Os dispositivos vestíveis e o futuro do RH

lg_marcello_porto-3.jpg*Por Marcello Porto
12/06/2019 - Os dispositivos vestíveis (wearables, em inglês) são tendência nas feiras e eventos internacionais de tecnologia. De acordo com previsões do Gartner, os dispositivos portáteis devem atingir uma marca de 225 milhões de aparelhos no mundo em 2019. O que representa um aumento de 25,8% em relação a 2018.

Segundo a consultoria, os gastos com ferramentas vestíveis devem chegar a US$ 42 bilhões. Desse total, US$ 16,2 bilhões serão aplicados na compra de relógios, pulseiras, óculos e outros equipamentos inteligentes - tecnologia que já é realidade nos segmentos de saúde e finanças. Além disso, os números expressivos de crescimento denotam movimento semelhante ao que aconteceu com a popularização do mobile há alguns anos. Mas por que o RH deve estar antenado nesse tema?

Com a chegada das novas gerações ao mercado de trabalho e à necessidade de soluções inovadoras para engajar esses talentos, é importante o departamento de recursos humanos estar atento a essas tendências, ainda que a adoção desse tipo de ferramenta não ocorra de imediato.

Por exemplo, nas empresas em que muitos colaboradores trabalham fora do escritório, os dispositivos vestíveis podem ajudar ainda mais as equipes que precisam focar seus esforços em atendimento e visita aos clientes.

Apesar das vantagens, muitos RHs entendem que suas empresas não têm maturidade para esse tipo de solução. Mas, acredito que tudo é uma questão de evolução de processos e de compreender o potencial que a tecnologia pode oferecer para simplificar as atividades do dia a dia.

Recentemente, o mercado brasileiro de gestão de pessoas passou a contar com a primeira solução de autoatendimento para Apple Watch, inédita no País, que possibilita a marcação remota e a consulta dos dados do ponto, bem como a visualização dos recibos de pagamento, funcionalidades já disponíveis no aplicativo para smartphone. A tendência é que as aplicações para a tecnologia wearable aumentem nos próximos anos.

Hoje, ainda existem organizações que realizam os serviços de consulta e atendimento ao colaborador de forma presencial ou por telefone, assim como emitem documentos ainda em papel, o que toma tempo do RH e do colaborador, além de onerar os gastos da empresa. Mas esse é um modelo de atendimento que tende a cair em desuso.

É por todos esses cenários que eu acredito que a tecnologia wearable veio para ficar. Os números nos mostram isso, e, sobretudo, as empresas estão percebendo que ela contribui diretamente para desburocratizar as atividades. Cabe ao RH avaliar seus processos e entender os próximos passos necessários para se tornar uma área moderna e alinhada ao futuro dos negócios.

*Marcello Porto é diretor de Produtos da LG lugar de gente

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Casas Conectadas: o futuro das residências

jetsons.jpg*Por Taciano Pugliesi

03/06/2019 - Lembra-se quando você assistia a desenhos futuristas e seriados de ficção científica e os personagens nos impressionavam por poder realizar todas as atividades domésticas apenas apertando botões? Pois estamos chegando ao ponto de a vida imitar a arte! É o que chamamos hoje de “Casa Conectada”. Com o aumento da velocidade da internet e a sofisticação da automação, os dispositivos conectados nas casas do futuro (cada vez mais presente) facilitam a vida dos moradores. Por intermédio de sistemas avançados de automação, é possível controlar e monitorar diversas funções, como acender e apagar as luzes, ligar a televisão, acionar a máquina de lavar roupas ou até mesmo dar um comando para a cafeteira preparar sozinha o café.

Essa tendência vem acompanhando o conceito de IoT (Internet of Things), que é a interconexão digital de objetos do dia a dia com a internet, o que possibilita que os dispositivos sejam controlados remotamente através de outro aparelho digital, como smartphones ou assistentes de voz.

Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), publicada em dezembro de 2018, revelou que 69,8% dos cidadãos do Brasil têm conexão com a internet, o que corresponde a quase dois terços da população. Na hora de se conectar, o smartphone já é o principal meio de acesso para 97% dos usuários, de acordo com a mesma pesquisa.

