Visa inaugura Centro de Inovação em Miami

visa_miami2.jpg07/06/2016 – A Visa inaugurou ontem, (06) o Centro de Inovação em Miami, o mais recente dos centros de inovação que a Visa está lançando globalmente. Esta nova unidade de cerca de 250m2 e atenderá aos emissores de cartão, comércios, parceiros e desenvolvedores da América Latina e Caribe e será usada para a criação conjunta da próxima geração de soluções de pagamento.

Acessível a parceiros de todo o mundo, o Centro de Inovação de Miami será um local de trabalho ocupado por tecnólogos e líderes de negócios da Visa, que criam e desenvolvem soluções relevantes para o mercado. Os parceiros terão acesso a APIs (interfaces de programação de aplicativos) e SDKs (kits de desenvolvimento de software) da Visa por meio do Visa Developer Platform. A ideia de ter um centro em Miami vem do sucesso do Centro de Inovação principal da Visa One Market Center, inaugurado em julho de 2014 e localizado na sede da empresa em São Francisco, nos EUA. Além deste, a Visa tem Centros de Inovação operando em Londres, Cingapura e Dubai, e planeja abrir mais centros em breve.

"A inauguração de um Centro de Inovação com foco na próxima geração de soluções de pagamento na América Latina é essencial em nossa estratégia digital", afirma Eduardo Coello, executivo responsável pela Visa Inc. da América Latina e Caribe (LAC). "Esta unidade nos permitirá acessar o cenário promissor das startups tecnológicas do sul da Flórida para a co-criação com nossos parceiros, beneficiando consumidores de toda a região da América Latina."


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As incríveis tecnologias usadas no mundo virtual

xplosao_dados.jpgPor Ethevaldo Siqueira
27/05/2016 - Cada vez que você consulta o Google – como o fazem um bilhão e meio de outras pessoas diariamente em todo o mundo – você acessa informações digitais armazenadas em servidores hospedados em mais de um milhão de data centers ao redor do mundo. Fundado em 1998 por Larry Page e Sergey Brin – dois jovens estudantes de pós-graduação da Universidade de Stanford, na Califórnia – o Google tinha como objetivo nada menos do que "organizar a informação mundial e torná-la universalmente acessível e útil". E não há dúvida que essa empresa típica do século 21 o conseguiu. E hoje processa mais de 20 petabytes de dados gerados por usuários todos os dias no planeta.

Outra empresa incrível nesse mundo virtual é o Facebook, fundada também por meia dúzia de jovens estudantes da Universidade de Harvard, liderados por Mark Zuckerberg (na época com 19 anos); Chris Hughes; o brasileiro Eduardo Saverin; Dustin Moskivitz; os irmãos gêmeos Tyler e Cameron Winklevooss; e Sean Parker, amigo e conselheiro de Zuckerberg, que não era seu colega em Harvard.

Uma terceira empresa que merece atenção nesta nossa reflexão é a enciclopédia colaborativa Wikipédia (https://www.wikipedia.org/) fundada por Jimmy Wales em 15 de janeiro de 2001, que se expandiu mundialmente e tem versões em mais de 200 idiomas. "Nossa proposta ao criar a Wikipédia – disse Jimmy Wales numa entrevista que me concedeu em 2012 – era indexar todo o conhecimento humano."

Jimmy Wales no Ciab Febraban 2015, em São Paulo

É claro que essa tarefa nunca chegará ao fim. Mas vale o desafio. Em sua edição portuguesa, essa incrível enciclopédia colaborativa já conta com 922.123 artigos, nesta data, 27 de maio de 2016. Em inglês, são mais de 5.129.000 artigos. Em esperanto (a proposta língua universal), já são mais de 229.000 artigos.

Não poderia nem pretendo resumir aqui esse três grandes projetos contemporâneos, mas apenas mostrar que eles só se tornaram viáveis com o desenvolvimento das tecnologias de armazenamento digital e com a evolução da internet. Você já refletiu alguma vez sobre essas duas revoluções que marcam o mundo virtual em que vivemos?
Vivemos hoje o dia-a-dia desse mundo virtual criado sobre o alicerce tecnológico das memórias digitais e da internet. Muitos não imaginam o que seria sua vida sem o Google, o Facebook ou a Wikipédia. Mais ainda: poucos sequer se lembram de que não haveria nenhuma rede social de dimensões planetárias – sem a gigantesca capacidade de armazenamento digital da informação.

