Empresas de TI criam escolas para formar talentos

fcamara.jpg07/08/2018 - Workshop de filosofia e liderança são diferenciais oferecidos para aprimorar o conhecimento dos colaboradores e desenvolver "times de elite"

Segundo pesquisa realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mais de 13 milhões de pessoas estão desempregadas e a causa não é só a crise econômica, e sim, a falta de preparo dos colaboradores. Possuir um diploma ou formação tecnológica não significa ser especialista em determinada área, quando o que conta para o mercado de trabalho são as habilidades e os conhecimentos do candidato.

No Brasil, muitas empresas de TI têm investido na capacitação de seus colaboradores dentro da empresa, aprimorando assim, os seus talentos. É o caso da FCamara - empresa brasileira que transforma problemas de TI em soluções inovadoras. A empresa acredita que seu maior patrimônio é o capital intelectual e que todos podem se tornar empreendedores de suas carreiras. Por essa razão, desenvolvem durante o ano todo várias ações que incentivam a formação e desenvolvimento de seus colaboradores.

"Queremos ensinar o que os nossos colaboradores não aprenderam na faculdade e mostrar que aqui também pode ser uma escola. Além dos workshops, também temos um código de cultura que mostra diretrizes modernas e liberais, inspiradas nas empresas do Vale do Silício, no qual incentivamos a execução de ideias para o desenvolvimento de inovações. Também temos um importante programa de formação em que preparamos profissionais para se tornarem referência em sua área de trabalho. Todo esse investimento tem o objetivo de manter o funcionário em nossa empresa por no mínimo 2 anos, o tempo ideal para que ele esteja mais capacitado do que quando entrou", explica Fábio Camara, CEO da empresa.

Colaboradores engajados ajudam a empresa a crescer

A empresa tem 498 funcionários e oferece programas destinados a temas de conhecimentos técnicos da área e aspectos filosóficos aplicados ao mundo dos negócios, eventos que promovem a troca de ideias e experiências entre os colaboradores e fornecem informações que ajudam no dia a dia e colaboram com o repertório criativo dos profissionais. No último programa de formação participaram cerca de 250 pessoas. "Valorizamos pessoas que estejam dispostas a aprender e queiram crescer com a gente. Temos histórias de profissionais que começaram sua carreira conosco e hoje atuam em grandes empresas de tecnologia na Europa ou EUA. Acreditamos que ao formar nossos times de elite isso irá refletir principalmente na entrega do nosso trabalho para os nossos clientes", finaliza.

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Quando sua empresa irá adotar a Gestão 4.0?

topmind_sandra_maura.jpg*Por Sandra Maura
06/08/2018 - Os hábitos de consumidores ganham destaque em todos os mercados e estão influenciando o modo como as empresas administram seus negócios, criando um novo modelo de gestão para dar conta dessa mudança de comportamento. O conceito da Gestão 4.0 nasce da necessidade que consumidores têm de falar e interagir com fornecedores de produtos e serviços. Esse estilo de administração faz com que as companhias interajam e trabalhem de acordo com as expectativas dos seus clientes.

A partir da Gestão 4.0, o conceito omnichannel passa a fazer parte das diferentes áreas da organização – do desenvolvimento de produtos à entrega. Diante dessa situação, as companhias precisarão, mais do que nunca, conquistar os consumidores oferecendo atendimentos impecáveis, customizados e proativos.

Para dar início a tudo isso, o primeiro passo é aderir, de vez, à Transformação Digital. Ao contrário da crença generalizada, essa será uma condição obrigatória para os negócios continuarem em condição de competição no mercado. Segundo a pesquisa "Be the New Digital Enterprise", desenvolvida pela Accenture, as corporações que abraçam a Transformação Digital são 26% mais lucrativas do que as que não optam pela modernização do negócio. Ainda de acordo com o estudo, os principais executivos mundiais estimam que os recursos atrelados a esse movimento podem injetar US$ 100 trilhões na economia global na próxima década.

Tal mudança corporativa altera o modelo de atuação, que inclui a maneira como os produtos e serviços são criados, assim como a abordagem e a fidelização dos consumidores, exigindo que se leve em consideração os potenciais clientes do futuro. Entender os consumidores é uma grande alternativa para o sucesso.

