Igualdade de gênero em TI inicia no recrutamento

booking.jpg03/06/2019 - De acordo com nova pesquisa encomendada pela Booking.com, metade das mulheres brasileiras que trabalham no setor tecnológico (51%) dizem que a desigualdade de gênero durante o processo de recrutamento as restringe de entrar na indústria.

Apesar dos esforços que o setor tem feito para aumentar a representatividade das mulheres e das minorias no mercado de trabalho tecnológico, a pesquisa mostra que os desafios que surgem já nas etapas de recrutamento podem estar desencorajando as mulheres a se candidatarem para vagas na área. Inclusive, estudantes universitárias brasileiras interessadas na carreira tecnológica (66%) são as que sentem o maior impacto dos desafios impostos pela diferença de gênero durante o processo de recrutamento. Isso significa que as empresas de tecnologia podem estar rejeitando a mão de obra feminina antes mesmo de elas terem a oportunidade de mostrar ao que vieram.

"Grande parte da discussão envolvendo as melhorias quanto à diversidade de gênero no setor de tecnologia tem focado naquilo que a indústria, o sistema educacional e os governos podem fazer para que mais garotas e jovens mulheres se interessem por temas sobre STEM (do inglês: Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) logo cedo e durante a carreira no setor tecnológico," comenta Gillian Tans, CEO da Booking.com. "Nossa pesquisa destaca como as práticas de recrutamento adotadas pelas empresas de tecnologia são fundamentais para inserir as mulheres no setor. Isso inclui o que é divulgado sobre a indústria, as descrições das vagas oferecidas e as oportunidades existentes. Essas descobertas são particularmente significativas se considerarmos que 51% das mulheres ao redor do mundo acreditam que as práticas de contratação que atraem mão de obra mais diversificada são as que mais contribuem para seu sucesso no ramo tecnológico".

Comportamentos adotados na contratação estão afastando as mulheres, ao invés de atraí-las

Ao serem perguntadas especificamente sobre as práticas envolvidas no recrutamento e identificação de talentos de empresas de tecnologia, as respostas de brasileiras atuantes no setor indicam como a indústria falha em descrever de forma detalhada - e consequentemente, em recrutar - a variedade de cargos e oportunidades que as carreiras no setor de tecnologia podem oferecer.

Partindo desse cenário, as descrições de vagas afastam cada vez mais as mulheres de se candidatarem para vagas que não exigem conhecimento técnico dentro do setor de tecnologia, com pouco mais da metade das brasileiras (52%) dizendo que as vagas de trabalho não são desenhadas levando em consideração a mão de obra feminina. Nossa pesquisa aponta que mais da metade das profissionais e estudantes de tecnologia no país (53%) acreditam que as empresas do setor tendem a falar mais sobre os cargos técnicos que envolvem codificação, design de produto, análise de dados e engenharia, ao invés de apresentar cargos não técnicos, que poderiam atrair igual interesse.

Um dado que reforça essa realidade mostra que quase três em cada quatro mulheres brasileiras no setor de tecnologia e estudantes interessadas em seguir carreira na área (74%) concordam que é necessário ter habilidades técnicas, ou um diploma em tecnologia ou ciência da computação para conquistar um emprego na área - independentemente de ser um cargo técnico ou não, em um departamento como Recursos Humanos, Financeiro, Jurídico e Marketing, por exemplo. Quando se analisam as regiões, essa crença é ainda mais forte em países como Índia (83%) e China (79%).

Quando se trata de ter uma trajetória profissional concreta dentro do setor de tecnologia, metade das mulheres do país (50%) sente que as oportunidades para que elas avancem em suas carreiras não são tão claras em um primeiro momento - outro fator que dificulta a entrada delas na indústria. Esse sentimento é ainda mais forte entre as estudantes do ensino superior (64%), o que mostra que o setor de tecnologia precisa fazer mais para destacar as oportunidades de crescimento disponíveis para as mulheres, antes mesmo delas ingressarem na indústria.

Uma vez contratados, homens e mulheres enfrentam experiências diferentes quando se trata de desenvolvimento e liderança

Ao serem perguntadas sobre as oportunidades de crescimento depois de terem entrado na indústria da tecnologia, mais de três em cinco mulheres brasileiras (65%) sentem que a expectativa é de que elas atendam a cada uma das exigências do cargo para que possam avançar, enquanto os homens tendem a ser promovidos com base no seu potencial futuro.

