E-wallets: prepare-se para uma nova forma de comprar

e-wallets_2.jpg*Por Juan D'Antiochia
09/11/2017 - À medida que os smartphones se tornam mais equipados com as tecnologias mais recentes, como near field communication (NFC), mais oportunidades aparecem para as mobile wallets, usadas diariamente. De acordo com uma pesquisa da Worldpay¹, os pagamentos utilizando "carteiras digitais" representam atualmente 12% do mercado, fazendo com que seja um dos meios de pagamento de maior crescimento e adoção por parte dos consumidores. Enquanto isso, os cartões de crédito, que são o método de pagamento online mais comum (63%), deverão registrar queda no uso até 2020 (alcançando 56%).

As mobile wallets podem ser aplicadas de várias formas e há muitas soluções já disponíveis no mercado (por exemplo, Apple Pay e Samsung Pay). O número de smartphones aumentou, assim como, a utilização deles em transações, possibilitando o processamento de pagamentos com a tecnologia NFC.

Para ter uma noção de como os smartphones têm contribuído com a revolução das mobile wallets, o Brasil possui atualmente 198 milhões de celulares² e, até o final deste ano, a estimativa é que haverá um smartphone por habitante, segundo o levantamento anual sobre o Uso da Tecnologia da Informação da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo³.

Analisando esse cenário, a segurança é uma grande preocupação de comerciantes e consumidores. As pessoas temem pela privacidade de seus dados pessoais e proteção ao dinheiro, levando em conta a enorme quantidade de cartões clonados e fraudados no Brasil. Por outro lado, os comerciantes podem escolher opções mais seguras para seus clientes. Um cartão de crédito roubado pode ser recuperado, já as impressões digitais não. No entanto, à medida que a autenticação biométrica se torna comum com as mobile wallets, elas naturalmente começarão a oferecer um nível de segurança maior e atender às demandas dos consumidores a fim de conquistar sua confiança.

Todo o registro de dados e transações via eWallets é feito de forma criptografada, o que é mais uma maneira de oferecer ainda mais confiança para o consumidor, que não precisa ficar expondo seus dados pessoais a cada nova compra, além de deixar o processo de pagamento mais fluído.

Também é importante destacar a experiência única que as mobile wallets podem oferecer. Possibilitar que os consumidores não usem a fricção durante a compra tem sido cada vez mais demandado pelos comerciantes e é por isso que as e-wallets vieram para ficar. Os varejistas procuram pelo processo "zero clique", com sistemas de pagamento que armazenam dados dos clientes e processam transações a partir de diferentes aplicações. As e-wallets tornam mais fácil a aceitação de pagamentos recorrentes, o que explica a popularidade de clubes de assinatura online e serviços de aplicativos que, por exemplo, fazem uso deste tipo de meio de pagamento e atualmente representam um dos maiores mercados do segmento de comércio eletrônico.

Além de todas essas características a favor dos pagamentos, as carteiras digitais oferecem ainda uma série de oportunidades a fim de que os comerciantes alavanquem seus negócios, possibilitando uma boa alternativa para a compra de ingressos para concertos, ônibus e metrô, assim como, vouchers de presentes. Os varejistas também podem usar as carteiras digitais como recompensa pela fidelidade de consumidores oferecendo presentes instantâneos, descontos e vouchers; mantendo os clientes atualizados sobre novas ofertas e produtos.

As projeções indicam que seguimos um caminho irreversível no comércio eletrônico. Isso não significa o desaparecimento imediato do dinheiro, mas sim o começo de uma grande transformação e o surgimento de novos meios de pagamento que complementam os tradicionais. No ano passado, a Worldpay processou globalmente mais de US$ 580 bilhões, em mais de 15 bilhões de transações, sem o uso do dinheiro. Fique preparado para essa nova era de pagamentos!

Juan D'Antiochia, Gerente Geral da Worldpay para a América Latina

Fonte:

[1] Worldpay Global Payments Report 2016

² Pesquisa Anual sobre o Uso da Tecnologia da Informação da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV – SP)

³ Pesquisa Anual sobre o Uso da Tecnologia da Informação da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV – SP)

Crédito: http://www.deccanchronicle.com/

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Intel e Amazon dão voz às casas inteligentes

kit_intel_amazon.jpgNovo kit de desenvolvimento Intel Voice Enablement facilita a criação de dispositivos integrados ao Alexa da Amazon

