Como viabilizar as cidades inteligentes?

martin_olsen_vertiv.jpg*Por Martin T. Olsen
18/07/2019 - Temos ouvido falar muito sobre a Internet das Coisas (IoT), o edge computing ou edge da rede, aprendizado de máquina e inteligência artificial (IA). Nem sempre, porém, fica claro que esses avanços estão acontecendo aqui e agora, e não no futuro.

Considere algumas das aplicações no mundo real e que estão mudando o mundo a cada dia: aplicativos móveis interativos de navegação como o Waze e o Google Maps guiam as pessoas em seus trajetos e ajudam a evitar engarrafamentos, buracos e a polícia no caminho. Controladores inteligentes de irrigação que detectam vazamentos de água estão ajudando a reduzir o consumo de água em áreas afetadas por secas. Postes de iluminação inovadores habilitados por TI, e que funcionam como redes de inteligência de dados, estão melhorando a segurança do transporte, do tráfego e dos pedestres.

As redes 5G que começam a surgir, a TI híbrida, os sistemas integrados e o edge computing estão levando os recursos de computação cada vez mais perto dos usuários finais. Essa nova infraestrutura impulsiona uma série de novos modelos de negócios que mudam o mundo de uma forma impactante.

Estes recursos de TI no edge incluem uma infinidade de novos dispositivos móveis (smartphones, tablets, dispositivos que podem ser 'vestidos', dispositivos conectados - todos ainda mais inteligentes; carros e transporte mais inteligentes, etc.). Cada um desses elementos é fundamental para uma iminente onda de cidades inteligentes, em que novas tecnologias farão diferença em áreas como saúde, segurança inteligente, veículos autônomos e outras aplicações. O 4G e o 4G LTE estimularam este cenário digital, mas é o 5G que irá nos elevar a outro nível.

O desafio com o qual a indústria se depara, hoje, é identificar quais os casos de uso que mais podem se beneficiar do 5G.

Trata-se de aplicar uma visão de negócios a esse quadro e determinar que áreas de aplicação têm perfil para dele gerar receitais que possam ser usadas para sustentar futuras implementações.

Após avaliar mais de 100 casos de uso de edge computing presentes ou emergentes, identificamos quatro arquétipos de edge, cada um caracterizado principalmente por seus requisitos de largura de banda e de latência. Estes arquétipos são:

Intenso em Dados - conteúdo de alta definição, realidade virtual e Cidades Inteligentes
Sensível à Latência Máquina-a-Máquina - Segurança Inteligente, Rede Elétrica Inteligente (Smart Grid) e simulações das forças de defesa
Sensível à Latência Humana - realidade aumentada, Varejo Inteligente e Processamento de Linguagem Natural
Crítico para a Vida - saúde digital, carros autônomos e Transporte Inteligente

Seguindo essa investigação, usamos estes arquétipos de edge para avaliar os impactos técnicos e comerciais do 5G em uma variedade de casos de uso de edge. A meta é destacar os casos com o maior potencial para apoiar a implantação precoce da tecnologia 5G.

Os resultados desta pesquisa estão em um novo artigo técnico: Ativando o 5G: Usando os Arquétipos de Edge para Identificar os Casos de Maior Maturidade.

Quase todos os casos de uso de edge computing em última instância se beneficiarão do 5G. Mas nossas pesquisas mostram que já existem casos com um nível de maturidade, um potencial para gerar renda que os tornam adequados para dar suporte às implementações da tecnologia 5G. Esse conhecimento deve ajudar as provedoras de serviços de telefonia a priorizar os lançamentos do 5G e as organizações a se prepararem para as redes 5G.

*Martin T. Olsen é vice-presidente para Edge Computing e Soluções Integradas Globais na Vertiv.

