telequestCBN Facebook Youtube

Como seria se São Paulo fosse uma Smart City?

smartcity.jpg*Por Carlos Bokor e Mauricio de Paula
18/05/2017 - Em uma cidade de milhões de pessoas, analisar cada indivíduo é a chave para o sucesso! Destaque no mundo corporativo, a tecnologia de análise de dados está transformando as relações Empresas x Consumidores e começa a dar suas primeiras colaborações aos serviços públicos. Por meio da captação de informações, empresas públicas e órgãos federais começam a conhecer melhor os cidadãos atendidos, além de ter maior controle sobre seus processos internos, melhorando o atendimento à população e melhorando o aproveitamento da “máquina pública”. O Big Data, tecnologia responsável por esse tipo de processo, armazena, separa e analisa as informações disponíveis nos mais diversos canais, transformando hábitos, preferências e gostos em “respostas”. Essas respostas guiam os gestores para melhor atender o cliente, oferecer produtos certos ou até mesmo mudar sua operação interna. Considerando que os serviços públicos também devem estar voltados a seus clientes, no caso nós, contribuintes, como o Estado pode construir uma Smart City?

O que é uma Smart City?

Smartphones, Smartcars, seja o “Smart” que você quiser, todos esses dispositivos tem uma característica em comum: usar a tecnologia e inteligência artificial para analisar informações de forma sistêmica, traçando padrões e “respostas” que ajudem suas tarefas diárias. Em uma “Cidade Inteligente” não é diferente, por isso temos que ficar atentos a essa classificação: pontos de Wifi, iluminação com lâmpadas de LED e outras medidas tecnológicas que não tenham impacto direto na vida da população não podem ser consideradas “Smart”, mas sim modernas. A Smart City real usa os mais diversos tipos de tecnologia para melhorar as condições de vida da população, muitas vezes impactando setores que não dependem ou não aparentam usar tantos dispositivos assim, como o transporte público ou a gestão de recursos naturais, por exemplo.

Utilidades:

O setor de utilities, ou utilidades, é aquele que cuida da parte de infraestrutura dentro de uma cidade. Serviços de água e esgoto, iluminação e distribuição de energia são exemplos de “utilities” que compõem a grande São Paulo e podem ser impactadas diretamente pelo uso desse tipo a tecnologia: O conhecimento do histórico de consumo, por exemplo, permite que empresas de água e esgoto tenham visibilidade da operação total, identificando possíveis fraudes e vazamentos. O controle do fluxo de água poderia ajudar na distribuição, permitindo que os órgãos responsáveis manejassem fontes de agua por exemplo, escolhendo o manancial que gere menos custos com tratamento como fonte em períodos de menor consumo e estratégias complementares em picos de demanda.

Atualmente, a SABESP já tem um projeto de análise de dados em andamento, investindo em um “container de dados” que agrupa todas as informações disponíveis na rede de agua e esgoto. O principal resultado do investimento foi o dobro de retorno na área de auditoria, o que gerou lucro real além de economia de água.

Mobilidade:

Só o paulistano sabe como é difícil se locomover na maior cidade do país. Seja por meio do transporte público, carro particular ou até mesmo o famoso Uber, a maioria da população de São Paulo estão insatisfeitos com o seu ir e vir. As opções tecnológicas para esse setor são um pouco mais avançadas e exigem investimento em infraestrutura, conhecimento e equipamento: um dos melhores exemplos de evolução na mobilidade individual atual é o Waze, aplicativo popular que, além de servir como GPS, leva o motorista pelo caminho mais rápido.