Por Miles Kingston
23/10/2017 - Os recentes avanços em inteligência artificial, aprendizado de máquina e processamento de linguagem natural estão começando a desbloquear todo o potencial das casas inteligentes. Conforme essas tecnologias continuam aprendendo e se aperfeiçoando, muitas das tarefas cotidianas de uma casa serão eventualmente automatizadas para garantir um dia a dia no lar mais produtivo e tranquilo. Uma recente pesquisa da Intel revelou que 68% dos norte-americanos concordam que viver em uma casa com dispositivos inteligentes tornaria suas vidas mais fácil. Os consumidores estão começando a se mostrar cada vez mais prontos para usar comandos de voz na casa inteligente. Veja a adoção de alto-falantes e assistentes pessoais, por exemplo: apenas este ano, 35,6 milhões de americanos usarão um dispositivo ativado por voz em suas casas pelo menos uma vez por mês, de acordo com as estimativas da eMarketer – um aumento de 128,9% em relação a 2016.

A Intel, em parceria com a Amazon (AVS), está ajudando a acelerar a criação de produtos compatíveis com o Amazon Alexa Voice Service por desenvolvedores independentes com o lançamento do Intel Speech Enabling Developer Kit, uma completa solução de áudio para o controle por voz.

O reconhecimento de fala tornou-se uma clara vantagem competitiva para os desenvolvedores de produtos, mas dar às máquinas a habilidade de escutar, falar e conversar em linguagem natural não é uma tarefa fácil.

Usar a linguagem natural significa que as máquinas precisam reconhecer e responder claramente aos comandos do usuário a uma distância razoável, pois pessoas falam e ouvem em 360 graus e não só em linha reta. Os dispositivos precisam de um conjunto de microfones e de uma complexa tecnologia de redução de ruídos. Em uma interação de qualidade por voz, esses equipamentos precisam identificar a localização do locutor, atenuar e suprimir os ruídos ambientes e entender os comandos falados mesmo durante a reprodução de música (tocando e ouvindo ao mesmo tempo), além de identificarem os comandos de despertar (no caso do dispositivo da Amazon, por exemplo, o termo usado é “Alexa”).

Há muito trabalho de engenharia envolvido no desenvolvimento de recursos de reconhecimento da fala com velocidade e precisão para proporcionar as melhores experiências aos consumidores. O Intel Speech Enabling Developer Kit é baseado em uma arquitetura que fornece voz de alta qualidade e longo alcance até nos ambientes mais desafiadores acusticamente. Isso marca a mais recente de uma série de inovações para a casa inteligente, incluindo o Amazon Echo Show.

O Intel Speech Enabling Developer Kit já está em pré-venda. Entre os recursos disponíveis para desenvolvedores estão:

- Algoritmos de alto desempenho para eliminar ecos, reduzir de ruídos, fazer o beamforming (resumidamente, focar a transmissão do sinal para localizações específicas, melhorando a qualidade desta transmissão) e um mecanismo personalizado de palavra de comando para despertar o “Alexa”
- Processador de sinais digitais (DSP, na sigla em inglês) em duas vias Intel com Inference Engine para facilitar o aprendizado profundo de máquina
- Matriz de 8 microfones da Intel

As inovações que vão equipar o futuro estão de forma cada vez mais rápida ao alcance. No que diz respeito à casa inteligente, podemos esperar uma onda de inovação por parte da comunidade de desenvolvedores conforme formos fazendo nossa transição de apenas conectados para verdadeiramente inteligentes.

Miles Kingston é gerente geral do Grupo para a Casa Inteligente da Intel Corporation.

Glossário

Ensinando os Dispositivos a Falar: Algoritmos Para Voz de Longo Alcance
Beamforming identifica a localização de quem fala e depois canaliza o microfone correspondente para aquele local. O beamforming também ajuda na redução dos ruídos do ambiente.
Auto-Echo Cancellation (AEC) elimina o áudio que sai dos alto-falantes para acabar com a interferência no microfone. O algoritmo AEC requer a voz do interlocutor como referência no DSP para eliminar o áudio.

Keyword Spotting (KWS) detecta a palavra-chave para despertar –Alexa – e notifica o sistema. A implantação de firmware no DSP habilita a operação com baixo consumo do assistente pessoal para despertar com a voz.

 

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Documento de identidade com biometria é seguro?

identidade2.jpg20/10/2017 - Recentemente o senado aprovou a criação de um banco de dados que unificará a identificação de todos os cidadãos do Brasil, além de um documento que integrará RG, CPF e título de eleitor, o que mostra a importância da questão

Dentre os mais de 1.000 participantes brasileiros da pesquisa Unisys Security Index, a maioria dos cidadãos do País acredita que a consolidação dos documentos pessoais como RG, CPF, carteira de habilitação e título de eleitor em um registro único, além da adição de uma identificação biométrica será uma iniciativa eficaz para promover a segurança pessoal. Apenas 13% não concordam com a união destes documentos como medida de proteção e 14% ainda não têm certeza sobre a questão.

