Programas para tablets são ideais para as empresas

17/11/2014 - Os programas de BYOD (sigla de "traga seu próprio dispositivo", em inglês) focados em tablets oferecem melhores oportunidades do que as iniciativas baseadas em notebooks e smartphones, de acordo com o Gartner, líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia.

Segundo o instituto de pesquisas, departamentos de TI podem suportar quase três vezes mais usuários na estratégia de BYOD para tablets do que os criados pela própria empresa. Em 2018, os funcionários usarão duas vezes mais seus aparelhos celulares do que os aparelhos das empresas

Gartner Says Tablets Are the Sweet Spot of BYOD Programmes

By 2018, Gartner Predicts Twice as Many Employee-Owned Devices Used for Work than Enterprise-Owned Devices

Tablet bring-your-own device (BYOD) programmes offer better opportunities than that of enterprise owned-laptops and smartphones, according to Gartner, Inc. IT departments can support nearly three times more users in tablet BYO programmes than enterprise-owned tablet programmes.

"IT leaders can spend half a million dollars to buy and support 1,000 enterprise-owned tablets, while they can support 2,745 user-owned tablets with that same budget," said Federica Troni, research director at Gartner. "Without a stipend, direct costs of user-owned tablets are 64 per cent lower. When organisations have several users who want a tablet as a device of convenience, offering a BYOD option is the best alternative to limit cost and broaden access."
Gartner analysts discussed the economics of BYOD during the annual Gartner Symposium/ITxpo, which is taking place here untiltoday.

BYO smartphone programmes have a total cost of ownership that is very similar to those of enterprise-owned smartphones, and will only deliver savingswhen the organisation is in a position to pay partial, or do not reimburse or subsidise for voice and data plans. This typically reflects a situation where users are not fully entitled to a corporate smartphone but occasionally need one, or want to use one for convenience.

Through 2017, Gartner said that 90 per cent of organisations will support some aspect of BYOD. These programmes have today different degrees of maturity, but Gartner predicts that by 2018there will be twice as many employee-owned devices used for work than enterprise-owned devices.

In the design of BYOD programmes, organisations need to ensure that they target users who have interest and propensity to use a wider choice of devices for work and feel relatively at easy with technology. Theorganisation must also select a primary goal – user satisfaction, cost reduction or mobile expansion. In most cases, multiple goals will be unachievable or will conflict with each other.

"While BYO initiatives for mobile devices can lead to cost savings, it is not always the case," said Ms Troni. "Organisations that are looking to broaden device choices or expand access to mobile technology may spend the same or more under BYOD for organisation-owned devices."

Organisationsdoing BYOD are very likely to see their infrastructure investments increase, and the level of investment is directly proportional to the success and uptake rate of their programs. A recent Gartner survey conducted in the first quarter of 2014 amongst 135 IT/business leaders who actively encourage BYOD, found that mobile device management (87 per cent), general infrastructure expansion (84 per cent) and file share and sync (80 per cent) were the three major technologies that drove investments in support of BYO initiatives. BYO programmes also act as catalysts for technologies such as desktop virtualisation, and isolation, as organisations attempt to establish an acceptable level of security and manageability in delivering corporate applications, and data to employee-owned devices.

Establishing the right support structure for BYOD programmes is crucial in containing cost for BYOD and taking advantage of the potential cost savings. Organisations allowing users to bring their own devices to work will have to redefine the boundaries of IT's responsibility for end-point devices support. Users willalso have to accept responsibility for handling a higher number of support issues related with their own device.

Another cause for the increased costs in BYOD programmes compared to corporate devices is due to the difficulty in managing voice and data costs, and setting the appropriate level of reimbursement.

"A balanced mix of enterprise-owned and user-owned devices with different levels of stipends will be the most effective way of capitalising the benefits of BYOD programmes, both in terms of cost reduction and in terms of level of access to mobile technology," said Ms Troni.

Sobre o Gartner

O Gartner é líder mundial no fornecimento de pesquisas e aconselhamento na área de tecnologia da informação. Fornece análises de TI necessárias para seus clientes fazerem as escolhas certas todos os dias. De CIOs e diretores de TI em corporações e agências governamentais a líderes em empresas de alta tecnologia e telecomunicações, passando por investidores deste mercado, o Gartner é parceiro indispensável para mais de 14.000 companhias diferentes.

Para obter mais informações, visitewww.gartner.com.

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YouTube anuncia streaming de música

youtube_music.jpg17/11/2014 - iTunes , Amazon, Spotify e Pandora ganharam um novo concorrente para disputar o agora concorrido serviço de streaming de música, o YouTube Music Key.

O serviço estará disponível no mercado americano a partir desta semana, em modulo "beta" (no jargão tecnológico), que funciona como uma espécie de teste para alguns convidados, segundo anunciou o blog do oficial Youtube semana passada.

