Soluções em cloud são para todos: bem-vinda telefonia em nuvem!

*Por Silnei Kravaski
27/06/2019 - É fato incontestável que as altas tecnologias de comunicação nas empresas, hoje, deixaram de ser um privilégio apenas das grandes corporações. Percebe-se uma tendência, cada vez mais, dos tomadores de decisão adotarem soluções de telefonia em nuvem, por exemplo, para fazer reuniões, treinamentos, aumentar a segurança e também melhorar a experiência do usuário.

A comunicação em nuvem, que inclui por exemplo as soluções de videoconferência, traz soluções de áudio e vídeo que estão muito mais acessíveis ao cliente pelo uso da cloud. Por exemplo, os treinamentos à distância, reuniões entre filiais, gravações de cursos – tudo isso já é possível e viável graças aos atuais recursos tecnológicos que melhoraram a experiência do cliente. Hoje, imagem e som de alta qualidade permitem um engajamento maior das equipes.

Um dos maiores benefícios proporcionados pelo uso da videoconferência é poder atingir um maior número de pessoas dentro da organização. Imagine um ambiente de negócios onde os executivos não precisem mais ficar restritos ao ambiente do escritório? Estes profissionais podem utilizar recursos de vídeo e som, mobilidade, e expandir sua atuação entre mais pessoas e em outros mercados.

Os recursos das videochamadas permitem uma experiência quase presencial: é possível estar numa videoconferência com a sensação de estar frente a frente com o cliente, numa mesma sala de reunião!

O tempo e os custos em deslocamentos de carro ou de avião são cruciais nas companhias. Por exemplo, em uma viagem entre São Paulo e Rio de Janeiro, gasta- se para ir ao aeroporto pelo menos duas horas para ir e outras duas para voltar, mais o tempo de deslocamento de carro até o cliente e na espera em salas de aeroporto, para um mínimo de apenas 40 minutos de uma reunião! Veja que esta conta nem sempre fecha.

A complexa relação entre a matriz tributária e o setor de TI

abes_manoel_santos.jpg*Por Dr. Manoel Antônio dos Santos
04/06/2019 - Numa tarde dessas, na sede da ABES – entidade representativa do setor de software e serviços complementares –, enquanto conversávamos sobre amenidades e saboreávamos um café com bolo, ouvi uma frase sintomática de um empresário do setor de TI que estava entre nós: "Manoel, estou impressionado! Todos os meus amigos do setor de TI estão 'enrolados' e com patrimônio pessoal em risco, por conta de conflitos tributários envolvendo suas empresas!", disse o empresário.

No entanto, esses conflitos não são um privilégio do nosso setor. O setor químico-farmacêutico, a agroindústria, o mercado financeiro, as mineradoras, todos têm os seus fantasmas tributários para administrar. Um ambiente desse tipo é terreno fértil para os escritórios de advocacia e para as Big Four, nomenclatura utilizada para se referir às quatro maiores empresas contábeis especializadas em auditoria e consultoria do mundo (EY, PwC, Deloitte e KPMG).

Presto consultoria jurídica para outra empresa distribuidora de software, fundada há mais de trinta anos, que não possui atraso algum no recolhimento de tributos e contribuições previdenciárias. O lucro apurado em 2018 foi superior a 60% do patrimônio líquido. A pedidos de um investidor interessado em adquiri-la, a empresa acaba de passar por um processo de due diligence, serviço confiado à uma dessas companhias de auditoria e consulto ria que atuam no mundo todo.

Foi desesperador o quadro apresentado no relatório final do Tax Audit e os montantes dos riscos estimados ali apontados pela empresa contábil. De acordo com a auditoria, se confirmado o risco tributário estimado, o investidor iria consumir o lucro anual de 13 anos para se recuperar das perdas. É provável que os auditores tenham superestimado os riscos encontrados. No entanto, é fato que o relatório da empresa de auditoria continha erros inadmissíveis para esse tipo de trabalho.

Essas falhas devem ser creditadas principalmente às dificuldades de compreender a complexidade da matriz tributária suportada pelo setor de TI. Mesmo as empresas especializadas em auditoria e consultoria contábil/fiscal não conhecem com detalhes as modalidades, bases de cálculo e forma de apuração dos tributos pagos sobre as receitas dessas empresas.

Para mitigar esses riscos (e os custos deles resultantes) os empresários, particularmente aqueles do setor de TI, canalizaram sua esperança numa possível reforma Tributária e, finalmente, o Congresso Nacional tem se movimentado nessa direção.

Como o Setor Público pode acompanhar a Transformação Digital

*Por Alex Vieira
29/04/2019 - O avanço da chamada Era Digital tem feito com que empresas de todos os portes e segmentos precisem lidar com uma constante busca por inovação, em busca de melhores resultados e maior competitividade. No caso do setor Público, as oportunidades são semelhantes. Estima-se que a aplicação efetiva de novas tecnologias renderia ao Governo Federal uma economia de 97% no total dos gastos com atendimento e serviços públicos, podendo ajudar na expansão do PIB brasileiro em pelo menos 5,7%. Por outro lado, o fato é que colocar esse cenário em prática está longe de ter os mesmos desafios de se aplicar a transformação digital em uma companhia privada.

Afinal de contas, é preciso ter a percepção que as mudanças no Governo envolvem uma estrutura enorme e complexa, recheada de departamentos que até hoje usam processos e sistemas arcaicos e totalmente incompatíveis com algumas tecnologias já comuns no mercado corporativo global.

