Tecnologia da SAP ajudará a indústria da moda

moda_sap.jpg22/01/2014 - Clientes da SAP, as grifes Adidas e Tommy Hilfiger e a fabricante de óculos Luxottica trabalham em parceria com a empresa, que oferecerá uma solução de análise de grandes volumes de dados em tempo real específica para o complexo setor da moda. O anúncio foi feito na 103ª edição da NRF Annual Convention and EXPO, realizada de 12 a 15 de janeiro na cidade de Nova York (EUA).

O negócio do setor da moda é muito complexo, exigindo respostas rápidas às tendências de consumo em curtos espaços de tempo. Atacadistas e fabricantes que possuem lojas de varejo e canais na Web D2C (Direct-to-Consumer) às vezes mantêm estoques em silos não integrados, gerando problemas na tomada de decisões relacionadas aos estoques e distribuição. Outra barreira é que os novos produtos, seguindo as últimas tendências da moda, podem não ser levados ao mercado de forma suficientemente rápida.
"Uma solução baseada em Big Data pode dar às empresas do mundo da moda uma visão unificada dos estoques. E, com o poder da tecnologia de computação em memória, grandes volumes de dados podem ser analisados rapidamente para dar uma visão precisa dos produtos. Isso pode economizar tempo e dinheiro empregados nas operações", explica Elia Chatah, especialista de soluções para o setor de varejo da SAP Brasil.

A colaboração da SAP tem como objetivo permitir que os varejistas gerenciem os processos de negócios em um único cenário de Big Data para proporcionar maior eficiência e mais agilidade, otimizando o tempo para o lançamento de produtos e o controle de estoque. "Como resultado dessa colaboração, queremos levar os processos de fabricação e das operações de empresas de comércio atacadista e varejista do setor da moda para um sistema que usa o pacote de soluções SAP para o segmento de varejo baseado em Big Data rodando na plataforma SAP HANA. Isso, na prática permite a análise de enormes volumes de dados em tempo real", afirma a vice-presidente sênior da unidade de varejo da SAP, Lori Mitchell-Keller.

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O mundo da impressão e o código de barras

bar-code.jpgJoão Carlos de Oliveira
22/01/2014 - Quem nunca passou pela situação desagradável de estar no caixa do supermercado e ter que esperar a operadora passar o produto duas, três vezes para fazer a leitura do código de barras e, sem sucesso, precisasse digitá-lo manualmente? Na maioria dos casos, isso acontece porque a criação ou impressão do código de barras foi feita fora dos padrões mínimos de qualidade. A parceria da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil e da Abigraf - Associação Brasileira da Indústria Gráfica busca justamente orientar as empresas do ramo para que adotem as recomendações necessárias que garantam a leitura do código na primeira tentativa.

"A situação começa a mudar. Gráficas que antes atribuíam o código de barras sem autorização ou com números não licenciados, de forma incorreta, são orientadas pela Abigraf sobre a necessidade de seguir a numeração nacional, padronizada pela GS1 Brasil, o que garante a comunicação com a cadeia de suprimentos em qualquer lugar do mundo", destaca o presidente da GS1 Brasil, João Carlos de Oliveira.

O Sistema GS1 é que garante essa padronização única e global para os produtos, que podem ser identificados, sem problemas, em todos os países que adotem as especificações técnicas. Entre as regras que impactam a qualidade do código, estão as cores. Barras pretas com o fundo branco são as mais indicadas, pois propiciam o contraste ideal para a leitura. O tamanho também deve ser levado em consideração: Ele pode variar conforme o espaço disponível na embalagem. Porém, devem-se observar as regras de magnitude do código: reduzir o comprimento das barras em relação à sua largura, por exemplo, pode prejudicar a leitura, assim como a ausência das margens de silêncio (espaço no início e no final do código, onde o leitor "entende" que ele começa e termina).

A certificação do código de barras também garante a eficiência da leitura, pois ele passa por um processo de avaliação por meio de máquinas de alta tecnologia que seguem as normas ISO.

