iPhone ainda demora para chegar por aqui

apple6.jpgTechTudo
17/10/2014 - O iPhone 6 está mais próximo, mas, ainda assim, o Brasil não tem data prevista para recebê-lo. A Apple divulgou uma lista de 36 novos países que receberão os celulares até o final de outubro. A relação inclui o México, que faz parte da América Latina, mas, infelizmente, ainda não constam informações sobre a chegada dos modelos por aqui.

Os novos lançamentos acontecem entre os dias 17 e 31 de outubro em países como China, Índia, Polônia, África do Sul, Bahrain, Grécia, Coreia do Sul, Tailândia e Romênia, apenas para citar alguns.

No comunicado oficial, a Apple reforçou seu compromisso de disponibilizar o iPhone 6 e o iPhone 6 Plus, em 115 territórios até o final deste ano.
Lançamentos regionais também precisam passar pela aprovação de órgãos competentes (como a nossa Anatel, por exemplo), além de envolver toda uma questão logística relacionada a estoque e disponibilização dos produtos nas prateleiras das lojas.

Principais diferenças entre iPhone 6 e o iPhone 6 Plus

Tela - O foblet iPhone 6 Plus é o primeiro da companhia a alcançar a resolução Full HD (1920 x 1080 pixels) na tela, resultando em densidade de 401 ppi, a maior até hoje em um iPhone. Já o iPhone 6, com tela de 4,7 polegadas, tem resolução e densidade de pixels menores: 1134×750 e 326 ppi.

Design - Os novos dispositivos ficaram ainda mais finos que o antecessor 5S, mas o iPhone 6 é o campeão. Ele mede somente 6,9 mm de espessura, contra 7,1 mm do iPhone 6 Plus, o que o torna o iPhone mais fino da história. Mesmo assim, por ser consideravelmente maior, o Plus pode até dar a impressão de ter espessura mais fina, já que a diferença é mínima. De resto, os dois são exatamente os mesmos.

Câmera - Os dois trazem sensores de 8 megapixels iSight, mas a diferença fundamental está no sistema de estabilização de imagem, que finalmente chegou ao smartphone, ou seja, as imagens capturadas no iPhone 6 Plus deverão sofrer menos tremidas, o que deve agradar principalmente a quem fotografa em movimento.

Bateria - Segundo o CEO da Apple, Tim Cook, o iPhone maior deve ter rendimento "igual ou melhor" ao 5S na maioria das tarefas, se destacando somente em algumas atividades, como reprodução de áudio, que passa de 40 horas para 50 horas de um modelo para o outro.

O iPhone 6 Plus, por outro lado, promete rendimento um pouco melhor. Apesar da tela FullHD, a bateria de capacidade maior equipada no gadget promete até 80 horas de reprodução de áudio, 14 de vídeo (11 no iPhone 6) e 24 horas de conversação via 3G (14 no iPhone 6). Isso quer dizer que, por mais que não haja melhora em aspectos importantes como navegação no 4G ou Wi-Fi, o foblet é o que oferece mais autonomia.

Preço - É claro que, com diferenças em termos de recursos, há também disparidade de preço entre os modelos. Não foram anunciados ainda o valor dos aparelhos desbloqueados, mas os valores para celulares atrelados a contratos de dois anos mostram uma diferença de US$ 100 (cerca de R$ 230) entre os iPhones 6 e 6 Plus. O menor ficará entre US$ 199 e US$ 399 (R$ 454 e R$ 910), enquanto o de tela grande sairá nos Estados Unidos por US$ 299 a US$ 499 (cerca de R$ 682 e R$ 1.140 em conversão direta), dependendo sempre da opção de armazenamento escolhida (16 GB, 62 GB e 128 GB).

Ainda não se sabe quando os aparelhos irão chegar ao Brasil, muito menos seu preço. Porém, levando em conta os preços do iPhone 5S, o iPhone 6 deverá custar em torno de R$ 2,8 mil, e o iPhone 6 Plus ainda mais caro que isso.

http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2014/09/qual-e-diferenca-entre-o-iphone-6-e-o-iphone-6-plus.html

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Concurso de fotografia aborda mudança climática

aboutus-stockimg.jpg30/09/2014 - Em apoio à Cúpula do Clima da ONU, o jornal METRO escolheu como tema da décima edição do seu concurso de fotografia "A Minha Cidade é Verde". A parceria com a ONU representa uma oportunidade para os cidadãos das metrópoles de todo o mundo participarem numa campanha de ação sobre as adaptações climáticas através da divulgação de uma mudança positiva para o planeta.

O METRO Photo Challenge — ou Desafio Fotográfico do METRO — é o maior concurso de fotografia mundial, promovido aos 18 milhões de leitores diários do jornal em 24 países e através de toda a rede de Centros de Informação da ONU em todo o mundo.

