Correção em chips Intel pode afetar performance

intel-img.jpg*Por Carlos Borges
03/01/2018 - Uma falha de arquitetura em processadores Intel permite que aplicações comuns sejam comprometidas, levando a ações maliciosas por cibercriminosos ou de espionagem. No entanto, mesmo com a aplicação de uma correção é previsto que ainda haja um efeito colateral: perda de performance dos processadores de até 30%.

A Intel não divulgou detalhes sobre a falha, mas entende-se que o bug está presente em todas as famílias de processadores produzidos na última década. Até o momento, sabemos que ela permite que aplicações usuais, como editores de texto e browsers, tenham acesso a conteúdos que deveriam ser protegidos nas áreas de memória do Kernel.

A falha ocorre no hardware de processadores Intel x86-x64 e, consequentemente, afeta sistemas Windows, Linux e MacOS, levando uma mudança significativa no design de seus respectivos Kernels.

Tal correção pode levar a uma perda de performance nos chips da Intel. Como a divulgação da falha e suas correções são muito recentes, os testes ainda estão sendo executados. No entanto, estima-se que a perda pode ser entre 5% e 30%.

Post indica que a perda em suas aplicações de banco de dados pode variar entre 17% e 23%.

Sobre a falha

Os Sistemas Operacionais são um meio de troca de informação entre os programas utilizados usualmente e os processadores. Dessa forma, eles operam em dois modos conhecidos como Usuário e Kernel. Enquanto o modo Kernel permite o controle do hardware e acesso às tarefas mais restritas, o modo Usuário limita as permissões que uma aplicação pode executar. Por exemplo: sempre que um programa precisa fazer uma atividade, como escrever algo no disco, é necessário mudar seu modo de operação temporariamente (do modo Usuário para o modo Kernel). Nestes casos dizemos que o programa está fazendo uma chamada de sistema.

Especula-se que a vulnerabilidade esteja presente durante a operação de troca de modo, fazendo com que as restrições do modo Usuário não sejam reaplicadas. Isto possibilitaria um malware de explorar outras falhas de forma mais simples.

A correção e suas implicações

A correção para a falha é separar completamente a memória do Kernel dos processos do usuário, utilizando uma feature chamada KPTI (Kernel Page Table Isolation). O KPTI move o Kernel para um endereço completamente separado, ficando totalmente invisível para um aplicativo. Diz-se que esta é uma medida brusca, mas provavelmente justificável, já que não temos mais detalhes da falha.

As implicações da correção são que ficar alterando entre dois endereços para cada chamada de sistema é algo custoso. A mudança não acontecerá instantaneamente e forçará o processador a criar um cache dos dados e recarregá-los posteriormente na memória. Isto sobrecarrega o Kernel, deixando o computador mais lento.

Espera-se que os mais impactados pela correção sejam os serviços de nuvem, por conta do nível de performance exigido e contabilizado minuciosamente em sistemas compartilhados.

Processadores AMD não são afetados.

*Carlos Borges é especialista em cibersegurança do Arcon Labs, laboratório da Arcon, empresa especializada em cibersegurança com foco em serviços gerenciados de segurança (MSS – Managed Security Services).

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Dasssault Systèmes adquire empresa No Magic

dasssault_predio.jpg21/12/2017 - A Dassault Systèmes, empresa 3DEXPERIENCE, anuncia a assinatura de um acordo definitivo para aquisição de seu parceiro, a No Magic, Incorporated, uma empresa global de soluções focada em engenharia de sistemas baseados em modelos (MBSE – Model Based Systems Engineering) e modelagem de arquitetura para software e sistema de sistemas.

A aquisição da No Magic fortalece as ‘Industry Solution Experiences’ da Dassault Systèmes com base na plataforma 3DEXPERIENCE, difundindo a engenharia de sistemas para o desenvolvimento da "Internet das Experiências"- como as experiências inteligentes e autônomas que estão conectando digitalmente os produtos, a natureza e a vida no mundo físico.

