Satya Nadella, CEO global da Microsoft

nadella.jpg04/02/2014 - A Microsoft anunciou nesta manhã a escolha de Satya Nadella novo CEO global da companhia, após indicação do conselho de administração da empresa. Ele assumirá o cargo de executivo-chefe da Microsoft e também terá um lugar como diretor do conselho.

Satya está na Microsoft há 22 anos e recentemente supervisionou a divisão de Cloud e Enterprise, uma das áreas de negócio mais rentáveis e com maior ritmo de expansão na companhia.

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Apple planeja app para fitness, o Healthbook

Health-Care.jpg03/02/2014 - Há um número crescente de sinais de que a Apple está desenvolvendo um dispositivo vestível, talvez o iWatch, que incidirá sobre saúde e fitness.

O site 9to5Mac informou que a empresa planeja incluir no sistema operacional iOS 8 um aplicativo chamado "Healthbook." O software será capaz de monitorar e armazenar estatísticas de fitness, tais como dados dos passos, calorias queimadas e quilômetros percorridos. O aplicativo terá também a capacidade de gerenciar e controlar a perda de peso.


O "Healthbook" terá sensores capazes de monitorar e armazenar informações, tais como as calorias queimadas, pressão arterial, níveis de hidratação e dados relacionados com o sangue, como níveis de glicose.

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Globo levará robô controlado por rádio na Campus Party

campus_party_globo.jpg28/01/2014 - Entre os dias 27 de janeiro e 02 de fevereiro, o Globo Universidade tem um encontro marcado com a galera antenada que estará presente na sétima edição da Campus Party, em São Paulo. O foco são os jovens empreendedores, geeks, gamers, cientistas e criativos que acompanham e desenvolvem atividades sobre inovação, cultura, entretenimento digital e ciência.

Um drone (espécie de robô controlado por rádio, admirado por sua tecnologia versátil utilizada em ações militares, resgates ou no uso profissional de fotógrafos) sobrevoará a Campus Party em uma ação para distribuição de kits de sobrevivência entre os campuseiros – entregues pelo próprio robô por meio de um paraquedas. O robô também vai selecionar dois jovens para uma apresentação do programa Navegador, da GloboNews, que acontece no palco principal do evento no dia 30 de janeiro. Lá, a partir das 17h, eles poderão participar das discussões sobre tecnologia e startups, e dividir as atenções do público com o apresentador Alê Youssef, com a fundadora do aplicativo Tysdo, Roberta Vasconcellos, o físico e especialista em antimatéria, Claudio Lenz César, e o produtor cultural e diretor do documentário Funk Ostentação, Renato Barreiros.


A GloboNews, também convidará os jovens apaixonados por tecnologia, internet e entretenimento eletrônico a tornarem-se repórteres da emissora durante a cobertura do evento, através das redes sociais. A intenção é que transmitam a sua experiência na Campus Party para todos os que não conseguiram garantir sua vaga no evento. O melhor vídeo será rodado durante o programa Navegador e receberá um prêmio surpresa.

Sobre o programa Navegador:

Lançado em novembro de 2013 pela GloboNews, o programa Navegador aborda a inovação e tem como proposta discutir, semanalmente, assuntos relacionados à política, à cultura, à tecnologia e ao comportamento, e suas consequências práticas na vida das pessoas.

A apresentação será transmitida ao vivo pelo site da GloboNews – www.g1.com.br/globonews
Outras informações: http://www.campus-party.com.br

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RioBotz, equipe de robótica, participa da Campus Party

riobotz_pucrio_robo.jpg28/01/2014 - De 28 de janeiro a 1º de fevereiro, a RioBotz/PUC-Rio estará na Campus Party, onde vai participar da competição Submarino URC - Ultimate Robot Combat, promovida pelo site de vendas Submarino.

A disputa acontecerá numa arena blindada, que receberá outros sete times de competidores brasileiros para o torneio. Um deles, inclusive, é comandado por um ex-aluno da PUC-Rio, que fez parte da RioBotz. Já formado, enalteceu o aprendizado adquirido, dando início a uma outra equipe de robótica, confirmando sua paixão pelo estudo dos robôs, mesmo sem frequentar mais as salas de aula.

