Big Data e a necessidade das empresas

big_data2.jpgPor Helton Santana
24/04/2014 - Tenho testemunhado uma série de debates em torno do Big Data. Especialistas de diversos setores compartilham suas opiniões sobre como as organizações devem abordá-lo, e fica evidente que as grandes organizações são as primeiras a adotar a tecnologia, uma vez que estas dispõem de grande volume de dados de clientes e parceiros. No entanto, permanece o fato de que as pequenas e as médias empresas não devem ficar de fora.

Existem várias definições em torno do Big Data, que podem ser resumidas na necessidade de gerenciamento e análise de grande volume de dados, sejam eles estruturados ou não. Deste modo, semelhante às grandes organizações, as pequenas e as médias empresas também têm acesso a informações oriundas de diversas fontes, incluindo as plataformas de mídia social, relacionamento com clientes e transações financeiras. No entanto, capturar e analisar esses dados não são tarefas fáceis.

Por isso, não é surpreendente que companhias de todos os portes estejam investindo em soluções de Big Data. De acordo com os resultados de uma pesquisa efetuada pela consultoria Techaisle IT, os investimentos globais com Big Data alcançarão US$ 3,6 bilhões até 2016, em 2012, esse número foi de US$ 867 milhões. A pesquisa também destaca que 18% das empresas estão desenvolvendo projetos de Big Data, enquanto 25% estão pesquisando sobre o assunto. No entanto, as 57% restantes ainda ignoram essa tendência.

Então, por que a maioria das organizações ainda não investe nesta iniciativa? Uma razão pode ser a dúvida, ainda existente, sobre como as informações extraídas podem trazer benefícios aos negócios. Além disso, as soluções disponíveis para gerenciar o Big Data exigem especializadas habilidades de TI, o que nem todas as companhias possuem.

Para reforçar a importância desta questão, o Brasil é o lar de um grande número de pequenas, médias e grandes organizações e nenhuma pode se dar ao luxo de fugir do Big Data, pela simples razão do enorme volume e valor dos dados envolvidos. Por esse motivo, os provedores de soluções devem estar atentos, pois existe uma grande oportunidade de negócios para as corporações que oferecerem soluções de Big Data escaláveis e eficientes, que se encaixem as necessidades de cada organização, independentemente do seu tamanho.

Helton Santana é Arquiteto de Soluções da Software AG

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Universo Digital é invadido por sensores

IoT2.jpg17/04/2014 - O 7º estudo anual da EMC deste ano, intitulado "O Universo Digital das Oportunidades: riquezas de dados e valor crescente da Internet das Coisas", com pesquisa e análise da IDC, revela como o surgimento de tecnologias sem fio, produtos inteligentes e negócios definidos por software estão representando um papel central na elevação do volume de dados no mundo. Devido, em parte, a Internet das Coisas, o tamanho do Universo Digital está dobrando a cada dois anos e se multiplicará por dez entre 2013 e 2020 – de 4,4 trilhões de gigabytes para 44 trilhões de gigabytes.

Pondo em perspectiva equivalente

• O volume de informações no Universo Digital formaria uma pilha* de tablets iPad Air que alcançaria 2/3 da distância até a Lua (157.674 milhas ou 253.704 quilômetros). Até 2020, haverá 6,6 pilhas.
• Hoje, uma família média cria dados suficientes para preencher 65 iPhones (32gb) por ano. Em 2020, esse número crescerá para 318 iPhones.
• Hoje, se um byte de dados fosse um galão de água (cerca de 4,5 litros), em apenas 10 segundos haveria dados suficientes para encher uma casa de tamanho médio. Em 2020, bastarão 2 segundos.

