Abrindo os olhos para o videomonitoramento

paulo_chinelato.jpg*Paulo Chinellato
11/11/2014 - Passei os últimos 25 anos trabalhando numa empresa de TI. Este ano, assumi a Direção de Vendas de uma empresa focada em videomonitoramento, e não por acaso. Esse mesmo movimento está começando a ser feito por empresas de TI com atuação nos mais diversos segmentos do mercado, tirando vantagem de possibilidades envolvendo o vídeo em rede – um elemento que, agregado a uma solução de networking, pode ter um impacto tão disruptivo quanto a abertura de uma janela numa sala hermética.

A IHS Research calcula que, em dois anos, o vídeo em rede representará 60% do segmento de vigilância por vídeo em todo o mundo. Essa mudança irreversível do analógico para o digital traz consigo a tendência de integração da rede a outras tecnologias, que é justamente o que estamos vivenciando agora que o vídeo IP está mais consolidado.

Os clientes não querem apenas um sistema melhor para saber se o funcionário de uma loja roubou produtos ou para identificar um suspeito de assalto a banco. Eles querem uma solução para aumentar vendas, agilizar o atendimento, reduzir perdas, antecipar-se a ações criminosas, identificar padrões de comportamento, aprimorar a gestão de um espaço e aumentar o nível de satisfação de seus clientes. São demandas mais abrangentes e que podem ser atendidas por uma solução em que a câmera é apenas mais um elemento na rede. Por isso, para alguns clientes, já não faz sentido investir num sistema de vídeo que venha servir apenas para segurança, nem num projeto de rede que sirva apenas para conectividade.

5 dicas para identificar as melhores ideias e empreender com sucesso

*Bruno Ghizoni
11/11/2014 - Todos os dias aparecem novos empreendedores com quatro, oito e até 20 ou mais ideias diferentes, que prometem revolucionar o mundo dos negócios. No entanto, a cartela de opções pode virar uma grande armadilha na hora de se atingir o sucesso esperado. Como o empreendedor geralmente possui recursos financeiros, de tempo e de relacionamento escassos, além da falta de experiência no mercado, concentrar seu foco em mais de um ponto pode ser fatal!

Quando um investidor aporta recursos em uma startup, por exemplo, ele quer que o empreendedor se dedique integralmente a ela. Ao mesmo tempo, se o empreendedor possui outras empresas para "tocar", passará uma impressão não muito boa e poderá ser visto por muito tempo como um "deal braker".

Bom, você é empreendedor e possui muitas ideias para o seu negócio. Mas, como saber qual é a melhor? Como tudo no mundo do investimento anjo e do Venture Capital, não existe uma fórmula 100% padronizada. Porém, existem algumas metodologias que ajudam investidores a embasar sua tomada de decisão.

Abaixo, sugiro um modelo que considero o melhor e que muitos investidores (principalmente fundos americanos) utilizam para avaliar ideias inovadoras. Esta metodologia foi desenvolvida por Everett Rogers e lançada no livro "Diffusion of innovations", de 1962. Mesmo escrito há bastante tempo, o método é uma das teorias mais utilizadas até hoje.

Rogers comenta que há cinco características importantes para que uma inovação seja bem sucedida. São elas:

Sua empresa já está preparada para atender o consumidor em multicanais?

*Paulo Roberto Bonucci
10/11/2014 - Já é uma realidade no mercado brasileiro: o consumo agora é em multicanais de atendimento (em inglês, omni-channel). Os consumidores "passeiam" em todas as plataformas disponíveis no comércio tradicional e no e-commerce para pesquisar informações, preços, opções, características e opiniões sobre os produtos que querem escolher e comprar. Sem dúvida, a experiência do cliente com uma marca hoje é multicanal (loja, web, smartphones, tablets, vendas diretas, entre muitas outras), mas, o relacionamento com ele ainda não.

Para ajudar nesse desafio, um novo conceito, o Customer Engagement Optimization (otimização do engajamento do cliente) oferece aos líderes de negócios uma solução para o relacionamento com este novo perfil de consumidor. Ele baseia-se na premissa de que as companhias precisam integrar e gerir de forma inteligente todos os canais de relacionamento com os consumidores, a fim de se tornarem mais próximas deles, criando maior engajamento e retenção.

