Michio Kaku prevê pesadelos e coisas boas do futuro

michio_kaku_commons.jpgPor Ethevaldo Siqueira
08/06/2018 - O cientista nipo-americano Michio Kaku é um dos mais conhecidos visionários do futuro tecnológico do mundo. Sua reputação é elevada, como físico, professor e pós-graduado em Harvard e Berkeley. Resumimos a seguir uma entrevista sua ao portal Futurism

Michio Kaku começa por uma advertência sobre os perigos dos drones. O cientista diz que "já dispomos de drones supervisionados até por seres humanos mal-intencionados, que podem dizer ao drone:

— Mate aquele homem.

Isso não é uma mera hipótese, pois, no futuro, o drone poderá reconhecer a forma humana e ter permissão para matar uma pessoa.

Michio Kaku, um dos maiores cientistas que estudam o futuro / Crédito: Wikimedia Commons / SPakhrin

Michio Kaku diz que – por um erro de software ou um curto-circuito – o drone pode até um dia ficar louco e passar a atirar em formas humanas independentemente de quaisquer instruções.

Na visão do cientista, nossa única preocupação séria, hoje, tem que ser com essas máquinas automáticas de matar. Não amanhã, com o máximo de segurança possível. Assim, não teremos que nos preocupar com robôs assumindo o poder."

Cinco previsões

Vejamos agora cinco coisas boas que Michio Kaku prevê para um futuro próximo.

Sobre vida extraterrestre, ele diz que "ainda neste século, faremos contato com uma civilização alienígena logo após captar suas comunicações de rádio."

Sobre Inteligência Artificial, ele lembra que "em mais algumas décadas, os robôs se tornarão tão inteligentes como um camundongo. Em seguida, como um ratão. Logo depois, como um gato, um cão ou um macaco. A partir daí, lá pelo final do século, eles poderão se tornar perigosos e até mesmo substituir os seres humanos.

Sobre a colonização de outros mundos, Michio Kaku afirma que "precisamos assegurar a sobrevivência da humanidade noutros mundos. Ou seja, precisamos de algo como uma apólice de seguro, um plano de backup. Os dinossauros, coitados, não tinham um programa espacial, nem backup. Só por isso é que eles não estão mais aqui. Ninguém está dizendo que devemos deixar a Terra e ir para Marte, mas um assentamento em Marte já é uma possibilidade definitiva.

Sobre o Bitcoin, Michio Kaku diz: "Você não pode deter a moeda virtual. Da mesma forma não nos é possível saber quais serão as coisas que realmente valerão a pena nesse mundo das criptomoedas. Bitcoin é jogo. É uma especulação. No que diz respeito à minha atitude pessoal em relação a isso, digo, não é produtivo. Bitcoin não é uma indústria produtiva."

Sobre carros autônomos ou sem motorista, Michio Kaku prevê que "com o transporte digitalizado da próxima década, os carros sem motoristas, guiados por GPS e radar, vão compartilhar boa parte de nossas rodovias". Acidentes e congestionamentos de trânsito se tornarão coisas do passado. E a boa notícia é que milhares de vidas serão salvas todos os anos."

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A Internet das Coisas movimenta o Agronegócio

abinc_2.jpg11/06/2018 - Bancos privados e governo aceleram em 2018 a ampliação da agricultura digital com investimento estimado em R$ 200 milhões para tornar a Internet das Coisas (IoT), uma ferramenta para a modernização e globalização da economia agrícola e agropecuária

Imagine um cenário rural ligado à internet e funcionando de forma automatizada, onde produtores podem contar com um aplicativo para tomada de decisões mais assertivas na aplicação de fungicidas; onde seja possível acessar, em tempo real, dados sobre as condições climáticas da propriedade a partir de uma estação meteorológica para prevenir a instalação da ferrugem na soja; ou monitorar o ambiente de criação de bovinos para a cultura leiteira por meio de sensores que agregam os dados em uma plataforma de gerenciamento nutricional de animais; até mesmo usar de sensores para captar dados como a umidade das folhas, o pH e a condutibilidade elétrica da água, além da temperatura e da umidade da estufa. Embora pareça algo futurista, isso já é uma realidade atual, viabilizada pelo apoio do BNDES junto com bancos privados a empresas nacionais que estão investindo cerca de R$ 200 milhões em tecnologias de hardware, software e plataformas para a Internet das Coisas e fazem a conectividade cada vez mais presente nos ambientes rurais .