Levando isso em conta, a tendência então é que todos os dispositivos que ajudam na gestão da casa conectada apresentem a opção de controle em tempo real por meio do celular. Esse já é o caso de câmeras de gravação em nuvem, com as quais é possível monitorar o ambiente ao vivo e visualizar as imagens pelo smartphone. Dessa forma, a residência recebe um monitoramento 24h, o que permite ao usuário saber em tempo real o que acontece no interior de sua casa. Isso tudo sem a necessidade de redes internas de segurança que pesam no bolso.

Observe quantas coisas interessantes os dispositivos domésticos inteligentes podem proporcionar:  moradores das casas inteligentes podem solicitar um motorista por meio de um aplicativo de locomoção, fazer um pedido de delivery em um restaurante ou até mesmo fazer com que as portas se abram sozinhas, tudo sendo feito por comando de voz, enquanto o usuário realiza outras atividades, possibilitando uma postura multitasking.

A praticidade não é o único foco das casas conectadas: a economia também faz parte dos objetivos, uma vez que por meio dos controles e monitoramentos é possível realizar ainda a gestão do gasto de energia e de água na residência. Por conta de todos esses benefícios, a estimativa, segundo o Google Brasil, é que até 2021 cerca de 327 milhões de casas ao redor do mundo tenham ao menos um aparelho conectado, dando início à consolidação das casas inteligentes. Viu como o futuro já está chegando?

Em breve, a sua casa pode ser igual à do George Jetson!

*Taciano Pugliesi é Gerente de Vendas da D-Link

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O futuro da nova tecnologia Open Banking no Brasil

open_banking.jpg*Por Victor Rodriguez e Stefan Wysocki
29/05/2019 - O termo Open Banking tem se tornado cada vez mais popular. Discussões a respeito das oportunidades e consequências que esse novo tipo de negócio traz para empresas e consumidores estão por todos os lados e, diante de tantos argumentos e pontos de vista variados, não é difícil que este conceito gere confusão.

Questões como “os bancos tradicionais irão perder espaço?”, “que players farão parte dessa nova tendência?” e “o que de fato significa open banking?” são comuns. Esclarecê-las é fundamental para garantir o pleno entendimento dos conceitos e o consequente desenvolvimento desse novo modelo que se apresenta e deve se consolidar nos próximos anos.

Voltando um pouco no tempo, é interessante observar como esse termo ganhou espaço ao redor do globo. Na Europa, foi impulsionado pela regulamentação (o número de APIs expostas era praticamente inexistente em 2015 e cresceu exponencialmente desde 2016, quando os esboços do escopo da regulação europeia começaram a ser publicados). Já nos EUA, cresceu foi impulsionado a partir de uma necessidade dos participantes (do mercado) e, atualmente, está em discussão com órgãos reguladores como determinar alguns padrões de comunicação entre as empresas.

Saindo da história e partindo para os termos práticos do que esse termo significa, é necessário lembrar que Open Banking não deve ser confundido com banco digital. O primeiro é um conceito muito mais amplo, ligado às regulações criadas para que as instituições financeiras permitam aos seus clientes compartilharem seus próprios dados com terceiros. Isso é possível por meio de interfaces de programação de aplicativos ou APIs – padrões cujo foco é permitir que o software de uma empresa tenha acesso a informações de outra.

Esclarecida a diferença, é necessário partir para um segundo raciocínio: o papel do Open Banking na sociedade atual. Embora ele não acabe com o sistema bancário tradicional, é inegável que ele dará aos clientes mais poder para mudar de empresa e escolher produtos, o que significa que os bancos enfrentarão mais concorrência não só de concorrentes tradicionais, como também de novos entrantes como gigantes de tecnologia e fintechs.

Isso não quer dizer que o Open Banking, isoladamente, seja capaz de aumentar a inclusão financeira. Ele é parte de uma transformação ampla que inclui ações claras e direcionadas do governo, agentes reguladores e empresas, sendo estas últimas responsáveis por proporcionar produtos e serviços financeiros customizados e direcionados para este segmento da população brasileira.

