IA vai impulsionar economia da América Latina

pure_storage3.jpg*Por Wilson Grava
31/10/2018 - Muitas pessoas tiveram contato com o conceito de Inteligência Artificial (IA) com o lançamento do filme homônimo dirigido por Steven Spielberg, em 2001, onde conhecemos David, o primeiro menino robô programado para amar. O filme se passa no futuro e mostra as tensas relações sociais entre humanos e robôs, pois o menino é amado por sua mãe, mas nem tanto por seu irmão, que é humano.

O conceito vem sendo abordado pelo mundo acadêmico muito antes de Spielberg, mas a tecnologia que imita a capacidade humana em resolver problemas a partir de dados, que também pode aprender, vem ganhando espaço no mundo dos negócios. Como ela sugere decisões e simplifica diversas aplicações, como o gerenciamento de logística, transportes, segurança da informação, atendimento aos clientes, resulta em aumento da eficiência nos negócios.

No caso da América Latina, que vivenciou um" boom" econômico no início desta década, ela é particularmente útil para impulsionar o desenvolvimento e sair do foco contínuo nas exportações de commodities, que não geram competitividade. A maioria das economias maduras tem suas pautas de exportações baseada em commodities. Existe também uma dificuldade para resolver nosso persistente déficit de produtividade total dos fatores (PTF), ou seja, a queda ou estagnação do produto anual da economia (PIB) em relação aos estoques de capital físico e capital humano existente.

Relatório levantado pela consultoria Accenture, durante o período de rápido crescimento entre 2001-2005, o grupo de cinco economias sul-americanas incluídas no estudo – Argentina, Chile, Brasil, Colômbia e Peru – registrou uma alta média anual de apenas 0,7% em sua produtividade total dos fatores (PTF). No mesmo período, o mesmo percentual cresceu em média 2,1% na indonésia e 2% na Coréia do Sul.

Segundo o estudo da Accenture, as taxas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) global têm apresentado um cenário de queda há várias décadas. E essa tendência mundial se aplica às principais economias da América Latina. Durante a primeira década desse século, empresas sul-americanas eram privilegiadas por diminuir suas deficiências em produtividade, graças às crescentes receitas – especialmente aquelas advindas da exportação de commodities e consumo interno – que mantinham a prosperidade, mesmo com as margens caindo. No entanto, vimos que a situação era insustentável.

Com a chegada da transformação digital, a inteligência artificial tem o potencial de exceder as limitações físicas do capital e da mão de obra, além de abrir novas fontes de valor e crescimento. Levantamento realizado pelo Statista, portal de inteligência de negócios, buscou explorar o tamanho do mercado latino-americano de inteligência artificial, de 2016 a 2025. De acordo com o levantamento, em 2017, estimou-se que o mercado de IA na América Latina era avaliado em cerca de US$ 95 milhões. Além disso, o relatório ainda apontou que as tecnologias de inteligência artificial estão sendo usadas em diversas situações dos mercados de consumo, corporativo e governamental.

No Brasil, temos o Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) implementando sistemas para encontrar indícios de desvios na atuação de servidores por meio de machine learning, uma vertente da IA. Ou o caso do Tribunal de Contas da União (TCU), que também incorporou um sistema de inteligência artificial nas atividades de controle (Alice), que busca otimizar o grande volume de licitações e contratos.

De acordo com levantamento realizado pelo Banco Interamericano Desenvolvimento (BID), elaborado por seu Instituto para a Integração da América Latina e do Caribe (INTAL), a inteligência artificial pode facilitar negociações comerciais e aumentar o crescimento econômico em um ponto percentual nas economias da América Latina e Caribe. Ou seja, um crescimento regional do PIB no médio prazo de até 4%, e não 3%.

Apesar da tecnologia ainda estar em fase de amadurecimento na região, o termo "IA", segundo uma pesquisa realizada pelo MIT Technology Review Insights em parceria com a Pure Storage, é tão amplo e abrangente, que 73% dos entrevistados acreditam que já utilizavam este conceito de alguma forma.

