Clientes brasileiros da GoPro contam suporte local

go-pro_ass.jpg21/07/2015 - A GoPro, fabricante da linha de câmeras premiada HERO, agora oferece suporte local para clientes brasileiros. Esse novo serviço torna mais fácil, conveniente e rápido para quem comprou uma câmera GoPro dentro ou fora do país receber o serviço de garantia.

Se a câmera comprada mostrar qualquer defeito durante o um ano de prazo da garantia, ela será substituída mediante ao diagnóstico da equipe técnica, alerta o fabricante. Mais instruções podem ser fornecidas por meio do serviço ao cliente (0800). O envio do equipamento e devolução serão feitos via Correios e a GoPro arcará com todos os custos de postagem. Caso a câmera necessite de reparos, mas estiver fora do período de garantia, o cliente pode entrar em contato com o atendimento ao cliente (0800) para encontrar a melhor solução.

O Suporte Técnico brasileiro da GoPro está disponível e pode ser contatado pelos números (11) 4950-9290 ou 0800 761 8764 (ligação gratuita).

Para mais informações visite www.gopro.com ou se conecte com a GoPro pelos canais YouTube, Twitter, Facebook, Pinterest, Instagram, ou LinkedIn.

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Temos o iPhone mais caro do mundo

iphone_6b.jpg19/05/2015 - A culpa não é apenas dos impostos. Câmbio, logística e outros fatores transformam um simples smartphone em alto investimento. Estudo do Deutsche Bank mostrou que um iPhone 6, top de linha da Apple, pode custar quase 200% a mais por aqui do que nos Estados Unidos.

Os brasileiros são os que pagam mais caro pelo aparelho no mundo: R$ 3.762 – 34% a mais do que os russos, segundos colocados.

De acordo com a indústria e especialistas, um dos vilões do preço são os impostos, que chegam a 33% no Brasil, enquanto nos Estados Unidos variam de 5% a 9,5%, dependendo do Estado. E essa regra vale para outros eletrônicos. Aqui, um videogame tem 72% do preço formado por impostos, pois entra na lista de "supérfluos" da Receita Federal. Isso levou um Playstation 4 da Sony a ser lançado no país por cerca de R$ 3,9 mil, enquanto nos Estados Unidos saía pelo equivalente a R$ 1,2 mil.

Além das alíquotas colossais, a quantidade de taxas também pesa. São pelo menos seis sobre produtos do dia a dia (PIS, Cofins, IPI, ICMS, ISS e Cide). E cada um multiplica os tributos anteriores. Funciona assim: um aparelho de TV é taxado na saída da fábrica com Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) e, ao ser vendido pelo comércio, paga Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMS) calculado sobre um preço já tributado. Resultado: carga tributária de 45% nos telões.

"O brasileiro se deixa seduzir mais fácil pela marca e o status de um bem, e os fornecedores aproveitam isso para lucrar mais na venda de um produto" comenta Sônia Amaro, supervisora institucional da associação de consumidores Proteste.

O posicionamento da Associação Brasileira da Indústria de Eletroeletrônicos (Abinee) é outro. Para a entidade, a maior parte das indústrias de tecnologia praticam no Brasil o mesmo preço de outros países, com pouca variação. Preços muito altos podem ser atríbuídos a lançamentos, e perdem fôlego com o passar do tempo, diz a Abinee.

Fonte: ZH e Proteste

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Faça (belas) fotos em movimento no smartphone

microsoft_foto.png15/04/2015 - Uma partida de futevôlei, uma corrida no parque ou uma apresentação de balé clássico são exemplos de situações que sempre rendem boas fotos em movimento. De acordo com os especialistas da Microsoft, o fato de não ter uma máquina fotográfica profissional em mãos no momento exato de uma determinada ação não deve ser um limitador, já que atualmente os smartphones com boa resolução de tela e qualidade de câmera nas mãos de um usuário inspirado e habilidoso cumprem muito bem este papel.

"O smartphone ideal para quem gosta de fotografar com o celular e está interessado em entrar no mundo da "fotografia mobile" é aquele que possui um conjunto ótico de boa qualidade, como lentes Zeiss, foco automático e flash. Para resultados ainda melhores, alguns aparelhos da Microsoft ainda oferecem o recurso "Captura Rica" e a tecnologia "Pure View". Outro ponto importante, principalmente para fotografar com smartphone, é a boa visibilidade da tela sob a luz solar e a densidade de pixels que cada modelo entrega", explica Felipe Tani, gerente de portfólio e produtos da área de telefones da Microsoft no Brasil.

