Brics puxam queda nas vendas de eletrônicos

ueda.jpgPor Ethevaldo Siqueira, de Berlim
01/09/2016 - Hoje é o meu primeiro dia de trabalho na cobertura da IFA, o maior evento de eletrônica da Europa e eu tenho duas notícias. Uma boa e outra ruim. Começo pela notícia ruim.

Segundo pesquisas de associações especializadas da Alemanha, as vendas globais de produtos de eletrônica de consumo e de entretenimento, neste ano, apresentarão uma queda de 5%. É a primeira vez que as vendas globais caem depois de 2009.

Isso não comprova a existência de uma crise econômica mundial, a queda das vendas em eletrônica decorre apenas da situação de três países emergentes que enfrentam problemas econômicos: Brasil, Índia e Rússia. Além disso, a própria China tem crescido menos do que nos anos anteriores. O pior fator é o do Brasil, com queda superior a 10%.

O que vemos é uma situação da economia bem melhor nos países desenvolvidos do que nos emergentes ou BRICs, a sigla de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

E a boa notícia é sobre o crescimento da IFA este ano, com aumento do número de expositores, em consequência das novas áreas de produtos como a robótica, a internet das coisas e inteligência artificial. Essas três áreas eram praticamente ficção como produtos de entretenimento e de uso doméstico nas versões anteriores da IFA.

E o mais interessante é que robôs, internet das coisas e inteligência artificial, começam a conviver e a convergir na casa digital.


 

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