OSRAM apresenta semicondutores em LED ao mercado

soleriq_p.jpg08/05/2014 - A OSRAM apresenta pela primeira vez no mercado brasileiro as soluções em LED que foram destaque na Light+Building, considerada a maior feira de iluminação do mundo, realizada em Frankfurt, Alemanha no início de abril.

Toda a linha OSLON, DURIS e SOLERIQ foi exposta na 14ª Expolux, em São Paulo, entre os dias 22 e 26 de abril, graças a uma parceria com a distribuidora de componentes Arrow, que cedeu seu stand.


Conheça, a seguir, as novidades do portfólio de 2014 da empresa:


oslon_ssl.jpgLinha OSLON: base em cerâmica integrada com lentes de silicone


OSLON SSL: um dos menores LEDs do mercado, oferece grande eficiência e vida útil muito longa, otimizada com o uso de lentes, que possibilitam um amplo espectro de cores (RGB e outras).


OSLON SQUARE: um dos LEDs mais populares na iluminação geral, com grande poder de adaptação a qualquer temperatura de aplicação.

soleriq_p.jpgLinha SOLERIQ: desenvolvida especialmente para aplicações de spot

SOLERIQ P: facilmente adaptável ao uso em iluminação geral, oferecendo combinação de custo baixo e alta qualidade, ideal para ambientes internos.


SOLERIQ P 9: LEDs otimizados para aplicações dirigidas, com pequena superfície emissora de luz, que permite sombras nítidas e óptica fácil.


SOLERIQ S: com adaptação para todas as temperaturas de cor, é bastante eficiente para downlights internos.


duris_p.jpgLinha DURIS: encapsulamento em plástico, oferece a perfeita combinação de eficiência e flexibilidade


DURIS E: solução ideal para aplicações com distribuição uniforme de luz. Com alta eficiência, oferece mais potência por um custo menor.


DURIS P: ideal para aplicações profissionais em projetos de arquitetura. Pode ser usada em fontes de luz direcionada, como lâmpadas retrofit.


DURIS S: com alta consistência de cor, é ideal para iluminação industrial, luminárias embutidas e retrofits.


DURIS S 5: LED compacto de potência média que oferece três diferentes fluxos luminosos para iluminação interna em geral.


DURIS S 8: LED de alta potência indicado para lâmpadas retrofit direcionais e omnidirecionais.

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Big Data: é hora de entender e aprender a usar

big_data2.jpgCamilo Rubim*
07/05/2014 - Quem trabalha no setor de tecnologia da informação já ouviu falar, e muito, sobre o conceito de Big Data. É bom clarificar o conceito também para os nossos parceiros de negócios da indústria automotiva, pois é questão de tempo, e pouco tempo, para que também comecem a lidar com ele.

Big Data são dados digitais (tesouro digital que se bem minerado torna-se verdadeiro diamante) que estão disponíveis em centenas ou milhares de banco de dados, sejam eles fechados (proprietários) ou abertos (redes sociais); sejam eles estruturados (dados armazenados em bancos de dados tradicionais) ou não estruturados (dados como áudio, imagens, vídeos, sensores). Eles só fazem sentido se apropriadamente minerados e correlacionados e é aí que entram as soluções tecnológicas, sobretudo na análise de dados não estruturados.

É preciso deixar claro que, quando falamos desse tipo de solução, não falamos apenas de uma solução de BI (Business Intelligence) ou ainda BI de alto desempenho (HANA ou Exadata). Para fazer uma boa análise destes dados, é necessário observarmos três dimensões: volume (quantidade de dados), velocidade (rapidez em que um novo dado é armazenado) e variedade (tipo de dado, texto, desenho, foto, vídeo, etc.). Também é importante observar dois outros, que são veracidade (confiabilidade do dado) e valor (beneficio gerado pelo dado).