A promoção escolherá 7 vencedores, dois por cada categoria — "Magia da cidade", "Fuga urbana" e "Cidade verde" — escolhidos através do maior número de votos recebidos pelo site, e três por um grupo de especialistas que conforma o júri oficial. O sétimo vencedor será escolhido pelo júri oficial na categoria "EU SOU cidadão by Nikon".

Os vencedores das categorias "Magia da cidade", "Fuga urbana" e "Cidade verde" receberão uma câmera digital Nikon e duas passagens áreas de ida e volta no território nacional. A pessoa selecionada na categoria "EU SOU cidadão by Nikon" terá a oportunidade de participar de uma expedição fotográfica de cinco dias em Nova York, com todas as despesas pagas.

Segundo os organizadores, uma categoria exclusiva do Brasil vai premiar a melhor foto brasileira, que ganhará o mesmo prêmio dos vencedores globais.

Não há limite de envio de fotos, mas apenas uma imagem enviada por participante poderá ser premiada; participantes devem ter no mínimo 18 anos e poderão enviar suas imagens entre 23 de setembro e 18 de novembro de 2014 através do site www.metrophotochallenge.com

Foto: Metrophotochallenge.com/reprodução

http://www.onu.org.br/concurso-de-fotografia-do-metro-traz-esse-ano-tema-inspirado-nas-nacoes-unidas/

 

 

 

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Samsung deixará de vender laptops na Europa

samsung_ativ_book.jpgEstadão
24/09/2014 - A Samsung vai se retirar do mercado de laptops na Europa, interrompendo vendas dos laptops Ativ Windows e Chromebook, segundo o site PC Advisor.

A empresa já não tinha apresentado novos modelos na última edição da feira IFA, em Berlim, a mais importante da Europa no setor de eletrônicos.

Não há nenhuma informação sobre o que acontecerá com as linhas de laptops em outras regiões, como América do Norte e América do Sul.

"Nos adaptamos rapidamente às necessidades e demandas do mercado. Na Europa, iremos descontinuar as vendas de laptops incluindo Chromebooks agora. Isto diz respeito apenas à região – e não reflete necessariamente as condições em outros mercados", disse uma porta-voz da Samsung.

A empresa segue os passos da Sony, que em fevereiro anunciou a venda da sua divisão de computadores, sob a marca VAIO, para a Japan Industrial Partners Inc. (JIP), um fundo de investimentos.

No caso da Sony, a decisão foi seguida de cortes de funcionários, que, com outros cortes resultantes da restruturação de sua divisão de TVs, chegaram a 5 mil postos de trabalho. A Samsung não revelou se pretende realizar cortes em decorrência de sua resolução.

"Continuaremos a avaliar as condições do mercado de maneira dedicada, fazendo ajustes que nos mantenham competitivos nas novas categorias de PCs", disse o porta-voz da empresa.

http://blogs.estadao.com.br/link/samsung-deixara-de-vender-laptops-na-europa/

 

 

 

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Os celulares como meios de pagamento

apple_6_pay2.jpg*Eduardo Carvalho
21/09/2014 - O principal assunto no mundo da tecnologia na última semana foi o lançamento do novo iPhone e do Apple Watch e como eles podem revolucionar o mercado de pagamentos móveis em todo o mundo. Neste momento, em que iPhones estão por toda parte, essa nova funcionalidade pode ser disruptiva na forma como os celulares são utilizados para compras eletrônicas e pagamentos.

Nos últimos anos, a Apple liderou grandes mudanças no comportamento dos usuários ao redor do mundo – do consumo das mídias sociais até as conversas por videoconferência. Com o alto investimento da companhia em pagamento móvel deveremos ver, nos próximos anos, uma rápida aceleração da adoção desse modelo no mercado de massa. E essa explosão não deverá ser conduzida apenas pela Apple, mas por todos os principais players do setor.

Com isso, o tema, certamente, estará nos principais tópicos de discussão dos profissionais de tecnologia e as empresas de data center terão um papel fundamental para facilitar, de forma significativa, a vida das organizações que oferecem pagamentos móveis – mesmo que muitas delas nem estejam cientes.

Na prática, esses aparelhos estarão equipados com tecnologia sem fio de curto alcance, que transmite um sinal de rádio entre o dispositivo e um receptor próximo – chamado tap-to-pay (toque para pagar), que permitirá aos usuários pagarem suas compras com cartões de crédito registrados no iTunes.

