Lacuna de talentos em cibersegurança

*Por Elisa Ball
15/09/2017 - As redes empresariais estão experimentando transformações dramáticas geradas pela utilização de dispositivos pessoais em ambientes de trabalho, Internet das Coisas, implementações de virtualização e de nuvem, entre outras tendências. Promover uma formação adequada em cibersegurança tornou-se uma obrigação na era da economia digital, enquanto os modelos de negócios tradicionais continuam a aumentar sua transformação em interações digitais. As empresas devem ter pessoal capacitado para gerenciar de forma segura a continuidade das operações comerciais, mantendo a confiança de seus clientes. Ao mesmo tempo, as ameaças estão aumentando em prevalência, sofisticação e impacto. A falta de profissionais de cibersegurança poderia literalmente desacelerar nossa economia digital crescente.

É por isso que o setor de cibersegurança oferece uma oportunidade única para estudantes e profissionais que buscam se atualizar constantemente. Segundo a Forbes, a cada ano são criados no mundo um milhão de novos postos de trabalho em cibersegurança e se espera que o número de profissionais requeridos globalmente aumente de cinco a seis milhões em 2019. Qualquer pessoa que tenha tentado contratar um profissional de segurança entende que há uma escassez de pessoas com as habilidades necessárias para planejar, projetar, implementar e administrar uma estratégia de cibersegurança.

O setor de segurança necessita ampliar a capacitação e as certificações necessárias para satisfazer esta demanda crescente, dirigindo-se a candidatos ideais para estas posições como os estudantes universitários. Muitos dos estudantes de hoje em dia já estão familiarizados com os temas relacionados com tecnologia e privacidade, e estão na vanguarda para impulsionar as mudanças que alimentam nossa transição para uma economia digital. A tecnologia é o segundo idioma para muitos deles e, com a orientação adequada, podem proporcionar uma visão única das mentes dos agentes que representam uma ameaça e as ferramentas que estes utilizam.

Entenda a importância da inteligência artificial

*Por Wellington Alves
15/09/2017 - Quando falamos em inteligência artificial (IA) logo vem a imagem de um robô substituindo o ser humano em determinada atividade. Mas não é só na automação que ela se apresenta. Muitos podem não perceber, mas a IA está em nossas atividades mais corriqueiras. Sabe o corretor ortográfico do smartphone que vai completando as palavras e frases que você escreve com mais frequência? Isso é IA. A máquina aprende com os hábitos do usuário e passa a entender quais as palavras mais utilizadas, fazendo as sugestões.

Inteligência artificial pode ser definida como a capacidade de dispositivos de raciocinar, decidir e solucionar problemas. E alguns já atuam de maneira autônoma, ou seja, não precisam da supervisão do ser humano - como os carros que não necessitam de motorista, por exemplo. As máquinas inteligentes conseguem processar uma grande quantidade de dados, que uma pessoa não tem condições de fazer. Desta forma, estão assumindo atividades repetitivas e que não exigem empatia ou criatividade - qualidades humanas que um robô não consegue suprir.

Democratizar a informação dando liberdade ao usuário

*Por Flavio Bolieiro
14/09/2017 - Embora muito se ouça falar no mercado sobre Self-Service Analytics ou Data Discovery BI, estudos recentes mostram que a adoção dessas tecnologias ainda é baixa. Apenas 21% dos colaboradores dentro de uma empresa tem tirado proveito de seus benefícios. E o que mais surpreende é que estamos falando de dados levantados em nível mundial.
Ora! Mas, o que está acontecendo afinal? Se informação é o combustível da nova economia, porque somente uma minoria tem acesso a ela?

O que temos visto frequentemente são empresas insistindo em disponibilizar ferramentas analíticas apenas para um público restrito, focando naqueles usuários mais experientes, conhecidos como Power Users. O que significa na prática os que “gritam mais”, ao invés de realmente entregar e compartilhar a informação para todos dentro da companhia.

Esse é um modelo que já não mais funciona. O cenário mudou e democratizar a informação é hoje mais do que mandatório. Cada vez mais os profissionais de todos os departamentos de uma empresa necessitam acessar e visualizar informações das redes sociais, do Big Data, de suas próprias planilhas ou dados corporativos, de uma variedade de fontes. Eles precisam descobrir o que está por trás daquele enorme volume de dados - que isoladamente parecem não fazer sentido algum – e cruzar todas essas informações para obter conhecimento. Com isso, conseguem realizar ações que impactem de fato em sua atividade e por consequência gerem valor aos processos e negócios. Porém, estes profissionais desejam realizar tudo isso com independência, sem precisar fazer qualquer solicitação para a área de TI e esperar que a informação chegue até ele, o que muitas vezes acontece depois que ela já não é mais necessária.