De forma simples e sucinta, toda a informação disponível na internet e nas redes sociais está armazenada em pastilhas de silício agrupadas nos armários, bastidores e gavetas de milhões de data centers espalhados pelo mundo. Em lugar de milhões de livros e arquivos de papel, essas memórias constituem o grande hardware ou repositório físico do conhecimento humano. Assim como não há edifícios sem a estrutura básica e os materiais, nossas redes sociais globais não existiram sem a infinita capacidade de armazenamento das memórias digitais.

As unidades de memória

Veja como têm evoluído as memórias nos últimos 45 anos.

Quilobyte (KB) – A primeira memória de um Quilobyte (KB) surgiu em 1970. Um KB equivale a 1.024 bytes. Quanta informação pode ser armazenada em 1 KB? Não é muito, apenas um artigo de cem palavras. Se, para simplificar, arredondarmos os 1.024 bytes para 1.000 bytes ou ainda 10 elevado à terceira potência, os demais múltiplos serão analisados abaixo.

Megabyte (MB) – A primeira memória de um Megabyte (MB) ou mil quilobytes ou 1 milhão de bytes ou ainda 10 elevado à sexta potência, surgiu 15 anos depois, em 1985. Quanta informação pode ser armazenada em 1 MB? Exemplo: um livreto de cem páginas.

Gigabyte (GB) – A primeira memória de um Gigabyte (GB), mil megabytes ou 1 bilhão de bytes ou ainda 109, foi lançada no ano 2000, ou seja, 15 anos depois da memória de 1 MB. Quanta informação pode ser armazenada em 1 GB? É o conteúdo da Quinta Sinfonia de Beethoven.

Terabyte (TB) – A primeira memória de um Terabyte (TB), ou seja, o equivalente a mil gigabytes ou 1 trilhão de bytes ou ainda 10 elevado à décima segunda potência, foi lançada em 2010. Quanta informação pode ser armazenada em 1 TB? São todas as informações contidas nos raios X de um grande hospital, como o Hospital das Clínicas.

Petabyte (PB) – A primeira memória de 1 Petabyte (PB), ou mil terabytes ou 1 quatrilhão de bytes ou ainda 10 elevado à décima quinta potência, deverá surgir por volta de 2020. Nela poderemos armazenar a metade do conteúdo de todas as bibliotecas acadêmicas dos EUA.

Exabyte (EB) – A primeira memória de 1 Exabyte (EB), mil petabytes ou 1 quintilhão de bytes ou ainda 10 elevado à décima oitava potência, deverá surgir por volta de 2025. Com o total de cinco Exabytes poderemos armazenar a totalidade das palavras já pronunciadas pela humanidade.

Zettabyte (ZB) – Se e quando surgir uma memória de 1 Zettabyte (ZB), mil exabytes, ou 1 sextilhão de bytes, ou ainda 10 elevado às vigésima primeira potência, nela poderemos armazenar um número de bytes equivalente ao total de grãos de areia existente em todas as praias do mundo.

Yottabyte (YB) – Se e quando surgir uma memória de Yottabyte (YB), mil zettabytes, ou 1 setilhão de bytes ou ainda 10 elevado à vigésima quarta potência, nela poderemos armazenar um número de bytes equivalente ao total de átomos contidos no corpo de 7 mil pessoas.

Googolbyte – A unidade mais absurda de armazenamento é chamada de Googolbyte, um número de bytes equivalente a 10 elevado centésima potência, algo tão grande quanto ao total de átomos contidos na Via Láctea.

O nome googol (que inspirou os fundadores do Google) foi criado por um garoto de 9 anos de idade, Milton Sirotta, sobrinho do matemático norte-americano Edward Kasner, PhD pela Universidade de Columbia, que cunhou, então, o termo googolplex – que seria "a unidade seguida de tantos zeros até você ficar cansado". Mais recentemente, o nome googol foi aproveitado para a criação de googolbyte, como 10 elevado à centésima potência bytes ou um número escrito assim: a unidade seguida de 100 zeros.

