Transformação Digital: quais são as habilidades necessárias para um gestor da inovação digital e ágil

*Por Fernando Nawa
24/12/2018 - Com a Transformação Digital cada vez mais latente no ambiente corporativo, as tradicionais formatações nas culturas organizacionais precisarão ser revistas para que as empresas surfem nesta nova – e importante – onda. As corporações, agora, terão que adaptar ou criar um novo tipo de profissional com qualificações específicas e apto para liderar este processo, sendo um catalisador de bons resultados.

A expansão da digitalização dos processos aumentou em tamanho e importância estratégica nas áreas de infraestrutura, desenvolvimento, manutenção e agora faz parte da espinha dorsal de qualquer empresa. Apesar de muitas companhias estarem promovendo ações neste âmbito, a grande maioria delas não têm êxito e uma das causas disso é a falta de uma liderança adequada: o gestor de inovação digital e ágil.

É este profissional que será responsável por alocar uma importante fatia dos US$ 3,8 trilhões que serão gastos por departamentos de TI em 2019, segundo projeção da consultoria Gartner - um crescimento de 3,2% com relação à 2018.

Primeiramente, em um cenário macro, temos que lembrar que o Brasil já não é mais o protagonista em TI na América Latina e está bem atrás na comparação mundial. Sendo assim, este novo líder precisa adotar uma postura com perspicácia comercial e rígida com o orçamento de TI, com gastos assertivos, otimização de recursos e promovendo novas tecnologias como cerne do negócio.

Caminhos para suprir as reais necessidades dos clientes

*Por Jose Zuhlke
12/12/2018 - Quase todo mundo já teve uma dor de garganta que demorou para melhorar. Nesses casos, normalmente, a única solução é procurar um médico, ouvir seu diagnóstico e, por fim, seguir à risca a prescrição do remédio certo. Para as empresas que buscam inovação tecnológica, o cenário é semelhante. Não adianta usar soluções caseiras ou de empresas sem histórico. É preciso primeiro entender as demandas de negócios e partir para uma análise assertiva com apoio de uma empresa especializada em tecnologia, que ofereça soluções eficazes e capazes de solucionar demandas e/ou problemas internos.

Quem vende soluções de TI tem uma enorme responsabilidade no processo de inovação das estruturas corporativas. Afinal, vender ao cliente o que ele não precisa é o mesmo que indicar o remédio errado – o que pode significar muito mais do que apenas gastos desnecessários. Nesse cenário, é papel dos parceiros de TI ajudar a construir um ambiente de inovação assertivo, entregando atendimento consultivo e oportunidades orientadas à geração de valor às organizações atendidas.

No novo ambiente digital, para oferecer o que os clientes precisam é necessário seguir algumas etapas e fazer as lições de casa. Um ponto essencial, por exemplo, é estudar bem os negócios e os mercados de atuação. Somente a partir de um sólido e abrangente conhecimento sobre as demandas e expectativas das companhias é possível planejar e implementar sistemas diferenciados.

Notamos que o suporte exigido pelas companhias tem demandado uma visão corporativa mais robusta, com capacidade de identificar e resolver as necessidades dos clientes. Segundo dados do Gartner, 67% dos líderes corporativos consideram que a transformação digital de seus negócios é uma questão urgente e 77% dos executivos avaliam que o sucesso de suas novas iniciativas depende das áreas de TI. Isso significa que as companhias estão em busca de parceiros que as ajudem a dar passos seguros na jornada digital e, ao mesmo tempo, obter qualidade com os novos projetos desenvolvidos.

Inteligência real: a chave para a otimização do serviço em campo

*Por Paul Whitelam
11/12/2018 - Qualquer profissional de serviço em campo com experiência sabe que a execução bem sucedida de uma tarefa exatamente no dia previsto não acontece por acaso. A prestação de serviço é o resultado de um planejamento cuidadosoe as decisões são tomadas com dias, semanas ou até meses de antecedência. Porém, mesmo o melhor planejamento pode ser afetado por fatores inesperados – tráfego, condições climáticas e até o cancelamento por parte do cliente. Embora sempre haja uma lacuna entre o que você espera realizar e o que de fato é feito, é possível minimizar esse gap considerando sempre uma somatória de dados históricos e uma abordagem do que realmente está acontecendo em tempo real.