Entender o potencial do Big Data pode levar as empresas a um novo patamar e trazer um diferencial competitivo. Na indústria automotiva, por exemplo, ele pode ser aplicado em diversas áreas de negócio, como na Otimização de Produtos através da identificação rápida do desejo dos consumidores; correção de defeitos (desvios de produção); análise de dados de garantia etc.


Outro exemplo está nas áreas de Vendas e Pós-vendas através da análise anônima do comportamento do consumidor, intervalo de manutenção do veículo, monitoração de produtos em garantia, recalls etc. Um velho ditado ainda se aplica hoje em dia: "Vendas vende primeiro, Pós-Venda vende o resto". Atualizando, vale dizer que o uso sofisticado dos dados derivados de comportamento do cliente ajuda a gerenciar melhor o processo de pós-venda e, consequentemente, fidelizar e satisfazer o cliente.


Outro exemplo na indústria automotiva está relacionado ao GPS. Hoje muitos automóveis saem de fábrica com dispositivos de localização instalados e eles trazem grandes oportunidades de extração de dados e integração desses dados com seguradoras, por exemplo, que podem avaliar de forma mais efetiva o comportamento do usuário enquanto dirige, e assim obter um perfil mais preciso deste cliente. O GPS pode fornecer dados muito interessantes sobre o usuário como percursos rotineiros, estradas utilizadas, shoppings, restaurantes etc., sempre observando as questões de privacidade das informações envolvidas.


O mercado brasileiro está em fase de estudo e amadurecimento e a Internet das Coisas (IoC) ou Comunicação Máquina a Máquina (M2M), deve contribuir significativamente para uma sociedade mais conectada, ampliando ainda mais o fenômeno de uso das redes sociais no País. Por conta disso, as organizações estão começando a enxergar os benefícios de investir em análise de dados. No caso da indústria, o foco das iniciativas de Big Data deve ser colocado em áreas que possam promover valor ao negócio, pois no momento é difícil obter retorno sobre o investimento em projetos dessa natureza.


Para isso, é preciso levar em conta que a plataforma de Big Data é composta por três camadas: na primeira estão os dados digitais, estruturados e não estruturados, tais como bancos de dados tradicionais e dados disponíveis nas redes sociais (Google, Yahoo, Facebook, YouTube, Linkedin, Twitter, Instagram, etc.). Na segunda camada entra a primeira solução tecnológica, que tem por objetivo fazer a varredura nos dados digitais de acordo com premissas pré-definidas, selecionar os dados que foram objeto da busca e exportá-los para um banco de dados.

Este será a base para a terceira camada, onde entram soluções tecnológicas como análise dos dados, tomadas de decisões, algoritmos, formatação de apresentação etc.


Para projetos assim, é importante a escolha de parceiros que atuem em três etapas: Planejamento, Construção e Execução. Na primeira fase de Planejamento é realizada uma "avaliação de preparo do Big Data" ou Big Data Readiness Assessment. É aqui que se vai entender claramente os objetivos, aplicações existentes, definir arquitetura, produtos e tecnologias a serem aplicadas.


A segunda etapa é a Construção, ou o Desenvolvimento do Big Data, com a criação de métodos, regras e indexadores para transformação dos dados que estão sendo importados e que mais tarde devem se tornar partes fundamentais na tomada de decisões de nossos clientes. A terceira etapa é responsável pela Execução. Aqui entra a operação, gerenciamento e monitoramento das estruturas de dados e aplicações que sustentam o Big Data, usando conceitos específicos que garantam analise de qualquer volume e variedade de informações.


Tudo parece novo, mas falamos aqui de conceitos que estão batendo com força à nossa porta. Quanto antes abrirmos, mais rápido aprenderemos a obter valiosíssimas vantagens competitivas deles.


* Camilo Rubim é vice-presidente da área de Vendas para a Divisão Automotiva da T-Systems Brasil

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UIT promove evento "Girls in ICT Day"

girls_itc.jpg05/05/2015 - Com o número de meninas optando por estudar disciplinas relacionadas à tecnologia em declínio na maioria dos países em todo o mundo, a UIT está empenhada em criar um ambiente global que capacita e incentiva meninas e mulheres jovens a considerar carreiras no crescente domínio das tecnologias de informação e comunicação (TIC). "Girls in ICT Day" é comemorado na 4ª quinta-feira de abril de cada ano.

