Virtualização de Rede: inovando o acesso à informação

*Por Rogério Tomirotti
18/08/2014 - O conceito de trabalhar em rede se tornou realidade na década de 40 e, com a criação da ARPANET na década de 60, utilizando com circuitos de 50 Kbps que interligavam três univerdidades dos Estados Unidos, observamos o desenvolvimento de tecnologias e equipamentos (hardware, software e protocolos) que, aos poucos, popularizaram o conceito de rede corporativa, deixando de ser um privilégio apenas das grandes corporações.

Vivemos um momento de transição, de quebra de paradigma em tecnologia de redes de dados. Novos conceitos e novas tecnologias estão transformando os ambientes de rede corporativas e também das service providers. Podemos citar, por exemplo, o SPB (Shortest Path Bridging – IEEE 802.1aq) que é considerado como a nova geração de virtual LAN para Cloud Computing.

Novas arquiteturas, como o VENA Fabric Connect (Virtual Enterprise Network Architecture), viabilizam o conceito de entrega de recursos e serviços para os usuários ao invés de disponibilizar acesso físico à rede. Isto significa que o colaborador sempre terá acesso às suas aplicações, aquivos e recursos independente da localidade ou meio de acesso à rede.
Fisicamente é um conceito de redundância looping free onde os componentes trabalham no modo ativo-ativo. Se um dos pontos sofrer alguma interrupção, a convergência é feita em milésimos de segundo. Mas para os usuários que utilizam essa estrutura com múltiplos caminhos, a percepção será sempre a de um caminho único, mais curto e eficiente.

Deixando a parte técnica de lado, você pode se perguntar como isso contribui para melhorar a vantagem competitiva dos negócios. Pense em duas empresas concorrentes disputando um importante projeto, o cliente fica em uma localidade remota, onde ambos concorrentes têm escritórios.

Melhores práticas para manter uma segurança digital contínua

*Raphael D'Avila
05/08/2014 - A maioria das ferramentas de segurança atuais se concentra somente na prevenção dos ataques – controle de acesso, detecção e bloqueio no ponto de entrada – para proteger os sistemas. Elas verificam os arquivos em um ponto inicial para determinar se estes possuem códigos maliciosos. Se o arquivo não for capturado ou se evolui e se torna malicioso depois de entrar no ambiente, as tecnologias de detecção chamadas point-in-time não são eficazes para identificar o desdobramento de atividades dos invasores.

Os ataques avançados não estão focados no que é considerado tradicionalmente como um destino: as extremidades da empresa. As ações não podem estar limitadas a um ponto no tempo, mas sim em curso constante, que exigem monitoramento intenso. É preciso centralizar a proteção na jornada, alavancado um conjunto de vetores dos ataques, que lançam ações contínuas contra a rede e sistemas, mirando no roubo de informações valiosas.

Os métodos de segurança usados pelas empresas não devem se concentrar apenas na detecção e prevenção. É necessário incluir a capacidade de solucionar o problema, olhando de forma holística, com proteção contínua e visibilidade durante todo o trajeto: ponto de entrada, propagação e remediação pós-infecção.

Se o Brasil tivesse utilizado tecnologia de gerenciamento de incidentes, o insucesso na Copa do Mundo poderia ter sido evitado...

*Washington Tavares
05/08/2014 - Assim como no futebol, incidentes normais podem intensificar-se rapidamente, sair de controle e resultar em uma catástrofe de rede. Porém, com o apoio de algumas soluções tecnológicas de gerenciamento de incidentes, é possível detectar precocemente problemas e garantir desempenho confiável de rede

Depois de um final muito negativo para o Brasil na Copa do Mundo, muitas perguntas foram feitas sobre o futebol brasileiro. Apesar de ter sido uma experiência agonizante, há algumas lições claras para o futuro. O resultado do jogo da semi-final não estava previsto. Pior ainda, os problemas emergentes não foram identificados com rapidez suficiente para evitar a catástrofe. A única ação que pode ser tomada agora é evitar situações semelhantes futuramente e voltar ao serviço normal (o que significa vencer em 2018!).

