IoT: criando uma nova geração de equipamentos para salvar vidas

*Por Rodrigo Moreni
24/07/2017 - O setor da saúde destaca-se por sua vocação pelo uso de novas soluções tecnológicas. Embora o cenário ainda não seja perfeito, há uma grande receptividade para novidades como IoT (Intenet of Things= Internet das coisas) que vem tendo sua aplicação ampliada. Responsável por conectar à internet dispositivos eletrônicos, equipamentos médicos e sistemas, tanto aqueles diretamente envolvidos no cuidado ao paciente, como na gestão das instituições de saúde, a IoT tem um potencial de utilização gigantesco. Dados do Boston Technology Corporation (BTC) mostram que as aplicações desta revolucionária tecnologia no setor da saúde devem, até 2020, crescer $ 117 bilhões.

Os usuários por sua vez, parecem estar mais abertos à internet das coisas. O que até pouco tempo atrás era visto como um bicho de sete cabeças, com o surgimento da mobilidade e das redes sociais passou a ter maior aceitação. Com a modernização das tecnologias e as interfaces mais amigáveis e recursos como touch screen, as pessoas passaram a transferir sua experiência do pessoal para o profissional. Isso tudo abriu espaço para o desenvolvimento de outras tecnologias, como de equipamentos médicos.

Além disso, segundo a consultoria Grand View Research, o mercado global de saúde investiu em 2014 US$ 58,9 bilhões em dispositivos, software e serviços de IoT. E esse montante deve atingir US$ 410 bilhões até em 2022. E não é de hoje que a indústria investe no desenvolvimento de componentes eletrônicos, software, sensores de conectividade, alarmes, avançados sistemas de controle, entre outros facilitadores, que são cada vez mais incorporados em equipamentos médicos e laboratoriais das mais diversas naturezas.

Gateways serão fundamentais para segurança em projetos de IoT

*Por André Andriolli
24/07/2017 - Internet das Coisas foi considerada uma das tecnologias mais promissoras para 2015 pelo Gartner. De lá para cá, o uso e as aplicações relacionadas à Internet das Coisas (IoT) aumentaram rapidamente. O barateamento dos sensores, a melhoria de conectividade e os benefícios para as empresas e pessoas vem impulsionando seu crescimento. O desafio agora é gerenciar o imenso volume de sistemas funcionando fora de data centers e a enorme quantidade de dados gerados, sem que isto se torne uma dor de cabeça para a área de segurança.

Para se ter uma ideia, a explosão da IoT nos próximos anos será tão grande que entra em cena um novo ator: o IoT gateway – dispositivo que intermediará o fluxo de dados entre os sensores e o data center, reduzindo os riscos de segurança com um custo relativamente baixo. Isso porque, ao adotar um IoT gateway, todos os dados coletados nos sensores de uma empresa poderão ser enviados a ele que, por sua vez, reunirá as informações e as enviará à nuvem ou ao data center (DC) - formando assim, uma arquitetura de três camadas: nuvem ou data center, IoT gateways e sensores.

A adoção desse modelo permite que as organizações adotem sensores mais simples, que falem apenas com os gateways, com impacto direto nos custos dos projetos. Imagine, por exemplo, o investimento necessário para um shopping instalar sensores com diversas camadas de proteção em cada uma das suas vagas de estacionamento. O valor dos dispositivos inviabilizaria a iniciativa. Por isso, em implementações em escala, o uso de gateways e sensores que só se comunicam com eles faz muito mais sentido.

Criando uma cultura organizacional centrada no conhecimento

ronaldo_stanzione_verint.jpg*Por Ronaldo Stanzione
24/07/2017 - A gestão do conhecimento é uma competência chave em qualquer negócio: é uma forma de pensar, agir e aprender com foco na criação, maturação e reutilização do conhecimento. Com isso, o desenvolvimento e a evolução dessa gestão requerem atenção às práticas da organização, desenvolvimento individual e às mudanças na cultura organizacional.

O desenvolvimento de uma base de conhecimento é um dos primeiros passos para sustentar um conjunto de práticas saudáveis ao negócio. Podemos considerar três conjuntos de atividades para desenvolver ou atualizar de forma eficaz as capacidades da gestão do conhecimento.

