O que são e para que servem os supercomputadores

ummit_2.jpgPor Ethevaldo Siqueira
15/06/2018 - Como sabemos, o que caracteriza um Supercomputador é sua altíssima velocidade de processamento e grande capacidade de memória. Suas principais aplicações são nas áreas de pesquisa em que se requer grande quantidade de processamento, como pesquisas militares, científicas, químicas e médicas. E para que precisamos de supercomputadores? Em resposta, podemos afirmar que os supercomputadores são hoje ferramentas essenciais para:

• Efetuar cálculos muito complexos e tarefas intensivas

• Para resolver problemas que envolvam física quântica, mecânica, meteorologia, pesquisas de clima, modelagem molecular de compostos químicos.

• Para realizar simulações físicas, como simulação de voos de aviões em túneis de vento, simulação da detonação de armas nucleares e pesquisas sobre a fusão nuclear.

O supercomputador chinês TaihuLight detinha o título de mais veloz do mundo desde 2016 / © AP Photo/ Li Xiang

Selecionei alguns benefícios específicos que os supercomputadores podem trazer ao mundo moderno, com exemplos sugeridos pelo professor João Antonio Zuffo, da Escola Politécnica da USP, em algumas das entrevistas que me concedeu:

• O supercomputador acelera o desenvolvimento de toda pesquisa científica e tecnológica no País. Entre os melhores exemplos, estão a confiabilidade crescente das previsões meteorológicas, com antecipação cada dia maior.

• O supercomputador torna acessíveis e populares os melhores subprodutos do processamento gráfico e de imagens, sejam do cinema digital, da TV de alta definição e das novas gerações de home theaters.

• Ele permite novas aplicações de realidade virtual, com enorme impacto na educação. Esses recursos nos permitem simular viagens virtuais ao interior do corpo humano, ao mundo microscópico das células ou até aos planetas e galáxias distantes.

• O supercomputador abre novas perspectivas à indústria de entretenimento, com a possibilidade de criar espetáculos encantadores com os novos recursos de multimídia e realidade virtual.

• Viabiliza o turismo virtual, permitindo-nos escolher toda noite uma "viagem" diferente pelos lugares mais belos do mundo a preços populares, no conforto de nossa casa.

• Revoluciona o projeto de aviões, como acontece hoje na Embraer, uma indústria que é orgulho brasileiro.

• Finalmente, o supercomputador confere muito maior confiabilidade aos projetos de plataformas de perfuração de poços de petróleo submarinos, como acontece na Petrobrás.

A linha do tempo

Agora um pouco da história dos supercomputadores. Uma das empresas pioneiras nesse mundo da supercomputação foi a Cray Research Incorporated (CRI), fundada em 1972 por Seymour Cray com sede em Seattle, nos EUA.

A sucessora dessa empresa foi a Cray Computer Corporation (CCC), que faliu, mas seu nome foi comprado pela Silicon Graphics e depois pela Tera Computer que adotou o atual nome Cray Inc.

ILLIAC IV foi um supercomputador construído pela a Universidade de Illinois e financiado pelo o governo dos Estados Unidos, sua construção custou 31 milhões de dólares. O projeto terminou em 1981 / Crédito: Reprodução/Wikimedia Commons

Outro supercomputador que ficou famoso por suas dimensões ainda na década de 70 foi o Illiac IV, produzido pela Burroughs em conjunto com a Universidade de Illinois. Na época a ficção científica abordou o tema de um supercomputador e suas possibilidades imaginárias. num romance chamado "Colossus".

Supercomputador HAL 9000 no filme Uma Odisseia no Espaço, de Stanley Kubrick e Arthur Clarke

A mais ambiciosa ficção sobre um supercomputador, no entanto foi apresentada no filme 2001, Uma Odisseia no Espaço, de Stanley Kubrick e Arthur Clarke, em que o HAL 9000, que se considerava um supercomputador infalível e incapaz de errar. No filme, entretanto, o HAL 9000 revela os piores desvios de comportamento, como ciúme, mentira, conspiração e a disputa do poder sem qualquer limitação ética.

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O blockchain e o jargão das criptomoedas

blockchain.jpgPor Ethevaldo Siqueira
08/06/2018 - Faço um resumo aqui de um excelente artigo do jornal britânico Financial Times, no qual são explicados didaticamente essas moedas e seu livro-razão, o Blockchain.

