Tecnologia que une Tradição e Inovação

lenovo_ricardo_bloj.jpg*Por Ricardo Bloj
31/10/2017 - No universo de tecnologia, 25 anos são uma eternidade. Afinal, trata-se de um mercado tão dinâmico que em questão de meses pode se transformar e tornar obsoleto o que antes era essencial. Completando um quarto de século neste ano, a linha ThinkPad se manteve consistente como uma das mais tradicionais do setor, ao mesmo passo que segue na vanguarda da indústria.

As pessoas, os consumidores, reconhecem de longe o formato inspirado na caixa bentô japonesa, o trackpoint vermelho e o logo característico. São dezenas de testes de resistência que garantem a robustez da marca, seja contra temperaturas extremas, poeira ou até mesmo impactos, e somos reconhecidos por isso. Esse valor, o da tradição, é um dos mais difíceis de conquistar neste mercado. Mas foi exatamente isso que os notebooks ThinkPad fizeram.

O marco de aniversário também é impressionante pois a linha sempre manteve sua essência ao inovar. Seu design premiado já criou um ventilador com hastes inspiradas na asa de uma coruja, para ruído mínimo como o da ave; um teclado “borboleta” que se adaptava à realidade das pequenas telas dos anos 90, tão incrível que hoje está exposto no acervo do MoMA, em Nova Iorque; e inúmeras outras criações que ditaram tendências na indústria.

Assim como as escuderias de Fórmula 1, que desenvolvem tecnologia de ponta para seus carros para então aplicar as melhorias em escala, o ThinkPad sempre teve seu foco no público corporativo, e suas inovações muitas vezes determinaram os próximos passos para o consumidor final. Em sua trajetória, a marca inaugurou muitos “primeiros”: o primeiro modelo com CD-ROM, com conectividade sem fio e com biometria, por exemplo; hoje, essas são funções comuns para os usuários.

Pessoalmente, é um orgulho ter participado dessa história desde o começo. No Brasil, atuei como gerente de qualidade quando os primeiros notebooks foram fabricados em Hortolândia, no interior de São Paulo. A partir daí, os ThinkPads nunca deixaram de ser objeto de desejo de grandes executivos e empresas em geral. A marca trouxe o sonho da computação móvel para a realidade, impactando inúmeras indústrias por conta das possibilidades abertas com a mobilidade.

Hoje, como presidente e líder da marca no país, é animador saber que esta história está apenas começando. O primeiro ThinkPad foi criado para atender as necessidades dos usuários e, por isso, o futuro ainda reserva muito para nós. A tradução desse lema pode vir em fibra de carbono, que deixa o dispositivo mais leve e resistente, em formatos híbridos que permitem flexibilidade de uso ou até mesmo em novas ferramentas de segurança.

Seja como for, enquanto houver novas demandas, nós traremos as soluções.

*Ricardo Bloj é presidente da Lenovo Brasil

 

Comentário (0) Hits: 198

Quer aumentar a resiliência do seu serviço?

hector_silva_ciena.jpg*Por Hector Silva
31/10/2017 - A rede de telecomunicações é essencial para o ambiente de negócios de hoje. Para garantir sua competitividade global, é importante que as empresas estejam sempre disponíveis. Elas precisam responder às demandas dos clientes, conduzir negócios e transferir informações instantaneamente. Portanto, a rede que possibilita essas conexões deve ser continuamente atualizada com as últimas tecnologias, como NFV e SDN. Aos poucos, essas tecnologias vêm ganhando força na América Latina, especialmente em casos que apresentam resultados palpáveis em pouco tempo. Podemos citar como exemplo, quadros de automação baseada em analytics que fornece uma visão profunda da rede e tem a capacidade de transformar processos operacionais, incluindo a infraestrutura física existente do operador.

Big Data e Advanced Analytics: prevendo a saúde da rede

O termo advanced analytics refere-se a técnicas sofisticadas e modernas que revelam padrões de dados ou conteúdo significativos e que ajudam as organizações a tomar decisões inteligentes para atender metas específicas de negócios ou operações. A principal fonte dessas informações valiosas é a própria rede, com um tráfego constante de inúmeros bytes. Nesse caso, os dados podem vir de várias fontes, incluindo telemetria, elementos físicos e virtuais de rede, OSS (incluindo informações de clientes e acompanhamento de chamados), aplicativos de gerenciamento de domínio e várias outras.

