Sony apresenta a câmera Alpha A7III na Fotografar 2018

alpha_a7III.jpg02/04/2018 - A Sony marca presença na feira Fotografar, um dos maiores eventos de fotografia da América Latina. Para a edição 2018, que acontece entre os dias 3 e 5 de abril, em São Paulo, a principal atração da marca japonesa é a apresentação oficial da câmera Alpha A7III no mercado brasileiro, anunciada globalmente no último mês de fevereiro.

Além do lançamento, todo o portfólio de câmeras, incluindo a recém-lançada A7RIII, estarão expostas no estande da Sony, onde os embaixadores da linha Alpha − Richard Cheles, Rafael Kent (3/4) Guilherme Coelho (4/4), e Everton Rosa (5/4) − também estarão presentes. Cheles, estará no espaço durante todo o evento tirando dúvidas sobre os produtos e dando dicas de como produzir imagens publicitárias; os demais, estarão no evento, respectivamente em

"A Fotografar 2018 é uma excelente oportunidade para lançarmos oficialmente nossa nova Alpha A7III, uma câmera mirrorless completa, com todas as funcionalidades desejadas pelos fotógrafos profissionais, como 24 MP, 693 pontos de autofoco, slot de cartão de memória duplo e maior duração da bateria”, comenta Marcelo Gonçalves, gerente de Marketing e Comunicação da Sony Brasil. “Um equipamento perfeito para cobertura de eventos sociais, como casamentos e eventos corporativos”.

Com um estande de 72 metros quadrados, a Sony oferecerá ao público três diferentes cenários para experiências fotográficas, como um espaço para fotos newborn, uma mesa para capturas em still e um estúdio para fotografia de casamento e moda. “Mais do que mostrar produtos inovadores, queremos proporcionar uma imersão no mundo da fotografia”, conclui Gonçalves.
 
Serviço

Fotografar 2018
3, 4 e 5 de abril, das 13h às 20h
Centro de Convenções Frei Caneca, São Paulo – SP
Evento aberto ao público - Inscrições em https://fotografar.fhox.com.br/inscricao/5

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A revolução que a fotografia digital causou

canon-5d_2.jpgPor Ethevaldo Siqueira
15/02/2018 - A fotografia digital atualmente faz parte da vida diária de mais de 4 bilhões de seres humanos. Talvez os ouvintes mais jovens não se lembrem do que era fotografia analógica, com filmes que exigiam revelação química, além da cópia em papel especial.

Com a foto digital tudo é instantâneo e com a melhor qualidade possível. É impressionante a evolução da foto digital, em especial nas microcâmeras embutidas em nossos celulares.

Na verdade, essa revolução começou há mais de 30 anos com a criação de circuitos eletrônicos revolucionários, que permitiram a detecção de luz. Com eles, a foto digital começou a se popularizar em escala mundial, a partir do final dos anos 1990. Seu grande salto ocorreu com a chegada dos primeiros celulares com câmera digital, depois de 2001.

Além dessa popularização da fotografia, a tecnologia digital possibilitou centenas de outras aplicações profissionais, em medicina e pesquisa científica.

Até o ano 2003, quando surgiram as primeiras câmeras embutidas em celulares, a média mundial era de uma foto por ano por habitante. Hoje é de 50.

A foto digital dos smartphones multiplicou por 50 a média anual de fotos feitas por habitante do planeta. Assim, em 15 anos, saltamos de 6 bilhões de fotos por ano para 300 bilhões – ou 50 vezes mais.

sony_alpha_7II.jpgTudo nasce com os chips CCD-CMOS

Um dos desenvolvimentos fundamentais dessa área foi o semicondutor CMOS (Complimentary Metal-Oxide Semiconductor), ou seja, um chip de semicondutor montado sobre uma placa ou lâmina de silício, alimentado por bateria, que armazenam informações dentro de computadores

Na verdade, essa revolução começou com a criação de um circuito revolucionário, o CCD (sigla de Charge-Coupled Device, que, em português, se traduz por Dispositivo de Carga Acoplada) no Bell Labs em Nova Jersey. Embora os circuitos CCDs não sejam a única tecnologia a permitir a detecção de luz, os sensores de imagem CCD têm sido largamente utilizados em aplicações profissionais, médicas e científicas onde são necessários dados de imagem de alta qualidade.