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Hi Platform anuncia aquisição da Yourviews

hi_plat_marcos_pugliesi.jpg17/07/2019 - A Hi Platform, plataforma de Relacionamento e Experiência do Consumidor, anuncia a aquisição da Yourviews, companhia que atua na solução de rating e reviews para varejo e lojas do Brasil. Trata-se da segunda aquisição da Hi Platform em menos de um ano – recentemente adquiriu a Samchat – e planeja outras incorporações até 2022, com a expectativa de alcançar um faturamento de R$ 100 milhões, além de cinco mil empresas operando sob sua plataforma nos próximos três anos.

Criada em 2014, a Yourviews pretende atingir a meta de cinquenta milhões de reviews de consumidores sobre produtos e lojas do Brasil, EUA e países da América Latina até 2022. A empresa anuncia que registrou crescimento de 50% ao ano nos últimos três anos, e projeta alcançar o faturamento de R$ 30 milhões, também até esse período.

De acordo com Marcelo Pugliesi, CEO da Hi Platform (foto), a integração dos canais irá unir indicadores de comportamento em uma única plataforma, auxiliando as empresas a pensarem sob a ótica do consumidor "É uma estratégia que vai ao encontro da necessidade das empresas em oferecer uma experiência mais qualificada aos consumidores. Vamos melhorar o relacionamento e a visão das companhias sobre o consumidor, integrando o que acontece no momento da compra e após a compra, algo inédito no mercado atualmente", ressalta.

Segundo levantamento sobre o comportamento do consumidor digital, tendo como base os quatro milhões de consumidores que utilizam a plataforma de reviews, 92% dizem confiar na palavra de outros consumidores que fazem avaliações. O levantamento apontou ainda que 37% dos consumidores afirmam sempre checar as avaliações antes de adquirir um produto.

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Insegurança digital atinge toda a economia

eduarro_almeida_unisys.jpg*Por Eduardo Almeida
16/07/2019 - Há tempos que a segurança da informação deixou de ser prioridade apenas para os gestores de tecnologia e se tornou assunto que vai do board de executivos de grandes companhias às conversas informais nos jantares. Em ambientes cada vez mais conectados, a proteção dos dados é inerente a todas as áreas e setores da economia e cabe aos líderes de inovação pensar de forma estratégica em como ter controle das informações que trafegam pelas novidades disruptivas da nova economia digital.

O IDC aponta que o volume de dados disponível globalmente vai atingir 44 zetabytes em 2020 e que esse volume deve saltar para 163 zetabytes em 2025 (um zetabyte equivale a 1021 bytes). Além disso, entre, celulares, computadores e outros dispositivos IoT, o Gartner prevê que 25 bilhões de equipamentos conectados estarão em uso até 2021.

Essa projeção ilustra a revolução que vivemos na maneira como nos relacionamos com o mundo. Hoje, é possível programar viagens, realizar consultas médicas, reuniões executivas e familiares, fazer compras e solicitar diversos serviços por meio de aplicativos nos dispositivos móveis. Contudo, ao mesmo tempo em que a mobilidade nos traz conforto e praticidade, esse volume de interações nos canais digitais torna os dados um bem extremamente valioso e acaba abrindo brechas de segurança que afetam as relações entre governos, empresas e consumidores.

A pesquisa Unisys Security Index 2019, que aborda as principais preocupações de segurança dos cidadãos em 13 países, comprova que a sensação de insegurança tem crescido em todo o mundo, principalmente na América Latina. Colômbia, México, Chile e Brasil apresentam altos níveis de preocupação, acima da média global de 175 pontos na escala de zero a 300 do estudo.

No Brasil, por exemplo, a pontuação atingiu o nível de 190 pontos, o índice mais alto dos últimos seis anos. E o que nos chama atenção é que, apesar de a pesquisa analisar aspectos de segurança física e digital, as ameaças cibernéticas continuam sendo uma preocupação maior entre os brasileiros: mais de três quartos (76%) deles se mostraram seriamente preocupados com roubo de identidade, e um número semelhante (75%) mostrou grande receio em relação a fraudes bancárias.

