2018: é hora de mudar e consumir infraestrutura de TI como serviço

*Por Silnei Kravaski
30/01/2018 - A forma de consumir TI está mudando e isso é fato. Flexibilidade é a palavra da vez e na medida em que as áreas de tecnologia ganham espaço e importância dentro das organizações, surge também uma série de questionamentos a respeito da melhor forma de maximizar os recursos, não só financeiros como também humanos, investidos na gestão da infraestrutura de TI. Com um novo ano começando, talvez seja o momento de refletir se não é a hora também de ser disruptivo e mudar a forma como sua empresa tem consumido TI.

Segundo o IDC, 80% do tempo das equipes de TI é despendido erroneamente com atividades operacionais e rotineiras, como, por exemplo, reuniões e na gestão da infraestrutura propriamente dita (provisionamento de armazenamento, servidor e rede, monitoramento e soluções de problemas, entre outros). Por outro lado, apenas 14,5% do tempo disponível relacionam-se à inovação e aos novos projetos. Essa conta é no mínimo contraditória e é nesse sentido que emergem os conceitos de TI Flexível e de utilização de infraestrutura de TI como serviço, que se configuram como protagonistas nessa mudança de como se consome TI. Mas, o que é isso? Quais as vantagens?

Vamos às respostas: TI Flexível é um serviço de infraestrutura escalável no qual o cliente paga apenas pelo o que usar (Opex). O modelo oferece uma plataforma expansível de TI e instalações para dimensionamento eficiente, de forma modular, o que deixa o cliente pronto para crescer conforme as necessidades de seu negócio. O ponto chave é que a empresa já consegue obter um ganho tecnológico e financeiro logo de cara, afinal não é preciso esperar meses para a expansão da infraestrutura de TI, uma vez que, o pagamento baseia-se no consumo e alinha o fluxo de caixa ao uso da capacidade real.

Os desafios da transformação digital no setor financeiro

É preciso contar com a tecnologia para apoiar a gestão de riscos, crescimento da receita e networking entre líderes empresariais

*Por Gabriel Lobitsky
30/01/2018 - Computação em nuvem, automação de processos robotizados, inteligência artificial e aprendizagem de máquina. Uma nova classe de disruptores digitais está transformando a área de finanças e deixando os CFOs mais conectados do que nunca. Com isso, aumenta a quantidade de desafios, pois é preciso encontrar novas formas de participar, se conectar a líderes empresariais, gerar resultados de receita e gerenciar riscos. No entanto, mesmo com tantas tecnologias disponíveis, estamos bem longe de ver os robôs governando Wall Street e CFOs tradicionais serem substituídos pela máquina.

Mas o que boa parte dos analistas concorda é que a tecnologia desempenhará um papel fundamental no aumento da velocidade e na eficiência das tarefas relacionadas às finanças, facilitando o acesso a informações para tomada de decisão. E, embora estejam em alerta, reimaginando seus papeis frente às disrupções digitais, os CFOs começam a enxergar a tecnologia como uma aliada, principalmente nesse período de aumento do volume de dados.

Mudança fundamental

De fato, as disrupções digitais têm dado às finanças uma oportunidade única para melhorar a produtividade e a qualidade em todo o negócio. Uma pesquisa da consultoria EY com 769 CFOs e líderes de finanças de 32 países mostrou que 69% dos entrevistados acreditam que o papel do líder de finanças está passando por uma mudança, e as tarefas tradicionais são automatizadas ou gerenciados em centros de serviços compartilhados.

No entanto, para usufruir de todo o potencial da transformação digital, as organizações financeiras devem seguir o caminho da crescente demanda por locais de trabalho digitais, implantações flexíveis em nuvem e colaboração entre áreas e departamentos. Uma estratégia digital em negrito deve permitir que os profissionais de finanças compartilhem informações, tomem decisões conectadas e baseadas em dados.

O que esperar para o futuro dos chatbots?

*Por Denis Strum
30/01/2018 - Não há como falar em tecnologia para e-commerce sem abordar os chatbots, que figuraram como forte tendência em 2017 e seguirão na mesma toada nos próximos anos. Não à toa. Pesquisa realizada pela Gartner mostra que até 2019, 20% das marcas abandonarão seus aplicativos móveis devido ao excesso de aplicativos e o alto custo com manutenção e suporte, e até 2020, as pessoas conversarão mais com os chatbots do que com seus cônjuges.

A previsão pode parecer um tanto quanto exagerada, mas a verdade é que os chatbots fazem parte da vida do negócio, principalmente dos e-commerces, com soluções eficientes capazes de maximizar o trabalho de áreas como vendas, atendimento, comunicação interna e cobrança.

Mas para que os resultados sejam assertivos, eficientes e não ganhem uma conotação negativa, é primordial que o chatbot seja bem-estruturado do ponto de vista técnico. É preciso analisar aspectos, como: se está de acordo com a estratégia da empresa, se há um redirecionamento de usuários não atendidos por chatbots, se existem investimentos em melhorias contínuas e se testes são adotados para determinar a capacidade do software, entre outros.

Em 2017 já vimos uma forte humanização dos chatbots por parte das empresas, cujo intuito é apenas um: estreitar o relacionamento do consumidor com a marca, ao tornar o atendimento virtual mais parecido com o contato humano. Ou seja, não basta somente oferecer suporte on-line, mas é necessário munir todo o sistema com um apoio personalizado, que fique bem distante de algo frio ou impessoal.