1. Treinar novas ferramentas, conteúdo e práticas.

Independente se é uma nova tecnologia, um novo conteúdo ou uma nova forma de usar a informação em relação ao trabalho, cada atualização do ecossistema da gestão do conhecimento é uma oportunidade para reforçar e treinar os no acesso e apropriação da informação.

2. Desenvolver uma cultura centrada na gestão do conhecimento

O sucesso dessa gestão depende de quão bem os usuários das ferramentas adotam a base de conhecimento. Sob essa perspectiva, a gestão do conhecimento é de fato humana e orgânica.

Vazamento mostra os péssimos hábitos dos usuários em relação a senhas

*Por Flávio Shiga
20/07/2017 - Desde o dia 9 de julho, cibercriminosos estão divulgando uma lista com centenas de senhas e nomes de usuários de sites de e-commerce e de um intermediador financeiro no Pastebin, site que permite publicar informações de forma anônima.

O número de senhas e nomes de usuários chegou a mais de 700, incluindo ainda alguns números de CPF. Entre os sites atingidos, estão marcas como Magazine Luiza, Ponto Frio, Extra e PagSeguro.

Segundo Flávio Shiga, sócio e gerente de serviços da iBLISS Digital Security, que teve acesso a lotes de dados vazados, as informações divulgadas, apesar de não terem sido obtidas por meio do acesso não autorizado, uma "invasão" aos portais das empresas, indicam os péssimos hábitos dos usuários em relação a senhas, especialmente dentro das empresas, já que os dados mostram que alguns usuários se cadastram em sites de compras usando o e-mail corporativo.

"Outra constatação preocupante é o fato de algumas dessas senhas dar acesso aos e-mails expostos, mostrando que muitos usuários usam a mesma senha para se cadastrar em vários serviços", explica Shiga. "Se essas senhas forem as mesmas usadas também no e-mail corporativo cadastrado, algumas empresas podem estar em risco após esse vazamento".

O impacto da Inteligência Artificial na indústria financeira

*Por Regina Giovanolli
19/07/2017 - De todas as importantes tendências tecnológicas que impactam a indústria financeira, a chamada Inteligência Artificial (I.A.) vem dando o que falar. Assim como sua "prima" Blockchain, a I.A. traz à tona questões de grande impacto na sociedade e na economia global.

Estamos falando de disrupção generalizada não só dos modelos de negócios, mas também do mercado de trabalho com enormes mudanças previstas no conjunto de habilidades necessárias para prosperar neste novo cenário.

A Inteligência Artificial é a combinação de múltiplas tecnologias que permitem que as máquinas percebam, compreendam e atuem – e aprendam por conta própria ou complementem as atividades humanas.

O sucesso da I.A. depende da relação simbiótica entre o homem e a máquina, de estratégia e de um constante exercício de aprendizagem. Ainda são seres humanos que a projetam.

O futuro é dos mais ágeis

*Por Felipe Schumaher
14/07/2017 - Um estudo realizado pelo SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), apontou oportunidades em 50 nichos do varejo e mostrou que no Brasil, por exemplo, os donos de pequenos negócios precisam saber atuar principalmente no mercado online. Para esses pequenos empreendedores, atuar no ambiente digital é a melhor maneira de se iniciar uma operação com um investimento baixo.

Dessa maneira, é possível entregar um produto ou serviço de forma mais personalizada, agregando valor a sua marca e também tendo notoriedade no mercado que escolheu atuar. O que percebo é que em tempos de crise, é mais vantajoso ser rápido, e a época em que somente o grande ganhava do pequeno, já acabou. Atualmente, vemos que o serviço mais rápido se sobressai e isso é algo que acontece independentemente do tamanho do seu negócio.

Hoje, com os avanços tecnológicos, é possível ter atuação em um mercado nichado e grande ao mesmo tempo. Ser muito bom em um setor e se tornar relevante para esse público é muito melhor que ser mediano em vários. Procuro sempre dizer que analisar o seu terreno de atuação e propor melhorias ao segmento é uma forma de também evoluirmos o negócio.

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