Medidas como essa são fundamentais e trazem benefícios para todos os elos envolvidos. Estudo realizado pela GS1 Brasil revela que o varejo chega a perder 26% da produtividade nos check outs com os problemas de leitura do código de barras. Insatisfação também para o consumidor, que tem uma péssima experiência de compra. Com a garantia de leitura, termina também a digitação e outros erros relacionados a problemas de leitura do código de barras, como, por exemplo, a ruptura no estoque. Isso significa maior agilidade no check out e maior eficácia em todo processo da cadeia logística, resultando na redução de filas, erros e atrasos.

João Carlos de Oliveira, presidente da GS1 Brasil – Associação Brasileira de Automação

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Toyota testa tanques de combustível de hidrogênio

toyota-2014_CES2.jpg21/01/20134 - O executivo da Toyota, Bob Carter apresentou o carro conceito movido a hidrogênio, o FCV (Fuel Cell Vehicle) na CES 2014 em Las Vegas.

O modelo é equipado com dois tanques de hidrogênio de alta pressão, capaz de gerar 100 kW, com autonomia de 500 km. De acordo com a montadora, o tempo de recarregamento é inferior a três minutos.

Com lugar para quatro pessoas, o sedã funciona a partir de um sistema que transforma ar em água, conforme gera a energia elétrica capaz de movimentar o carro. Segundo a montadora, modelo deixará de ser um protótipo para entrar em produção em 2015 e deve custar entre US$ 50.000 a US$ 100.000, porém existem incertezas em torno da viabilidade de carros a hidrogênio.

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ONGs brasileiras receberão doações da Microsoft

microsoft.jpg20/01/2014 - A Microsoft vai doar em 2014 R$ 2,8 milhões em dinheiro e software para entidades sem fins lucrativos brasileiras focadas na capacitação de jovens, visando proporcionar oportunidades de empregabilidade e empreendedorismo. O valor representa uma alta de 75% em relação ao total de R$ 1,6 milhão doado em 2013. A expectativa é que 470 mil jovens brasileiros sejam beneficiados.

Em toda a América Latina, a Microsoft doará US$ 1,4 milhão em dinheiro para organizações. Com esse investimento, a companhia vai suportar as atividades de mais de 30 entidades em países como Argentina, Chile, Colômbia, México, Paraguai e Uruguai, além do próprio Brasil.

O apoio da Microsoft a entidades focadas na criação de oportunidades para jovens é resultado da preocupação com o cenário de desemprego nessa faixa etária. No Brasil, a taxa de desemprego entre pessoas de 18 a 24 anos era de 11% em novembro, ante uma média geral de 4,6% no país, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa situação é agravada pela disparidade entre os jovens que têm preparação, incluindo a formação tecnológica, e acesso a oportunidades e os que não têm.

O Comitê de Democratização da Informática (CDI) e a Associação Telecentro de Informação e Negócios (ATN) são algumas das entidades brasileiras que recebem recursos da Microsoft e trabalham com a capacitação de jovens.
"A parceria com a Microsoft foi fundamental para que conseguíssemos ampliar o alcance e impacto de nossas ações e para que atingíssemos mais de 1,5 milhão de jovens beneficiados desde a criação da organização, em 1995", afirma Marcel Fukayama, diretor executivo do CDI. A ONG é focada na formação em tecnologia e cidadania e estímulo à atividade empreendedora entre jovens de 16 a 24 anos, com presença em 15 estados brasileiros e mais 12 países.

Além dos recursos financeiros, o CDI recebe doações de software da Microsoft. Agora, a entidade também passará a capacitar jovens com o conteúdo da Academia Virtual Microsoft (MVA, na sigla em inglês), elevando o nível de cursos oferecidos, contribuindo para que possam iniciar seu próprio negócio e aumentem sua renda. Nos últimos 2 anos, o CDI apoiou 286 empreendedores na criação de seu próprio negócio. Desde sua criação, a ONG colaborou para que cerca de 10 mil jovens conseguissem emprego.

Segundo José Sales, diretor geral da ATN, o apoio da Microsoft foi fundamental para que a entidade pudesse suportar telecentros que, de outra maneira, não teriam recursos para oferecer cursos de capacitação tecnológica para a comunidade. A ATN também passará a utilizar o conteúdo da MVA em sua rede de 2 mil telecentros no país.