Lacuna de talentos em cibersegurança, um desafio para as empresas e uma oportunidade no mercado de trabalho

*Por Elisa Ball
14/09/2017 - As redes empresariais estão experimentando transformações dramáticas geradas pela utilização de dispositivos pessoais em ambientes de trabalho, Internet das Coisas, implementações de virtualização e de nuvem, entre outras tendências. Promover uma formação adequada em cibersegurança tornou-se uma obrigação na era da economia digital, enquanto os modelos de negócios tradicionais continuam a aumentar sua transformação em interações digitais. As empresas devem ter pessoal capacitado para gerenciar de forma segura a continuidade das operações comerciais, mantendo a confiança de seus clientes. Ao mesmo tempo, as ameaças estão aumentando em prevalência, sofisticação e impacto. A falta de profissionais de cibersegurança poderia literalmente desacelerar nossa economia digital crescente.

É por isso que o setor de cibersegurança oferece uma oportunidade única para estudantes e profissionais que buscam se atualizar constantemente. Segundo a Forbes, a cada ano são criados no mundo um milhão de novos postos de trabalho em cibersegurança e se espera que o número de profissionais requeridos globalmente aumente de cinco a seis milhões em 2019. Qualquer pessoa que tenha tentado contratar um profissional de segurança entende que há uma escassez de pessoas com as habilidades necessárias para planejar, projetar, implementar e administrar uma estratégia de cibersegurança.

O setor de segurança necessita ampliar a capacitação e as certificações necessárias para satisfazer esta demanda crescente, dirigindo-se a candidatos ideais para estas posições como os estudantes universitários. Muitos dos estudantes de hoje em dia já estão familiarizados com os temas relacionados com tecnologia e privacidade, e estão na vanguarda para impulsionar as mudanças que alimentam nossa transição para uma economia digital. A tecnologia é o segundo idioma para muitos deles e, com a orientação adequada, podem proporcionar uma visão única das mentes dos agentes que representam uma ameaça e as ferramentas que estes utilizam.

Entenda o que é segurança colaborativa e qual sua importância na sociedade

*Por Ricardo Luiz
10/09/2017 - O tema da segurança pública é motivo de preocupação de toda a sociedade. Ainda nos deparamos com elevados índices de criminalidade que atingem as pessoas e seus patrimônios das mais variadas formas. Essa questão é, majoritariamente, responsabilidade do Estado, mas é também dever dos cidadãos procurar formas de colaborar com a segurança local, incentivando iniciativas disruptivas.

Cada vez mais pessoas se utilizam da facilidade de acesso à internet e da quantia de dispositivos móveis para intensificar sua voz, demonstrando quais são as reais necessidades da população e agindo de maneira proativa em benefício de todos.

Dessa forma, o conceito de segurança colaborativa pode ser resumido em um conjunto de ações para unir a sociedade em prol de medidas de vigilância em comum. Atualmente, existem diversos instrumentos presentes no mercado que atuam de forma a incentivar a integridade das pessoas em locais específicos. Frente aos crescentes níveis de insegurança já existem propostas que unem iniciativas das diferentes esferas da população, como o City Câmera, da prefeitura de São Paulo, que convocou os moradores da cidade para compartilhar seus circuitos de vigilância no intuito de fortalecer a rede de monitoramento do município.

Qual é o objetivo da Internet das Coisas?

*Por Jhone Estefano dos Santos
04/09/2017 - O termo Internet das Coisas tem sido amplamente utilizado como referência à conexão global de "objetos inteligentes" por meio da estrutura de rede da internet. O conceito também se refere às diversas tecnologias que tornam estas conexões e as aplicações que as utilizam possíveis.

Mas afinal, qual o objetivo da Internet das Coisas?

É o de permitir a comunicação direta entre diversos equipamentos de uso pessoal, bem como entre estes e seus usuários, através de sensores e conexões sem fio.

Esta comunicação permite, entre outras facilidades, o registro contínuo de dados sobre o estado destes objetos durante o seu uso. Um exemplo de aplicação da Internet das coisas são as vestimentas inteligentes que podem se ajustar de acordo com as mudanças de temperatura do ambiente.

Como identificar um objeto inteligente?

Para um objeto ser considerado como inteligente é necessário que atenda aos seguintes requisitos:

- Ser identificável, ou seja, deve ter um nome e um endereço na internet;
- Ter a capacidade de se comunicar (enviar e receber informações a outros dispositivos);
- Interação ao responder de alguma forma as informações recebidas;
- Ter alguma capacidade básica de processamento;
- Possuir algum sensor de fenômenos físicos, como velocidade, luz, calor, eletromagnetismo, radiação, etc.

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