Entretanto, essa definição ampla pode estar impedindo avaliações mais claras sobre o real valor da tecnologia, bem como os desafios que precisam ser superados para garantir o uso máximo de seus benefícios. Nós a limitamos a robôs de bate-papo e à robótica automotiva e não a olhamos, de fato, como uma ferramenta para desbloquear rapidamente uma poderosa inteligência de dados.

A IA apresenta uma oportunidade única para as economias sul-americanas resolverem não apenas seu déficit de produtividade, como também alavancar seu dinamismo econômico. É certo que o futuro da IA engloba muitas outras aplicações não descobertas, juntamente com novas considerações práticas. O que nos resta refletir, no entanto, é saber em quais processos a IA pode ser aplicada em cada negócio. Onde a capacidade de previsão muda o cenário? Como seu concorrente está atuando com isso? São perguntas que a IA não só responde como também soluciona.

* Wilson Grava é vice-presidente da América Latina da Pure Storage

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Mercado de infraestrutura deve crescer 41%

infraestrutura_ti2.jpg25/10/2018 - A IDC Brasil acaba de consolidar os dados de seus estudos dos setores ligados à infraestrutura de TI - Servidores, Armazenamento e Networking. Combinados, eles movimentaram US$ 393,62 milhões no segundo trimestre de 2018, o que representa um crescimento de 41% em comparação com o registrado no mesmo período em 2017. Para o ano de 2018, a previsão é que as vendas cheguem a US$ 1,376 bilhão, 8% a mais do que os US$ 1,271 bilhão registrados em 2017.

“Em geral, o último trimestre costuma ser o mais forte do ano, mas o segundo trimestre foi excelente e deve ser o melhor de 2018. Empresas dos setores de manufatura, comércio e finanças que estavam com infraestrutura muito defasada investiram na renovação de sua base instalada neste período, adiantando seus negócios diante de um quadro muito incerto no segundo semestre, com eleições e oscilação do dólar”, afirma Luis Altamirano, analista de pesquisas da IDC Brasil.

Os resultados voltaram a ser positivos depois de uma série de anos difíceis, com quedas sucessivas e significativas nas vendas desde 2015 por conta de fatores como crise econômica, cenário político conturbado e impacto de novas tecnologias, como cloud. No ano passado, a receita combinada de infraestrutura foi de US$ 1,271 bilhão, 10% menor do que em 2016 (-15% em Servidores, -4% em Armazenamento e -10% em Networking). Para este ano, a previsão é de crescimento de 8%, graças aos investimentos represados nos últimos anos e bastante concentrados no primeiro semestre do ano.

Ao analisar os números do segundo trimestre, o maior crescimento foi no setor de Servidores x86, cujas vendas foram 66% maiores do que no 2º trimestre de 2017, com uma receita de US$ 147,62 milhões – o destaque foram máquinas rack para datacenters, e, na camada do ecossistema de canais, equipamentos torre destinados para pequenas e médias empresas. Dispositivos de armazenamento externo tiveram um crescimento de 34%, movimentando US$ 82,58 milhões, com equipamentos de médio porte ganhando mercado em relação ao segmento high-end.

Já o setor de networking, que engloba roteadores, switches e Wi-Fi, cresceu 26%, atingindo uma receita de US$ 162 milhões. Os roteadores dominaram as vendas, com switches também contribuindo para os bons resultados. “Com a chegada de novas tecnologias, como 4.5G, 5G e SD-WAN, as operadoras estão voltando a investir e isso embala o setor de networking, que deve fechar o ano com um crescimento de 4% e manter esse ritmo em 2019. A demanda pelo aumento de pontos de acesso Wi-Fi em setores como o de educação também deve impulsionar o segmento, com uma projeção de crescimento de 6% no próximo ano”, comenta Altamirano.

As perspectivas para 2019 são de estabilidade para o mercado de infraestrutura, com queda nas vendas de servidores compensada pelo crescimento em armazenamento e networking.