Como os robôs devem ter até 55kg, a RioBotz vai levar seus campeões Touro (medalha de ouro na RoboGames 2013) e Maloney (medalha de bronze na Winter Challenge 2012). Os vencedores ganharão uma viagem ao Vale do Silício, na California, nos EUA. Se os robôs da RioBotz se saírem bem, em quatro lutas decidirão o título. "Estamos confiantes. Nossos robôs são extremamente competitivos e temos 11 anos de experiência em luta de robôs", declara Marco Antonio Meggiolaro, coordenador da RioBotz e professor do Departamento de Engenharia Mecânica do Centro Técnico Científico da PUC-Rio.

Sobre a RioBotz/PUC-Rio - A RioBotz/PUC-Rio foi formada em janeiro de 2003 com o objetivo de projetar e construir robôs de competição.
A equipe atualmente é composta, em sua maioria, por alunos das Engenharias de Controle e Automação, Mecânica e Elétrica. Segundo Meggiolaro participar de uma competição deste porte é um estímulo para os estudantes. "A Robótica é uma ciência multidisciplinar que fornece bases para a aplicação de diversas engenharias, dentre elas a Elétrica, Mecânica e de Computação. O aluno aprende um pouco sobre todas essas áreas e, principalmente, como integrá-las. No mercado atual, dificilmente se encontra um produto de alta tecnologia puramente mecânico ou elétrico: todas essas engenharias são importantes para a geração de um produto competitivo".

Os integrantes da RioBotz têm a possibilidade de adquirir conhecimentos em áreas como mecânica, eletrônica, computação, publicidade, marketing, design e captação de recursos, além de utilizar na prática os conhecimentos obtidos em sala de aula.

Embora seu foco seja a construção de robôs de combate, as tecnologias envolvidas podem ser aplicadas em diferentes setores como a indústria de energia, petróleo e médica.

Legenda: Robô do projeto RioBotz da PucRio
Foto: Lécio Augusto Ramos

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Cultura da inovação baseada em experimentos

tim.jpgPor Tim Kastelle
27/01/2014 - Quando você estava aprendendo a andar de bicicleta, você usou alguma teoria para conseguir se equilibrar, saltar e começar a andar com perfeição? Não. Você começou devagar, caiu algumas vezes até conseguir ter a segurança necessária para começar a pedalar e conseguir finalmente vencer o desafio através de tentativas e erros.

Quando Thomas Edison inventou a sua versão da lâmpada (a 24ª a ser patenteada!) ele descobriu que o tungstênio era o melhor produto para usar como um filamento através da lógica? Não. Ele provavelmente encontrou 9.999 coisas que não funcionavam, antes de concluir que a melhor solução era utilizar o tungstênio - por meio de tentativas e erros.

Quando Caterina Fake e Stewart Butterfield lançaram o Flickr, eles conheciam o modelo de negócio perfeito antes de lançar o site? Não. Eles começaram a desenvolver um jogo online chamado "Game Neverending", obtendo um sucesso relativo, mas não o suficiente para manter a empresa em funcionamento. Assim, a equipe construiu um site em torno de um protocolo de compartilhamento de fotos que eles desenvolveram para o jogo, que se tornou o Flickr. Foi o desenvolvimento do modelo de negócios por meio de tentativa e erro.

Experimentar é uma habilidade crítica da inovação. Se nenhum de nós pensa duas vezes antes de aprender a andar de bicicleta por meio de tentativa e erro, então por que é tão raro no mundo dos negócios?

Há duas razões principais. Uma delas é a aversão ao risco. Em um ambiente de trabalho, as pessoas não gostam de cometer erros, porque não querem parecer tolos, quando as coisas não funcionam como o esperado. A segunda razão é que a nossa cultura organizacional muitas vezes, não é passível de experimentação. Em organizações maiores, estamos muitas vezes tentando melhorar a eficiência.

Fazer isso significa que devemos reduzir a variação. Mas a inovação e experimentação aumentam variação. Há uma tensão entre eficiência e inovação.