Clientes corporativos, pequenas empresas e profissionais da indústria Aeroespacial & Defesa (NASA / JPL, Boeing, Lockheed Martin), Transporte e Mobilidade (Ford, Renault, Honda, BMW, Nissan) e empresas de outros segmentos (Sony, Panasonic, John Deere, GE Healthcare, Pfizer, JP Morgan, PayPal) confiam nas soluções da No Magic, incluindo o seu produto principal, o MagicDraw, que é parte do Cameo Suite, para processos de negócios, arquitetura, software e modelagem de sistemas com suporte para trabalhos em equipe. Eles ganham percepção visual dinâmica, diminuem o risco corporativo, reduzem os custos e eliminam os pontos  fracos operacionais causados ​​por complexos sistemas de negócios e TI com múltiplas tecnologias e padrões.

A Dassault Systèmes integrará as soluções da No Magic a sua plataforma 3DEXPERIENCE, ao mesmo tempo em que dará continuidade aos clientes da No Magic, complementando e reforçando as aplicações CATIA. Isso proporcionará diferenciais competitivos como uma "fonte única de verdade", permitindo que qualquer usuário dentro de uma empresa implemente processos digitais 3D contínuos e atenda a todos os aspectos do ciclo de vida de uma solução, desde seus requisitos, sistema de modelos de arquitetura de sistemas, sistemas e sub-sistemas de aquitetura para simulações de modelagens 3D funcionais, conceituais, lógicas e físicas.

A plataforma 3DEXPERIENCE foi desenvolvida para oferecer suporte à abertura, fornecendo a maior variedade de padrões e linguagens abertas para a engenharia de sistemas, como STEP, Modelica, FMI, ReqIF ou OSLC. Esta aquisição irá enriquecê-la com a adoção de modelos e linguagens padrão da indústria, como o UML-SysML, UPDM, DoDAF, MODAF ou UAF.

Além disso, a aquisição proporcionará para pequenas empresas e usuários profissionais o acesso à ferramentas de desenvolvimento mais dinâmicas para aprimorar sua modelagem de processos de negócios.        


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Transformação digital: como lidar com o legado

TI2.jpg*Por Samir El Rashidy
19/12/2017 - A transformação digital é uma megatendência que veio para ficar. A afirmação pode até soar clichê, mas não há como escapar da realidade. Com tecnologias surgindo todos os anos e a estratégia de dados ganhando tração no mercado, empresas voltam suas atenções, cada vez mais, para a inovação em busca de disrupção de modelos de negócios. A IDC aponta que, até o final de 2019, os gastos com transformação digital no mundo devem chegar a R$1.7 trilhão, um aumento de 42% na comparação com 2017.

Uma das principais dúvidas de CIOs e organizações em geral é sobre o legado. Praticamente todos os projetos demandam, primeiramente, a compreensão da infraestrutura instalada para, em seguida, escolher quais soluções serão integradas e o que é necessário para dar o próximo passo rumo ao futuro digital.

A cultura digital muda perfis profissionais, métodos de gestão e ambiente de TI. Isso não significa, no entanto, que organizações tradicionais e nascidas no meio analógico - e muito antes do surgimento de conceitos como inteligência artificial, machine learning, big data e Internet das Coisas (IoT, da sigla em inglês) - devam começar do zero. O legado deve ser incluído para que CIOs e negócios como um todo alcancem, efetivamente, os benefícios da transformação digital, como otimização de recursos, agilidade de processos e diminuição de custo.

A jornada, no entanto, não é simples. O legado é um dos componentes mais importantes para entender o momento da empresa, de forma que ela possa chegar ao futuro, pois permite uma avaliação sobre o nível de importância de sistemas e hardware considerados ultrapassados, mas que ainda são essenciais para a manutenção do negócio. É justamente por esse grau de variação no uso de ferramentas e soluções que não existe um norte absoluto quando se fala em integração da infraestrutura.