Além disso, mais da metade das brasileiras entrevistadas (59%) sente que atitudes e comportamentos que são vistos como positivos em colegas homens são considerados negativos em mulheres, e um número semelhante (55%) sente que elas não contam com oportunidades de crescimento e desenvolvimento suficientes.

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Novas funções na terceira geração de robôs

luis_castanha.jpg*Por Luiz Alexandre Castanha
03/06/2019 - A vida humana se define, inclusive para efeito de estudo da Saúde e da Ciência, em quatro momentos: infância, adolescência, fase adulta e velhice. Levando essa divisão para o campo da Inteligência Artificial, temos essas duas últimas etapas se sobrepondo quase que ininterruptamente – entre a descoberta de um novo mecanismo e outro se tornando obsoleto – e, assim, também podemos usá-la, porém, em três períodos, como parâmetro para explicar a evolução dos robôs.

Se na primeira geração, em meados dos anos 60, as máquinas apenas reproduziam movimentos simples, assim como crianças com limitações inerentes à idade. Na segunda, os robôs foram construídos e programados para fazer praticamente tudo que conhecemos hoje. Nesta fase evoluímos muito, imagine que ela nos trouxe até aqui com vários sistemas complexos e muita tecnologia, desde celulares até naves espaciais foram criadas com essa lógica, onde programávamos e as máquinas executavam.

Assim como uma pessoa adulta, aterceira geração é caracterizada pela capacidade de o robô tomar decisões autônomas. São máquinas mais robustas, para as quais um operador não precisa dar todas as pistas. Robôs "com faro", usando sensores, algoritmos e qualquer outro elemento de controle disponível para buscar, testar e emitir respostas consideradas inteligentes.

Stephen Hawking dizia que a terceira geração dos robôs representava um salto tão grande na robótica que era como se, agora, o "gênio estivesse fora da lâmpada". O físico defendia que a IA poderia substituir os humanos completamente, e que essa nova relação poderia se estabelecer como uma ajuda ou como uma disputa.

Fato é que é fascinante demais ver a evolução para a qual estamos caminhando. Quem diria que estaríamos assistindo a cirurgias robóticas e por telementoria, uma conquista alcançada recentemente, em fevereiro de 2019? Não só a comunidade médico-científica, como entidades e empresas no setor de tecnologia, estão dando passos largos no uso da IA a nosso favor.

Cada vez mais, a Inteligência Artificial aplicada à Saúde, aliás, indica que teremos ações preventivas muito mais embasadas e aprofundadas para resolver questões até agora insolúveis, especialmente no campo do bem-estar humano.

Parte daí a noção de que a nova geração de tecnologia pode nos ajudar a resolver a lidar com problemas coletivos tão complexos, como a fome no mundo ou doenças sérias e incuráveis, e de cada indivíduo, ao tornar capaz a fabricação de wearables que meçam a pressão sanguínea, emitam mensagens e alarmes na rotina, enfim, facilitem a vida do sujeito, por exemplo.

Embora se tenha a ideia de que o avanço robótico é algo assustadoramente incontrolável, penso que é fundamental acompanharmos essas mudançasde perto, para entender seus possíveis impactos dentro de um mundo globalizado, em que as decisões tomadas por grandes empresas do setor e por governos geram transformações diretas no nosso dia a dia.

De qualquer forma, você pode estar ainda se perguntando: essa nova leva de robôs, como Hawking acreditava, não pode, de fato, provocar uma desleal luta entre homens e máquinas em alguns setores, especialmente relacionados ao papel do ser humano no trabalho?

Pensar assim, considerando a capacidade de processamento dos robôs inteligentes, é de fato algo desanimador. Uma segunda estratégia se faz necessária: é preciso aliar a capacidade atual das máquinas, cada vez mais "afiadas" na leitura de dados, informações em redes sociais, imagens, resultados de exames, com sua facilidade de cruzar toda a informação e tomar esse rico material para se ter a decisão (humana) mais acertada.

Isso vale tanto para informações mais ou menos triviais, como a previsão do tempo que interferirá nos seus planos de viagem, a formulação de lista de compras que manterá a dispensa em diaou quantidade de nutrientes que você precisa ingerir em uma refeição para ser mais saudável quanto para grandes decisões de mercado e de governos. Ou seja, bater o martelo em algumas situações ficará cada vez mais fácil com a parceria "robô-humano".