A Internet das Coisas abrange bilhões de objetos do dia a dia que estão equipados com identificadores únicos e capacidade de gravar, relatar e receber dados automaticamente – um sensor no sapato controlando a velocidade de sua corrida ou uma ponte controlando os padrões de tráfego. Segundo o IDC, o número de dispositivos ou coisas que podem ser conectados à Internet está se aproximando de 200 bilhões, com 7% (ou 14 bilhões) já conectados à Internet e se comunicando por meio dela. Hoje, os dados desses dispositivos conectados representam 2% dos dados do mundo inteiro. A IDC agora prevê que, até 2020, o número de dispositivos conectados chegará a 32 bilhões – representando 10% dos dados mundiais.

A Internet das Coisas também influenciará o enorme volume de "dados úteis" – dados que podem ser analisados – no Universo Digital. Em 2013, apenas 22% das informações no Universo Digital foram consideradas como dados úteis, mas menos de 5% dos dados úteis foram de fato analisados, deixando perdido um enorme volume de dados como matéria escura no Universo Digital. Até 2020, mais de 35% de todos os dados poderão ser considerados úteis, graças ao crescimento dos dados da Internet das Coisas, mas dependerá das empresas colocá-los em uso.

Esse fenômeno apresentará modos novos e radicais de interagir com os clientes, otimizando os ciclos de negócios e reduzindo os custos operacionais, dando assim margem a trilhões de dólares em oportunidades de negócios. Por outro lado, ele apresenta desafios significativos, já que as empresas precisam gerenciar, armazenar e proteger todo o volume e toda a diversidade desses dados. Por exemplo, a IDC estima que 40% dos dados no Universo Digital exigem algum nível de proteção, desde rigorosas medidas de privacidade até dados totalmente criptografados. Dito isso, só a metade desses dados – apenas 20% – está protegida atualmente.

Dados Brasil – Os mercados emergentes estão produzindo mais dados. Atualmente, 60% dos dados no Universo Digital são atribuídos a mercados maduros como Alemanha, Japão e Estados Unidos, mas até 2020 a porcentagem vai mudar, e os mercados emergentes, como Brasil, China, Índia, México e Rússia, serão responsáveis pela maioria dos dados.

Em 2014, o Universo Digital brasileiro representará 3% do total de volume de dados do mundo, com 212 Exabytes. Até 2020, o volume de informações digitais geradas no Brasil chegará a 1.600 Exabytes, atingindo 4% do percentual mundial. Segundo o estudo, os motivos que impulsionam o crescimento do País são aumento continuo do uso de smartphones, internet e redes sociais; investimento agressivo em TI por parte das empresas latino-americanas em seus negócios para avançar na concorrência com outras regiões emergentes; redução no custo da tecnologia que captura, gerencia, protege e armazena informações; e o crescimento da comunicação maquina a maquina e das informações sobre informações.

Estima-se que a Internet das Coisas irá contribuir cada vez mais para o crescimento do Universo Digital brasileiro. Estes sistemas integrados de tecnologia automática representarão 10% do volume total de dados do país até 2020. Este percentual foi de 2%, em 2013. O investimento em Internet das Coisas levará as empresas a desenvolver novas fontes de valor, como a criação de novos modelos de negócio, a geração de informações em tempo real sobre sistemas de missão critica, a diversificação de fluxo de receita, a visibilidade global de operações internas, e o aprimoramento operações inteligentes e eficientes.

Outro aspecto apontado no Estudo é que mais de 40% das informações do Universo Digital brasileiro, que precisam de proteção, não sendo protegidos.

Outros resultados globais importantes

• Os dados estão ultrapassando o armazenamento: em todos os tipos de mídia, a capacidade de armazenamento disponível no mundo (isto é, o volume de bytes não utilizados) está crescendo mais devagar do que o Universo Digital. Em 2013, a capacidade de armazenamento disponível comportaria apenas 33% do Universo Digital. Até 2020, ela será capaz de armazenar menos de 15%. Felizmente, a maioria dos dados mundiais é temporária (como fluxos de Hulu ou Netflix, interações em jogos do Xbox ONE, TV digital) e não exige armazenamento.

• O volume de dados na nuvem dobrará: em 2013, menos de 20% dos dados do Universo Digital estavam na nuvem. Até 2020, essa porcentagem dobrará, chegando a 40%.

