Qual é a diferença entre CRM e SFA?

*Por Alejandra Ceriani
26/06/2017 - Percebo que há uma dúvida muito frequente no mercado em relação ao CRM e ao SFA e gostaria de tentar explicar a diferença neste artigo. Acredito que isso possa ajudar muitas pessoas a escolher melhor a solução que quer e precisa adotar para sua empresa. Seguem algumas questões que quero explicar: As aplicações de Customer Relationship Management (CRM) e as de Sales Force Automation (SFA) são a mesma coisa?

Muitos decisores e compradores nas empresas ainda possuem a seguinte dúvida acima e ainda se questionam se a minha empresa já utiliza uma delas, posso deixar de implementar a outra?

A resposta é não. As soluções CRM e SFA não são a mesma coisa, porém elas se complementam.

Para entender melhor a diferença entre elas, primeiro precisamos entender o propósito principal de cada uma:

Quando usar uma solução de Customer Relationship Management?

Para as aplicações Customer Relationship Management, a palavra-chave é "relationship" (relacionamento). O CRM é uma boa opção quando se deseja fortalecer o relacionamento com a sua base de clientes.

Os clientes interagem com uma empresa através de vários canais de comunicação como, por exemplo, através de Call Centers, sistemas de frente de caixa (PDV´s), e-commerce, empresas de serviços de instalação e manutenção em campo e até pessoalmente com a equipe de vendas da própria empresa.

Todas as interações registradas formam parte do histórico do cliente que será posteriormente utilizado para traçar perfis de clientes, fazer uma segmentação e planejar campanhas adequadas ao tipo de produto/serviço oferecido. Desta forma, o relacionamento com os clientes pode ser cada vez mais próximo e personalizado, possibilitando à equipe comercial direcionar suas ações de vendas e oferecer produtos que atendam aos requisitos de compra dos clientes.

O que é OverCapture, porque estamos tão animados?

overcapture2.jpg*Por Daniel Sherer
26/06/2017 - Todo vídeo tem a sua história. Sua montagem, ação e assuntos. Como um criador de conteúdo, é o meu trabalho coreografar a experiência de quem está assistindo, guiá-los para verem o que eu quero que vejam, escutar o que eu quero que escutem e fazê-los se sentirem emocionalmente conectados à história. Vídeos imersivos são a nova fronteira no processo de criação de conteúdo. Assim, o time do GoPro Studio (ou o time de mídia da GoPro) que usa nossos equipamentos para contar histórias únicas, está muito animado com a Fusion, câmera esférica top de linha que o time de produtos criou. Somos nossos próprios clientes e não vemos a hora de colocarmos nossas mãos nesse produto. Nosso preview recente tocou em um ponto que acreditamos ser o próximo passo nessa tecnologia: o OverCapture.

Qualquer criador de conteúdo vai dizer que existem muitos componentes que contribuem para se contar uma boa história, mas o mais importante é conseguir a tomada certa. Pense em um momento perfeito para se filmar, mas você deixou a câmera apontando para a direção errada. Com a habilidade da Fusion de capturar tudo em sua volta, podemos capturar o momento em todas as direções de um único ponto. Por isso nos referimos ao “OverCapture”.

É mais do que apenas a habilidade de capturar conteúdo de todos os ângulos, a solução também apresenta mais possibilidades do que se fazer com o conteúdo uma vez filmado. Usuários têm a flexibilidade na pós-produção de usar todo o arquivo esférico e encontrar a tomada perfeita e extraí-la em 1080p “tradicional”. Chamamos esse processo de re-framing e a resolução 5.2K da Fusion é o que torna possível essa extração em HD da realidade capturada. Imagine nunca mais se preocupar em apontar a câmera para o lugar certo... nunca mais. O OverCapture não apenas garante que você sempre consiga a imagem, mas também traz o poder da escolha de qual enquadramento é mais importante depois da captura.

 

Dicas para cumprir o prazo de entrega da ECF

*Por Clodomir de Ré
24/06/2017 - O prazo de entrega da Escrituração Contábil Fiscal (ECF) se aproxima e já preocupa os departamentos contábeis e fiscais das empresas brasileiras. Criada em 2015, a ECF é uma declaração acessória imposta às pessoas jurídicas estabelecidas no Brasil. A obrigação fiscal do governo federal compõe o Sistema Público de Escrituração Digital – SPED e tem por objetivo informar as ações que influenciam a elaboração da base de cálculo e o valor devido ao Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

Um dos maiores desafios que a entrega dos arquivos do SPED ao Governo Federal trouxe às empresas foi a busca pelas adequações, conformidades e a garantia de que o processo esteja sendo realizado de forma correta. Não cumprir ou atrasar a entrega do arquivo pode ocasionar prejuízo de até 3% do valor das transações comerciais ou das operações financeiras das empresas, além do risco de complicações relacionadas ao Imposto de Renda (PJ). As empresas infratoras são penalizadas de acordo com o regime tributário brasileiro, lembrando ainda que falhas ou inconsistência nos dados enviados podem gerar autuações fiscais.

