Rede Definida por Software: como ela pode te ajudar?

sdn.jpg*Por Patrícia Vello
10/09/2017 - A rede definida por software (SDN) é um tema em alta na agenda do mercado de telecomunicações brasileiro e no resto do mundo. Tanta atenção, principalmente por parte dos operadores de rede, tem a ver com as promessas de simplificar a prestação de serviços, de gerenciamento multicamadas, de multiprovedores e de multitecnologia, agilizando as operações para melhor servir aos clientes.

Contudo, primeiro é importante entender os problemas que os operadores enfrentam hoje. A indústria tem visto um crescimento drástico da largura de banda, mas não a mesma correlação na receita. Na minha experiência, tenho observado que às vezes a diferença entre as duas pode ser superior a 10 vezes. Portanto, para solucionar os custos, as operadoras geralmente usam fornecedores diferentes para diferentes porções de sua rede, resultando em uma verdadeira colcha de retalhos.

Seria muito fácil dizer que o caminho percorrido por uma informação a partir de um sistema celular chega a um ponto de agregação, sai por uma fibra óptica e segue por um sistema internacional. Quem dera fosse simples assim! Na prática, o que ocorre é o seguinte: ao chegar a um ponto de agregação, o dado passa por um trecho metropolitano controlado pelo fornecedor X, depois segue por um sistema regional da empresa Y, finalmente entrando em uma fibra internacional alimentado pela Z. Em cada um desses trechos, a operadora tem um sistema de gerência de conexão independente um do outro.

Exclusividade nunca foi um pilar essencial no mercado de telecomunicações. De qualquer maneira, é visível que se o sistema de uma cair devido ao rompimento de uma fibra, os das demais também serão interrompidos. Sendo assim, como a SDN pode ajudar?

Atualmente, tamanha complexidade impede a operadora de saber ao certo quais clientes, empresas ou pessoas físicas, serão afetados com o rompimento de uma determinada fibra. Com todos os diferentes sistemas de gerenciamento, ela não é capaz de fazer uma a previsão com acuracidade e de maneira ágil. Outra consequência dessa condição é a sobreposição de redes para compensar possíveis problemas. Nesse ponto, a SDN entra com o oferecimento de uma nova possibilidade ao passo que permite a orquestração de todos os fornecedores que estão na rede, resultando na melhoria dos serviços fornecidos, e na criação de novos, além de apresentar maior disponibilidade de rede.

As redes definidas por software mudam completamente a maneira de ativar o serviço. Tendo o controle da orquestração de todas as tecnologias abaixo dele, a SDN pode automatizar a criação de novos serviços e fornecer visibilidade do circuito fim a fim. Além disso, em caso de falha, a tecnologia pode ser usada para encontrar automaticamente um novo caminho de proteção e realocar o tráfego da rede.

Estudos recentes comprovam a eficiência do serviço com garantia de ganho de 50% no Opex. Isso porque operadoras e fornecedores diminuem consideravelmente os seus gastos com a manutenção da fibra e seu monitoramento, já que a solução de análise preventiva Analytics, combinada com a função OTDR (instrumento de análise da fibra óptica), embutida nos equipamentos ópticos de última geração, ajudam o técnico a identificar a causa comum de todos os problemas e o ponto exato em que o reparo precisa ser feito, em um tempo muito menor. A necessidade de investimentos também é reduzida porque não se faz mais necessário tanta proteção contratada para compensar a falta de controle sobre os sistemas.

Na corrida por escalonamento, redução de custos e implantação de novos serviços, as operadoras de rede no Brasil não podem ficar atrás de outros mercados na utilização da SDN. Ao adotar as redes definidas por software, elas poderão aumentar a eficiência de seus sistemas para oferecer a demanda exigida pelos clientes.