Além disso, mesmo com o importante passo tomado no País com a sanção da Lei Geral de Proteção de Dados no último ano, o estudo aponta que mais da metade dos entrevistados (59%) não acredita totalmente na eficácia da nova legislação.

Esse alto nível de insegurança evidencia que organizações empresariais e governamentais têm um longo caminho a percorrer para conquistar a confiança dos consumidores, pois a linha divisória entre a segurança física e virtual é cada vez menos nítida.

Nesse contexto, listamos algumas medidas concretas que podem ser tomadas para mitigar os riscos cibernéticos:

1 - Amplie a adoção de modelos de segurança Zero Trust. Essa abordagem tem por princípio que sistemas só podem ser considerados seguros depois de amplamente testados. Nesse modelo, cada conexão, login e utilização de recursos deve ser registrado, autenticado e monitorado, o que garante controle e segurança das informações.

2 - Prepare a equipe para reagir a ameaças em possíveis crises. As melhores tecnologias de segurança são capazes de analisar a atividade de toda rede e identificar invasões, mas mesmo a melhor das ferramentas só é efetiva se operada por pessoas capazes de interpretar e agir a partir da informação recebida. Mais importante do que a tecnologia em si é pessoa por trás dela.

3 - Tenha controle dos dispositivos e redes. À medida em que dispositivos móveis se proliferam nas empresas, funcionários também os levam para locais físicos onde podem encontrar altas quantidades de riscos cibernéticos. É papel das organizações fornecer orientações claras sobre o que pode ou não ser feito ao operar em ambientes internos e externos.

4 - Proteja clientes com identificação incontestável. Identidades confiáveis são fundamentais para a segurança de transações online. Tecnologias como a biometria garantem conformidade de identificação dentro de altos padrões de segurança, à prova de fraudes.

Esses são alguns passos mais imediatos a serem repensados pelas instituições, porém, enfatizamos que é necessária uma mudança mais profunda nos paradigmas de segurança para empresas e governos cumpram com responsabilidade de proteger os dados de seus clientes. Nessa jornada, novas soluções tecnológicas serão de extrema importância para impedir ataques no futuro! Os líderes devem se manter atentos à nova dinâmica econômica para antecipar riscos e manter as organizações confiáveis e seguras.

*Eduardo Almeida é presidente da Unisys para América Latina

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A experiência de participar de um Comitê da ATD

luis_castanha.jpg*Por Luiz Alexandre Castanha
16/07/2019 - Recentemente, as maiores lideranças no setor de treinamento e desenvolvimento de talentos dentro das empresas se reuniram para trocar conhecimento e experiências sobre o setor em um contexto global.

A International Conference & Exposition, da Association for Talent Development (ATD), realizada recentemente em Washington, nos Estados Unidos, contou com mais de 13 mil pessoas, de aproximadamente 90 países, e como participante assíduo dos eventos da ATD nos últimos oito anos, posso afirmar: o Brasil tem um potencial gigantesco neste cenário mundial, que está sedento por troca de boas práticas na formação de gestores e consultores e de ferramentas de aprendizagem que tragam resultados reais para as organizações.

Digo isso por dois motivos. Nesta edição, eu fui gentilmente convidado para fazer parte do Comitê de "Global Perspectives Track", onde pude avaliar as tendências em cases que influenciam na comunidade de profissionais do mundo todo, cada um se apresentando como um caminho possível de desenvolvimento de talentos globais.

Penso que minha participação, da qual me senti muito honrado, é um reconhecimento da ATD do trabalho que estamos fazendo em treinamento educacional e desenvolvimento de pessoas, já que fui o único representante latino-americano nos últimos 10 anos a estar nessa posição.