Mas os benefícios da experimentação superam esses problemas. O principal problema que envolve experimentar é o fato de ser quase impossível saber com antecedência quais idéias irão funcionar e quais não. Devemos experimentar, em vez de adivinhar quais as idéias vão ser eficientes. Isso nos ajuda a obter melhores tomadas de decisões com base em dados.

É raro encontrar um CEO que não planeje que a sua organização seja mais inovadora - mas poucos têm planos concretos para avançar nessa direção.

Experimentação pode ajudar

girls_learn_to_ride_bike.jpgSe construirmos uma cultura de experimentação, as pessoas vão ficar mais confortáveis para examinar e testar suas hipóteses. Esta é uma ótima maneira de construir as habilidades que você precisa para inovar e também é útil para encontrar a melhor maneira de fazer com que novas idéias se concretizem.
Aqui está um método que qualquer um pode aplicar:

1. Idéia: pense o que você poderia fazer se você pudesse interferir num orçamento, que critérios você usaria para fazer alguma mudança na sua empresa? Se você não dispõe de nenhum orçamento, quais são as etapas do seu trabalho que você controla?

2. Construção: Faça uma lista de 10 coisas que você pode fazer dentro do escopo atual de seu trabalhom que podem tornar as coisas melhores para as pessoas com quem você interage - clientes, colegas de trabalho, chefes, etc.

3. Protótipo: realize essas coisas

4. Medida: descubra quais medidas foram mais produtivas, e refaça

5. Dados: descubra quais não deram certo, por que, e então esqueca. Reforçe as medidas que foram produtivas.

6. Aprenda: aplique o que você aprendeu para o próximo conjunto de idéias.
Se você é um gerente, incentive a sua equipe a fazer isso também. Conforme as pessoas se desenvolvem, as coisas começam a melhorar. E você vai começar a construir uma cultura de experimentação. É um pouco como aprender a andar de bicicleta.

A versão original deste artigo pode ser vista em inglês neste link: http://timkastelle.org/blog/2013/11/use-experiments-build-innovation-culture/
Sobre Tim Kastelle - estudante e professor de inovação - University of Queensland Business School - links para artigos acadêmicos, twitter, e assim por diante podem ser encontrados neste link: http://timkastelle.org

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Tecnologia da SAP ajudará a indústria da moda

moda_sap.jpg22/01/2014 - Clientes da SAP, as grifes Adidas e Tommy Hilfiger e a fabricante de óculos Luxottica trabalham em parceria com a empresa, que oferecerá uma solução de análise de grandes volumes de dados em tempo real específica para o complexo setor da moda. O anúncio foi feito na 103ª edição da NRF Annual Convention and EXPO, realizada de 12 a 15 de janeiro na cidade de Nova York (EUA).

O negócio do setor da moda é muito complexo, exigindo respostas rápidas às tendências de consumo em curtos espaços de tempo. Atacadistas e fabricantes que possuem lojas de varejo e canais na Web D2C (Direct-to-Consumer) às vezes mantêm estoques em silos não integrados, gerando problemas na tomada de decisões relacionadas aos estoques e distribuição. Outra barreira é que os novos produtos, seguindo as últimas tendências da moda, podem não ser levados ao mercado de forma suficientemente rápida.
"Uma solução baseada em Big Data pode dar às empresas do mundo da moda uma visão unificada dos estoques. E, com o poder da tecnologia de computação em memória, grandes volumes de dados podem ser analisados rapidamente para dar uma visão precisa dos produtos. Isso pode economizar tempo e dinheiro empregados nas operações", explica Elia Chatah, especialista de soluções para o setor de varejo da SAP Brasil.

A colaboração da SAP tem como objetivo permitir que os varejistas gerenciem os processos de negócios em um único cenário de Big Data para proporcionar maior eficiência e mais agilidade, otimizando o tempo para o lançamento de produtos e o controle de estoque. "Como resultado dessa colaboração, queremos levar os processos de fabricação e das operações de empresas de comércio atacadista e varejista do setor da moda para um sistema que usa o pacote de soluções SAP para o segmento de varejo baseado em Big Data rodando na plataforma SAP HANA. Isso, na prática permite a análise de enormes volumes de dados em tempo real", afirma a vice-presidente sênior da unidade de varejo da SAP, Lori Mitchell-Keller.

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