Por conta dos grandes volumes de dados a serem tratados, a efetividade de uma solução de analytics está em sua habilidade de processar esses dados na velocidade necessária, além de assimilá-los e classificá-los de forma significativa. O reconhecimento de padrões e a classificação e agrupamento de dados são feitos por meio de machine learning, uma técnica implantada como algoritimo. Em comparação com o processo tradicional, que envolve a coleta manual de dados (geralmente armazenados em planilhas) e a análise que exige uma quantidade considerável de tempo e esforço humano, as técnicas de machine learning têm como base a energia computacional, já bastante acessível e que pode ser implantada em larga escala.

Basicamente, os métodos de big data analytics podem ser classificados em três categorias:

- Descritivo: interpreta dados históricos a fim de determinar "o que aconteceu";
- Previsível: encontra resultados que preveem "o que pode acontecer" no futuro com base em padrões históricos, às vezes combinados a dados externos;
- Prescritivo: prevê diferentes resultados para um cenário com base nas ações tomadas. A ideia é mostrar como um conjunto diferente de ações irá afetar a situação e indicar ao usuário a melhor opção possível.

Para o operador de rede, uma solução eficiente de analytics deve incluir algoritmos e técnicas avançadas e aplicar machine learning permitindo que aplicativos de analytics abordem uma ampla gama de iniciativas comerciais e operacionais. Alguns exemplos da aplicação de analytics incluem garantia de rede ou de serviço, segurança de rede, além de gestão de tráfego e planejamento de capacidade.

Exemplo de uso de Advanced Analytics: planejamento de capacidade

Outro caso de uso cada vez mais importante e atraente na América Latina é a aplicação de big data analytics para entender a utilização atual da capacidade de uma rede e prever gargalos potenciais com base em padrões e tendências de tráfego, permitindo que os operadores façam um planejamento melhor e mais proativo dos upgrades de capacidade. Além disso, em caso de erro, esse tipo de aplicação pode ajudá-los a entender em tempo real quais são os pontos mais fracos e sensíveis de suas redes.

No mais, a combinação de hardware programável com aplicações de software avançadas permite aos operadores medir seus sistemas óticos e de fibras em tempo real a fim de antecipar e tomar decisões inteligentes para superar limitações físicas como, por exemplo, em casos de fibra degradada.

Em conjunto, esses casos nos mostram como os operadores podem garantir a saúde de suas redes por meio da análise preditiva e machine learning, assegurando o melhor desempenho e tornando-as mais capazes de atender o acordo de nível de serviço – ANS/SLA.

À medida que as redes se tornam mais complexas e dinâmicas, os operadores não devem apenas preparar seus sistemas para o crescimento, mas ajustá-los em tempo real para atender a demandas de tráfego repentinas e muitas vezes imprevisíveis. O tempo em que a análise de redes óticas era feita por meio de planilhas – uma abordagem para gerenciar recursos e serviços de rede estática, que demanda muita mão-de-obra e propensa a erros – já ficou para trás e modelos cada vez mais analíticos e automatizados, capazes de identificar tendências e abordar problemas potenciais antes que ocorram são uma nova realidade. Os recursos de advanced software analytics terão um papel central ao permitir aos operadores uma atuação eficiente em quase todos os aspectos de suas operações comerciais, ao mesmo tempo em que aperfeiçoam as experiências e o engajamento dos clientes.

