Dez profissões do futuro na nova economia

job.jpg*Por Rodrigo Pimenta
30/05/2019 - O impacto de uma nova tecnologia sempre causa grandes transformações nos mais diversos setores, ainda mais quando o assunto é mercado de trabalho. Novas gerações de profissionais acabam tendo que se adaptar ao contexto trazido pela era digital. Segundo estudo do Instituto Sapiens, diversas profissões estão correndo risco de extinção nos próximos anos. Dados do Ministério do Trabalho da França, concluem que empregos em bancos, cujo número caiu 40% entre 1986 e 2016, poderem desaparecer totalmente até 2050. Por outro lado, novas tecnologias emergentes geram novas oportunidades e aquecem com velocidade uma nova safra de necessidade e nível de profissionais.

Confira abaixo 10 profissões e oportunidades relacionadas ao Universo Blockchain:

1 - Analista DevOp Blockchain: profissional com visão de implementar blockchain desde protótipo, infraestrutura, frontend, backend e integrações.

2 - Cientista de Dados Blockchain: responsável por entender a estrutura desnormalizada de origem blockchain, tornando-a em estrutura de dados normalizada, assim como garantindo sua integridade pela validação dos blocos , criptografia e verificação de integridade das árvores merkle.

3 - Arquiteto de Sistemas Blockchain: especialista em criar, integrar e aconselhar o não uso de tecnologia blockchain em projetos de forma técnica de acordo a necessidade ou linha de negócio.

4 - Contador para Ativos Blockchain/DLT: habilitado em validar ou emitir todos os documentos contábeis, baseando em notação de contabilidade financeira em blockchain para uma firma do setor.

5 - Auditor/Perito em Ativos Blockchain/DLT: cuida da validação e emissão de todos os documentos contábeis, baseando em notação de contabilidade financeira em blockchain para firma de Auditoria/Perícia.

6 - Analista de Infra IoT Blockchain (Internet das Coisas): especialista habilitado na disponibilização de infraestrutura cabeada, 3G/4G e wifi de acordo com a latência e qualidade de serviço do equipamento (IoT) x qualidade de mínima de resposta para a necessidade real time de soluções integradas com blockchain.

7 - Analista de Governança Empresas com Blockchain/DLT: qualificado em manter, evoluir e implementar boas práticas de administração, processos e mitigação de riscos, tendo como um dos pilares tecnológicos o blockchain em seu negócio.

8 - Analista de Compliance Empresas com Blockchain/DLT: responsável por garantir e sugerir boas práticas de administração, processos e mitigação de riscos, de acordo com normas, lei e regras existentes ou até boas práticas do mercado, tendo como um dos pilares tecnológicos o blockchain em seu negócio.

9 - Consultor Blockchain para Negócios: atua na função de encontrar oportunidades, parceiros e solucionar problemas reais que seriam muito complexos, com risco operacional e sistêmico e com custo muito menor de tempo e investimento.

10 - Gestor de Fundos Tokenized/CriptoAtivos: opera na área de bolsa de valores/trading/funding, com foco em Token/CriptoAtivos, sendo conhecedor da legislação, com habilidade na gestão desde grandes fundos até investidores com pouca ou zero experiência.

Desta forma, podemos concluir que o universo blockchain abre várias portas no mercado de trabalho, ingressando no modelo econômico moderno, dando oportunidades e gerando empregos para aqueles que desejam atuar no meio.

*Rodrigo Pimenta é CEO da Hubchain Technologies

Comentário (0) Hits: 256

Prevenção contra fraudes financeiras em e-mails

emailage.jpg29/05/2019 - O endereço de e-mail é obrigatório em todas as transações on-line, acompanhando o consumidor em toda a sua jornada. Isso possibilita construção de um histórico e um perfil muito ricos em torno desse endereço de e-mail.