A Gestão 4.0 surge devido à Indústria 4.0, ou seja, para adotar esse conceito e andar lado a lado com as novas exigências do mercado, é necessário seguir três premissas básicas. A primeira é a automatização da produção, que tornará as máquinas mais independentes, criando ciclos mais velozes e com mais eficiência e precisão. A interoperabilidade é o segundo ponto, ou seja, fazer a integração de todos os sensores para que eles consigam se comunicar entre si e, dessa forma, diminuir o número de falhas na produção. Por último, temos a virtualização dos processos, que irá analisar todos os dados em tempo real e acelerar as tomadas de decisões.

De acordo com dados da revista Fast Company, a geração Z representará 40% de todos os consumidores até 2020. Considerados digitais, esses clientes que nasceram a partir de 1994 são os que mais cobrarão de companhias mudanças condizentes com a era digital e exigirão atendimento de extrema qualidade, relacionamento próximo e produtos personalizados para suas necessidades e seus interesses.

Assimilar essas informações é fundamental para executivos efetivamente adotarem a Gestão 4.0. Se não compreendido corretamente, o processo de modernização pode trazer ainda mais dificuldades ao modelo de negócios. Torna-se, portanto, crucial compreender as tecnologias que serão envolvidas no processo, e como elas poderão suprir as exigências dos clientes, antes mesmo de iniciar a transformação.

O uso de ferramentas como CRM e Customer Analytics pelas organizações deve aumentar 28% em 2018. Essas tecnologias armazenam e conectam, de maneira inteligente, informações sobre as atividades dos consumidores, seus costumes e interações com as marcas. Isso gera dados relevantes que servem de suporte para as tomadas de decisões sobre atendimento, criação de novos produtos e serviços, impactando significativamente os rumos dos negócios.

Tornar o sistema corporativo tecnológico facilita os processos, diminui as falhas e o tempo de espera nos atendimentos das empresas. Porém, o mais importante é que, com o modelo de Gestão 4.0, os executivos podem focar totalmente os esforços na estratégia dos negócios. Priorizar o trabalho lógico ao invés de perder tempo com as atividades operacionais é uma atitude que gera resultados positivos e lucro para as corporações. Os gestores podem planejar ações mais assertivas, baseadas em insights e, até mesmo, trabalhar na antecipação de campanhas e tendências e na prevenção de crises.

Outra vantagem da Gestão 4.0 é a possibilidade de desenvolver capacidades inovadoras e novos modelos de receita. Transformar os processos, as funções específicas, o atendimento ao cliente, as experiências e habilidades é uma das formas de melhorar e fazer as companhias evoluírem. Tudo, claro, depende do tipo de serviço prestado, das características do setor, das peculiaridades da área, das exigências dos consumidores e de toda a cadeia de produção e distribuição.

O que vai determinar se uma empresa está gerando valor ou não são as novas fontes de receita a serem geradas pelo negócio. Esses avanços podem ser alcançados a partir de inovações que revolucionem a qualidade dos serviços e produtos oferecidos aos clientes. Adotar efetivamente a Transformação Digital e passar a atuar no modelo de Gestão 4.0 pode ser o diferencial para garantir o sucesso das empresas. A tecnologia e os serviços já estão disponíveis. Só resta saber quando iremos implementá-los.

*Sandra Maura é CEO da TOPMIND

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Como melhorar o desempenho das vendas

06/08/2018 - Especialista ensina como aproveitar recursos tecnológicos que vão além do WhatsApp e Facebook

As novas tecnologias estão cada vez mais constantes e essa é uma realidade que tende a ser ainda mais presente nas mais diferentes esferas, que vão desde o convívio social ao profissional.

Uma prova disso é que, neste momento, provavelmente você está lendo este conteúdo em seu smartphone, em frente à tela do computador com várias janelas abertas ou vice-versa. Também é bem provável que você tenha chegado até aqui porque estava procurando por dicas ou métodos que possibilitem melhorar os seus resultados.

Pois é, bem-vindo a era digital, um ambiente onde quem não está atento e preparado para lidar com a atualidade corre o risco de se tornar ultrapassado principalmente no âmbito empresarial.