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A Morpho agora se chama Safran Identity & Security

safran_logo.jpg25/05/2016 - Desde o último dia 19, a Morpho do Brasil teve sua marca renovada e agora responde como Safran Identity & Security.

O movimento acontece a partir da mudança da matriz localizada na França, a Morpho SAS, e todas as subsidiárias passaram a incorporar o novo nome. Oficialmente, a mudança foi anunciada ao mercado brasileiro por meio de um carta do vice-presidente de vendas para América Latina, Marcelo Bellini.

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Rimini Street amplia suporte aos produtos SAP

edenize_maron_rimini.jpg18/05/2016 - A Rimini Street anuncia o lançamento mundial e a disponibilidade imediata de serviços de manutenção e suporte para o Banco de Dados SAP HANA, incluindo componentes relacionados à plataforma HANA. Com a expansão do seu portfólio e a inclusão do Banco de Dados SAP HANA, a Rimini Street agora fornece serviços de suporte para um total de 12 linhas de produtos SAP e Oracle, a maior oferta de suporte independente no mercado atual de software empresarial.

Serviços de Suporte Rimini Street para Banco de Dados SAP HANA

O Banco de Dados SAP HANA é um banco de dados in-memory, orientado por coluna, usado atualmente por um subgrupo de licenciados SAP, principalmente em conjunto com aplicações de Analytics e de Business Intelligence como SAP Business Warehouse e SAP Business Planning and Consolidation. O Banco de Dados SAP HANA pode também ser usado independente ou em conjunto com certas aplicações e versões do SAP ERP. Todos os seus usos têm o suporte da Rimini Street.

A oferta de suporte da Rimini Street para Banco de Dados SAP HANA está disponível de imediato e é feita por técnicos certificados em HANA, com uma média de 15 anos de experiência em produtos SAP. O modelo oferecido inclui as mesmas características do programa inovador de suporte do banco de dados, tais como suporte de produto database health check tuning e de interoperabilidade, oferecidos com economia de 50% em relação às tarifas de suporte anual – o que fez centenas de organizações em todo o mundo, desde 2011, escolherem a Rimini Street como fornecedora de suporte de Banco de Dados Oracle.

"É essencial para os licenciados de software empresarial ter opções quando se trata de suporte. Fornecedores independentes de suporte possuem um papel importante ao criar um ambiente competitivo. Além disso, os clientes agora têm liberdade de mudar seu Banco de Dados SAP HANA para um suporte independente, com a confiança de que não ficarão presos ao suporte do fabricante", diz R 'Ray' Wang, Analista Principal e Fundador da Constellation Research, Inc. "Isso significa aos licenciados SAP melhores ROI (return on investment) e satisfação do cliente", afirma.

Licenciados que escolhem utilizar Banco de Dados SAP HANA enfrentam muitos dos mesmos desafios de custo e serviços dos licenciados SAP ERP, incluindo altas tarifas de suporte anual, atualizações dispendiosas, e processos de suporte e capacidade de resposta ineficientes. Além disso, o custo de operar e manter o Banco de Dados SAP HANA, especialmente quando combinado com todo o landscape SAP, pode consumir uma porção significativa do orçamento em TI, limitando severamente a possibilidade de custear novos projetos inovadores. Ao mudar o suporte para a Rimini Street, os licenciados de Banco de Dados SAP HANA recebem serviços muito mais responsivos e podem reduzir seus custos totais de manutenção em até 90%, liberando fundos atuais para projetos vitais de inovação que são necessários em seus negócios.


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Cesar Velloso assume o Gartner no Brasil

cesar_velloso_country_manager_1-1.jpg12/05/2016 - O Gartner, líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, anuncia Cesar Velloso como Country Manager para o Brasil. O executivo assume a função dando continuidade ao processo de sucessão da empresa, que acaba de nomear Marcio Krug como Vice-Presidente de Gestão Global, posição que será ocupada pela primeira vez por um brasileiro.

"Estou muito motivado com o novo desafio e manterei o foco no processo de expansão da operação do Gartner no Brasil", diz Cesar Velloso, Country Manager do Gartner no Brasil.