• Os consumidores criam dados, mas as empresas são responsáveis por eles: dois terços dos bits do Universo Digital são criados ou capturados por consumidores e trabalhadores, embora as empresas tenham responsabilidade por 85% desse universo.

*Calculado usando iPad Air com 7,5 mm de espessura e capacidade de 128 GB.

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Google compra fabricante de drones

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Canaltech
15/04/2014 - O projeto do Google de levar internet até áreas remotas por meio de equipamentos voadores acaba de ganhar um forte aliado. Segundo informações publicadas pelo Wall Street Journal, a empresa acaba de adquirir a Titan Aerospace, uma fabricante americana que constrói drones e possui uma série de unidades de pesquisa e desenvolvimento no estado do Novo México, nos EUA.

O negócio não teve valores confirmados oficialmente, mas o Google já comentou sobre o intuito da aquisição. A equipe da companhia se juntará ao Project Loom, projeto que pretende aumentar o alcance da internet utilizando balões ou outros meios – como drones – para levar tecnologias de acesso à rede a áreas onde não há nenhum tipo de cobertura.

Uma outra companhia, chamada Makani, também faz parte dessa empreitada após uma aquisição recente pelo Google. A empresa é responsável por uma tecnologia de turbinas que utilizam o vento como fonte de energia e contribui para dar autonomia aos equipamentos que, um dia, serão colocados em uso pela gigante das buscas.

É interessante notar que a Titan Aerospace vinha sendo alvo de rumores de compra pelo Facebook recentemente. O motivo seria exatamente o mesmo, já que a rede social também possui um projeto próprio de levar a internet a áreas remotas utilizando drones energizados pela luz do sol.

http://corporate.canaltech.com.br/noticia/google/Google-compra-fabricante-de-drones-que-estava-na-mira-do-Facebook/

 

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Solução de gestão de desempenho da NICE

gamificacao.jpg15/04/2014 - A NICE anunciou hoje que está ajudando as empresas a engajar mais seus funcionários com recursos avançados que exploram práticas de jogos (gamification), disponibilizados em sua última versão da solução de Gestão de Desempenho. Esta versão amplia as ferramentas que exploram práticas de jogos (gamification), introduzidas em junho de 2013, indo além dos ícones e gráficos básicos oferecidos atualmente no mercado.

De acordo com o relatório da Gallup que discute o envolvimento dos funcionários, mais de 70% dos trabalhadores do setor de serviços norte-americano são classificados como "não engajados" ou "ativamente desengajados". A Gallup define funcionários engajados como aqueles que estão envolvidos, entusiasmados e comprometidos com seu trabalho, e que contribuem com a organização de forma positiva. A Associação de Contact Centers estima que cada funcionário desengajado custe para sua empresa 46% do seu salário em perda de produtividade. A exploração de práticas de jogos é uma maneira que cada vez mais organizações estão usando para abordar a redução do engajamento dos funcionários.

Focando os funcionários em comportamentos corretos

Os novos recursos para explorar práticas de jogos da nova versão incluem:
• A adição de pontos como forma de reconhecer o desempenho e os resultados, e um mercado interno para converter esses pontos em bens e serviços;
• Desafios tanto individuais quanto em nível de equipe, para que as organizações possam conduzir competições saudáveis e atividades colaborativas em equipe;
• Administração de back-end simplificada para tornar mais fácil para as organizações projetar, introduzir e avaliar o impacto dos desafios da exploração de práticas de jogos.

Yochai Rozenblat, presidente do grupo NICE Enterprise
"O Gamification é uma ferramenta poderosa para impulsionar melhorias de desempenho, recompensar os funcionários que apresentam melhor performance e reduzir as despesas com rotatividade e treinamentos. É por isso que nossos clientes não têm hesitado ao adotar esses recursos dentro da nossa solução de Gestão de Desempenho. Acreditamos que esta última versão reforça nosso posicionamento de liderança no mercado de Otimização da Força de Trabalho (Workforce Optimization - WFO). Continuamos a inovar para que as empresas possam promover o engajamento dos funcionários, o que irá aproximá-los de seus clientes e, por fim, proporcionar uma experiência excepcional ao cliente".