Por meio do programa BNDES IoT, o banco estatal oferece uma linha de crédito de R$ 100 milhões em recursos não reembolsáveis que vai financiar projetos piloto de Internet das Coisas, considerada a próxima fronteira em termos de inovação, pesquisa e desenvolvimento em tecnologias de dispositivos móveis. O agronegócio, por ser um dos setores com maior potencial de desenvolvimento e exploração da tecnologia, será o mais contemplado. A iniciativa vai aproximar produtores rurais, fornecedores de tecnologia e institutos de pesquisa para sanar entraves, como a ausência da conectividade à internet em propriedades rurais.

O conceito de Internet das Coisas para o agronegócio baseia-se na evolução tecnológica dos sistemas de informática ligados à internet e busca a interação entre objetos inteligentes, possibilitando a comunicação entre eles. Assim o tempo do produtor será otimizado e o ganho de informações ao seu dispor sobre a lavoura e/ou criação e seus equipamentos aumenta em volume e eficiência.

Pensando na aceleração da modernização do agronegócio do Brasil e para buscar inserir e adaptar tecnologias de acordo com a realidade de cada região do país, a Associação Brasileira de Internet das Coisas (ABINC) criou um comitê de estudos do IoT no Agronegócio, o comitê de Agricultura Digital, para discutir as vertentes do trabalho agrícola, gargalos, legislações, padrões de interoperabilidade de dados e outros serviços que atendam às necessidades do agro brasileiro. A ideia é reunir empresários para discutir formas de acelerar e baratear o uso e produção dessas tecnologias e ainda fazer o meio de campo entre o mercado e o governo para disseminar nacionalmente os avanços. A iniciativa será inaugurada durante o Agrônomo Digital, maior evento sobre Agricultura Digital do Brasil que acontece no dia 13 de junho, em São Paulo.

"Com os diálogos e investimentos necessários, a Internet das Coisas trará eficiência e soluções baratas para os problemas do campo ao aplicar ações simples que resolvem problemas de solo, clima, controle de pragas, pulverização, produtividade e outros", afirma Flavio Maeda, Presidente da Abinc.

O agronegócio tem uma expressiva participação na economia brasileira. Em 2017, o segmento representou, aproximadamente, 21,59% do PIB, deixando o país em uma notável posição mundial na produção agroindustrial. E esta realidade ainda tem um grande potencial de melhoria com o investimento em novas tecnologias, que prometem aumentar a conectividade em áreas rurais e modernizar o trabalho dos produtores.

O Plano Nacional do IoT e a sua influência no setor agrícola

Iniciado no começo de 2017, o estudo "Internet das Coisas: um plano de ação para o Brasil", que subsidiou o Plano Nacional de Internet das Coisas, realizou um diagnóstico para propor políticas públicas para o tema no Brasil. Após as fases de diagnóstico e aspiração, seleção de verticais e horizontais, investigação de verticais e elaboração de visão e plano, o estudo, apoiado pelo BNDES em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), agora chega no momento de suporte à implantação do plano de ação.