Cabe ainda lembrar que, quando surge um novo panorama, surgem novas demandas. Neste sentido, se abre um mercado de profissionais de capacitação de robôs que, literalmente, casam o conhecimento humano com aquilo que as máquinas mostram de mais relevante. Instituições de vários países, especialistas em robótica já estão de olho nessas novas funções. Você já pensou nessa possibilidade de ser um professor de robôs? Essa será uma profissão muito interessante, não é mesmo? Então, que tal começar agora mesmo.

*Luiz Alexandre Castanha é diretor geral da Telefônica Educação Digital – Brasil e especialista em Gestão de Conhecimento e Tecnologias Educacionais

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Quem são os consumidores com mais de 60 anos?

julio_moretti.jpg*Por Julio Moretti
03/06/2019 - Nos últimos anos marcas, produtos, serviços e empresas de todas as áreas, buscam desvendar o comportamento dos millennials (nascidos entre o início dos anos 80 e meados dos anos 90) e mais recentemente da Geração Z (nascidos entre meados dos anos 90 e 2009). Enquanto isso, a Geração X (nascidos em meados dos anos 60 e início dos anos 80) e os Babies Boomers (nascidos entre 1945 e meados dos anos 60) estão se sentindo invisíveis, segundo estudo realizado pela consultoria Hype60+, uma consultoria de marketing especializada no consumidor sênior. O que é um erro, já que eles são os maiores detentores da renda, sendo que mais de 63% deles ainda são os provedores da família.

Esqueça tudo o que você imagina sobre os maduros. Acredite, eles não estão em casa assistindo a programas de culinária ou novelas, muito menos jogando dominó. Em março, a consultoria realizou uma pesquisa bastante abrangente, considerada a maior já feita no Brasil sobre a chamada Economia Prateada, envolvendo quase 2.500 pessoas acima dos 60 anos. O título do estudo é Tsunami60+ e nela, a maioria dos pesquisados declarou estar bem de saúde física e mental, muitos ainda trabalham, além de serem bem ativos no dia a dia. Passeiam, namoram e navegam com cada vez mais facilidade na internet, inclusive, muitos são superativos em redes sociais como Facebook e WhatsApp, entre outras plataformas, como games.

Geração economicamente ativa!

Mas, você ainda não se convenceu do potencial dessa faixa etária? Então, veja isso: a economia prateada, como são chamados, é considerada a terceira maior atividade econômica do mundo, indústria que movimenta US$ 7,1 tri anuais. Nos EUA, esse segmento já representa mais de 25% do consumo e no Brasil, o público maduro movimenta cerca de R$ 1,6 tri ao ano.

De acordo com o grupo financeiro multinacional Goldman Sachs, se comparado aos mais jovens – como os millennials e os da geração Z – o consumo dos 60+ cresceu três vezes mais rápido nos últimos dez anos, mas, ainda assim, 63% dos negócios não posicionam este público como alvo de suas estratégias, o que pode ser contraditório, pois apesar de essa indústria movimentar a economia, ainda existem poucos produtos e serviços que sejam desenvolvidos e pensados na perspectiva das pessoas mais velhas. E, por vezes, consomem produtos que são mais ou menos adequados.

De frente com o seu público

Se na oferta de produtos falta atenção a este público, nos aspectos de atendimento e relacionamento com este consumidor, além da pouca atenção, as empresas também estão perdidas nas estratégias. É preciso urgentemente que as marcas tenham empatia. Só isso poderá alinhar as estratégias. Ainda no estudo Tsunami60+, a empatia tem o poder de curar relacionamentos desfeitos, derrubar preconceitos, nos fazer pensar em nossas ambições e até mesmo mudar o mundo.

Ao meu ver, os 60+ ainda são uma novidade para o mercado, e com grandes oportunidades, basta apenas as empresas entenderem as novas necessidades desse público mais maduro. Nas propagandas, uma simples imagem de pessoas reais que não sejam estereótipos já aproxima o público da marca. A pesquisa feita pela Hype60+ comprovou que eles não se sentem representados em comerciais. No atendimento, processos bem desenhados e treinamentos específicos para as equipes vão criar diferencial ao lidar com esse público e certamente podem colocar uma empresa um passo a frente da concorrência. Uma dica: dê protagonismo a eles! Não faça propagandas com pessoas jovens ajudando um idoso a usar o celular, por exemplo. E nas interações, ouça mais esse público e crie fluxos especiais para atendê-los.

