Como o conceito de Small Data pode otimizar a área de compras?

*Por Alexandre Moreno
30/01/2019 - Muito se fala do Big Data como uma das principais formas de ter visão ampla do negócio. Contudo, outra poderosa fonte de informação muito útil para melhorar os resultados e a construção de estratégias é o Small Data, que permite que organizações acessem uma gama importante de informações – intrínsecas ao universo Big Data.

De acordo com um levantamento de tendências de tecnologia para 2019, produzido pela Dimension Data, empresa especializada em serviços de tecnologia de Joanesburgo, o destino, a análise e a proteção da enorme quantidade de dados gerados diariamente nessas interações serão as grandes preocupações das empresas em 2019.

Diferentemente do Big Data, o Small Data traz um conjunto de dados mais controlado, que permite ao ser humano uma análise de comportamento detalhada das informações, além de focar na qualidade de maneira mais estreita. As empresas, por sua vez, conseguem utilizar esses dados para personalizar o atendimento de forma assertiva e com um direcionamento otimizado.

Eis as principais tendências que devem impactar o varejo e o marketing digital em 2019

24/01/2019 - A Criteo, plataforma de anúncios para a Internet aberta, levantou quais serão as sete principais tendências e expectativas para o mercado de marketing digital no ano que começa. As previsões fazem parte do estudo Commerce & Digital Marketing Outlook 2019 e apontam as mudanças tecnológicas para os varejistas e profissionais de marketing se prepararem diante das oportunidades e desafios que surgirão.

Entre alguns dos destaques a empresa orienta que as marcas busquem oportunidades para crescer fora dos "gigantes da tecnologia", tendo um maior controle sobre os dados de seus clientes; entregar experiências de compra personalizadas e relevantes em todos os dispositivos e canais em que os clientes estão; e fornecer experiências para inspirar os compradores com a otimização da estratégia de dados.

"O marketing digital e o varejo continuaram com sua forte trajetória de crescimento em 2018, apesar de passar por um período de nova regulamentação de dados e preferências de consumo em constante evolução em diferentes canais de compras. Este ano, esperamos por grandes mudanças e o surgimento de tendências, incluindo importantes transformações tecnológicas e operacionais, que acreditamos trazer não apenas um grande impacto no cenário digital e comercial, mas também farão de 2019 um ano empolgante e cheio de oportunidades para marcas e varejistas", afirma Alessander Firmino, diretor geral da Criteo para a América Latina e o Brasil.

Para determinar as principais tendências e expectativas de marketing para o varejo em 2019, a Criteo analisou suas relações diretas com mais de 17 mil anunciantes, além de milhares de publishers em todo o mundo. Confira abaixo:

1 – O GDPR conduzirá a legislação de proteção de dados globalmente

O GDPR, ou Regulamentação Geral de Proteção de Dados (em português), ganhou um bom apoio global desde a sua introdução na Europa em maio de 2018. Muitos líderes da indústria, órgãos comerciais e legisladores são agora a favor de estabelecer leis de privacidade semelhantes nos EUA e em outras regiões, dando aos usuários mais controle sobre seus dados.

Dessa maneira, os profissionais de marketing precisam gerenciar os dados de seu público com mais cuidado e oferecer aos usuários mais opções sobre o que acontece com essas informações que obtêm.

O uso de práticas de gerenciamento de dados padrão irá reinstalar globalmente a confiança do consumidor e no marketing digital em 2019 – isso, por sua vez, beneficiará as empresas que oferecem maior transparência e escolha aos consumidores.

Como alinhar os desafios de procurement com sustentabilidade na área de compras?

*Por Marcelo Pereira
15/01/2019 - O termo "desenvolvimento sustentável" começou a ter ampla aceitação no fim dos anos 80, após o seu aparecimento no relatório elaborado pela Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, criada pela ONU (Organização das Nações Unidas). O material revelava a incompatibilidade do desenvolvimento sustentável com os padrões de produção e consumo.

Hoje, a preocupação segue pertinente. Consumidores, colaboradores e comunidades desejam se conectar com empresas que realmente façam a diferença e que contribuam para o bem-estar de todo o ecossistema de negócios e também do meio ambiente. Em outras palavras, a busca se resume a: pessoas, planeta e lucro. Esse tripé da sustentabilidade prevê que o lucro é apenas um dos resultados para focar.
Assim, o termo sustentabilidade se ampliou para designar a capacidade de manter o negócio vivo a longo prazo, considerando os âmbitos econômicos e socio-ambientais.

Além da atenção às suas próprias atividades de manufatura, transporte, distribuição e aquisição, as empresas focam cada vez mais nas ações de impacto social que englobam a diversidade e a inclusão nas práticas de contratação, seja de sua força de trabalho ou na contratação de fornecedores. Nos processos de compras, por exemplo, as organizações podem produzir valor, influenciando e desenvolvendo a cadeia em prol de uma lógica mais responsável para os negócios.

Ética e Compliance: os impactos na sua empresa

*Por Thiago Nascimento
14/01/2019 - Ética e compliance não constituem apenas um conjunto de regras a ser cumpridas, mas sim uma cultura em que as pessoas tenham em mente qual a melhor maneira de agir diante de todas as situações do cotidiano. A ideia é orientar o funcionário para discernir o que é certo ou errado ou implementar regras e procedimentos que o façam decidir de qual maneira agir.