No CIAB FEBRABAN 2019 - que acontecerá de 11 a 13 de junho no Transamérica Expo Center, em São Paulo - a Emailage vai expor inovação antifraude capaz de validar 400 transações por segundo nas transações financeiras. Outros destaques serão as demonstrações de fraude de identidade sintética e engenharia social via realidade virtual, que permitirão conhecer a jornada da fraude e meios de combatê-la.
    
O espaço da Emailage vai ainda oferecer interações com os visitantes, por meio de demonstrações de recursos que vão possibilitar conhecer a jornada da fraude e meios de combatê-la. "Cada vez mais, cresce o número de transações digitais e com elas, aumentam também o número de fraudes e a engenharia dos fraudadores. Por isso, é essencial que os bancos adotem com urgência medidas antifraudes efetivas, para monitorar transações e proteger os recursos de seus clientes", diz Luciana Lello, Gerente Geral para a América do Sul da Emailage. "Para os bancos, atuamos já na primeira camada da transação, na normalização dos dados e ainda em outros processos durante o fluxo de validação de transações bancárias. Somos a única empresa do mundo capaz de analisar mais de 400 transações por segundo e avisar em tempo real se há risco de fraude acontecendo. Atuando em 76% dos países no mundo e utilizando tecnologia de Machine Learning, conseguimos analisar o histórico e o padrão de construção do e-mail, redes sociais, IP, comportamento de consumo, entre outros dados que nos possibilitam diminuir a fricção nas transações digitais, sem riscos de impactar a experiência do cliente negativamente e consequentemente melhorar a taxa de aprovação. Por isso, uma tecnologia de ponta e veloz é imprescindível no mercado digital”, ressalta Lucina Lello.

Sobre a Emailage

Fundada no Estados Unidos em 2012 por dois brasileiros, Reinaldo Carvalho e Amador Testa, a Emailage possui escritórios por todo o mundo e processa transações em 150 países, ou seja 76% dos países globalmente. A companhia é única empresa do mundo com soluções preditivas de fraudes online, usando o e-mail e mais 150 parâmetros diferentes para análises em tempo real, em rede compartilhada com todos os seus clientes, possíveis riscos de fraude. Por meio de parcerias estratégicas, dados proprietários e tecnologia de Machine Learning, a Emailage constrói um perfil multidimensional associado com vários dados do cliente, gerando pontuação preditiva de risco.

Comentário (0) Hits: 866

Desafios para manter talentos de TI no Brasil

netsupport.jpg*Por Frederico Queiroz
O mundo da TI tem lá as suas peculiaridades, e uma delas está no desafio em manter os talentos engajados dentro das empresas. Mesmo com muitos profissionais à disposição, a alta rotatividade do segmento causa alguns impactos. A maioria dos setores de RH, sofrem com o desenvolvimento de habilidades para que os profissionais continuem nos cargos que ocupam.

De acordo com a Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia e Comunicação), nos próximos anos ocorrerá o aumento de 30% nas contratações de profissionais de TI, o número chama a atenção nas empresas que buscam colaboradores qualificados. Ao mesmo tempo, os profissionais continuam dinâmicos e em busca de melhores oportunidades no Brasil e no exterior. Para que isso não se torne um hábito é necessário a transformação do cenário.

Como forma de engajamento e motivação as empresas precisam reformular o ambiente de trabalho, dando mais autonomia, possibilitando um ambiente mais jovem e dinâmico, além de melhorias nas condições e aperfeiçoamento do real valor da tarefa que vem sendo executada, e não só pelo lucro ao final do mês. Isso se chama propósito.

Pensando em reformulação, algumas empresas vêm oferecendo formas de trabalho diferentes para tentar diminuir a rotatividade nas empresas. Dentre elas, permitir mais liberdade na jornada de trabalho, home office ou até mesmo novos modelos de contratação, como freelancers de TI. Possibilitando, que os profissionais de TI executem suas atividades com comprometimento e liberdade, sem prendê-lo em um único local de trabalho.

