SAP mantém programa Sabático Social

sabatico.jpg27/04/2014 - Onze executivos da SAP, desembarcaram no final de março em Porto Alegre para trabalhar de forma voluntária em quatro instituições sem fins lucrativos: Nós Coworking, Porto Alegre Conventions & Visitors Bureau, Escola Convexo e Prefeitura de Porto Alegre. Durante 30 dias esses profissionais, vindos de diversos países, têm atuado em projetos para melhorar os processos e negócios das organizações que participam do programa.

O propósito do programa Sabático Social é proporcionar um impacto social, oferecendo um importante ativo da empresa, o conhecimento de profissionais gabaritados, para instituições que, talvez, não tivessem condições de receber mentoria especializada e, assim, ter acesso às melhores práticas utilizadas por grandes corporações de todo o mundo.

O Sabático Social é um programa global da área de Responsabilidade Social Corporativa da SAP que atua em três frentes: desenvolver em seus profissionais habilidades como liderança e capacidade de trabalhar com pessoas de diferentes culturas; proporcionar a oportunidade de instituições receberem mentoria para melhorar processos ou inovar, além de reter e disseminar esse conhecimento adquirido para os demais colaboradores; e permitir à SAP um engajamento de seus funcionários por uma causa social e, assim, motivá-los e encorajá-los a participar de uma experiência enriquecedora para suas vidas profissional e pessoal.

"O programa é muito bem aceito e tem grande procura pelos funcionários da SAP. Ao mesmo tempo, as instituições que recebem os voluntários elogiam bastante o Sabático Social. Isso demonstra que o objetivo está sendo alcançado", afirma Adriana Kersting, diretora de Recursos Humanos do SAP Labs, centro de desenvolvimento e inovação da SAP para a América Latina, que fica localizado na cidade de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul.

Os onze voluntários da SAP atuam em diferentes áreas do conhecimento, como a alemã, Nadine Ebert, especialista em comunicação e marketing, e a russa Ilya Kurishko, que atua com contabilidade e finanças. Grupos de dois e três desses profissionais da SAP foram divididos para trabalharem em projetos dentro de necessidades específicas de cada instituição participante. Vale ressaltar que eles não trabalham isoladamente, existe interação com os funcionários das organizações.

"O programa Sabático Social proporciona uma oportunidade única para que os funcionários da SAP aprimorem suas habilidades de liderança, aprofundem o conhecimento sobre culturas e se relacionem com outros líderes emergentes de várias partes do mundo", conclui Adriana.

O programa oferece oportunidade para que os funcionários da SAP possam contribuir com seu tempo e talento e ajudar empreendedores e pequenas empresas em mercados emergentes.

Iniciado em 2012, no ano passado, o programa foi realizado no Brasil, África do Sul, Índia e China. Este ano Kenya também acolheu o programa. Os projetos desenvolvidos nas instituições participantes, nos quais os voluntários têm o papel de contribuir para a organização e estruturação dos mesmos, podem ser de vários cunhos, como a criação de processos simples e claros de marketing e logística para um site de comércio eletrônico de artesãos de determinada comunidade, cidade ou região.

Os projetos desenvolvidos nas instituições participantes, nos quais os voluntários têm o papel de contribuir para a organização e estruturação dos mesmos, podem ser de vários cunhos, como a criação de processos simples e claros de marketing e logística para um site de comércio eletrônico de artesãos de determinada comunidade, cidade ou região.

Por meio de seus programas globais de responsabilidade social corporativa, a SAP se concentra em ajudar empreendedores e pequenas empresas a desenvolverem seu potencial para gerar impactos econômicos, sociais e ambientais e se tornarem motores de crescimento econômico e geração de empregos.

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Curso sobre o desenvolvimento de APPs Android

app_inventor2.jpg25/04/2014 - A Programma, empresa que está introduzindo no Brasil a tecnologia MIT App Inventor, em parceria com a ALCORE, empresa que realiza treinamentos empresariais de conteúdo ORACLE e outras tecnologias, está ofertando agora em Maio o módulo I do Curso sobre o desenvolvimento de APPs Android usando o MIT App Inventor. O software do MIT App Inventor é todo gratuito e roda sem custo na nuvem Google-MIT. Na verdade essa ferramenta que o MIT desenvolveu é para permitir a programação de Apps sem o SDK Androide e sem JAVA – pensando em não-programadores. O público-alvo são pessoas for a do ambiente TI, mas que têm interesse em explorar as possibilidades da computação móvel, na sua área de conhecimento.