Segundo Renato Gaiofato, fotógrafo profissional há 25 anos com materiais publicados em relevantes jornais e revistas do país e um dos primeiros membros da iniciativa pioneira Foto Clube Lumia, "as regras ajudam a entender a fotografia, mas a experimentação e a sensibilidade para captar um momento é que permitem alcançar um resultado inovador". São dele as dicas e a fotografia abaixo:

Antes do clique

Ativar a grade de enquadramento da câmera, ou apenas "grade" dependendo do modelo do smartphone, contribui para ter uma foto nas proporções exatas, seguindo a linha do horizonte.

· Em configurações de câmera, é necessário definir um ISO baixo, de 100 ou 64, que controla a quantidade de luz que passa pela lente e é determinante para o resultado final da foto.

· Quem possui um smartphone com Windows Phone, por exemplo, pode conseguir um resultado ainda melhor ao configurar a velocidade do obturador em 1/50 segundos e ir alterando para um valor maior ou menor dependendo da sensação de movimento desejada. Se o objetivo for congelar um elemento na imagem, como um carro em alta velocidade, o obturador precisa estar com um valor alto como 1/500. Já um valor menor pode resultar em algo em relance visto da janela de um trem, por exemplo.

· Atenção ao foco da imagem para não passar a impressão de que existe algum "erro" na cena. Alguns smartphones como os da linha Microsoft Lumia têm o recurso de foco manual, o que ajuda a definir um pré foco em um ponto específico da cena para, em seguida, disparar o obturador quando o objeto de interesse passar exatamente no local em que o pré-foco foi selecionado.

Durante a cena

· Ao se posicionar diante da cena a ser registrada, é importante o usuário ficar atento para disparar a câmera no momento exato da ação, nem antes nem depois, e mesmo após o primeiro clique, vale acompanhar a cena e continuar clicando para garantir o melhor resultado. Durante o processo, é necessário segurar o smartphone bem firme nas mãos para evitar que a foto saia tremida. Vale até prender a respiração, mas o uso de um tripé, nesse caso, também ajuda bastante.

· É preciso ter cuidado ainda para não mudar a direção do smartphone ao acompanhar um movimento, mantendo um ponto central, ou seja, de equilíbrio.

· Há inúmeros aplicativos que ajudam na aplicação de filtros e recursos de imagem, tais como Fhotoroom, Lumia Creative Studio, Afterlight e Adobe Photoshop Express, em uma foto feita com smartphone, mas o fundamental é escolher bem a cena a ser registrada com as configurações de câmera adequadas e, se necessário, aplicar algum filtro para acentuar cores ou acrescentar nuances, mas com cuidado para não tornar a imagem artificial.

A disponibilidade de smartphones com câmeras cada vez mais robustas no mercado como o Lumia 930, top de linha da Microsoft, que conta com lentes Carl Zeiss e 20 megapixels, contribui para a difusão da fotografia por meio dos celulares, aproximando ainda mais os fotógrafos amadores dos profissionais. Com o smartphone certo, a adoção de técnicas e um olhar apurado são a melhor forma de garantir fotos cada vez mais sofisticadas e originais.

Foto registrada com um smartphone Microsoft Lumia 1520 por Renato Gaiofato.

 

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Venda de smartphones bate recorde em 2014

smartphones2.jpg14/04/2015 - Na contramão dos mercados de tablets, PCs e impressoras, o de smartphones encerrou 2014 de forma muito positiva, com recorde de vendas no último trimestre, inclusive. É o que aponta o estudo IDC Mobile Phone Tracker Q4, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. De acordo com o levantamento, foram vendidos cerca de 54.5 milhões de smartphones no ano, alta de 55% na comparação com 2013, quando 35.2 milhões de aparelhos foram comercializados no país. "Passamos por um ano muito complicado do ponto de vista econômico e, se levarmos em conta as outras categorias de dispositivos, o mercado de smartphones foi o único que apresentou um resultado positivo. Para ter ideia, foram comercializados cerca de 104 smartphones por minuto", afirma Leonardo Munin, analista de pesquisas da IDC Brasil. Para Munin, se não fosse a Copa do Mundo, o Carnaval fora de época, as eleições e a alta do dólar, o desempenho teria sido ainda melhor.

O estudo mostra também que, somando a categoria de feature phones, o mercado de celulares encerrou 2014 em alta de 7%, com um total de 70.3 milhões de aparelhos comercializados. Isso fez com que o país fechasse 2014 na 4ª colocação entre os maiores mercados do mundo, atrás da China, Estados Unidos e Índia. "O smartphone é cada vez mais popular no Brasil e a tendência é que essa popularização aumente, principalmente pela força de vendas das redes varejistas e pela crescente onda de lojas conceito, voltadas apenas para celulares", afirma o analista da IDC Brasil.