Um estudo da Salesforce revelou que 80% dos clientes consideram a experiência oferecida tão importante quanto a qualidade dos produtos e serviços que uma empresa oferece. A pesquisa da Avaya, junto à IDC, realizada com 800 empresas de 15 países, incluindo o Brasil, apontou ainda que 36% das empresas que investem na experiência do consumidor crescem mais de 50%.

Por isso, garantir eficiência e eficácia no dia de um serviço em campo requer planejamento com dados reais, que possam fornecer uma previsão real, e não somente estimativas e projeções. Refiro-me a percepções acionáveis com inteligência real, o que é posssível com a combinação de experiência do mundo real e ciência da computação de última geração. A inteligência real gera inteligência operacional e um impacto mensurável para as empresas de serviços.

Para ilustrar, é importante considerar alguns dos benefícios que a inteligência real traz para as organizações de serviços em campo.

Maior Produtividade e Eficiência

Imagine que um técnico de serviço esteja finalizando uma tarefa de manutenção de rede em um determinado local e se prepare para seguir ao próximo trabalho. O tempo de viagem até o próximo compromisso foi originalmente calculado em 15 minutos, com base nos dados históricos de tráfego desta hora do dia. Mas houve um acidente de carro no caminho, causando um bloqueio na estrada, o que certamente resultará em atraso. Sem essa percepção, corre-se o risco do profissional perder o crompromisso, desapontando um cliente e iniciando um efeito cascata no restante do cronograma.

No entanto, municiado com atualizações de tráfego em tempo real e ao vivo, um despachador – ou uma solução automatizada de gerenciamento de serviços em campo– pode reatribuir o trabalho a outro técnico, que esteja em uma localização com acesso mais facilitado. Desta forma, em vez de perder um tempo precioso no trânsito, o primeiro técnico pode ser mais produtivo se direcionado pa ra outro local. Com toda a equipe de campo sendo sempre direcionada para a rota mais eficiente, em tempo real, é possível concluir mais trabalhos em menos tempo.

Computação de grande porte para a Transformação Digital

*Por Paulo Passianoto, Senior Solutions Engineer da ASG Technologies
27/11/2018 - Sabe o que as reservas de viagem e os dados de uma grande empresa financeira têm em comum? Um mainframe. Você pode até achar que esses supercomputadores estão morrendo, mas, segundo estudos da IBM, 90% das instituições bancárias e/ou financeiras do mundo ainda utilizam computadores de grande porte e nada sugere que essa realidade vá mudar em curto prazo.

Ao contrário do que se chegou a imaginar no passado, os mainframes seguem em funcionamento e estão tendo que se adaptar para interagir com novas tecnologias, como Cloud, Analytics e Big Data. A maioria das grandes empresas ainda não conseguiram aposentar seus computadores de grande porte, ou simplesmente não desejam fazer isso por questão de segurança. Para surpresa de muitos, as pesquisas da IBM indicam que 91% dos principais aplicativos móveis utilizam algum tipo de processamento em computadores de grande porte.

As empresas precisam buscar uma abordagem moderna para a Transformação Digital de seus negócios para obterem sucesso na era da economia da informação. Com as soluções de gerenciamento de informação, as organizações podem localizar, entender, governar e entregar informações de qualquer tipo, provenientes de qualquer fonte (estruturada ou não) ao longo do ciclo de vida, desde a captura até a análise e o consumo. Com o uso de modernas soluções de gerenciamento de sistemas de TI, é possível suportar iniciativas digitais e inovadoras, administrar a infraestrutura de TI com maior eficiência e eficácia, além de reduzir os custos de gerenciamento e de operação da estrutura de TI.

