Dicas para construir cidades sustentáveis

ted_cities.jpg18/08/2017 - Mais de metade da população mundial já vive em cidades, e outros 2,5 bilhões de pessoas deverão se deslocar para áreas urbanas até 2050. A forma como construímos novas cidades será fundamental para resolvermos várias questões que envolvem desde as mudanças climáticas até a vitalidade econômica para manter nossa qualidade de vida.

Nsse vídeo do TED, Peter Calthorpe planeja as cidades do futuro e defende o design da comunidade focado na interação humana. Ele compartilha sete princípios universais para resolver a expansão e construir cidades inteligentes e mais sustentáveis.

Comentário (0) Hits: 41

Por que o Brasil ainda é um país pobre?

brasil_desigual.jpg*Por Mateus Azevedo
17/08/2017 - Talvez a pergunta esteja errada, pois historicamente, todas as sociedades sempre foram pobres. Mas por que alguns países enriqueceram e o Brasil, que tem enorme extensão de terra agriculturável, diversidade e volume de recursos naturais, clima favorável, sem terremotos, tsunamis ou vulcões, não enriqueceu?

Sempre que ouço uma teoria tentando responder essa pergunta me surpreendo com a criatividade das pessoas. Já ouvi que, o fato do Brasil ter sido colonizado por portugueses há mais de 500 anos e não holandeses ou ingleses é o motivo da pobreza até hoje. É comum também a tese de que somos um povo que sempre quer se dar bem, que só existem dois tipos de brasileiros - os que roubam e os que não tiveram a chance de roubar – ou ainda o pouco investimento do país em educação. Câmbio muito valorizado, infraestrutura ainda insuficiente e corrupção. Embora todas essas questões influenciem muito a forma como a nossa economia funciona, a resposta adequada para isso seria mais simples: intervenção estatal.

Tudo no Brasil precisa ter aval do governo: regras para abrir uma empresa, como as relações trabalhistas se dão, quantas e como empresas devem ou não competir em um determinado setor, até o uso obrigatório do Real como única moeda no País. Já pensaram que praticamente só os bancos podem emprestar dinheiro e as regras para abrir e manter um banco é tão absurda que existem apenas poucos players, tornando os juros absurdamente caros? Que nenhuma outra empresa de telefonia pode entrar no Brasil, pois órgãos regulamentares proíbem, tornando o serviço caro e de qualidade duvidosa?

Via de regra uma empresa precisa dar lucro para continuar existindo. Se der lucro, significa que todo o custo que ela tem é repassado no preço do produto. Ou seja, sempre que o governo cria uma nova regra para “proteger” o consumidor, a empresa a adota e repassa esse custo na venda, fazendo com que o consumidor pague a conta final.

Além disso, em função do alto custo para contratar pessoas obedecendo as leis brasileiras, as empresas optam por importar produtos mais baratos, já que a produção em solo nacional encarece a operação.

Para piorar, o governo ainda imprime dinheiro e injeta em setores específicos da economia, o que estimula investimentos de longo prazo de forma artificial e não sustentável.

A grande pergunta é: o que você pode fazer para não ter prejuízo com tudo isso? Primeiramente, é fundamental entender como se dão os ciclos econômicos e se adiantar a eles, não investindo em bolhas anunciadas. O segundo, é usando a tecnologia para fugir do controle estatal. Nesse ponto, nada melhor que o blockchain – sistema de registros e contabilidade organizado em blocos e com formato descentralizado, sem regulação governamental. O blockchain nasceu com a criação das criptomoedas, que ganham cada vez mais espaço no mercado, devido à sua constante valorização cambial. Entretanto, o conceito blockchain tem se expandido para outros setores do mercado.

A primeira onda de revolução que vimos com o surgimento do Uber e AirBNB, foi só o começo. Esses, apesar de conseguirem criar soluções para fugir das regulamentações estatais, ainda estão parcialmente sujeitos a elas. Vislumbro que a próxima onda de empresas descentralizadas baseadas em blockchain ou em arranjos tecnológicos que ainda não conhecemos serão totalmente baseadas em livre associação de indivíduos renegando qualquer regra puramente governamental.

mateus_baumer.jpgDe modo geral, assim como vem ocorrendo em outros segmentos, a tecnologia deve impactar o mercado econômico, com a descentralização da moeda, dos negócios e do mercado de trabalho. A tendência é que cada vez mais estas atividades saiam das mãos do governo, à medida que o formato blockchain avance e ganhe outros patamares, pois será impossível – ainda que se tente – manter a estagnação burocrática e engessada em que vivemos.