A ATN trabalha em parceria com dois programas do Governo Federal para criar oportunidades para jovens: Brasil Mais TI e Pronatec (Programa Nacional de acesso ao Ensino Técnico e Emprego). O programa Brasil Mais TI, através de parceria com a Brasscom, facilita o contato de jovens com mais de 100 empresas de TI que oferecem vagas no site do programa. Com a parceria com o Pronatec, a ATN desenvolverá um banco de currículos para os jovens que realizarem treinamentos em TI.

"Capacitar e criar oportunidades para os jovens são prioridades para a Microsoft, pois acreditamos que o acesso à tecnologia contribui para mudar a vida deles e transformar as comunidades onde vivem. É gratificante ver os resultados das parcerias com as entidades que apoiamos, que são nossas grandes aliadas para que os jovens alcancem seu pleno potencial", disse Mariano de Beer, presidente da Microsoft Brasil.

Outra entidade beneficiada pela doação da Microsoft no Brasil é a Trust for the Americas, também focada em proporcionar oportunidades de empregabilidade e empreendedorismo para jovens.
Por meio da doação de recursos, a Microsoft pôde apoiar em 2013 a criação da Agência Emprego Jovem, por exemplo.

O site, resultado de uma parceria com o Instituto Empreender, foi lançado em 22 de outubro e busca facilitar a inserção de jovens no mercado de trabalho, além de oferecer cursos e orientação profissional.
Esses investimentos fazem parte do programa YouthSpark, que tem o objetivo de oferecer oportunidades a 300 milhões de jovens em todo o mundo, sendo 60 milhões na América Latina. A Microsoft também doa softwares e serviços para organizações que suportam o desenvolvimento de jovens. A companhia já doou mais de US$ 348 milhões em dinheiro e software em toda a América Latina.

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Como criar métricas de desempenho

metrics.png20/01/2014 - Analistas discutirão como criar métricas que melhoram o desempenho de negócios no Gartner Business Process Management Summits 2014, que acontece de 19 a 20 de março, em Londres, e de 19 a 20 de maio, em Sydney.

Segundo o Gartner, líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, as organizações que usam métricas de desempenho empresarial preditivos aumentarão sua rentabilidade em 20%, até 2017. Os analistas do Gartner dizem que as organizações devem usar métricas preditivas para alertar os colaboradores neste momento de negócios (uma oportunidade transitória explorada de forma dinâmica, que requer velocidade e agilidade de negócios sem precedentes) que está prestes a ocorrer, e orientá-los sobre a próxima ação a ser tomada no contexto de expectativas de um determinado cliente.

Gartner Says Organizations Using Predictive Business Performance Metrics Will Increase Their Profitability 20 Per Cent by 2017

Analysts to Discuss How to Create Metrics That Improve Business Performance at Gartner Business Process Management Summits 2014, 19-20 March in London and 19-20 May in Sydney

Organizations that use predictive business performance metrics will increase their profitability by 20 per cent by 2017, according to Gartner, Inc. Gartner said organizations should use predictive metrics to alert workers that a business moment (a transient opportunity exploited dynamically that requires unprecedented business velocity and agility) is about to occur, and guide them on the best next action to take in the context of a particular customer's expectations.

As we are entering the digital world, businesses will need to digitalize business processes, invent new digital business models, and compete at the speed of business moments. Senior IT managers and business process directors will increasingly be called on to manage an unprecedented degree and pace of business change, and to seize transient business moments by discovering what customers value and by personalizing processes to deliver that value — all in the same instant.

"Using historical measures to gauge business and process performance is a thing of the past," said Samantha Searle, research analyst at Gartner. "To prevail in challenging market conditions, businesses need predictive metrics — also known as "leading indicators" — rather than just historical metrics (aka "lagging indicators")." Predictive risk metrics are particularly important for mitigating and even preventing the impact of disruptive events on profitability.
Only 31 Per Cent of Business and IT Leaders Have Metrics That Contribute to Strategic KPIs

A recent Gartner survey, conducted among 498 business and IT leaders in the fourth quarter of 2013, showed that 71 per cent of business and IT leaders understood which KPIs are critical to supporting the business strategy. But, only 48 per cent said they can access metrics that help them understand how their work contributes to strategic KPIs, and 31 per cent agreed they had a dashboard to provide visibility of these metrics. "However, visible metrics won't help drive strategic business outcomes, such as increasing profitability, if business and IT leaders don't have the right metrics in place," said Ms Searle.