O momento atual é híbrido, pois, do ponto de vista financeiro, é impossível promover uma atualização tecnológica completa da organização.

Quando se fala no conceito de tecnologias colaborativas, por exemplo, existente na América Latina desde os anos de 1990, muitas empresas mantêm diversas formas para garantir a comunicação a qualquer momento ou lugar, em um ambiente hiperconectado. A conectividade desse ambiente demanda uma coexistência entre o novo e o antigo: por um lado empresas adotam soluções utilizando a internet pública e a nuvem, enquanto por outro, ainda dependem de data centers tradicionais para manter dados armazenados. A atualização do parque antigo e a construção de ambientes digitais dependem de uma política estratégica de negócios bem definida e de comum acordo da TI com demais áreas organizacionais.

Enquanto algumas empresas se transformam para encontrar espaço no mundo digitalizado, outras já nasceram nesse contexto e estão 100% digitais, fazendo uso de tecnologias flexíveis e programáveis no lugar do de caixas pesadas e não adaptáveis. Integrar o legado e o contemporâneo de maneira sustentável é questão de sobrevivência. Afinal, todos caminham para a era do cliente, em que a experiência do usuário é o foco para manter competitividade no mercado.

*Samir El Rashidy é Diretor de Pré-vendas e Parcerias para América Latina da Orange Business Services para a América Latina

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Cinco aplicações da Internet das Coisas no varejo

iot2.jpg*Por Cássio Pantaleoni,
18/12/2017 - A Internet das Coisas (IoT), uma das tecnologias que mais deve impactar a vida das pessoas e das empresas nas próximas décadas, nada mais é uma do que uma rede em que objetos passam a estar conectados uns aos outros por meio de sensores embutidos capazes de receber e transmitir dados em tempo real. Essa rede permite que esses dispositivos se comuniquem, analisem e compartilhem informações sobre o mundo ao nosso redor, utilizando plataformas e softwares baseados em nuvem.

No caso do varejo, as tais "coisas" conectadas podem incluir chips para rastreamento de inventário (RFID – Identificação por Rádio-Frequência), balcões com infravermelho para controle de tráfego no interior das lojas, sistemas de rastreamento via celular e Wi-Fi, sinalização digital, um quiosque ou até mesmo um dispositivo móvel que o cliente esteja usando.

Os principais elementos de uso da IoT incluem a cadeia de suprimentos, o consumidor sempre conectado e as aplicações em lojas inteligentes. A seguir, confira exemplos de cinco áreas nas quais os varejistas já estão tirando proveito das vantagens da Internet das Coisas:

1 - Manutenção Preditiva – Ela é usada no gerenciamento de energia, na prevenção de falhas ou na detecção de outros problemas. Em um supermercado, por exemplo, há muitos equipamentos em uso constante, entre os quais os sistemas de refrigeração dos setores de frios, laticínios e carnes. Naqueles que possuem sensores, é possível prever qualquer ocorrência que possa afetar o consumo de energia, no intuito de manter ou monitorar as variações de temperatura e assim garantir a qualidade dos alimentos.

2 – Transporte Inteligente – A eficiência no transporte dos produtos é um dos objetivos de aplicações no varejo, e a Internet das Coisas pode ser utilizada com diversos propósitos: manutenção, rastreamento e otimização de rotas, por exemplo. Muitos varejistas fizeram uso no passado do GPS, mas com a IoT é possível saber a que distância um pallet está de determinada loja, com um grau de precisão muito maior.

3 – Armazenamento Sob Demanda - Quando se trata de estocagem, a IoT se conecta a dois conceitos muito atuais: automação e robótica, ambos impulsionados pela demanda de compras tanto nas lojas físicas quanto de compras online. A Internet das Coisas permite monitorar as oportunidades de vendas em tempo real e, ao mesmo tempo, fazer o rastreamento das vendas perdidas nas lojas. Vale lembrar que o RFID é um item da IoT muito bem testado e que pode ser usado para a gestão do inventário. Atualmente, um centro de distribuição ou armazém é organizado com corredores e prateleiras. No futuro, eles serão espaços abertos, nos quais os pallets automáticos serão organizados de acordo com a demanda e em tempo real.

