Livro aborda criptografia e segurança de redes

criptografia.jpg30/06/2015 - A editora Pearson reforça sua presença no segmento de livros universitários com a 6ª edição do livro Criptografia e segurança de redes. A editora também disponibiliza o livro em e-book.

De forma prática e dinâmica, Criptografia e segurança de redes oferece aos estudantes e profissionais da área de TI uma perspectiva atualizada do mundo real e da indústria de tecnologia. Com conteúdo abrangente e profundo e mais de 300 problemas propostos (de diferentes níveis de dificuldade), esta 6a edição traz importantes avanços tecnológicos, principalmente sobre segurança de redes e dados, que envolvem a criptografia por meio de definições detalhadas, sendo indicada para cursos de graduação e pós-graduação em análise e desenvolvimento de sistemas, redes de computadores e segurança da informação.

O título foi escrito pelo Dr. William Stallings, autor de 17 títulos e, contando as edições revisadas, com mais de 40 livros sobre segurança de computador, redes de computadores e arquitetura de computadores. Stallings recebeu por 11 vezes o prêmio de melhor livro-texto de Ciência da Computação do ano, pela Text and Academic Authors Association. Por mais de 30 anos no campo, ele tem sido colaborador técnico, gerente técnico e executivo com diversas empresas de alta tecnologia.

O livro "Criptografia e segurança de redes: Princípios e práticas" está na 6ª Edição, possui 576 e custa R$ 169,00. Para mais informações, visite o site www.pearson.com.br

 

 

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Paula Bellizia será a presidente da Microsoft Brasil

paula_microsoft.jpg29/06/2015 - A Microsoft anunciou hoje que Paula Bellizia foi nomeada presidente da Microsoft Brasil a partir do próximo dia 1º de julho. Paula substitui Mariano de Beer, que assumirá uma nova posição na companhia, como presidente da subsidiária Novos Mercados América Latina, que envolve vários países na região.

Paula Bellizia, que trabalhou na Microsoft de 2002 a 2012, retorna para liderar uma das maiores subsidiárias da Microsoft na América Latina. Paula foi recentemente presidente da Apple no Brasil, e antes disso, foi Diretora de Vendas para Pequenas e Médias Empresas do Facebook na América Latina.

"Estou muito motivada por estar de volta à Microsoft Brasil e fazer parte da equipe da América Latina. Este é um grande momento em nossa indústria e um momento de transformação para o negócio da Microsoft. É inspirador ter a capacidade de impactar positivamente a vida dos nossos clientes e parceiros através da inovação e tecnologia ", disse Bellizia.

Mariano ingressou na Microsoft como presidente da Microsoft Brasil em julho de 2013 e, ao final do primeiro ano, a subsidiária brasileira cresceu na casa dos dois dígitos e foi premiada como a melhor unidade entre os mercados emergentes em 2014. A subsidiária Novos Mercados América Latina engloba 40 países da América Central, Caribe e América do Sul. Mariano vai se concentrar em acelerar a evolução do negócio e a transformação da empresa.

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Redes sociais alteram práticas do varejo

socialnetwork2.jpg11/06/2015 - A cada vez mais crescente presença das redes sociais no cotidiano, tanto das interações individuais com a família e amigos, quanto na política, no jornalismo e no marketing, levou muitos especialistas a supor que essas plataformas seriam grandes engrenagens na hora da compra, principalmente pela facilidade da comunicação entre varejista e consumidor. E eles não estavam errados.



De acordo com a Ecommerce Foundation, os dados de moda dos Estados Unidos do ano de 2013 mostram que 8% das compras são influenciadas pelas redes sociais, já a compra orgânica responde por 30%, e a compra induzida por meio de anúncios representa 23% do mercado.

Segundo a pesquisa Total Retail 2015 feita pela PWC, 77% dos respondentes brasileiros disseram que as interações nas redes sociais os levaram a comprar mais. Nível acima do percentual global.

"Hoje mais do que nunca os consumidores estão atentos às marcas e à qualidade dos produtos, realizando uma ampla pesquisa antes da compra. Eles buscam entender qual o melhor preço, qual a melhor marca e quais os diferenciais do produto que buscam", ressalta Jean Klaumann, vice-presidente de Operações da Linx, especializada em software de gestão.