No aguardo de como será o detalhamento das ações dos próximos 5 anos do Plano, bem como o funcionamento dos pilotos, Maeda se mostra otimista com a perspectiva de financiamento para a aceleração do setor, mas pontua que, para ter sucesso, será necessário catalisar a cooperação entre todas as partes, tanto do governo quanto da iniciativa privada. "A missão da Abinc é fazer este plano acontecer para que o avanço tecnológico impacte positivamente o setor agrícola, por isso estimulamos os nossos associados a tomarem a frente e assumirem uma estratégia para tirar as ideias do papel. Dessa forma teremos mais recursos e argumentos para cobrar do governo o cumprimento do que foi acordado em tempo hábil", afirma.

A difusão da nova tecnologia, que promete levar conectividade aos objetos com os quais as pessoas interagem no dia a dia, é considerada parte fundamental da Estratégia Brasileira para a Transformação Digital definida em decreto assinado pelo presidente Michel Temer durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, em março de 2018.

O agronegócio foi uma das quatro áreas prioritárias de direcionamento de iniciativas e políticas públicas para o desenvolvimento da IoT no território nacional. A escolha tem como foco aumentar a produtividade e relevância do Brasil no comércio mundial de produtos agropecuários, com elevada qualidade e sustentabilidade socioambiental, além de posicionar o país como o maior exportador de soluções de IoT para a agropecuária tropical. Outros segmentos escolhidos devido à sua relevância para a economia brasileira e por sua agenda de inovação já em curso foram as Cidades Inteligentes, Saúde e Manufatura Avançada.

Estes investimentos prometem movimentar ainda mais o mercado da Internet das Coisas, que em 2016 gerou US$ 1,35 bilhão com uma expectativa de alcançar receitas de US$ 3,29 bilhões em cinco anos, segundo o mapeamento feito pela Frost & Sullivan intitulado "O Mercado industrial brasileiro de Internet das Coisas, Cenário para 2021". A estimativa de receita se refere a hardware (módulo de conectividade e outros componentes), software e serviços diretamente ligados a soluções IoT.

A tecnologia usada a favor do agronegócio

O uso da tecnologia, como a implantação de sensores para captação remota de dados de equipamentos, ambiente ou animais, está ajudando a reduzir custos e aumentar a produtividade no campo. Embora ainda exista muitas limitações a serem resolvidas, o agronegócio brasileiro já é um dos setores mais avançados no uso de sistemas de Internet das Coisas, e o emprego dessa tecnologia está crescendo rapidamente. Segundo o MCTIC, a estimativa é que até 2025 o impacto do uso das soluções nesta área alcante entre US$ 5 bilhões e US$ 21 bilhões, apoiando uma queda de até 20% no uso de insumos agrícolas e alta de até 25% na produção das fazendas, dependendo do grau de adoção que essas tecnologias atingirem.

Os números favoráveis mostram que a IoT é uma importante ferramenta para o aumento da produtividade do campo e da agroindústria, já que traz dados e recursos para a tomada de decisão em diversas áreas. Sendo uma atividade que permeia todas as regiões do Brasil, a agricultura é extremamente importante para o PIB e por isso deve ser fomentada. Para Herlon Oliveira, fundador e diretor da Abinc, e CEO da empresa de agricultura digital AgrusData, o Brasil é um país com potencial para exportar o conhecimento de IoT aplicado ao setor de agro para todo o mundo. "A agricultura brasileira desenvolveu uma permeabilidade à tecnologia e a IoT é uma importante ferramenta para o aumento da produtividade do campo e da agroindústria, trazendo dados e recursos para a tomada de decisão em diversas áreas, desde a logística, gestão de ativos, segurança, medição de parâmetros de produtividade e condições meteorológicas que vão dar subsídios para tomar decisões acertadas na hora de irrigar, colher, adubar e corrigir o solo. Com isso, a redução de custo em algumas culturas pode chegar a 10%", afirma. "Esses serviços também resultam em melhorias como aumento de produtividade de até 15% na produção e redução de 50% no consumo de água e 40% do gasto de energia".