*Por Hector Silva, diretor de tecnologia da Ciena para a América Latina

Comentário (0) Hits: 112

Como se conectar a ecossistemas digitais

eduardo_carvalho_equinix.jpg*Por Eduardo Carvalho
31/10/2017 - À medida que a ruptura digital torna-se mais disseminada, as organizações têm que acompanhar o ritmo das novas tecnologias e modelos de negócios para sobreviver. Para permanecerem viáveis para os clientes, as empresas estão fazendo tudo o que podem para proporcionar uma experiência ideal ao usuário — aquela que mantém as interações que são imediatas e eminentemente práticas, envolve o usuário e incentiva mais encontros com a marca. Para alcançar esse estado desejado, que está se tornando rapidamente obrigatório na economia digital, as empresas precisam entrelaçar os processos de negócios, não só internamente, mas também externamente, com parceiros e clientes. O resultado é uma transformação da cadeia de valor, de uma forte integração vertical e proprietária a acordos de oportunidade que transcendem regiões geográficas e fusos horários.

Os negócios que puderem alavancar esses ecossistemas digitais emergentes irão prosperar. Se eles fizerem isso de forma correta, também irão se beneficiar de modelos de negócios totalmente novos e dinâmicos por meio da interconexão B2B direta e segura.

O desafio da interconexão B2B

Atender às expectativas de experiência do usuário está se tornando mais difícil. À medida que elas continuam a subir, os vetores da economia digital lançam uma variedade de pedras no caminho. Um número crescente de usuários, dispositivos, locais e dados, junto com demanda por envolvimento e execução em tempo real, agora são requisitos para o sucesso. Esse nível de performance digital requer conexões B2B entre parceiros, clientes e suporte de serviços de cloud.

Essas conexões têm sido feitas geralmente por meio da internet pública ou de redes MPLS corporativas. Há vários problemas com essa abordagem, entre os quais o risco de segurança. Além disso, trocas de dados relevantes de backhaul para data centers centralizados por meio de redes inerentemente lentas e congestionadas são caras. Também leva muito tempo para configurar conexões entre várias pessoas, locais, clouds e dados. Mais crítico, no entanto, é o fato de que simplesmente adicionar conexões a múltiplas partes não gera escala. Para que os ecossistemas de negócios floresçam, eles precisam estar interconectados — ou seja, conectados em proximidade, de maneira que formem mercados densos em locais geográficos estratégicos. É essa proximidade que permite conexões diretas com as contrapartes que dispensam totalmente a internet pública.

Benefícios de negócios

Os benefícios da interconexão direta e segura dos ecossistemas de negócios digitais são tão infinitos quanto as possibilidades que eles permitem, como aceleração da produtividade por tempo e redução de custos, impulsão da velocidade de cloud, expansão do negócio e maior segurança B2B.

A interconexão oferece a agilidade, a performance e a segurança necessárias para os negócios digitais. Mas talvez ainda mais profundos são os ricos ecossistemas que ela gera. Esses ecossistemas reduzem as barreiras para entrar na ativação de novos mercados e ampliam os benefícios e recursos de negócios para parceiros e clientes, no que equivale a um ciclo virtuoso de feedback. Por exemplo, conforme as trocas de serviços financeiros atingem transações e escala de negócios digitais de velocidades cada vez maiores, com latência ultrabaixa e menor custo, mais empresas de serviços financeiros juntam-se ao ecossistema para inovar e criar novas soluções, atraindo mais clientes, e assim por diante. Também vemos esse tipo de presença em andamento entre os provedores de cloud e outros ecossistemas de setores (por exemplo, cuidados de saúde, mídia e entretenimento, publicidade on-line).

A escolha crescente de parceiros dentro de ecossistemas digitais significa que os agentes podem trocar de parceiros arbitrariamente, aproveitar múltiplos parceiros para dimensionamento ou habilitar cenários de recuperação de desastre. Além disso, em uma economia cada vez mais colaborativa, uma maior interligação capacita os clientes a fazerem mais que apenas consumir conteúdo, também os habilita a produzi-lo e a distribui-lo. Isso é claramente evidenciado por outras empresas de plataforma que também utilizam ecossistemas, como Ubers e Airbnbs do mundo. As oportunidades de crescimento são muitas e são muito consistentes.

* Eduardo Carvalho é presidente da Equinix no Brasil

 

Comentário (0) Hits: 135

Digital Dexterity no coração da estratégia

paulo_marcelo.jpg*Por Paulo Marcelo
31/10/2017 - O termo "Digital Dexterity" (na livre tradução "destreza digital") pode parecer estranho ou novo, mas, na verdade, já foi bastante discutido. Em 2015, despertou grande interesse no Gartner Digital Workplace Summit, realizado em Orlando (EUA). Na visão do evento, o Digital Dexterity começou a evoluir na esteira de um ambiente de trabalho em transformação.

