Seu negócio está preparado para a transformação digital?

*Por Franco Rizzo
20/03/2018 - Impulsionados por uma série de novas tecnologias, aplicações e serviços, os processos nos negócios continuam em evolução constante e os especialistas da indústria criaram um termo para descrever esta era: transformação digital.

Essa nova fase engloba o uso de tecnologias que capacitam todos os funcionários - não apenas nas áreas de TI, mas para melhorar o desempenho, a transparência, a eficiência, a velocidade e a agilidade do negócio. Essas ferramentas transformam o ambiente de trabalho, tornando-o altamente colaborativo.

As iniciativas de transformação digital são responsáveis por uma série de benefícios dentro das empresas. Os processos de negócios automatizados, por exemplo, mostram a longo prazo redução dos gastos com a área de TI – uma vez que o custo total de propriedade diminui e os funcionários podem dedicar mais tempo ao trabalho estratégico. Além disso, a análise de dados passa a tornar os dados úteis, o que aumenta a visibilidade nas oportunidades de negócios e maiores lucros para a empresa.

Entretanto, para alcançar tais benefícios, existem desafios que as organizações devem superar, como por exemplo, a dependência de infraestruturas antigas. Já que uma hora ou outra, podem acarretar em investimentos e gastos desnecessários.

Trabalho remoto: tecnologia garante produtividade

trabalho_remoto.jpg*Por André Andriolli
14/03/2018 - No final de 2018, entraram em vigor as novas regras da Legislação Trabalhista Brasileira. A Reforma, sancionada em julho, alterou mais de 100 pontos e agora permite, por exemplo, a divisão das férias em três períodos, extensão da jornada e o trabalho remoto. Embora essas mudanças já sejam esperadas há algum tempo, com a legalização, surgiram inúmeros questionamentos das empresas em relação aos impactos delas nos custos, na cultura e na infraestrutura corporativa.

Ao legalizar o trabalho remoto, mais conhecido como home office, a legislação passa a atender ao anseio de grande parte dos profissionais mais jovens, que querem ter uma melhor experiência profissional - seja na empresa, em casa ou em um café, por exemplo. Porém, esse não é um desejo apenas das novas gerações. Segundo pesquisa recente da Economist Intelligence Unit (EIU), 60% da força de trabalho acredita que a mobilidade os torna mais produtivos e 45% se tornam também mais criativos. Além disso, mais da metade dos participantes do estudo se sentem satisfeitos quando tem flexibilidade e liberdade para trabalharem de onde quiserem.

De olho nessa experiência, muitas empresas brasileiras já permitiam o home office. Mas com a legalização da prática, todas as organizações deverão se adaptar. E não estou falando só de políticas organizacionais, mas principalmente do investimento em tecnologia para que o colaborador possa trabalhar de casa com a mesma produtividade do escritório, garantindo, inclusive, a segurança das informações organizacionais.

Adotar soluções que apoiem todas essas necessidades e ofereçam à TI uma gestão mais simples e rápida, é fundamental para atender à legislação e, ao mesmo tempo, o compliance e a proteção dos dados. Para se ter uma ideia, atualmente, 84% dos profissionais já usam dispositivos móveis, muitos deles pessoais, durante o trabalho. E, mesmo nos casos em que os equipamentos são corporativos, nem os dispositivos nem as informações estão sendo gerenciadas da forma correta.

Porém, já existem ferramentas que garantem todos os requisitos necessários para oferecer liberdade aos profissionais e segurança às organizações. Com a tecnologia os colaboradores podem acessar sua área de trabalho, aplicativos e serviços organizacionais por meio de qualquer dispositivo, a qualquer hora e de qualquer lugar. Além disso, os administradores conseguem gerenciar de forma centralizada, segura e eficiente todas as estações de trabalho da empresa.

Além de conferir eficiência às empresas, digitalizar o espaço de trabalho aumenta a produtividade, a satisfação e a criatividade dos colaboradores, impactando, diretamente, na experiência dos clientes. Mais do que isso, essa mudança possibilita que as rotinas organizacionais adotem a mobilidade e a agilidade da vida pessoal, refletindo no trabalho remoto inúmeros desejos dos profissionais e a simplicidade com que consomem tecnologias. Liberdade almejada por todas as gerações, em maior ou menor escala, e que será impulsionada pela chegada da geração Z ao mercado de trabalho.

*Por André Andriolli, CTO da VMware América Latina

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Indústria 4.0 e a qualificação do profissional do futuro

*Por Cesar Gaitán
14/03/2018 - A Indústria 4.0 vive um período de desenvolvimento inicial no Brasil. Segundo pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a digitalização do processo produtivo industrial deve atingir 21,8% das empresas brasileiras até 2027. Hoje em dia, somente 1,6% das empresas ouvidas afirmam já operar no campo tecnológico conhecido como indústria 4.0.

A indústria brasileira precisa de uma diretriz bem definida e para o desenvolvimento e amadurecimento dessa nova era tecnológica. A cadeia de produção, assim como o modelo de negócio, deverá ser repensada, considerando que muitos dos processos serão alterados exigindo novas capacidades técnicas e comportamentais e a qualificação do novo profissional será um elemento chave para viabilizar essa mudança.

De olho nesse cenário, desenvolvemos o primeiro curso que aborda a indústria 4.0 em específico que trata sobre o perfil do novo profissional, os novos panoramas dos processos produtivos da Indústria, sua evolução e impactos socioeconômicos. O maior objetivo com esse curso é apresentar de uma forma prática os conceitos, tecnologias e novos modelos de negócios da indústria 4.0, tendo em vista que é extremamente importante compreender e aprender em detalhes essa nova realidade para adaptar-se às mudanças que estão por vir.

