InternetSAT expande oferta de serviços

internet_sat.jpg27/05/2019 - A InternetSAT, operadora e integradora de soluções de telecomunicações, anunciou a expansão de seus serviços para o setor de Energia a partir da oferta de projetos customizados de conectividade de redes (infraestrutura de TI remota) e dispositivos (Internet das Coisas, IoT), com a finalidade de impulsionar a inteligência à operação energética, incluindo em centros de controle em áreas remotas e com e abrangência nacional.

Além da conectividade em fibra e satélites bandas KA e KU já oferecida para este segmento, os serviços envolvem serviços baseados na conectividade em alta disponibilidade, velocidade ilimitada, incluindo a telefonia VOIP. A operadora atende a várias empresas do setor nas áreas de termoelétricas, eólicas, solar, hidrelétricas, e centrais de operação de energia, provendo conexão em alta disponibilidade junto a ONS, CCEE e demais órgãos reguladores, um setor que responde pela geração de energia necessária para o funcionamento de todos os segmentos da economia.

"Devido à sua distribuição e logística em todo o território nacional, o setor é um dos que mais demandam Internet via Satélite para atender a uma cadeia produtiva capilarizada e localizadas, em boa parte, em regiões remotas, onde a Internet é precária ou inexistente. Para atender à nossa expansão neste mercado, fortalecemos a equipe de apoio tecnológico e de suporte operacional aos clientes", comenta George Bem, CEO da InternetSAT

Os projetos de Conectividade Avançada e Inteligência da InterntSAT incluem:

- Internet via Satélite - A Internet banda larga da InternetSAT opera nas bandas KA e KU para todo o território nacional, em alta disponibilidade e velocidade. Todos os projetos são de acordo com as necessidades locais e cada negócio.

- Internet das Coisas, IoT – O serviço leva em conta a capacidade operacional de cada dispositivo conectado e os objetivos de cada projeto de IoT, envolvendo a telemetria avançada para a comunicação de dados em diversas aplicações, incluindo a medição do consumo de energia e combustíveis, temperatura, umidade, presença, abertura e fechamento de equipamentos e portas, rastrear veículos e frotas, entre outras aplicações.

- InternetSAT iVOZ - garante a ampliação da quantidade de linhas telefônicas, implementar PABX Virtual e serviços de URA, gravação de chamadas, histórico online de gravações e chamadas, com extratos online. Permite criar grupos de atendimento a clientes e outras atividades de grupo e oferecer 0800. Além de poder manter o número na portabilidade, as empresas podem combinar pacotes de minutos nacionais e internacionais, com custo zero entre filiais. O suporte é 24x7 e a segurança atende a protocolos avançados da indústria de telecomunicações.

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Aposentando as senhas em cinco anos

danial_ricaros_unsplash.jpg*Por Edson Ortega
17/05/2019 - Sempre é bom lembrar que a senha do computador, inventada por Fernando Corbato na década de 1960, já tem mais de 50 anos. Muitas outras maneiras de autenticar a identidade do consumidor foram desenvolvidas desde então e, segundo um estudo da Euromonitor, em 2016 foram realizadas 52 trilhões de autenticações. Entretanto, os métodos tradicionais de autenticação – senha, sobrenome de solteira da mãe e outros tipos de autenticação baseadas em conhecimento – já deixaram até o mais paciente dos consumidores frustrado ao perceber que esqueceu a senha ou que ela foi roubada, ou ao ter de digitá-la em teclados minúsculos. Vale ressaltar, existem maneiras mais seguras de verificar quem uma pessoa é.

É hora de mudar

Acreditamos que a indústria de pagamento pode aposentar as senhas nos próximos cinco anos. Graças aos avanços nas tecnologias de autenticação e combate à fraude, o uso de métodos estáticos de verificação da identidade do portador do cartão (CVV) – como assinatura e senha – estão se tornando opcionais para os estabelecimentos comerciais e emissores em alguns ambientes. Hoje, as instituições financeiras e estabelecimentos comerciais conseguem compartilhar uma quantidade de dados dez vezes maior entre si. Esses dados são usados para tomar decisões baseadas em risco para autenticar a identidade dos compradores, não importando o tipo de dispositivo ou aplicativo usado – na maioria das vezes, o consumidor não precisa fazer nada. Além disso, a crescente sofisticação da inteligência artificial está fazendo com que as fraudes sejam detectadas com mais rapidez e precisão, abrindo novas possibilidades para novos produtos e serviços, uma vez que o consumidor confia na segurança dos pagamentos.