Portais, redes sociais corporativas, sistemas de gestão de conteúdo, Nuvem, aplicativos móveis orientados por voz e muito mais vêm desenhando um ambiente corporativo digital, em um movimento natural de empresa e de colaboradores (usuários digitais), inseridos em um mundo conectado e móvel.

Mas essa arquitetura caminhou para um objetivo maior: a Digital Dexterity. Segundo o instituto de pesquisas global Gartner, para chegar lá, a empresa tem de ser ágil e contar com pessoas capacitadas para lidar eficazmente com "trabalho dinâmico e não rotineiro".

No início deste mês, o termo Digital Dexterity ressurgiu com força em mais um evento da companhia do qual participei, o Gartner Symposium /ITxpo 2017, também em Orlando (EUA). As apresentações enfatizaram que o principal papel das pessoas na transformação digital é ajudar as organizações a alcançarem a destreza digital e competir efetivamente.

No entanto, para isso, é necessário compor times que tenham destreza digital – profissionais colaborativos, ágeis, analíticos, inovadores e criativos. "Pessoas com capacidade e desejo de explorar tecnologias existentes e emergentes para obter melhores resultados comerciais", disse a analista do Gartner Tina Nunno.

Mas o que significa destreza digital? Segundo o Gartner, é uma estratégia de negócios projetada para incentivar a agilidade e o engajamento da força de trabalho, promovendo a autonomia dos colaboradores e construindo um ambiente de trabalho consolidado. Nesse cenário, os líderes digitais devem avaliar a destreza digital de sua organização para implementar uma estratégia com o objetivo de atrair a melhor combinação de talentos.

A Digital Dexterity, portanto, não é um jargão interessante e curioso – é o pilar de um moderno ambiente de trabalho digital. Sendo assim, é altamente estratégico construir um ambiente corporativo flexível e ágil, que abrigue força de trabalho flexível e igualmente ágil para o sucesso da organização.

Muito além do digital

A estratégia de construção do digital nas empresas envolve variadas análises para que a transformação aconteça de maneira clara e efetiva, alinhada à evolução e à cultura do negócio. Mas, sem dúvida, a Digital Dexterity é um grande aditivo para a criação de uma nova cultura, que deve residir em um novo design organizacional, contemplando um mix de talentos.

É preciso mudar internamente para mudar externamente. A cultura de Digital Dexterity, segundo o Gartner, deve ser sustentada por três blocos nessa construção: tecnologia, engajamento e diversidade.

Para se tornar uma empresa digital, é vital ter capacidade para usar com assertividade a tecnologia e habilidade para criar valor por meio dela. Dominar a tecnologia não terá valor algum se a sua aplicação não estiver alinhada aos objetivos do negócio. Empresas que investem fortemente em tecnologia e na organização do seu desenho de atuação estão mais preparadas para superar seus competidores.

Mas entendo que a "destreza" é chave e deve existir independentemente da tecnologia porque é uma questão de perspicácia, talento para pensar além do lugar comum, agilidade, capacitação e inteligência coletiva. Assim, certamente, o digital pode ficar mais simples.

*Por Paulo Marcelo, CEO da Resource

Comentário (0) Hits: 111

Bitcoin: a nova moeda usada pelos ciberterroristas

bitcoin_4.jpg17/10/2017 - Especialista da Adamos Tecnologia alerta sobre os riscos de sofrer ciberataques e a necessidade de ter um backup efetivo

Em tempos de ciberataques, fica evidente que, a maioria das empresas está indefesa ante os hackers, visto que o número de ocorrências relacionados a ataques a dados vem aumentando consideravelmente nos últimos anos.  Em 2016, o resgate médio cresceu 266% com criminosos exigindo uma média de US$ 1.077 por vítima, segundo dados do Relatório sobre Ameaças à Segurança na Internet da Symantec (ISTR), documento que também aponta que mais de 100 novas famílias de malware foram lançadas no mercado, ou seja, número 36% superior no volume visto no estudo anterior.