O futuro da saúde está na colaboração

*Mariane Takahashi
mariane_takahashi.jpg30/07/2014 - Em alguns países, como os Estados Unidos, os profissionais de saúde estão unindo-se para fornecer cuidado coordenado e transparente aos pacientes. O objetivo é não só reduzir erros médicos, como também melhorar a qualidade e ao mesmo tempo diminuir custos, evitando, por exemplo, duplicações desnecessárias de serviços.

Como as organizações responsáveis podem obter sucesso na prestação de cuidados de alta qualidade e direcionar de forma mais sensata as verbas da saúde? A tecnologia de colaboração pode ser uma resposta. Ela conecta os pacientes e os provedores de saúde independente das distâncias e ainda contribuiu para melhorar o fluxo de trabalho.

Uma solução de voz, vídeo e conteúdo adequada atende às necessidades clínicas e também as de cunho administrativo de uma organização. É capaz de aperfeiçoar as comunicações por todo o sistema de entrega de saúde, conectando os médicos, administradores e pacientes de um modo mais pessoal e com a melhor relação custo x benefício. Por exemplo, um paciente pode precisar de ajuda de um especialista que se encontra em outra cidade ou estado. Utilizando uma aplicação móvel baseada em vídeo e instalada em smartphones ou tablets, é possível desafiar as distâncias, conectando todos os envolvidos face a face e com um atendimento de alta qualidade.

A concessão dos aeroportos no Brasil na era da tecnologia

aeroporto.jpg*Gustavo Murad
24/07/2014 - A concessão – ainda que parcial – de aeroportos brasileiros à iniciativa privada tem um significado que vai além das tão sonhadas melhorias operacionais e logísticas; a iniciativa trará também benefícios nos níveis de serviço e maior transparência no trato com parceiros, fornecedores e clientes. O fato é um divisor de águas na história da indústria do Turismo no país e aponta para uma tendência do que deve ocorrer com outros aeroportos por aqui. O Brasil precisa exercer sua vocação de líder continental, mantendo aqui, não apenas o maior, mas também os principais Hubs da América Latina, e isso estava sob risco, não houvesse uma ação catalisadora que permitisse sairmos da letargia que vínhamos testemunhando. O governo precisa regulamentar, fiscalizar e garantir competitividade; e cabe à iniciativa privada planejar, executar, manter, crescer, inovar e competir.

Os dados atuais, bem como as perspectivas futuras, não deixam dúvidas: o momento da virada é agora; ou melhor, foi ontem! De acordo com a IATA, o Brasil será o terceiro maior mercado doméstico do planeta já em 2017, ficando atrás apenas de China e EUA. A economia já esteve melhor, mas nada indica que vá desandar por completo; ou seja, teremos crescimento, e cada vez mais novos usuários de transporte aéreo entrarão no mercado. Estudos recentes comissionados pela Amadeus indicaram que, na segunda metade dessa década, teremos fenômenos sociais e demográficos, dentre os quais podemos citar uma população de "melhor idade" bem mais numerosa, muito mais ativa, disponível e com dinheiro para viajar pelo mundo afora.

Os aeroportos precisam fazer parte de uma experiência agradável, amigável ao viajante. Serão verdadeiras minicidades, onde uma sociedade própria deverá girar em torno do assunto "viagem".

 

Como adotar a mobilidade na sua empresa

Henrique Meira*
30/06/2014 - A mobilidade já é uma realidade nas empresas e surpreende que tão poucas organizações se atentem para a importância da elaboração de planos e estratégias mobile. A diferença entre as companhias que integram a mobilidade aos seus negócios e aquelas sem uma estratégia definida é refletida no mercado – enquanto umas ficam para trás, as outras se colocam em evidência. Aquelas que se mantêm estagnadas, precisam de orientação para criar uma abordagem coerente para a implementação móvel em toda a empresa.

É natural que surjam complicações no processo de transição da tecnologia tradicional para uma mais moderna. Para que o projeto de implantação das novas tecnologias móveis ocorra da melhor forma, existem algumas práticas a serem seguidas e algumas precauções a serem tomadas que servirão como base para atingir os resultados projetados:

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