A IoT também é uma solução para a deficiência na conectividade em áreas remotas

Outra questão importante que a implantação da IoT nos ambientes rurais pretende resolver é o problema com a conectividade em áreas mais remotas. Para integrar novas tecnologias àquelas já existentes no campo e utilizá-las para criar soluções rápidas e baratas para o produtor, é preciso solucionar problemas de indisponibilidade de conectividade 3G/4G nos serviços de telefonia móvel, a lentidão da conectividade de internet residencial, a indisponibilidade de banda larga na capacidade desejada, queda de chamadas de voz na telefonia móvel e baixa penetração dos serviços dos provedores nas propriedades rurais.

Associação Brasileira de Internet das Coisas (ABINC)

A ABINC foi fundada em dezembro de 2015 como uma organização sem fins lucrativos, por executivos e empreendedores do mercado de TI e Telecom. Tem como objetivo incentivar a troca de informações e fomentar a atividade comercial entre associados; promover atividade de pesquisa e desenvolvimento; atuar junto às autoridades governamentais envolvidas no âmbito da Internet das Coisas e representar e fazer as parcerias internacionais com entidades do setor.

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Veja aonde chega a sofisticação do áudio high-end

audio_high-end_1.jpgPor Ethevaldo Siqueira
08/06/2018 - Olhe bem para a primeira foto. Ela mostra um CD player ultra-luxuoso fabricado pela Metronome Technologie, uma empresa francesa, que eu vi (e ouvi tocar os melhores CDs clássicos) em Las Vegas em janeiro passado. Seu preço: 35.000 dólares. Na segunda foto, outra versão dessa super máquina, dentro de uma caixa transparente para evitar o pó do ar. A terceira foto mostra um toca-discos analógico Thorens, para os LPs de vinil, de alta qualidade.

audio_high-end_2.jpgHá coisas na vida que não estão ao alcance nem da classe média alta, nem, às vezes, de ricos. No caso do som de super alta fidelidade, é isso que acontece. Da mesma maneira que ocorre com quem ama super câmeras fotográficas, carros esportivos, iates e muito mais coisas.

Minha paixão é música e som da mais alta fidelidade. Se eu fosse bilionário, com certeza compraria todos esses leitores de CDs (Metronome Kalista CD Player) e de LPs para integrá-los no mais sofisticado sistema de áudio high-end com amplificador Mackintosh valvular, caixas acústicas do mesmo padrão e todos os demais componentes, entre os quais um toca-discos analógico super high-end (como o Thorens) para os mais recentes LPs, por um preço parecido com o do Metronome Kalista CD player. Como vocês sabem, o som analógico de super LPs de vinil voltou, agora para deixar malucos os audiófilos mais exigentes do planeta (aliás, só os que puderem pagar por tudo, os bilionários-audiófilos).

audio_high-end_3.jpgEm resumo, eu poderia ter um sistema de áudio completo, de puro sonho, para ser instalado numa sala especial, com acústica previamente planejada. O preço total do sistema dream-audio talvez chegasse a US$ 150.000. Ou quase R$ 600.000.

Como não tenho essa grana toda, minha única alegria nessa área foi ouvir Mozart, Bach e Beethoven numa sala de demonstração do Hotel Venetian em Las Vegas, por ocasião do CES 2018, em janeiro. Passei duas horas numa espécie de céu da música mais pura que meus ouvidos já ouviram. E voltei para casa, para minha simplicidade tecnológica tradicional.

 

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Austrália utiliza materiais reciclados nas estradas

estrada_australiana.jpgPor Ethevaldo Siqueira – com Le Monde
06/06/2018 - Eis aí uma ideia realmente inteligente para a reciclagem de plásticos e de vidro.

E o custo desses projetos é praticamente igual ao das estradas tradicionais.

Saiba mais aqui:

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Economize energia maximizando o lucro no processo

energia.jpg*Por Andrew Fortunato
04/06/2018 - Com o advento de uma infinidade de novas tecnologias nos últimos anos, atingir a tão almejada eficiência energética nunca foi tão acessível para empresas de todos os portes e setores.