Adentrando mais ao cenário, esses ataques cibernéticos estão cada vez mais associados ao vírus ransomware, que restringe o acesso a determinadas partes ou arquivos do sistema infectado, inviabilizando o negócio de muitas empresas. “E para que os hackers liberem os códigos para a descriptografia, é preciso que os empresários paguem em bitcoin”, explica o diretor da Adamos Tecnologia, Roberto Stern, que atua há 27 anos no mercado de TI, 15 deles desenvolvendo soluções voltadas para segurança de dados e suporte remoto.

Segundo Stern, a escolha por esse tipo de moeda virtual ocorre porque não se tem a identidade do dono da conta destino. “O criminoso pode ter quantas endereços/contas quiser para receber o pagamento sem precisar se identificar, uma vez que, o sistema de bitcoin preserva seu anonimato”, alerta o especialista.

O executivo ainda adverte que, mesmo sendo possível rastrear os registros públicos de transferência de Bitcoin, bem com os IPs de origem, da carteira de onde parte a moeda para a carteira que a receberá, é impossível saber quem são os proprietários reais dessas carteiras, ou seja, o criminoso fica protegido pelo próprio sistema. “Além disso, os criminosos também preferem pedir o resgate por meio do bitcoin, porque o sistema não está atrelado a bancos e agências governamentais que ajudam a fiscalizar a procedência do dinheiro, tornando a criptomoeda um efetivo meio de transferência internacional de valores sem taxas nem restrições governamentais”, ressalta Stern.

Para proteger os dados das empresas, é preciso treinar e conscientizar os colaboradores, visto que, falhas humanas, que incluem funcionários desatentos ou negligentes, causaram 31% das violações de dados das empresas, segundo pesquisa da IBM em parceria com o Instituto Ponemon, sobre Custos de Violação de Dados 2017, de julho de 2017. Golpes conhecidos como BEC (Business E-mail Compromise), focados em comprometer e-mails corporativos roubaram mais de US$ 3 bilhões em 2016 no mundo e que um a cada 131 e-mails há um link ou anexo malicioso, sendo esse índice é o maior em cinco anos no Relatório da Symantec.

“A equipe deve evitar clicar em links de e-mail, manter os sistemas operacionais atualizados, nunca utilizando softwares piratas, mantendo o antivírus e o anti-malware atualizados e utilizando um bom firewall. É aconselhável também não ligar o servidor principal direto na internet, pois isso faz com que o servidor fique vulnerável a ataques”, ressalta o especialista.

Adicionalmente, é preciso manter uma política de acesso e segurança aos arquivos, criando acessos em camadas, de acordo com a área ou função do profissional. Além disso, o empresário deve compartilhar apenas o que for essencialmente necessário e somente pessoas autorizadas e treinadas devem instalar aplicativos. Nesse âmbito, a empresa deve instituir regras para senhas, utilizando apenas combinações fortes e difíceis de serem quebradas, como frases longas com maiúsculas, minúsculas, números e símbolos, com um mínimo de 12 caracteres, o ideal seria a partir de 14. A política de segurança também deve incentivar a troca frequente das senhas, mantendo-as armazenadas em aplicativo para tal, ou impressas e guardadas em local seguro, como cofres.

Caso o empresário perceba o ataque, Stern aconselha que todas as máquinas sejam desligadas imediatamente. “Além disso, chame um técnico para que verifique o que pode ser salvo dos HDs e das máquinas não infectadas. Se todas essas medidas falharem e os dados forem sequestrados ou bloqueados, não aconselhamos o pagamento aos ciberterroristas, visto que, não há garantia do envio dos códigos para a descriptografia mesmo diante do pagamento em bitcoin.  Por outro lado, o não pagamento faz com que os criminosos tenham menos recursos e menos incentivos. Ao pagar você está dando um reforço positivo e incentivado a prática do ciberterrorismo que hoje é rentável na casa dos milhões de dólares ”, instrui o especialista.

