A formação em TI: o papel da universidade e do mercado

ti/TI2.jpgPor Maurício Pimentel*
25/04/2014 - A Tecnologia da Informação está presente em todas as áreas da economia, dando suporte a processos dos mais simples aos que gerem um incontável volume de dados. Entretanto, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), até 2020 o segmento precisará de 750 mil novos profissionais para alcançar a meta de elevar sua participação no PIB do país para 6,5%. Esse cenário é preocupante e comprova que a oferta de especialistas em TI crescem de modo muito mais lento do que a demanda, tornando esse gap cada vez maior. E como resolver isso? A formação acadêmica é o caminho para a solução?

Nanomateriais luminescentes têm aplicação ampliada

Por Aline Naoe, do USP Notícias
15/04/2014 - Novos materiais apresentam a chamada luminescência persistente

Uma das aplicações cotidianas mais conhecidas dos materiais com luminescência está na sinalização de rodovias e acessos de segurança. As propriedades de conversão de alguns tipos de energia em luz também são bastante utilizadas em exames médicos, na produção de equipamentos eletrônicos, e na conservação de alimentos, etc.

Em busca de novas formas de aproveitar o fenômeno, pesquisadores do Laboratório de Química Supramolecular e Nanotecnologia estudam o desenvolvimento de materiais luminescentes em escala nanométrica, ou seja, na ordem de milionésimos de milímetros. O Laboratório pertence ao Centro de Química e Meio Ambiente do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), autarquia associada à USP, e trabalha em parceria com o Laboratório de Elementos do Instituto de Química (IQ) da USP.

Cloud Computing é tendência para empresas de todos os portes

cloud_computer2.jpg*Por Eduardo Carvalho
10/04/2014 - O mercado torna-se cada vez mais competitivo e as corporações são pressionadas a conseguir mais resultados com menos recursos. Neste cenário, começamos a ouvir já há algum tempo sobre cloud computing. O conceito atraiu a curiosidade dos CIOs pela eficiência e economia e já tornou-se realidade para muitas organizações. De acordo com a IDC, somente em 2013, o setor de computação em nuvem movimentou cerca de US$ 257 milhões e a expectativa é de que este número chegue a US$ 798 milhões até o final deste ano. É interessante observar que este modelo atende as necessidades de empresas de todos os portes. As grandes vislumbram na computação em nuvem a oportunidade de conseguir mais eficiência, agilidade e, claro, redução de custos. Já para as pequenas e médias companhias, esta é uma chance para ter acesso a soluções robustas sem demandar altos investimentos – permitindo às PMEs ampliar a competitividade no ambiente em que atuam.

A revolução na computação empresarial

BYOD.jpg*Helcio Beninatto
10/04/2014 - Os aplicativos ganharam relevância em relação aos dispositivos. O que conhecemos como Bring Your Own Application (BYOA) é uma nova tendência que está ganhando força na computação empresarial.

Alguns fatores que estão impulsionando a rápida adoção do BYOA dentro da empresa são:

• App Stores para celulares - O centro de atendimento à comunidade de programadores está mudando com a criação de aplicativos de consumo para dispositivos móveis, graças à revolução dos smartphones e tablets. Os usuários estão a apenas um passo de escolher um aplicativo que satisfaça suas necessidades dentre os milhares de aplicativos gratuitos e por preços inimaginavelmente baixos, disponíveis nas App Stores para celulares.

O SMS está morrendo?

*Por Cássio Bobsin Machado
08/04/2014 - A morte do SMS foi anunciada ao mesmo tempo em que o Facebook comprava o WhatsApp por USD19 bilhões.

Notícia ruim vende. Mas é bom entender o que está por trás de tais afirmações bombásticas.

Dados do setor mostram que o SMS atingiu a maturidade. Antes o SMS era a única opção viável de mensagens instantâneas no celular. Agora os serviços de MIM – Mobile Instant Messaging – como WhatsApp, Line, KakaoTalk e WeChat ameaçam seu domínio.

A bola de cristal tecnológica

fernanda_benhami_sas.jpgPor Fernanda Benhami*, da Sas
08/04/2014 - Segundo o psicólogo americano Frederic Skinner, as consequências de uma ação influenciam diretamente na probabilidade de que esta ação se repita. Levando esta afirmação para o mundo dos negócios, podemos concluir que, quando temos uma experiência negativa em um site de e-commerce, é pouco provável que voltemos a comprar nesta mesma loja virtual. Diante disso, a pergunta que fica no ar é: quantas empresas podem afirmar que são capazes de proporcionar uma experiência positiva neste canal de interação? A resposta é incerta, mas o fato é que as ferramentas tecnológicas para garantir a satisfação do cliente já estão disponíveis no mercado e devem ser utilizadas pelos varejistas.

newsletter buton