Com a evolução e o aumento da segurança do ecossistema e a contínua implantação de tecnologias que utilizam inteligência artificial e biometria, visualizamos um futuro em que será possível reduzir ou eliminar o uso de métodos de verificação legados.

A biometria é uma estratégia de autenticação que tem tudo a ver com um sistema de pagamento moderno – um sistema em que o volume de transações presenciais diminui, enquanto o de transações digitais aumenta. A autenticação biométrica consegue entregar uma experiência de pagamento sem atrito aos portadores de cartões, enquanto os estabelecimentos comerciais, emissores e credenciadores dispõem de segurança de autenticação e gestão de identidade avançadas para prevenir fraudes.

Uma pesquisa encomendada pela Visa, em 2017, mostrou que os consumidores brasileiros estão abertos ao uso de biometria em opções mais rápidas, mais fáceis de usar e mais seguras do que a senha. A cada dez consumidores entrevistados, 9 estão familiarizados com a biometria. Os brasileiros têm uma forte percepção de que a biometria é mais rápida (85%) e mais fácil de utilizar (89%) do que senhas. A maioria dos consumidores já fez uso do reconhecimento de suas impressões digitais, com 6 em cada 10 pessoas usando-a regularmente. Além disso, quase a metade dos pesquisados (48%) já percebe que a biometria é mais segura do que as senhas. E 46% acreditam que usar biometria pode ajudar a eliminar a necessidade de se lembrar de várias senhas.

Pensando nos indivíduos que se preocupam com a segurança, os fabricantes de dispositivos móveis trabalharam para tranquilizá-los com relação ao roubo de informações biométricas. A solução encontrada foi armazenar e criptografar modelos biométricos – ou seja, representações algorítmicas em vez dos verdadeiros atributos biométricos – nos próprios dispositivos do consumidor, e não na nuvem. Com isso, ele está sempre de posse de seus dados biométricos pessoais e tem a opção de apagá-los a qualquer momento. Além disso, a precisão da autenticação é reforçada pela tecnologia de "detecção de vida", usada nos leitores biométricos e softwares, capaz de identificar se uma impressão digital é uma cópia ou dedo de verdade ou se rosto usado na autenticação é real ou uma máscara.

Os sensores de impressão digital começaram a ser integrados nos smartphones há cerca de seis anos e, nesse curto espaço de tempo, os consumidores ficaram bem à vontade com a tecnologia. A necessidade de uma autenticação rápida e fácil só aumentará com a multiplicação dos produtos e serviços digitais, uma vez que será inviável para o consumidor memorizar uma senha diferente para cada dispositivo conectado à Internet ou aplicativo. Substituir as senhas usadas nesses produtos e serviços por algum tipo de autenticação biométrica não só é essencial, como efetivamente possível hoje.

Abaixo listo algumas dicas de segurança básicas para o gerenciamento de credenciais de acesso. Com elas, acredito que estará mais seguro e evitará dores de cabeça, vale ao menos testar.

• Adote a autenticação biométrica, se disponível
Reproduzir dados biométricos é muito mais difícil. Além disso, os criminosos precisariam ter o trabalho de roubar o dispositivo fisicamente para cometer a fraude de pagamento. Muitos dispositivos móveis e aplicativos oferecem ao usuário a opção de verificar sua identidade ou fazer uma compra usando biometria.

• Ative os alertas ou notificações
Nenhuma solução é 100% infalível e os alertas são uma boa proteção, caso suas credenciais de acesso sejam comprometidas. Você será notificado quando sua conta for acessada com um novo dispositivo, ainda que as credenciais usadas sejam legítimas.