Conversations that Gartner analysts had with business and IT leaders revealed that they often misinterpret the term "KPI" (which is a measure that should indicate what you need to do to significantly improve performance, and is therefore predictive) and don't actually have predictive measures in place. "They persist in using historical measures and consequently miss the opportunity to either capture a business moment that would increase profit or intervene to prevent an unforeseen event, resulting in a decrease in profit," added Ms Searle.

Businesses that struggle to cope with today's accelerated business cycles, which require business and IT leaders to track work in progress, are seeing an increasingly vital need to make optimization adjustments in real time, and increase organizational responsiveness to market dynamics and evolving event patterns.

Today, organizations are adopting intelligent business process management suites (iBPMSs) and operational intelligence platforms to dramatically increase their successful and proactive response to unexpected business disruptions. Such technologies leverage predictive analytics and provide information that makes it easier to identify relevant predictive metrics. Gartner estimates that the BPMS market will reach $2.8 billion in 2014, an 8.8 per cent growth from 2013.

"Business process directors who don't apply predictive metrics to cross-boundary business processes will leave their organizations vulnerable to the risk of failing to execute their business strategies," said Ms Searle. This is because they are unable to anticipate how well critical processes are driving strategic business outcomes, and therefore are unable to make well-informed decisions and intervene when process performance has plummeted below acceptable levels. "Business process directors should identify the business processes that are critical to driving strategic business outcomes and strategy execution, and determine how best to measure business outcomes in a way that triggers human or automated actions before an undesired outcome occurs. This ability will be crucial in determining the organizations who survive the shift towards a digital world and those who will be left behind," said Ms. Searle.

More detailed analysis is available in the report "Predicts 2014: Business Process Reinvention Is Vital to Digital Business Transformation." The report is available on Gartner's web site at http://www.gartner.com/document/2624418.

Ms. Searle will also present on how organizations can avoid common metrics mistakes at the Gartner Business Process Management Summit 2014, 19-20 March, in London. More information is available at www.gartner.com/eu/bpm or by following news on Twitter using #GartnerBPM.

About Gartner Business Process Management Summit 2014
The Gartner Business Process Management Summit will help BPM practitioners exploit the forces of digital disruption to improve organizations' performance, prioritise investments toward projects that will drive growth and innovation, and build the skills to establish them as a leader for digital process transformation.

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Alan Turing, gênio da computação

alan_turing.jpgEthevaldo Siqueira
Matemático, cripto-analista e cientista da computação, o britânico Alan Turing (23-junho-1912—07-junho-1954) foi um dos formalizadores do conceito de algoritmo e de inteligência artificial, além de criador da Máquina de Turing, um computador de aplicações gerais, com o qual decifrou os códigos de comunicação alemães durante a Segunda Guerra – permitindo aos Aliados descobrir incontáveis planos de ataques e estratégias nazistas.

Para muitos, a computação atual seria impensável sem a contribuição de Turing. Enquanto trabalhava no famoso Bletchley Park, ele criou um dos mais seguros sistemas de criptografia da voz humana, utilizado até hoje. Bletchley Park é esse conjunto de edifícios situado na pequena cidade de Bletchley, no condado de Milton Keynes, em Buckinghamshire, Inglaterra. O imóvel histórico está sendo preparado para os festejos dos 70 anos do Dia D, a 4 de junho de 1944, quando os Aliados invadiram a Normandia, numa das maiores operações de guerra da história, iniciando a derrocada das forças alemãs.

A vida pessoal de Turing foi das mais infelizes. Homossexual, foi perseguido e processado. Suicidou aos 42 anos ingerindo cianureto de potássio. O governo britânico concedeu-lhe perdão e o isentou de todas as acusações preconceituosas que marcaram sua trágica carreira.

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