Já em aplicações com menores exigências de qualidade, como câmeras digitais profissionais ou semiprofissionais, ou para consumidores, são usados geralmente sensores de pixel ativos (CMOS). As vantagens de qualidade que os CCDs proporcionavam no início diminuíram ao longo do tempo com a evolução dos semicondutores CMOS.

Fundamentalmente, um dispositivo CCD é um circuito integrado gravado sobre uma superfície de silício, que formam os elementos sensíveis à luz, chamados pixels. Os fótons incidentes nesta superfície geram uma carga elétrica que pode ser lida eletronicamente e transformada em uma cópia digital dos padrões de luz que caem sobre o dispositivo.

Os CCDs são hoje produzidos em grande variedade de tamanhos e tipos e são usados em muitas aplicações de câmeras fotográficas digitais, nos telefones celulares, bem como em aplicações científicas mais exigentes, ou high-end.

George Smith e Willard Boyle (falecido) tiveram a idéia de criar este sensor CCD em 1969 – mas para uso como um circuito de memória do computador. Foi o seu colega, o Dr. Tompsett, que viu o seu potencial para tirar fotografias.

ramesh_raskar.jpgAté aquela época, as pessoas tinham que esperar vários dias para ver imagens capturadas em filmes, enquanto elas eram processadas em laboratórios. A primeira fotografia digital em cores foi da esposa do Dr. Tompsett, Margaret, e apareceu na capa da revista Electronics. Em aplicações com menores exigências de qualidade, como câmeras digitais profissionais ou semiprofissionais, ou para consumidores, são usados geralmente sensores de pixel ativos (CMOS). As vantagens de qualidade que os CCDs proporcionavam no início diminuíram ao longo do tempo com a evolução dos semicondutores CMOS.

Fundamentalmente, um dispositivo CCD é um circuito integrado gravado sobre uma superfície de silício, que formam os elementos sensíveis à luz, chamados pixels. Os fótons incidentes nesta superfície geram uma carga elétrica que pode ser lida eletronicamente e transformada em uma cópia digital dos padrões de luz que caem sobre o dispositivo. Os CCDs são hoje produzidos em grande variedade de tamanhos e tipos e são usados em muitas aplicações de câmeras fotográficas digitais, nos telefones celulares, bem como em aplicações científicas mais exigentes, ou high-end.

George Smith e Willard Boyle (falecido) tiveram a idéia de criar este sensor CCD em 1969 – mas para uso como um circuito de memória do computador. Foi o seu colega, o Dr. Tompsett, que viu o seu potencial para tirar fotografias.
Um especialista do MIT

Ramesh Raskar (foto), pesquisador e professor associado do MediaLab – o Laboratório de Mídias do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), está no Brasil há alguns anos e me deu uma magnífica entrevista. Raskar estuda o impacto do uso das câmeras digitais sob ângulos totalmente novos.

Em palestra proferida na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), Raskar apresentou algumas conclusões de seus estudos, revelando aspectos realmente surpreendentes das mudanças ocorridas no comportamento humano com o uso da imagem digital.

Na visão do pesquisador, assistimos à emergência do que poderia ser chamado de Cultura da Câmera (Camera Culture). A partir do lançamento dos primeiros celulares com câmeras fotográficas digitais em 2001, a humanidade ganhou mais de um bilhão de novos fotógrafos em apenas sete anos. Os maiores fabricantes mundial de câmeras digitais não é mais Agfa, Panasonic, Nikon, Sony ou Canon. São empresas líderes na fabricação de smartphones, como a Samsung e Apple.

