Novas tecnologias inovam mercado imobiliário

imoveis_ingaia_2.jpg03/12/2019 - Com a chegada de tecnologias como fotos 360°, visitas virtuais, QR Code e contratos digitais, o mercado imobiliário está transformado. Isso tudo ocorre como forma de se adaptar às novas formas de consumo do público, principalmente das novas gerações, já que hoje boa parte das aquisições são feitas por meio da internet.

Com mais facilidade na compra, só em 2019, as vendas de imóveis subiram 16%, segundo estudo divulgado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Atualmente, existem plataformas de tour digital, permitindo uma experiência de visita online. Em relação ao atendimento, os Chatbots e plataformas CRM (Customer Relationship Management) facilitam a gestão de relacionamento com o cliente, já que prestam apoio ao comprador desde o primeiro acesso, encaminhando à negociação final. Nas locações, já é possível fazer o contrato digital, tanto o envio, quanto a assinatura, podem ser realizados em ambiente digital, o que em breve deve chegar ao processo de compra e venda.

Rogério Mariano, de 30 anos, é Desenvolvedor, e conta que sua experiência de locação foi positiva desde a primeira busca. “A tecnologia me ajudou bastante no processo, a primeira etapa da busca do meu imóvel foi pelo Google, fiz uma pesquisa sobre a região onde eu queria”. Através da internet, o comprador pode saber onde e o que comprar, de forma rápida, sem necessidade de se deslocar até o imóvel desejado, explica Gustavo Zanotto, diretor de Marketing da inGaia

Para quem deseja adquirir um imóvel, fica mais fácil visualizar. É simples encontrar informações sobre a localização, documentação do imóvel, comparar valores e índices de valorização, simular em tempo real um financiamento, e muito mais. Segundo levantamento do Pitchbook Database, nos últimos 8 anos, as startups imobiliárias conquistaram pelo menos US$ 4,4 bilhões, isso em muito se deve à praticidade e agilidade no processo, com a chegada dos contratos digitais nas compras e vendas, a tendência é que isso aumente.

Zanotto alerta que ainda deve levar algum tempo para a chegada dos contratos virtuais no processo de compra e venda, e que pode haver dificuldades em relação a aderência da tecnologia. “A questão é quanto tempo levará para que estejamos prontos, de fato, para usar essa tecnologia. Ela por si só não se basta, é necessário aderência e existe um processo em torno disso”, finaliza. 

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