*Patrícia Vello, presidente da Ciena no Brasil

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Ouro vs Bitcoin: qual será o mais vantajoso?

bitcoin.jpg*Por Guto Schiavon
06/09/2017 - Muitos já sabem que o bitcoin está mais valorizado que o ouro, certo? Ainda que este metal seja o mais valioso que encontramos na natureza, a criptomoeda vem chamando cada vez mais a atenção dos mercados internacionais, tornando-se uma moeda de troca altamente discutida.

Diante deste cenário vantajoso, muitos ainda ficam em dúvida sobre qual dos investimentos vale mais a pena - o ouro ou bitcoin? Neste caso não existe uma resposta definitiva, por isso é preciso refletir sobre quais são seus objetivos neste investimento. De qualquer maneira, as oportunidades existem para quem sabe estudar o melhor de cada uma delas.

Para tentar te ajudar nessa decisão vou fazer um comparativo. Dessa forma, você irá entender melhor algumas das vantagens e desvantagens que ambas oferecem, e tomar sua decisão com mais confiança. Vamos lá?

Liquidez: atualmente é uma desvantagem para a criptomoeda, se comparada ao ouro ao redor do mundo, mas no Brasil, o cenário já está mudando. O bitcoin já é mais negociado que os contratos de ouro na BMF&Bovespa.

É importante lembrar que o ouro já é milenar, tanto seu uso como moeda ou investimento, já o bitcoin é uma tecnologia de apenas 8 anos e que tem se provado segura, tanto para uso como moeda ou investimento também.

Estabilidade da cotação: sem nenhuma dúvida, o preço do bitcoin ainda passa por muitos altos e baixos. Para quem quer investir, essa alta volatilidade pode ser tanto boa quanto ruim, dependendo dos objetivos do investimento. Por exemplo, para especuladores que pretendem comprar na baixa e vender na alta, é um ponto atrativo.

De qualquer maneira, a volatilidade do bitcoin vem caindo ano após ano. Nos últimos tempos houve períodos em que a moeda digital oscilou menos que a libra esterlina, por exemplo. Já o ouro, ao longo da história, tem se mostrado um ativo relativamente estável. Por esse motivo, muitos investidores recorrem ao ouro em momentos de incerteza econômica. Por exemplo, logo após a eleição de Donald Trump nos EUA, a procura por ouro subiu bastante.

E então, já tomou sua decisão sobre qual investimento é mais vantajoso? Muita gente acredita que o ouro continuará sendo o caminho mais confiável durante muito tempo. Por outro lado, com a popularização do bitcoin, vemos cada vez mais pessoas investindo nessa commodity e obtendo lucros. Afinal, o mundo das criptomoedas está crescendo e vale a pena ficar de olho nesse movimento.

* Guto Schiavon é COO da corretora de bitcoins FOXBIT.



 

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Como responder às recentes ameaças cibernéticas

claudio_neiva.jpg*Por Claudio Neiva
04/09/2017 - Na medida em que percebemos que incidentes de segurança são inevitáveis, ações preventivas com base em uma inteligência de ameaças e tendências de ataques devem ser consideradas a melhor estratégia. O nível de sofisticação das invasões, o suporte do Estado e a monetização dos ataques desafiam líderes de segurança a desenvolverem um melhor gerenciamento de riscos e discernirem quais ameaças representam maior risco.

O avanço das tecnologias de ransomware e de métodos de extorsão resulta na continuidade desse cenário caótico. Com objetivo de ampliar o nível de proteção, provedores e agências de segurança, além de organizações de vários tamanhos, estão compartilhando informações de inteligência para agilizar a detecção das ameaças e a imunização de sistemas e organizações limitando assim o impacto causado pelas infecções. Outra iniciativa desenvolvida para combater o ransomware foi a criação do site https://www.nomoreransom.org, que atualmente possui cerca de 50 membros entre provedores de segurança, consultores, grupos de resposta a incidentes, seguradoras, empresas de host e outras categorias para compartilhamento de informações e ajuda na quebra de criptografia de ransomware.

ciberataques_neiva.jpgCom exceção do WannaCry e do Petya ransomware, que utilizaram a mesma vulnerabilidade (EternalBlue) em uma modalidade de malware + Worm (auto propagação), e-mails e servidores web são as principais formas de infecção. A boa notícia, no entanto, é que com o conhecimento dos vetores de ataques mais comuns você pode planejar a sua estratégia de proteção.