Clique aqui para baixar a Cartilha de Gamification da NICE e entender melhor como a exploração de práticas de jogos pode ajudar a engajar e motivar os funcionários.

Sobre a NICE Systems

A NICE Systems é o provedor mundial de soluções de software que permitem às organizações empregar a melhor ação seguinte para aprimorar a experiência do cliente e os resultados de negócios, garantir a conformidade, combater crimes financeiros e proteger pessoas e ativos. As soluções da NICE habilitam as organizações a capturar, analisar e aplicar, em tempo real, os insights obtidos a partir de dados estruturados e não-estruturados da plataforma Big Data. Estes dados são originados em múltiplas fontes, incluindo chamadas telefônicas, aplicativos portáteis, e-mails, bate-papos, redes sociais, vídeos e transações.
www.nice.com.

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Universo TOTVS debate tendências e tecnologia

universo_totvs.jpg15/04/2014 – O Universo TOTVS deste ano discute tendências, novos comportamentos e tecnologia para tornar empresas mais competitivas. Com uma ampla programação, o principal evento da companhia reúne clientes, prospects e convidados no Transamérica Expo Center, em São Paulo, a partir das 8h.

Laércio Cosentino, presidente da TOTVS, abre a plenária principal, às 9h, abordando os novos comportamentos dos profissionais e a importância das empresas estarem preparadas para essa nova realidade. De acordo com o presidente, entre as principais características atuais dos indivíduos no mercado de trabalho estão a necessidade de colaborar, influenciar, se expressar e ser único. Esses comportamentos estão conduzindo todo o portfólio da TOTVS juntamente com os conceitos de tecnologia fluída, ERP ágil e essencialidade.

"Para nos tornarmos essenciais aos nossos clientes precisamos, prioritariamente, oferecer soluções e serviços baseados em conexão, mobilidade, liberdade de expressão, simplicidade e liberdade de escolha", destaca Cosentino.

Juntando-se ao presidente da TOTVS, Marilia Rocca, vice-presidente de Plataformas e Cloud, e Gilsinei Hansen, vice-presidente de Sistemas e Segmentos da TOTVS, recebem os convidados internacionais Roman Stanek, CEO da GoodData (empresa americana provedora de plataforma de análise de dados em nuvem), e Subrah Iyar, CEO da Moxtra (desenvolvedora de aplicativo de colaboração móvel para projetos em grupo).


Roman Stanek é um empresário entusiasta pela indústria de tecnologia, com mais de 20 anos de experiência na área. A parceria com a TOTVS teve início em junho do ano passado, quando a TOTVS Ventures, braço de Venture Capital da TOTVS, investiu US$ 16 milhões na empresa localizada no Vale do Silício, tornando-se distribuidora exclusiva na América Latina de soluções de Big Data e Analytics e integrando as plataformas da americana em seu portfólio.


Já Subrah Iyar é considerado um líder visionário, pioneiro e empreendedor na indústria de SaaS (Software as a Service). O CEO conduziu a WebeEx Communications durante o IPO na Nasdaq, em 2000, e a aquisição da companhia pela Cisco Systems por US$ 3,2 bilhões em 2007.

Segmentos de mercado

Cada segmento atendido pela TOTVS compõe uma unidade de inteligência de negócios responsável pela elaboração da estratégia de atuação, relacionamento com o mercado e identificação de parcerias estratégicas. O objetivo é oferecer softwares personalizados para o mercado do cliente, respeitando as particularidades e a legislação de cada setor. A TOTVS atende os segmentos de Agroindústria, Manufatura, Distribuição e Logística, Varejo, Financial Services, Construção e Projetos, Jurídico, Educacional, Saúde e Serviços.