 

A Internet e o direito do trabalho

*Por Daniel De Lucca e Castro
29/01/2018 - Circulou recentemente nos meios de comunicação nacionais a notícia de que uma empresa de tecnologia sediada nos Estados Unidos, e com operação no Brasil, promoveu a dispensa de três colaboradores brasileiros em decorrência da fantasia utilizada por um deles, de um famoso "meme" conhecido como "Negão do WhatsApp", na festa de confraternização anual.

Segundo consta, a matriz teria pedido a dispensa do referido colaborador após a história, com fotos, ter se espalhado por aplicativos de mensagem, tendo sido demitidos também um diretor e o CEO da filial brasileira, ambos por discordarem da medida tomada pela matriz, que não confirmou que os desligamentos tenham ocorrido pela repercussão dos fatos.

Mas, afinal, pode o empregador dispensar seu colaborador a qualquer tempo, sem motivo justo, sob a ótica legal?

Em linhas gerais, salvo as hipóteses de estabilidades contratuais previstas em lei, ou atribuídas por força de normas coletivas, o empregador pode dispensar seu funcionário sem justa causa, mediante o pagamento das verbas rescisórias disciplinadas na própria CLT e, nos termos das recentes alterações ocorridas na legislação trabalhista (Lei Ordinária nº 13.467, de 13 de julho de 2017, e Medida Provisória nº 808, de 14 de novembro de 2017 – Reforma Trabalhista). Pode a dispensa se dar ainda "por acordo entre empregado e empregador", nos termos do caput do artigo 484-A[1], da Consolidação das Leis do Trabalho. Por fim, é cabível também o pedido de demissão por parte do empregado.

Voltando a situação narrada no início, que motivou vários comentários sobre a legalidade ou não das dispensas e se o motivo era suficientemente forte para tanto, nos parece claro que há uma crescente preocupação das corporações, totalmente aceitável e lógica, com a própria imagem perante não só aos seus colaboradores e clientes, mas também aos financiadores de suas atividades (bancos e instituições financeiras). Sobretudo, perante a coletividade em que estão inseridas.

Wi-Fi: Acabe com os problemas com a internet sem fio e aprenda a potencializar seu alcance pela casa

*Por José Alves Braga Neto
24/01/2018 - Lembra-se de quando era necessário permanecer preso a um computador enorme, com monitor, torre e teclado para conseguir acessar um simples e-mail? O Wi-Fi, com certeza, contribuiu para a mudança de comportamento das pessoas. Se por um lado essa tecnologia dispensa fios e pode ser acessada até pelos menores dispositivos, como celulares e tablets, por outro, ela é capaz de gerar grandes transtornos quando não estiver em seu perfeito funcionamento.

Se a pessoa mora em uma casa grande, é bem natural que o sinal da internet funcione apenas em um ou dois cômodos do lar. Quanto mais próximo o usuário estiver do modem, melhor será a conectividade. Mas para garantir um bom sinal de Wi-Fi também é importante saber se está tudo certo com o roteador. Muitas vezes, o aparelho pode estar danificado ou desgastado. É possível ainda, adquirir um repetidor de sinal, que conectado a uma tomada, capta o sinal e redistribui pela casa.

A transformação digital está disponível para todas as empresas

*Por Luciano Fernandes
23/01/2018 - O que tem em comum uma usina sucroalcooleira no Nordeste, um estaleiro do Rio de Janeiro e uma indústria siderúrgica? A moldagem de chapas e bobinas de aço, a relação climática envolvida em cada etapa do plantio e da colheita da cana de açúcar, a montagem de megablocos que compõem as estruturas onde serão incorporadas as tubulações, acessórios e equipamentos de grandes embarcações marítimas. Com processos produtivos de natureza totalmente diversa, cada um desses ramos de negócios, à sua maneira, maneja as peculiaridades e complexidades envolvidas em aspectos referentes à produção e aos seus mercados. Enfim, essas organizações, por maiores que sejam as diferenças de suas atividades, todas, sem exceção precisam superar os seus desafios mais específicos, incorporar inovações em seus processos e produtos para aumentar a produtividade e a competitividade. O que existe em comum a todos os players dos mercados e o que será determinante para o sucesso pode ser resumido a uma única palavra: gestão.

E gestão hoje requer tecnologia. Não há como aumentar a eficiência e a competividade neste mercado global sem incorporar ferramentas empresariais, algo que hoje já está além do conceito de ERP, como é conhecido o software de gestão. Os recursos de tecnologia hoje estão aptos a conectarem as organizações a um mundo avançado e são capazes de trazer ao ambiente das organizações o poder de tecnologias como Big data, analytics, IoT, machine learnig, a inteligência artificial e a mobilidade com sua profusão de aplicativos. Para ter acesso a este universo de tecnologias que pode proporcionar o grande salto no patamar de gestão e eficiência, as empresas precisam contar com parceiros que além de entender as suas singularidades de negócios, façam a ponte com as tecnologias mais avançadas do mercado mundial.

Existem muitas consultorias no mercado dispostas a fazer este trabalho de transformação digital, mas é preciso mais do que nunca saber escolher aquela que de fato poderá trazer resultados efetivos para os negócios. Há quem se impressione com as marcas famosas e queira escolher grandes companhias internacionais, mas este caminho pode determinar o insucesso de um projeto que requeira, por exemplo, maior personalização, flexibilidade, rapidez e viabilidade orçamentária. Se o projeto for internacional, as consultorias globais podem fazer a diferença, mas nos locais, as brasileiras conhecem com maior profundidade as questões e regulamentações do nosso país.

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