Segundo previsão do Gartner, deveremos ter um crescimento anual composto de 35% no volume global e no valor das transações móveis até 2017. A empresa Visa afirma que, até 2020, metade das transações será realizada por meio de dispositivos móveis. A comodidade que a propagação desta forma de pagamento promete é fantástica para os consumidores, mas é também um empreendimento extremamente complexo para as companhias do setor. E é aí que as empresas de data center podem simplificar a equação por meio de um conceito básico chamado de conexões diretas.

Imagine, por um segundo, a segurança necessária para uma única compra em um dispositivo móvel. As empresas precisam ter certeza de que quem está usando o aparelho é realmente você, o que ocorre por meio de uma autenticação de múltiplos fatores. Isso envolve a confirmação simultânea de diversas informações independentes do comprador, talvez uma senha, proximidade física ao endereço da loja e impressão digital. E não podemos esquecer as diferentes conexões entre os bancos, processadores de pagamento, operadores móveis, entre outros, necessários para concluir a compra.

É uma tonelada de dados por usuário, envolvendo cálculos cada vez mais complexos e uma colcha de retalhos de software e serviços por compra. Grande parte do processamento necessário do computador é feito na nuvem e enviado para todo o mundo pela internet. Mas esse processo não precisa, necessariamente, ser complexo. As empresas de data center, com sites espalhados por todo o mundo, já possuem a tecnologia e confiabilidade necessárias para realizar essa operação em tempo real e com segurança. Além disso, os principais players de pagamentos móveis, muitas vezes, já estão dentro dos data centers.

Por meio de uma simples interconexão em um data center, essas companhias podem estabelecer uma ligação direta e segura com todos os parceiros envolvidos no processo. E esta é a diferença entre estar a poucos metros de distância dos demais players ou estar separado por quilômetros de cabos da Internet pública, com as suas preocupações de segurança e desempenho.

*Eduardo Carvalho é presidente da Alog Data Centers do Brasil

Sobre o Grupo Alog

A Alog Data Centers do Brasil é uma das principais operadoras de serviços de data center do País.

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Desastrado fã da Apple derruba seu iPhone 6 no chão

iphone_6.png22/09/2014 - Parecia até ter sido combinado com a Apple: um fã australiano passou a noite na fila para comprar o primeiro iPhone 6, e ao ser entrevistado assim que saiu da loja, deixa seu iPhone cair no chão para desespero de todos que estavam por lá. Ele era o primeiro da fila e eufórico para curtir seu smartphone, deixou cair no chão ao abrir a caixinha branca do iPhone.

Um baita susto! Aparentemente não que quebrou....

Veja o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=7lhXOgJ8ahA

 

 

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Você sabe o que é Siri?

siri.jpgCanaltech
17/09/2014 - Siri é um aplicativo inteligente que auxilia o usuário a realizar tarefas em um aparelho por meio do recurso de voz. Trata-se de um aplicativo no estilo assistente pessoal utilizando processamento de linguagem natural para responder perguntas, executar tarefas e outras atividades. Por possuir uma tecnologia mais refinada, a Siri não necessita que o usuário diga palavras predeterminadas ou comandos específicos, já que a assistente consegue compreender frases de forma precisa.

Fundada por Dag Kittlaus, Cheyer Adam, Tom Gruber e Norman Winarsky, a Siri teve seus primeiros testes realizados em 2007. Quase um ano depois, a startup possuía um orçamento de US$ 8,5 milhões, liderado pela Menlo Ventures e Morgenthaler Ventures. Em novembro de 2009, o bilionário Li Ka-shing aumentou os recursos financeiros do projeto em US$ 15,5 milhões.


A Siri foi adquirida pela Apple em 28 de abril de 2010, mas só começou a funcionar em outubro de 2011, quando se firmou como uma exclusividade da companhia da Maçã - já existiu a possibilidade do serviço ser lançado em gadgets Android e celulares da BlackBerry. A partir daí, a plataforma passou a integrar o ecossistema da companhia, sendo disponibilizada para diferentes aparelhos. Atualmente, a ferramenta está presente no iPhone 4S e versões superiores do aparelho, iPad 3ª geração e superior, iPad mini e iPod touch de 5ª geração e o nos novos Iphone 6 e 6 Plus.


Embora seja bastante útil quando o assunto é comando de voz, a Siri ainda enfrenta problemas, entre eles sua falta de suporte para algumas línguas. O português, por exemplo, ainda não está disponível. Hoje, a assistente reconhece os idiomas inglês, alemão, francês, espanhol, italiano, coreano, mandarim, cantonês e japonês. Além disso, a última versão do software é integrada ao sistema operacional iOS e oferece interação por meio de conversas a aplicações, dados sobre meteorologia, mensagens, e-mails e diversos outros recursos.

http://canaltech.com.br/o-que-e/o-que-e/O-que-e-Siri/#ixzz3DbBFCMK1

 

 

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