Como as ferramentas analíticas podem ajudar a gerenciar os riscos dos consumidores

*Daniel Zvi
26/02/2014 - Nos últimos anos, muitas organizações se deram conta de que as interações com os clientes – por meio dos contact centers, mídias sociais e varejo – são áreas de risco em potencial que precisam ser gerenciadas cuidadosamente.

Quando as empresas pensam em crises associadas aos clientes, normalmente relacionam esses riscos a fraudes e conformidades. Embora sejam gerenciadas individualmente, ou em diferentes setores da organização, essas áreas podem ser correlacionados, portanto, precisam ser ponderadas. Um exemplo disso são pessoas que têm um cartão de crédito rejeitado por suspeita de atividade fraudulenta quando viajam ao exterior. Se as instituições tomarem a decisão de bloquear o cartão para reduzir o risco, sem ter certeza de que é mesmo uma fraude, resultará na insatisfação dos clientes. Situações como esta podem levar a frustração do usuário, rotatividade e, até mesmo, consequências relativas à marca – que em alguns casos podem causam um prejuízo maior que uma operação fraudulenta.

Cinco benefícios da nuvem além do ROI

Fabio Costa, presidente da VMware no Brasil

02/10/2013 - O mercado global de computação em nuvem continua a crescer, isso é um fato. A consultoria Forrester Research, Inc., prevê que esse segmento deverá movimentar US$ 2,41 bilhões em 2020. São inúmeras as empresas de todos os portes e segmentos industriais que se beneficiam do aumento da produtividade com a computação em nuvem, que exige investimento modesto na sua configuração e operação.

Na América Latina, por exemplo, 44% das empresas implantaram ou estão expandindo uma solução em nuvem, enquanto 11% consideram-na sua principal iniciativa em 2013, segundo a IDC. A consultoria também previu que, até 2016, serão investidos na região cerca de US$ 1,4 bilhão nas soluções de cloud computing.

Computação em Nuvem

02/10/2013 - Computação em Nuvem na USP, publicados pela Revista USP

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Inclusão digital deve ser um direito fundamental

11/09/2013 - Pesquisa realizada na Faculdade de Direito (FD) da USP propõe que a inclusão digital seja considerada um direito fundamental, como o direito à água, à luz, à informação, à saúde, à privacidade, etc. "O direito à internet e às novas tecnologias digitais deve estar acima de todos os outros pois, nos dias atuais, é cada vez mais comum que seja por meio dele que os outros direitos funcionem adequadamente", aponta o autor do estudo, o advogado e historiador Victor Hugo Pereira Gonçalves.

Para o pesquisador, a falta de acesso à internet somente poderá ser solucionada quando a inclusão digital for considerada um direito fundamental. "É preciso empoderar as pessoas dos direitos fundamentais. E o Direito deve ser utilizado como uma ferramenta para isso ocorrer", completa. Segundo dados da pesquisa, atualmente mais de 80% da população não está incluída no acesso à internet e às tecnologias.

Inovação e empreendedorismo

Vanderlei Bagnato (*)

22/08/2013 - A USP, por meio da Agência USP de Inovação, tem o grande desafio de aproximar o conhecimento e as pesquisas desenvolvidas pelas universidades dos setores produtivos da economia paulista (e brasileira), como a indústria e o comércio. A árdua tarefa envolve a quebra de antigos paradigmas, tal a distância que esses dois setores tomaram ao longo de muitos anos, com resultados negativos para o desenvolvimento de inovação no país. Diante dos novos desafios globais, a aproximação é irreversível e necessária para garantir um ambiente propício para o crescimento dos setores produtivos da economia brasileira.

O papel de gerador de inovação já é comum nas universidades de outros países. Na década de 1980, durante estudos no MIT (Massachusetts Institute of Technology), convivemos com os padrões norte-americanos de incentivo ao empreendedorismo. Desde o início dos estudos, os alunos da instituição tinham a responsabilidade de gerar emprego, muito mais do que procurar uma vaga de trabalho numa grande corporação.

Aliança do Pacífico preocupa o Brasil

Sergio Leo

Do jornal Valor Econômico

09/06/2013 - México, Peru, Colômbia e Chile estão constituindo a chamada Aliança do Pacífico. Vista como ameaça ao Mercosul, por sua capacidade de criar uma zona de livre comércio, voltada para o imenso mercado asiático, a Aliança do Pacífico nasce com uma população equivalente a do Brasil e 33% do comércio da região.

Embora seja, por enquanto, um projeto em fase de implantação, a Aliança já assusta os empresários brasileiros, que veem na iniciativa aspectos que faltam na política comercial brasileira. Enquanto o Mercosul empaca em uma agenda de acesso a mercados típica do século passado, andinos e o México buscam seu lugar nas cadeias globais de produção.

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