Inovação sustentável para os negócios e o planeta

*Por Marcia Flesch Grillo
16/10/2017 - A população mundial deverá atingir 9,7 bilhões de pessoas em 2050 e as cidades estarão cada vez mais urbanizadas. Atualmente, já somos 7,3 bilhões de habitantes e, com a ampliação da população, teremos também maior procura por recursos finitos do planeta, como minerais, água, agricultura, áreas florestais, petróleo e gás. O crescente apetite por combustível, comida e insumos de produtos que dependemos diariamente em nossas vidas, faz com que um preço seja por isso: o impacto no meio ambiente.

Como podemos gerenciar melhor os recursos limitados que temos enquanto asseguramos que estamos sendo respeitosos com o planeta, o bem mais precioso que temos e lar de bilhões de habitantes? Será que o aumento da concorrência levará a confrontos sobre os recursos hídricos ou podemos encontrar uma maneira de gerenciá-los de forma mais eficaz? Que alterativa teremos para a falta de minerais? Teremos que viajar para ao espaço para encontrar minerais que ficarão esgotados na Terra, como o cobre, vital em muitos bens de consumo e que entrará em escassez em menos de 20 anos?

Ao mesmo tempo em que as questões sobre o futuro dos recursos naturais e da humanidade estarão sendo discutidas globalmente, as empresas assumirão uma responsabilidade social ainda maior e terão seus projetos acompanhados de perto pelas comunidades, que buscarão informações e uma melhor gestão ambiental para beneficiar os cidadãos locais ao longo de suas vidas.

As organizações estão se perguntando sobre como podem responder ao aumento das obrigações e, ao mesmo tempo, manter a rentabilidade em um momento no qual os preços das commodities são variáveis e imprevisíveis.

A biometria, a serviço da segurança

 *Por Danny Kabiljo
11/10/2017 - A biometria, aos poucos, está se tornando parte do nosso dia a dia, principalmente quando o assunto é segurança. As instituições bancárias já estão implementando soluções do tipo para saque e consulta de dados, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está fazendo o cadastramento biométrico dos eleitores para evitar fraudes nas próximas eleições e empresas têm aderido a essa tecnologia para assegurar a entrada e saída de colaboradores e visitantes, evitando o acesso de pessoas não autorizadas às suas dependências.

Em relação ao acesso às organizações, a segurança ainda costuma ser feita por meio de um cadastro simples com apresentação do RG ou carteira de habilitação. Porém, sabemos que esses documentos podem ser falsificados ou furtados, permitindo a entrada de pessoas desconhecidas. Para garantir que esse tipo de equívoco não ocorra, a biometria pode ser uma solução viável, já que é baseada no que as pessoas são, seja ela facial ou digital, e não no que elas carregam, como os documentos.

No caso da biometria facial, além de ter um alto grau de precisão, a ferramenta não precisa ter hardwares específicos para seu funcionamento e pode ser utilizada em qualquer smartphone, tablet ou webcam, democratizando assim seu uso para mais empresas, independente de seu tamanho ou faturamento.

Conectividade impulsiona a evolução da tecnologia para o varejo físico

*Por Walter Sabini Junior
10/10/2017 - A cobertura da Internet 4G ainda não é realidade na maior parte do mundo. Ainda assim, o mercado de Tecnologia, desenvolvedores e operadoras de telefonia já começam a falar com mais afinco sobre a chegada da quinta geração de conectividade móvel, o 5G, em países como Estados Unidos e Japão.

As primeiras redes móveis estão previstas para chegar entre 2019 e 2022, mas se ainda não é possível cravar uma data, já se sabe como elas podem revolucionar. A velocidade é um dos principais pontos: a operadora japonesa DoCoMo conseguiu atingir 2 Gigabit por segundo (Gbps), o equivalente ao dobro das melhores conexões 4G (LTE), enquanto a Samsung afirma ter alcançado 7,5 Gbps. Além de mais rápida, a rede deve contar com um sinal de frequência mais alta, o que diminuirá a latência e a interferência de obstáculos, aumentando a cobertura.

É por essa abrangência e efetividade na transmissão dos dados que a 5G já está sendo nomeada como a tecnologia responsável pela popularização da Internet das Coisas (IoT, em inglês), a era em que a conectividade deve multiplicar para trilhões o número de dispositivos conectados à rede. Junto a isso, deve continuar revolucionando também o comportamento dos usuários como consumidores.

O guia de boas práticas do bom gerente de contas

Oito dicas de como conquistar a confiança e otimizar a relação com seus clientes

*Por Braulio Lalau de Carvalho
09/10/2017 - Negociação de contratos e propostas, identificação e resolução de desafios, gerenciamento de uma base heterogênea de clientes. O dia a dia de um gerente de contas não é nada simples e, levando em conta o crescimento da chamada economia de recorrência e de serviços por assinatura, seu papel tornou-se ainda mais crucial, uma vez que o gerente de contas é o responsável direto pela mediação e construção de pontes de diálogo entre as empresas e o consumidor, contribuindo assim para a tendência atual do Customer Success e do cliente como centro do negócio.