Os objetivos de um ataque (Cyber Warfare) giram sempre em torno de um ou mais dos cinco "Ds":

· Deceive: enganar por meio da distração quanto ao ataque real;
· Degrade: degradar o desempenho da empresa;
· Deny: negar acesso a dados críticos e/ou serviço aos clientes;
· Destroy: eliminar virtualmente os dados por meio de criptografia, o que torna os dados inacessíveis;
· Disrupt: interromper o funcionamento da empresa.

Para desenvolver seu plano de ação, é necessário manter-se informado sobre as principais tendências de ameaças da indústria da qual você faz parte. Os setores de manufatura e público, por exemplo, são os principais alvos de crimeware, espionagem cibernética e negação de serviço, embora o último afete principalmente os segmentos financeiro, de entretenimento e de serviços.

O Gartner prevê que até 2020 mais de 50% dos ataques ransomwares terão especificamente como alvo a interrupção dos negócios em vez de extorsão por meio de criptografia dos dados, o que é também um indicativo da importância de se manter informado para se prevenir contra a tendência dos ataques.

Este cenário de ameaças destaca alguns impactos:

· A combinação de novas técnicas de evasão e desenvolvimento de táticas de intrusão juntamente com desafios recorrentes da operação diária, como a falta de recursos humanos qualificados, colocam os líderes em uma posição de desvantagem em um cenário de ameaças que muda constantemente.
· A união do amplo uso de criptografia, do aumento da influência do Estado e motivações monetárias do ransomware também compromete a capacidade dos líderes em evitar incidentes no ambiente corporativo.
· As tendências de negócios digitais e uma acelerada adoção de novas tecnologias desafiam a capacidade dos líderes de segurança na identificação de novos riscos e no entendimento de que novos empreendimentos exigem políticas e uma arquitetura de segurança adaptativa.
· A lacuna de tempo entre a descoberta de vulnerabilidade e o desenvolvimento de correções (patches) deixam sistemas e aplicações expostos a ameaças.
· SLAs de disponibilidade de sistemas críticos de negócio limitam a capacidade da organização de implementar patches rapidamente.

O líderes de segurança devem:

· Desenvolver uma arquitetura de segurança que permita prevenir ameaças conhecidas, detectar anomalias e atividades maliciosas, responder de forma estruturada aos incidentes, o que permitirá alimentar sistemas analíticos e prever tendências além de ampliar a camada de prevenção.
· Focar na higienização de segurança em sua infraestrutura, incluindo práticas de correção (patching) e configuração de segurança ("hardenização") reduzindo o espectro da superfície de ataque.
· Identificar sistemas vulneráveis (legados) e isolar de forma lógica para aplicação de controles de segurança que possam implementar proteção (patches virtuais) por meio de WAF, IPS e HIPS, além de utilizar tecnologias que possam aprender sobre o uso normal destes sistemas permitindo a detecção de comportamentos anormais.
· Planejar a aquisição de serviços de inteligência de ameaças (threat intelligence) para desenvolver um programa de gestão de ameaças e vulnerabilidades adaptado a riscos eminentes.
· Verificar se seu provedor de Endpoint Protection (EPP) oferece proteção contra ransomware e garantir que seus backups estejam em pleno funcionamento.
· Isolar áreas críticas da sua infraestrutura e segmentar o ambiente em zonas de alta-confiança, média-confiança e baixa-confiança para reduzir o fluxo de tráfego entre ambientes diminuindo, assim, a capacidade de auto propagação.

*Claudio Neiva, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner

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Machine learning é trunfo estratégico para inovar

andre_scatolini.jpg*Por Luis Pelizon
31/08/2017 - Os varejistas convencionais brasileiros já entenderam que não há escapatória: modernizar seu modelo de negócio e acompanhar a revolução tecnológica para atender seu cliente de uma maneira omnichannel é um pré-requisito para que a operação seja bem-sucedida.