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Stefanini vence o Prêmio Época Negócios 360º

tefanini.jpg25/10/2018 - Com 410 pontos, multinacional brasileira conquistou o segundo lugar geral no ranking das 337 melhores empresas do País

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, conquistou duas premiações na 7ª edição do Prêmio Época Negócios 360º, realizada ontem na Estação das Artes na Sala São Paulo. Considerada a 5ª empresa mais internacionalizada segundo Ranking da Fundação Dom Cabral (FDC), a Stefanini venceu nas categorias Tecnologia – Software e Serviços e Inovação. No ranking das 337 melhores empresas do País, a empresa ocupou a segunda posição geral, alcançando um total de 410 pontos.

A ordem de colocação geral segue a pontuação de cada companhia em seis dimensões: desempenho financeiro, governança corporativa, inovação, pessoas, sustentabilidade e visão de futuro. Ao total, foram avaliados 27 setores da economia em pesquisa conduzida pela Fundação Dom Cabral. Além de ocupar o 2º lugar no ranking geral, a Stefanini foi considerada a melhor empresa por origem de capital privado nacional e a melhor sem ações na bolsa.

Para Marco Stefanini, fundador e CEO global da Stefanini, a conquista do prêmio de Inovação reflete os investimentos que vem realizando na formação de um ecossistema de inovação, que abrange todo o espectro de transformação digital liderado pela companhia nos últimos anos, com uma série de aquisições de startups. "Começamos há cinco anos e aceleramos nos últimos dois", destaca o executivo.

Um dos destaques da companhia nesta jornada de transformação é o lançamento da plataforma de inteligência cognitiva batizada de Sophie, implementada em empresas de diversos segmentos no Brasil e no exterior. Na Caixa Econômica Federal, a assistente virtual recebeu o nome de AIXA e beneficia mais de 150 mil usuários via portal de autoatendimento interno do banco ou Skype for Business, solucionando questões internas, consultas e centenas de outras transações.

A ferramenta é capaz de interagir com usuários humanos e sistemas por meio de um conjunto crescente de interfaces de texto. As interações passam a seguir fluxos de conversas simples e naturais, permitindo a busca de informações de maneira dinâmica nos sistemas da Caixa, além de facilitar a abertura de tickets de atendimento (Requisições de Serviços e Incidentes). Tudo de forma integrada e intuitiva. "Trata-se do maior projeto de inteligência cognitiva que desenvolvemos no Brasil até o momento", ressalta.

Marco Stefanini menciona que pretende acelerar os planos de internacionalização em 2019. "A expectativa é de novas aquisições. Estamos monitorando oportunidades que possam complementar o nosso negócio", finaliza.

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Embratel anuncia nova solução Painel MultiCloud

cloud_emc.jpg25/10/2018 - Nova oferta permite a integração de múltiplas Nuvens

A Embratel anuncia o lançamento de uma nova solução de seu portfólio digital. A oferta Painel MultiCloud Embratel é uma interface de gestão Cloud que permite, por meio de um único painel, acessar e gerenciar múltiplas Nuvens. Destinada a companhias de todos os tamanhos que utilizam Cloud Computing e possuem múltiplas Nuvens, os usuários conseguem fazer a comparação de custos entre as Nuvens utilizadas, a gestão unificada de consumo e a gestão centralizada de quotas e usuários, com interface amigável.

"A Nuvem já se consolidou e está sendo procurada pelas organizações que buscam flexibilidade, segurança e ganhos de performance. A solução Painel MultiCloud Embratel permite que o cliente monte sua Nuvem, possibilitando a diminuição dos custos e uma total integração das funcionalidades de diferentes Nuvens em um só painel", diz Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções Digitais da Embratel.

Clientes da Embratel que contratarem a solução Connect Cloud ou Multicloud Embratel passam a ter acesso a esse painel que possibilitará administrar os recursos de suas Nuvens de forma integrada, realizando comparativo de custos e gestão de centros de custos, entre outras funcionalidades.

