Projeto da Huawei deve reduzir impacto ambiental

huawei_sustentabilidade.jpg22/04/2019 - Se os equipamentos da Huawei podem ajudar o meio-ambiente na geração de energia solar, permitindo que as células fotovoltaicas sejam até 4% mais eficientes, a atuação na outra ponta também é importante: gerir resíduos de produção deveria ser realidade nas atividades industriais de todos os setores industriais. Como signatária dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, no Brasil, a Huawei faz sua parte ao fomentar o processo de logística reversa, onde os itens reciclados ganham novos destinos. Entre 2017 e março de 2019, já foram mais de 850 toneladas de equipamentos reaproveitados.

Os materiais são reciclados em Sorocaba, interior de São Paulo, em parceria com o Grupo Reciclo na planta da Huawei na cidade. O grande foco é nos resíduos eletrônicos dos equipamentos, que são separados e vão para diferentes destinos. Materiais básicos, como metais, madeira e plástico são enviados para empresas de reciclagem, parceiras e homologadas pela Reciclo. Já placas eletrônicas e outros componentes mais complexos são destinados à exportação, para países com um know-how maior para separar os metais preciosos, Ouro, Prata, Paládio e Cobre.

Das 850 toneladas recicladas entre 2017 e 2019, os materiais com maior destaque foram os eletrônicos (em um total de 42 toneladas, ou aproximadamente 5% do total reciclado), cabos (em um total de 37 toneladas, ou aproximadamente 4%) e baterias de chumbo (em um total de 37 toneladas, ou aproximadamente 4%).

Reciclagem no mundo

O setor privado tem um papel essencial nesse processo como grande detentor do poder econômico, propulsor de inovações e tecnologias, influenciador e engajador dos mais diversos públicos – governos, fornecedores, colaboradores e consumidores.

Por isso, a Huawei assumiu o compromisso de proteger o meio ambiente à medida que expande seus negócios globais de consumo. A Huawei possui um Programa Global de Reciclagem Ecológica que em 2017, chegou ao número de 705 postos de reciclagem em 36 países e regiões ao redor do mundo para o manuseio de telefones celulares, tablets e outros produtos eletrônicos descartados.

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