Este vídeo que mostra o evento realizado na sede da UIT em Genebra, no 15 de abril de 2014.


Para mais informações sobre evento "Girls in ICT Day", visite o site www.girlsinict.org

https://www.youtube.com/watch?v=42E0dFzTg6A

 

 

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Internet das Coisas traz desafios de segurança

IoE2.jpgPor Raphael D'Avila*
02/05/2014 - Os criminosos cibernéticos desenvolvem armadilhas cada vez mais eficazes à medida que os usuários de internet ficam 'alertas' com novos spams. Para se tornar vítima, basta clicar em um link que leva a um site malicioso. A ideia é que os alvos se interessem em acessar títulos chamativos ao invés de antigas táticas para clicar em imagens ou vídeos.

A realidade é que os usuários são o lado mais fraco na batalha contra os hackers. Muitos deles continuam a acessar links ou arquivos anexados via e-mail, sem verificar a origem das mensagens ou validar o que foi enviado. E só é preciso um clique para que o criminoso tenha acesso a dados importantes do sistema. De acordo com o estudo 2013 Verizon Data Breach Investigation Report, o hacker precisa enviar apenas três e-mails por 'ação de phishing' para que ele tenha 50% de chances de conseguir um clique. Com seis e-mails, a taxa de sucesso sobe para 80% e com 10 e-mails, ele está virtualmente garantido. As mídias sociais ajudam o criminoso a se munir de informações pessoais que ajudarão na eficácia do ataque.

Sabemos que a questão da segurança envolvendo pessoas é um problema que persistirá e a chegada da "Internet das Coisas" tornará isso ainda mais crítico. Os usuários não irão apenas expor seus sistemas para malwares a partir de laptops, smartphones e tablets, mas também será possível acessar links a partir de relógios inteligentes, carros, etc. Em pouco tempo, o vírus terá um ambiente ainda maior para explorar em toda a rede e dispositivos conectados. Uma notícia interessante poderá ser mandada pelo endereço de e-mail de um "amigo" e as portas estarão abertas para ameaças.

Diante desse cenário desafiador que se apresenta, as empresas devem ir além da proteção de dispositivos e dados, pensando em abordar as pessoas e as etapas dos processos de segurança. É preciso reconhecer essa lacuna e implantar programas internos de educação para que os usuários identifiquem e-mails com malwares. Também é fundamental saber como comunicar a organização sobre quaisquer ocorrências. Dessa forma, as tentativas serão minimizadas no futuro.

Soluções de segurança eficazes e controle sobre o conteúdo devem ajudar as empresas no combate aos ataques. Além disso, ter uma visibilidade abrangente fará toda a diferença, afinal será possível proteger as organizações contra ameaças invisíveis. Ferramentas com consciência contextual sobre o cenário podem correlacionar grandes dados, de maneira inteligente, mapeando ambientes de TI, aplicações, usuários, dispositivos, sistemas operacionais, processos, comportamentos de rede e arquivos.

Os hackers estão aprendendo com cada ataque a aumentar suas chances de sucesso e, portanto, as equipes de TI precisam fazer o mesmo. A educação é um componente essencial de qualquer estratégia de segurança. Quando combinado com visibilidade e controle, pode ajudar a minimizar os ataques cibernéticos e proteger as redes, mesmo com as ações de usuários despreparados que clicam em links mal-intencionados.

Por Raphael D'Avila, District Manager da Sourcefire Brasil, parte da Cisco

Foto: iStockphoto/chris_lemmens

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Perdi o prazo do IRPF 2014: O que fazer?”

imposto_renda2.jpgVanessa Miranda*
02/05/2014 - A Receita Federal anunciou no início da madrugada de ontem em seu perfil no Twitter que recebeu aproximadamente 99,5% das 27 milhões de declarações do Imposto de Renda 2014 esperadas pelo Fisco. De acordo com uma avaliação dos especialistas em tributos diretos da Thomson Reuters, a perda de prazo registrada por esses quase 200 mil contribuintes brasileiros está associada à dificuldade de reunir e organizar toda a informação necessária.