*Mateus Azevedo (foto) é sócio da BlueLab e responsável pela Diretoria de MKT e Vendas

Crédito da ilustração: Diário Liberdade

Comentário (0) Hits: 62

Stefanini é destaque no Época Negócios 360º

marco_stefanini3.jpg10/08/2017 - Multinacional brasileira leva o primeiro lugar na categoria "Tecnologia – Software e Serviços"

A multinacional brasileira, provedora global de soluções de negócios baseadas em tecnologia, ficou entre as melhores empresas no ranking geral e conquistou a primeira posição do setor de "Tecnologia - Software e Serviços". Dentro deste setor, foi primeiro lugar na categoria "Capacidade de Inovar", segundo lugar em Governança Corporativa" e "Práticas de RH", terceiro lugar em "Visão de Futuro" e "Responsabilidade Socioambiental" e quarto lugar em "Desempenho Financeiro".

"Estamos orgulhosos com mais esse reconhecimento e acreditamos que a inovação é a chave para o sucesso dos negócios. Por este motivo, sempre buscamos desenvolver soluções disruptivas que somem ao portfolio dos nossos clientes e os auxiliem na transformação digital", afirma o fundador e CEO global da Stefanini, Marco Stefanini.

Em sua sexta edição, o anuário Época NEGÓCIOS 360º faz uma análise profunda da performance das empresas no Brasil e aponta quais apresentam melhor desempenho. O 360º considera, além do aspecto financeiro, as outras dimensões fundamentais da gestão: qualidade da governança corporativa, o nível de responsabilidade socioambiental, as políticas de recursos humanos, a capacidade de inovação e a visão de futuro.

Além disso, o guia conta com a parceria técnica da Fundação Dom Cabral, responsável pelos critérios e processamento dos questionários enviados às empresas, e da Boa Vista, na apuração dos dados financeiros. Conta, ainda, com a colaboração da Economatica e da Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial).

 

Comentário (0) Hits: 60

Embraer promove tecnologia em feira de aviação em SP

embraer2.jpg10/08/2017 - O aeroporto de Congonhas, em São Paulo, recebe na próxima semana as mais recentes inovações em tecnologia, design de interiores e serviços que a Embraer traz para o mercado global de aviação executiva.

Entre os destaques estão a família Legacy 450/500, a mais avançada da categoria de aeronaves de médio porte, e o Phenom 300, o jato executivo mais vendido do mundo nos últimos quatro anos. A mostra inclui ainda o Phenom 100, o modelo líder do mercado brasileiro e o Legacy 650, única aeronave do mercado com 10 anos de garantia, que pode levar confortavelmente até 14 passageiros em três ambientes de cabine.

As aeronaves estarão em exposição de 15 a 17 de agosto durante a Labace (Latin American Business Aviation Conference & Exhibition), maior feira de aviação executiva da América Latina, que este ano completa 15 anos. O evento é organizado pela ABAG (Associação Brasileira de Aviação Geral), entidade que reúne as principais empresas do segmento de aviação geral no país, desde fabricantes de aeronaves, fornecedores de peças, táxi aéreo e escolas de formação de pilotos.

Gustavo_Teixeira-2223_detail"Num país de dimensões continentais como o Brasil, a aviação executiva desempenha um papel estratégico para o desenvolvimento econômico. Nossos clientes, dos mais variados setores produtivos e de serviços, se utilizam desse meio diariamente para prospecção de negócios e visita às operações e fornecedores dentro e fora do país. De forma ágil, eficiente e segura ganha-se assim produtividade no dia a dia entre a ligação de cidades que não são atendidas ou são parcialmente servidas pelo transporte aéreo regular", disse Gustavo Teixeira, diretor de vendas da Embraer Aviação Executiva para América Latina. "A Embraer tem a satisfação em contribuir diretamente para o desenvolvimento e modernização da frota de jatos em operação no país, trazendo para o mercado nacional e internacional uma nova geração de jatos inovadores com muito mais conectividade, tecnologia, conforto e baixo custo operacional".

Durante a Labace, a Embraer também promoverá suas inovações na área de serviços, que colocam a companhia no topo das pesquisas de satisfação do cliente. Com a maior estrutura de suporte instalada no Brasil, os clientes dos 180 jatos executivos Embraer de matrícula nacional contam com uma ampla rede de oficinas próprias e autorizadas e representantes técnicos pelo país, central de atendimento e engenharia na sede da companhia em São José dos Campos-SP, centro de treinamento de pilotos em Guarulhos-SP, e amplo estoque de peças nacionalizadas. Além disso, a Embraer oferece no aeroporto de Sorocaba-SP, uma gama de serviços para proprietários de modelos de aeronaves de todas as marcas, como salas VIP, escritórios, lounges de embarque, hangaragem, coordenação de abastecimento de combustível e serviços de limpeza dedicados.

