Intel anuncia reestruturação e demissões

intel-img.jpg20/04/2016 - De acordo com a CBN, a empresa vai eliminar cerca de 12 mil postos de trabalho até 2017. O número representa uma redução de 11% do atual quadro de funcionários da empresa americana de tecnologia.

Os trabalhadores que serão afetados serão avisados nos próximos 60 dias. A medida vai resultar numa economia de US$ 750 milhões para a Intel neste ano.

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Rimini Street é reconhecida com vários prêmios

edenize_maron.jpg19/04/2016 - A Rimini Street anuncia que seu time de atendimento a clientes foi reconhecido com vários prêmios pela excelência em serviços de suporte. A empresa recebeu o prêmio Stevie Award for Customer Service Department of the Year, marcando o quinto ano consecutivo que sua extraordinária estratégia focada no cliente para a manutenção e suporte de programas. A empresa também ganhou o prêmio Customer Service Team of the Year and IT Department of the Year da Golden Bridge Business and Innovation Awards pelo suporte Premium oferecido para seus mais de 1.300 clientes ao redor do mundo.

A equipe de prestação de serviços para sistemas JD Edwards (JDE) da Rimini Street foi honrada com o prêmio Silver Stevie Award for Customer Service Department of the Year, também pela Golden Bridge Award for Customer Service Team of the Year. Já o time de Serviços de Suporte à Tecnologia (TSS) da Rimini Street recebeu o prêmio Gold Golden Bridge Award for IT Department of the Year.

"A Rimini Street foi projetada desde o início para fornecer serviços de suporte de software empresarial do melhor e mais alto nível para nossos clientes Oracle e SAP, enquanto entrega o máximo de valor. Estamos honrados que nossos times de serviços tenham sido reconhecidos por sua paixão em fornecer o mais inovador, especializado e relevante suporte para sistemas de gestão empresarial da indústria atualmente", afirma Seth Ravin, CEO da Rimini Street. "Com mais de 1.300 clientes de porte médio listados na Fortune 500 e do setor público de todo o mundo, a Rimini Street segue comprometida com soluções de suporte do mais alto valor na indústria."

Sobre o Stevie Award e o Golden Bridge Award

Os prêmios Stevie Awards são considerados como o maior reconhecimento do mundo para desenvolvimento de negócios, centro de contato, serviços aos clientes (Customer Service) e profissionais de vendas focados em realizações e contribuições positivas de organizações e profissionais ao redor do mundo. Mais de 2.100 nomeações foram avaliadas para a premiação deste ano e os ganhadores do prêmio de Sales & Customer Service Award (Vendas & Serviços aos Clientes) acabam de ser homenageados em Las Vegas.

O Golden Bridge Awards é um programa anual de negócios globais e inovações que homenageia realizações em cada indústria no mundo. O programa Golden Bridge Award reconhece os melhores do mundo em áreas como performance organizacional, produtos e serviços, inovações, executivos e times gerenciais e programas de satisfação do consumidor.

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Marcio Rodrigues é o novo presidente da Avaya Brasil

avaya_marcio_rodrigues.jpg07/04/2016 - A Avaya, fornecedora global de software de comunicação, colaboração e serviços para empresas de todos os portes e em todo o mundo, anuncia a nomeação de Marcio Rodrigues como diretor presidente da empresa no Brasil. O executivo chega a essa posição após três anos como diretor de Operações.

O executivo assume o cargo, até então ocupado por Carlos E. Bertholdi, que foi promovido a diretor geral de Vendas de Serviços Estratégicos para toda região de Americas Internacional - que engloba América Latina e Canadá. Esta será uma transição rápida e direta, uma vez que Rodrigues atuou diretamente na definição estratégica da empresa juntamente com Bertholdi.

Rodrigues tem mais de 20 anos de experiência no setor de tecnologia, com passagens por empresas como Lucent Technologies, Huawei e ZTE.

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Empresas serão cada vez mais dependentes de TI

ericsson_gartner.jpg06/04/2016 – Na visão da Ericsson, num futuro próximo, as empresas serão dez vezes mais dependentes dos recursos de TI, mas não poderão contar com um orçamento dez vezes maior para fornecer esses recursos. Isso significa que a abordagem deve mudar. Utilizar a nuvem para fornecer softwares a um ritmo mais rápido deixa a empresa exposta a níveis de risco muito maiores. Isso significa que elas deverão aplicar políticas que desaceleram os esforços de desenvolvimento de TI.

Para discutir sobre esta transformação, a Ericsson marcou presença na Conferência Gartner Infraestrutura, Operações de TI e Data Center, que aconteceu nos dias 4 e 5 de abril, no Sheraton São Paulo WTC Hotel, em São Paulo. Os executivos presentes destacaram a liderança da Ericsson na transformação do mercado, que está se expandindo para mais áreas da sociedade e dos negócios, além de oportunidades notáveis de inovações disruptivas que estão surgindo em indústrias, serviços públicos e na Sociedade Conectada.

À medida que o enorme crescimento dos serviços de tecnologia da informação aumenta a demanda do centro de dados, é importante readequar a infraestrutura subjacente, permitindo que empresas e usuários finais tirem proveito de um mundo orientado cada vez mais por serviços. Os centros de dados precisam se adequar a uma nova era de fornecimentos de serviços rápidos. Em relação à rede, ao armazenamento e à computação, é preciso uma nova abordagem que forneça a escala e eficiência necessárias para competir em um futuro em que a "hiperescala" será um pré-requisito.

André Kraemer, diretor de Redes Core e Cloud da Ericsson América Latina e Caribe, diz: "A liderança de mercado da Ericsson é reforçada pelo inovador trabalho da companhia junto dos seus clientes com o objetivo de melhorar a experiência dos consumidores e de possibilitar receitas adicionais. Participar do evento do Gartner reflete a nossa capacidade em ajudar nossos clientes a responder rapidamente às demandas por constantes mudanças e a necessidade de aumentar a eficiência e inovação."