Muito falado na teoria e pouco colocado em prática no Brasil, o conceito de omnichannel rege que o consumidor seja entendido de maneira igual ecomplementar em todos os canais. Diferente da multicanalidade, que é o simples fato de a empresa vender em vários canais, o omnichannel se caracteriza pela padronização da comunicação e sintonia entre todas as formas de atendimento: central telefônica, e-mail, site no desktop, site no mobile e loja física.

As varejistas que conseguiram estabelecer um atendimento igualmente satisfatório em todos os canais disponíveis já perceberam o quanto isso faz diferença no processo de fidelização do cliente. É essencial que as empresas armazenem e unifiquem seus dados de vendas e de atendimentos anteriores para mostrar ao consumidor que sua empresa sabe quem ele é.

Acredito que estes sejam alguns dos indicadores de como é essencial o varejo físico se apropriar das melhores práticas do varejo online e vice-versa. Nesta parceria de contribuição recíproca, o e-commerce acaba sendo o lado com maior potencial para agregar inovação. O controle holístico de dados favorecido pelo ambiente virtual propicia uma luz a um dos grandes desafios do varejo, que é justamente esta compreensão do comportamento de compra de cada cliente.

Basta notar o que acontece quando um varejista físico expande sua operação para o e-commerce. Em menos de um ano, a ausência de restrição geográfica faz com que a loja virtual se torne uma das dez lojas mais bem-sucedidas de toda a rede. Sempre haverá uma parcela da clientela do e-commerce resultante de uma migração de consumidores da loja física, mas o maior porcentual será sempre de novos clientes. Pense nesse fator somado ao baixo investimento inicial exigido por um endereço virtual e ao significativo reforço da sua marca gerado pela exposição online.

No entanto, concordo também que algumas características do varejo físico são incomparáveis. Nada substitui o relacionamento interpessoal entre cliente evendedor e o vínculo criado entre os dois durante a jornada de compra. Ou mesmo o hábito de atrelar a compra a um passeio prazeroso: sair de casa com a família para "dar uma volta" no shopping ou visitar uma nova loja no centro da cidade.

Este tipo de hábito está enraizado para boa parte do público e não há nada de errado com isso. A palavra de ordem para quem atua no varejo físico e também no online é complementaridade. Sua empresa precisa estar bem posicionada em todos os canais.

O e-commerce tem uma maior possibilidade de mensurar resultados através de big data. O chamado Business Intelligence pode (e deve) influenciar as estratégias de negócios das empresas. No entanto, no mundo físico, também já existem métodos disponíveis para monitorar o caminho que o cliente faz dentro da loja com capacidade até de identificar detalhes da experiência, como, por exemplo, se ele tirou determinada peça de roupa da arara e não comprou.

Embora existam casos de empresas que surgiram no meio online e expandiram para o offline, os altos custosenvolvendo sedes físicas (aluguel de um ponto comercial, reformas e manutenção da estrutura) fazem com que o e-commerce seja formado, predominantemente, por marcas que surgiram no mundo físico eexpandiram para o digital.

Neste caso, contar com a expertise de uma empresa especialista no setor é essencial.O ideal é procurar uma solução completa, que fornecerá a plataforma para rodar a loja virtual, irá personalizá-la de acordo com as necessidades da marca e torná-la escalável, além de oferecer segurança e suporte para que a operação seja bem-sucedida. As maiores empresas fornecedoras de tecnologia para e-commerces dispõem ainda deconsultoria para melhorar a performance de vendas, soluções em logística e meios de pagamento.

*Luis Pelizon é Diretor Comercial da Rakuten Digital Commerce

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Robôs substituem as centrais de atendimento?

chatbot.jpg*Por Mateus Azevedo
31/08/2017 - Cada vez mais empresas dos mais variados segmentos apostam em chatbots para melhorar os resultados de suas centrais de atendimento. Mas será que os robôs servem mesmo para todas elas? Como avaliar?