No Comitê, que fiz parte ao lado de um chinês, foram apresentados diversos cases de tecnologias de aprendizagem, soluções de comunicação, fluência digital e até de desafios de implantação de machine learning, inteligência artificial e realidade virtual no treinamento educacional. Tivemos que avaliar a profundidade, a relevância de cada um, o que traziam de ideais concretas e com referenciais teóricos para apresentar ao público.

Nessa experiência enriquecedora, pude assistir à exposição de trabalhos do Brasil e concluir que estamos em consonância às melhores práticas do segmento, apesar dos desafios de alcançar a mesma capacidade de produzir soluções em grande volume como acontece nos Estados Unidos.

A Conferência ainda teve apresentações e painéis em outros assuntos, como Talent Management, Training Delivery, Instructional Design e Learning Measurement & Analytics, com falas curiosas, instigantes e que levaram as tendências que organizações de várias partes do mundo estão reproduzindo.

Essa é a principal bagagem que trago todas as vezes que participo de eventos da ATD, e fico imensamente satisfeito em perceber nossa presença em um evento tão fundamental para quem atua na indústria, no governo, em posições de liderança.

Também muito me anima saber que o Brasil foi o quinto país em número de participantes, atrás de Coréia, Canadá, Japão e China. Países que são reconhecidos historicamente como polos de desenvolvimento tecnológico, e o Brasil se colocando na lista de forma interessada e propositiva.

São esses fatos que me fazem agradecer por estar construindo novos paradigmas de aprendizado e inovação ao lado de profissionais tão conscientes, capacitados e que traduzem a cultura de cada lugar de onde vieram. Isso porque apenas focados na criação de redes de conhecimento e de novas tendências em soluções é que conseguiremos ultrapassar os desafios que a área da educação deve superar na era da transformação digital de maneira globalizada.

*Luiz Alexandre Castanha é diretor geral da Telefônica Educação Digital – Brasil e especialista em Gestão de Conhecimento e Tecnologias Educacionais. Mais informações em https://alexandrecastanha.wordpress.com

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Cognizant vence dois prêmios de inovação em IA

cognizant_ai.jpg12/07/2019 - Multinacional é reconhecida por Melhor Solução de Analytics baseada em Inteligência Artificial e prêmio de Inovação para Realidade Aumentada

A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, recebeu dois prêmios – Melhor Solução de Analytics baseada em Inteligência Artificial e Inovação para a Realidade Aumentada – por sua inovação e pelo sucesso no campo da inteligência artificial (IA), segundo a AI Breakthrough, uma organização de inteligência de mercado que reconhece as principais empresas, tecnologias e produtos no mercado global de IA.

A Cognizant ganhou o prêmio de "Melhor Solução Geral de Analytics baseada em Inteligência Artificial" por sua plataforma Xtreme Data Engineering (XDE). A plataforma XDE usa algoritmos evolutivos para engenharia de dados adaptativa e responsiva, permitindo que os clientes estabeleçam um modelo operacional que evolui e se adapta continuamente.

Já o "Prêmio de Inovação para Realidade Aumentada" foi concedido pela solução da Cognizant de manutenção de equipamentos baseada em Microsoft. O sistema, que aproveita a realidade aumentada, permite que os clientes criem réplicas de seus equipamentos. Essas réplicas permitem que os técnicos interajam e pesquisem as especificações enquanto conversam com um assistente de IA para identificar a causa de qualquer falha no equipamento.

Combinando essas tecnologias, a Cognizant ajudou recentemente a Grundfos (foto), uma das maiores empresas fabricantes de bombas d'água do mundo, com sede na Dinamarca, mais de 19.000 funcionários em todo o mundo, e produção anual de mais de 16 milhões de unidades de bombas d'água, a enfrentar o desafio de manter seus equipamentos em operação com um número otimizado de técnicos. A empresa adotou uma solução de realidade aumentada para investigar uma bomba d'água com defeito. Enquanto o técnico monitora as bombas d'água conectadas remotamente via Internet das Coisas (IoT), a solução de IA exibe recomendações de reparo nos dispositivos, que aparecem como um holograma. A partir daí, aconselhamento especializado é disponibilizado para funcionários não técnicos por meio de um agente de conversação, orientado por IA.