O curso do MIT App Inventor (AI), terá como texto base o livro "App Inventor: Create Your Own Android Apps" de Wolber, David, Abelson, Hal et al., editado pela O'Reilly. O conteúdo programático será adaptado para as condições brasileiras e atualizado para a nova versão 2014 (recém lançada pelo MIT). O curso, como no caso da versão EPUSP-FUSP, será do tipo "hands-on" – aprendendo fazendo - e para tanto os alunos devem trazer em todas as aulas um notebook Windows ou Mac com suporte para redes sem fio. No inicio da primeira aula serão instalados os componentes JAVA necessários para a execução do AI em cada PC e abertas as contas (gratuitas) na nuvem Google-MIT.

Vamos fazer turmas de apenas 6 alunos e o curso estará divido em 3 módulos. O primeiro terá duração de 12 horas divididas em 4 dias de 3 horas de aula. Faremos uma turma vespertina (13:30-16:30) com aulas segundas e quartas (2 semanas) e outra noturna (19:00-22:00) com aulas terças e quintas (2 semanas). O início das aulas está previsto para 5 e 6 de maio, respectivamente e o local será na Av. Adolfo Pinheiro, 2464 - cj. 21. Aos alunos da turma noturna será oferecido um lanche antes da aula.

Graças a parceria ALCORE-PROGRAMMA vai ser possível oferecer esse primeiro módulo do curso por R$1.000,00/aluno, já incluído um smartphone Android para os exercícios práticos (e que ao final do curso será doado aos alunos com todos os Apps desenvolvidos em sala de aula). Traga um amigo e ganhe 10% de desconto na sua inscrição (somente para alunos participando como pessoas físicas).

Mais detalhes: http://www.programma.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20&Itemid=20

 

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Contact Centers inteligentes, caminho a seguir

call_center2.jpg*Por Dennis David Müllert
25/04/2014 - Não há dúvidas de que estamos atravessando um processo de mudança nos Contact Centers, que tem como um dos principais pilares a explosão do atendimento multicanal – ou seja, o modelo de atendimento no qual o agente tem a possibilidade de interagir com o cliente por meio de diferentes ferramentas, como voz, web e redes sociais.

Por conta dessa mudança, soluções e tendências inovadoras se consolidaram. Atualmente, a área de analytics começa a se expandir muito além da voz e já se insere na análise do conteúdo nas redes sociais, cujo objetivo é auxiliar na tomada de decisões, conhecimento do mercado e também no gerenciamento da experiência de seus clientes.

Desta forma, medir os resultados do Contact Centers baseando-se somente em números, como era feito antigamente, já não é mais efetivo. Além do que, a avaliação de desempenho tem evoluído conforme a compreensão da experiência do cliente e sua vivência na interatividade com o atendimento.

Por esse motivo, a análise dos processos é essencial para determinar se uma ação foi ou não eficiente, localizar problemas a serem solucionados e influenciar de forma positiva a experiência – fator este que, há alguns anos, poderia ser mensurado somente pelo nível de atendimento.

Tendo isso em conta, existem no mercado soluções para ajudar o Contact Center a mapear o comportamento dos clientes, o que desejam e como se sentem ao entrar em contato. Dessa forma, as empresas podem, finalmente, proporcionar uma experiência de qualidade. Um exemplo é a ferramenta que identifica onde o cliente está localizado ao enviar um tweet, podendo assim contatá-lo para oferecer informações valiosas de como e onde está o produto ou serviços de seu interesse.

De fato, as empresas precisam se adequar, investir em soluções modernas e aumentar sua capacidade de crescer nesse mercado, tendo o cliente sempre como o ponto central de suas operações.

*Dennis David Müllert é Líder de Contact Centers da Avaya para Americas International.