4 – Cliente Conectado - Cada vez mais os consumidores, sempre conectados, são impactados por onde passam. Os varejistas entendem que os clientes são capazes de pesquisar preços e níveis de estoque das lojas em seus dispositivos móveis. Mas e se fosse possível fazer uma oferta personalizada e com um melhor preço ou oferecer serviços com base na geolocalização? E se fosse possível oferecer serviços exclusivos aos clientes mais leais e que geram mais valor para o negócio? Antes, a regra era oferecer promoções a todos os clientes, na esperança de que alguns deles pudessem ter interesse. Com a Internet das Coisas, é possível entender todo esse contexto e saber quando o o cliente precisa de ajuda ou de algum incentivo para realizar a compra, agindo de forma proativa.

5 – Loja Inteligente - Em um shopping center, o tráfego de pessoas pode ser analisado entre vários lojistas, sendo possível entender toda a jornada de compras. Antigamente, era necessário realizar pesquisas para saber se os varejistas estavam atendendo às necessidades dos clientes, e só então eram aplicados os programas de treinamento. Agora, pode-se usar o monitoramento de tráfego para saber se os clientes estão frequentando a área onde está determinado produto. Com isso, basta direcionar um atendente para aquele local ou analisar essa informação posteriormente e verificar a necessidade de algum ajuste no layout da loja, para atrair clientes mais rentáveis. Fazendo isso, é possível personalizar a experiência de compra, abrindo oportunidades para implementar ações de marketing digital ou a oferta de anúncios nos dispositivos móveis.

Com o rápido crescimento das compras online, os varejistas estão muito interessados em trazer a experiência do cliente para dentro de suas lojas físicas. A razão disso é que eles querem ter acesso aos mesmos tipos de dados e análises já usados no varejo digital, com o objetivo de criar novas experiências e coletar novas informações que os ajudem a prever quando os clientes irão comprar novamente.

O diferencial com o uso da Internet das Coisas vem da capacidade do varejista em detectar, entender e trabalhar em cima dos dados e das análises. Para isso, será necessário investir em aplicativos que melhor atendam às demandas dos clientes e que, no fim das contas, gerem valor para o negócio.

*Por Cássio Pantaleoni, presidente do SAS Brasil

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Gartner anuncia agenda de eventos em 2018

TI2.jpg11/12/2017 - Inscrições para primeira conferência já estão abertas

O Gartner anuncia seu calendário de eventos para o Brasil em 2018. Na agenda, estão programadas três conferências, além do tradicional Symposium/ITxpo, o maior e mais importante evento de TI no País. Os eventos antecipam tendências de tecnologia para um público qualificado, com poder de decisão e formado por CIOs e executivos estratégicos de TI.

Durante os eventos, que acontecerão no WTC Sheraton Hotel, em São Paulo, os participantes terão acesso a apresentações especiais de analistas do Gartner, além de pesquisas inéditas, workshops e casos de sucesso, com oportunidade de interação e de troca de experiências. O público também poderá assistir a debates em mesas-redondas e sessões práticas que apresentam ideias inéditas para o mercado de TI. Os eventos do Gartner apresentam ainda oportunidades únicas de networking, interação para desenvolvimento de negócios e possibilidade de agendamento de reuniões particulares com analistas do Gartner para obtenção de conselhos práticos sobre os desafios específicos de cada empresa.

