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Três maneiras da Internet das Coisas transformar o serviço em campo

*Por Wagner Tadeu
25/03/2017 - Juntos, a Internet das Coisas (IoT) e o Big Data estão remodelando a maneira como fazemos compras, interagimos com os dispositivos e trabalhamos. Não consegue encontrar suas chaves? Isso não é mais um problema. Acabaram as toalhas de papel? Basta gritar com Alexa, e elas aparecem em sua porta.

Mas o que exatamente "Internet das Coisas" significa? O Wikipedia define IoT como a interligação de dispositivos físicos, veículos, edifícios e outros objetos eletrônicos que contêm sensores, software ou acionadores, que lhes permitam trocar dados por redes sem fio. Os dispositivos inteligentes mais notáveis ​​e populares incluem o Apple Watch, o Termostato Nest Smart e o Echo, da Amazon.

De acordo com o Gartner 6,4 bilhões de "coisas" conectadas estiveram em uso em todo o mundo em 2016 - um aumento de 30% em relação a 2015 - e chegarão a 20,8 bilhões até 2020. Os dados sobre a IoT no Brasil também impressionam. De acordo com estudo da consultoria Tendências, estima-se que a IoT gere um crescimento de produtividade de cerca de 2% ao longo da próxima década, podendo adicionar cerca de R$ 122 bilhões ao PIB brasileiro até 2025. Serão criados entre 1,9 milhão e 2,6 milhões de novos postos de trabalho diretos, indiretos ou emprego efeito/renda até 2025. Diante desse cenário, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) já trabalha na elaboração de um Plano Nacional para a Internet das Coisas (IoT). A iniciativa prevê regulamentações, políticas públicas e o posicionamento do Brasil como uma referência mundial no segmento.

A IoT está impactando fortemente os setores industriais e de consumo. No setor industrial, a IoT é aplicada frequentemente com o termo "Indústria 4.0" ou IIOT, referindo-se aos principais estágios transformacionais da economia industrial. Exemplos de IIoT variam de monitoramento de sistemas de gerenciamento de edifícios e redes de energia, até o rastreamento de produtos manufaturados à medida que são enviados. Já no setor de consumo, o CIoT (The Consumer Internet of Things) consiste em tecnologias que visam o mercado doméstico e aparelhos eletrônicos.

Segundo pesquisa do IDC, mais de oito milhões de lares norte-americanos já utilizam algum tipo de automação e controle residencial. Já uma pesquisa realizada pela consultoria GfK, revela que 57% dos brasileiros consideram que a automação residencial terá impacto em suas vidas nos próximos cinco anos.

Quer garantir a sustentabilidade do seu negócio? Invista na experiência do seu cliente

Empresas que criam experiências excepcionais podem diferenciar-se de seus concorrentes.

*Por Patrícia Martins
24/03/2017 - O que os clientes querem? Quais são suas demandas? Os executivos mais experientes estão fazendo estas perguntas com mais frequência do que nunca, e com razão. Empresas líderes entendem que o importante no negócio é a experiência do cliente, e elas também entendem que o "por que" e "como" uma organização oferece seus produtos ou serviços, já são mais importantes do que "o que" ela oferece.

Num mundo em transformação, com o avanço de tecnologias como machine learning e inteligência artificial as oportunidades para atender os interesses dos clientes aumentam. E isso é fundamental para garantir a sustentabilidade de seu negócio e fugir da comoditização de produtos e serviços.

Segundo o Gartner, 37% dos CEOs acreditam que a experiência do cliente é o principal investimento tecnológico necessário para melhorar os negócios e superar a concorrência. Isso irá gerar uma interação diferenciada entre cliente e empresa, gerando fidelidade a marca.

Indico aqui três estratégias que irão garantir uma melhor experiência de usuário:

IoT - Internet das Coisas. E o Brasil?

Mais estímulo, mais monitoramento, mais inovação, menos regulamentação

*Por Francisco Camargo
25/03/2017 - Em 1996, mais de 20 anos atrás, o presidente dos EUA na época, Bill Clinton, editou o Administration’s Telecommunications Act of 1996, organizando a confusão inicial e lançando as diretivas que permitiram entrarmos na era da Internet. Essa regulamentação acreditava que as forças de mercado e a inovação tecnológica eram os motores da moderna internet. Foi um incrível ato de maturidade política, mesmo nos EUA. Seus autores sabiam que alguma coisa impressionante estava para acontecer e o governo prestaria um grande serviço, ficando quieto, deixando a inovação e o investimento privado florescerem.

Ninguém previu o alcance, as mudanças econômicas, sociais e culturais que se seguiriam nesses 20 anos, desde o advento das lojas virtuais, o fim dos jornais e revistas, a entrada na era da economia compartilhada, os smartphones, o fim das grandes bibliotecas dos escritórios de advocacia, e muito mais.

A nova internet

Uma nova internet está aparecendo no horizonte. O espectro da Internet das Coisas assombra o mundo. Como todo processo exponencial, ninguém é capaz de prever o que vai realmente acontecer. O IDC prevê um crescimento de 17,5% ao ano. A IHS estima que o mercado de IoT crescerá de 15,4 bilhões de dispositivos conectados em 2015 para 75,4 bilhões em 2025.

Como há 20 anos, alguma coisa impressionante está novamente acontecendo.