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A formação em TI: o papel da universidade

ti/TI2.jpgPor Maurício Pimentel*
25/04/2014 - A Tecnologia da Informação está presente em todas as áreas da economia, dando suporte a processos dos mais simples aos que gerem um incontável volume de dados. Entretanto, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), até 2020 o segmento precisará de 750 mil novos profissionais para alcançar a meta de elevar sua participação no PIB do país para 6,5%. Esse cenário é preocupante e comprova que a oferta de especialistas em TI crescem de modo muito mais lento do que a demanda, tornando esse gap cada vez maior. E como resolver isso? A formação acadêmica é o caminho para a solução?

Essa formação é muito mais complexa atualmente do que na década de 80, por exemplo. Além do conhecimento tecnológico, que deve abarcar a constante inovação e integrar as ferramentas e tecnologias que aceleradamente surgem no mercado, torna-se cada vez mais importante e diferenciador a formação e o desenvolvimento das habilidades humanas, os chamados soft skills. Eles são, sem dúvida, o maior desafio enfrentado pelas empresas com os profissionais das gerações X e Y. Segundo as contratantes, a técnica pode ser ensinada, já essas questões humanas, nem sempre.

O terceiro ponto desafiador é a qualidade de ensino. Hoje o Brasil paga a conta de um período que fingiu formar profissionais de TI. Há sim inúmeras vagas, mas também inúmeras pessoas disponíveis no mercado que não preenchem os requisitos básicos para as oportunidades. Isso é reflexo desse período infeliz para a formação de mão de obra brasileira em tecnologia.

Tendo em vista nosso cenário, cabe às instituições anteciparem-se às tendências de TI e isso não é algo futuro, é pra já. A demanda de hoje não é a mesma que teremos daqui a poucos meses. Além das questões técnicas, também entra aqui a necessidade de abordagem das habilidades humanas. Liderança, gestão, relacionamento e habilidade para lidar com conflitos, aceites e negativas são alguns deles, que devem estar imersos no dia a dia acadêmico das faculdades de TI. E vale lembrar que abordagens pontuais, em palestras, por exemplo, não são suficientes. Estudar ética é chato, vivê-la, não. Ser reconhecido por essas habilidades é engrandecedor e motiva os alunos.

Simultaneamente, as empresas também têm seu papel e estão em uma linha tênue neste cenário. A reclamação vinda desse setor faz sentido, mas a mudança não vai existir com o esforço de um só lado. As parcerias entre universidades e empresas precisam ir além das palestras e da liberação de softwares para estudo, é preciso ter interação, conversas e projetos mais elaborados. Isso abre portas para os dois, com debates de questões importantes para companhias e experiência para os alunos. Ainda, provê correções imediatas, com as organizações apontando melhorias no conhecimento dos alunos em um ambiente ainda mais seguro do que um estágio, que também é de suma importância. Tal interação é fundamental para evoluirmos no preparo de profissionais de tecnologia no país.

Vale lembrar, ainda, que a formação de um profissional não acaba com o término do curso. Além da graduação, a formação continuada também é um desafio a ser superado. Isso é resolvido em partes no âmbito acadêmico, com cursos de extensão e pós-graduação, porém, esse ponto só estará integralmente sanado com a participação da empresa, novamente. O dia a dia é uma grande escola e as companhias que investem na capacitação de seus profissionais estão um passo à frente no mercado.

Em suma, a solução para o "problema" da formação em TI é sim da universidade, mas não apenas dela. É imprescindível que o mundo corporativo auxilie no desenvolvimento do profissional que deseja. Hoje, nenhum dos lados faz isso mal, porém, não fazem juntos. O mercado precisa compreender que o ambiente acadêmico por si só não basta, é preciso investir em seus colaboradores com cursos extras e treinamentos adequados às suas necessidades. O mundo corporativo não tem paciência para essa pós-formação e ela é extremamente necessária. A academia dá a base; a prática, o acabamento. Há ajustes na capacitação de um profissional que só o dia a dia oferece.