Com o uso de sistemas específicos para integração de ambientes, os computadores de grande porte podem ser utilizados até para gerenciar o funcionamento de dispositivos como máquinas de cartões de crédito e leitores de código de barras, assim como a gestão dos milhares de dados transmitidos a cada nova transação. Ou seja, estão indo além dos ambientes fechados, onde ficam instalados, para apoiar as empresas na gestão de caixas eletrônicos, de aplicações do varejo e até no comércio eletrônico, que demanda lista de produtos e de estoques atualizados a cada minuto. O fator segurança é outro atrativo para manter os equipamentos de grande porte ainda vivos, atuando em conjunto com soluções de processamento de dados na ponta, garantindo um ambiente que mescla segurança e inovação.

Oito maneiras de como aumentar as vendas na Black Friday com analytics

*Por Tricia Morris

22/11/2018 - A previsão de faturamento por parte do comércio eletrônico na Black Friday de 2018 é de R$ 2,43 bilhões

Pela primeira vez, as vendas no feriado mais importante para o varejo dos EUA devem superar a marca de US $ 1 trilhão. De acordo com a eMarketer, as vendas em lojas físicas devem saltar 4,4% em 2018, atingindo a marca dos US$ 878,38 bilhões, representando 87,7% do total do que será vendido no final do ano. Já as vendas por comércio eletrônico devem aumentar 16,6%, e chegar a US$ 123,73 bilhões, o que corresponde a pouco mais de 12,3% do total vendido no período. Espera-se que as compras feitas utilizando dispositivos móveis cresçam 32,6%, representando 44% de todos os gastos com comércio eletrônico na Black Friday e 5,4% do total das vendas de fim de ano.

No Brasil, onde essa tradicional promoção começou a ganhar força há poucos anos, a expectativa de aumentar as vendas também é boa. A Ebit|Nielsen publicou recentemente um levantamento em que prevê faturamento de R$ 2,43 bilhões somente por parte do comércio eletrônico na Black Friday de 2018. Esse número só é possível devido ao contínuo crescimento das vendas nesta data, que este ano serão 15% maiores que no ano passado. Também de acordo com esse estudo, o número de pedidos de compras deve ser maior, indo de 3,76 milhões para 4 milhões, o que representa elevação de 6,4%. O ticket médio terá alta de 8%, chegando a R$ 607,50.

Os cinco maiores pesadelos do 5G

*Por Tony Regan
05/11/2018 - Em 2019, o 5G se tornará uma realidade na América Latina. Várias operadoras estão planejando lançamentos de 5G e testando ativamente o 5G agora. O 5G promete ser um divisor de águas, mas também trará muitos problemas que precisam ser resolvidos para que se cumpram suas promessas. Em uma recente entrevista sobre o tema do 5G com a Europa Móvel, Giovanni Ferigo, o CTO da TIM disse: "Meu pesadelo pessoal está em torno da segurança". Isso me fez pensar em alguns pesadelos 5G e o que está mantendo os executivos acordados durante à noite.

À medida que as CxOs se aproximam do final do ano e estão definindo suas estratégias para 2019 e além, o destino iminente de perder clientes para os provedores de OTT e a perspectivas igualmente preocupantes de redução de receita são, de longe, as suspeitas mais assustadoras para o próximo ano.

As organizações de telecomunicações estão considerando a tecnologia 5G como o Santo Graal e o catalisador para mudar essas tendências que ganham corpo diariamente. Os CTOs e CTIOs são encarregados de um grande desafio não apenas de construir o business case para 5G, mas também de garantir que eles monetizem os ativos associados de forma eficaz. Na minha visão, esses líderes precisam se perguntar "como será minha organização daqui a cinco anos e como posso monetizar minha rede?"

Pensando numa questão mais ampla, pontuei alguns principais desafios do CTIO e escrevi as cinco principais questões sobre o tema 5G a fim de gerar reflexão e discussão junto aos gestores da Indústria de Telecom, são elas:

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