Respondidos estes pontos, espera-se que, com o Open Banking, os bancos sejam capazes de competir pela experiência do cliente, o que significa que os players estabelecidos deverão fazer um esforço no sentido de melhorá-la e adotar a inovação. Em vez de representar uma ‘sentença de morte’ para os bancos, o Open Banking representa uma oportunidade para inovar e transformar os principais serviços e produtos existentes hoje.

Ações nesse sentido já estão em prática. Um importante banco do país, por exemplo, lançou um portal que concentra as APIs de alguns dados que a instituição possui e os fornece aos desenvolvedores de aplicativos, que, por sua vez, vão colaborar com a criação de produtos financeiros ainda melhores, mais competitivos e personalizados.

Com mais dados e informações, consequentemente teremos um aumento na responsabilidade dos custodiantes das informações. Dessa maneira, o Banco Central deve criar requisitos e padrões que diminuam fortemente o risco de vazamento de dados. Além disso, as empresas devem buscar cada vez mais criar estratégias de cibersegurança e o próprio governo criou leis como a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) para garantir que o consumidor não tenha informações sensíveis obtidas por terceiros não autorizados.

Um exemplo claro desse movimento é a regulação da União Europeia, o PSD2, que definiu uma série de requisitos mínimos para os participantes que estiverem interessados em abrir seus dados. Algumas dessas exigências incluem processos rigorosos de autenticação de clientes, padrões de segurança com base em melhores práticas internacionais e níveis mínimos de tempo para entrega dos dados entre as empresas, por exemplo.

O impacto disso para o mercado brasileiro está cada vez mais próximo: recentemente, o Banco Central divulgou um comunicado N° 33.455 com os requisitos fundamentais para a implantação do Open Banking. Segundo o comunicado, os dados a serem compartilhados serão relativos a produtos e serviços, dados cadastrais, dados transacionais e serviços de pagamento. Essas informações deverão ser compartilhadas pelas instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central, sempre com o consentimento do cliente. A expectativa é que o modelo de Open Banking seja implementado a partir do segundo semestre de 2020.

Estar preparado para o Open Banking é uma premissa fundamental para todas as instituições financeiras do país. Mais do que um avanço, essa nova tecnologia representa uma nova forma de se relacionar com clientes, transformando todo o setor.

*Victor Rodriguez e Stefan Wysocki, gerente executivo sênior e consultor sênior da Minsait, uma empresa Indra, no Brasil

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Valores da juventude na era da hiperconectividade

darlei_padilha_marista.jpg*Por Darlei Dário Padilha
29/05/2019 - Você já parou para pensar que todos aqueles que nasceram no começo dos anos 2000 hoje já caminham para idade adulta? Assim como este jovem do século 21, diversos rapazes e moças começam a apresentar seus sinais de maturidade celebrando uma das fases mais importantes da vida: a juventude. De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), os indivíduos entre os 15 e 24 anos são considerados jovens e estima-se que existem no mundo mais de um bilhão de seres humanos nessa faixa etária - um terço da população mundial, o que indica mais esperança de um mundo melhor. Infelizmente, sabemos que nem todos têm as mesmas oportunidades de acesso à educação, saúde, moradia e etc.

Apesar disso, a chamada Geração Z representa os nativos digitais, pessoas muito familiarizadas com o uso da internet e o pensamento em rede, extremamente conectadas por telefones móveis e também pelo constante compartilhamento de arquivos por meio das redes sociais. Dotados de uma grande compreensão da tecnologia, uma das maiores nuances dessa juventude é o ato de zapear entre várias opções de experiências, seja em séries de televisão, filmes, videogames, modelos de smartphones/tablets ou tutoriais para aprendizados diversos.

Esses jovens não são fortemente influenciados por propagandas e sempre procuram por indicações de amigos antes de comprar algo. Alguns estudiosos diferem na opinião sobre as consequências dessa hiperconectividade nesse período em que ocorrem algumas das primeiras decisões individuais que o(a) acompanharão por muito tempo, como, por exemplo, a opção por uma profissão, o primeiro voto, entre outras escolhas que delimitarão seu futuro.