Hoje, as ferramentas tecnológicas se tornaram tão básicas no atendimento ao cliente quanto os folhetos de vendas. Conhecê-las e utilizá-las de forma adequada em seu dia a dia de trabalho significa prestar uma assessoria ágil, efetiva e com informações requeridas em tempo real. "É inegável que estes recursos impactam de forma expressiva na decisão de compra dos clientes, pois possibilitam prestar um atendimento diferenciado", aponta o especialista em vendas Guilherme Machado, autor do livro 'Você não vai mais conseguir vender assim', produzido pela Editora Gente.

O especialista lista três ferramentas que podem melhorar significativamente a experiência de compra do cliente que vão além do WhatsApp e Facebook.

1. Trello:

Organiza tarefas em colunas, onde é possível hierarquizá-las por projetos ou de qualquer outra forma. Em cada tarefa você pode agregar imagens, anotações, categorias e outros detalhes. "Esta é uma ferramenta que ajuda muito no dia a dia, evita o esquecimento das atividades que precisam ser desempenhadas, sendo que essas atividades também podem ser compartilhadas com os membros de sua equipe de forma colaborativa".

2. Flipboard:

Aplicativo que reúne, em só lugar, várias fontes de informações. Possui uma interface similar à de uma revista na qual é possível navegar por um vasto conteúdo de forma fácil e atrativa. O seu grande diferencial, sem dúvidas, é o visual. "Por meio do Flipboard é possível categorizar os assuntos de seu interesse e montar uma espécie de biblioteca virtual com temas que são relevantes para o seu trabalho. Além disso, possui compatibilidade com várias redes sociais e permite visualizar o conteúdo publicado por seus amigos nos feeds e também enviar fotos e publicações para o próprio perfil".

3. Google Drive:

Por meio desta ferramenta é possível acessar todos os arquivos do antigo Google Docs diretamente do seu celular. "Dá para inserir uma infinidade de descrições dos seus produtos do seu banco de dados, documentos necessários para um atendimento mais assertivo, além de informações diversas que podem ser acessadas e editadas de qualquer lugar e, imediatamente, compartilhadas com todos que tiverem acesso aos documentos. É bem parecido com outros aplicativos de arquivamento como Dropbox, só que com o diferencial de ser totalmente integrado às ferramentas do Google".

Começando a revolução

Guilherme ainda levanta a bandeira que a diferença entre o vendedor de sucesso e o vendedor mediano é o que o mediano sabe o que tem que ser feito e não faz. Já o de sucesso, além de saber o que tem que ser feito, vai lá, faz, e se empenha para fazer bem feito e superar-se a cada dia. "Logo, sua atitude é a principal ferramenta para o seu sucesso! Tome uma atitude que transformará as suas práticas. Meu conselho é que você baixe estes aplicativos, explore-os e comece agora a sua revolução".

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Você já ouviu falar do conceito "gig economy"?

gig_economy.jpg*Por José Braga
02/08/2018 - É melhor se acostumar com ele e pesquisar bastante, porque este conceito deve guiar as relações de trabalho em todo o mundo nos próximos anos. A popularização da Internet e a evolução das soluções digitais no dia a dia das pessoas pulverizaram a forma como os negócios são feitos e os profissionais desempenham suas tarefas. Hoje, fazer carreira em um único lugar não é visto mais como sinônimo de comprometimento. O que importa é a capacidade de empreender e participar de diferentes projetos.

Muitos consideram as expressões "economia compartilhada" e "gig economy" como sinônimas, mas há uma diferença sutil entre elas. Enquanto que a primeira refere-se a plataformas que facilitam e intermedeiam a oferta de serviços e produtos entre as pessoas, a segunda diz respeito à relação entre os trabalhadores sem vínculo empregatício (conhecidos como freelancers) e as empresas que os contratam para oportunidades pontuais – garantindo flexibilidade tanto para a organização quanto para o profissional.

Por isso, ao colocar sua casa para alugar por um período no Airbnb, você até pode ganhar dinheiro com esse serviço, mas não irá lhe transformar em um corretor imobiliário. Assim como a proposta inicial do Uber era garantir renda extra e não transformar seus motoristas em profissionais da direção. Mas se você é um profissional de TI e conta com a ajuda de aplicativos e plataformas para encontrar mais trabalho, você segue como especialista na área e obtém uma renda mensal.