Às vezes, o cliente entra em contato por telefone, mas, em muitas outras situações, acessa a companhia pelas mídias sociais ou ainda por e-mail. Ele já está utilizando múltiplos canais para tratar do mesmo assunto e espera que suas "discussões" e solicitações o sigam, de forma atualizada, para o próximo canal.

Visionários afirmam: o data center definido por software revoluciona a TI

Fernando Mollon
23/10/2014 - Os departamentos de TI enfrentam uma avalanche de solicitações de usuários que exigem a integração da mobilidade, a computação em nuvem e as redes sociais, assim como técnicas de análise em suas atividades diárias. Para conhecê-los, é necessária uma mudança na maneira em que as organizações utilizam os recursos de TI. Modelos novos e mais dinâmicos na prestação de serviços prometem revolucionar a empresa e transformar a TI.

ITaaS – ou TI como serviço – significa que as unidades de negócio têm muitas opções para atender às necessidades e, inclusive, competir com fornecedores externos. De acordo com um estudo realizado pelo Gartner em 2013, 38% do orçamento de TI vêm de outras divisões. Isso exige que a TI opere como um negócio independente na criação de produtos para as diferentes divisões da empresa.

Em fevereiro deste ano, uma pesquisa realizada pelo IDG entre as empresas com mais de mil colaboradores revelou que a ITaaS é alvo dos executivos de TI. Dos 350 entrevistados, 68% qualificaram a ITaaS fundamental para o sucesso da empresa. O SDDC (Software-Defined Data center) ou data center definido por software, é uma solução de infraestrutura de TI que se estende aos conceitos de virtualização para alcançar a ITaaS.

Shadow IT – o que é e como lidar com este fenômeno dentro das empresas

*Francisco Pinto
19/10/2014 - A cobrança por resultados no curto prazo já faz parte da rotina do CIO de qualquer empresa. Como essa pressão não vem acompanhada, necessariamente, de mais aportes no setor de TI para que os números cresçam rapidamente, os profissionais apostam suas fichas no conceito de cloud computing. Já que dispensa altos investimentos iniciais, a nuvem é uma clara opção para fazer mais com menos. A IDC prevê que as despesas com Tecnologia da Informação e Telecom (TIC) somarão US$ 175 bilhões somente neste ano de 2014 no Brasil. O crescimento previsto, de 9,2%, deverá ser impulsionado por projetos relacionados à Terceira Plataforma, apoiada nos pilares social mídia, mobilidade, Big Data e, claro, cloud computing. Os números reafirmam o que já sabemos: a nuvem veio para ficar.

Ainda de acordo com a IDC, US$ 6 bilhões destes US$ 175 bilhões serão gastos por outras áreas das empresas e não necessariamente pelo departamento de TI – antigamente único setor responsável por direcionar os investimentos em tecnologia. Ou seja, pela facilidade, os executivos de negócios passaram a adquirir serviços diretamente, sem consultar o CIO da companhia. Esse movimento crescente converge para a chamada Shadow IT ou TI Invisível, fenômeno que engloba todas as tecnologias adquiridas por diferentes áreas de negócios das organizações com seus próprios orçamentos.

Como as aquisições não exigem grandes ou complexos processos – nem mesmo de adaptação, inúmeros serviços baseados em nuvem são adquiridos sem o conhecimento do time de TI. São sistemas adicionais instalados como, por exemplo, um navegador que o usuário considera ter a interface mais amigável ou um aplicativo que ele já utiliza para organização pessoal e deseja expandir sua funcionalidade para o trabalho. Um estudo da McAfee, conduzido pela unidade Stratecast da Frost&Sullivan, reforça a tendência da Shadow IT ao apontar que 81% dos funcionários da linha de negócios e 83% das equipes de TI admitem usar softwares não aprovados pela corporação.

Por que é importante o iPhone 6 suportar o padrão 802.11ac

*Matthew Gast

10/10/2014 - Quando o iPhone 5 foi lançado, uma das grandes decepções para mim era que ele não contemplava o padrão 802.11ac - nova geração para tecnologia de redes sem fio de alto desempenho na frequência de 5GHz. Agora, felizmente, entre os muitos novos recursos introduzidos no iPhone 6, a boa surpresa é que a interface Wi-Fi foi atualizada para o padrão 802.11ac.
Por que isso é importante?

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