Como os data centers podem ajudar os CEOs em tempos de recessão

*Eduardo Carvalho
02/12/2014 - No final do mês de agosto foi divulgado o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil referente ao segundo trimestre do ano, que demonstrou uma queda de 0,6% na economia e colocou o país em estado de recessão. Com isso, o crescimento em 2014 não deverá superar 1,5%, sendo que muitos economistas garantem que ele não chegará, nem mesmo, a 1%. Além disso, o prognóstico para os próximos anos não é dos mais positivos. Em meio à eleição e incertezas no cenário político, a previsão é de que 2015 seja um ano de muitas mudanças econômicas, mas que não devem ter um reflexo imediato na retomada do país. Ou seja, o PIB deve manter a mesma média no ano que está por vir.

O cenário atual faz com que empresas de diversos setores fiquem mais cautelosas na hora de fazer investimentos – comportamento natural em tempos de crise. Em contrapartida, se as companhias travarem os seus aportes, também bloquearão seu crescimento, o que aumenta o risco dos negócios como um todo. Ao avaliar a situação, especificamente do ponto de vista da Tecnologia da Informação, o outsourcing pode ser uma saída inteligente e viável para as organizações que não querem ficar paradas neste período.

Você sabe como as empresas utilizam os seus dados pessoais?

*Fernando Loureiro
01/12/2014 - Estamos caminhando rapidamente para um mundo onde tudo e todos à nossa volta estarão conectados, 24 horas por dia, todos os dias da semana. Não só o seu computador e o seu telefone serão capazes de se beneficiar dos recursos praticamente infinitos da Internet, mas também outros objetos que ainda não fazem parte da nossa rotina é não vemos como inteligentes – e entram aí o seu carro, as suas roupas, e até a sua casa – serão transformados pela tecnologia e passarão a responder de forma muito mais efetiva às suas necessidades do dia a dia.

Não há dúvida de que esse futuro da Internet das Coisas irá trazer enormes benefícios para nossas vidas, nos tornando mais produtivos e mais informados sobre o mundo ao nosso redor. O potencial desta área para revolucionar a maneira como nos comunicamos é imenso, mas não sem percalços.

Há uma relação risco x benefício quando nos conectamos a Internet. Se por um lado temos acesso a serviços incrivelmente inovadores e um repositório de inteligência e informação praticamente sem fim, temos também riscos associados com o roubo e o mal uso de nossas informações pessoais. Quando acessamos a Internet, a Internet também se conecta com a gente – nossa atividade online gera um enorme volume de dados, que alimentam os serviços que utilizamos para tornar a nossa vida mais fácil. É uma relação de troca – oferecemos alguns de nossos dados para a Internet, e em troca ela retorna facilidades para a nossa vida.

Um estudo realizado pela Intel em 2013 mostrou que o brasileiro entende e reconhece o valor desses serviços para sua vida – por exemplo, 73% dos brasileiros concordariam em compartilhar dados pessoais de forma anônima com o governo se isso resultasse em uma queda no trânsito nas grandes cidades. É dessa forma que aplicativos com o Waze funcionam – coletando dados de milhares de usuários ao mesmo tempo e criando modelos do tráfego na cidade para sugerir rotas alternativas aos usuários. Um projeto de cidade conectada que utilizasse esse modelo de navegação compartilhada poderia trazer enormes benefícios aos cidadãos e à produtividade do país.

Internet das Coisas: a nova fronteira da Gestão de Identidade

*Vicente Goetten
27/11/2014 - Equipamentos inteligentes permitem monitoramento em tempo real e captura de um volume de dados nunca antes visto. Mas como garantir a segurança do acesso aos sistemas?

A imagem de um mundo habitado por máquinas inteligentes, imortalizada pelos contos de Eu, Robô, do escritor russo Isaac Asimov, já é uma realidade – de forma bem menos dramática do que na obra de ficção dos anos 50. A Internet das Coisas (IoT), conceito associado a objetos capazes de se conectarem entre si e a sistemas por meio da internet, lidera uma revolução na forma como nós, seres humanos, monitoramos processos e gerenciamos negócios.