As criptomoedas surgiram após a crise financeira de 2008, quando os tecnólogos se apaixonaram pela ideia de criar um sistema financeiro que pudesse existir sem bancos. E que permitisse a uma pessoa enviar esse novo tipo de dinheiro a outra pessoa, sem nenhuma intermediação, ou seja, sem a participação de nenhuma empresa ou autoridade.

A primeira e mais antiga moeda virtual é o Bitcoin. Seu criador usava o pseudônimo de Satoshi Nakamoto. Mas talvez a moeda não fosse criada por uma única pessoa mas por um grupo delas. Na visão de seus criadores, o BITCON nasceu para ser um "sistema de dinheiro eletrônico peer-to-peer, quer dizer, de pessoa a pessoa".

A realidade é o Bitcoin ganhou seguidores, ou seja, pessoas que querem, de fato, transferir dinheiro de umas para as outras fora dos canais monetários tradicionais, por duas razões: ou porque valorizam a privacidade ou, infelizmente, por outras vezes, porque esse dinheiro provém de atividades ilegais, como a compra ou venda de drogas.

Embora o Bitcoin seja o sistema monetário digital mais conhecido, já existem no mercado mais de 1.600, como o Ethereum, o Ripple e o Litecoin estão entre os mais conhecidos da lista crescente. E que outras estão criadas o tempo todo.

A ideia básica dos criadores do Bitcoin associada a esta moeda foi a de um sistema de registro ou livro-razão distribuído. (Livro-razão, em inglês é Ledger). Esse livro-razão distribuído é, na prática, o Blockchain. Ele foi concebido como um sistema de registro totalmente descentralizado – um enorme sistema público de manutenção de registros.

Em vez de ser controlado por uma única entidade – fosse computador ou outra máquina – o livro-razão é distribuído por um conjunto de milhares de computadores divididos ou separados, que trabalham juntos para verificar transações.

Como acentuamos, Blockchain é exatamente esse livro-razão distribuído, no qual centenas de computadores criam uma lista crescente ou cadeia de transações com registros de data e hora que não podem ser alterados.

Cada nova transação é adicionada como se fosse um novo "bloco" para a cadeia. O Blockchain é muito atraente para muitos usuários porque oferece um registro verificável, imutável e público.

É bom ressaltar que o Bitcoin não é tão anônimo ou inviolável como se supunha inicialmente, porque nele os endereços IP não estão conectados a nomes. No entanto, , os órgãos de segurança já conseguiram identificar traficantes de drogas e outros vendedores de produtos ilegais, porque descobriram suas carteiras de bitcoin e usaram o registro público para rastrear suas transações.

Outro problema ou aspecto negativo do Blockchain é que ele consome muita energia. Por envolver centenas ou milhares de computadores, o sistema de comprovação de trabalho do Blockchain requer grandes quantidades de energia computacional. Por isso, seu uso intensivo, além de consumir muita energia, tornou-se hoje muito lento.

Quando a demanda por bitcoin é mais alta, as transações de bitcoin, que já foram rápidas há poucos anos, começam a levar dias, em vez de minutos, para serem concluídas e incorrem em altas taxas de transação dos mineradores, ou seja, seus usuários. Assim, quanto mais poder computacional os mineradores puderem dedicar à verificação de transações, maior será a probabilidade de serem recompensados.

O Blockchain tem hoje defensores apaixonados, como se fosse uma religião. Por outro lado, há muitos especialistas que têm dúvidas sobre sua inviolabilidade. O que surpreende é que muitas empresas do setor bancário e de transporte marítimo começaram a experimentar seus próprios blockchains, construídos com finalidades específicas.

Neste ponto, a pergunta que se faz é a seguinte:

— Será que o blockchain não é apenas um modismo. Ou ele veio para ficar?

Por enquanto, é bom reconhecer, até aqui o Blockchain tem se mostrado muito seguro e difícil de ser fraudado ou violado. Seu uso por corporações, contudo, enfrenta uma contradição fundamental, pois o blockchain foi desenvolvido para ser descentralizado. Se não for, torna-se simplesmente um banco de dados de baixa eficiência.

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Revendo conceitos de computação em nuvem

cloud_computer.jpgPor Ethevaldo Siqueira
08/06/2018 - Já mostramos em comentários anteriores, que Cloud Computing ou computação em nuvem é um conceito que nasceu a partir da existência de uma rede global como a internet. É essa rede que nos conecta com os computadores e servidores de todo o mundo.