Realmente uma rotina limitada às telas de conteúdos on demand pode gerar sérios problemas, causando inclusive um atrofiamento da vida social, sendo que os jovens precisam da convivência em grupos para se integrar à sociedade. A compulsão começa a se refletir no corpo: dores de cabeça, nas costas e articulações, ganho de peso. Somado a esses problemas, a juventude é o momento-chave para começar a construir a realidade da fase adulta. Aos poucos o jovem vai se tornando uma pessoa mais responsável, mais seguro de seus atos, tendo inclusive responsabilidades civis pelos mesmos. Quase tudo é possível nesta etapa de intensas descobertas, estudos, namoros, viagens e aventuras.

A juventude é também um período crucial, em que as pessoas concluem a Educação Básica e começam a construir uma carreira no Ensino Superior. Nesse sentido, o ensino Marista busca ir além da educação intelectual. Ajudamos a formar jovens protagonistas e também cidadãos conscientes. Nós acreditamos que a construção do projeto de vida pessoal se faz pelo processo de autoconhecimento, desenvolvimento de habilidades socioemocionais e o fortalecimento de valores como espírito de família, ética, solidariedade e interculturalidade.

* Darlei Dário Padilha é mestre em educação, professora universitária e diretora geral do Colégio Marista Goiânia

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Empresas hi-tech constróem política de RH para mães

go_good_creche.jpg09/05/2019 - Recentemente o Google divulgou uma pesquisa especial para o dia das mães sobre maternidade, que busca entender o perfil das mulheres do nosso século. A pesquisa constatou que 35% das mães dividem responsabilidades, mas que fazem a maior parte das tarefas sozinhas. A pesquisa identificou também que 30% são mães solo e que a atividade a que elas dedicam mais tempo no dia a dia é o trabalho fora do lar.

Proporcionar uma política de RH mais flexível, que auxilia colaboradores com filhos, é um diferencial para muitas empresas. “Hoje, desenvolver uma boa saúde corporativa é essencial para proporcionar qualidade de vida no trabalho. Entender como é possível ajudar um colaborar a crescer, e a lidar com os desafios pessoais, sejam eles a maternidade, problemas de saúde, ou outras questões familiares, irá garantir um funcionário mais motivado e produtivo para sua empresa”, comenta Bruno Rodrigues, CEO da GoGood, empresa digital de saúde corporativa. Conheça histórias de empresas que melhoraram a saúde corporativa construindo uma relação mais honesta com seus colaboradores.

Horários Flexíveis

Na Involves, empresa que desenvolve um software de gestão de trade marketing, as mães contam com benefícios na jornada de trabalho desde a volta da licença maternidade. Logo que retornam do período de licença, as novas mães podem trabalhar apenas 4 horas no primeiro mês, 6 no segundo e é somente no terceiro que a jornada volta ao normal. Thuany Schutz, People Experience Manager da Involves explica ainda que “as mulheres podem optar, também, por juntar todas essas horas e voltar ao trabalho só depois”. Para as mães de crianças em idade escolar, é oferecida a flexibilização da jornada de trabalho no período de adaptação da criança à escola. “A todas as mães que precisam levar seus filhos ao médico, independente da idade, é abonado meio período de trabalho. Entendemos que uma criança doente demanda mais tempo do que apenas os minutos da consulta, sem contar com deslocamento e outros fatores”, pontua Thuany.

Home office até o primeiro aninho

A Codenation — startup que oferece programas de capacitação em tecnologia para estudantes e profissionais da área de ciências exatas — criou uma política para mães de recém nascidos quando a co-fundadora e CMO da empresa, Krislaine Kuchenbecker, engravidou. A política de home office foi adaptada para as mães que acabaram de ter filhos: até a criança completar um ano de idade, elas podem trabalhar de casa, para poder amamentar por mais tempo e com mais tranquilidade. “A questão da licença maternidade, o afastamento por tanto tempo do dia a dia da empresa, foi algo que a deixou muito ansiosa ao final da gravidez. “Como voltar ao mesmo ritmo depois de tantos meses? Eu ainda seria relevante para a empresa? Se essas questões me preocupavam, sendo uma co-founder, imagina o que passaria pela cabeça de funcionárias? Então, numa conversa com o CEO e o pessoal de Talent, achamos melhor deixar essa regra mais definida, para que nenhuma mulher se sinta insegura em utilizar desse benefício”, explica Krislaine.