O papel do data center na Indústria 4.0

*Por Luiz Caloi
13/03/2018 - A quarta revolução industrial já começou e empresas de todo o mundo correm contra o tempo para entrar na era da chamada indústria 4.0. Na prática, o processo de digitalização da indústria envolve uma rede física com múltiplos dispositivos conectados, sistemas e plataformas com aplicações que contém tecnologia embarcada para comunicar e compartilhar inteligência uma com a outra, com o ambiente externo e com as pessoas. O que não é pouca coisa e vai exigir muito esforço de todos os envolvidos, inclusive dos data centers.

Sob uma demanda operacional crescente, os data centers são fundamentais dentro deste processo evolutivo. A chegada da Indústria 4.0 potencializa o uso de diversas plataformas para os quais os data centers já vem se preparando. Ele não será mais restrito ao departamento de TI no organograma da empresa. Por necessidade o data center servirá como a espinha dorsal da produção industrial.

O atual estágio apresenta oportunidades e enormes desafios aos centros de dados, uma vez que o data center passará a ver as aplicações como um todo, o que inclui a sua conexão com áreas como a de processos industriais e a de negócios. Este novo escopo de atendimento será o grande impacto sobre os data centers, implicando em uma nova fase de serviços gerenciados no portfólio de ofertas aos clientes.

Protegendo a próxima geração da transformação digital

*Por Jonathan Nguyen-Duy
12/03/2018 - Empresas e agências governamentais de todos os portes estão adotando modelos de negócios digitais que permitem atender rapidamente às demandas dos consumidores em constante evolução, processar transações e reagir à inteligência em tempo real, aumentando a agilidade e a produtividade e melhorando os resultados dos negócios e a qualidade de vida. Mas essa transformação vai além do mundo corporativo. A transformação digital está mudando a sociedade em uma escala sem precedentes; está mudando radicalmente a forma como aprendemos, trabalhamos, socializamos, fazemos compras, gerenciamos as finanças e interagimos com o mundo ao nosso redor. Além disso, a inteligência artificial e a realidade aumentada, ainda em seus estágios iniciais atualmente, vão acelerar ainda mais a taxa de mudanças.

A transformação digital também envolve o uso das tecnologias digitais para mudar de decisões intuitivas para decisões baseadas em dados, gerando inovação e crescimento exponencial. O desafio está na necessidade de equilibrar inovação e produtividade com segurança funcional e cibersegurança.

A convergência aumenta os riscos da transformação digital

A evidência do possível impacto da transformação e convergência digital está em todos os lugares. São carros inteligentes, casas inteligentes, edifícios inteligentes em cidades inteligentes, com as redes tradicionalmente segregadas agora entrelaçadas de maneira notável. As cidades inteligentes começarão a interagir diretamente com os cidadãos online, edifícios e dispositivos inteligentes e até carros inteligentes. Com isso, será possível redirecionar o tráfego de forma dinâmica, controlar o uso de recursos de infraestruturas críticas, como redes de água e energia, monitorar ativamente os serviços da cidade e responder de forma mais eficiente a eventos de todos os tipos, de convenções a eventos climáticos e emergências.

As empresas inteligentes estão fazendo a mesma coisa. Para aumentar a eficiência e a rentabilidade, os sistemas de TO tradicionalmente isolados estão começando a convergir com as redes de TI. A automação será usada para reduzir as despesas gerais e aumentar o ROI. As empresas digitais também estarão conectadas de forma mais ativa aos consumidores para fornecer serviços e suporte conforme a demanda, além de infraestruturas críticas de back-end, como energia e refrigeração, para controlar as despesas. E com os edifícios inteligentes, veremos a convergência da segurança física e de TI. Da mesma forma, as redes aumentarão e diminuirão de forma dinâmica em ambientes multinuvem, para atender às demandas em constante mudança dos recursos de computação e da carga de trabalho.

O blockchain é o futuro da logística da distribuição

*Por Stefan Rehm
02/03/2018 - Em parceria com a IBM e Oracle, empresa vai desenvolver a primeira solução do gênero no Brasil voltada para a movimentação de carga fracionada.

Utilizada em diversas cadeias logísticas pelo mundo e responsável por implantar processos confiáveis, transparentes e seguros, a tecnologia Blockchain começa a virar realidade no Brasil. A Intelipost, empresa especializada em consultoria e tecnologia para gestão de transportes para e-commerces, é um exemplo. Em parceria com a IBM e a Oracle, vai desenvolver ainda este ano a primeira solução do gênero no Brasil voltada para o transporte de cargas fracionadas.

"Sinceramente acredito que o blockchain é o futuro da logística da distribuição. Obviamente que é um processo que envolve a participação de vários outros players, mas investiremos fortemente nisso. A Magazine Luiza vai, inclusive, entrar com a gente em uma operação em São Paulo", afirma Stefan Rehm, fundador da Intelipost. A empresa vai apresentar a novidade durante a Intermodal South America, que acontece de 13 a 15 de março no São Paulo Expo, na capital paulista.

O tema integra, ainda, a programação de palestras da XXI Conferência Nacional de Logística (CNL), organizada pela Associação Brasileira de Logística (Abralog) e que acontece, pela primeira vez, durante o evento. Luiz Gustavo da Silva Ferreira, da IBM, e Bernardo Madeira, da Smartchains, falarão sobre a "Transformação e Inovação na Cadeia de Suprimentos com o uso do Blockchain" no dia 14 de março, a partir das 14h30.

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