Outro ponto importante revelado no estudo diz respeito ao UX, ou Experiência do Usuário, em português. No design dos produtos e dos serviços, para eles, menos é mais. Se sua empresa oferece aplicativos e interfaces digitais de atendimento, use letras maiores, cores fortes e com contraste para facilitar a leitura do público 60+. Se você tem um e-commerce, encurte o número de cliques e o fluxo de venda para ter mais conversão desse consumidor.

Você pode estar achando exagero falar de aplicativos e e-commerce para essa turma, mas as pesquisas dizem o contrário. O Tsunami60+ comprovou que eles estão na internet, principalmente nas redes sociais como Facebook e no Whatsapp. O público maduro é digital e quem ainda não se atentou para isso muito provavelmente está perdendo vendas. E se isso não te impressiona, saiba também que em um estudo sobre os Babies Boomers, feito pela U.S. News & World Report, apontou que 72% dos chamados novos idosos já realizaram ao menos uma compra online, enquanto 83% deles já pesquisaram um produto na internet antes de realizar uma compra offline.

A conclusão mais óbvia disso tudo é que as empresas estarão perdendo grandes oportunidades se simplesmente incluírem o público 60+ como uma fatia a mais na quantidade do seu público-alvo. Esse consumidor deve ser uma Persona em suas estratégias de negócio, e isso vale especialmente para os SAC das empresas. Por isso a consultoria em design de atendimento é tão importante, para, entre outras coisas, desenhar a forma certa de falar com cada público.

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CIOs elegem as 10 profissões do futuro em tecnologia

job.jpg03/06/2019 - Pesquisa da Robert Half com executivos líderes de TI apontam as carreiras e funções emergentes na área por conta dos avanços tecnológicos

A velocidade dos avanços tecnológicos tem fomentado o debate sobre a possibilidade de as máquinas e os robôs substituírem as atividades humanas. Enquanto isso, essa transformação já impacta o mercado de trabalho com a criação de novas profissões e funções, como Chief IoT Officer (executivo especializado em internet das coisas), Cloud Computing Engineer (engenheiro de computação em nuvem) e Wearable Technology Experts (especialistas em tecnologia vestível).

A informação faz parte da pesquisa global realizada pela Robert Half com 1126 CIOs de oito países, sendo 108 deles do Brasil. No País, os 10 cargos emergentes mais indicados pelos CIOs são:

1º - CIoTO - Chief IoT Officer (opinião de 38% dos CIOs)
2º - Cloud Builder/Cloud Computing Engineer (37%)
3º - Wearable Technology Experts (36%)
4º - 3D Printing Jobs (35%)
5º - Robotic Software Engineer (34%)
6º - Incident Detection Innovator (31%)
7º - Hardware Technician (30%)
8º - Information Security Specialist/Security Strategist (29%)
9º - Counterespionage Analyst (29%)
10º - Chief Data Officer/Data Protection Office (23%)

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Dez profissões do futuro na nova economia

job.jpg*Por Rodrigo Pimenta
30/05/2019 - O impacto de uma nova tecnologia sempre causa grandes transformações nos mais diversos setores, ainda mais quando o assunto é mercado de trabalho. Novas gerações de profissionais acabam tendo que se adaptar ao contexto trazido pela era digital. Segundo estudo do Instituto Sapiens, diversas profissões estão correndo risco de extinção nos próximos anos. Dados do Ministério do Trabalho da França, concluem que empregos em bancos, cujo número caiu 40% entre 1986 e 2016, poderem desaparecer totalmente até 2050. Por outro lado, novas tecnologias emergentes geram novas oportunidades e aquecem com velocidade uma nova safra de necessidade e nível de profissionais.

Confira abaixo 10 profissões e oportunidades relacionadas ao Universo Blockchain:

1 - Analista DevOp Blockchain: profissional com visão de implementar blockchain desde protótipo, infraestrutura, frontend, backend e integrações.

2 - Cientista de Dados Blockchain: responsável por entender a estrutura desnormalizada de origem blockchain, tornando-a em estrutura de dados normalizada, assim como garantindo sua integridade pela validação dos blocos , criptografia e verificação de integridade das árvores merkle.

3 - Arquiteto de Sistemas Blockchain: especialista em criar, integrar e aconselhar o não uso de tecnologia blockchain em projetos de forma técnica de acordo a necessidade ou linha de negócio.

4 - Contador para Ativos Blockchain/DLT: habilitado em validar ou emitir todos os documentos contábeis, baseando em notação de contabilidade financeira em blockchain para uma firma do setor.

