Segurança preventiva é chave para evitar prejuízos às lojas virtuais

*Por Bruno Prado
26/07/2017 - Conforme análise da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o setor de e-commerce faturou R$ 53,4 bilhões em 2016, um aumento de 11% em relação ao ano anterior. Para 2017, a previsão é que o segmento atinja R$ 60 bilhões, com 38,5 milhões de compradores únicos nas 71 mil lojas virtuais existentes, o que mostra a consolidação da presença da tecnologia no cotidiano do consumidor.

Números tão expressivos não podem ser ignorados, principalmente se levarmos em consideração as datas sazonais, como Dia das Mães, Dia dos Namorados ou Black Friday. Para se ter uma ideia, pesquisa divulgada pelo Ebit, empresa que monitora e avalia o desempenho das lojas virtuais cadastradas em seu sistema, em 2016, a famosa sexta-feira de consumo teve um faturamento de R$ 1,9 bilhão, com alta de 17% em relação a 2015.

Porém, para alcançar bons resultados nesses períodos, as lojas virtuais precisam de estratégias de planejamento para garantir a disponibilidade do sistema, pois cada minuto fora do ar pode representar perdas significantes. Para isso, os varejistas investem pesado na infraestrutura tecnológica, como servidores, hospedagem, links e aceleradores de sites, por meio de redes distribuição de conteúdo (CDN). Mas tão importante quanto absorver o tráfego de consumidores é manter os servidores protegidos de ameaças vindas de fora.

Segurança: Entenda e conheça os 7 pilares de TI

*Por Cláudio Santos
26/07/2017 - Atuar com softwares que reconheçam padrões utilizando inteligência artificial, como o Machine Learning, é o futuro da tecnologia.

Em tempos de ataques cibernéticos e violações de sistemas, uma das principais preocupações dos profissionais de tecnologia da informação (TI) é em como manter os dados protegidos. Apesar de não haver um método definitivo para garantir a segurança dos arquivos, existem sete pilares que os profissionais da área devem adotar, como a aplicabilidade de machine learning, garantindo a integridade dos dados. Conheça:

1. Acesso

Quanto mais confidencial for um arquivo, maior será a permissão necessária para acessá-lo. A segurança da informação deve garantir que apenas pessoas autorizadas possam visualizar tais documentos. Sendo assim, os administradores precisam manter total controle sobre os usuários e os processos de identificação para evitar fraudes e invasões.

2. Dispositivos

Os pontos de acesso também devem estar protegidos para evitar danos às memórias físicas, porém, as ferramentas de segurança não podem prejudicar a produtividade do usuário ou das máquinas.

3. Segurança da rede

A transmissão de informações deve ser criptografada para dificultar o acesso em caso de ataques. Esse pilar exige monitoramento e serviços de firewall bem configurados, mantendo a rede em segurança, sem sobrecarregar os sistemas ou prejudicar a produtividade.

O que podemos esperar do on demand e-commerce?

*Por Vinícius Andrade
25/07/2017 - Sabemos que o principal objetivo de um e-commerce é vender cada vez mais, certo? Se você é uma pessoa que deseja empreender no mundo online, precisa se atentar a uma série de serviços que demandam tempo e conhecimento, para deixar seu negócio robusto e atrativo. Dessa forma, você já sai na frente dos outros empreendedores que têm medo de arriscar e apostar no novo e se livra da possibilidade de cair no mais do mesmo em um mercado que é tão competitivo.

Se você quiser começar uma empresa online, mas que seja diferenciado, você vai gostar de conhecer a mais nova aposta do setor, o On Demand Commerce. Similar ao drop shopping, o e-commerce sob demanda possibilita com que as pessoas vendam produtos personalizados exclusivos mesmo sem ter o produto em estoque, com um diferencial de vender produtos criados por você mesmo. Quem já pensou em abrir qualquer loja virtual reparou que há sempre algum problema com fornecedor, logística ou baixa qualidade dos produtos. Resumindo, situações que acarretam em perdas financeiras, dificuldades na operação e até mesmo prosperidade do empreendedor.