Confira abaixo as características e diferenciais de cada jato executivo Embraer em exposição na Labace 2017:

O Phenom 100 é o jato que revolucionou a categoria de entrada dos jatos executivos contemporâneos. Com novos aviônicos e motores modificados, a aeronave oferece agora ainda mais velocidade e desempenho superior, principalmente em aeroportos de regiões com condições de baixa densidade de ar em razão de temperaturas altas e elevada altitude. Ele oferece uma comodidade diferenciada frente a qualquer competidor de sua classe e uma relação de desempenho e custo operacional imbatível, podendo levar confortavelmente quatro passageiros e dois pilotos ou até oito ocupantes (incluindo tripulação em operação de piloto único), conforme a configuração de interior. A aeronave atinge velocidade máxima de 750 km/h, alcance de 2.182 km (São Paulo-Recife) e requer uma única parada para manutenção ao ano ou a cada 600 horas de voo, um recorde para a categoria. O Phenom 100 é o modelo de jato executivo de maior frota no Brasil, com 93 aeronaves registradas.

O Phenom 300 detém a marca de jato executivo mais vendido do mundo nos últimos quatro anos consecutivos. Apresenta a cabine mais ampla da sua categoria, levando tipicamente de 8 a 11 ocupantes (incluindo tripulação – sendo que a operação também pode ser com piloto único). Com um desempenho excepcional, tem velocidade máxima de 839 km/h e alcance de 3.650 km, sendo capaz de cumprir a rota São Paulo-Santiago sem paradas. Seu baixo custo de operação é comparável ao de um avião turboélice bimotor e também requer somente uma única parada para manutenção ao ano ou a cada 600 horas de voo.

O Legacy 500 trouxe um conceito extremamente inovador para a categoria de jatos médios (midsize), sendo o único jato entre seus pares a ter controle de voo completamente digital fly-by-wire, tecnologia de ponta usada até então somente em modelos de aeronaves com mais que o dobro do seu preço ou caças militares. O alcance de 5.788 km permite que o Legacy 500 cubra todo o território brasileiro e a América do Sul, a partir de São Paulo, ou voos para os EUA ou Europa com uma única parada para reabastecimento. É capaz de operar em pistas extremamente curtas, como no aeroporto de Angra dos Reis. Apresenta um revolucionário design de interior, refinado, moderno, funcional e silencioso, integrado a uma ampla cabine de piso plano com 1,83m da altura por 2,08m de largura. O Legacy 500 é capaz de transportar de oito a doze passageiros, dependendo da configuração interna escolhida.

O Legacy 450 compartilha de todos os atributos tecnológicos, de espaço, design e desempenho do Legacy 500. Com alcance de 5.371 km, pode voar para Bogotá, a partir de São Paulo ou chegar até os Estados Unidos com uma única parada para reabastecimento. Pode levar até 9 passageiros e atinge altitude de 45 mil pés. Recentemente, o jato estabeleceu um recorde de velocidade em um voo entre a Califórnia e Havaí, de acordo com a NAA, associação aeronáutica dos Estados Unidos. O voo de volta para San Francisco durou 4 horas e 27 minutos e teve velocidade máxima de 987 km/h.

O Legacy 650E é um jato executivo clássico da categoria "large". Chegou ao mercado em 2010 com uma autonomia de voo de 7.222 km e aviônica avançada. Com três áreas de cabine distintas, o Legacy 650 possui a maior cabine, cozinha e lavabo em sua classe. O compartimento de bagagem líder da categoria é totalmente acessível durante o voo. O sistema de gerenciamento da cabine é altamente intuitivo e eleva a experiência durante o voo. A excelente conectividade, alta definição e Apple TV integrada criam a melhor experiência possível para até 14 passageiros a bordo. A nova versão "E" do Legacy 650 traz atualizações tecnológicas e de automação, mantendo o reconhecido excepcional custo operacional. A nova garantia de 10 anos ou 10 mil horas de voo é sem precedentes na indústria.

 

Comentário (0) Hits: 144

Produção do setor eletroeletrônico cresce 3%

eletronico.jpg04/08/2017 - A produção do setor eletroeletrônico apontou crescimento de 3,1% no primeiro semestre de 2017 em relação ao mesmo período de 2016. É o que mostram os dados divulgados pelo IBGE e agregados pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). O incremento do setor eletroeletrônico foi superior ao verificado na indústria geral (+0,6%) e na indústria de transformação, que recuou 0,2%.

O aumento da produção da indústria eletroeletrônica ocorreu em função da alta de 18,5% na área eletrônica, uma vez que a indústria elétrica recuou 7,1%.

No mês de junho, a produção industrial do setor eletroeletrônico recuou 2,2% em relação a junho de 2016. A queda foi decorrente da retração de 10,7% na produção da indústria elétrica, uma vez que a área eletrônica aumentou 11,0% em relação a junho do ano passado. Na comparação com maio, com ajuste sazonal, a retração foi de 3,3%, resultado de uma queda de 1,9% na área elétrica e de 4,9% na eletrônica.