 

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Quais são os desafios da IoT nas empresas?

iot2.jpg06/04/2016 - Dificuldade em visualizar a melhor forma de integrar os dispositivos inteligentes - e a própria Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) - aos seus processos e modelos de negócio. Esse tem sido um dos principais desafios enfrentados pelas organizações interessadas em investir no conceito de IoT no país, de acordo com pesquisa recente realizada pelo CPqD junto a profissionais de diferentes setores da economia.

O público alvo do levantamento foram os mais de 700 inscritos em dez webinars da série sobre Internet das Coisas, que vem sendo promovida pelo CPqD ao longo do último ano (desde março de 2015). Desse total, cem profissionais responderam às perguntas aplicadas na pesquisa, que revelou que 35% das empresas entrevistadas possuem alguma iniciativa em andamento relacionada a IoT, enquanto 42% planejam iniciar a implantação de iniciativas desse tipo em até um ano e 23% avaliam essa possibilidade a longo prazo.

Entre as dificuldades e desafios para o planejamento e implantação do conceito de IoT nas organizações, o público pesquisado destacou: definição do modelo de negócio (28%), problemas para obter recursos para inovação (19%), falta de padronização da tecnologia (17%), retorno do investimento incerto (14%), riscos associados à segurança e privacidade (14%) e alta complexidade do desenvolvimento e implantação (8%).

mauricio-casotti-cp2.jpg"A Internet das Coisas é, sem dúvida, um poderoso agente de mudança e de transformação digital", afirma Maurício Casotti, da Gerência de Marketing de Produto do CPqD. "Contudo, o sucesso da implantação de iniciativas desse tipo nas organizações depende de alguns fatores fundamentais, como, por exemplo, o patrocínio do CEO, a liderança do CIO (ou CTO) e o envolvimento de todas as áreas da empresa na identificação das oportunidades e ameaças que a economia digital pode trazer", acrescenta.


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Cresce demanda por analistas de cibersegurança

fraude_web.jpg21/03/2016 - Estudo da CompTIA indica que conforme as empresas aprimoraram suas práticas de cibersegurança, elas devem se preparar para navegar em um complexo ambiente de contratação.

O cargo de analista de segurança cibernética foi o que mais cresceu no ano passado, e a demanda continuará aquecida em 2016, de acordo com pesquisa da CompTIA com 673 empresas de segurança de TI.

Cada mês de janeiro a CompTIA, associação do setor de TI, sem fins lucrativos e reconhecida mundialmente como referência em certificações vendor-neutral, produz seu estudo anual IT Industry Outlook, examinando as principais tendências e fatores de crescimento que irão moldar a indústria de TI, canais de vendas e força de trabalho para os próximos 12 meses.

O estudo indicou que, conforme as empresas aprimoram suas práticas de cibersegurança, elas devem se preparar para navegar em um ambiente complexo contratação se quiserem garantir a qualificação dos talentos.

O relatório também revelou que cibersegurança subiu para o topo das estratégias operacionais das organizações e descreveu como as organizações podem reter talentos de segurança de alto nível.

"É sempre interessante comparar opiniões de diferentes segmentos de trabalhadores. Entre os executivos C-level, a pesquisa indica que há um foco pesado em estratégias de transformação de negócios digitais," Tim Herbert, vice-presidente sênior de pesquisa e inteligência de mercado da CompTIA, diz . "Isto poderá implicar em mais análise de dados para melhorar a tomada de decisão, ou automatizar processos de rotinas por meio de aplicações de software-as-a-service para maximizar a produtividade."

Em comparação, quando a CompTIA realizou uma pesquisa informal com 400 funcionários de nível médio, o pedido de tecnologia de ponta para 2016 foi um novo computador, seguido de uma melhor experiência de usuário com a tecnologia já existente na empresa.

"Isso destaca as dificuldades que as organizações enfrentam em equilibrar as prioridades: a necessidade de dedicar tempo e recursos para impulsionar a inovação e, ao mesmo tempo, manter e suportar as necessidades de tecnologia do núcleo de trabalhadores", explicou.

Seth Robinson, diretor sênior de análise de tecnologia da CompTIA, observou que uma das tendências mais quentes, que um especialista em segurança deve focar, são nas habilidades em torno da segurança de dados.

"Como as empresas fazem maior uso de novos modelos de tecnologia - nuvem e mobilidade são dois exemplos - e os dados viajando fora das paredes da empresa mais e mais frequentemente, a importância da segurança de dados está crescendo rapidamente", disse ele. "Você vê empresas que se deslocam do orçamento de antivírus e firewalls para algumas dessas novas ferramentas, tais como soluções de prevenção de perda de dados."

"Nós estamos vendo mais e mais organizações casarem a segurança da TI às suas necessidades de negócios", disse James Stanger, diretor sênior de gerenciamento de produtos da CompTIA. "Os profissionais de segurança precisam pensar muito mais como uma empresa ou como uma pessoa de finanças."

Ele explicou que, como o perímetro de segurança tradicional se dissolveu na nuvem, há uma maior demanda por conjuntos de habilidades híbridas que fundem analytics, negócios e segurança.

"Do ponto de vista empresarial, é necessário avaliar a quantidade de dinheiro que se está gastando, e quais funções críticas de negócios, somos capazes de proteger", disse ele. "Do lado da análise, deve ser alguém que pode usar os dados da organização para ser preditivo sobre as violações de segurança e falhas que possam vir a acontecer; tentar prever de onde um ataque pode vir, ou onde pode existir um ponto fraco."

 

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