*Maurício Pimentel é coordenador-geral da BandTec, faculdade de tecnologia do Colégio Bandeirantes

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Big Data e a necessidade das empresas

big_data2.jpgPor Helton Santana
24/04/2014 - Tenho testemunhado uma série de debates em torno do Big Data. Especialistas de diversos setores compartilham suas opiniões sobre como as organizações devem abordá-lo, e fica evidente que as grandes organizações são as primeiras a adotar a tecnologia, uma vez que estas dispõem de grande volume de dados de clientes e parceiros. No entanto, permanece o fato de que as pequenas e as médias empresas não devem ficar de fora.

Existem várias definições em torno do Big Data, que podem ser resumidas na necessidade de gerenciamento e análise de grande volume de dados, sejam eles estruturados ou não. Deste modo, semelhante às grandes organizações, as pequenas e as médias empresas também têm acesso a informações oriundas de diversas fontes, incluindo as plataformas de mídia social, relacionamento com clientes e transações financeiras. No entanto, capturar e analisar esses dados não são tarefas fáceis.

Por isso, não é surpreendente que companhias de todos os portes estejam investindo em soluções de Big Data. De acordo com os resultados de uma pesquisa efetuada pela consultoria Techaisle IT, os investimentos globais com Big Data alcançarão US$ 3,6 bilhões até 2016, em 2012, esse número foi de US$ 867 milhões. A pesquisa também destaca que 18% das empresas estão desenvolvendo projetos de Big Data, enquanto 25% estão pesquisando sobre o assunto. No entanto, as 57% restantes ainda ignoram essa tendência.

Então, por que a maioria das organizações ainda não investe nesta iniciativa? Uma razão pode ser a dúvida, ainda existente, sobre como as informações extraídas podem trazer benefícios aos negócios. Além disso, as soluções disponíveis para gerenciar o Big Data exigem especializadas habilidades de TI, o que nem todas as companhias possuem.

Para reforçar a importância desta questão, o Brasil é o lar de um grande número de pequenas, médias e grandes organizações e nenhuma pode se dar ao luxo de fugir do Big Data, pela simples razão do enorme volume e valor dos dados envolvidos. Por esse motivo, os provedores de soluções devem estar atentos, pois existe uma grande oportunidade de negócios para as corporações que oferecerem soluções de Big Data escaláveis e eficientes, que se encaixem as necessidades de cada organização, independentemente do seu tamanho.

Helton Santana é Arquiteto de Soluções da Software AG

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Universo Digital é invadido por sensores

IoT2.jpg17/04/2014 - O 7º estudo anual da EMC deste ano, intitulado "O Universo Digital das Oportunidades: riquezas de dados e valor crescente da Internet das Coisas", com pesquisa e análise da IDC, revela como o surgimento de tecnologias sem fio, produtos inteligentes e negócios definidos por software estão representando um papel central na elevação do volume de dados no mundo. Devido, em parte, a Internet das Coisas, o tamanho do Universo Digital está dobrando a cada dois anos e se multiplicará por dez entre 2013 e 2020 – de 4,4 trilhões de gigabytes para 44 trilhões de gigabytes.

Pondo em perspectiva equivalente

• O volume de informações no Universo Digital formaria uma pilha* de tablets iPad Air que alcançaria 2/3 da distância até a Lua (157.674 milhas ou 253.704 quilômetros). Até 2020, haverá 6,6 pilhas.
• Hoje, uma família média cria dados suficientes para preencher 65 iPhones (32gb) por ano. Em 2020, esse número crescerá para 318 iPhones.
• Hoje, se um byte de dados fosse um galão de água (cerca de 4,5 litros), em apenas 10 segundos haveria dados suficientes para encher uma casa de tamanho médio. Em 2020, bastarão 2 segundos.

A Internet das Coisas abrange bilhões de objetos do dia a dia que estão equipados com identificadores únicos e capacidade de gravar, relatar e receber dados automaticamente – um sensor no sapato controlando a velocidade de sua corrida ou uma ponte controlando os padrões de tráfego. Segundo o IDC, o número de dispositivos ou coisas que podem ser conectados à Internet está se aproximando de 200 bilhões, com 7% (ou 14 bilhões) já conectados à Internet e se comunicando por meio dela. Hoje, os dados desses dispositivos conectados representam 2% dos dados do mundo inteiro. A IDC agora prevê que, até 2020, o número de dispositivos conectados chegará a 32 bilhões – representando 10% dos dados mundiais.