Começar certo é importante, por isso, no ato da contratação, as expectativas de ambos devem estar alinhadas, pois o colaborador precisa estar em sintonia com o formato de trabalho da empresa, os valores oferecidos e o propósito.

Por meio da afinidade entre empresa e funcionário, a chance de manter o talento por mais tempo na organização é maior, demonstrando o valor do trabalho realizado, gerando segurança e satisfação para o colaborador.

Para seguir as novidades do mercado, as empresas têm como alternativa o incentivo à capacitação, como por exemplo a ajuda remunerada em cursos ou fóruns que possam acrescentar no currículo do colaborador. Ações internas, como feedbacks constantes, destaques do mês ou até almoços em equipe para abordar a satisfação com a empresa são importantes para aproximação.

Em um mercado altamente competitivo e com o objetivo de convencer os profissionais do setor que cresce 10% ao ano, as empresas de TI precisam gerar respaldos interessantes para que os talentos se sintam incentivados, apoiados e seguros para realizar suas expertises. O que você tem feito à respeito?

*Frederico Queiroz é CEO da NetSupport, plataforma digital para solução de problemas em TI.

Comentário (0) Hits: 559

IA também precisa ser justa e transparente

frank_alcantara_uninter.jpg*Por Frank Coelho de Alcantara
28/05/2019 - O governo brasileiro subscreveu, junto com 41 países, os princípios definidos pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para a adoção de sistemas baseados em inteligência artificial (IA). Logo, a partir do último 22 de maio, o Brasil se compromete a utilizar a IA de forma que estes sistemas sejam justos, transparentes e responsáveis. Isso tem pouco efeito sobre a tecnologia em si, mas impacta a forma com a qual ela será utilizada.

A inteligência artificial induz medo. Principalmente por causa de nosso desconhecimento sobre seus limites e pelo estímulo da ficção científica cinematográfica — tememos HAL 9000 de 2001: Uma Odisseia no Espaço, Ultron dos Vingadores e até mesmo Auto, de Wall-e. As corporações da vida real já estão gerando insegurança entre a população, o que motivou a OCDE, juntamente com a Comunidade Europeia e o governo americano, a tomar essa iniciativa.

Em um caso recente e impactante, a empresa inglesa Cambridge Analytica mostrou como os dados recolhidos pelo Facebook poderiam ser utilizados para controlar o comportamento do público. Usando dados e algoritmos de inteligência artificial, seria possível até mesmo alterar o processo democrático — que deveria ser espontâneo. Por conta disso, a gigante mídia social está sofrendo forte oposição do governo americano.

Há uma charge excelente circulando na rede, em que um garotinho diz para Mark Zuckerberg: “meu pai disse que você está espionando a gente”. Ao que ele responde: “ele não é seu pai”.

Por isso, o documento da OCDE destaca que os países se comprometem a garantir que os sistemas de inteligência artificial tenham como base cinco pontos. O primeiro é o crescimento inclusivo e o desenvolvimento sustentável. Devem também respeitar o estado de direito, os direitos humanos, os valores democráticos e a diversidade (permitindo a intervenção humana). Precisam ser transparentes e seguros. Seu funcionamento deve acontecer de maneira robusta, com avaliação contínua de riscos. Por último, devem ter como responsáveis as organizações e indivíduos que as desenvolvem, implantam ou operam.

Em outras palavras, devem ser justos, amplos, democráticos, seguros e responsáveis.

Caberá a cada país introduzir esses conceitos nas leis que regulam o desenvolvimento de sistemas eletrônicos e sua relação com os seres humanos. Do ponto de vista da humanidade em geral, não poderiam existir melhores intenções. E, como se diz popularmente, “de boas intenções o inferno está cheio”.