Se o Waze facilita tanto a vida das pessoas ao pensar no “individual”, imagine um software desenvolvido pensando no coletivo, analisando os roteiros diários de cada morador de São Paulo, podendo fazer assim melhores trajetos e gestão de sinaleiros por exemplo. Com um pensamento mais futurista, esse tipo de informação pode dar ínicio a uma nova forma de gestão de ruas, em que o fluxo da cidade seria controlado de forma inteligente, adaptando diariamente os sentidos do trânsito por exemplo. No transporte público, o monitoramento do Bilhete Único, principal meio de pagamento de passagens, poderia gerar uma série de informações diárias, possibilitando, por exemplo, uma melhor gestão de frotas, oferecendo mais transporte em horários de pico. Tudo isso de forma certeira e integrada entre todos os meios públicos de locomoção. Hoje já percebemos que a CPTM e o Metrô começam a tentar tomar atitudes “smart”, adotando linhas expressas e controle de tráfego inteligentes, mas que ainda podem melhorar com o uso do Big Data.

No final do dia, o que percebemos é que as informações necessárias para transformar São Paulo em uma cidade inteligente já estão na “mesa”, sendo uma possível mina de ouro para os serviços públicos. Modernizar a máquina estatal abre possibilidades para um melhor aproveitamento dos servidores públicos, melhorando a qualidade de vida dos próprios servidores e da população que depende dos seus serviços, trazendo ganhos reais para a sociedade.

*Carlos Bokor é diretor da Teradata Brasil. Mauricio de Paula é Senior Business Consultant da Teradata Brasil.

Comentário (0) Hits: 56

Frota de carros sem motorista será testada em 2019

oxbotica2.jpg12/05/2017 - Oxbotica, empresa de inteligência artificial com sede em Oxford que tem trazido carros sem motorista para as ruas do Reino Unido, anunciou que está liderando um consórcio de empresas que ajudará a consolidar o desenvolvimento de veículos autônomos no reino Unido.

O consórcio Driven - que se beneficia de recursos de £ 8,6 milhões concedidos pelo Centro de Veículos Conectados e Autônomos e entregues por meio da Innovate UK - é um projeto ambicioso que implantará uma frota de veículos totalmente autônomos em áreas urbanas e em autoestradas, culminando com uma viagem de Londres a Oxford. Estes veículos operarão no nível 4 de autonomia - o que significa que eles têm a capacidade de executar todas as funções críticas de segurança para a condução e o monitoramento das condições de estrada para uma viagem inteira, sem a ocupação de passageiros. Testes com veículos conectados e autônomos neste nível de complexidade e integração nunca foram feitos em nenhum lugar do mundo.

O plano de 30 meses do projeto deste consórcio vai balançar as indústrias de transporte e seguros, buscando remover barreiras fundamentais para a implantação comercial real de veículos autônomos. Os principais desafios que o consórcio irá abordar incluem: comunicação e compartilhamento de dados entre veículos conectados; Modelagem de Seguros de Veículos Conectados e Autônomos: perfil de risco e os novos desafios de cibersegurança que este volume de compartilhamentos de dados trará.

A maior parte do trabalho do consórcio incluirá o uso de uma frota de seis veículos intercomunicáveis equipados com o Selenium, o software da Oxbotica. Como uma plataforma, o Selenium fornece a qualquer veículo no qual é aplicado a consciência de onde está, o que o rodeia e, com esse conhecimento em mãos, como ele deve se mover para realizar uma tarefa.

O projeto vai transformar radicalmente como os seguros e veículos autônomos irão trabalhar juntos em cidades conectadas. Um dos principais desafios será a forma de segurar frotas autônomas de veículos, com o consórcio planejando desenvolver um sistema que leve automaticamente em conta dados do veículo e de fontes externas que o rodeiam como, por exemplo, sistemas de controle de tráfego.

O projeto abordará também preocupações de proteção de dados e segurança cibernética levantadas por formuladores de políticas internacionais e agências de aplicação da lei em todo o mundo, definindo políticas comuns de segurança e privacidade relacionadas com veículos conectados e autônomos.

Além da Oxbotica, outros parceiros envolvidos no projeto britânico incluem o Oxford Robotics Institute, a re/seguradora XL Catlin, a Nominet, a Telefonica O2 UK, a TRL, a RACE da Autoridade de Energia Atômica do Reino Unido, o Oxfordshire County Council, a Transport for London e a Westbourne Communications.