"É muito importante que esses contibuintes que perderam o prazo de entrega do IRPF 2014 busquem regularizar a situação junto ao Fisco o quanto antes para que não seja aplicada a multa máxima", alerta Vanessa Miranda, especialista em imposto de renda da Thomson Reuters no Brasil. Ela lembra que hoje às 8h da manhã, a Receita reabriu o sistema. "Os contribuintes que não entregaram suas declações no tempo regulamentar devem utilizar o mesmo programa disponível na internet, celulares e tablets, contando, adicionalmente, com a possibilidade de apresentar em mídia removível, nas unidades da RFB, durante o seu horário de expediente", e proceder da mesma maneira recomendada anteriormente", explica ela, lembrando que esses contribuintes já terão de arcar com uma multa mínima de R$ 165,74, podendo chegar a até 20% do imposto de renda devido, ainda que integralmente pago.

Acompanhe abaixo 5 orientações básicas para quem perdeu o prazo da RFB:

1. O que acontece com as declarações de IRPF entregues fora do prazo?
Todas as pessoas físicas que não apresentaram suas declarações até as 23h59 do dia 30 de abril de 2014 serão automaticamente notificadas. O contribuinte será penalizado com a aplicação de multa de 1% do imposto devido, por mês de atraso, limitada a 20%, sendo a multa mínima de R$ 165,74, pela entrega fora do prazo. Assim que fizer a declaração, o contribuinte já poderá imprimir o DARF da multa por atraso na entrega e tem 30 dias para pagá-la, depois desse prazo há incidência de juros, com base na taxa Selic.
Se apurar imposto e não recolher até 30 de abril, deverá adicionar ao valor principal do IR a multa de 0,33% ao dia, limitada a 20% e juros Selic.

2. O que acontece com o contribuinte que não entrega a declaração?
Caso o contribuinte não entregue a declaração ou não pague a multa ele não consegue emitir a Certidão Negativa de Débitos com o Tesouro Nacional. Isso dificulta a tomada de empréstimo em bancos, venda de imóveis e emissão de passaportes.

3. Em quais casos o contribuinte deve fazer a retificação?
Sempre que o contribuinte constatar alguma informação incorreta declarada nos últimos cinco anos. Como a Receita pode consultar declarações de até cinco anos atrás é recomendável fazer e retificação sempre. Ela pode ser feita quantas vezes for preciso, mas a repetição demasiada pode chamar a atenção do Fisco. Vale ressaltar que se a retificação for feita depois de dia 30 de abril, prazo final para entrega da declaração, o contribuinte não poderá alterar o modelo da declaração de simplificada para completa, ou vice-versa. Quem tiver feito a retificação dentro do prazo poderá fazer essa alteração.

4. Em quais casos não é possível fazer a retificação?
Um outro ponto de atenção: a partir do procedimento de ofício a declaração não pode ser retificada. Por isso, o ideal é que as correções sejam realizadas espontaneamente, antes da instauração do procedimento de ofício pela RFB. Por meio do site da RFB o contribuinte pode acompanhar o processamento de sua declaração e ter acesso à possíveis inconsistências. Neste caso, havendo informação divergente da que consta no banco de dados da RFB o contribuinte pode retificar.

Os contribuintes que não acompanham o extrato de processamento correm o risco de entrarem em procedimento de ofício, situação que impedirá a retificação da declaração e, para não ser penalizado, deverá apresentar defesa administrativa, anexando os documentos comprobatórias das informações prestadas na declaração, dentro do prazo fixado na intimação.

