Como abrir uma loja virtual? As seis principais dúvidas para começar um e-commerce

*Por Thiago Mazeto
27/07/2017 - O comércio online trouxe diversas possibilidades para todos os tipos de negócio e para os diferentes perfis de empreendedores. Independente se o empresário já possui uma loja física e quer levar seus produtos para a web ou se o empreendedor de primeira viagem quer começar a investir no mundo das vendas virtuais, o varejo na web possui grande potencial.

Assim, fica difícil não pensar em se aventurar para extrair ao máximo o que a internet pode proporcionar. É muito comum, no entanto, surgirem dúvidas sobre o que é necessário para abrir uma loja virtual. Por isso, seguem abaixo os seis principais passos para abrir um e-commerce:

1. O que deve vir em primeiro lugar?

Muito mais que simplesmente colocar a loja no ar e esperar as vendas acontecerem, a abertura, o registro e a manutenção das rotinas de uma loja virtual envolvem diversos processos fiscais e contábeis, regidos por uma burocracia bastante minuciosa. Dessa forma, a fim de evitar qualquer empecilho ou atraso no início das atividades, deve-se planejar o negócio com cuidado.

Além de nome, logotipo, slogan e outras definições sobre a loja, é importante analisar o e-commerce como um todo, inclusive contratando um contabilista. Assim, fica mais fácil definir o tipo de empresa e a melhor forma de tributação em que deve se enquadrar, além de poupar gastos com algumas taxas e obrigações. Lembre-se: qualquer mudança posterior aos registros pode ser mais demorada. Então, procure moldá-lo com cuidado antes de passar para a formalização.

2. Quais os documentos necessários?

Com a pequena diferença de que o negócio acontece no ambiente online, uma empresa de comércio virtual é como qualquer outra. Assim, é necessário apresentar toda a documentação padrão, constituída, em um primeiro momento, pelos documentos pessoais das partes interessadas (seja o negócio individual ou uma sociedade), bem como do imóvel que será a sede.

Depois de reunidos os documentos dos sócios e do imóvel, o próximo passo é proceder com o registro da empresa, feito na junta comercial do respectivo estado. Ocorrendo tudo certo nessa etapa, é possível então proceder com o arquivamento do ato constitutivo, apresentando também o recém-adquirido contrato social, a ficha de cadastro nacional e o comprovante do pagamento das taxas do DARF. Aí pronto, a empresa passa a existir. Para iniciar as atividades, porém, será necessário efetuar outros registros.

Armadilhas da transformação digital

*Por Ravi Krishnamoorthi
27/07/2017 - Em 2007, Steve Ballmer foi citado por dizer que o iPhone não ganharia participação de mercado e não atrairia os clientes comerciais pois não tinha teclado. Já em novembro de 2016, ele admitiu estar errado.O executivo errou ao duvidar da capacidade de Steve Jobs de criar um novo modelo de celular e, também, de "provocar" o mercado com a tal inovação. Além disso, Ballmer julgou o iPhone como um simples telefone, engessado pelas necessidades e expectativas do mercado na época. Jobs, por outro lado, apresentou um conceito capaz de modificar esses protótipos e satisfazer as necessidades que nós, consumidores e empresários, nem imaginávamos ter. No entanto, Steve conseguiu e não foi sozinho. Toda a equipe da Apple também teve que acreditar no produto e na transformação que o aparelho poderia trazer. Esta é uma lição importante para qualquer líder.

Quando for iniciar a sua jornada de transformação digital - ou se você já começou - peço que tome como exemplo a atitude de Steve Jobs. Tenha certeza dos seus objetivos e os resultados que deseja alcançar com sua organização. Depois de alinhar as metas com todas as partes, modifique e adapte seus sistemas de tecnologia atuais para atingir os resultados esperados.

Além disso, assim como Steve Jobs e o iPhone surpreenderam o mercado de telecomunicações, assegure-se de que a sua estratégia de transformação digital não seja impulsionada apenas pelas normas, mas que esteja focada em promover mudanças capazes de viabilizar disrupções de mercado e preparar um futuro diferente. E se você ainda depende de legados de aplicativos e infraestrutura e não começou a jornada de migração de sistemas para melhorar a experiência de seus funcionários e consumidores, está na hora de começar.

Como é feita a segurança de big data?

*Por Claúdio Santos
26/07/2017 - Big Data é um volume massivo de dados que são, normalmente, armazenados em data centers
A segurança da informação é indispensável para qualquer empresa que utiliza a tecnologia em seu dia a dia. Prevenir desastres, como perda de dados importantes ou até sofrer algum tipo de invasão de hackers, é uma grande preocupação para os gestores. Por isso, a preservação do big data precisa ser a mais otimizada possível.