O Connect Cloud Embratel é um serviço de Nuvem baseado em Software Defined Network (SDN) e na plataforma Openstack, tecnologias que garantem mais controle, flexibilidade e total autonomia para as empresas administrarem seus ambientes Cloud. A solução pode ser utilizada nos modelos de Nuvem Pública, Privada ou Híbrida com a infraestrutura de TI, computação, armazenamento de dados e de rede da Embratel.

Já a solução MultiCloud Embratel permite que as empresas contratem a Embratel para consultoria, implementação, migração e gestão eficiente e especializada dos seus ambientes de TI utilizando a infraestrutura em Nuvem da Embratel ou de parceiros. Com a oferta da Embratel, as empresas têm a possibilidade de refazer a arquitetura e escalar seus ambientes, de acordo com a necessidade de seus negócios.

A nova solução Painel Multicloud foi desenvolvida em parceria com a empresa Ustore. Para mais informações, acesse www.embratel.com.br.

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Dados pessoais estão seguros nos chatbots?

chatbot_2.jpg25/10/2018 - Os chatbots são uma das grandes tendências para marcas de todos os mercados se comunicarem com seus clientes de forma eficiente, personalizada e ágil. Pesquisa da consultoria Gartner aponta que, até 2020, 85% dos serviços de atendimento serão realizados no ambiente virtual. Para as empresas, isso significa uma economia de R$ 11 bi por ano até 2023 apenas nos segmentos de saúde, bancos e varejo, segundo estudo da Juniper Research.

Mas, se por um lado, os chatbots são ferramentas importantes para a comunicação, também trazem à tona uma preocupação cada vez mais latente: a segurança dos dados pessoais. Ainda mais depois do anúncio de vazamento de informações no Facebook e da aprovação da GDPR – regulamentação europeia que determina como as empresas gerenciam os dados pessoais – e da LGPD, a Lei Geral de Proteção de Dados brasileira.

Segundo Rodrigo Fazenda, analista de Segurança de Informação Sênior na Zenvia – empresa brasileira focada em mensagens e chatbots -, as novas leis são positivas e só trarão impactos para as empresas que, de alguma forma, não se atentavam à segurança dos dados pessoais antes. "O conceito que as leis defendem é o "privacy-by-design", ou seja, desenvolver os produtos pensando na privacidade e segurança dos dados dos clientes desde o início da concepção de novos produtos ou novas funcionalidades para os já existentes.

O executivo dá algumas dicas para o cliente ter a certeza de que seus dados pessoais estão seguros no chatbot:

- Existe aviso explícito de que a comunicação é criptografada;
- É apresentado acordo de confidencialidade e privacidade dos dados, com transparência em relação aos cuidados tomados com as informações;
- As conversas ficam armazenadas em locais de acesso restrito, com dados tratados apenas por profissionais autorizados;
- Há possibilidade de exclusão de dados da base, caso o cliente solicite, assegurando que não sejam utilizados sem seu consentimento;

É fundamental que a empresa se preocupe com ataques cibernéticos e investa em técnicas de desenvolvimento seguro, firewall, monitoramento de intrusão, entre outras soluções. Precisa haver também transparência em relação ao tratamento de dados: o usuário é avisado sobre cada mudança feita na plataforma de chatbots que impacte a privacidade das informações.

Dessa forma, os chatbots mantêm a funcionalidade e garantem a segurança de dados, em total acordo com a GPDR e a LGPD. Assim, clientes e empresas ganham com as conversas inteligentes possibilitadas por eles, com resolução de 90% dos processos corriqueiros, dez vezes mais engajamento em campanhas e atendimento de 74% das interações em até dois minutos, segundo a Zenvia.


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Futuro do trabalho está nas pessoas, não nas máquinas

totvs_vicente_goetten.jpg*Por Vicente Goetten
23/10/2018 - As discussões sobre a transformação digital e o futuro da humanidade sempre geram questionamentos sobre o quanto nossas vidas serão impactadas, como ficarão as relações humanas e o que esperar do mercado de trabalho. E, geralmente, as respostas chegam carregadas de previsões catastróficas. Porém, acredito que supor que esse será o único caminho é uma conclusão talvez precipitada.