É uma tendência cada vez maior no mercado de trabalho global: cada pessoa torna-se sua própria empresa. Nos Estados Unidos, por exemplo, levantamento da Intuit indica que 34% da força de trabalho no país já é movida pela gig economy e a expectativa é que esse número suba para 43% até 2020. Já o estudo da JP Morgan Chase aponta que o número de profissionais que estão nesta condição cresceu dez vezes nos últimos seis anos. Já no Brasil, são mais de 23 milhões de pessoas que trabalham por conta própria, segundo o IBGE.

Com a consolidação dos negócios digitais e a valorização do empreendedorismo no mercado de trabalho nacional, o nosso país começa a dar seus primeiros passos para entrar nesta nova fase da economia mundial. Alguns pontos ainda precisam ser esclarecidos, sem dúvida. A legislação tem que ser clara e justa, protegendo empresas e trabalhadores. A relação entre as partes também deve ser transparente, com a especificação correta do valor a ser pago e das tarefas a serem feitas.

nerd2me_jose_braga.jpgO mundo mudou muito nas últimas duas décadas. Atualmente, as pessoas compram, se divertem e se relacionam por meio da Internet e dos dispositivos móveis. Logo, era natural que a forma como lidamos com o emprego também passasse por uma transformação. Ficar preso a velhas ideias e conceitos é apenas um atalho para o fracasso. É necessário ficar antenado e, principalmente, contar com a tecnologia para o que der e vier.

*José Alves Braga Neto é CEO fundador da startup nerd2.me, startup que disponibiliza suporte técnico, conectando um especialista que soluciona problemas e dúvidas técnicas dos usuários

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Cinco pontos a notar ao trabalhar com Big Data

quod_rodrigo_abreu.jpg*Por Rodrigo Abreu
31/07/2018 - O atual ambiente tecnológico e regulatório é extremamente dinâmico em todo o mundo, não apenas no Brasil. Novas plataformas permitem hoje uma capacidade computacional inimaginável há até alguns anos, trazendo desafios quanto à privacidade e proteção dos dados de empresas e consumidores. Há diversos pontos a se observar ao trabalhar com esses dados, mas apresento aqui cinco deles que podem ser úteis para iluminar o cenário.

Em Big Data, tudo deve começar com uma boa governança. Com a imensa quantidade de dados coletados e obtidos, é importantíssimo garantir um arcabouço legal apropriado para o uso do material. Em se tratando de dados regulados, como os de risco de crédito, deve existir uma estrita observância das finalidades. Para os outros tipos, deve haver sempre o consentimento adequado dos usuários, o chamado "consentimento consciente".

O segundo ponto é obviamente a construção de uma infraestrutura segura. Tão ou mais importante que uma arquitetura robusta são as políticas e controles de segurança, já que qualquer operação que trabalhe com grandes volumes de dados tenderá a ser alvo de hackers e criminosos. Torna-se crítica a implantação de uma plataforma de segurança sempre atualizada, com múltiplas linhas de defesa e os mais altos níveis de aderência a padrões e certificações reconhecidas, como a ISO 27.001.

Um terceiro ponto é a quantidade de dados em relação ao objetivo da análise. Ter muitos dados sem saber o que extrair deles pode acabar dando menos resultado do que trabalhar com volumes menores, mas com uma meta clara. Além disso, não existe uma solução de Big Data que sirva para tudo: é preciso criar modelos específicos para finalidades específicas, fazendo com que os resultados sejam mais precisos e atendam melhor às expectativas dos clientes.

O quarto ponto diz respeito à capacidade de inovar. Produtos inovadores em Big Data são aqueles que utilizam dados e correlações que ninguém utilizou antes, com a possibilidade de beneficiar a vida real e digital de pessoas e empresas. Para isso, é necessário agilidade e rapidez na criação, utilizando tecnologia flexível, equipes preparadas e processos otimizados sem medo de abandonar metodologias e soluções até então dominantes.

Por fim, é preciso ter objetivos maiores e lembrar sempre as razões pelas quais trabalhamos com Big Data. Embora alguns acreditem que pessoas são apenas dados a serem processados, na verdade os "dados são pessoas", ou seja: por trás deles existem pessoas, empresas e realidades que merecem o mais alto grau de proteção e respeito. Observando esses 5 pontos e comunicando-os de maneira clara para seus profissionais, clientes e parceiros, certamente será possível atingir mais.