Até 2 de março, as inscrições para a Conferência Gartner Infraestrutura, Operações de TI e Data Center estão com desconto de R$ 525,00. Há preços diferenciados para profissionais do setor público e descontos para grupos. Interessados devem contatar o Gartner pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo., pelos telefones 0800-7741440 e (011) 5632-3109, ou pelo site gartner.com/br/datacenter

Confira as datas das Conferências e do Symposium/ITxpo:

- Conferência Gartner Infraestrutura, Operações de TI e Data Center – Dias 4 e 5 de abril

- Gartner Business Intelligence, Analytics e Gestão da Informação – Dias 10 e 11 de maio

- Gartner Segurança e Gestão de Riscos – Dias 2 e 3 de agosto

- Gartner Symposium/ITxpo – De 24 a 27 de outubro

Programe-se para participar das conferências do Gartner:

Acesse a programação em http://www.gartner.com/events/calendar

 

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AI, ou seria inteligência aumentada?

marcelo_rezende.jpg*Por Marcelo Rezende
11/12/2017 - Inteligência Artificial (ou AI, na sigla em inglês) está em alta. Uma infinidade de empresas tem investido na tecnologia e o Gartner estima que quase todos os softwares terão AI integrada até 2020. Segundo a consultoria, essa deve ser uma das cinco prioridades de investimento para mais de 30% dos CIOs pelo mundo.

No entanto, muito do que temos hoje não pode ser considerado AI, mas sim Inteligência Aumentada. A diferença pode parecer pequena, mas as aplicações desses conceitos funcionam de forma bastante distinta. A Inteligência Artificial é a ideia de um sistema que reproduz a cognição humana e funciona de forma autônoma. Já a Inteligência Aumentada tem como base sistemas com tecnologia cognitiva que apoia o ser humano, seus planejamentos e análises.

As duas vertentes se iniciaram na década de 50, mas o termo Inteligência Artificial passou a ser aplicado de forma mais ampla, nomeando inclusive alguns produtos que são resultado de pesquisas em Inteligência Aumentada. E é nesta tecnologia que eu aposto para o futuro. Isso por que o ser humano não será retirado da equação, do momento da decisão.

Há muitos riscos em uma Inteligência Artificial que, de fato, toma decisões por si só. Há, inclusive, uma infinidade de filmes apocalípticos sobre o tema. No mais famoso – O Exterminador do Futuro – a AI de uma empresa chamada Skynet se rebela e passa a destruir o mundo. Guardadas as devidas proporções, fantasias e viagens no tempo, há de se convir que o ser humano precisa ter controle sobre a tecnologia. O próprio Stephen Hawking já disse que a inteligência artificial pode acabar com a humanidade se não soubermos controlá-la.

Quando deixamos de lado o filme estrelado por Arnold Schwarzenegger e pensamos em algo palpável e próximo à nossa realidade, como os carros autônomos, os perigos reais começam a surgir. No caso de um acidente iminente e sem chances de ser evitado, por exemplo, a máquina deverá escolher quem será ferido com mais gravidade ou até morrer. Como lidar com isso? Quem será responsável pelo acidente? Como as montadoras e seguradoras devem agir nesse caso?

Os dilemas morais, éticos, tecnológicos e de responsabilidade existem e precisarão ser enfrentados com muito cuidado se algum dia chegarmos a esse patamar. E esse tipo de questão torna as aplicações de AI pouco viáveis, porque retira o ser humano da jogada e o substitui quase que completamente.

Já a Inteligência Aumentada se aproxima, de fato, do que há hoje. Podemos usá-la em aplicações que verificam informações online sobre diagnósticos e apoiam o parecer de um médico ou em análises financeiras parcialmente interpretadas que suportam tomadas de decisão. Esse tipo de uso, com base na análise de dados e que caminha lado a lado com a decisão humana, é mais simples, eficiente e seguro.

Acredito que o ser humano é – e sempre será – essencial para tomar decisões. As máquinas não são capazes de captar e interpretar todas as nuances das nossas relações, ou mesmo ter algo próximo à inexplicável intuição. Isso é inerente da nossa espécie. Esse é o uso que precisamos de imediato, e é nele que devemos investir, ao menos enquanto não soubermos como mitigar os riscos da Inteligência Artificial e transformá-la em algo que não sairá do controle.

*Marcelo Rezende é Country Manager da Qlik no Brasil

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