Essencialmente, quando usamos a nuvem, não precisamos armazenar em nosso computador todos os aplicativos, programas ou arquivos, porque tudo isso pode ficar armazenado na nuvem, ou seja, em outros locais distantes, mas que podem ser acessados via internet, de qualquer lugar do planeta.

Por isso, podemos dizer na linguagem cotidiana de computação usar expressões como:

• Mover os aplicativos para a nuvem.
• Gerenciar os sistemas na nuvem.
• Criar novos aplicativos e serviços
• Armazenar, fazer backup e recuperar dados
• Hospedar sites da Web e blogs
• Transmitir áudio e vídeo
• Fornecer software sob demanda
• Analisar dados para padrões e fazer previsões.

Tudo isso decorre do conceito de computação em nuvem, que se refere à utilização da memória e da capacidade de armazenamento e processamento de computadores e servidores compartilhados e interligados por meio da internet.

Esses recursos adicionais podem estar na próxima esquina, a mil quilômetros de nós ou do outro lado do mundo.

A computação em nuvem deve ser vista como um serviço e não como produto, pois os recursos compartilhados, como software e informações, nos permitem acessá-los por meio de qualquer computador, tablet ou celular conectado à Internet.

Uma das grandes vantagens da computação e nuvem é o melhor aproveitamento dos investimentos em hardware. Como a parte mais pesada do processamento fica na "nuvem", o usuário precisa apenas de um navegador e uma boa conexão à internet para utilizar o serviço.

Outra vantagem é flexibilidade dos recursos ou elasticidade. Se você necessita de mais espaço para armazenamento, basta solicitar um upgrade, sem precisar trocar os equipamentos.

Não apenas as empresas, mas a maioria das pessoas utiliza muita coisa de cloud computing e não se dá conta disso. Entre os melhores exemplos de uso corriqueiro da nuvem estão os serviços de:

• Dropbox,
• Google Music,
• iCloud e
• Google Docs

Por intermédio desses serviços, os usuários podem criar e editar documentos online, sincronizar músicas e arquivos ao mesmo tempo. Para usar o serviço, basta abrir o navegador de Internet e acessar o endereço dos serviços escolhidos.

As nuvens se classificam em função do tipo de usuários a que elas servem. Assim, existem na prática três tipos de nuvem:

■ Nuvem privada;
■ Nuvem pública e
■ Nuvem híbrida

Nuvens privadas são aquelas construídas exclusivamente para um único usuário, uma empresa, por exemplo. Elas diferem de um Data Center privado virtual, porque a infraestrutura utilizada pertence ao usuário, e, portanto, é ele que detém o controle total e sobre como as aplicações são implementadas na nuvem.

E a nuvem pública, como seria? Uma nuvem é chamada de "nuvem pública" quando os serviços são apresentados por meio de uma rede aberta ao uso público. Serviços de nuvem pública podem ser livres. Geralmente, os provedores de serviços de nuvem pública são grandes corporações omo a Amazon AWS, a Microsoft e o Google. Esses gigantes da computação em nuvem operam a infraestrutura em seus centros de dados e o acesso geralmente é feito por meio da Internet.

Nas nuvens híbridas temos uma combinação dos modelos de nuvens públicas e privadas. Elas permitem que uma nuvem privada possa ter seus recursos ampliados a partir de uma reserva de recursos em uma nuvem pública. Assim, na hipótese de haver nova necessidade de recursos, essa demanda extra pode ser normalmente atendida.

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Empresas precisam entender seus clientes

nice_2.jpgPor Thais Sogayar
07/06/2018 - Vivemos gerando e acumulando milhões de informações pelo caminho, tropeçando com empresas, marcas e produtos.

E a grande maioria das empresas com bom desempenho sabem que a análise dos dados é fundamental para impulsionar suas estratégias e melhorar os resultados operacionais. Com os insights certos, é possível melhorar a eficiência, aumentar os lucros, e acelerar as mudanças significativas dos negócios na era da transformação digital.

Como foi a sua experiência ao se relacionar com uma empresa? O que se pode fazer para melhorar essa experiência do cliente? Como vamos ler essas informações? Atualmente os clientes se relacionam através de outras tecnologias, como chats, e-mails, mensagens de texto, aplicativos, uma forma de intensa e muito crescente. Como tratar essas informações de uma forma mais estruturada e robusta para não correr o risco de perder o controle sobre esse canal que tem substituído muito a relação entre cliente e empresa?