Comentário (0) Hits: 80

Vendas mundiais de tablets seguem em queda

tablets_queda.jpg05/05/2017 - De acordo com o IDC, o mercado mundial de tablets mais uma vez se contraiu no primeiro trimestre de 2017, um declínio de 8,5%.

O mercado de tablets é composto de duas categorias de produtos diferentes, como observado pelo IDC no passado. Dispositivos que oferecem um teclado adaptável, continuam a crescer por se assemelhar a PCs portáteis tradicionais ou laptops. A outra categoria (que não têm essa opção de teclado), teve um pico de crescimento em 2014 e agora está em declínio e de acordo com previsão do IDC, deverá se manter.

“Como sabemos, o mercado de tablets foi criado em 2010 com o lançamento do iPad, apesar das tentativas mal sucedidas de outros dispositivos nos anos anteriores", disse Ryan Reith, vice-presidente do programa IDC's Worldwide Quarterly Mobile Device Trackers. “O crescimento de tablets entre 2010 e 2013 foi muito intenso e muito diferente de outros dispositivos disponíveis no mercado. No entanto, parece que passado esse período, os consumidores tornaram-se menos ansiosos para comprar um modelo novo. Continuamos a acreditar que o principal fator foi a crescente dependência dos consumidores por smartphones."

 

 

 

 

 

 


Comentário (0) Hits: 80

Embraer e Uber vão desenvolver ‘carro voador’

embraer_uber.jpg02/05/2017 - A Embraer anunciou um acordo com a Uber visando a explorar o conceito de um ecossistema - denominado Uber Elevate Network - que poderá permitir o desenvolvimento e implantação de pequenos veículos elétricos com decolagem e aterrissagem vertical (VTOLs, na sigla em inglês) para deslocamentos curtos no espaço urbano. O anúncio foi feito em Dallas, Texas, na sessão de abertura do Uber Elevate Summit.

Essa parceria preliminar é um projeto gerado pelo Centro de Inovação de Negócios da Embraer. Anunciado no mês passado, quando a empresa revelou sua intenção de promover inovações no transporte aéreo, o Centro tem sede em Melbourne, na Flórida, e equipes no Vale do Silício, Califórnia, e em Boston, Massachusetts.

“Acreditamos firmemente que é preciso explorar vários novos conceitos de negócios que podem afetar o transporte aéreo no futuro. Essa é uma oportunidade única para ajudarmos a complementar o conhecimento de transporte aéreo dessa que é uma empresa revolucionária e visionária no transporte terrestre. No exercício dessa parceria, vamos desenvolver novas tecnologias, novos produtos e novos modelos de negócios que podem gerar oportunidades para a Embraer no futuro”, disse Paulo Cesar de Souza e Silva, CEO da Embraer.

“A Embraer é a maior fabricante de jatos comerciais de até 130 assentos e um dos parceiros mais experientes da Uber neste segmento. Seu conhecimento de certificação de aeronaves com tecnologia fly-by-wire embarcadas e sua confiança de que eles podem igualmente tornar essa tecnologia acessível a aeronaves muito menores é um ingrediente essencial para o nosso sucesso”, disse Mark Moore, diretor de Engenharia de Aviação da Uber.

Comentário (0) Hits: 190

Dassault Systèmes e Airbus aceleram inovação no espaço

dassault.jpg28/04/2017 - As empresas anunciam novo espaço na Universidade Estadual de Wichita, nos Estados Unidos, criando instalações para acelerar a inovação aeroespacial

A Dassault Systèmes anuncia a inauguração de um novo espaço junto à Airbus na Universidade Estadual de Wichita - WSU (Wichita State University). O local será utilizado pelas empresas globais para desenvolvimento de novas tecnologias no Campus de Inovação da WSU.

“Esse é o começo de uma nova era na Universidade Estadual de Wichita, uma oportunidade para os estudantes trabalharem ao lado de profissionais experientes, ganhando conhecimento sobre ferramentas e processos utilizados pela indústria. Vemos essa iniciativa como um modelo para futuras parcerias em área como negócios, educação, saúde, artes e ciências”, afirma John Bardo, Presidente da WSU.

