% das ocupações poderiam ser automatizadas – sendo a indústria o segmento mais passível desse processo (69% dos empregos), seguido de hotelaria e comida (63%). Infelizmente, sabemos que isso pode ser uma pedra no nosso sapato, por conta de poucos incentivos que temos à capacitação profissional da população.

Os dados se confrontam com uma problemática: como lidar com o possível aumento de desempregados, se os funcionários forem trocados por robôs? É preciso lembrar do impacto social que essa realidade traz, discutido, inclusive, por países mais avançados no tema.

A palavra-chave, certamente, é equilíbrio: os países precisam oferecer subsídios para iniciativas tecnológicas decolarem sem se esquecerem de que é o homem que move a sociedade e é capaz de produzir conhecimento. Assim, soluções como a taxação dos robôs para produzir uma espécie de distribuição de renda aos trabalhadores devem ser avaliadas tanto por países desenvolvidos quanto por aqueles em desenvolvimento, como o Brasil.

*Por Fabrício Vendichetis Martins, CEO da Indigosoft - startup que oferece soluções de automação digital, focadas em simplificar o trabalho diário de empresas de todos os segmentos, além de consultoria especializada. Mais informações em: http://www.indigosoft.tech

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VR rememora o esconderijo de Anne Frank

anne_frank.jpgPor Ethevaldo Siqueira - com Le Monde (Les Clés de Démain)
26/06/2018 - Graças à Realidade Virtual (VR), você pode fazer uma visita ao esconderijo de Anne Frank, vítima do Holocausto em realidade virtual através do Oculus Go e no Samsung Gear VR, por ocasião de seu 89º aniversário de nascimento, segundo informa o site da Fast Company.

O projeto "Anne Frank House VR" leva espectadores a uma visita ao interior do anexo secreto da casa onde Anne Frank e sete outras pessoas, incluindo seus pais e irmã, se esconderam dos nazistas entre 1942 e 1944.

Esta experiência imersiva de 25 minutos explora todos os cômodos do esconderijo, que são decorados no estilo da época. O anexo secreto está vazio hoje, mas os móveis mostrados em realidade virtual ajudam a dar uma ideia de onde os ocupantes viviam.

A experiência de Realidade Virtual também está disponível como uma instalação no Museu da Casa de Anne Frank, em Amsterdã, para que as pessoas com mobilidade reduzida também possam ver o anexo secreto.

O documento também será exibido em Berlim e Nova York no final deste ano. "Uma das aplicações mais promissoras e os usos mais importantes de Realidade Virtual será nos ajudar a rever tanto os eventos de história como os atuais, numa perspectiva totalmente nova, mais envolvente e poderosa do que qualquer outro meio", diz Tina Tran, diretora de desenvolvimento estratégico da Oculus.

O Diário de Anne Frank é um dos livros mais lidos do mundo e o Museu da Casa de Anne Frank atrai mais de um milhão de visitantes por ano. Anne Frank morreu aos 15 anos de idade, em um campo de concentração, vítima de febre tifoide, depois que os nazistas atacaram o anexo secreto e prenderam seus ocupantes em 1944.

Saiba mais aqui:

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