Para obter os dados de volta, o empresário deve encarar o ataque como um sinistro (fogo, incêndio e roubo). Tenha sempre cópias de segurança do que interessa, como dados, planilhas, documentos. Programas e sistemas operacionais são sempre fáceis de serem reinstalados. “É importante fazer vários backups, testar as cópias e mantê-las em locais distintos de onde estão os dados originais. Adicionalmente, a empresa deve fazer os testes de restauração com frequência, simulando a perda de dados, assim é possível avaliar quanto tempo esse processo leva e se a equipe está preparada para realizá-lo da forma mais efetiva e rápida mitigando, perante o mercado, o tempo de parada das operações”, finaliza Stern.

Comentário (0) Hits: 243

ITBroker lança solução de Inteligência

it_broken_1.jpg16/10/2017 - Nova ferramenta integra soluções de Big Data e automação de marketing que impactam no crescimento e na receita de empresas de diversos segmentos

A ITBroker, empresa de inteligência de mercado com foco em marketing e vendas acaba de lançar uma plataforma completa para empresas B2B. Batizada de ITB360 - Intelligence Tools for Business, a ferramenta agrega uma série de soluções que vão desde ferramentas para prospecção e enriquecimento da base de contatos de clientes, análise de risco e de crédito, até bases de mercados especiais com contatos diretos de decisores.

“Nossa experiência atuando há anos com geração de demanda permitiu o desenvolvimento de novas estratégias e a execução de programas de marketing e vendas para grandes players da área de tecnologia. O sucesso dos nossos projetos é expressivo: mesmo em um ano de instabilidade como 2016, levantamos mais de R$ 1 bilhão em pipeline para nossos clientes”, diz Natan Reiter, CEO e fundador da ITBroker. O executivo explica que, com  o crescimento acelerado e alta demanda pelos serviços, a ITBroker decidiu dar o próximo passo ao lançar o ITB360. “Nossa plataforma de inteligência de mercado integra soluções de Big Data para tomada de decisão e prospecção, automação de marketing e análise de riscos em uma única interface, com foco total em vendas, pois o mercado demanda esse tipo de solução”, explica Reiter. Nesse sentido, de acordo com o executivo, a solução veio para atender uma necessidade recorrente dos clientes, carteira formada por empresas como Adobe, Oracle, Microsoft, HP, entre outras.

Com um modelo de negócios baseado em pacotes por assinatura, a plataforma ITB360 integra as seguintes soluções: DataBroker – Solução de Big Data que capta e estrutura informações de centenas de fontes de dados públicos e legais com assertividade em 95% – DataBuilder – que enriquece informações para o desenvolvimento de ações de marketing e vendas em mais de 40 países –  SpeciaList, que fornece relatórios e bases segmentadas – além do RiskCheck, responsável pela análise diferenciada de crédito e de protestos, levando em conta aspectos como histórico de comportamento, entre outros.

De acordo com Marvin Fiori, CIO da ITBroker, a empresa desenvolveu algoritmos próprios para enriquecimento de dados das mais de 30 milhões de empresas no Brasil. “Nossa plataforma é a única a possuir essa característica, ao integrar soluções de Business Intelligence e de Analytics que impulsionam a transformação digital dos nossos clientes”, diz CIO da ITBroker.

A ITBroker já trabalha no desenvolvimento de mais duas novas soluções que serão incorporadas à plataforma. “Queremos ser reconhecidos como a extensão da força de vendas dos nossos clientes, atuando em diversos segmentos. Com esse lançamento iremos focar inicialmente em empresas de Tecnologia da Informação, mas também são públicos muito importantes escritórios de advocacia, agências de publicidade e empresas do segmento financeiro“, explica Tatiane Barsotti, Diretora de vendas da ITBroker.

A ITBroker nasceu em 2013, como uma empresa de geração de demanda para o setor de Tecnologia da Informação. Com um time qualificado e expertise na área conquistada ao longo de sua trajetória, a empresa atua com a maioria dos players de tecnologia do mundo e garante resultados expressivos em seus projetos. Agora com o lançamento do ITB360, a empresa se consolida não só como um parceiro estratégico em serviços, mas também em soluções de Inteligência de Mercado B2B.

Comentário (0) Hits: 604

newsletter buton