Como parceiros do Campus de Inovação da WSU, a Airbus Engineering e a Dassault Systèmes têm acesso à sua infraestrutura de suporte, incluindo os laboratórios de pesquisa, salas de reuniões, oportunidades de educação/formação e colaboração ilimitada com os professores, funcionários, estudantes e entidades empresariais.

 

Airbus Americas: Aprendizagem & Inovação aplicadas

Essas vantagens foram fundamentais para a decisão de mudança do centro de engenharia da Airbus Americas Wichita para o Campus de Inovação da WSU no começo de 2017. O prédio da Airbus possui dois andares, mais de 8 mil metros quadrados de construção e 300 colaboradores trabalhando em todos os produtos de aeronaves comerciais da Airbus, incluindo o design significativo da nova geração A350 XWB.

A Airbus também colabora com a WSU para aproveitar ao máximo o modelo de aprendizagem aplicado pela universidade, que envolve os alunos em projetos de engenharia do mundo real, ajuda a desenvolver habilidades fundamentais para os engenheiros, além de oferecer experiências aos estudantes enquanto reforça a competitividade da Airbus.

“O grupo de talentos para a área aeroespacial e de aviação da WSU está entre um dos mais ricos do mundo”, comenta John O’Leary, Vice-Presidente da Airbus Americas Engineering. “A expertise aeronáutica é reconhecida pela Airbus e globalmente. O Campus de Inovação só fará com que o conhecimento e experiência da universidade cresçam.”

dassault2.jpgDassault Systèmes: o futuro do desenvolvimento e manufatura de produtos avançados

A Dassault Systèmes se encarregará da tecnologia e dos funcionários no novo centro de 3DEXPERIENCE para avançar no uso de novos modelos, como manufatura aditiva, que irão moldar o futuro da indústria.

O centro 3DEXPERIENCE, uma parceria única entre o Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (do inglês National Institute for Aviation Research - NIAR) da Universidade de Wichita e a Dassault Systèmes, anunciado em 2015, reúne estudantes, pesquisadores e indústria, utilizando a plataforma 3DEXPERIENCE da Dassault Systèmes e as Industry Solution Experiences para permitir o desenvolvimento avançado de produtos 3D, simulação virtual e a nova geração de manufatura.

“Nossa parceria com a Universidade Estadual de Wichita é um modelo de como instituições públicas e empresas podem trabalhar juntas para o avanço de novas tecnologias”, diz Michel Tellier, Vice-Presidente para a Indústria Aeroespacial & Defesa da Dassault Systèmes. “Nosso novo centro de 3DEXPERIENCE ajudará as companhias a resolver os problemas de hoje enquanto treina a força de trabalho do amanhã. As técnicas avançadas de manufatura, pesquisa de novos materiais e inovação da simulação 3D que são reveladas nesta nova unidade terão impacto imediato na indústria aeroespacial e também serão aplicáveis a inúmeros outros setores no mundo.”

O Campus de Inovação na Universidade Estadual de Wichita

Ocupando 120 acres, o Campus de Inovação da WSU é uma comunidade interconectada de edifícios de parcerias em que empresas estabelecem operações e colhem os frutos dos vastos recursos da universidade: laboratórios que dão acesso a estudantes a aplicações do mundo real e a formação necessária para entrar com mais facilidade no mercado de trabalho; um espaço comunitário que oferece acesso a tecnologia e serviços que facilitam o desenvolvimento de produto, e áreas de uso misto que proporcionam a todos um lugar para aprender, trabalhar, morar e brincar. www.wichita.edu

Comentário (0) Hits: 66

Perder fotos digitais ou sofrer um acidente de carro?

photo2.jpg20/04/2017 - Pessoas consideram a perda de fotos digitais mais angustiante do que sofrer um acidente de carro, revela estudo da Kaspersky Lab

As recordações digitais ocupam um lugar especial em nossos corações já que são consideradas insubstituíveis. Segundo um estudo da Kaspersky Lab, 49% das pessoas disseram que os dados mais preciosos de seus dispotivos são suas fotos particulares e sigilosas, seguidos das fotos de seus filhos e cônjuges. A ideia de perder essas lembranças valiosas é considerada mais penosa do que a possibilidade de um acidente de carro, o rompimento com um parceiro ou uma briga com um amigo ou familiar.