A assinatura terá preço promocional de US$ 8,00 valendo não apenas para ouvir músicas no Youtube, mas também do Play Music All Access, serviço lançado neste ano pelo Google, através se sua loja de app, disponível no Brasil apenas para usuários de celulares Sansung.

YouTube até o momento não explicou como o serviço vai remunerar os artistas, mas uma reportagem do Financial Times adiantou que parte do acordo envolve compartilhar a receita de anúncios do Google.

O que é YouTube Music Key

Quando alguém pensa no YouTube, certamente associa com vídeos de música. Provavelmente por esta razão, não é nenhuma grande surpresa que os vídeos sejam uma grande parte do YouTube Music Key.

Os assinantes serão capazes de assistir a vídeos de música, livre de anúncios. Você também será capaz de reproduzir vídeos de música, usando outro aplicativo, ou ouvir música, se você não estiver conectado à Internet. Como parte da assinatura, você também terá acesso ao serviço de assinatura de música do Google Play.


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Versão beta do Firefox testa chamada de voz

21/10/2014 - A Mozilla liberou a versão Beta, que chegou cheia de novidades. A principal delas é a presença de um novo recurso de videochamadas, o 'Firefox Hello', bem parecido com o Skype. A nova ferramenta permite ligar para um contato e bater papo em vídeo a partir do próprio navegador, sem usar mais nenhum aplicativo.

O 'Firefox Hello' permite que qualquer pessoa com um navegador Firefox possa fazer chamadas gratuitas de voz e vídeo sem precisar baixar nenhum software, plug-ins e nem mesmo criar uma conta. A ferramenta está pronta para funcionar assim que o Firefox Beta for aberto, clicando no ícone 'Chat Bubble' sob o menu de personalização. O 'Hello' permitirá que o usuário se conecte com qualquer pessoa que tenha um navegador habilitado para WebRTC, como Firefox, Chrome ou Opera.

Segundo a Mozilla, esta é uma parceria com a Telefonica e sua empresa de comunicação em tempo real, a TokBox para facilitar a comunicação pela web por meio do Firefox Hello. A operadora tem sido uma parceria estratégica para o Firefox OS, contando atualmente com 12 dispositivos compatíveis em 24 países.

"Há muitos serviços gratuitos de comunicação, porém eles exigem a criação de uma conta e solicitam as informações pessoais em troca do direito de usá-las. A experiência de uso no Firefox Beta não requer nada disso", explica a empresa.

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Apple e IBM lançam produto no próximo mês

cook_ginni.jpgComputerworld
21/10/2014 - O primeiro fruto da parceria entre Apple e IBM deve chegar ao mercado em novembro, de acordo com Tim Cook, CEO da companhia fundada por Steve Jobs. As empresas estabeleceram uma aliança focada em soluções corporativas móveis em julho com a promessa de que "mudariam a forma como as pessoas trabalham".

A solução de estreia será direcionada a clientes nas verticais de finanças, governo, seguradora, varejo, operadoras de Telecom e os setores de viagem e transporte. Detalhes da ferramenta, contudo, não foram revelados, mas deve considerar uma série de aplicativos.

Desde o anúncio da parceria, a IBM trabalha aspectos específicos de segurança, análise de dados e ferramentas de gerenciamento para o iOS. A Big Blue, pelo acordo, também revenderá iPhones e iPads. Do outro lado, a Apple anunciou novos serviços de suportes para usuários corporativos.

Na ocasião do anúncio de parceria, a aproximação entre as companhias foi visto como um casamento estranho entre um hipster e um veterano. Apesar disso, a aliança tende a contribuir com ambas organizações: enquanto um lado da história ganha presença formal no mundo corporativo, o outro fortalece sua estratégia de mobilidade.

A Apple sente atração pelo mercado corporativo pois lá a venda de dispositivos garante melhores margens de lucro. A IBM, por sua vez, ao aliar-se com a fabricante de iPhones e iPads salta algumas etapas para fazer a transformação, que vem desafiando sua operação há algum tempo.

http://computerworld.com.br/tecnologia/2014/10/21/apple-e-ibm-lancarao-primeiro-produto-em-conjunto-no-proximo-mes/

 

 

 

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RNP e Huawei: parceria estimula inovação

innovacao.jpg18/10/2014 - A Huawei e a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) anuciam a assinatura de um acordo de cooperação técnica e apoio recíproco para promover o desenvolvimento de projetos cooperativos, a formação de recursos humanos e a operação dos serviços de redes avançadas, regional e nacionalmente, com qualidade e eficiência.

Assim como a RNP tem como missão institucional promover o uso inovador de redes avançadas, a Huawei tem como um dos seus objetivos estratégicos o desenvolvimento da indústria de (TIC) nos mercados em que atua. No Brasil há 15 anos, a Huawei busca contribuir com a produção e difusão local do conhecimento através da troca de informações sobre avanços científicos na área de redes de comunicação de dados e suas aplicações.

