Como gerenciar os riscos de fraudes na era digital

eset_ciber.jpg*Por Robson Ohosaku
17/01/2019 - A transformação digital está mudando a maneira como as pessoas vivem e, consequentemente, houve um aumento no volume de dados gerados, sejam eles estruturados ou não. Com essa convergência também surgem novos riscos e os métodos tradicionais de prevenção de fraudes não acompanham a velocidade necessária para se adaptar a esse novo cenário.

O principal desafio na segurança e na prevenção de fraudes é que as ameaças também estão se tornando cada vez mais sofisticadas e globalizadas. Os fraudadores podem acessar facilmente novas informações ou falhas e compartilhá-las rapidamente por meio de redes complexas que abrangem todo o mundo. Em contrapartida, as empresas devem responder com investimentos em inteligência por meio de recursos humanos experientes em prevenção a fraudes e uso de ferramentas e sistemas que permitam a essas pessoas aplicar as mais avançadas tecnologias e metodologias analíticas.

O que as empresas líderes de mercado fazem para se manter à frente na segurança e na prevenção de fraudes é combinar o uso de uma autenticação mais forte (e não mais camadas de autenticação) com análises avançadas. Os principais exemplos desse tipo de autenticação são o uso de tokens, medidas de segurança biométrica (facial, impressão digital e voz), senhas de uso único e 3D Secure para compras online - todos já colocados em prática no nosso dia a dia.

Quando nos referimos a Análise Avançada na prevenção de fraudes, estamos falando do uso de modelos preditivos, redes neurais (deep learning), análise de links, machine learning e detecção de anomalias. Essas técnicas complementam as estratégias atuais, baseadas em regras de negócios estáticas, e estão em uma tendência crescente, principalmente devido ao novo volume de dados gerado nesta era de transformação digital.

Hoje, os dados são o ativo mais valioso para detectar e evitar fraudes. Embora existam obstáculos como dados em silos, dados de baixa qualidade, fontes diferentes não integradas, falta de recursos humanos analiticamente qualificados, o investimento necessário para ter uma boa estrutura de gestão de dados permitirá transformá-los em valores agregados, seja resolvendo problemas de negócios ou problemas regulatórios. O retorno é muito compensatório para a empresa. É sempre possível começar pequeno, usando a análise de dados para atingir algumas metas e resultados iniciais e, em seguida, expandindo essa cultura dentro da companhia.

Também é importante ter uma ferramenta completa de prevenção de fraudes que ofereça suporte à área de negócios para implementar e integrar a autenticação e possibilitar a Análise Avançada. Atualmente, os padrões mínimos que uma empresa deve procurar nesse tipo de solução são:

- Facilidade de integração e preparação de dados para análise;

- Acompanhamento de transações com regras e modelos otimizados que funcionam em tempo real, com uma visão única do cliente;

- Capacidade de geolocalização e análise de ID de dispositivo para contas móveis e digitais;

- Gestão integrada acessível em toda a empresa para dar suporte a alertas e investigações necessárias;

- Visualização de dados por meio de relatórios e gráficos estruturados para a rápida identificação de eventos, atividades ou conexões potencialmente suspeitas.

Os líderes de todos os setores - bancários, seguros, serviços e governo, entre outros - estão trabalhando para simplificar a experiência do cliente com opções de pagamento e serviços online e móveis, fechando as portas da fraude e da exposição. Equilibrar segurança e conforto requer uma abordagem que combine a autenticação voltada ao consumidor com medidas de segurança em segundo plano, como a análise do comportamento do usuário, por exemplo. O investimento não é trivial, mas os retornos e a confiança obtidos valem a pena.

*Robson Ohosaku é gerente de Inteligência de Segurança do SAS América Latina

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Unisys Stealth recebe prêmio de cibersegurança

unisys_tekne.jpg14/01/2019 - A Unisys Corporation anuncia que a Minnesota High Tech Association (MHTA) concedeu ao Unisys Stealth o prêmio Tekne Awards 2018 na categoria de cibersegurança. A premiação presta reconhecimento a empresas, indivíduos e tecnologias que geram impactos positivos na vida e no futuro das pessoas ao redor do mundo.