• Use um gerenciador de senhas para criar senhas complexas
Se não for possível adotar a biometria, use uma solução de gerenciamento de senhas de um provedor bem conceituado para armazenar as senhas de suas contas online. Alguns gerenciadores de senha também ajudam a gerar senhas fortes e complexas, para que você não precise ficar quebrando a cabeça.

*Edson Ortega é diretor executivo de Risco da Visa

Crédito: Danial RiCaRoS / Unsplash

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TIVIT compra empresa focada em soluções digitais

tivit_2.jpg17/05/2019 - A TIVIT, multinacional brasileira de soluções digitais, anuncia a aquisição da Stone Age, empresa especializada em soluções para Big Data e Analytics. Com a aquisição, a TIVIT reforça sua linha de negócios de Digital Business e alavanca sua atuação no mercado de soluções de Big Data e Analytics.

Este é mais um importante passo dado pela TIVIT na estratégia de crescimento no mercado de soluções digitais e fortalece a capacidade da TIVIT em promover a jornada para a transformação digital dos clientes. "A partir dessa aquisição ampliamos e consolidamos nossas soluções de Big Data e Analytics, apoiando nossos clientes na jornada de dados com alto desempenho e inovação, de forma ágil e personalizada", comenta Luiz Mattar, CEO da TIVIT.

Com sede no Rio de Janeiro, a Stone Age é uma empresa especializada em soluções de Big Data e Analytics para grandes empresas do segmento de Finanças, Varejo, Serviços e Telecomunicações. "Por meio desta aquisição a TIVIT passa a contar com soluções como: análise de crédito automatizada, plataforma de analytics, soluções antifraude, esteira de dados, mesa de decisão, entre outras, que fortalecem a capacidade da TIVIT atuar de ponta a ponta na jornada de dados dos clientes", explica Wander Cunha, Diretor de Negócios Digitais.

A Stone Age conta atualmente com aproximadamente 50 funcionários altamente qualificados, entre cientistas de dados, desenvolvedores e especialistas em Big Data e Analytics. Todo o processo de integração entre as empresas será realizado de forma colaborativa, reforçando a autonomia, a agilidade de atuação e a entrega de valor pela Stone Age. As operações da Stone Age continuarão a atuar de forma independente, com ambos os times cocriando e integrando competências para desenvolver soluções ainda mais inovadoras.

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Análise de dados na luta contra o Mal de Parkinson

michael_jfox.jpg17/05/2019 - Técnicas de Advanced Analytics e Machine Learning são usadas em projeto na Michael J. Fox Foundation para a detecção precoce da doença

O ator Michael J. Fox é conhecido mundialmente pelos papeis marcantes que interpretou no cinema e na TV, entre os quais estão Marty McFly da trilogia De Volta Para o Futuro, Mike Flaherty, da série Spin City, e Lewis Canning, em The Good Wife. Ainda bem jovem, aos 29 anos, Fox anunciou para o mundo a sua luta contra o Mal de Parkinson, diagnosticado após investigar uma contração involuntária no dedo.

Hoje, aos 57 anos, ele lida com a doença em uma fase já evoluída, o que o faz sentir tremores e rigidez por todo o lado esquerdo de seu corpo, a ponto de fazê-lo acordar tremendo, de forma incontrolável. Mas Fox não está sozinho. O Mal de Parkinson é uma das doenças degenerativas mais comuns e que afeta mais de 10 milhões de pessoas em todo o mundo. Por isso, Fox usou sua fama em busca da cura, e desde 2000 está à frente da Michael J. Fox Foundation for Parkinson Research, que até agora já financiou mais de US$ 750 milhões em pesquisas de novos tratamentos.

Desde 2011, tanto o Machine Learning quanto a análise de dados avançada desempenham um papel significativo em um dos projetos da fundação apoiados pelo SAS, o Parkinson's Progression Markers Initiative (PPMI). Ele consiste na coleta de uma ampla gama de dados de pacientes, que são analisados, com a finalidade de acelerar o diagnóstico da doença. O objetivo do projeto é desenvolver melhores tratamentos para a doença.