Veja algumas informações importantes extraídas da pesquisa sobre as redes sociais:

Engajamento

43% dos brasileiros descobriram marcas que não conheciam ou sobre as quais desenvolveram interesse nas redes sociais.

Inovação

Considerando a trajetória ascendente de engajamento do consumidor com os varejistas via redes sociais, há apenas um caminho para prosperarem em um ambiente muito competitivo: a inovação nas redes sociais.

Volta ao mundo

A pesquisa da PWC confirma que, quando se trata de compras, o Facebook é a rede social principal da maioria dos participantes. Quase 80% dos brasileiros e mais da metade da amostra global (52%) usam regularmente a rede.

Dois caminhos para as redes sociais

A pesquisa ainda concluiu que se pode cogitar dois possíveis modelos de futuro para as redes sociais. O primeiro é de conexão massiva em rede da China que poderia ajudar a criar fenômenos como "Singles's Day" e outro é o modelo europeu mais clássico que transcende o "networking" tecnológico para alcançar uma forma mais tradicional ou descontraída de compra.

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Tecnologia estimula vendas no Dia dos Namorados

dia_namorados2.jpg08/06/2015 - O clima romântico do dia dos namorados é uma ótima oportunidade para o varejista. A gama de possibilidades para esta data vai desde brindes até venda de combos em lojas de cosméticos. "Esta data possibilita muitos formatos para atrair e fidelizar os clientes de forma criativa. Soluções tecnológicas ajudam o varejista a promocionar assertivamente e aumentar seu ticket médio" garante Rogério Vieira, diretor do segmento de Shopping da Linx, especializada em software de gestão.

Com a plataforma de Omni Channel é possível elaborar promoções de acordo com os interesses do consumidor, uma vez que a base do CRM é integrada em toda a rede. Também é possível diminuir a ruptura na venda pois todos os canais de venda (e-commerce, loja física e mobile) estão interligados e é viável consultar o estoque de todos eles.

Diferentemente do Natal, este é um período onde as escolhas são feitas com mais cuidado e muita pesquisa. Na hora da compra, os consumidores costumam saber previamente o que desejam ou a linha que vão seguir para o presente e tendo isso em mente é importante preparar-se e divulgar as ofertas, garantindo que elas estejam na cabeça do consumidor quando ele decidir sair para as compras. Com o motor de promoção é possível elaborar promoções de acordo com os dados cadastrais e financeiros do cliente e conseguir mais assertividade nos materiais.

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Top 6 Big Data: o que fazer e não fazer

big_data3.jpg05/06/2015 - Os executivos estão mudando seus pensamentos sobre o Big Data. Cada vez mais, os líderes organizacionais estão reconhecendo a importância de capturar e analisar estrategicamente os dados por diferentes razões.

Para muitas organizações, esse processo rapidamente se transforma em um exercício irresistível. Com o acesso a fontes de dados mais recentes, como streaming de dados de dispositivos, dados não estruturados de redes sociais e dados transacionais on-line, muitas organizações não sabem por onde começar a procurar respostas, muito menos como fazer as perguntas certas. Segundo um estudo da IDG Research, somente 26% dos entrevistados disseram que suas organizações sabem quais perguntas fazer.

"Os profissionais precisam deixar os dados guiá-los, dessa maneira as questões se tornarão óbvias. Trata-se de uma abordagem old-school, ou seja, começar com uma pergunta e depois encontrar os dados para respondê-la. Isso vai ajudar a impulsionar a organização para o Big Data", diz Scott Chastain, Engenheiro Sênior de Sistemas da SAS.

6 dicas sobre o uso do Big Data:

1. Não suponha que uma abordagem mais ambiciosa trará melhor retorno. As organizações devem começar com projetos pilotos menores, e mais fáceis de serem mensurados. É crucial escolher os projetos certos para testar a capacidade tecnológica.