O executivo atua no Gartner desde 2007. Antes de ser promovido a Country Manager, foi Diretor de Desenvolvimento de Negócios, Diretor Regional de Vendas, Vice-Presidente de Área e Vice-Presidente Regional de Vendas. Além disso, Velloso foi um dos principais responsáveis pela expansão do Gartner em diferentes órgãos do governo brasileiro, além de ter sido responsável pela expansão da receita e da base de clientes em dezenas de setores como TI, Telecom, finanças, saúde, manufatura, energia/oil&gas, mídia, varejo, seguros, educação, entre outros.

Possui mais de 25 anos de experiência em diferentes indústrias dos segmentos público e privado, dos quais cerca de 15 anos foram dedicados ao desenvolvimento de negócios e gestão de vendas. Ao longo de sua carreira, atou em diversas empresas globais, companhias em processo de fusão/aquisições e startups. Construiu uma extensa rede de relacionamento com executivos dos mais diversos setores da economia.

"Tenho certeza de que Cesar Velloso dará continuidade ao trabalho do Gartner no Brasil por ter uma ampla visão do mercado brasileiro, sucesso comprovado na liderança e gestão de vendas, além da atuação em campo, oferecendo soluções de valor agregado baseadas em tecnologia, serviços e consultoria imparcial e contínua para CEOs, CFOs, CIOs, CMOs e executivos com alto poder de decisão", diz Marcio Krug, como Vice-Presidente de Gestão Global do Gartner.

No novo cargo, Cesar Velloso implementará estratégias regionais e segmentadas para geração de novos negócios nos setores público e privado, utilizando seu profundo conhecimento da regulamentação brasileira e dos processos de aquisição e licitação. Comandará a operação brasileira do Gartner em linha com sua cultura de excelência e com a visão de 'Pensamento – Planejamento – Execução'.

Cesar Velloso é bacharel em Ciência da Computação pela Universidade Federal Fluminense e possui MBA em Gestão de Negócios pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (IBMEC). Ao longo de sua trajetória profissional recebeu uma série de reconhecimentos e de prêmios, como o Melhor Líder de Vendas do Mundo do Gartner (Top Sales Area Manager WW & Eagle Award & Winners Circle).

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Stefano De Angelis é o novo presidente da TIM Brasil

stefano_angelis_tim.jpgBruno do Amaral, Teletime
12/05/2016 - O conselho de administração da TIM elegeu Stefano De Angelis como novo diretor presidente da companhia em reunião nesta quarta-feira, 11. Ele ocupará o cargo no lugar de Rodrigo Abreu, cujo mandato havia expirado. De Angelis deverá tomar posse definitiva "após o cumprimento de procedimento a ser realizado perante as autoridades governamentais".

Além da saída do comando da companhia, Abreu apresentou carta de renúncia ao cargo de conselheiro. Por meio de fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o conselho da TIM demonstrou gratidão ao ex-presidente "pelo empenho, dedicação e contribuição para o desenvolvimento da companhia durante seu mandato".

A indicação do executivo italiano confirma rumores após anúncio da TIM no dia 2 de maio, quando a empresa confirmou a avaliação de possível mudança no comando. Stefano De Angelis já foi CFO da TIM Brasil e CEO da Telecom Argentina à época em que ainda era controlada pela Telecom Italia. Rodrigo Abreu esteve à frente da tele brasileira desde março de 2013, quando deixou o comando da Cisco Brasil para assumir o cargo de diretor-presidente da operadora por três anos.

Com a saída de Abreu, a composição do conselho de administração da TIM ficou da seguinte forma: Adhemar Gabriel Bahadian, Alberto Emmanuel, Carvalho Whitaker, Francesca Petralia, Herculano Aníbal, Alves, Manoel Horacio Francisco da Silva, Mario Di Mauro, Oscar Cicchetti, Piergiorgio Peluso e Stefano de Angelis, todos com mandato até 2017. Franco Bertone continua como presidente do conselho.

A diretoria da TIM é composta pelo CFO, Guglielmo Noya; o COO, Pietro Labriola; o diretor de compra e cadeia de fornecimento, Daniel Junqueira; Mario Girasole como diretor de assuntos regulatórios e institucionais, Rogério Tostes, como diretor de relações com investidores; Jaques Horn como diretor jurídico; e Leonardo Capdeville como CTO.

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