O data center, local que concentra servidores e equipamentos para processamento de dados do big data, funciona como um "sistema nervoso", armazenando volumes expressivos de informações. Você sabe como garantir a segurança nesses ambientes? Confira!

Sob medida

Um data center é composto de vários servidores trabalhando juntos, que processam todas as atividades digitais em seu software. Na Google, por exemplo, eles são construídos pela própria empresa, com especificações de hardware sob medida. O sistema operacional Linux, em algumas de suas distribuições, costuma ser bastante utilizado em data centers, pelo seu maior potencial para customizações e por promover mais segurança, sendo mais imune a ameaças virtuais. Além disso, é menos visado pelos hackers.

Segurança preventiva é chave para evitar prejuízos às lojas virtuais

*Por Bruno Prado
26/07/2017 - Conforme análise da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o setor de e-commerce faturou R$ 53,4 bilhões em 2016, um aumento de 11% em relação ao ano anterior. Para 2017, a previsão é que o segmento atinja R$ 60 bilhões, com 38,5 milhões de compradores únicos nas 71 mil lojas virtuais existentes, o que mostra a consolidação da presença da tecnologia no cotidiano do consumidor.

Números tão expressivos não podem ser ignorados, principalmente se levarmos em consideração as datas sazonais, como Dia das Mães, Dia dos Namorados ou Black Friday. Para se ter uma ideia, pesquisa divulgada pelo Ebit, empresa que monitora e avalia o desempenho das lojas virtuais cadastradas em seu sistema, em 2016, a famosa sexta-feira de consumo teve um faturamento de R$ 1,9 bilhão, com alta de 17% em relação a 2015.

Porém, para alcançar bons resultados nesses períodos, as lojas virtuais precisam de estratégias de planejamento para garantir a disponibilidade do sistema, pois cada minuto fora do ar pode representar perdas significantes. Para isso, os varejistas investem pesado na infraestrutura tecnológica, como servidores, hospedagem, links e aceleradores de sites, por meio de redes distribuição de conteúdo (CDN). Mas tão importante quanto absorver o tráfego de consumidores é manter os servidores protegidos de ameaças vindas de fora.

Segurança: Entenda e conheça os 7 pilares de TI

*Por Cláudio Santos
26/07/2017 - Atuar com softwares que reconheçam padrões utilizando inteligência artificial, como o Machine Learning, é o futuro da tecnologia.

Em tempos de ataques cibernéticos e violações de sistemas, uma das principais preocupações dos profissionais de tecnologia da informação (TI) é em como manter os dados protegidos. Apesar de não haver um método definitivo para garantir a segurança dos arquivos, existem sete pilares que os profissionais da área devem adotar, como a aplicabilidade de machine learning, garantindo a integridade dos dados. Conheça:

1. Acesso

Quanto mais confidencial for um arquivo, maior será a permissão necessária para acessá-lo. A segurança da informação deve garantir que apenas pessoas autorizadas possam visualizar tais documentos. Sendo assim, os administradores precisam manter total controle sobre os usuários e os processos de identificação para evitar fraudes e invasões.

2. Dispositivos

Os pontos de acesso também devem estar protegidos para evitar danos às memórias físicas, porém, as ferramentas de segurança não podem prejudicar a produtividade do usuário ou das máquinas.

3. Segurança da rede

A transmissão de informações deve ser criptografada para dificultar o acesso em caso de ataques. Esse pilar exige monitoramento e serviços de firewall bem configurados, mantendo a rede em segurança, sem sobrecarregar os sistemas ou prejudicar a produtividade.

O que podemos esperar do on demand e-commerce?

*Por Vinícius Andrade
25/07/2017 - Sabemos que o principal objetivo de um e-commerce é vender cada vez mais, certo? Se você é uma pessoa que deseja empreender no mundo online, precisa se atentar a uma série de serviços que demandam tempo e conhecimento, para deixar seu negócio robusto e atrativo. Dessa forma, você já sai na frente dos outros empreendedores que têm medo de arriscar e apostar no novo e se livra da possibilidade de cair no mais do mesmo em um mercado que é tão competitivo.

Se você quiser começar uma empresa online, mas que seja diferenciado, você vai gostar de conhecer a mais nova aposta do setor, o On Demand Commerce. Similar ao drop shopping, o e-commerce sob demanda possibilita com que as pessoas vendam produtos personalizados exclusivos mesmo sem ter o produto em estoque, com um diferencial de vender produtos criados por você mesmo. Quem já pensou em abrir qualquer loja virtual reparou que há sempre algum problema com fornecedor, logística ou baixa qualidade dos produtos. Resumindo, situações que acarretam em perdas financeiras, dificuldades na operação e até mesmo prosperidade do empreendedor.

newsletter buton