A Internet das Coisas também influenciará o enorme volume de "dados úteis" – dados que podem ser analisados – no Universo Digital. Em 2013, apenas 22% das informações no Universo Digital foram consideradas como dados úteis, mas menos de 5% dos dados úteis foram de fato analisados, deixando perdido um enorme volume de dados como matéria escura no Universo Digital. Até 2020, mais de 35% de todos os dados poderão ser considerados úteis, graças ao crescimento dos dados da Internet das Coisas, mas dependerá das empresas colocá-los em uso.

Esse fenômeno apresentará modos novos e radicais de interagir com os clientes, otimizando os ciclos de negócios e reduzindo os custos operacionais, dando assim margem a trilhões de dólares em oportunidades de negócios. Por outro lado, ele apresenta desafios significativos, já que as empresas precisam gerenciar, armazenar e proteger todo o volume e toda a diversidade desses dados. Por exemplo, a IDC estima que 40% dos dados no Universo Digital exigem algum nível de proteção, desde rigorosas medidas de privacidade até dados totalmente criptografados. Dito isso, só a metade desses dados – apenas 20% – está protegida atualmente.

Dados Brasil – Os mercados emergentes estão produzindo mais dados. Atualmente, 60% dos dados no Universo Digital são atribuídos a mercados maduros como Alemanha, Japão e Estados Unidos, mas até 2020 a porcentagem vai mudar, e os mercados emergentes, como Brasil, China, Índia, México e Rússia, serão responsáveis pela maioria dos dados.

Em 2014, o Universo Digital brasileiro representará 3% do total de volume de dados do mundo, com 212 Exabytes. Até 2020, o volume de informações digitais geradas no Brasil chegará a 1.600 Exabytes, atingindo 4% do percentual mundial. Segundo o estudo, os motivos que impulsionam o crescimento do País são aumento continuo do uso de smartphones, internet e redes sociais; investimento agressivo em TI por parte das empresas latino-americanas em seus negócios para avançar na concorrência com outras regiões emergentes; redução no custo da tecnologia que captura, gerencia, protege e armazena informações; e o crescimento da comunicação maquina a maquina e das informações sobre informações.

Estima-se que a Internet das Coisas irá contribuir cada vez mais para o crescimento do Universo Digital brasileiro. Estes sistemas integrados de tecnologia automática representarão 10% do volume total de dados do país até 2020. Este percentual foi de 2%, em 2013. O investimento em Internet das Coisas levará as empresas a desenvolver novas fontes de valor, como a criação de novos modelos de negócio, a geração de informações em tempo real sobre sistemas de missão critica, a diversificação de fluxo de receita, a visibilidade global de operações internas, e o aprimoramento operações inteligentes e eficientes.

Outro aspecto apontado no Estudo é que mais de 40% das informações do Universo Digital brasileiro, que precisam de proteção, não sendo protegidos.

Outros resultados globais importantes

• Os dados estão ultrapassando o armazenamento: em todos os tipos de mídia, a capacidade de armazenamento disponível no mundo (isto é, o volume de bytes não utilizados) está crescendo mais devagar do que o Universo Digital. Em 2013, a capacidade de armazenamento disponível comportaria apenas 33% do Universo Digital. Até 2020, ela será capaz de armazenar menos de 15%. Felizmente, a maioria dos dados mundiais é temporária (como fluxos de Hulu ou Netflix, interações em jogos do Xbox ONE, TV digital) e não exige armazenamento.

• O volume de dados na nuvem dobrará: em 2013, menos de 20% dos dados do Universo Digital estavam na nuvem. Até 2020, essa porcentagem dobrará, chegando a 40%.

• Os consumidores criam dados, mas as empresas são responsáveis por eles: dois terços dos bits do Universo Digital são criados ou capturados por consumidores e trabalhadores, embora as empresas tenham responsabilidade por 85% desse universo.

*Calculado usando iPad Air com 7,5 mm de espessura e capacidade de 128 GB.

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