Os cinco maiores pesadelos do 5G

*Por Tony Regan
05/11/2018 - Em 2019, o 5G se tornará uma realidade na América Latina. Várias operadoras estão planejando lançamentos de 5G e testando ativamente o 5G agora. O 5G promete ser um divisor de águas, mas também trará muitos problemas que precisam ser resolvidos para que se cumpram suas promessas. Em uma recente entrevista sobre o tema do 5G com a Europa Móvel, Giovanni Ferigo, o CTO da TIM disse: "Meu pesadelo pessoal está em torno da segurança". Isso me fez pensar em alguns pesadelos 5G e o que está mantendo os executivos acordados durante à noite.

À medida que as CxOs se aproximam do final do ano e estão definindo suas estratégias para 2019 e além, o destino iminente de perder clientes para os provedores de OTT e a perspectivas igualmente preocupantes de redução de receita são, de longe, as suspeitas mais assustadoras para o próximo ano.

As organizações de telecomunicações estão considerando a tecnologia 5G como o Santo Graal e o catalisador para mudar essas tendências que ganham corpo diariamente. Os CTOs e CTIOs são encarregados de um grande desafio não apenas de construir o business case para 5G, mas também de garantir que eles monetizem os ativos associados de forma eficaz. Na minha visão, esses líderes precisam se perguntar "como será minha organização daqui a cinco anos e como posso monetizar minha rede?"

Pensando numa questão mais ampla, pontuei alguns principais desafios do CTIO e escrevi as cinco principais questões sobre o tema 5G a fim de gerar reflexão e discussão junto aos gestores da Indústria de Telecom, são elas:

A performance e os resultados do seu negócio são reflexos da liderança

*Por Fabrizio Tassitano
05/11/2018 - A área de compras deixou de ser um departamento apenas focado em aquisições e passou a ser muito mais estratégico até mesmo para outras tarefas além da negociação. O setor é responsável pelo relacionamento com o fornecedor e cliente final, além de todo o fluxo da compra que deve estar alinhado com os objetivos do negócio. Uma das vertentes que permitiu essa transformação foi a quarta revolução industrial. Ao trazer a ascensão das tecnologias, a revolução trouxe também oportunidades para que os setores de compras fossem otimizados.

Com a revolução 4.0, tecnologias que antes eram incompreendidas passam a ser adotadas com maior naturalidade, ainda que com certa moderação. Na área de suprimentos, por exemplo, as inovações permitem que os profissionais entendem a melhor forma de executar algumas tarefas como a comunicação com o fornecedor, a gestão de contratos e o controle de prazos.

Entretanto, a alta disponibilidade dessas tecnologias não é mais um diferencial se a área responsável não souber aproveitar os recursos da maneira correta e entender como e de forma alinhada ao objetivo do negócio. Uma pesquisa da Deloitte entrevistou executivos da área de compras que apresentaram as prioridades dos líderes das empresas e como eles enxergam seu time de compras. Desses, 51% acreditam que suas equipes atuais não têm níveis suficientes de habilidades e capacidades para cumprir sua estratégia de aquisições.

O dado chama muito atenção, pois preparar o profissional para esse novo mercado é fundamental. Ao entender como a quarta revolução industrial modificou a maneira como as tecnologias automatizam e otimizam processos, as organizações conseguem prestar mais atenção nos impactos desta nova era. Inclusive, com o que diz respeito ao recrutamento de profissionais e habilidades que devem ser mais valorizadas.

O líder de compras tem então, como novo desafio, a preparação necessária para orientar o novo profissional de compras. Tendo em mente que uma comunicação transparente e alinhada com o objetivo da empresa reflete não só na produtividade e melhor utilização das ferramentas, mas também nos custos e tempos que são reduzidos nos processos.

O uso do BIM nas obras: integração com IoT, Robótica e Realidade Virtual

*Por Marcus Granadeiro
29/10/2018 - Quando avaliamos a adoção do conceito de BIM (Building Information Modeling), ou Modelagem das Informações de Construção, percebemos que existem diversas iniciativas na área de projeto, porém poucas evoluíram para a obra. Se a dúvida é como será implantar processos de BIM em contratos de gerenciamento de obra ou quais serão as dificuldades e barreiras, assim como as novidades, podemos dizer que os ganhos serão muito significativos e fáceis de apurar, pois é na obra que está o grande volume de dinheiro e é onde ocorrem os problemas e atrasos.

A primeira aplicação que se tem em mente ao pensar no gerenciamento usando o BIM é o 4D, ou seja, o acompanhamento do modelo tridimensional associado ao cronograma. Em outras palavras, o tempo como a quarta dimensão. Para a montagem no 4D, é necessário ter os modelos das diversas disciplinas plenamente compatibilizados, ou seja, modelos com todas as interferências e conflitos já sanados, pois não faz sentido associar um planejamento a um modelo com problemas.

Em um processo tradicional não há esta capacidade de detecção de interferências de forma tão simples e rápida, assim é comum ter alguns aspectos que passam desapercebidos. O gerenciador fará seu planejamento e elas serão notadas na obra. No processo BIM, elas iam aparecer.
Este ponto, necessariamente, leva à antecipação de discussões que fatalmente iriam acontecer ao longo do gerenciamento para seu início. A fase inicial do gerenciamento ganha um protagonismo e uma capacidade de agregar muito valor ao serviço, revisando o modelo, eliminando problemas e reduzindo riscos. A equipe e o esforço a ser considerado nesta fase deve ser incrementado, agregando além do conhecimento em planejamento e aportando know-how construtivo e de produto.