Bilhões de fotos

Nesse curto período, como consequência direta da evolução da tecnologia digital e de sua popularização via telefone celular, o número de fotos feitas anualmente em todo o mundo multiplicou-se por dez. E a internet se tornou o maior repositório de imagens do planeta: somente o Google e seu YouTube armazenam hoje mais de 800 bilhões de fotos e vídeos digitais.

O celular é hoje uma espécie de canivete suíço eletrônico. Além de transmitir a voz, faz fotos e vídeos digitais, acessa a internet, envia e recebe e-mails, baixa música, faz pagamentos eletrônicos, permite a navegação e localização via satélite (GPS) e muitas outras coisas.

O fenômeno mais relevante dessa proliferação mundial de um bilhão de minúsculas câmeras digitais – embutidas em telefones celulares e, mais recentemente, em laptops e palmtops – parece ter sido a produção e o intercâmbio de bilhões de fotos e vídeos digitais. Imagine em 2020, quando o mundo terá cerca de 10 bilhões de câmeras digitais incorporadas a celulares.

Como tema de estudo e reflexão, a partir dos anos 1990, a fotografia moderna passa, então, a oferecer ângulos tão diversos quanto ubiquidade, aspectos socioculturais e computacionais, pois assistimos, ao mesmo tempo, ao compartilhamento da imagem em tempo real com o crescimento das redes sociais. "Não se trata de mera expansão quantitativa da imagem. O fato novo é o relacionamento entre as pessoas, baseado cada dia mais no registro e na ânsia de consumir imagens" – afirma o pesquisador.

Supercâmara

Como objeto de estudos no MediaLab, esse campo múltiplo evolui em três fases. A primeira é a da construção de uma supercâmera que melhora o desempenho fotográfico em relação aos seus parâmetros tradicionais, seja como gama dinâmica, campo de visão e profundidade de campo.

Raskar analisa imagens nessa supercâmera capaz de fazer fotos até em um femtossegundo (um quatrilionésimo de segundo). Vale lembrar que um femtossegundo está para um segundo, assim como um segundo está para 32 milhões de anos.

A segunda fase dos estudos é a da construção de ferramentas complementares de análise que possibilitam ao pesquisador ir muito além da capacidade da supercâmera, permitindo-lhe capturar e compartilhar melhor a informação visual.

A terceira fase das pesquisas se concentra na busca dos significados da imagem digital nos diferentes campos de aplicação. Armado com esse arsenal dos mais sofisticados recursos tecnológicos, Raskar aprimora e recupera até a resolução de fotos desfocadas, compara e discute as qualidades e características do olho humano, que é em sua opinião, a mais incrível câmera fotográfica que conhecemos.

"Uma coisa é gostar de fotografia e ter boa experiência com ela" – diz Raskar. "Outra é refletir sobre os incontáveis aspectos e ângulos que essa arte tem, em especial. Isso nos permite compreender o mundo além dos limites da capacidade perceptiva humana e do próprio conhecimento que dele temos hoje."

É claro que a abordagem computacional de Raskar não pretende cobrir todo o universo de aplicações da fotografia ou da imagem digital em geral. Interessa-lhe mais de perto o papel que a captura e a análise da informação visual desempenham, seja na fotografia propriamente dita, seja na arte, na imagem médica, na pesquisa científica, na telepresença, na segurança do trabalhador, no estudo do meio ambiente, na robótica e no entendimento das cenas em geral.

A saudade do papel

Para Raskar e outros conservadores, o lado negativo de toda essa revolução é a redução drástica do número de cópias de fotos em papel em relação às fotografias digitais feitas. No passado, só os slides não eram em papel. Com isso, perdeu-se o prazer do manuseio físico das cópias, a alegria de folhear a qualquer hora, compartilhando com outra pessoa, um álbum de fotos.

Ver fotos no computador não é a mesma coisa que admirá-las numa bela cópia impressa. Quem tem paciência de ler livros inteiros numa tela de laptop? Perdeu-se também o cuidado especial que se dedicava a cada foto. Hoje, tiram-se milhares, sem prestar atenção a detalhes, que antes eram fundamentais para se obter uma boa foto.