5. Qual o procedimento para fazer a retificação?
Para fazer a retificação, o contribuinte deve abrir o programa da declaração original e selecionar a opção "Declaração Retificadora" na pergunta "Que tipo de declaração voce deseja fazer?" e informar o número do recibo da declaração a ser retificada e corrigir as informações devidas e em mídia removível, nas unidades de atendimento da Receita Federal.

Também é possível a retificação on line para os contribuintes que tenham certificado digital. A retificação on line permite a alteração de alguns dados da declaração, diretamente pela internet, sem a utilização do programa IRPF 2014 nem do Receitanet. Não há necessidade de preencher novamente os dados que não se pretende alterar.

Reajustes da tabela progressiva mensal e dos valores de isenção
Foi publicada na edição de hoje (02/5) do Diário Oficial a Medida Provisória nº 644/2014 que altera os valores da tabela progressiva mensal do imposto sobre a renda, incidente sobre os rendimentos de pessoas físicas, a ser aplicada a partir do ano-calendário de 2015.

A tabela progressiva mensal dispõe sobre as seguintes alíquotas:
a) até R$ 1.868,22 não haverá tributação;
b) de R$ 1.868,23 até R$ 2.799,86 a alíquota aplicada será de 7,5% e a parcela a deduzir de R$ 140,12;
c) de R$ 2.799,87 até R$ 3.733,19 a alíquota aplicada será de 15% e a parcela a deduzir de R$ 350,11;
d) de R$ 3.733,20 até R$ 4.664,68 a alíquota aplicada será de 22,5% e a parcela a deduzir R$ 630,10;
e) acima de R$ 4.664,68 a alíquota será de 27,5% e a parcela a deduzir de R$ 863,33.

Também foram alteradas as seguintes legislações federais:
a) Lei nº 7.713/1988, para dispor sobre os valores da isenção do imposto de renda dos rendimentos provenientes de aposentadoria e pensão, de transferência para a reserva remunerada ou de reforma pagos pela Previdência Social da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, por qualquer pessoa jurídica de direito público interno ou por entidade de previdência privada, a partir do mês em que o contribuinte completar 65 anos de idade, para o ano calendário de 2014 e a partir do ano calendário de 2015;

b) Lei nº 9.250/1995, em relação:
‒ b.1) às deduções que podem ser efetuadas na determinação da base de cálculo do imposto de renda mensal, das quantias por dependente e correspondente à parcela isenta dos rendimentos mencionados na letra "a";
‒ b.2) à deduções relativas aos pagamentos de despesas com instrução do contribuinte e de seus dependentes e à quantia por dependente efetuadas para fins de determinação da base de cálculo do imposto devido no ano-calendário;
‒ b.3) ao limite do valor da dedução de 20%, que poderá ser efetuada em caso de opção pelo desconto simplificado, a partir do ano calendário de 2015.

c) Lei nº 11.482/2007, em relação à tabela progressiva mensal a ser utilizada para o ano calendário de 2014.

Vanessa Miranda, especialista em imposto de renda da Thomson Reuters

Foto do site http://www.oaltoacre.com

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Intel instala centro de inovação no Rio de Janeiro

intel-img.jpgcomputerworld.com
02/05/2014 - A Intel anuncia a instalação de um Centro de Inovação no Rio de Janeiro com foco no desenvolvimento de soluções inovadoras utilizando tecnologias de HPC, Big Data e Internet das Coisas (IoT, da sigla em inglês) nas áreas de Pesquisa de Óleo e Gás e Cidades Inteligentes.

O Centro é resultado de uma parceria da Intel com a prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e governo do estado e consequência do acordo de cooperação com o Governo Federal anunciado em 2013.

O Centro de Inovação terá como objetivo principal oferecer acesso às tecnologias de computação de alto desempenho (HPC - High Performance Computing, na sigla em inglês) para empresas de todos os portes. Além disso, o Centro promoverá qualificação de ponta em HPC, fundamental para a exploração do pré-sal, e soluções que agregam inteligência na Nuvem a serviços públicos e privados.