Durante coletiva de imprensa realizada no dia 07 de junho em São Paulo, Ingrid Imanishi, Consultora de Soluções Avançadas NICE apresentou a plataforma Nexidia Interaction Analytics, que promete rapidez em análise de interação, com uma solução mais avançada para desbloquear informações de negócios valiosos, escondidas em 100% das interações com seus clientes.

Neiva Dourado Mendes (à esquerda) e Ingrid Imanishi (à direita) apresentam a solução Nexidia Interaction Analytics da NICE

Neiva Dourado Mendes, Diretora de Consultoria e Operações Blue6ix faz uma provocação quando nos pergunta “Porque algumas empresas ainda continuam com o mesmo modelo de relacionamento da época dos nossos pais?” A inovação segundo Neiva está na experiência do cliente e nas oportunidades de negócio que essa solução de analytics propõe.

A compreensão dessa massa de dados está sofisticada: passa agora também por analisar sentimentos e comportamentos, palavras e tópicos previamente selecionados dentro dessa solução que a NICE apresenta. As melhores respostas geram resultados que podem (e devem) transformar os negócios garantindo melhoria de serviços, gerando mais lucros com satisfação dos clientes.

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Opções hi-tech do Itaú, segundo seu presidente

ciab_candido_bracher_itau.jpgPor Ethevaldo Siqueira
13/06/2018 - O presidente do Banco Itaú, Candido Bracher, afirmou que os pilares tradicionais e estabelecidos pela instituição não serão postos de lado nem abandonados, mas, sim, transformados para que o banco possa atender a novas demandas digitais.

Para Bracher, empresa pode escolher diversos caminhos quando se depara com a necessidade e a decisão de se transformar e falar, de fato, a língua do cliente. Esse movimento pode ser uma mudança completa na infraestrutura tecnológica ou no modelo de negócio e até uma jornada de transformação que não tem um destino, mas uma constância de inovações. Ao invés de deixar de lado o legado e se aventurar em águas mais profundas da disrupção tecnológica, a instituição escolheu por transformar seu parque tecnológico a fim de se atualizar nas novas tecnologias, movimento que tem o cliente como foco central.

Para o executivo, o atual cenário do setor financeiro – que sempre foi pautado pela inovação e mudanças sociais, mas que hoje isso acontece de forma muito rápida – exige uma nova postura das empresas. “Vivemos várias revoluções tecnológicas, mas a rapidez da que vivemos nos dias atuais é enorme e atinge muitas pessoas. Ela muda o comportamento”, acrescenta.

O Itaú Unibanco encara esse cenário de forma muito positiva, inclusive com a renovação dos modelos de negócio com a forte presença das fintechs. Bracher aposta na competitividade que essas startups impõem no mercado financeiro, mas destaca a importância da aplicação das mesmas regras pelos órgãos reguladores.

E nessa jornada rumo à inovação, o Itaú Unibanco estabelece alguns pontos de transformação, pautados na renovação dos colaboradores, na aquisição de novas tecnologias, no atendimento às demandas do cliente e nos resultados que esses movimentos trarão para o negócio. “Nosso objetivo é preparar a empresa para mudar permanentemente. Sempre atentos aos pilares: colaboradores, pessoas e tecnologia”, completa o presidente.

Colaboradores: Hoje, o desafio do Itaú Unibanco é integrar as várias gerações de profissionais. Estão sendo aplicados modelos de gestão de pessoas com um trabalho forte junto ao departamento de Recursos Humanos a fim de desenvolver lideranças, deixar a operação mais flexível e ambientes abertos. O desenvolvimento de novos cargos, como os cientistas de dados, também faz parte dos programas da instituição, com fomento ao empreendedorismo e operações digitais. É o caso das iniciativas ligadas ao Cubo Digital, com programação colaborativo para fortalecer as inovações que serão usadas no próprio banco.

Tecnologias: Inteligência Artificial, Blockchain, Cloud Computing e Analytics são as principais apostas do Itaú Unibanco. A empresa aumentou 40% os investimentos em tecnologias para ampliar o uso interno. Hoje, 5 milhões de clientes já são impactados pelo uso de recursos de AI nos atendimentos do banco. Hoje, o go to market está mais ágil e novos sistemas permitiram redução de 48% de índices de indisponibilidade. “Vivemos o atual momento de integração entre analógico com o digital, o que nos permite resolver desafios antigos e atuais com essas novas tecnologias”, destaca.