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Falta do iPhone X impactou market share da Apple

iphonex.jpg*Por Dominic Sunnebo
13/12/2017 - Impacto pode ser sentido na queda do iOS e avanço do Android em mercados chave

A ausência do iPhone X nas prateleiras das lojas dos principais mercados do mundo durante o mês de outubro de 2017 impactou o market share do iOS, que apresentou queda no trimestre analisado pelo painel ComTech da Kantar Worldpanel. Aliado à contínua queda do Windows, isso deu margem para que Android apliasse sua presença de mercado em 4,3 pontos percentuais nos 5 principais mercados europeus, 8,2% nos EUA e 7,5% no Japão. A China urbana continua sendo a menina dos olhos da Apple, com sua presença naquele mercado crescendo 0,5% e chegando a 17,4% em outubro.

Era inevitável que a Apple visse uma queda do seu market share assim que fosse possível comparar um mês completo de vendas tendo tanto o iPhone 8, que não é um carro-chefe de 2017, comparado com o iPhone 7, que o principal aparelho da Apple de 2016. Essa queda é significante e coloca certa pressão nas vendas do iPhone X, este sim o principal aparelho (ou flagship) de 2017. Considerando tudo que o iPhone X oferece, os consumidores talvez adiem suas decisões de comprá-lo, até que possam testar o aparelho e decidir se ele realmente vale a pena na comparação com o iPhone 8, considerando que o iPhone X é mais caro.

Em outubro de 2017, 35,3% da base de clientes da Apple na Europa e nos EUA possuíam iPhones com mais de 2 anos de uso -mais do que os 30,1% do ano anterior, o que é uma significante demanda reprimida entre os consumidores da Apple. Em valores absolutos, é possível que o preço médio de venda do iPhone X mais do que compense as quedas nas vendas de modelos mais antigos de iPhone.

Na China urbana, um mercado que anteriormente tinha diversos desafio, já se encontra em fase de maturação, com os top 5 players mostrando forte crescimento e as marcas de cauda longa caindo rapidamente. Nos três meses encerrados em outubro de 2017, as cinco principais marcas naquele mercado - Huawei, Xiaomi, Apple, Vivo e Oppo - representaram juntas 91% das vendas, comparadas com 79% de representatividade há um ano.

Marcas chinesas como Meixu, LeTV, Coolpad, ZTE e Lenovo estiveram antes na mesma trajetória da Xiaomi, mas qualquer tração que elas tiveram antes subitamente sumiu, com muitas delas sofrendo para ultrapassar o 1% de market share. A performance da Samsung também continua deteriorando, caindo para apenas 2,2% do mercado.

Fonte: Kantar Worldpanel

*Dominic Sunnebo é Diretor de Global Consumer Insight

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Mercado brasileiro de PCs cresce 30% no 3º trimestre

pc.jpg13/12/2017 - Segundo o IDC Brasil, foram comercializados 1,36 milhão de equipamentos entre os meses de julho e setembro de 2017, contra 1,04 milhão no mesmo período de 2016. Receita teve alta de 28%, chegando a R$ 3 bilhões

O ano de 2017 tem sido muito positivo para o mercado brasileiro de PCs. Depois de crescer 5% no primeiro trimestre e 5% no segundo, o setor voltou a apresentar números expressivos e, entre os meses de julho e setembro, comercializou 1,36 milhão de máquinas, 30% a mais do que no mesmo período de 2016, quando foram vendidos 1,04 milhão de equipamentos. Os dados são do estudo IDC Brazil PCs Tracker Q3, realizado pela consultoria IDC Brasil. A receita do terceiro trimestre de 2017 foi de R$ 3 bilhões, alta de 28% em comparação com o terceiro trimestre de 2016, quando a receita foi de R$ 2,3 bilhões. Na comparação com o trimestre anterior o crescimento foi de 9% em unidades e de 11% em receita.