IoT: criando uma nova geração de equipamentos para salvar vidas

*Por Rodrigo Moreni
24/07/2017 - O setor da saúde destaca-se por sua vocação pelo uso de novas soluções tecnológicas. Embora o cenário ainda não seja perfeito, há uma grande receptividade para novidades como IoT (Intenet of Things= Internet das coisas) que vem tendo sua aplicação ampliada. Responsável por conectar à internet dispositivos eletrônicos, equipamentos médicos e sistemas, tanto aqueles diretamente envolvidos no cuidado ao paciente, como na gestão das instituições de saúde, a IoT tem um potencial de utilização gigantesco. Dados do Boston Technology Corporation (BTC) mostram que as aplicações desta revolucionária tecnologia no setor da saúde devem, até 2020, crescer $ 117 bilhões.

Os usuários por sua vez, parecem estar mais abertos à internet das coisas. O que até pouco tempo atrás era visto como um bicho de sete cabeças, com o surgimento da mobilidade e das redes sociais passou a ter maior aceitação. Com a modernização das tecnologias e as interfaces mais amigáveis e recursos como touch screen, as pessoas passaram a transferir sua experiência do pessoal para o profissional. Isso tudo abriu espaço para o desenvolvimento de outras tecnologias, como de equipamentos médicos.

Além disso, segundo a consultoria Grand View Research, o mercado global de saúde investiu em 2014 US$ 58,9 bilhões em dispositivos, software e serviços de IoT. E esse montante deve atingir US$ 410 bilhões até em 2022. E não é de hoje que a indústria investe no desenvolvimento de componentes eletrônicos, software, sensores de conectividade, alarmes, avançados sistemas de controle, entre outros facilitadores, que são cada vez mais incorporados em equipamentos médicos e laboratoriais das mais diversas naturezas.

Gateways serão fundamentais para segurança em projetos de IoT

*Por André Andriolli
24/07/2017 - Internet das Coisas foi considerada uma das tecnologias mais promissoras para 2015 pelo Gartner. De lá para cá, o uso e as aplicações relacionadas à Internet das Coisas (IoT) aumentaram rapidamente. O barateamento dos sensores, a melhoria de conectividade e os benefícios para as empresas e pessoas vem impulsionando seu crescimento. O desafio agora é gerenciar o imenso volume de sistemas funcionando fora de data centers e a enorme quantidade de dados gerados, sem que isto se torne uma dor de cabeça para a área de segurança.

Para se ter uma ideia, a explosão da IoT nos próximos anos será tão grande que entra em cena um novo ator: o IoT gateway – dispositivo que intermediará o fluxo de dados entre os sensores e o data center, reduzindo os riscos de segurança com um custo relativamente baixo. Isso porque, ao adotar um IoT gateway, todos os dados coletados nos sensores de uma empresa poderão ser enviados a ele que, por sua vez, reunirá as informações e as enviará à nuvem ou ao data center (DC) - formando assim, uma arquitetura de três camadas: nuvem ou data center, IoT gateways e sensores.

A adoção desse modelo permite que as organizações adotem sensores mais simples, que falem apenas com os gateways, com impacto direto nos custos dos projetos. Imagine, por exemplo, o investimento necessário para um shopping instalar sensores com diversas camadas de proteção em cada uma das suas vagas de estacionamento. O valor dos dispositivos inviabilizaria a iniciativa. Por isso, em implementações em escala, o uso de gateways e sensores que só se comunicam com eles faz muito mais sentido.

Criando uma cultura organizacional centrada no conhecimento

ronaldo_stanzione_verint.jpg*Por Ronaldo Stanzione
24/07/2017 - A gestão do conhecimento é uma competência chave em qualquer negócio: é uma forma de pensar, agir e aprender com foco na criação, maturação e reutilização do conhecimento. Com isso, o desenvolvimento e a evolução dessa gestão requerem atenção às práticas da organização, desenvolvimento individual e às mudanças na cultura organizacional.

O desenvolvimento de uma base de conhecimento é um dos primeiros passos para sustentar um conjunto de práticas saudáveis ao negócio. Podemos considerar três conjuntos de atividades para desenvolver ou atualizar de forma eficaz as capacidades da gestão do conhecimento.

1. Treinar novas ferramentas, conteúdo e práticas.

Independente se é uma nova tecnologia, um novo conteúdo ou uma nova forma de usar a informação em relação ao trabalho, cada atualização do ecossistema da gestão do conhecimento é uma oportunidade para reforçar e treinar os no acesso e apropriação da informação.

2. Desenvolver uma cultura centrada na gestão do conhecimento

O sucesso dessa gestão depende de quão bem os usuários das ferramentas adotam a base de conhecimento. Sob essa perspectiva, a gestão do conhecimento é de fato humana e orgânica.

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