O júri do Tekne Awards selecionou o Stealth com base em sua inovação, proposta de valor e impacto nos negócios, com grande parte da inovação originária da equipe de engenheiros da Unisys sediada em Minnesota (EUA). Fornecendo componentes essenciais em um modelo de segurança Zero Trust, como visibilidade sobre o ecossistema e isolamento criptografado, o software de microssegmentação do Stealth protege os endpoints, isolando-os de segmentos não confiáveis dentro de uma rede protegida para ajudar a prevenir invasões a partir de dispositivos sem segurança. Ao definir uma comunidade de interesse segura, o Stealth permite que dispositivos de alto valor sejam protegidos contra acesso não autorizado, reduzindo a superfície de ataque.

O Tekne Award soma-se a um prêmio recente recebido em setembro de 2018 do The Philadelphia Business Journal que honrou o Stealth e a Unisys com o prêmio de "Inovadores do Ano na área de Saúde" para a microssegmentação criptografada baseada em identidades, usada para proteger dispositivos médicos conectados. Além disso, a Frost & Sullivan prestou reconhecimento ao Stealth com o prêmio de "Liderança em Valor para Clientes" na América do Norte em 2017, baseando-se em sua recente análise do mercado de soluções criptografadas e automatizadas para segurança de redes, que destacou o software pelo uso de microssegmentação, técnicas de criptografia, autenticação e autorização para proteger dados de organizações, estejam eles em data centers, nuvens, PCs, dispositivos móveis ou sistemas de controle industrial.

"Estamos muito orgulhosos com esse reconhecimento, o mais recente em uma série de distinções vindas de associações, analistas e parceiros que reconhecem a inovação do Stealth", afirma Vishal Gupta, diretor de tecnologia da Unisys. "Essa e outras premiações reafirmam a abordagem da Unisys para promover um modelo de segurança Zero Trust entre nossos clientes, protegendo ativos críticos com microssegmentação orientada por identidades em endpoints, servidores, IoT ou na nuvem", completa.

"Os vencedores do Tekne Awards exemplificam a diversidade e a força da economia inovadora de Minnesota. Todas as organizações selecionadas desafiam continuamente o status quo do setor de ciência e tecnologia, e foi com muito orgulho que as honramos durante a cerimônia", comenta Margaret Anderson Kelliher, presidente e CEO da MHTA.

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Connect Cloud da Embratel tem novas funcionalidades

conect_cloud.jpg03/01/2019 - A Embratel anuncia novas áreas de processamento e armazenamento de dados para a solução Connect Cloud. A partir de 2019, os clientes empresariais poderão optar também por Nuvens nas regiões Sul e Nordeste do Brasil, além do Sudeste, para alocarem e gerenciarem seus dados. A novidade reforça aposta da Embratel na tendência do Edge Computing, permitindo às companhias manterem suas aplicações e informações cada vez mais próximas dos seus clientes finais.

O Connect Cloud é um serviço de Nuvem baseado em Software Defined Network (SDN) e na plataforma Openstack, tecnologias com garantia de mais controle, flexibilidade e total autonomia para as empresas administrarem seus ambientes Cloud. A solução da Embratel pode ser utilizada nos modelos de Nuvem Pública, Privada ou Híbrida com a infraestrutura de TI, computação, armazenamento de dados e de rede da Embratel. A oferta é indicada para empresas de comércio eletrônico e organizações com sistemas de gestão empresarial (ERP), aplicações web escaláveis, aplicativos mobile, sistemas de ensino eletrônico (e-learning) ou com websites com necessidade de administração frequente e aplicações IoT.

"Os investimentos em Nuvem nessas regiões estão alinhados com a estratégia da Embratel de expandir suas soluções, aproveitando sua presença regional e capilaridade de rede. Vamos levar soluções de processamento e armazenamento de dados para próximo das cargas de trabalho (workloads) das empresas", explica Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções Digitais da Embratel.

Com a novidade, a Embratel possibilita ao cliente distribuir suas aplicações geograficamente e com menor latência. "O mercado já indica: o futuro dos dados está na descentralização, sem necessidade de transportá-los para uma plataforma de processamento centralizada", diz o executivo.

Ao contratar o Connect Cloud, as companhias também passam a usufruir do Painel Multicloud, solução recém-lançada pela Embratel. O Painel Multicloud é uma interface de gestão para acesso e gerenciamento de múltiplas Nuvens, por meio de um único painel, possibilitando a comparação de custos entre as Nuvens utilizadas, a gestão unificada de consumo e a gestão centralizada de quotas e usuários, com interface amigável.