* Rodrigo Abreu é Presidente da Quod

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A importância de integrar um Chatbot ao RPA

chatbot_2.jpg*Por Murilo Bilato
30/07/2018 - A jornada do cliente é um dos principais indicadores que determinam a fidelidade dos consumidores a uma marca, serviço ou empresa. Por isso, melhorar a qualidade dos canais de atendimento se tornou estratégico para as companhias que desejam aumentar suas vendas e fortalecer sua performance. Para atender às exigências de um novo perfil de consumidor, surgem os Chatbots. Trata-se de robôs que interagem com o público por meio de um ambiente virtual e, de forma rápida e assertiva, esclarecem dúvidas e atendem às solicitações dos clientes.

Até 2020, 85% das operações de atendimento a clientes serão feitas por meio de assistentes virtuais ou Chatbots, estimam pesquisas do Gartner. Mais da metade das organizações já investem nesses robôs para interação com o consumidor porque confirmaram que os mesmos ficam mais satisfeitos quando atendidos em tempo hábil. Os estudos apontam, ainda, que as empresas calculam redução de até 70% das consultas via chamadas telefônicas e por e-mail quando instalado um sistema Chatbot.

Essa nova era tecnológica apresenta, no entanto, um desafio às empresas. Para garantir melhor qualidade dos serviços prestados e dos produtos oferecidos, elas precisam investir na integração de seus sistemas. Muitas companhias ainda possuem diversos procedimentos que não se interligam, o que dificulta a obtenção rápida das informações necessárias para oferecer atendimento adequado. Para conectar todas as soluções de uma empresa em uma única base é necessário aliar o uso do Chatbot a uma plataforma de RPA (Robotic Process Automation). Quando aplicadas em conjunto, essas duas tecnologias abrem janelas de oportunidades para a Transformação Digital dos negócios e o consequente ganho de margem competitiva.

A utilização do RPA para integrar sistemas Chatbot é uma alternativa viável para organizações que não podem utilizar recursos como o API (Application Programming Interface), que também reúne várias soluções em uma única base, para integrar seus dados.

A solução RPA resolve, ainda, problemas de incompatibilidade enfrentados por empresas. Muitas organizações enfrentam dificuldades devido aos seus sistemas legados ou terceiros não serem compatíveis de integração via API. Na maioria das vezes, isso ocorre pelo alto custo que pode gerar a adequação ou simplesmente porque não há atualizações viáveis para determinadas soluções. O RPA pode ser implementado junto ao Chatbot como recurso acessível para se concluir a experiência do usuário com um suporte eficiente e totalmente automatizado porque trabalha "over the top", ou seja, em uma camada acima de todos os temas que compõem o processo. Essa plataforma é capaz de gerenciar diversas operações, com diferentes escalas e capacidades de produção. Automatiza processos de maneira bastante rápida e flexível e, no caso do Chatbot, com uma boa aplicabilidade para a ferramenta.

O RPA também é a opção mais viável do ponto de vista econômico e ágil para realizar uma integração sistêmica. O uso dos robôs para executar as atividades quando conectados a essa plataforma, possibilita o resgate de todas as informações armazenadas para análises mais detalhadas sobre as operações realizadas. Além do uso do Chatbot para atendimento ao cliente, algumas empresas já estão apostando na tecnologia também para auxiliar os colaboradores da própria companhia com dúvidas corriqueiras, como atualização de senha do computador.

Diante das diversas possibilidades de aplicação, o Chatbot se apresenta como a próxima geração de comunicação entre as empresas e o cliente final. Os robôs gerenciados são instalados para atender demandas on-line, em lotes ou de forma mais característica de Backoffice. Dessa forma, quando conectados aos Chatbots, transformam e proporcionam escala a todo o processo digital das empresas. Quando utilizadas em conjunto, as tecnologias de Chatbot e RPA podem ser aplicadas em diversos segmentos, incluindo e-commerce, marketing, serviços, agendamento, cobrança e geração de leads.

resource_murilo_bilato.jpgO uso de Chatbot oferece muito mais do que apenas informações. Essa ferramenta melhora e enriquece a experiência do cliente, facilita a interação e otimiza o tempo do atendimento. O RPA vem ao encontro dessa proposta de qualidade do atendimento com a integração para um sistema estratégico, capaz de direcionar a empresa para o caminho de uma bem-sucedida Transformação Digital.

*Murilo Bilato é Gerente de Operações Bring To da Resource IT

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