Segundo Munin, o estudo da IDC mostrou também uma mudança de comportamento do consumidor. "O brasileiro é muito sensível a preço, mas em smartphones tem avaliado melhor a questão do custo-benefício. E como tem a facilidade de crédito e parcelamento oferecidoa pelo varejo, em vez de comprar um celular de entrada tem optado cada vez mais por um intermediário, contribuindo não só para o aumento das vendas mas também para o aumento do ticket médio", diz o analista. Munin destaca também a questão das marcas, "O Brasil é um país emergente, mas no mercado de smartphones tem tido desempenho e comportamento de país desenvolvido". Isso porque, 95% do mercado está concentrado em seis grandes marcas, algo que não acontece em outros países emergentes. "Esse é um fato curioso e mostra que o brasileiro valoriza muito a marca. O nosso mercado está consolidado na mão dos grandes players e tanto fabricantes nacionais quanto os estrangeiros que estão chegando agora tem um grande desafio para se estabelecerem por aqui", afirma Munin.


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Proteste aprova baterias de celulares

10/04/2015 - A Proteste Associação de Consumidores testou por dois anos as baterias de lítio de celulares e tablets para ver a durabilidade e constatou que elas são duradouras. Mas há ações que levam à perda desse item essencial. Esse é o primeiro componente dos smartphones a dar problema, o que pode estar associado ao mau uso.

O problema atual é que as baterias dos aparelhos lançados não podem mais ser trocadas (são as baterias integradas, lançadas com os iPhones). O modelo, muito criticado no começo, agora é seguido pela maioria dos fabricantes. Entre os testados apenas a do Samsung Galaxy S5 é removível.

Atualmente praticamente todos os smartphones, desde os top de linha até os mais simples, têm a bateria integrada. E os consumidores ficam nas mãos dos fabricantes para a mudança da bateria, porque só um serviço especializado pode fazer isso.

Foram testados oito telefones e cinco tablets para verificar o quanto da vida útil das baterias foi reduzido após vários ciclos de uso. Foi simulado um cenário em que os celulares eram carregados a cada dois dias e os tablets, a cada três. Foram instalados o navegador original para reproduzir vídeos em HD em todos os dispositivos.

A transmissão foi feita via Wi-Fi. O dispositivo começava a ser recarregado quando a bateria chegava a 20%, sem a necessidade de esperar que os outros chegassem a esse nível. O teste durou até o smartphone com pior bateria fazer 365 ciclos (ou 244, no caso dos tablets).

O avanço tecnológico é tão rápido que os dispositivos ficam obsoletos, fazendo com que os aparelhos sejam constantemente substituídos antes de a bateria ficar totalmente degradada. Atualmente, os fabricantes impõem exclusões ou restrições à garantia das baterias de celulares e tablets. A Proteste sugeriu à Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica que recomende às suas associadas a inclusão da bateria nos termos de garantia contratual e também melhorem as informações quanto à periodicidade de troca, como fazê-la, onde e o custo.

O teste também demonstrou que os ciclos de uso não interferem significativamente no desempenho das baterias de lítio e, por essa razão, a Associação defende que haja para a bateria, o mesmo período de garantia do aparelho.

As baterias de lítio são muito sensíveis e podem ser destruídas se carregadas erroneamente. É importante usar apenas o carregador original fornecido pelo fabricante, feito sob medida para cada aparelho.

As baterias de lítio têm características que as de níquel não podem superar. É por isso que se tornaram tão populares. Mas seu desempenho diminui, não importa se com o uso (ou mau uso) ou, simplesmente, com o passar do tempo. Para não comprometer a durabilidade não espere a bateria zerar toda a carga para então
voltar a carregá-la. Isso faz com que ela se degrade.

Por conta disso, atualmente, os fabricantes não só recomendam não deixar o telefone ficar com níveis de bateria baixos como também colocam avisos nos próprios celulares de que a bateria está baixa. Muitos aparelhos até desligam sozinhos antes de o nível da bateria chegar na reserva para justamente preservar o aparelho.

Fatores externos também podem levar ao envelhecimento precoce da bateria, e o mais importante é a temperatura. No calor, há uma redução do desempenho. Já em baixas temperaturas, ocorre o contrário. A combinação de uma bateria carregada totalmente com muito calor encoraja a oxidação das células, deixando-a fraca. Se isso acontece, não há como reverter.