Nos últimos cinco anos, vimos surgir profissões que antes nem imaginávamos serem possíveis, justamente por conta da evolução tecnológica. Cientistas e engenheiros de dados, blockchain developers e engenheiros de machine learning estão entre as que mais ganharam destaque e é onde estão alguns dos salários mais altos.

Mas não é de agora que vemos profissões nascerem e desaparecerem. No final do século XVIII, por exemplo, com a chegada do telégrafo, a profissão do momento era ser operador do novo aparelho. Outro caso foi a popularização do telefone, que trouxe as companhias de telefonia e com elas as telefonistas, mulheres que faziam o intermédio entre as ligações já que, naquela época, os telefones não faziam ligação direta.

O surgimento de novas tecnologias mudaram a forma de se comunicar e possibilitou telefonar para o seu vizinho sem precisar de uma ajuda humana. Assim, aquelas duas profissões que, antes eram a promessa do sucesso, desapareceram e deram lugar para outras.

Sem dúvida, a transformação digital veio para ficar e vai impactar nossos hábitos e como conhecemos o mercado de trabalho, mas isso não deve ser visto necessariamente como algo negativo. Ano passado, durante o lançamento da Comissão Global Sobre o Futuro do Trabalho, da OIT (Organização Internacional do Trabalho), o discurso dos presentes foi quase unânime: precisamos mudar a ideia de que o futuro do trabalho não pode ser decidido antecipadamente por nós e que devemos usar a inovação para justamente garantir trabalhos decentes a todos, ao invés de tentar parar uma evolução tão importante que, se bem aplicada, poderá trazer ainda mais benefícios para a sociedade.

Essa evolução é um caminho sem volta, mas uma prova de que nem tudo está perdido é que as empresas ainda precisarão de pessoas que desenvolvam as inteligências das máquinas. Ainda terá espaço para engenheiros de dados criarem uma arquitetura que acumule o volume grande de dados e também para cientistas de dados criarem e desenvolverem modelos que vão ensinar a máquina a aprender as informações coletadas.

Em resumo, o mercado de trabalho precisará da criatividade humana, pessoas que consigam desenhar soluções, para continuar no desenvolvimento de novas tecnologias.

Pense o seguinte: o futuro do transporte nos Estados Unidos, por exemplo, não será trem ou ônibus, mas carros autônomos. Muito provavelmente mais carros serão desenvolvidos e, por isso, será necessário mais gente na produção, afinal o robô não faz 100% das atividades. Isso significa mais pessoas trabalhando com os robôs, desenvolvendo outras máquinas e tecnologias. Toda a inteligência continuará sendo desenhada por humanos.

Mas, tudo isso só será possível, se unirmos sociedade, governo, empresas e comunidade acadêmica. O que nos alegra é saber que os primeiros passos para isso já podem ser observados.

Os nanodegrees, cursos de especialização de curta duração e com certificado, estão ganhando cada vez mais visibilidade e recebendo o patrocínio de grandes players como Google, Amazon e IBM. Esse tipo de graduação é uma resposta dos novos tempos, de mudanças rápidas, já que nem sempre dará tempo de as empresas esperarem futuros profissionais terminarem suas graduações tradicionais de cinco anos. Por isso, fazer uma especialização em seis meses pode ser um dos caminhos para acompanhar as mudanças.

É fato, já vivemos a era da inovação tecnológica e precisamos nos adaptar para que todos possam ter oportunidades de trabalho. Para isso, precisamos entender como vamos usar essa transformação ao nosso favor. Afinal, não há tecnologia que substitua as habilidades humanas, como a capacidade criativa, e a de se reinventar quantas vezes for preciso.

*Vicente Goetten é diretor-executivo do TOTVS Lab

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