"Nossa equipe está empenhada em ajudar as empresas a se envolver e interagir de forma mais eficaz com seus clientes, com interações intuitivas e personalizadas que geram lealdade, receita adicional e crescimento", diz Bret Greenstein, vice-presidente da Cognizant Artificial Intelligence. "Com nosso conhecimento em IA, estamos fortalecendo as empresas a impulsionar a inovação que impacta diretamente os resultados de seus negócios. Temos o prazer em receber esse reconhecimento da AI Breakthrough e esperamos continuar oferecendo soluções baseadas em IA para nossos clientes ao redor do mundo."

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Era dos robôs e o futuro mercado do trabalho

ai.jpg*Por Marcelo Miranda
11/07/2019 - Quase 50% das empresas esperam que a automação leve a alguns redução de sua força de trabalho em tempo integral até 2022. Entretanto, a expectativa para o futuro dos empregos ainda é positiva. A partir de uma nova divisão de trabalho, poderão ser criadas até 2020, 133 milhões de novos postos de trabalho que integram máquinas e humanos. Os dados são do relatório The Future of Jobs, publicado recentemente pelo Fórum Econômico Mundial.

O mercado já sente a chamada quarta revolução industrial, termo usado por especialistas para referência a chegada de novas tecnologias, como inteligência artificial, automação industrial e a impressão 3D, entre outras. A questão é que a chegada desta onda está mudando a forma como as nações vivem e trabalham. E a mão de obra intelectual será imprescindível nessa nova era.

Em vez de temer, se preparar. Seguindo a linha otimista para a chegada da tecnologia, o levantamento aponta que 38% das empresas pesquisadas esperam estender sua força de trabalho a novas melhorias de produtividade e funções, e mais de um quarto espera que a automação vá levar à criação de novos papéis em sua empresa.

Ao passo que a inteligência artificial irá eliminar alguns empregos, uma nova demanda por novas habilidades humanas está surgindo. Cerca de metade dos principais empregos atuais – a maior parte do emprego em todos os setores – permanecem estáveis no período até 2022. Entretanto, o relatório apontou ainda que, de fato, alguns postos de trabalho serão extintos com a chegada da automatização: 75 milhões de empregos poderão ser substituídos. A medida que as relações de emprego mudam, esse número faz com que a exigência intelectual para trabalhadores do futuro seja ainda maior.

Habilidades mentais e estratégicas serão destaque fundamentais no mercado de trabalho. Capacidade de criação e ser interdisciplinar continuarão a ser importantes. Pôr em prática a Inteligência Artificial, dizer às máquinas o que, quando e como fazer são exemplos de competências indispensáveis no futuro. Não fará sentido ser fisicamente extraordinário para desenvolver uma atividade onde um robô ou outro equipamento poderá executar a mesma tarefa. Mesmo habilidades como capacidade de interpretação correm o risco de não serem utilizadas futuramente, uma vez que cada vez mais os softwares fazem isso por nós.

É o momento de focar no aumento do valor econômico por meio de novas atividades, melhorar a qualidade do trabalho tradicional. Como? Aumentando as habilidades de seus funcionários, colocando-os como extraordinários, executando tarefas de alto valor agregado, que precisam ser feitas por trabalhadores humanos.

No Brasil, a passos tímidos, as empresas têm começado a implementar a 4ª revolução industrial. Atualmente, segundo a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), que é ligada ao Ministério da Indústria e Comércio (Mdic), menos de 2% das empresas estão inseridas neste conceito global. Entretanto, a expectativa é positiva, em dez anos, 15% das indústrias de todo o território nacional devem atuar no conceito da indústria 4.0.

*Marcelo Miranda é especialista em automação industrial e ceo e fundador da Accede.

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