Para abordar cada um desses segmentos, na parte da tarde, o evento se divide em 12 salas segmentadas, além de salas especiais para Consultoria de Negócios e para a plataforma Fluig. Além da demonstração de novas soluções e apresentação de cases, as salas simultâneas contarão também com palestras de convidados de mercado, sob a curadoria da HSM.


Mais conteúdo e interatividade estarão presentes no espaço #GPS TOTVS, onde estandes com as cinco diretrizes da companhia demonstram soluções e oferecem serviços para o cliente ser +ágil (com soluções de performance empresarial), +simples (novas soluções fiscais e conteúdo especial de eSocial), +conectado (atuação no mercado internacional), +cloud (serviços na nuvem) e +essencial (arquitetos de solução à postos para tirar dúvidas).


A área de exposição é complementada pelos estandes dos patrocinadores, que nesta edição conta com BSP, IBM, Progress, Trade-Easy, Neogrid, NG Informática, Dell, Comprova, SoftSite, PPI-Multitask, Ciashop, IOB, uMov.me, Tolife e curadoria HSM.


A programação completa, com horário de cada palestra, pode ser conferida em universo.totvs.com


Serviço


Universo TOTVS 2014

Quando: Dia 15 de abril (terça-feira)
Onde: Transamérica Expo Center, em São Paulo
Horário: A partir das 8h
Inscrições: universo.totvs.com

Sobre a TOTVS


Top provedor de software de gestão, plataforma e consultoria para empresas - com 50% de marketshare no Brasil, liderança na América Latina* e sendo uma das maiores provedoras de ERP Suite do mundo -, a TOTVS é uma desenvolvedora de tecnologia e serviços para empresas de todos os portes.

Considerada a 22ª marca mais valiosa do Brasil, avaliada em US$ 569 milhões, segundo o ranking da BrandAnalytics, a TOTVS possui no país cinco filiais, 52 franquias, mais de 200 distribuidores e sete centros de desenvolvimento. No exterior, está presente em 39 países, entre filiais, franquias e dois centros de desenvolvimento (Estados Unidos e México). Mais informações em www.totvs.com.


*Fonte: Gartner - "Market Share: All Software Markets, Worldwide, 2013".

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O que move anunciantes, agências e veículos na internet

web_add.jpg09/04/2014 - O evento ProXXIma chega à oitava edição com foco nos negócios que impulsionam os personagens do ecossistema digital, de anunciantes a fornecedores de tecnologia. Realizado pelo Grupo Meio & Mensagem, o encontro acontecerá nos dias 6 e 7 de maio, no Sheraton WTC SP, na capital paulista. Assim como ocorreu nas edições anteriores, uma feira de negócios ocorrerá simultaneamente às palestras do palco principal e das duas salas Garage, espaços alternativos de debates patrocinados.

Com tema central "Negócios: a nova língua do mundo digital", o evento deve reunir mais de 2,5 mil profissionais durante dois dias. A programação retrata um mercado cada vez maior e mais maduro, formado por gigantes como Google, Facebook e Yahoo e impulsionado por outras centenas de startups que têm modificado teorias e modelos no meio corporativo. "Ao longo dos últimos anos, o evento amadureceu com o nosso mercado, colocou em pauta temas importantes para essa evolução e, neste ano, traz à tona o inevitável: vamos falar de negócios? Não dá mais para escapar dessa questão", pontua Pyr Marcondes, diretor geral da Plataforma ProXXIma, da qual o evento faz parte.

Neste cenário, a pauta do ProXXIma 2014 será sustentada por nove palestrantes internacionais e 17 nacionais. Um dos temas elencados, "inovação e monetização da mídia social" ganhará forma no discurso do indiano Gopi Kallayil, chief evangelist do Google para social brands, um dos cérebros por trás das estratégias do YouTube. Na apresentação, ele vai mostrar os melhores cases de monetização na plataforma de vídeos, além de revelar de que forma o próprio Google tem se reinventado para fazer do YouTube um dos mais contemporâneos e globais veículos de mídia eletrônica.