Diagnóstico difícil

O Mal de Parkinson destrói de forma progressiva a capacidade do paciente de controlar seus movimentos e causa problemas como depressão e ansiedade. O diagnóstico precoce é fundamental para a aplicação de tratamentos que permitam monitorar e retardar a progressão da doença.

Ainda não há um teste definitivo que permita fazer esse diagnóstico em seus estágios iniciais. Uma vez que os médicos só conseguem fazer uma avaliação com base em sintomas motores, como tremores, rigidez, lentidão de movimentos e instabilidade na postura, os primeiros sinais só costumam aparecer de forma tardia, levando entre cinco e 20 anos para que isso aconteça.

O início do tratamento com a doença já em estágio avançado é pouco benéfico para os pacientes. Para fazer um diagnóstico precoce, os cientistas precisam recorrer a biomarcadores válidos - substâncias mensuráveis no sangue, na urina, nas células, no DNA ou em outras partes do corpo -, que podem ser usados para a identificação precoce, possibilitando o acompanhamento de sua progressão ao longo do tempo.

O projeto PPMI foi desenvolvido justamente para ajudar os cientistas a definir os biomarcadores com maior probabilidade de prever a progressão da doença em vários pontos e de forma simultânea. "Mais de mil pacientes que sofrem hoje com o Mal de Parkinson participaram do estudo", diz Anya McGuirk, desenvolvedora estatística especializada em Pesquisa de Distinção do SAS. "Ele foi feito em 33 cidades nos Estados Unidos, na Europa, em Israel e na Austrália, durante quatro anos e meio. Nesse período, os pesquisadores coletaram vários dados clínicos e de imagem dos pacientes ao longo de 11 visitas."

Em cada visita, os médicos analisaram todos os sintomas conhecidos, fazendo avaliações clínicas e comportamentais. Os testes incluíram a realização de exames cerebrais por imagem e a coleta de amostras de plasma, urina, líquido cefalorraquidiano, DNA, RNA, entre outros. Os resultados foram combinados em uma escala de pontos que indicava a gravidade da doença em cada paciente.

Análise de dados e Machine Learning

McGuirk e outros dois cientistas de dados usaram os dados do projeto e aplicaram diversas técnicas de Machine Learning para desenvolver um modelo que pudesse prever a progressão da doença em novos pacientes. O modelo analítico do SAS fez essa previsão com base nas pontuações dos testes, usando as informações da avaliação inicial e das visitas seguintes, além de ajudar a determinar quais biomarcadores eram mais importantes e descobrir outros novos.

"No passado, os pesquisadores usaram modelos convencionais de Machine Learning, que exigem a criação de um modelo separado para cada uma das 11 visitas ao paciente. Mas o Mal de Parkinson é progressivo e os resultados obtidos na primeira visita estão relacionados às outras seguintes. O PPMI foi único projeto que fez uso de um modelo de regressão de aprendizado multitarefa que avalia os dados de todas as visitas, de forma simultânea."

Levando em consideração a relação existente entre várias tarefas, esse tipo de aprendizado melhora todo o desempenho do modelo. "Digamos que os dados obtidos durante uma visita estejam confusos, resultados de um desleixo na hora de coletar as amostras, por exemplo. Se a prevenção da doença for feita com base nessa única visita, a leitura dos dados será imprecisa", diz McGuirk.

Em busca da cura

O modelo desenvolvido pela equipe de McGuirk mostrou-se capaz de obter previsões melhores do que aquelas desenvolvidas pelos métodos convencionais. Dessa forma, os médicos tornam-se capazes de iniciar o tratamento o quanto antes, gerando um impacto muito maior.

Além disso, a equipe conseguiu validar alguns biomarcadores já estabelecidos e descobrir outros novos, capazes de fazer a separação entre indivíduos saudáveis e portadores da doença. A equipe de McGuirk descobriu, por exemplo, que o colesterol alto indicava um risco menor de desenvolver o Mal de Parkinson, enquanto que a combinação de dados de RNA, plasma, imagens do cérebro e avaliações não motoras eram importantes para prever a progressão da doença. Com isso, é possível que os pesquisadores consigam agilizar o desenvolvimento de tratamentos mais eficazes e até mesmo a cura em pacientes de longa data, como é o caso de Michael J. Fox.