A oferta da Embratel inclui serviços de consultoria, implementação, migração e gestão eficiente e especializada dos seus ambientes de TI utilizando a infraestrutura em Nuvem própria ou de parceiros. O Connect Cloud possibilita às empresas a reestruturação da arquitetura e escalada de seus ambientes, de acordo com a necessidade dos negócios. Com mecanismo Auto Scaling, a solução atua com inteligência para aumentar ou diminuir o número de servidores de forma automática conforme a demanda por recursos computacionais. Assim, garante mais agilidade e performance aos negócios contratando infraestrutura adicional apenas quando necessário.

A solução também possibilita a criação de novos servidores de forma rápida e simples, a partir da configuração e replicação da estrutura de um servidor inicial. Além disso, protege os dados das empresas por meio da captura de imagens instantâneas dos discos (Snapshot), permitindo recuperação posterior das configurações do servidor, se necessário.

O Connect Cloud Embratel possui dois modelos de cobrança: pay per use, no qual o cliente só paga pelo consumo no mês; e o pagamento por reserva de recursos, um dos diferenciais da solução da Embratel. No último modelo, a empresa paga um valor fixo mensal para a utilização de todos os recursos da solução, contratando com valores mais atrativos, e pode distribuir o volume de acordo com a sua necessidade.

O Connect Cloud Embratel está hospedado no Data Center Embratel Lapa, um dos mais modernos centros do Brasil com certificação Tier 3. Para mais informações acesse: www.embratel.com.br/connect-cloud

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Glossário da tecnologia: entenda os termos

iot_visa.jpg*Por Diego Figueredo
28/12/2018 - Inteligência Artificial, Machine Learning e Chatbot estão cada vez mais comuns, mas você sabe o que é?

Não é mais vapor que move a locomotiva da revolução pela qual o planeta inteiro está passando. Os trilhos do progresso são agora construídos por tecnologias que, há pouco tempo, ninguém nunca tinha ouvido falar. Com essas mudanças constantes, rápidas e, muitas vezes, efêmeras, é natural que grande parte da população não entenda termos tão comuns no cotidiano das empresas de inovação.

Inteligência Artificial

Um dos conceitos mais complexos da atualidade é, também, o que exerce impacto mais visível na sociedade atual, com grande perspectiva de potencializar sua relevância no futuro. Inteligência Artificial (AI) é a área da computação que tem o objetivo de desenvolver uma inteligência semelhante - ou superior - a nossa por meio de máquinas e softwares. Em outras palavras, a AI busca criar métodos e soluções que utilizem a tecnologia para potencializar a capacidade do ser humano de resolver problemas.

machine_learning_2.jpgMachine Learning

O termo, que é tradicionalmente utilizado em inglês, significa exatamente o que o nome sugere: em português, aprendizado da máquina. É uma aplicação da inteligência artificial que visa capacitar sistemas a reconhecer padrões, desenvolver soluções e tomar decisões automaticamente. Esse processo de aprendizagem é realizado com base nas informações que o software recebe, seja por meio da interferência humana ou não.

Deep Learning

Deep Learning é uma extensão do Machine Learning em uma potência maior e mais abrangente. Construído a partir do princípio das redes neurais humanas, a tecnologia se propõe a trabalhar com uma base maior de informações por meio de camadas complexas de processamento de dados. Em comparação com o Machine Learning, essa ferramenta realiza tarefas mais avançadas e geralmente não precisam da interferência humana.

Smart Contract

O contrato tradicional serve para fazer com que pessoas cumpram um acordo que foi realizado entre elas. O Smart Contract tem o mesmo objetivo, mas no lugar do papel, utiliza-se linguagem de programação. Normalmente atribuído ao sistema blockchain, é um protocolo para fortalecer negociações e proporcionar confiabilidade em transações online que não possuam o intermédio de uma autoridade central, como, por exemplo, um banco ou empresas de pagamento.

chatbot_2.jpgChatbot

O chatbot é um software que simula a interação humana em aplicativos de mensagens, como o facebook. Normalmente, estes programas são usados com o objetivo para auxiliar no atendimento de empresas, por meio do envio de perguntas e respostas pré-configuradas.