Do total de computadores vendidos no terceiro trimestre de 2017, 424 mil foram desktops e 936 mil foram notebooks, o que representa, respectivamente, 14% e 38% a mais na comparação com o mesmo período do ano passado. "Os notebooks puxaram o crescimento do setor, representando 69% das vendas entre julho e setembro e superando a expectativa da indústria, já que houve crescimento também no mercado corporativo", diz Pedro Hagge, analista de pesquisa da IDC Brasil.

Além disso, Hagge aponta a proximidade com a Black Friday e a renovação da base instalada como motivos para o crescimento do setor. "Com a chegada de duas datas sazonais bem importantes (Black Friday e Natal), os varejistas antecipam as compras das máquinas para o estoque já que a procura aumenta consideravelmente. A volta da confiança do consumidor e a necessidade de trocar equipamentos comprados em meados de 2011 são outros pontos que influenciaram o bom momento do mercado." completa o analista.

Ainda de acordo com o estudo da IDC, o tíquete médio dos computadores no terceiro trimestre de 2017 foi de R$ 2.200, contra os R$ 2.234 de 2016, recuo de 2%.

4º trimestre e 2017

Para o último trimestre do ano, a IDC Brasil prevê venda de 1,38 milhão de PCs, alta de 13% na comparação com o mesmo período de 2016, quando foram vendidas 1,22 milhão de máquinas A receita deve crescer 10%, atingindo os R$ 3 bilhões de outubro a dezembro de 2017.

No acumulado para o ano, a consultoria aponta crescimento de 13% na comparação com 2016. "Acreditamos que o mercado chegue a 5,1 milhões de unidades vendidas, sendo 1,655 milhão de desktops e 3,436 milhões de notebooks. A receita deve ficar na casa dos R$ 11 bilhões", finaliza o analista da IDC Brasil.

 

 

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Android é foco de ciberataques a dispositivos móveis

29/11/2017 - Pesquisa exclusiva da Fortinet revela que ataques a iPhones têm índices pouco significativos quando comparados ao sistema operacional do Google

A Fortinet apresenta um levantamento sobre as principais ameaças no Brasil em parceria com o FortiGuard Labs. De acordo com a pesquisa, o Android é o sistema operacional mais atacado por malwares destinados a dispositivos móveis no Brasil. O estudo foi realizado no período de janeiro a agosto de 2017 e confirma uma tendência do cenário de ameaças à cibersegurança.

Em junho, o Brasil já era recordista em números totais de malware para plataforma móvel, aparecendo em 5º lugar, atrás de países como Japão e Estados Unidos e com o equivalente a 10% de tentativas de infecções a dispositivos móveis em relação ao total de ameaças detectadas. Já no último relatório (janeiro a agosto), a Fortinet identificou que 18% das mais de 72 mil ameaças identificadas foram direcionadas para este tipo de dispositivo.

O Android é o sistema para dispositivos mobile mais utilizado no país e o mais vulnerável a ciberameaças, com 99,9% das tentativas de ataque, número muito superior ao observado em outras regiões. Do total de malwares em dispositivos móveis detectados na América Latina e no Caribe no primeiro trimestre de 2017, 28% deles eram malwares para dispositivos Android.

Botnet aumenta no Brasil

O tráfico de Botnet vem aumentando no Brasil, sendo 50% maior que no começo do ano. O botnet Andromeda é a principal ameaça do tipo, com cerca de 255 mil hosts infectados, 27% do total detectado no Brasil, um crescimento de 300% desde o início do ano. Porém, pelas projeções, pode não repetir o feito do passado, quando foi responsável por 1,1 milhão de ameaças.

Os dispositivos de Internet das Coisas (IoT) estão se tornando grandes oportunidades para hackers, já que sua grande maioria não foi desenvolvida com grande foco em cibersegurança. Em 2017, os botnets de IoT Miraj e Hajime foram responsáveis por 20% de todo o tráfego de Botnet no Brasil. Até agosto do ano passado, este tráfego era praticamente inexistente. Especialistas estimam que 25% os ciberataques serão direcionados à IoT em 2020.