Clientes: E tudo isso está pautado no atendimento das demandas dos clientes. O Itaú Unibanco conta com fóruns e monitoramento em redes sociais para descobrir como atender melhor seus consumidores. “Anos atrás, eu ajudei meu pai a fundar um banco e naquela época já nos perguntávamos qual era nosso diferencial. A resposta sempre foi: ouvir o cliente. Essa premissa é colocada em prática até hoje. A atitude que usamos dentro do Itaú Unibanco é a mesma”, completa o presidente.

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Headhunting ou Marketplace de Talentos?

lucas_mendes_rebelo.jpg*Por Lucas Mendes
14/06/2018 - A decisão de contratar alguém sempre gera grandes expectativas dentro de uma empresa. Trilhando caminhos tradicionais e utilizando sites de vagas, as organizações recebem constantemente um altíssimo volume de currículos. Gestores e recrutadores acabam gastando muito tempo lendo CV's, triando e testando candidatos que, na maioria das vezes, não são suficientemente qualificados ou adequados para a vaga em questão. São várias etapas até os recrutadores finalmente chegarem à fase que realmente interessa no processo seletivo: as entrevistas com os candidatos que preenchem os requisitos.

Para escapar de um alto volume de candidatos mal preparados ou desinteressados, muitas empresas buscam outras opções de seleção. Nessa hora, esbarram na dúvida: é melhor contratar uma consultoria de headhunting ou optar por um marketplace de talentos?

Como funciona uma consultoria de headhunting?

Headhunting é um serviço de recrutamento de profissionais de alto nível, originalmente voltado para cargos de média e alta gerência.

Basicamente, as consultorias tradicionais "caçam" profissionais que se encaixam nas especificações de uma determinada vaga. Por meio de diversas plataformas, entram em contato com os candidatos e realizam entrevistas. Só depois de todas as etapas do processo, fazem as indicações para as empresas que contratam o seu serviço.

Todo esse processo offline leva mais tempo e, consequentemente, é mais custoso, especialmente se comparado ao modelo de negócio de um marketplace que utiliza soluções de tecnologia, que otimizam todo o processo de seleção.

Como funciona um marketplace de talentos?

O marketplace de talentos surgiu para resolver a mesma questão das consultorias de headhunting, porém, de maneira mais dinâmica e eficiente, usando a tecnologia a seu favor.

O objetivo desse tipo de plataforma é atrair e selecionar profissionais de alto nível do mercado de tecnologia e negócios por meio de testes técnicos, análises criteriosas, aliados à uma solução de tecnologia que utiliza sistemas de machine learning e big data. Isso torna o processo mais rápido, eficiente e menos custoso.

Com esse sistema, é possível fazer o melhor cruzamento entre os talentos e as oportunidades do mercado, deixando o candidato no centro do processo, afinal, são eles que ficam disponíveis para as empresas e não o contrário. O principal diferencial do processo de contratação feito pelo marketplace é a criteriosa curadoria dos candidatos, que faz com que somente os talentos que realmente estejam procurando uma recolocação fiquem disponíveis na plataforma, além de serem os 5% melhores, que passaram pelo processo de seleção. O resultado dessa curadoria é que as empresas economizam muito preenchendo as vagas mais estratégicas em muito menos tempo.

Em resumo, se o objetivo de uma empresa é contratar profissionais de alto nível, de maneira rápida, transparente e com custo menor que o cobrado pelas consultorias tradicionais, os marketplaces de talentos são as melhores opções.

No Brasil, a Revelo é líder no mercado de marketplaces de talentos. Criada em 2014, a plataforma trabalha carreiras dentro da área de tecnologia, marketing e negócios, sendo desenvolvedores, data scientists, designers UX/UI, profissionais de negócios, finanças, marketing digital e business intelligence. Os profissionais se cadastram na plataforma, passam um uma avaliação criteriosa, teste técnico de acordo com a área escolhida e ficam disponíveis para as oportunidades. Do outro lado, as mais de 1000 empresas cadastradas na plataforma podem buscar os profissionais com as especificações desejadas, utilizando os filtros disponíveis no sistema e garantir o melhor talento do mercado.

*Lucas Mendes, cofundador da Revelo, maior plataforma de marketplace de talentos do país.

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