Por isso, apesar dos avanços das atividades públicas ao longo dos últimos anos, a verdade é que há muito a ser percorrido do ponto de vista de tecnologia para o ajuste completo e adequado das ofertas públicas. De acordo com o Censo de Serviços Públicos da Administração Pública Federal, apenas 38% dos mais de 1,7 mil serviços públicos federais eram digitais em 2017. Apesar das ofertas disponíveis no mercado, existe uma carência de sistemas avançados no governo, faltando soluções que ajudem a gestão pública a ter mais eficiência e menores custos.

Para acelerar a implementação dessas mudanças, o Governo Federal vem lançando iniciativas para modernizar estruturas e processos dentro da iniciativa pública, como por exemplo, a Estratégia Brasileira para a Transformação Digital (E-Digital). Investir em inovação e recursos alinhados com as demandas globais é imprescindível para diminuir a diferença entre o nível de tecnologia adotado nas empresas privadas, se compararmos com a estrutura dos órgãos governamentais.

O desafio da transformação de softwares para adoção de nuvem

*Por Lauro de Lauro
22/04/2019 - O grande desafio para as empresas de software, fundadas em décadas passadas, é conviver com seus extensos códigos, processos e metodologias não adaptadas para lidar com o aumento da velocidade, variedade e volume que os consumidores digitais estão exigindo. Os consumidores digitais estão exigindo dos seus softwares de uso corporativo experiências similares ao do uso de aplicativos móveis integrados a ecossistemas em forma de marketplace. Software como serviço (SaaS) é o que o consumidor deseja.

Com a evolução e consagração da computação em nuvem, diversos problemas enfrentados nos desenvolvimentos tradicionais agora são facilmente solucionados e de maneira bastante acessível pelas startups. E as aplicações escritas na década passada?
Reescrever uma aplicação com centenas de milhares de linhas não é uma tarefa fácil!

Muitos líderes responsáveis pela transformação de seus negócios de software estão seguindo tipicamente três caminhos distintos:

a) Uma jornada radical de rearquitetura e recodificação do seu software;

b) Uma evolução gradual ou

c) Estão aguardando uma solução mágica.

Uma jornada radical de rearquitetura e recodificação de um software é um desafio que poucos conseguem ultrapassar.

Contrainteligência: como usá-la na prevenção de fraudes no E-commerce

*Por Thiago Bordini
22/04/2019 - Os ataques cibernéticos e fraudes ao E-commerce são uma batalha constante para as empresas que mantém seus negócios online. Os dados são alarmantes. O número total de ataques cibernéticos praticamente dobrou no Brasil em 2018, numa escala que não para de crescer. A projeção é de que um em cada três brasileiros podem ter sido vítimas de cibercriminosos no ano passado. Apesar de um ambiente com zero investidas criminosas ser impossível de alcançar, justamente porque não existem mecanismos capazes de bloquear 100% das fraudes, é possível analisar, prevenir e utilizar ferramentas de inteligência cibernética para diminuir os riscos, atenuar o número de ataques e proteger o patrimônio, a marca e os clientes das empresas no mercado.

É preciso apostar em novos modelos de tecnologia integrada para prevenção. Soluções que promovam o monitoramento de todos os ambientes de ponta a ponta e que atuem de forma proativa no rastreamento de toda ou qualquer possibilidade de fraude. A contrainteligência entra como a melhor estratégia de investigação. Comparada à investigação tradicional, a iniciativa pode ser usada no processo de entender onde e como ocorrem as falhas, além de traçar um perfil e mostrar o comportamento dos atacantes, desde métodos mais utilizados, períodos de atuação, alvos preferidos etc. A contrainteligência pode ser definida, então, como o conjunto de tomada de decisões especializadas para obtenção de dados para análise com intuito de produzir conhecimento e tornar mais ágil as ações de contra-ataque no ramo dos negócios.

Golpe do SMS: criminosos enviam boletos falsos por mensagem. Saiba como se proteger das fraudes

*Por Bruno Ducatti
17/04/2019 - Vítimas relatam que as cobranças fakes mais comuns são de serviços de telefonia e tevê a cabo. Verificar o remetente e não clicar em links suspeitos estão entre as orientações de especialista em tecnologia mobile.

Dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) mostram que cerca de 3,7 bilhões de boletos bancários de venda de produtos ou serviços são pagos anualmente. A facilidade de pagar contas por meio de aplicativos no celular conquistou brasileiros há poucos anos. Há quem não mais compareça fisicamente ao banco, já que pode realizar quase todos os serviços bancários em um toque, com o aparelho celular na palma da mão. Acontece que, com um novo golpe, cibercriminosos aproveitam o cenário para aplicar fraudes.

Na internet, por meio de um site de reclamações, centenas de vítimas relatam o recebimento de boletos falsos por sms. Os títulos de pagamento costumam vir em nome de empresas prestadoras de serviço, principalmente do segmento de telefonia e tevê a cabo.

Foi o que aconteceu com Renato Torres, estudante de direito. Ele recebeu uma cobrança exorbitante com um código de barras digitado, via sms. "Chamou a atenção o valor elevado. Eu já fui cliente NET e teria que ter aos menos uns 7 contratos para pagar tanto assim em uma mensalidade. Sem contar que a mensagem está muito mal escrita", contou Renato, que mora em Recife.

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