10 anos da ABRINT: rico passado a celebrar e o futuro a construir com a universalização da banda larga

*Por Basílio Perez
21/03/2018 - Em 2008, apenas 18% dos domicílios brasileiros possuíam acesso à internet. Cerca de dez anos depois, essa proporção saltou para 54%, segundo dados divulgados pelo 12º relatório TIC Domicílios, elaborado pelo Cetic.br. Apesar do longo trabalho que ainda resta a ser feito, o Brasil pode se orgulhar de diversas conquistas atingidas em uma década no caminho para a inclusão digital. É esse presente que a ABRINT, Associação Brasileira dos Provedores de Internet e Telecomunicações, recebe ao completar 10 anos: a certeza de que temos um importante papel nessa transformação.

Os provedores regionais de internet, juntos, representam uma parcela equivalente a 16% do total de acessos de internet no Brasil, o que os converte, como um bloco, na quarta maior empresa de comunicação do país. Tamanha importância torna fundamental uma entidade forte, que atue para responder em nome de centenas de pequenas e médias companhias. Unidas, elas são fundamentais para o desenvolvimento da economia.

Desde sua fundação, o papel da ABRINT é representar os provedores regionais junto à sociedade, órgãos e reguladores, de forma a assegurar uma concorrência justa no mercado de telecomunicações e o cumprimento de políticas para ampliar o acesso de banda larga, sobretudo em periferias de grandes cidades ou municípios pequenos e médios do interior – locais muitas vezes não contemplados pelos serviços das grandes operadoras. Com a organização e o fortalecimento dessas empresas, tem sido possível levar telefonia e internet de qualidade para a maior parte do território nacional.

Como a gestão documental está na estratégia do seu negócio

marcelo_gomes_fujitsu.jpg*Por Marcelo Freitas
21/03/2018 - A palavra de ordem do momento é "transformação". E, na mesma velocidade em que as empresas se transformam e se reinventam, os dados passam por uma mudança do analógico para o digital. Qualquer corporação está passando, ou irá passar em breve, por tudo isso. O processo, entretanto, leva tempo, mas é vital para as empresas que querem se manter vivas no mercado.

É importante entender que cada empresa tem uma curva, uma maturidade, neste processo e existem uma série de peças que devem estar alinhadas – até para que não sejam feitos investimentos em tecnologias dispensáveis ou que não complementem o objetivo do seu negócio.

A transformação digital envolve projetos dos mais diversos, como big data, mobilidade, Analytics, social, motores de inteligência artificial, entre tantas outras tendências constantemente comentadas. E todas essas tendências correm o risco de serem desperdiçadas e prejudicadas pela ausência de uma boa gestão documental.

A gestão eletrônica de documentos (GED) é fundamental para garantir a segurança dos dados nos processos internos e o gerenciamento deve ser planejado com estratégia e apoio das tecnologias. Empresas que já tem um sistema de gestão estruturado por exemplo, muitas vezes possuem um gap nos processos entre o ERP e o core business da companhia. Ao gerir a estratégia do negócio como um todo, é possível interligar todas as áreas e criar projetos para estruturar dados que antes não eram gerenciáveis e transforma-los.

De acordo com a pesquisa IT Leaders, realizada pelo IDC, as empresas da América Latina passarão pela "curva do digital" e terão a digitalização como prioridade nos processos até 2020. Os tomadores de decisão e líderes das organizações estão a par da importância dessa estratégia (de digitalização) e já começam a adotar tais mudanças para alcançar melhores resultados e se destacar diante da concorrência.

Ainda de acordo com o estudo do IDC, nas estratégias dos CIOs para 2018 está, em primeiro lugar, o investimento em eficiência operacional (60%), seguido de revisão e desenvolvimento de processos de negócios atuais (50%) e por fim, alavancar a experiência do consumidor (45%).

O poder nas mãos do consumidor

Novas gerações exigem das marcas um atendimento personalizado, que realmente reflita seus desejos e necessidades

*Por Silvia Aragão
21/03/2018 -
O mês do consumidor é sempre uma oportunidade para refletir sobre a evolução do trabalho de atendimento ao cliente e dos desafios que teremos de trilhar para oferecer experiências cada vez mais diferenciadas.

Num mundo cada vez mais volátil, o nosso consumidor também está mudando muito rápido. Por isso, compreender o comportamento e os hábitos de consumo das novas gerações é fundamental para gerar engajamento e transparência nas interações.

As empresas precisam ficar atentas a todas as variações que acabam impulsionando as decisões no momento da compra. A geração millennial, representada pelos jovens entre 21 e 27 anos, modificou o jeito de se relacionar com as marcas. São jovens extremamente conectados que não compram nada sem antes pesquisar pela internet.

O relatório "A mente e bolso do millennial", produzido pela Harris Insights & Analytics, aponta que 74% dos jovens brasileiros fazem pesquisas para reunir informações antes de comprar um produto. Esse dado mostra que o consumidor é o centro das relações, pois os jovens estão cada vez mais propensos a comentar sobre uma marca ou produto com posts em redes sociais. Neste cenário, as empresas necessitam investir numa maior interação com o cliente, promovendo um atendimento personalizado é único.

Seu negócio está preparado para a transformação digital?

*Por Franco Rizzo
20/03/2018 - Impulsionados por uma série de novas tecnologias, aplicações e serviços, os processos nos negócios continuam em evolução constante e os especialistas da indústria criaram um termo para descrever esta era: transformação digital.