O Unisys Security Index é um índice de referência mundial sobre o tema segurança e considera as seguintes variáveis para sua construção: Segurança Pessoal, Segurança Pública, Segurança na Internet e Segurança Financeira, o que determina um indicador de cada país pesquisado e um global, em uma escala de 0 a 300, na qual 300 é a maior taxa de preocupação com o tema segurança e 0 a menor. No Brasil, o índice total apresentado foi de 189 pontos, enquanto que a média no mundo foi de 173 pontos.

Entre os brasileiros, 78% dos homens e 69% das mulheres acreditam que a unificação do registro pessoal é uma medida fundamental para a proteção dos dados privado. O percentual se eleva nas faixas etárias mais altas, entre 45-54 anos (80%) e 55-65 anos (85%), principalmente quando comparado aos jovens (faixa etária de 18 a 24 anos), que apresentaram o menor índice, apenas 65% apoiam a unificação.

Diferente do Brasil, o apoio a esta iniciativa entre os jovens no México é o que apresenta o maior percentual, 79% dos entrevistados entre 18 e 24 anos concordam que a unificação dos dados pessoais promoveria maior proteção.

A aceitação também é elevada entre os brasileiros com alto grau de escolaridade, com 75% dos entrevistados com nível superior e pós-graduação sendo a favor da consolidação das informações pessoais.

Na camada da população brasileira de alta renda, o apoio à medida é de 80%, enquanto que o percentual entre a classe média e a baixa é igual, 72% dos entrevistados de cada grupo apoiam a iniciativa. No México, a aprovação é alta em todos os níveis socioeconômicos, sendo que a classe com renda mais baixa (77%) é a que se destaca no apoio à unificação dos documentos.

"A unificação dos registros públicos dos cidadãos no Brasil permitirá maior confiabilidade aos documentos, que atualmente não incluem dados de sinais biométricos, o que acaba dando margem para falsificações, atos ilícitos e criminosos. Além disso, a iniciativa vai auxiliar na desburocratização, contribuindo para modernizar os sistemas e evitar fraudes", afirma Guilherme Artuso, SME Especialista na Vertical de Setor Público da Unisys para América Latina.

 

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Qual o sentimento do consumidor do SAC no Brasil?

sac_2.jpg17/10/2017 - Segmento começa a ser melhor avaliado, mas contatar o serviço ainda figura entre as atividades mais desagradáveis do dia a dia

O serviço de atendimento ao cliente, especialmente no Brasil, sempre foi um setor popularmente conhecido como ineficiente, sendo muitas vezes considerado a principal razão do descontentamento na relação consumidor e empresa. Uma pesquisa encomendada pela Zendesk, plataforma de atendimento ao cliente presente em mais de 160 países, entretanto, mostra que a percepção do brasileiro caminha, cada vez mais, para derrubar este estigma.

Segundo o levantamento, realizado pelo grupo de pesquisas britânicos Opinium, 61% dos brasileiros estão satisfeitos com o serviço de atendimento ao cliente no país, classificando o serviço como bom (37%) ou excelente (24%), enquanto apenas 17% dos entrevistados mostraram insatisfação, definindo o segmento como ruim (15%) ou péssimo (2%). Outros 22% acreditam que o serviço não é bom nem ruim, mas mediano. A pesquisa apontou, ainda, que a percepção sobre a evolução do segmento nos últimos 5 anos também é positiva, com 48% dos participantes afirmando que o serviço melhorou, enquanto apenas 19% veem queda na qualidade.

Mesmo com a aprovação da maioria dos entrevistados, contatar este tipo de serviço ainda é considerada uma atividade muito desagradável. Segundo o estudo, 35% dos respondentes acreditam que falar com um SAC é a coisa mais desagradável quando comparada com outras intempéries cotidianas, como: ficar preso no trânsito (29%), problemas com TI (8%), propagandas de TV (5%), ir ao dentista (5%), entre outras.

Os melhores índices de avaliação chamam à atenção para os millenials (18 a 34 anos), justamente os consumidores mais exigentes e conectados, com 66% dos entrevistados satisfeitos, contra 13% de insatisfeitos. Entre os respondentes acima de 55 anos, o setor foi bem avaliado por 49% e negativamente por 20%.