Ransomware cresce no Brasil

O malware do tipo ransom, responsável pelos últimos grandes ataques de alcance global, continuam a crescer no Brasil e no mundo. De um ano para cá, 50% de todos os malwares no Top 20 são do tipo ransomware.

Quando olhamos pelo viés da propagação, o JS/KYptik ainda segue como campeão, sendo identificado por mais de 10% de todos os sensores no Brasil. O malware baixa e executa a família Cerber, vírus que criptografa arquivos de usuários.

Sistema de Prevenção de intrusão

De janeiro a agosto, foram mais de 113 milhões de tentativas de exploração de vulnerabilidades detectadas. A Fortinet identificou em seu relatório que 50% dos ataques do tipo IPS tentaram explorar vulnerabilidades web.

A ameaça TCP.Out.Of.Range.Timestamp é responsável por 30% do tráfego total dentro das TOP 20 ameaças do tipo. Sua abrangência aumentou de 1 milhão em janeiro para seis milhões em abril.

O relatório também destaca a presença de malwares derivados do Apache Struts, software de código aberto utilizado por diversas empresas e que se tornou tema de uma investigação este ano, após um dos três maiores de serviço de proteção ao crédito dos EUA, a Equifax, ter sido invadida por não ter atualizado uma vulnerabilidade do mesmo, o que causou o vazamento de dados pessoais de mais de 143 milhões de usuários no mundo. Malwares ligados ao software aparecem em cinco posições do Top 20 de ameaças.

 

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Saiba como cuidar da bateria de seu notebook

notebook.jpg16/10/2017 - Eles deixaram de ser um artigo de luxo e se tornaram uma ferramenta indispensável para aqueles que têm rotinas intensas e precisam levar o computador para todos os lados com muita facilidade.

"Apesar da mobilidade, muitos usuários questionam a duração da bateria das máquinas e se perguntam o que fazer para que elas durem mais tempo", comenta Marcelo Batistela, Gerente de Engenharia da Daten.

Existem algumas medidas simples e práticas que podem ser tomadas para que a bateria tenha uma vida prolongada. Confira abaixo:

1. Ajuste o brilho

Assim como nos smartphones, a tela é um dos grandes responsáveis pelo gasto de energia dos notebooks. Se for necessário economizar bateria, simplesmente reduza a iluminação da tela. Quanto mais alto o brilho, maior será o consumo.

2. Acione o modo econômico

No sistema operacional da máquina, é possível analisar o plano de energia mais indicado para cada caso. O "modo econômico" é específico para quando economizar bateria é a principal necessidade. Ativar esse recurso altera diversas configurações do notebook, deixando a tela mais escura, apagando as luzes do teclado e reduzindo o desempenho do processador, por exemplo.

3. Dispositivos móveis

Desconecte da máquina todos os dispositivos móveis, como teclado, mouse, ventiladores, lâmpadas etc. Todo aparelho que se conecta via USB puxa energia para funcionar, então, ter muitas coisas ligadas ao laptop fará com que a bateria se esgote mais rapidamente.

4. Não abra muitos programas ao mesmo tempo

Abrir muitos programas simultaneamente faz com que o computador se esforce mais e gaste mais bateria. Quando a sua memória RAM fica totalmente preenchida, o notebook começa a usar o processador para minimizar e alternar janelas de programas diferentes, o que faz com que o consumo de energia aumente ainda mais.

5. Não apoie o notebook em lugares que atrapalhem a ventilação

Colocar a máquina sobre objetos como almofadas, travesseiros ou cobertores pode piorar a vida útil das baterias. Isso ocorre porque o laptop opera melhor em temperatura ambiente e, quando colocado em cima desses objetos, ele pode esquentar. Além disso, o calor provocado pelo tecido ou estofamento também pode fazer com que seu notebook ligue o sistema de ventilação para reduzir a temperatura do processador, o que também consome energia.

6. Desative dispositivos de conexão

Dispositivos como Wi-Fi e Bluetooth consomem grande parte da energia por buscar sinal o tempo todo. Assim, quando são desligados, o computador não direciona energia para eles, fazendo com que a bateria dure mais.

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