Um estudo da Cisco, apresentado durante o Mobile World Congress de 2014, mostra uma evolução vertiginosa no número de dispositivos conectados à internet. Em 1984, eram 1 mil. Em 2010, 10 bilhões. Ou seja, já havia mais coisas do que pessoas conectados à rede mundial. Para 2020, a expectativa é ultrapassar a marca de 50 bilhões. O relatório anual Internet Trends, da consultoria KPCB, apresentado em maio, identifica uma tendência de crescimento vertiginoso de dados provenientes de objetos inteligentes circulando no universo digital.O fenômeno acompanha a evolução da nanotecnologia e de tecnologias para rastreamento, como o RFID. Todo eletrônico lançado nos últimos anos traz algum sensor embarcado. O Internet Trends cita o exemplo dessa evolução em smartphones. Enquanto o iPhone, de 2007, e o Galaxy S, de 2010, continham três sensores, o iPhone 5S, de 2013, conta com cinco sensores e o Galaxy S5, lançado em 2014, com nada menos do que dez, entre eles identificadores de impressões digitais e de batimentos cardíacos.

Mitos e verdades sobre virtualização

FJ Gould
24/11/2014 - Não há o que temer sobre a virtualização. Não é complexa e nem problemática. Ao considerar a implantação da virtualização em sua empresa, leve em conta os seguintes pontos:

• É necessário realizar uma análise de retorno sobre o investimento (ROI) para determinar o tipo de virtualização ideal para a sua empresa.

• A virtualização é comprovadamente uma tecnologia que tem sido adotada por muitas empresas e tem resultado em vantagens significativas em termos de eficiência da TI, redução de custos, maior flexibilidade e disponibilidade.

• Com treinamento e recursos adequados, a implantação e a administração de um ambiente virtual são fáceis. De fato, o gerenciamento de um ambiente virtualizado pode demandar menos tempo e exigir menos recursos do que um ambiente físico.

Neste artigo, você encontrará algumas das preocupações sobre a virtualização que, na verdade são mais rumores, que te ajudarão a distinguir entre a realidade e a ficção.

Tendências para os contact centers em 2015: além da nuvem

*Alfredo González
18/11/2014 - As principais tendências que marcaram a indústria em 2014 e que, segundo alguns analistas, terão continuidade em 2015, foram as mídias sociais, nuvem e mobilidade. De um modo geral, concordo com essa visão, embora acredite que o "must have" para os call centers em 2015 serão: WebRTC, Vídeo, Biometria de Voz e Automatização.

Segundo minha visão, as empresas de vanguarda, em matéria de tecnologia, devem estar preparadas para enfrentar esses desafios trazidos pela revolução no atendimento aos clientes, atualizando suas plataformas e diversificando os canais de atendimento.

Os principais players do mercado tem falado muito sobre os benefícios da tecnologia WebRTC (Real Time Communications), um padrão que permite comunicação, de vídeo e áudio, através de um navegador. Na minha opinião, as principais razões pelas quais as empresas devem começar sua adoção, baseiam-se na simplificação do PA (minimizando requisitos e complexidades da instalação), e a possibilidade de estar em ambientes "hiper-distribuidos" e com operadores em modalidade de home office.

A inteligência analítica e artificial pode apoiar seguradoras a serem mais lucrativas

*Por Marcelo Aragona
12/11/2014 - As seguradoras possuem práticas de modelagem estatística bem estabelecidas, porém, muitas vezes, concentram as decisões nas informações provenientes de suas bases internas, dados cadastrais, pagamentos e sinistros. O grande desafio do mercado hoje consiste em conseguir explorar ao máximo os dados estruturados e não estruturados, tanto em bases internas, quanto informações externas, de clientes e CPFs, endereços, transações e ocorrências não constantes na base de dados. Para fazer a diferença no ambiente de negócios, as seguradoras precisam apostar em inovação para aprimorar o processo de modelagem de dados. Os recursos analíticos com inteligência artificial são uma excelente alternativa em aplicações de negócios deste mercado.

Mas, afinal, o que é inteligência artificial? Inteligência artificial e redes neurais são técnicas computacionais que apresentam um modelo matemático inspirado na estrutura neural de organismos inteligentes e que adquirem conhecimento através da experiência. Uma rede neural artificial pode ter centenas ou milhares de unidades de processamento. O que é mais importante é que toda essa inovação pode ser empregada de forma bem sucedida na operação de empresas do ramo de seguros. Aplicando esses recursos é possível extrair conhecimento a partir de uma consulta a dados não estruturados disponíveis na Internet, que necessitam de automação, e ainda combiná-los de forma sistemática para encontrar as melhores decisões e atingir os melhores resultados.

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