No acumulado dos últimos 12 meses, a produção da indústria eletroeletrônica aumentou 0,5%, em decorrência do desempenho da indústria eletrônica (+9,2%), uma vez que a área elétrica diminuiu 5,8%.

Comentário (0) Hits: 94

Escolas brasileiras têm banda larga mais rápida

escola.jpgBruno do Amaral, Converge
04/08/2017 - Em 2016, 97% das escolas brasileiras em áreas urbanas possuíam algum tipo de acesso à Internet, segundo a pesquisa TIC Educação divulgada nesta quinta-feira, 3, pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). Há contudo uma maior presença de tecnologias de acesso mais modernas, que acabam contribuindo para aumentar a velocidade média para as instituições.

O período de coleta de entrevistas foi entre agosto e dezembro de 2016. Foram consultadas 1.106 escolas, 935 diretores, 922 coordenadores pedagógicos, 1.854 professores e 11.069 alunos até o segundo ano do ensino médio.

Do total de escolas urbanas, a maioria (44%) contava com conexão via cabo, um avanço de 8 p.p. em relação a 2016. A segunda tecnologia mais utilizada foi a de xDSL (25%, aumento de 1 p.p.), seguida por fibra ótica (11%, também crescimento de 1 p.p.), modem 3G/4G (7%, redução de 2 p.p.), rádio (5%, queda de 2 p.p.), satélite (4%, queda de 6 p.p.) e discada (1%, estável). Os 3% restantes não souberam dizer qual tecnologia era utilizada.

No recorte por tipo de instituição há pouca diferença nas proporções, exceto no FTTH: 16% das escolas particulares têm esse acesso, enquanto nas públicas o percentual é de 9%. Por outro lado, a conexão via satélite é responsável por 5% dos acessos nas públicas e 1% nas privadas.

Por região, é interessante notar que o cabo é mais presente no Nordeste (54% das escolas), região que também se vale mais de modems de rede móvel (13%). No Sul, há percentual elevado de xDSL (44%), mas também mais conexões de fibra (20%). No Norte, o destaque são as conexões via satélite: 18%.

Em termos de políticas públicas, 50% das escolas públicas mencionam o Proinfo, e outros 47% do Programa Banda Larga nas Escolas. "Mas há uma parte de diretores que não reconhece efetivamente de onde vêm as conexões", declara o coordenador de projetos do Cetic.br, Fábio Sene. "As particulares quase não mencionam (a política pública), porque a conectividade vem delas próprias."

Para a coordenadora da pesquisa no Cetic.br, Daniela Costa, apesar da grande disponibilidade, há uma redução no uso em laboratórios. E houve crescimento por faixa de velocidade, especialmente de 5 a 10 Mbps: de 16% para 19% nas escolas públicas. Nas particulares, caiu de 28% para 30%, porém com aumento de 3 p.p. para a faixa de 11 Mbps ou mais. Vale ressaltar que nas instituições públicas, o percentual de entrevistados que não souber responder aumentou 6 p.p. e ficou em 30%. "A qualidade da Internet ainda é obstáculo em escolas públicas", declara. "Todos esses desafios e obstáculos precisam ser superados para avançar em outros âmbitos, como o uso em pedagogia de projetos. Ainda assim, as tecnologias estão presentes na sala de aula pela ação de professores e alunos", completa.

Celular

Pela primeira vez, a pesquisa TIC Educação investigou também a utilização de celulares por alunos. Mais da metade (52%) utiliza o dispositivo móvel, montante semelhante tanto em públicas quanto particulares. "Quando a gente compara com indicador de alunos que utilizam celular na escola, percebemos diferença: 31% dos alunos [do total de 52%] são usuários de Internet, o que significa há uso mais intenso fora da escola do que dentro", afirma Costa. De acordo com a coordenadora da pesquisa, 95% dos alunos afirmam que não podem usar celular na sala de aula. "Talvez seja mais uma questão de cultura escolar do que infraestrutura, apesar de isso também impactar", diz.

Segundo o estudo, 27% dos alunos entrevistados acessam à Internet no celular por meio da rede móvel. Para 11%, o meio de acesso é utilizar a rede 3G ou 4G de outra pessoa. E somente 8% utilizam o Wi-Fi da escola. Vale notar que este percentual do uso do Wi-Fi é maior na Região Sul (16%) e em escolas particulares (17%). As instituições privadas ainda têm um percentual maior de alunos usuários de 3G/4G (31%), e de alunos que pegam a rede móvel emprestado (15%).

Aumentou em 5 p.p. a disponibilidade do Wi-Fi em relação a 2015, fechando o ano passado com 92%. O aumento, contudo, se deu ao avanço na penetração em escolas públicas, uma vez que nas particulares a proporção foi a mesma. Confira no gráfico do Cetic.br.

Comentário (0) Hits: 105

newsletter buton