Dicas para a bateria durar mais

Para fazer a bateria do celular durar mais a PROTESTE recomenda nunca deixar descarregar totalmente. Quanto menos isso acontecer, maior será a vida útil. Desativar todas as notificações automáticas permite economizar energia, pois não há a varredura por novas notificações, e a tela do aparelho não acenderá.

Também é interessante evitar as animações e, ainda, diminuir o brilho da tela. Desative as funções de Wi-Fi, Bluetooth e GPS se não estiver usando. Aplicativos que usam GPS são os que mais consomem bateria; por isso, encerre-os após o uso. E se estiver com pouca bateria, desabilite as conexões de dados, pois elas atualizam sempre.

Celulares consomem muita bateria ao buscar cobertura. Em um local sem sinal, reduza o consumo com a opção "modo avião" ou "off-line" (você continua usando o celular, mas não poderá fazer ligações).

Se o celular pode ser carregado no computador ou no carro, tenha à mão um cabo USB. E, por fim, evite lugares muito quentes: o calor é um vilão para as baterias, fazendo com que descarreguem rapidamente.

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Venda de smartphone bate recorde na China

05/03/2015 - A Kantar Worldpanel acaba de divulgar seu último estudo ComTech, que revela os dados de vendas de smartphones no mundo, a pesquisa mapeou dados dos meses de novembro e dezembro do ano passado e janeiro de 2015. O levantamento identificou que a Apple atingiu sua maior participação na China, onde um a cada quatro smartphones vendido foi um iPhone.

"No Ano Novo Chinês, o iPhone 6 e 6 Plus tiveram suas vendas impulsionadas a um nível sem precedentes na China, onde o market share do iOS atingiu 25,4% - aumento de 4,5% em relação ao mesmo período de 2013/2014" comenta Carolina Milanesi, executiva responsável por coordenar o ComTech na Kantar Worldpanel. "Para os principais mercados globais, o impulso de vendas da Apple é mais forte desde o mês passado, embora o Android tenha conseguido diminuir esta diferença em alguns países, como Alemanha, Espanha e França – onde suas vendas haviam começado a registrar uma queda.", finaliza Milanesi.

"Na China, o iPhone 6 foi o aparelho mais vendido nos meses analisados, representando 9,5% das vendas", explicou Tamsin Timpson, diretor do ComTech na Ásia. "A marca Xaomi teve vários de seus smartphones no Top 10, como o RedMi Nota – seu melhor dispositivo de venda e o segundo produto mais popular, atrás do iPhone 6, que tem um share de 8,9%". Ao longo dos últimos meses, a Apple continuou a competir com a Xiaomi, que se manteve marca líder na China, mas com apenas dois pontos percentuais de vantagem.

Segundo o levantamento, em toda a Europa a participação do Android diminuiu 2,2% no período de janeiro a janeiro, enquanto o iOS registrou um crescimento de 3,2%. "A Grã-Bretanha foi mais uma vez o mercado que registrou o maior impacto na queda do Android", explica Dominic Sunnebo, diretor de negócios do ComTech Europa. "No entanto, um desempenho mais estável pela Samsung foi capaz de segurar o share no trimestre e um melhor desempenho da Motorola e HTC ajudou as vendas globais do Android". Na Inglaterra, o Samsung Galaxy S5 foi o segundo smartphone mais vendido, com um mercado de 8%, um pouco menos da metade do iPhone 6, com 17,6%. O novo modelo da Apple também foi o smartphone mais vendido na França, Alemanha, Itália e Japão.

Depois de perder seu lugar no topo para o iOS, no último trimestre de 2014, o Android se recuperou nos EUA, e registrou um market share de 51,9%. "A Samsung foi capaz de elevar sua participação para níveis semelhantes aos de janeiro de 2014 e a LG também aumentou a suas vendas no período de janeiro a janeiro", acrescenta Milanesi. O Galaxy S5 se manteve como o segundo smartphone mais vendido no segundo semestre com metade da participação do iPhone 6, que se mantém na liderança. Nos EUA, 13,9% dos clientes iOS migraram para um dispositivo com sistema Android - um aumento de 12,1% no último trimestre de 2014.

"À medida que os fornecedores se reuniram para a Mobile World Congress, esta semana, para mostrar seus produtos mais recentes é perceptível como muitos decidiram se concentrar no mid-tier com o sucesso do high-end que parece cada vez mais inatingível. No entanto, enquanto os consumidores mid-tier podem ser mais acessíveis do que os high-end, os fabricantes terão de trabalhar mais do que nunca para se destacar em um mercado cada vez mais competitivo", concluiu Milanesi.

Sobre Kantar Worldpanel

Kantar Worldpanel é líder mundial em conhecimento e compreensão do consumidor por meio de painéis de consumo.

 

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