Em 2010, nascia a Nest Labs com a ideia de um termostato inteligente, conectado à Internet para manter as casas europeias aquecidas no inverno, com o menor consumo de energia. Evoluiu para câmeras conectadas, impressoras conectadas e, de repente, temos 17,5 bilhões de dispositivos conectados hoje em dia.

As “coisas” conectadas seguem a se multiplicar e enriquecer nossas vidas: eletrodomésticos, dispositivos médicos, automóveis inteligentes, lâmpadas inteligentes, dispositivos vestíveis e todo tipo de equipamento industrial já estão se conectando e apresentando um estimulante cenário para a inovação, para os negócios, para o poder público, gerando novos benefícios para a sociedade.

Transforme seus empregados em donos

*Por Javier Kreiner
23/03/2017 - Faça de seus colaboradores donos de sua empresa. É isso mesmo! Você não leu errado e pode ficar despreocupado, você não está lendo nenhuma propaganda de algum sindicato qualquer. Alguns dos maiores líderes de empresa do Brasil seguem esse raciocínio, um exemplo é Jorge Paulo Lemann, que tem como pilares de suas empresas sempre dar espaço para as pessoas boas e comprometidas, permitindo assim que elas construam e cresçam dentro da organização. Um dos maiores sócios dele, o carioca Marcel Telles, começou trabalhando para Lemann, no Banco Garantia, como office boy, a posição mais júnior das empresas. Ele se destacou, contribuiu e subiu nos cargos. Anos depois ele acabou virando sócio do banco e um dos homens mais ricos do Brasil. Ele se transformou em dono.

Estabelecer os incentivos corretos é fundamental para o sucesso de uma companhia. Isso ajuda a separar as empresas que fazem sucesso daquelas que veem o seu valor estagnar ou mesmo cair. Um dos fatores determinantes é o engajamento da força de trabalho. Um estudo da Aon Hewitt que analisou 6,7 milhões de colaboradores e 2.900 organizações no mundo inteiro identificou que as corporações que apresentavam, no período analisado, alto grau de engajamento, tiveram um retorno 22% superior à média do mercado, enquanto aquelas nas que o engajamento era baixo performaram 28% abaixo da média. Não há dúvidas, então, que estamos na presença de um efeito fundamental.

Dashboards, Modelos e um pouco de lama

*Por Murray Grigo-McMahon
22/03/2017 - Quando se trata de extrair o máximo dos dados, as vezes precisamos estar dispostos a nos sujar um pouco

Recentemente descobri o Mission Control (em tradução livre, Controle da Missão): a história de Urban Dashboard (em tradução livre, Dashboard Urbano), por Shannon Mattern. É um artigo fascinante sobre o uso e as limitações de dados e dashboards no contexto de planejamento e gestão urbanas. Agora, antes que eu ouça um "que sacrilégio!", vamos dar uma olhada no que está por trás da ideia do dashboard.

O termo “dashboard” originou-se do nome dado a barreira protetora em frente à uma carruagem puxada por cavalos, que evita que o cavaleiro fique coberto por lama e sujeira. Quando este equipamento foi adaptado para os automóveis, sua função era proteger o motorista do motor (e da saída mecânica). Um dashboard moderno de dados, hoje, nos protege da bagunça de dados.

Funciona como uma maneira de lidar com os sinais, barulho e o excesso de informação. Nos ajuda a focar nos dados que realmente importam. Como destaca Mattern, vários sistemas complexos, como as cidades, simplesmente não podem ser reduzidos a apenas alguns KPI’s, não importa o quanto gostaríamos que fosse este o caso. Ultimamente o dashboard restringe nossa visão ao limitar os dados visualizados (para continuar a metáfora da carruagem). Isso pode ser útil em alguns momentos, mas também pode causar uma espécie de “túnel” para nossa visão, limitar o que é analisado.

Ultimamente, tenho pensado muito sobre esta questão da limitação, especialmente em relação a automação de processos e modelos computacionais. Tenho feito experiências com algumas APIs e seu uso para visualizar e descrever o conteúdo de imagens. É inacreditável o que podemos alcançar, mesmo com as APIs publicamente disponíveis. É especialmente impressionante em comparação a quatro ou cinco anos atrás, quando falávamos pela primeira vez sobre análises naturais e as vantagens de utilizar habilidades humanas para o processamento de informações visuais.

Varejo Móvel: 7 Dicas para transformá-lo no centro da sua estratégia

*Por Rohit Gupta
21/03/2017 - Com o início do ano ainda recente, temos a chance de fazer novas e ousadas previsões, além de também projetar novas soluções. 2017 será o ano em que os clientes poderão finalmente ser ‘mobile-only’. E vale lembrar que nos últimos três anos, ouvimos falar muito de 'mobile-first'. O celular estará no centro de qualquer nova organização iniciada em 2017. Mas e aquelas organizações já estabelecidas? A previsão otimista é que esse ano eles serão móveis tanto para seus clientes como para suas operações de varejo.

Para os consumidores está evidente que o comércio móvel é o canal que mais cresceu, tendo em vista que 31% de todo o varejo online em 2016 era móvel. E as previsões indicam que chegará a 50% em 2017 caso os varejistas resolvam alguns impasses do caminho para a compra, ao mesmo tempo em que se torna hiper personalizado.

Pensando nisso, elencamos alguns itens indispensáveis que transformarão o mobile no centro da sua estratégia varejista:

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