Precisamos criar o quanto antes o arcabouço legal que vai garantir esses princípios — o que não será tarefa fácil. Para além das boas intenções, esses cinco princípios precisam ser regulamentados de forma clara, sem gerar dúvidas ou interpretações equivocadas ou dúbias.

Tomemos por exemplo Israel, que já faz parte da OCDE e também subscreve esses princípios. Nesse pequeno país do Oriente Médio, com menos de nove milhões de habitantes, já existem 950 startups voltadas apenas ao desenvolvimento de sistemas de inteligência artificial em áreas que vão da venda de legumes à exploração espacial. Não há transparência sobre o que está sendo desenvolvido e como isso deve impactar na vida das pessoas.

Caberá às instituições de ensino superior aprofundar a discussão ética sobre a inteligência artificial e ver como é possível progredir sem denegrir. Fazer com que sistemas inteligentes sejam criados sem destruir empregos, vidas e países. A tarefa é árdua, mas possível e urgente.

*Frank Coelho de Alcantara é engenheiro, mestre em Ciência, Gestão e Tecnologia da Informação pela UFPR e coordenador do curso de Engenharia da Computação do Centro Universitário Internacional Uninter.

Comentário (0) Hits: 655

Pesquisa revela desafios para recrutar candidatos

job.jpg27/05/2019 - Para entender o panorama atual da área de recrutamento e seleção nas empresas, contratações, tendências, oportunidades, bem como os desafios para o RH do futuro com a chegada de novas tecnologias, a Kenoby, startup de recrutamento e seleção, realizou pesquisa, no primeiro semestre do ano, com mais de 2.618 executivos e lideranças da área, dos segmentos de tecnologia, comércio varejista, educação e outros. Dentre os participantes, (33%) são analistas, (17%) assistentes de RH, (12%) gerentes, (12%) coordenadores e (7%) diretores.

Quando questionados se o investimento em RH é essencial, de forma unânime, (99%) responderam que sim e (1%) que não; e se na empresa a qual trabalha houve aumento no percentual de contratações, aproximadamente (31%) disseram sim, em até (10%), 23% responderam que variou de (11 a 20%) e 18% afirmaram que as contratações ficaram na margem de (21% a 50%);

Com relação se a meta da empresa que trabalha envolve a previsão de investimentos em novas contratações de colaboradores para o próximo ano, (79% apontaram sim e (21%) não. Quando questionados sobre como avalia o investimento da empresa direcionado para melhorias no RH, (44%) afirmaram ser regular, (30%) bom, (19%) péssimo e (7%) ótimo.

RH Digital e estratégico

Outro ponto levantado na pesquisa é se a empresa que trabalham pode ser considerada digital. Cerca de (52%) responderam que é pouco, (30%) muito digital e (18%) que não. Já com relação a quanto o RH estratégico é importante para a empresa e para a área de recrutamento e seleção, (46%) sinalizaram que é muito importante, (31%) importante, (17%) razoavelmente e (6%) não consideram importante.

Um dos pontos cruciais da pesquisa é sobre o índice de assertividade do recrutamento da empresa. Para (42%) dos participantes disseram que é boa, (26%) é mediana (17%) regular, (10%) excelente, (4%) ruim e (1%) é péssima. Quando questionados se a área de RH, mais especificamente, carece de tecnologias específicas, (96%) responderam que sim e (4%) que não, ao ponto que, para (39%) dos participantes é importante e estratégico o uso da tecnologia no recrutamento e seleção.