IoT (Internet das Coisas)

A função da Internet das Coisas é trazer para o cotidiano físico, a conexão que se já se vê no mundo online. Ela conecta aparelhos eletrônicos e objetos usando sensores eletrônicos e internet para realizar a comunicação de dados e facilitar a realização de atividades cotidianas. Por meio dela, é possível acessar remotamente utensílios domésticos, como a geladeira, acender a luz de casa ou abrir uma porta, por exemplo.

*Diego Figueredo é CEO da NEXO AI, empresa que usa inteligência artificial, internet das coisas, machine e deep learning para transformar e acelerar negócios

 

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O papel dos PIXes e PTTs na conexão de redes

ascenty_marcos_siqueira.jpg*Por Marcos Siqueira
21/12/2018 - Todos os dias, bilhões de internautas pelo mundo acessam e compartilham conteúdos por meio de provedores de acesso. No Brasil, o último balanço do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que o País tem 116 milhões de pessoas conectadas à internet, o que representa 64,7% de toda a população. Além disso, a alta conectividade e o compartilhamento de dados entre diferentes dispositivos têm aumentado continuamente. De acordo com a consultoria IDC, os gastos mundiais com Internet das Coisas (IoT) deve seguir num ritmo de crescimento médio de 15,6% entre 2015 e 2020, chegando a US$ 1,29 trilhão no fim do período.

Nesse contexto, apesar de ter um papel fundamental na vida de pessoas e corporações, o funcionamento da estrutura da internet e os canais de conexão ainda são pouco conhecidos. Quando pensamos na organização da rede, é difícil imaginar como se dão as trocas de informações entre usuários e provedores.

Na verdade, a tradução da palavra web (teia) ilustra corretamente a estrutura da internet, composta por um conjunto de conexões de redes interligando diversas empresas, operadoras de telefonia, banda larga, data centers e provedores de acesso. As empresas trocam dados e informações usando esta teia de conexões, de forma direta ou indiretamente. Esta forma descentralizada, que garante uma neutralidade da rede, na maior parte das vezes não garante uma operação eficaz e rápida para a troca de informações.

A troca de dados entre os provedores de Internet é essencial para que esse mecanismo opere de maneira eficaz. Pensando nisso, foram criados os Pontos de Trocas de Tráfego (PTTs), que funcionam como pontos concentradores, nos quais os provedores podem conectar as suas estruturas de conectividade e servidores de conteúdo. Os PTTs são os pilares para garantir conexão segura, rápida e confiável para os usuários.

Nesse sistema, o PIX é um ponto de interconexão central, que garante uma conexão direta entre as redes dos principais provedores de internet (ISP – Internet Service Provider) e empresas com AS (Autonomous System), facilitando a troca de informações e tráfego.

É importante notar que um Ponto de Troca de Tráfego pode ter vários PIXes. Empresas particulares, como provedores de data centers, também podem operar como PIXes quando estabelecem uma conexão com o PIX central da região por meio de uma fibra óptica proprietária, o que permite grande escalabilidade dos volumes de dados. Elas podem, então, oferecer esse serviço como diferencial aos seus clientes.

O que as empresas ganham com isso?

Há inúmeras vantagens para um provedor de Internet que se conecta a um hub como esse, como economia no trânsito de dados e maior velocidade na conexão direta com outros provedores, afinal o tráfego passa a ser trocado no hub e não mais precisa ir até a internet pública para chegar ao seu destino final.

A adoção desse serviço de conectividade também garante redução de custos com infraestrutura de telecomunicações e em franquia de dados com operadora, menor latência na troca de tráfego, além de alta qualidade de conexão entre as empresas.

Assim, podemos dizer que a conexão junto ao PTT/PIX representa altos ganhos competitivos para as companhias, que, com um sistema bem estruturado, alcançam melhores posições no mercado em que atuam. Essa infraestrutura facilita toda a distribuição de tráfego e de conteúdo na rede e o resultado é um acesso mais rápido com custos reduzidos.

*Marcos Siqueira é diretor de Serviços da Ascenty

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Pure Storage divulga tendências para 2019

pure_storage_2.jpg21/12/018 - Demanda por profissionais especializados em Inteligência Artificial e ambientes híbridos de armazenamento devem movimentar mercado de TI no próximo ano

A Pure Storage, fornecedora de plataforma de dados totalmente flash para a era da nuvem, acaba de anunciar as previsões de tecnologia para o ano de 2019, que incluem maior adoção de Inteligência Artificial, arquitetura híbrida com soluções multicloud mais robustas, investimentos em tecnologias de contêineres e protocolo de memória não-volátil expressa para tecnologia flash (NVMe), que já é um padrão em toda a linha FlashArray da empresa. Segundo a Pure, o próximo ano também deve ser decisivo para organizações que ainda não adotaram uma política sólida de armazenamento.