Pensando nisso, separei aqui 8 práticas que considero indispensáveis para uma atuação de excelência no setor de gerência de contas, práticas estas que utilizo em meu cotidiano profissional e que tem me trazido ótimos resultados ao longo dos anos. Confiram!

Entender o que o cliente precisa

Essa afirmação é muito mais desafiadora do que parece. Entender o que o cliente precisa não significa apenas estar bem informado sobre os produtos que você oferece e, a partir disso, disponibilizar soluções segundo necessidades que o cliente apresenta.

Muitas vezes, o gerente de contas precisará se antecipar as necessidades do consumidor, identificando pontos em que seus produtos ou serviços melhorarão o dia a dia do cliente. Isso é especialmente verdade quando falamos de soluções disruptivas ou inovações do mercado sobre as quais o consumidor ainda não tem conhecimento suficiente para avaliar o potencial de tais ferramentas para o seu negócio ou dia a dia.

Em dia com o negócio

Estar em dia com o negócio do cliente parte de uma máxima crucial: você deve conhecer a fundo a empresa com o qual está estabelecendo relações comerciais. Do contrário, como poderá antecipar necessidades ou oferecer soluções que realmente tragam um impacto positivo na vida de seu cliente?

Ao pensar em um gerente de contas, temos que ter em mente ainda a obrigação de sempre se informar sobre o mercado, posto que em diversos casos ele coordenará relações com companhias de segmentos completamente opostos.     

Desenvolvedor web: como migrar para o mobile?

*Por Roberto Rodrigues
05/10/2017 - A demanda por desenvolvedores web ainda é grande, mas como a multidisciplinaridade é uma habilidade requisitada para profissionais de diversas áreas, em TI não poderia ser diferente. Programar também para o mobile é um diferencial, afinal, hoje existem aplicativos disponíveis para as mais diferentes atividades: comunicação, serviços, saúde, finanças, etc. A oferta é grande. Além disso, as empresas também estão interessadas em ter seus próprios apps para melhorar a experiência de seus clientes. Por isso, vale considerar a possibilidade de migrar do desenvolvimento web para o mobile.

Quem se interessa por esta área e já estudou essa alternativa deve ter ouvido falar em apps híbridos, que não são nem móveis nativos e nem puramente web-based, e são criados a partir de frameworks como Ionic ou PhoneGap, por exemplo, que permitem o desenvolvimento multiplataforma. Desta maneira, a partir de um único código-fonte, consegue-se exportar a aplicação para os principais sistemas do mercado. Certamente, este é o caminho mais curto para o profissional interessado em fazer esta transição, mas não é a solução.

Os aplicativos criados com linguagem exclusiva para um sistema operacional, conhecidos como nativos, apresentam mais vantagens para o usuário final. A primeira delas é usabilidade proporcionada pela compatibilidade tecnológica, pois exploram melhor os recursos dos aparelhos, como o envio de SMS, realização de chamadas, acesso à câmera, GPS e notificações push, e desta forma conseguem melhorar a experiência do usuário. Além terem acesso às APIs necessárias para tirar fotos, obter dados de sensores e modificar configurações do sistema.

Maximize o Valor dos seus Investimentos em SAP Business Suite

*Por Hari Candadai
02/10/2017 - Ao longo de um período de anos, você provavelmente investiu milhões em uma plataforma SAP que hoje é robusta, estável e essencial para o gerenciamento de seus negócios.

Como qualquer bom investimento, seu sistema ECC 6.0 e outras aplicações do Business Suite devem render altos dividendos nos próximos anos. No contexto da TI, isso significa entregar eficiência, disponibilidade e confiabilidade requeridas para atender às necessidades do negócio e impulsionar o crescimento.

Mas seu retorno está em perigo? Dois fatores estão levando muitos usuários da SAP a repensar suas estratégias de TI empresarial para o termo próximo e para o posterior.

Por um lado, muitos reconhecem que a frequência de melhorias para o Business Suite diminuiu provavelmente devido, em grande parte, ao novo compromisso da SAP para um futuro S/4HANA. Esses usuários continuam hesitantes em iniciar um caminho de migração para um produto que ainda não está completo com um ROI pouco claro.

Em segundo lugar, os usuários precisam inovar e atender agora às necessidades em constante evolução de seus negócios. Embora a SAP ofereça o S/4HANA como um motor de inovação, muitos não o veem assim. De acordo com uma pesquisa recente com usuários SAP, dois terços dos respondentes planejam continuar executando suas aplicações de ERP da SAP existentes enquanto mais de 50% não possuem um case de negócios sólido para migrar para o S/4HANA.

Muitas empresas estão implantando aplicações de melhor qualidade em torno de seu núcleo SAP estável para aprimorar a centralização no cliente, a agilidade do negócio ou os insights orientados por dados – em vez de confiarem em um único fornecedor para oferecê-lo. As organizações não conseguem esperar por estratégias de inovação vindas de fornecedores de ERP como a única maneira de guia-las a um futuro digital.

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