Entre os anunciantes, destaque para a presença de Jeremy Brook, head global de estratégia digital e inovação da Heineken. O executivo mostrará como a integração das estratégias de criatividade e mídia da cervejaria impactam nos negócios da companhia. Australiano, Brook está na Heineken desde 2011, onde é responsável pelo desenvolvimento de novos caminhos de trabalho na área digital, planejando os investimentos em mídia com inovação e coordenando o trabalho de agências parceiras.

Música, comportamento e negócios

Um dos segmentos mais impactados pelo avanço da internet, a indústria fonográfica também terá espaço no palco do ProXXIma. Com presença de Gustavo Diament, diretor do Spotify no Brasil, e Pablo Miyzawa, editor da revista Rolling Stone, o painel vai discutir o renascimento e os desafios do mercado na era do streaming e do compartilhamento.

Já os dados do mercado digital brasileiro serão analisados sob a ótica do comportamento dos internautas na apresentação de Geoff Ramsey, CEO global do eMarketer. Com o olhar de quem enxerga o Brasil no amplo contexto mundial, Ramsey mostrará de que forma o País está posicionado no cenário global da comunicação online, além de oportunidades para agências, veículos e anunciantes a partir dos hábitos dos usuários de internet.

Também em linha com a temática central do ProXXIma 2014 será a apresentação da chinesa Lin Chin, CEO global da rede Isobar. Com experiência no mercado asiático, a executiva trará para o palco a visão dos negócios no ambiente multibilionário da China e como os modelos de lá podem inspirar o Brasil.

Mídia programática e parcerias comerciais

Tema quente nas discussões sobre formatos de mídia, as plataformas de programmatic buying transformam significativamente o mercado, colocam novos desafios aos profissionais da área e entregam audiência segmentada como nunca se viu antes na internet. O evento deste ano coloca um holofote na questão ao trazer Bill Demas, CEO da Turn, líder mundial em mídia programática. Ele irá apresentar quais modelos existem hoje no mundo, de que forma eles funcionam e o impacto na publicidade.

Outro tema quente que o ProXXIma coloca em pauta diz respeito às parcerias, muitas delas inusitadas, firmadas no mercado digital. Atualmente, um dos maiores representantes dessa transformação é o Yahoo, empresa de tecnologia que se apresenta como curadora de conteúdo. Desde que a executiva Marissa Mayer deixou o Google para assumir o cargo de CEO, há quase dois anos, a empresa vive uma revolução que será mostrada no palco do evento na palestra de Ned Brody, head para as Américas da empresa. Ele mostrará por que alianças de negócios, inclusive com concorrentes diretos, podem dar certo na era da internet livre.

Negócios em tempo real

Bola da vez nas conversas de negócios do mundo digital hoje, o Twitter cresce e reúne cases de content marketing que dão nova cara à publicidade na internet. Neste ano, o ProXXIma traz um de seus líderes, Jean-Philippe Maheu, managing diretor de global brands, para dividir a estratégia simbiótica com a TV e outras interações que transformam a plataforma na principal mídia das conversas em tempo real do planeta. A discussão contará ainda com a participação de Marcelo Mirada, diretor de marketing da Sky, e Luis Olivalves, diretor comercial da ESPN.

Startups

Entre as atrações, destaque para o ProXXIma Startup, premiação realizada pelo terceiro ano consecutivo com o objetivo de reconhecer projetos de empreendedorismo com potencial de sucesso no mercado digital. A competição vai conceder R$ 20 mil ao primeiro colocado. O prêmio, com patrocínio da Mapfre, tem abrangência nacional e as inscrições gratuitas podem ser feitas no site do evento.

Evento ProXXIma 2014
Data: 6 e 7 de maio
Horário: 9h às 19h
Local: Sheraton WTC SP - Avenida das Nações Unidas, 12.559 – Brooklin Novo, São Paulo, SP
Inscrições e informações: www.proxxima.com.br/evento

 

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