De acordo com o estudo, mais de dois quintos dos entrevistados disseram que não conseguiriam substituir as fotos e os vídeos de suas viagens (45%), seus filhos (44%) ou de si mesmos (40%). A pesquisa mostra que a ideia de perder essas lembranças preciosas é considerada muito angustiante pela maioria das pessoas. De fato, segundo estudo, as pessoas valorizam seus dispositivos e suas fotos mais do que seus parceiros, amigos e animais de estimação.

Ao perguntar sobre o nível de angústia que sentiriam em diversas situações – incluindo a doença de um familiar, o rompimento com um parceiro, um acidente de carro, a perda de suas fotos digitais, contatos, entre outros – a doença de um familiar ficou em primeiro lugar como incidente mais angustiante que as pessoas poderiam viver. A perda ou roubo de um dispositivo, e a perda de fotos digitais, ficou em segundo e em terceiro lugares em várias regiões do mundo inteiro, deixando para trás na classificação de incidentes negativos os acidentes de carro, o rompimento com um parceiro, um dia ruim no trabalho, brigas com familiares e amigos e até, em alguns casos, a doença de um animal de estimação.

“O experimento mostrou resultados interessantes e que valem a reflexão: embora as pessoas acreditem entender o valor de seus dados, o valor afetivo não se reflete em suas ações do dia a dia. Por um lado, as pessoas parecem saber quais tipos de dados são mais importantes para elas e acreditam que seria muito penoso perder suas memórias digitais, por exemplo, suas fotos”, diz Andrei Mochola, chefe de negócios ao consumidor da Kaspersky Lab.

Com a crescente proliferação dos perigos online e as ameaças cibernéticas que se escondem dos usuários diários, a chance de perda de dados armazenados em dispositivos digitais é alta. Este risco aumenta ainda mais quando se considera que apenas 46% dos usuários protegem seus dispositivos com uma senha e solução de segurança robusta, deixando mais da metade dos dispositivos vulneráveis no mundo.

A fim de ajudar a proteger os preciosos dados armazenados em dispositivos diferentes, a Kaspersky Lab oferece aos usuários quatro dicas que irão ajudar a proteger seus tesouros digitais:

1. Proteja o seu dispositivo com uma senha ou outro método, como reconhecimento de impressões digitais. Lembre-se que as senhas irão proporcionar uma proteção eficaz apenas se tiverem a complexidade necessária e se forem conhecidos apenas para o usuário daquele dispositivo.

2. Certifique-se de fazer backup de seus arquivos regularmente. É importante criar dois backups: a armazenados na nuvem (usando Dropbox, Google Drive, etc.) e outro em um dispositivo físico (um disco rígido portátil, USB, outro PC, etc.). Uma vez com uma lista de backup, certifique-se em definir certas restrições em arquivo: seu dispositivo para o "plano B" só deve ter permissão para leitura e/ou gravação, sem a opção de editar ou apagar.

3. Use uma solução de segurança robusta, como Kaspersky Total Security multidispositivos, que protege os dados em vários dispositivos móveis, permitindo aos usuários desfrutar de seus dispositivos enquanto ainda está protegido contra ameaças cibernéticas.

4. Não carregue seu dispositivo móvel usando uma porta USB conectado a um computador, a menos que seja de confiança, uma vez que pode estar infectado com malware especial instalado no PC. A melhor coisa a fazer é ligar o telefone diretamente para o adaptador de energia.

Comentário (0) Hits: 107

newsletter buton