Ao longo de 2018, o setor de Tecnologia das empresas sentiu o impacto da demanda por transformação digital. Como essa adaptação agora é uma necessidade e não apenas uma vantagem competitiva no mercado, os executivos de TI precisam reformular seus planos e, principalmente, capacitar suas equipes para encarar os próximos desafios.

A Inteligência Artificial está reinventando a maneira como trabalhamos, redefinindo as estratégias de negócios e ajudando as organizações a compreender o volume cada vez maior dos seus dados. O grande desafio é a falta de cientistas de dados e especialistas neste mercado. Um estudo da Pure Storage em parceria com o MIT Tech Review Insights, revelou que a falta de recursos de talentos se tornou uma barreira que impede a melhora de gerenciamento de dados nas empresas.

Para suprir essa necessidade, é esperado que as empresas de todos os tamanhos e setores trabalhem em conjunto com instituições de ensino, para garantir que os cursos preparem os alunos com as habilidades necessárias para o cenário atual, com estágios específicos em inteligência artificial e disciplinas flexíveis que acompanhem as mudanças tecnológicas em tempo real. Além disso, devem surgir no mercado novas ferramentas para simplificar a adoção da IA e reduzir a curva de aprendizado de novos talentos. Enquanto isso, infelizmente, os melhores profissionais permanecerão monopolizados por grandes empresas, o que pode gerar um vácuo de inovação para as startups e para os pequenos e médios negócios.

No que se refere à nuvem, a tendência é que as empresas invistam em soluções multi-cloud mais robustas e unificadas, para simplificar e tornar mais flexível a movimentação de dados entre nuvem pública e o armazenamento local. A chegada de uma arquitetura verdadeiramente híbrida criará um ambiente que combine a agilidade e a simplicidade da nuvem pública com a funcionalidade do on-premise. Neste universo de nuvem híbrida, as aplicações podem ser desenvolvidas uma única vez e implantadas em nuvens pública ou privada, independente de onde estiverem os dados.

Ainda falando de nuvem híbrida, as tecnologias de contêineres provaram ser muito atraentes, particularmente em ambientes de DevOps, mas a falta de armazenamento prejudicou a adaptação a muitas aplicações de produção das empresas, o que impediu a evolução da tecnologia. Apesar disso, a entrega de armazenamento automatizado, inteligente e escalável torna possível a implementação de ambientes de contêiner em larga escala em um data center corporativo. Para 2019, a Pure Storage acredita que a adoção desta tecnologia será impulsionada pela demanda por implantações econômicas em ambientes de nuvem híbrida, com capacidade de executar aplicativos com mais flexibilidade, tanto on-premise quanto na nuvem pública.

Para empresas que buscam melhor desempenho, menor latência e menos sobrecarga de computação, a atenção deve se voltar ao protocolo de transferência de dados NVMe over Fabric (NVMe-oF), com vantagem significativa de custo-benefício e garantia de rapidez em banco de dados, ambientes virtualizados e de contêiner, iniciativas de teste e de desenvolvimento, além de aplicações na web.

Conclusão

No cenário atual, todas as empresas são movidas por dados e o sucesso do negócio depende de uma infraestrutura ideal para acessar e gerenciar esses volumes. Existe a complexidade da TI, que tradicionalmente não foi construída para atender ao intensivo uso de dados e resultou em uma infraestrutura fragmentada, com "divisões de nuvens", que força as empresas a optarem entre uma ou outra solução. A Pure Storage acredita que em 2019 haverá uma expansão no desenvolvimento de soluções que unifiquem diferentes ambientes de nuvem e permitam uma migração simplificada de aplicações dos ambientes locais para multicloud e vice-versa.

Além disso, os parceiros também devem desempenhar um papel fundamental para ajudar os clientes com a implementação de um ambiente híbrido adequado, com garantia de entrega de uma infraestrutura de TI moderna. Já os canais devem continuar a investir em serviços de valor agregado, como migração, implantação, instalação e recuperação de desastres, que criam e asseguram o desempenho dessas soluções integradas.

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