5 - Auditor/Perito em Ativos Blockchain/DLT: cuida da validação e emissão de todos os documentos contábeis, baseando em notação de contabilidade financeira em blockchain para firma de Auditoria/Perícia.

6 - Analista de Infra IoT Blockchain (Internet das Coisas): especialista habilitado na disponibilização de infraestrutura cabeada, 3G/4G e wifi de acordo com a latência e qualidade de serviço do equipamento (IoT) x qualidade de mínima de resposta para a necessidade real time de soluções integradas com blockchain.

7 - Analista de Governança Empresas com Blockchain/DLT: qualificado em manter, evoluir e implementar boas práticas de administração, processos e mitigação de riscos, tendo como um dos pilares tecnológicos o blockchain em seu negócio.

8 - Analista de Compliance Empresas com Blockchain/DLT: responsável por garantir e sugerir boas práticas de administração, processos e mitigação de riscos, de acordo com normas, lei e regras existentes ou até boas práticas do mercado, tendo como um dos pilares tecnológicos o blockchain em seu negócio.

9 - Consultor Blockchain para Negócios: atua na função de encontrar oportunidades, parceiros e solucionar problemas reais que seriam muito complexos, com risco operacional e sistêmico e com custo muito menor de tempo e investimento.

10 - Gestor de Fundos Tokenized/CriptoAtivos: opera na área de bolsa de valores/trading/funding, com foco em Token/CriptoAtivos, sendo conhecedor da legislação, com habilidade na gestão desde grandes fundos até investidores com pouca ou zero experiência.

Desta forma, podemos concluir que o universo blockchain abre várias portas no mercado de trabalho, ingressando no modelo econômico moderno, dando oportunidades e gerando empregos para aqueles que desejam atuar no meio.

*Rodrigo Pimenta é CEO da Hubchain Technologies

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Prevenção contra fraudes financeiras em e-mails

emailage.jpg29/05/2019 - O endereço de e-mail é obrigatório em todas as transações on-line, acompanhando o consumidor em toda a sua jornada. Isso possibilita construção de um histórico e um perfil muito ricos em torno desse endereço de e-mail.

No CIAB FEBRABAN 2019 - que acontecerá de 11 a 13 de junho no Transamérica Expo Center, em São Paulo - a Emailage vai expor inovação antifraude capaz de validar 400 transações por segundo nas transações financeiras. Outros destaques serão as demonstrações de fraude de identidade sintética e engenharia social via realidade virtual, que permitirão conhecer a jornada da fraude e meios de combatê-la.
    
O espaço da Emailage vai ainda oferecer interações com os visitantes, por meio de demonstrações de recursos que vão possibilitar conhecer a jornada da fraude e meios de combatê-la. "Cada vez mais, cresce o número de transações digitais e com elas, aumentam também o número de fraudes e a engenharia dos fraudadores. Por isso, é essencial que os bancos adotem com urgência medidas antifraudes efetivas, para monitorar transações e proteger os recursos de seus clientes", diz Luciana Lello, Gerente Geral para a América do Sul da Emailage. "Para os bancos, atuamos já na primeira camada da transação, na normalização dos dados e ainda em outros processos durante o fluxo de validação de transações bancárias. Somos a única empresa do mundo capaz de analisar mais de 400 transações por segundo e avisar em tempo real se há risco de fraude acontecendo. Atuando em 76% dos países no mundo e utilizando tecnologia de Machine Learning, conseguimos analisar o histórico e o padrão de construção do e-mail, redes sociais, IP, comportamento de consumo, entre outros dados que nos possibilitam diminuir a fricção nas transações digitais, sem riscos de impactar a experiência do cliente negativamente e consequentemente melhorar a taxa de aprovação. Por isso, uma tecnologia de ponta e veloz é imprescindível no mercado digital”, ressalta Lucina Lello.

Sobre a Emailage

Fundada no Estados Unidos em 2012 por dois brasileiros, Reinaldo Carvalho e Amador Testa, a Emailage possui escritórios por todo o mundo e processa transações em 150 países, ou seja 76% dos países globalmente. A companhia é única empresa do mundo com soluções preditivas de fraudes online, usando o e-mail e mais 150 parâmetros diferentes para análises em tempo real, em rede compartilhada com todos os seus clientes, possíveis riscos de fraude. Por meio de parcerias estratégicas, dados proprietários e tecnologia de Machine Learning, a Emailage constrói um perfil multidimensional associado com vários dados do cliente, gerando pontuação preditiva de risco.

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