2. Não concentre os esforços exclusivamente nas necessidades das áreas de negócio. O sucesso é mais tangível quando as organizações pensam globalmente, mas atuam localmente. "Diminuir o risco é, muitas vezes, mais eficaz como um projeto inicial do que focar na melhor compreensão dos concorrentes ou na criação de novas oportunidades," diz Fiona McNeill, Gerente Global de Marketing de Produto do SAS. "Estas últimas tarefas são mais difíceis e demoram mais tempo para serem medidas. O objetivo é encontrar projetos com ROI imediatamente mensuráveis".

3. Não espere que a tecnologia, por si só, garantirá os resultados desejados. Embora a pesquisa mostre que a falta de tecnologia seja o principal obstáculo - especialmente entre as pequenas e médias empresas - a tecnologia está disponível para todos. E, em alguns casos, as organizações podem aproveitar as soluções de código aberto para testar as suas capacidades, a título experimental. Não existe nenhuma solução definitiva para obter sucesso com a análise de dados.

4. Construa a capacidade colaborativa. Usar conjuntos de ferramentas e processos que tornam o Big Data acessível, muitas vezes, é prova instrumental na resolução de alguns dos principais desafios descritos no estudo, explica Chastain. "A capacidade de aproveitar o poder do Big Data exige mais do que tecnologia. Ele exige a colaboração entre as áreas de Negócio e TI. As organizações que promoverem maior colaboração serão as únicas a se beneficiarem, a partir de uma plataforma Hadoop".

5. Tenha uma abordagem passo a passo. Ao invés de cometer o erro comum de tentar resolver problemas desconhecidos com dados desconhecidos, as organizações melhores sucedidas começam por resolver um problema conhecido de uma maneira nova. O próximo passo é então resolver o mesmo problema com os novos dados, e depois passar para a resolução de novos problemas com os novos dados. "As organizações que têm uma abordagem progressiva possuem a maior probabilidade de alcançar o sucesso," diz Chastain.

Pense estrategicamente, aja de modo tático. Ao optar por um projeto de Big Data, algumas organizações estão focadas em construir uma plataforma para resolver um problema de negócio específico. Isso geralmente é visto como uma experiência e não há uma continuidade. No entanto, com os objetivos estratégicos bem definidos muitos projetos serão realizados com sucesso. Isto é importante pois, muitas vezes, será através de aplicações contínuas que as empresas perceberão o verdadeiro valor e potencial do Big Data.

Sobre o SAS

O SAS oferta soluções e serviços de Business Analytics e o maior fornecedor independente no mercado de Business Intelligence.

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Cartão de crédito dinâmico promete mais segurança

28/05/2015 – O cartão de crédito é um dos meios de pagamentos mais usados pelos brasileiros atualmente. Só em março deste ano, os pagamentos com cartões de crédito somaram R$ 53.591 milhões, ou seja 14,6% a mais do que no mesmo período de 2014, segundos dados da Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços).

E como são muito utilizados, roubos e perdas com cartões são bastante comuns, assim como os mau entendidos, que podem ser agravados pela falta de experiência dos funcionários de alguns estabelecimentos.

Foi pensando em oferecer segurança e agilidade aos cartões de crédito que o grupo BPCE (Banque Populaire e Caisse d'Epargne), em associação com a Natixis Payment Solutions e Oberthur Technologies (OT), anunciaram o projeto piloto do primeiro cartão de pagamento integrando o Motion CodeTM, da OT, solução de código de segurança dinâmico.

Nessa nova versão de cartão de crédito, o tradicional código de segurança (número de 3 ou 4 dígitos impressos no verso ou na frente do cartão) é substituído por mini-tela que exibe um código automaticamente atualizado de acordo com um algoritmo carregado no chip embutido no plástico. Esta tecnologia também adiciona segurança às transações, com total transparência para titulares e varejistas.

A grande vantagem para os titulares é que o novo cartão não envolve nenhuma mudança no processo normal de compra. A única diferença visível é a mini-tela com criptograma de três números no verso. Como a alteração do código de segurança ocorre de modo regular e automático, o sistema previne que os fraudadores roubem o código visualmente ou online.

Para varejistas eletrônicos, a solução não requer mudanças em seu sistema de aceitação de pagamento online, na forma de um novo plugin ou um novo botão de pagamento.

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