Há décadas, gestores de todo o mundo passaram a compreender a importância de encontrar formas melhores de utilizar a energia. Entretanto, durante muito tempo se acreditou, erroneamente, que adotar práticas nessa direção era impossível (ou inviável). Essa crença se apoiava na também errada ideia de que a utilização racional de energia comprometia o rendimento produtivo.

Hoje, mais do que nunca, já se sabe que as soluções sustentáveis representam exatamente o contrário, fornecendo aquilo que qualquer empresa – bem como a sociedade de forma geral – precisa: economia, performance e redução do impacto ambiental.

Empresas hoje podem lançar mão de um vasto leque de recursos para economizar energia maximizando o lucro no processo. Os aparelhos eletrônicos fabricados atualmente já consomem cada dia menos energia, mas essa redução ainda pode ser potencializada com dispositivos chamados economizadores inteligentes de energia.

Muito populares na Europa, essas ferramentas estão ganhando terreno pelo Brasil. Com funcionamento simples, eles proporcionam uma economia de até 70% no consumo de energia elétrica, através da habilitação e desabilitação (on-off) dos circuitos elétricos nos quais forem instalados.

Assim, com acionamento via leitura de cartão RFID, esse mecanismo é capaz de desligar até quadros de energia, cortando, por exemplo, o fornecimento de luz em ambientes que não estão sendo utilizados, televisões, tomadas e ar-condicionado.

Por conta da praticidade e redução de custos envolvidos, os economizadores são ideais para estabelecimentos como hoteis e pousadas, consultórios médicos, escritórios e indústrias, mas são aplicáveis em basicamente qualquer tipo de empreendimento. Altamente eficientes, eles asseguram o retorno de investimento em até um ano.

Além disso, eles podem ser combinados com outros sistemas integrados que agregam inteligência e automação à gestão dos estabelecimentos, aumentando desempenho com redução significativa de gastos em médio e longo prazo. Exemplos dessa convergência são as fechaduras eletrônicas que possuem sistema de armazenamento de dados e diversas opções de ativação, inclusive via um cartão que dá acesso a todos os espaços do empreendimento, da catraca aos elevadores e portas. Acessíveis e de baixo custo de manutenção, tecnologias como essas aperfeiçoam a rotina de qualquer empresa.

* Andrew Fortunato é diretor da Entersec

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Cães-robôs que assustam pessoas estão chegando

robo_cao.jpgPor Ethevaldo Siqueira – com Washington Post
14/05/2018 - Sim, a matéria de tecnologia do jornal The Washington Post, afirma que "cães robôs que aterrorizavam as pessoas abrindo portas em breve poderão ser usadas num edifício como o seu.

Assista a um robô de alta tecnologia 'Dog' assumir o papel de um robô de quatro patas. O "Dog-Spot teve recentemente seu primeiro encontro com cão de verdade, ou seja, um equivalente de vida real. (YouTube/Jurvetson)

Eles se entreolham como se tivesse escapado de um filme de terror. Na realidade, com seu aspecto lustroso, os robôs de quatro patas assumem vagamente a aparência de cães, fechando com violência portas abertas e esquivando-se dos ataques dos seres humanos que tentam controlá-los.

E pela primeira vez esta semana, vídeos postados no YouTube pelos criadores de cães robóticos, Boston Dynamics, mostraram os caninos não tão fofinhos empinando de forma autônoma.

(...)
Os vídeos vem apenas três meses após um fev. 12 vídeo de um cão robótico abrindo a porta e escapar com seu amigo foi viral, brilhando manchetes, como, "Boston Dynamics ' Dog robot pode abrir portas agora e WTF estamos todos mortos" e "robôs cães abrindo portas é um dos t Ele coisas mais assustadoras que você vai ver o dia todo.

Saiba mais aqui:

 

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