A chegada da ECF proporcionou a toda a cadeia, contribuinte e fisco, maior transparência da informação. Como a data-limite de entrega do arquivo é o último dia útil do mês de julho, é importante atentar-se a algumas dicas fundamentais para organizar, elaborar e transmitir com sucesso a ECF neste ano.

Como as relações corporativas serão afetadas pela nova reforma trabalhista

*Por Jorge Pacheco
22/06/2017 - Estamos em um período de discussões acaloradas em torno da reforma trabalhista aprovada pelo atual governo. Os que são contra, dizem que os trabalhadores irão perder direitos, já os defensores afirmam que as mudanças irão flexibilizar a relação entre patrões e colaboradores, gerando mais empregos. Acho muito importante esse tipo de debate, afinal vivemos em uma democracia. Porém, creio que a discussão vai muito mais além.

A relação trabalhista vai mudar consideravelmente nos próximos anos e a tecnologia é uma aliada nessa situação. Você não precisa mais seguir um modelo secular, onde a jornada é das 8h às 18h e, caso chegue com dez minutos de atraso, corre o risco de ter um desconto no seu salário. É inacreditável, mas isso ainda acontece em pleno século XXI. Hoje muitas as pessoas podem trabalhar de qualquer lugar, para isso basta ter um laptop e conexão a internet. Claro que temos exceções a isso, porém até para esses casos é possível prever mudanças.

Há uma geração entrando para o mercado de trabalho que nunca conseguirá se adaptar ao velho modelo, pois sua relação com o mundo vai muito além do trabalho. Todos querem fazer carreiras, claro, mas a flexibilidade de horários dá uma liberdade que, infelizmente, nossos pais e avós não puderam aproveitar. Quantas vezes vimos eles falando que trabalharam demais durante a vida e isso fez como que não aproveitassem as coisas simples da vida, como o crescimento dos filhos?

Conheça 4 competências essenciais para profissionais de Ciência de Dados em 2017

*Por Leonardo Dias
21/06/2017 - As mudanças constantes do mercado de tecnologia exigem agilidade das empresas para se atualizarem quanto às tendências que surgem e as estratégias para absorvê-las em seus negócios. Para isso, contar com uma equipe qualificada e de alta performance se torna fator decisivo para ser mais competitiva.

Os profissionais de TI são cada vez mais valorizados, principalmente com a ascensão da Transformação Digital que traz novas demandas e desafios às companhias. Uma das áreas de conhecimento que tem ganhado destaque nos últimos anos foi o da Ciência de Dados. Segundo levantamento da consultoria Robert Half, esses profissionais têm a maior projeção de aumento salarial em 2017, 6,4%.

Você conhece as principais competências que os cientistas de dados devem ter para se dar bem no mercado de tecnologias em 2017?

Investidor-anjo aponta 4 dicas indispensáveis para quem quer investir em Fintechs

*Por Márcio Kogut
20/06/2017 - Uma pesquisa divulgada pelo Relatório Mundial sobre Bancos do Varejo, feita pela Capgemini e pela Efma, revelou que, no Brasil, três em cada quatro consumidores que possuem conta corrente já estão usando serviços oferecidos por pelo menos uma fintech. De todos esses usuários, quase 70% indicariam suas Fintechs aos familiares e amigos próximos. Em comparação aos bancos, apenas 48% indicariam uma instituição financeira a alguém.

Aproveitando o grande sucesso das Fintechs no Brasil, Marcio Kogut, que está à frente da Kogut Labs, empresa especializada em consultoria e inovação corporativa, apresenta quatro dicas para quem quer investir no segmento.

1 - Procure um modelo facilitador

O modelo de Fintech mais atraente é aquele que se propõe a ser um facilitador ao seu cliente. "É aquele sempre focado em resolver as dores e as necessidades dos usuários, principalmente a dos atuais e futuros clientes da geração 'CX - Customer Experience'. Além dessa premissa, uma Fintech para deslanchar precisa oferecer uma tecnologia verdadeiramente inovadora, ter um propósito específico para um mercado de nicho e criar uma experiência para o usuário que inspire total confiança, complementa Kogut.

2 - Entenda os diferentes modelos de negócios e o propósito de cada uma

Atualmente já foram criadas Fintechs que atuam com modelos distintos como por exemplo: abertura e gerenciamento de contas, cartão de crédito digital, empréstimo e financiamentos, pagamentos online, ativos financeiros e investimentos", Antes de investir em uma Fintech é fundamental que você conheça e estude à fundo todos os modelos já existentes para identificar algum tipo de inovação e melhoria na proposta de valor da startup que você estará disposto a arriscar e investir.

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