Uma vez que o programa seja bem implantado, fará parte do dia a dia da empresa falar sobre ética e compliance, e assim as orientações serão constantes, com comunicações que atinjam cada um. Além disso, é possível desenvolver os "agentes da ética/compliance", que serão os multiplicadores e incentivadores da comunicação e orientação pela empresa.

Para apresentar essas práticas de forma clara para os colaboradores, a comunicação deve ser constante e de diversas formas. Para isso, as empresas podem contar com os "agentes de ética", que poderão opinar sobre as formas como a comunicação pode atingir cada área e disseminar a ética e compliance para todos. É importante ressaltar que todos são responsáveis pela ética e compliance na empresa, mas especialmente a presidência, o RH, o departamento jurídico e os "agentes da ética" serão as principais fontes de incentivo.

Para evitar, detectar e tratar qualquer desvio ou inconformidade é importante que seja feita a denúncia pelos canais de reporte e verificação dos procedimentos de controle. Quando detectado o desvio de conduta, é necessário o tratamento de acordo com a natureza específica desse erro, com as devidas correções. A investigação pode ser feita internamente ou por uma empresa especializada, sempre prezando pelo sigilo e anonimato. O principal do programa é estimular atuações preventivas para evitar que ocorram os desvios ou a fim de que estes sejam mais rapidamente detectados. Para isso é necessário o estímulo da cultura da ética e compliance, em que todos estejam alinhados e sentindo a mesma importância de evitar, detectar e tratar desvios.

Como eliminar as complexidades da Nuvem corporativa na era do IoT

*Por Dave Anderson
28/12/2018 - A adoção corporativa da Internet das Coisas (IoT) explodiu ao longo dos últimos anos e, ao que tudo indica, essa tendência não mostra qualquer sinal de desaceleração, com a previsão do IDC de que os gastos em Internet das Coisas cheguem a US$ 772 bilhões em 2018. O grande motivo por trás desse investimento é que as soluções de IoT têm uma capacidade aparentemente ilimitada de revolucionar os processos de negócios por meio de ferramentas variadas que ajudam a resolver questões como manutenção preditiva, controle de estoque em tempo real e o gerenciamento de frotas, entre outros.

Esse enorme potencial significa que as soluções de Internet das Coisas provavelmente dominarão os orçamentos de TI nos próximos anos, com 96% das empresas esperando aumentar seus gastos com essas tecnologias no próximo triênio. No entanto, garantir que essas ofertas inteligentes cumpram suas promessas será uma tarefa complicada, e conseguir a experiência de software perfeita que as empresas atuais esperam também será difícil, pelo simples fato de que os aplicativos que impulsionam o conceito de IoT dependem de um ambiente de Nuvem complexo e cada vez mais integrado.

As Nuvens de complexidade estão se reunindo

As organizações já estão lutando para dominar a complexidade crescente em seus ambientes de Nuvem corporativa, mas a introdução das ferramentas de IoT está pronta para ampliar esse desafio em 100 vezes. Afinal, as soluções inteligentes são alimentadas por aplicações incrivelmente complexas, instaladas em estruturas dinâmicas e espalhadas em várias Nuvens. Essas aplicações dependem, por sua vez, de vastos ecossistemas de sensores, dispositivos, gateways e plataformas que precisam funcionar perfeitamente. Se surgir um problema na performance de qualquer componente do ecossistema de Internet das Coisas, será cada vez mais difícil para as equipes de TI encontrarem a origem do erro e resolvê-lo de forma ágil.

Para comprovar o tamanho desse desafio, uma pesquisa recente da Dynatrace descobriu que 69% dos CIOs (Chiefs Information Officer) preveem que a Internet das Coisas se tornará uma das principais demandas de gerenciamento de performance em suas companhias. As organizações simplesmente não podem deixar de considerar esse tema, uma vez que as consequências dos problemas de desempenho nos ecossistemas de IoT podem ir muito além de pequenos inconvenientes. Por exemplo, um problema entre os sensores conectados e os sistemas de cadeia de suprimentos pode resultar em perdas para um varejista. Claramente, esse tipo de cenário preocupa os CIOs, com 74% temendo que os problemas de performance da IoT atrapalhem suas operações e danifiquem significativamente as receitas.

Quatro 'simpatias' para turbinar a carreira em 2019

*Por Braulio Lalau de Carvalho
27/12/2018 - Final de ano se aproximando e não há quem resista a uma simpatia para atrair prosperidade, não é mesmo? Comer lentilha na virada do ano, pular as famosas sete ondinhas na praia ou guardar sementes da romã na carteira são dicas que nunca saem de moda (e que não custam nada se manterem na tradição). Mas não é disso que vamos falar nesse post.

Brincadeiras à parte, esse é um excelente momento do ano para planejar o que você quer para a sua vida profissional em 2019. Por isso, selecionei quatro dicas que acho fundamental para projetar a carreira.

1 – Faça uma retrospectiva

Para pensar no próximo ano é preciso fechar o atual. A vida profissional, assim como a pessoal, anda em ciclo. E isso é importante ser respeitado.

Então, faça uma retrospectiva de quais foram os pontos altos e baixos na sua carreira em 2018. Analise cada situação que não foi tão positiva e tente tirar uma lição dela (sempre há). Sobre o que foi muito bom, também procure entender quais as ações que foram fundamentais para levá-lo ao sucesso. É importante ter isso em mente para repetir (ou evitar) em outras situações.

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