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A dupla missão de um CEO na era digital

stibo_niels_stenfeldt.jpg*Por Niels Stenfeldt
17/05/2019 - Há pouco mais de 100 dias, assumi o cargo de CEO em uma das principais empresas de tecnologia do mundo. Desde então, tenho reforçado uma ideia que já me acompanha há um bom tempo em minha carreira: liderar é cuidar de pessoas, valores e estratégias. Nada é mais importante do que essas três coisas, sobretudo hoje em dia, com tudo acontecendo de uma forma tão rápida, impulsionada pelo avanço digital.

Com os negócios espalhados pelos mais diversos cantos do globo, os gestores e líderes precisam garantir que suas estratégias estejam sincronizadas e ajustadas para os mesmos objetivos. Em uma era marcada pela instantaneidade da comunicação, evitar desencontros nas ideias é um passo essencial para que as organizações aproveitem as oportunidades reais da globalização.

Isso, no entanto, tem suas consequências. Nos primeiros três meses ocupando meu cargo atual, por exemplo, tive a chance de visitar mais de 25 países, acumulando milhares de milhas, centenas de reuniões e eventos, além de dezenas de noites longe de casa, em quartos de hotéis. Assim como eu, claro, uma série de profissionais segue a mesma rotina. Não por acaso, estudos indicam que o mercado de viagens corporativas deverá movimentar quase dois trilhões de dólares por ano, até 2022.

O objetivo de todas essas viagens, sem dúvida, é entender melhor a dinâmica de clientes de todo o mundo, buscando informações sobre como as diferenças de cultura e mercado impactam os negócios. Mas elas também geram seus inconvenientes, como passar seguidas horas dentro de aviões - o que para alguém com mais de um metro e noventa de altura é evidentemente complicado, como é o meu caso.

O grande ponto é que a exigência por respostas rápidas e análises de dados não espera as escalas de voos ou os checkouts de hotéis. A transformação digital tem interligado as redes de TI das empresas ao redor do mundo, criando repositórios de informações altamente complexas e completas. Isso quer dizer que, assim como estar próximo das diferentes unidades e consumidores, outra importante missão que os líderes atuais têm é encontrar formas de se usar os dados digitais de forma prática e eficaz.

Em minhas conversas com os chefes executivos de empresas de todos os tipos de segmento, tenho percebido que entender esse novo modelo de uso de dados é um diferencial fundamental para os líderes corporativos. O gerenciamento de dados mestres está no centro da compreensão da verdade sobre as estratégias, oportunidades e desafios das empresas.

O objetivo desses gestores deve ser garantir que os grandes volumes de dados coletados e armazenados por suas organizações possam ser utilizados como instrumentos que ajudem a gerar melhores estratégias de negócios, tornando as companhias mais objetivas e eliminando todo e qualquer tipo de confusão que possa ser provocada pela quantidade total de informações a serem avaliadas.

Hoje, isso é possível graças ao avanço da inteligência da indústria de tecnologia. A partir de uma plataforma digital de gerenciamento de dados mestres (MDM – de Master Data Management, em inglês) as empresas podem fazer, de fato, a captura, limpeza e atualização de uma grande quantidade de dados em todos os tipos de sistemas. Dessa forma, os clientes podem otimizar muito mais seus negócios e extrair informações úteis para suas operações.
Companhias de todo o planeta estão adotando essas soluções. A expectativa é que em dez anos, a indústria de sistemas MDM mais do que dobre de tamanho, marcando presença nas maiores marcas do mercado global. O objetivo é tornar a condução das empresas uma rotina mais simples, garantindo mais eficiência e clareza para a tomada de decisão dos executivos.