Essa nova fase engloba o uso de tecnologias que capacitam todos os funcionários - não apenas nas áreas de TI, mas para melhorar o desempenho, a transparência, a eficiência, a velocidade e a agilidade do negócio. Essas ferramentas transformam o ambiente de trabalho, tornando-o altamente colaborativo.

As iniciativas de transformação digital são responsáveis por uma série de benefícios dentro das empresas. Os processos de negócios automatizados, por exemplo, mostram a longo prazo redução dos gastos com a área de TI – uma vez que o custo total de propriedade diminui e os funcionários podem dedicar mais tempo ao trabalho estratégico. Além disso, a análise de dados passa a tornar os dados úteis, o que aumenta a visibilidade nas oportunidades de negócios e maiores lucros para a empresa.

Entretanto, para alcançar tais benefícios, existem desafios que as organizações devem superar, como por exemplo, a dependência de infraestruturas antigas. Já que uma hora ou outra, podem acarretar em investimentos e gastos desnecessários.

Trabalho remoto: tecnologia garante produtividade

trabalho_remoto.jpg*Por André Andriolli
14/03/2018 - No final de 2018, entraram em vigor as novas regras da Legislação Trabalhista Brasileira. A Reforma, sancionada em julho, alterou mais de 100 pontos e agora permite, por exemplo, a divisão das férias em três períodos, extensão da jornada e o trabalho remoto. Embora essas mudanças já sejam esperadas há algum tempo, com a legalização, surgiram inúmeros questionamentos das empresas em relação aos impactos delas nos custos, na cultura e na infraestrutura corporativa.

Ao legalizar o trabalho remoto, mais conhecido como home office, a legislação passa a atender ao anseio de grande parte dos profissionais mais jovens, que querem ter uma melhor experiência profissional - seja na empresa, em casa ou em um café, por exemplo. Porém, esse não é um desejo apenas das novas gerações. Segundo pesquisa recente da Economist Intelligence Unit (EIU), 60% da força de trabalho acredita que a mobilidade os torna mais produtivos e 45% se tornam também mais criativos. Além disso, mais da metade dos participantes do estudo se sentem satisfeitos quando tem flexibilidade e liberdade para trabalharem de onde quiserem.

De olho nessa experiência, muitas empresas brasileiras já permitiam o home office. Mas com a legalização da prática, todas as organizações deverão se adaptar. E não estou falando só de políticas organizacionais, mas principalmente do investimento em tecnologia para que o colaborador possa trabalhar de casa com a mesma produtividade do escritório, garantindo, inclusive, a segurança das informações organizacionais.

Adotar soluções que apoiem todas essas necessidades e ofereçam à TI uma gestão mais simples e rápida, é fundamental para atender à legislação e, ao mesmo tempo, o compliance e a proteção dos dados. Para se ter uma ideia, atualmente, 84% dos profissionais já usam dispositivos móveis, muitos deles pessoais, durante o trabalho. E, mesmo nos casos em que os equipamentos são corporativos, nem os dispositivos nem as informações estão sendo gerenciadas da forma correta.

Porém, já existem ferramentas que garantem todos os requisitos necessários para oferecer liberdade aos profissionais e segurança às organizações. Com a tecnologia os colaboradores podem acessar sua área de trabalho, aplicativos e serviços organizacionais por meio de qualquer dispositivo, a qualquer hora e de qualquer lugar. Além disso, os administradores conseguem gerenciar de forma centralizada, segura e eficiente todas as estações de trabalho da empresa.

Além de conferir eficiência às empresas, digitalizar o espaço de trabalho aumenta a produtividade, a satisfação e a criatividade dos colaboradores, impactando, diretamente, na experiência dos clientes. Mais do que isso, essa mudança possibilita que as rotinas organizacionais adotem a mobilidade e a agilidade da vida pessoal, refletindo no trabalho remoto inúmeros desejos dos profissionais e a simplicidade com que consomem tecnologias. Liberdade almejada por todas as gerações, em maior ou menor escala, e que será impulsionada pela chegada da geração Z ao mercado de trabalho.

*Por André Andriolli, CTO da VMware América Latina

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Indústria 4.0 e a qualificação do profissional do futuro

*Por Cesar Gaitán
14/03/2018 - A Indústria 4.0 vive um período de desenvolvimento inicial no Brasil. Segundo pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a digitalização do processo produtivo industrial deve atingir 21,8% das empresas brasileiras até 2027. Hoje em dia, somente 1,6% das empresas ouvidas afirmam já operar no campo tecnológico conhecido como indústria 4.0.

A indústria brasileira precisa de uma diretriz bem definida e para o desenvolvimento e amadurecimento dessa nova era tecnológica. A cadeia de produção, assim como o modelo de negócio, deverá ser repensada, considerando que muitos dos processos serão alterados exigindo novas capacidades técnicas e comportamentais e a qualificação do novo profissional será um elemento chave para viabilizar essa mudança.

De olho nesse cenário, desenvolvemos o primeiro curso que aborda a indústria 4.0 em específico que trata sobre o perfil do novo profissional, os novos panoramas dos processos produtivos da Indústria, sua evolução e impactos socioeconômicos. O maior objetivo com esse curso é apresentar de uma forma prática os conceitos, tecnologias e novos modelos de negócios da indústria 4.0, tendo em vista que é extremamente importante compreender e aprender em detalhes essa nova realidade para adaptar-se às mudanças que estão por vir.

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