Assim, as mães podem acompanhar o crescimento dos bebês de perto, sem precisarem se deslocar até a empresa. Por enquanto, ela é a única mãe na equipe da Codenation. Mas as próximas já poderão contar com essa política. Para a CMO, essa solução trouxe mais calma em relação a adaptação da filha de sete meses aos cuidados de uma nova pessoa, ao tempo de amamentação, entre outros aspectos. “Meu trabalho está sendo super produtivo pois não tenho preocupações me distraindo — não fui obrigada a me separar dela, nem a passar pelo desmame quando ainda não estávamos prontas”, conta. Agora, Krislaine trabalha meio período na empresa, para poder ficar mais próxima da equipe sempre que possível, algo que julga ser muito importante.

Liberdade

Na Cheesecake Labs, empresa que desenvolve aplicativos web e mobile, as figuras maternas podem, além de ter horário flexível e fazer home office quando preciso, levar as crianças para o trabalho. "Entendemos que às vezes o home office não supre a demanda que temos no escritório. Por isso, damos às nossas figuras maternas liberdade de escolha sobre como querem continuar exercendo suas funções. Elas podem optar pelo modelo com o qual se sentem mais à vontade para estar com suas crianças e trabalhar", explica Olívia Pacheco, Wellness da Cheesecake.    

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Bancos digitais: quais são as vantagens?

it_broken_1.jpg09/05/2019 - Os bancos digitais estão no Brasil desde 2016 e vem ganhando espaço no mercado. Seu diferencial está no nome: desde a abertura da conta, às transações e o esclarecimento de dúvidas, tudo é feito digitalmente, pelo celular ou computador, o que garante a praticidade de não precisar sair de casa.

Confira abaixo, algumas informações sobre as vantagens dos bancos digitais apresentados pelo Simplic.

A possibilidade de fazer saques em caixa eletrônico, que começou nos bancos digitais com o Nubank, impulsionou muito o interesse de consumidores nos serviços online. Embora seja uma grande vantagem, o saque pode vir acompanhado de taxas. Nos bancos Nubank e Neon, por exemplo, a taxa é de quase R$ 7,00. Nesse quesito, o banco Next fica a frente por ter isenção dessa taxa.

A maioria das pessoas que utilizam bancos digitais hoje são jovens com menos de 29 anos (59%). Apenas 7% dos usuários de bancos digitais têm mais de 50 anos.

• 54% dos usuários de bancos tradicionais abriam contas digitais
• Em 2018, procura por bancos digitais apresenta crescimento de 120%
• Segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) o número de transações pelo celular cresceu 70% em 2017

Vantagens dos bancos digitais:

1 – Quase não se vai à agência bancária
Com o Internet Banking e as plataformas digitais oferecidas por bancos, fica cada vez menos necessário sair de casa para ir ao banco. Além disso, a praticidade das transações online abrange todos as necessidades bancárias.

2- Bancos digitais promovem a inclusão bancária
Entre 2013 e 2014, quase 55 milhões de pessoas não tinha conta em banco. A praticidade dos bancos digitais possibilita a mudança desse quadro e torna mais fácil manejar seu dinheiro, até pela possibilidade de fazer isso de lugares remotos, longe de agências bancárias.

3- Bancos investindo em tecnologia
Bancos tradicionais estão investindo em tecnologia para acompanhar a nova tendência do sistema. Em 2017, o setor investiu R$ 19,5 bilhões principalmente em atendimento ao cliente, com as agências digitais.

4- Bancos digitais já somam mais de 1 milhão de clientes
Mesmo com pouco tempo no Brasil, os bancos digitais já tem muita aceitação. O Banco Original, pioneiro por aqui, vem acumulando clientes, assim como o Banco Inter, que atua desde 2017 e já em 2018 atingiu a marca de 1 milhão de clientes.

Produzido por: Simplic
Fontes: Época Negócio, Blog Magnetis e Consumidor Moderno

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