As viagens e reuniões são essenciais para entender a dinâmica dos escritórios e equipes divididas por inúmeros países e regiões. Esses encontros ajudam a garantir a disseminação de uma cultura corporativa abrangente e igualada, criando maior sinergia entre os grupos. Por outro lado, o uso de plataformas inteligentes para o gerenciamento de dados é estritamente necessário para acelerar as análises e permitir que as respostas sejam dadas de uma maneira imediata quando assim exigido.

Da mesma forma, as avaliações inteligentes de um MDM servem também para fornecer os insights certos para que os CEOs possam tornar suas viagens mais produtivas e inteligentes. Assim como um aplicativo com o mapa da estrada que usamos nos celulares, as soluções MDM entregam observações e suporte para que os líderes reforcem seus sentidos e orientem com mais assertividade suas equipes.

Obviamente, as muitas viagens de negócios também servem ao propósito de dar aos funcionários o apoio que eles precisam. Essa rotina pode ser bastante cansativa e solitária. Mas o uso desse tempo também tem tudo para ser usado de um modo interativo, completo e eficiente. As soluções de Master Data Management permitem organizar, filtrar e orientar o caminho a ser seguido. Resta saber quais serão os líderes que sairão na frente para otimizar a realidade entre aeroportos e salas de reunião, implementando a inteligência certa para transformar o dia a dia em resultados realmente positivos.

*Por Niels Stenfeldt, CEO da Stibo Systems

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Aracaju torna seus processos públicos 100% digitais

aracaju_nogueira.jpg16/05/2019 - Projeto AjuInteliGENTE informatizará todos os processos da gestão do município com o objetivo de auxiliar e agilizar o atendimento das demandas da população

Com a gestão totalmente digital, o acesso do cidadão com o poder municipal poderá ser feito a qualquer hora do dia sem que haja a necessidade de deslocamento físico. Ou seja, ele poderá fazer qualquer solicitação direto de casa. A expectativa é que os mais de 650 mil habitantes da capital sergipana sejam diretamente impactados com serviços mais ágeis, transparentes e eficientes.

A medida, que teve início oficial em 14 de maio, está sendo aplicada em parceria com a 1Doc, maior GovTech do Brasil. A plataforma agiliza a comunicação e a gestão documental, com uma tecnologia que possui mecanismos que visam à economia de recursos financeiros, materiais e humanos, gerando a celeridade dos atos administrativos e permitindo transparência e acesso à informação para todos os cidadãos.

De acordo com estimativas preliminares, ao informatizar todos os processos da gestão pública, é esperado que a administração municipal gere uma economia de recursos da ordem de mais de R$ 190 mil por mês. Isso acontece por eliminar os gastos diretos e indiretos com o uso do papel. Com a informatização completa da gestão, os processos já nascem digitais e proporcionam, entre outros benefícios, que o atendimento ao cidadão seja simples e transparente. Além disso, serão poupados mais de 150 árvores e 11,5 milhões de litros de água por mês.

Para o prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira (foto), a iniciativa faz parte do lema principal da sua gestão de tornar a cidade mais humana, inteligente e criativa. "O AjuInteliGENTE é uma plataforma extraordinária porque traz o melhor da tecnologia para facilitar os processos, de forma econômica e sustentável", afirma. "Mas o maior ganho é seu caráter democrático, uma vez que empodera os cidadãos e promove o acesso direto aos serviços da cidade. O resultado é uma Aracaju mais moderna e inteligente, e que, por meio de soluções criativas, valoriza seu principal elemento: as mulheres e homens que vivem nela", complementa o prefeito.

A primeira etapa de informatização dos processos da gestão de Aracaju contemplará os órgãos que mais possuem demandas da população. Dentre as pastas estão a Secretaria Municipal do Planejamento, Orçamento e Gestão, a Secretaria Municipal da Fazenda, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente, a Secretaria Municipal da Família e da Assistência Social, além da Empresa Municipal de Serviços Urbanos, a Empresa Municipal de Urbanização e a Controladoria Geral do Município. De acordo com a secretaria de administração da cidade, estima-se que em 12 meses todas as secretárias do município estarão integradas.

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