As atividades englobam ainda o trabalho com startups e a interação direta com outros centros de pesquisa, empresas privadas e universidades para provas de conceito, incubação de novos aplicativos e suporte ao desenvolvimento.


A iniciativa é também resultado de um acordo firmado, em fevereiro de 2013, entre a Intel e o governo federal, com o intuito de incentivar o desenvolvimento de tecnologias da informação e comunicação (TICs) que ajudam a inserir o Brasil em cadeias globais relacionadas às áreas de interesse nacional, como energia e transportes.


Esse acordo totaliza um investimento de R$ 300 milhões da empresa no Brasil em pesquisa e desenvolvimento e inovação (PD&I), no período de cinco anos, e está alinhado ao Programa Estratégico de Software e Serviços de Tecnologia da Informação (TI Maior), do Governo Federal, que tem como meta o incremento das atividades das TICs no país.


"A ideia é democratizar o acesso de empresas brasileiras a computação de alto desempenho. Acreditamos que isso pode ser um fator fundamental para o desenvolvimento da economia do país", destaca Fernando Martins, diretor executivo de Estratégia e Inovação da Intel Brasil.


O Centro, que será instalado em área com os mais avançados recursos tecnológicos no Rio, oferecerá sistemas de hardware e software de última geração, com os processadores e softwares considerados o estado-da-arte e desenvolvidos pelo Intel Labs.


O espaço contará com três áreas: uma dedicada aos sistemas para uso das empresas em Provas de Conceito (PoCs) e Projetos-Piloto; outra para o desenvolvimento de projetos de universidades e centros de pesquisa apoiados pela Intel no país; e uma terceira para incubar startups e fomentar o surgimento de novos produtos ou serviços para o mercado brasileiro via o empreendedorismo.


A escolha do Rio de Janeiro como sede do Centro de Inovação foi influenciada pela forte presença, no Estado, de empresas do segmento de Óleo e Gás, que fazem uso constante das tecnologias de Computação de Alto Desempenho.


A hospedagem inicial do Centro de Inovação ficará a cargo da empresa de serviços AMT, que abriga um Data Center no local onde o Centro será instalado. Com mais de 20 anos de atuação no mercado local, a AMT oferece infraestrutura de TI como serviços, com foco em cloud computing.


A aliança com uma empresa nacional permitirá a transferência de tecnologia no estabelecimento de um centro de conhecimento e treinamento dos serviço sem HPC& Big Data.


Startups e investimentos em educação


Além do Centro de Inovação, a Intel Brasil anuncia o primeiro IPCC - Intel Parallel Computing Center - em parceria com o Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia (COPPE) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O programa global IPCC tem por objetivo custear bolsas a pesquisadores e PhDs que desenvolvam aplicações de software com técnicas de programação paralela utilizando HPC.


Até o fim do ano, a Intel planeja oferecer cursos avançados de HPC. "Educação é tema estratégico e vamos estruturar aqui, no Rio de Janeiro, cursos por meio do HPC Educational Center", lembra Fernando Martins, diretor executivo de Estratégia e Inovação da Intel Brasil.

A Intel pretende ainda apoiar institucionalmente Programas de Startups da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e do governo do estado do Rio de Janeiro e oferecer o Centro de Inovação para que novas empresas desenvolvam suas aplicações sem custos com computação ou software de programação.

Em contrapartida, a prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e o governo do estado do Rio pretendem fazer " co-funding", o que significa que os investimentos da Intel no Rio terão auxílio da Prefeitura e do governo do estado no fomento de bolsas de pesquisa e de projetos.

"Estamos contentes por termos políticas públicas que permitiram atrair a Intel para nossa cidade e para o nosso estado. Temos certeza que, em conjunto, estaremos desenvolvendo soluções que melhorem a vida das pessoas com o uso de alta tecnologia", conclui o governador Luiz Fernando Pezão.

http://computerworld.com.br/negocios/2014/05/02/intel-instala-centro-de-inovacao-no-rj-com-foco-em-internet-das-coisas/

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