No decorrer do contrato, há possibilidade de aplicação de uma série de novas tecnologias que automatizam o processo, eliminam trabalho e geram informações para aplicação no processo BIM. Algumas delas são:

Democracia brasileira está sendo atacada por recursos tecnológicos

*Por Arthur Igreja
26/10/2018 - Temos acompanhado de perto o avanço da proliferação de fake news, principalmente, com o foco nas eleições presidenciais, com destaque para o uso do aplicativo Whatsapp. O Brasil tem legislações a respeito de crimes digitais, inclusive, entrará em vigor, em 2020, a legislação referente à proteção de dados, muito em linha com o que ocorreu na Europa.

Mesmo sendo legitimada daqui a 2 anos, o Ministério Público já está muito atento fazendo investigações. Em termos de legislação digital, a brasileira é considerada uma das mais robustas. Ela está mais frágil no âmbito eleitoral, mas essa é uma questão mais voltada ao TSE, que precisa se digitalizar e entender tudo isso. A Justiça Eleitoral ainda se encontra defasada com relação ao avanço tecnológico.

Estudos da Psafe apontam que em torno de 96% das fake news eleitorais divulgadas no Brasil são compartilhadas via Whatsapp. As cabeças por trás das notícias falsas divulgam exatamente o que o povo quer ler. E isso cria o tão conhecido (e temido) efeito de massa de manobra. Estamos repetindo o mesmo que aconteceu nas eleições americanas, porém, com muito mais recursos tecnológicos.

Como se preparar para a nova era digital?

*Por Sandra Maura
25/10/2018 - Quantas vezes você olha para a tela do seu smartphone em um dia? A pesquisa Global Mobile Consumer Survey indica que esse número deve girar em torno de 100 interações prolongadas, que consomem aproximadamente duas horas e meia de sua rotina diária – e isso se você for apenas um usuário moderado. Esse é um exemplo claro de como as inovações se integram à nossa vida de um jeito mais simples do que parece.

Para as empresas, a Transformação Digital também tem acontecido de forma constante. Assim como nós incorporamos naturalmente novas formas de tecnologia, existem processos que já foram adicionados à rotina das organizações sem nenhum tipo de planejamento. Mas é bom ter em mente que nem sempre as transformações acontecem dessa maneira.

Por isso, para otimizar todo investimento de tempo, recursos e energia, o mais indicado é que as empresas se preparem para a nova era digital de forma contínua. A dica é observar com atenção os impactos e benefícios que cada novidade pode trazer para a operação e pensar em como aplicar as melhores opções de forma inteligente. Isso porque, embora seja interessante ter uma companhia aberta às inovações, é recomendável que as mudanças sempre sigam um plano ou proposta alinhado aos objetivos (e condições) da empresa.

Além de avaliar as características e oportunidades de uma potencial tecnologia antes de adotá-la, a gestão da empresa também deve analisar sua própria equipe e estrutura, entendendo que a digitalização dos processos de trabalho não se resume à implantação de uma solução de ponta. A Transformação Digital envolve outros aspectos, como a formação de uma equipe técnica capacitada para garantir a eficiência do projeto, o levantamento dos investimentos necessários e a previsão de como as mudanças irão impactar os processos operacionais.

Como a tecnologia pode influenciar o futuro do seu e-commerce

*Por Eduardo Hansel
23/10/2018 - Quando falamos de futuro pode até parecer algo distante, porém isso não se aplica quando o assunto é a tecnologia no comércio eletrônico. A internet ganhou mais força do que nunca nos últimos anos, o consumidor mudou, assim como a maneira como fazemos compras.
Cada dia mais as pessoas compram no conforto de suas próprias casas por meio de tecnologias baseadas em interação, realidade virtual (RV), inteligência artificial e machine learning. Com tanta comodidade, poucos irão optar por ir até uma loja física e o e-commerce vai ganhando espaço.

Acredito que toda essa mudança tecnológica já era esperada, mas o seu e-commerce está preparado para essas tendências? O primeiro passo é fazer uma avaliação sincera do seu website. Ele é intuitivo, de fácil navegação e tem um design atraente? Pergunto, pois a relação com os seus clientes começa na home de seu site. Otimizar não só o layout, mas também as descrições e imagens de seus produtos ajuda a aumentar a velocidade da página.

Segundo o IBGE, entre 2005 e 2015 o número de casas conectadas no Brasil teve um aumento de cerca de 446%. Ganhamos interação e rapidez nos últimos anos e, com isso, a paciência de quem compra pela internet diminuiu.

Para se ter uma ideia, dois em cada cinco internautas abandonam um site se ele demorar mais do que três segundos para carregar. É o que aponta uma pesquisa da Akamai Study, líder global em computação na nuvem que possui 150 mil servidores espalhados pelo mundo. E, além de ajudar a aumentar as taxas de conversão, geralmente a velocidade é considerada um importante sinal de rankeamento em mecanismos de pesquisa, como o Google.

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