Também tiveram que responder se o RH já se tornou uma área estratégica (86%) apontaram que sim e (14%) que não. Já o tempo gasto para o fechamento de vagas, 40% revelaram que varia de (16 a 30 dias), 30% (1 a 15 dias), 20% de (31 a 45 dias), 6% (16 a 60 dias) e 1% mais de (90 dias). Quando questionados se a empresa possui uma página de carreiras (trabalhe conosco), (36%) disseram que sim, (23%) que não, mas pretendem implantar e (13%) não têm a intenção de implementar;

Meios de anunciar vagas

Quando questionados sobre qual canal costuma divulgar as vagas de emprego, (70%) disseram redes sociais, (32%) compartilham em portais de empregabilidade e (10%) apenas internamente. Para (57%) ainda utilizam LinkedIn, (27%) Facebook, (8%) Instagram e (16%) outros meios.Também alegaram que o currículo ainda é a fonte principal de informações para triagem de candidatos para (77%) deles e (23%) sinalizaram que não. A prática de dar feedbacks aos candidatos, após as entrevistas de emprego, (46%) disseram que costumam fazer isso, (35%) somente aos candidatos inscritos nos processos seletivos, (15%) disseram que não e (4%) que sim, exceto feedbacks negativos.

Comentário (0) Hits: 324

Indústria 4.0 aumenta trabalho para engenheiros

danial_ricaros_unsplash.jpg27/05/2019 - Até 2020, 72% das empresas brasileiras terão alto nível de automação; engenheiros são necessários em áreas como Inteligência Artificial, Eletrônica Embarcada e gerência de processos

Uma tendência de automatização e tomada de decisões com base em dados está tomando conta dos processos industriais em todo o mundo. É a chamada Quarta Revolução Industrial, ou Indústria 4.0. No Brasil, segundo dados da Price Waterhouse Coopers (PwC), apenas 9% das empresas estão em nível avançado de digitização — transformação dos processos nos mais automatizados e digitais possíveis. Porém, até 2020, a expectativa é que o percentual salte para 72%, o que mostra uma grande oportunidade de trabalho para engenheiros.

"Todas as áreas que podemos observar oferecem boas oportunidades para os engenheiros da computação, mas a industrial é a mais promissora. Por exemplo, em 2019 a Toyota e a Lexus estão lançando carros elétricos no Brasil. É um braço da indústria automotiva com enorme carência de engenheiros", afirma o coordenador do curso de Engenharia da Computação no Centro Universitário Internacional Uninter, Frank Alcantara.

Outros campos em pleno crescimento são o uso da inteligência artificial para os mais diversos ramos, como o mercado financeiro, a automação de processos, a integração de máquinas a sistemas eletrônicos (Internet das Coisas) e o processamento de dados. De acordo com a pesquisa conduzida pela PwC, 97% das empresas acreditam que os dados serão essenciais para tomadas de decisão nos próximos cinco anos.

Segundo o professor, a grande demanda do mercado de trabalho não garante emprego para o recém-formado. Para se destacar entre os colegas de profissão, é preciso ter conhecimento de áreas como de Redes Neurais e Computação Quântica, que ainda não são exploradas na maioria dos cursos de graduação.

Os engenheiros eletricistas também contam com oportunidades de trabalho nessas áreas, principalmente por meio da Eletrônica Embarcada, da Microeletrônica e da Robótica. "O desenvolvimento de sistemas embarcados, por exemplo, está revolucionando a Indústria 4.0. São computadores completamente dedicados ao dispositivo que eles controlam, diferentemente dos computadores pessoais, que são generalistas. Assim, conseguimos reduzir até mesmo o custo dos projetos, além de otimizá-los", explica o coordenador do curso de Engenharia Elétrica da Uninter, Juliano Pedroso.

O engenheiro de produção com conhecimentos da Indústria 4.0 também pode se destacar no mercado de trabalho, principalmente na Consultoria Industrial. Com sua visão ampla do processo produtivo, pode identificar onde é possível implantar automação e processamento de dados para otimizar processos e reduzir custos. “Os engenheiros de produção são profissionais com visão holística. Conseguem ver tudo o que ocorre em todos os departamentos da empresa para tomar as decisões mais assertivas possíveis”, explica o coordenador do curso na Uninter, Douglas Agostinho.

Crédito: Danial RiCaRoS / Unsplash

Comentário (0) Hits: 278

newsletter buton