Segundo Tatiana Piloto, head da Zendesk no Brasil, isso se deve à aplicação da tecnologia nas relações entre empresas e clientes, que é um fator decisivo para a mudança de percepção do brasileiro quanto ao setor. “A tecnologia aliada ao atendimento ao cliente não só traz mais opções ao consumidor, como permite que os atendentes concentrem seu esforço em questões mais complexas e desafiadoras e, assim, forneçam uma experiência muito mais satisfatória ao cliente ”, analisa.

Acompanhando o argumento da executiva, a pesquisa aponta para a importância de as empresas fornecerem um atendimento multicanal para seus clientes. Apesar de o telefone ainda ser o canal preferido do brasileiro, tanto para reclamações e problemas (40%), quanto para dúvidas gerais (30%), uma base de conteúdo sólida na experiência de autoatendimento pode ser crucial na avaliação, uma vez que 25% dos respondentes informaram que esse é o seu canal de atendimento preferido para dúvidas gerais. Além disso, o conteúdo também irá melhorar a interação humana entre as partes, ao municiar o atendente com informações direcionadas ao perfil e situação do solicitante.

Já para tornar a experiência de atendimento ao cliente mais agradável e menos irritante, a pesquisa dá algumas pistas. 56% dos entrevistados apontaram que ser transferido durante a ligação, repetidamente, é o que mais incomoda. O segundo comportamento mais citado como desagradável foi o atendimento “robótico” – aquele quando há pouco engajamento do atendente e quase nenhuma atenção ao problema do cliente (40%) - superando itens como agressividade e grosseria (37%). Completam a lista de reclamações: pouco conhecimento do atendente (28%); informações difíceis de serem encontradas (28%); e poucas opções de canais de comunicação (26%).

“Cada vez mais, as decisões de negócio passam por colocar o cliente como protagonista. O processo de aprimorar o serviço de atendimento existe não só por trazer novos recursos, mas também para humanizar o relacionamento, quer seja trazendo mais conhecimento e soluções, ou mesmo tornando a interação mais leve e, até, divertida”, explica Tatiana.
 
Metodologia aplicada
A pesquisa foi realizada pelo grupo britânico Opinium, em parceria com a Zendesk, buscando entender a relação entre o consumidor brasileiro e os serviços de atendimento ao cliente do país. Foram entrevistadas 1500 pessoas, acima de 18 anos, em todas as regiões do Brasil.

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O futuro na era da internet das coisas (IoT)

iot_visa.jpg16/10/2017 - Não é novidade que a era digital está revolucionando a sociedade, promovendo mudanças radicais nos modelos de negócios e influenciando a forma como as pessoas consomem informações e produtos. A chamada Internet das Coisas (IoT – Internet of Things, em inglês), promete conectar tudo que está ao nosso redor. Segundo estudo realizado em conjunto pela McKinsey, consultoria empresarial norte-americana, o escritório jurídico Pereira Neto Advogados e o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento (CPqD), as mudanças ocasionadas pela IoT poderão gerar para o país até USS 200 bilhões por ano, a partir de 2025.

Além disso, o Business Insider, portal de notícias norte-americano, prevê que aproximadamente 34 bilhões de dispositivos estarão conectados até 2020. Desses, ao mínimo 24 bilhões estarão relacionados à IoT. Isso possibilita o desenvolvimento de novos negócios, mas o que podemos esperar dessa revolução? Seis especialistas já começaram a fazer suas apostas, confira:

Segurança digital

A medida que a tecnologia evolui, aumentam os casos de invasão digital. Inclusive já há relatos de ataques a babás eletrônicas, que não contam com um sistema de proteção adequado. "A segurança cibernética tem muito para progredir. Imagine geladeiras, ar-condicionado e até marcapassos conectados à internet? Será preciso que esses devices estejam devidamente protegidos contra ataques", explica Tom Canabarro, co-fundador da Konduto, empresa que oferece uma solução antifraude inovadora para lojas virtuais;

Streaming publicitário

Constantemente, as empresas buscam reduzir os custos com as operações e no mercado publicitário não é diferente. Ainda presas a antigos padrões, os maiores desafios para as agências são reduzir o tempo para tomadas de decisões, agilidade no retorno às solicitações dos clientes, facilidade para acessar novas mídias e fornecedores, redução de despesas com idas e vindas de documentos, assim como de materiais publicitários para revisões e aprovações. "Ter uma plataforma online como ferramenta de armazenamento, otimização de fluxo de trabalho e interação entre agência, anunciante e fornecedor é o que garantirá maior competitividade às empresas", diz Celso Vergeiro, CEO da AdStream, maior plataforma de armazenamento e distribuição de campanhas publicitárias do mundo;