Com duração de dois anos, o acordo prevê a parceria entre a RNP e Huawei para o fomento de pesquisas tecnológicas na área de redes de computadores e internet e na procura de soluções de problemas de rede para projetos específicos. Também estão incluídas a cooperação técnica em redes e TIC, através da troca de experiências e informações, e a capacitação dos profissionais em cursos sobre temas que componham o portfólio das empresas e da Escola Superior de Redes (ESR) da RNP, includindo temas de Switching, Routing, eLTE, DWDM, Rádio, Segurança, Mitigação de Ataques, Armazenamento de Dados, Governança de TI, Segurança e Administração.

Sobre a RNP

Qualificada como uma Organização Social (OS), a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) é ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), responsável pelo Programa Interministerial RNP, que conta com a participação dos ministérios da Educação (MEC), da Saúde (MS) e da Cultura (MinC).

Sobre a Huawei

A Huawei oferta soluções de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC).

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Baidu compra controle do Peixe Urbano

baidu_peixe.jpg09/10/2014 - Principal empresa de internet da China e segundo maior serviço global de buscas na web, adquire o controle de uma das maiores marcas da internet brasileira

O acordo, de valor não revelado, representa uma das mais importantes aquisições no mercado nacional de internet e tecnologia. Ao se tornar o principal acionista do Peixe Urbano, o Baidu trará acesso à capital e expertise tecnológico para a empresa brasileira, mantendo intacta a atual equipe à frente das operações, a fim de consolidar o Peixe Urbano como líder no segmento de O2O (online-to-offline) no Brasil e uma das principais empresas de internet do país.

O Baidu iniciou operações no Brasil em novembro de 2013 e, em julho deste ano, durante a visita do presidente chinês Xi Jinping e do presidente-executivo e fundador do Baidu, Robin Li, ao país, a companhia anunciou o lançamento de seu buscador em língua portuguesa. Na mesma oportunidade, o Baidu se comprometeu em investir mais de R$ 120 milhões no mercado brasileiro nos próximos três anos. Além de colaborar com programas do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação do Brasil, como o Ciência Sem Fronteiras, a empresa implantará um Centro de Pesquisa & Desenvolvimento de classe mundial no país – o sétimo da companhia, que já mantém centros de pesquisa na China (Beijing, Shangai e Shenzhen), no Vale do Silício (Estados Unidos), em Cingapura e no Japão.

"A entrada de uma das mais importantes empresas de tecnologia do mundo como nosso sócio é um enorme reconhecimento, fruto de tudo o que construímos no Brasil ao longo dos últimos 4 anos e meio, impactando positivamente o negócio de dezenas de milhares de estabelecimentos e a vida de milhões de consumidores em todo o país," diz Julio Vasconcellos, cofundador e CEO do Peixe Urbano. "Estamos animados com as perspectivas para o futuro, sabendo que o Baidu está totalmente comprometido em aportar não apenas capital, mas também tecnologia de ponta para fazer crescer e consolidar a posição de liderança do Peixe Urbano no mercado," afirma Vasconcellos.

Além de aportar investimento financeiro e conhecimento técnico, o Baidu trará também para dentro do Peixe Urbano toda a sua experiência no segmento de ofertas, sendo dona de uma das companhias líderes deste setor na China e uma das principais no mundo. Como um dos maiores players da internet chinesa, onde 80% da população online acessa a web por meio de smartphones, o Baidu irá impulsionar os esforços do Peixe Urbano em fortalecer sua liderança no segmento de O2O no Brasil, conectando cada vez mais consumidores a serviços locais por meio da web e, especialmente, da internet móvel.

"O investimento no Peixe Urbano permitirá ao Baidu acelerar seu crescimento na internet brasileira e desenvolver com maior velocidade parcerias com fornecedores de serviços que resultem em recursos avançados para nosso buscador em língua portuguesa. Esta aquisição também transmite uma mensagem clara do comprometimento e visão de longo prazo do Baidu com o mercado local", afirma Johnson Hu, diretor geral de negócios globais do Baidu.

O Peixe Urbano continuará funcionando como uma entidade própria só que dentro do ecossistema do Baidu, não havendo qualquer previsão de mudanças em sua marca, no serviço prestado aos seus usuários e parceiros ou em sua equipe, a não ser a incorporação de novos recursos para fortalecer a empresa e torná-la líder absoluto no e-commerce local brasileiro, reforca a empresa.

Sobre o Baidu

Fundado em 2000, Baidu é o principal provedor de pesquisas na internet em língua chinesa e o segundo maior serviço global de buscas do mundo.

Sobre o Peixe Urbano

É a primeira empresa brasileira de comércio eletrônico local. Fundado no Brasil no início de 2010, foi a primeira empresa latino-americana a ser eleita a "Melhor Startup Internacional do Ano" pelo Crunchies Awards, principal premiação dos Estados Unidos para startups da área de Internet e tecnologia.

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