Cenários preditivos

Sensores e devices plugados na rede controlam e monitoram, cada vez mais, tudo ao redor. Agora imagine somar esses dados aos que já estão nas redes online e offline? "Cenários preditivos irão imperar. Poderemos prever com maior precisão o futuro próximo e evitar problemas e riscos antes mesmo deles ocorrerem. A Inteligência Artificial e Cognitiva evoluirá muito rápido, potencializando esse cenário", prevê Eduardo Tardelli, CEO da upLexis, empresa de busca e estruturação de informações extraídas de grandes volumes de dados (Big Data) da internet e outras bases de conhecimento;

Inteligência Artificial no varejo físico

Enquanto a Inteligência Artificial (IA) é utilizada com frequência nas plataformas de e-commerce, onde as interações com o cliente são facilmente rastreadas, o varejo físico inova pouco na transformação da experiência de compra em algo mais personalizado, relevante e gratificante. "Nos próximos anos veremos a aplicação dos robots e ferramentas de IA crescerem rapidamente. São milhares de produtos e milhões de clientes em visitas frequentes a diferentes lojas. Somente o aprendizado de máquina é capaz de descobrir os padrões de comportamento do consumidor e sugerir objetivamente ofertas e estratégias promocionais multicanal que aumentarão vendas e rentabilidade. Alguns varejistas já investem muito nesses sistemas, certos de que produtividade promocional com inteligência analítica será seu diferencial competitivo", analisa Israel Nacaxe, COO da Propz, referência em soluções de inteligência artificial e big data para o varejo físico;

Cidades Inteligentes

Imagine uma cidade que pode mudar dinamicamente os tempos dos semáforos dependendo de fatores como acidentes ou chuva. Imagine uma cidade capaz de alterar os limites de velocidade dependendo da situação do trânsito. Esse é o conceito das "cidades inteligentes", ou seja, desenvolver cidades mais eficientes por meio de sensores e análises de dados mais avançadas, geralmente baseadas em inteligência artificial. "O tempo que será salvo e a eficiência que será ganha pelo cidadão se tornarão um diferencial competitivo, fazendo com que as cidades atraiam investimentos, empregos e até turismo", avalia Rodrigo Mourad, sócio fundador da Cobli, startup especializada em rastreamento, telemetria e gestão de frotas;

Plataformas wearables

Com plataformas e aparelhos cada vez mais conectados, a tendência é que eles se tornem unificados e "vestíveis". "Vivemos na era da realidade virtual, aumentada e inteligência artificial. E para o futuro podemos esperar devices wearables, como lentes de contato capazes de gravar as imagens que estão sendo visualizadas - e porque não utilizar para comprar produtos? Não passamos um dia sem adquirir um produto ou planejar uma compra para o dia seguinte, então com a realidade aumentada em lentes de contato o conteúdo integrado não seria mais um vídeo, show, comercial ou seriado, e sim imagens da vida da pessoa em tempo real", idealiza Anselmo Martini, vice-presidente de marketing global do Cinemall, tecnologia que permite a integração de produtos, marcas e serviços diretamente no conteúdo nas mais variadas plataformas.

 

 

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Prepare-se para ser um profissional do futuro

jobs_2.jpg05/10/2017 - As transformações tecnológicas evoluem a todo instante e, nesse cenário, os empregos constituídos por tarefas fáceis de automação entram em declínio. Com o aumento de vagas de emprego que exigem maior habilidade cognitiva, o desafio dos estudantes é acompanhar o processo de aperfeiçoamento, estar atento às mudanças que o mercado exige e aplicar na capacitação.

Desenvolvimento de aplicativo, gestores de projetos, coordenadores de redes sociais e analistas de dados são algumas apostas feitas por especialistas para o mercado de 2020. Acompanhando a era da transformação digital, estão listadas, também, a robótica, inteligência artificial e big data, que prometem ser destaque no cenário tecnológico.

O diploma acadêmico é um passo importante para garantir uma boa qualificação no mercado de trabalho, mas os profissionais terão de mostrar diferenciais competitivos e grande capacidade de desenvolver-se junto à empresa. "O interesse dos jovens em buscar uma oportunidade e recolocação no mercado já mostra um grande diferencial e um ponto positivo para conquistar uma vaga no mercado", comenta o CEO da TOTVS Curitiba, Márcio Viana.

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