O Bigode Passagens, por exemplo, é um gato que busca passagens de ônibus e entende informações sobre origem, destino e dia da viagem. O site Mecasei.com tem a Meka, uma assistente virtual "especializada" em ajudar no planejamento de casamentos. O governo do Estado de Goiás tem o robô Beto que ajuda a buscar informações públicas, como licitações e salários de governantes.

Em reportagem ao jornal Folha de S. Paulo, Dário Dal Piaz, líder de parcerias de produtos do Facebook para o Brasil disse que existem hoje cerca de 30 mil bots em desenvolvimento no mundo, sendo mil deles no Brasil. Por aqui, até a equipe do cantor Luan Santana já está apostando na ferramenta: um chatbot oferece a agenda dos shows e atende os fãs.

O que as empresas buscam quando investem nos chatbots é reduzir seus custos e melhorar a qualidade de suas centrais de atendimento ao cliente. O tempo de atendimento é reduzido consideravelmente, com praticamente eliminação das filas de espera. Isso agrada em cheio ao consumidor que visa um atendimento rápido e assertivo: segundo a pesquisa The 2015 National Customer Rage Study, realizada pelo Customer Care Measurement & Consulting (CCMC) em parceria com o Center for Services Leadership na Universidade do Arizona, para 60% dos entrevistados a perda de tempo é o maior dano que uma empresa pode lhes causar, seguido de perda de dinheiro (43%).

Mas será que todo consumidor quer a mesma coisa? E mais: será que toda empresa tem a mesma estratégia de entregar velocidade e assertividade ao cliente?

Como contraponto, temos o emblemático case da Zappos, varejista online que foi comprada pela Amazon em 2009 por US$ 928 milhões. A empresa sempre é lembrada por ter criado diversas inovações para tornar o atendimento ao cliente o melhor possível. A revista Inc recorda um dos inúmeros exemplos: uma cliente queria devolver o sapato que tinha comprado para o marido, que havia morrido; ela não só recebeu o dinheiro de volta como também um buquê de flores de condolências. Há um caso memorável de um cliente que passou nove horas – isso mesmo, nove horas – conversando com o atendente. A Zappo aproveita todo o tempo que o cliente se dispõe a gastar quando liga para sua central de atendimento, tentando conhecê-lo melhor. Das "conversas", tira insights interessantes para ações de marketing que, por sua vez, visam a fidelização dos clientes.

Evidentemente que quem liga para a Zappos não espera ser atendido por um robô, pois por maior que seja seu repertório, ainda assim não sustentará uma conversa de nove horas.

Mesmo entre os bots, há diferentes níveis de aplicação: os bots que entregam velocidade e precisão nas respostas, adequados para questões mais simples e que graças à sua agilidade, melhoram consideravelmente a experiência do usuário (como o caso do Bigode Passagens) e os bots voltados à melhoria da experiência do cliente – ou seja, de quem tem ou quer estabelecer um relacionamento com a marca.

Este segundo tipo de bot, com uma tecnologia mais robusta, é capaz de entender a linguagem natural falada ou escrita pela lógica de perguntas e respostas. O robô compreende a necessidade do usuário por meio de conversas simples, tornando o atendimento mais ágil, fácil e agradável.

A Centauro, por exemplo, precisava atender uma alta demanda de clientes em busca de informações sobre seus produtos, e enfrentava filas constantes no atendimento, com alto índice de abandono de chamadas, e consequentemente, perda de vendas. Há pouco mais de um ano, a loja implementou um robô de chat da BlueLab em seu e-commerce, tornando a operação full time, reduzindo os custos de operação, zerando a fila de atendimento e atingindo 77% de retenção.

E, finalmente, há a proposta da Zappos, que com um atendimento extremamente taylor made, praticamente olho no olho, conseguiu projetar a empresa ao valor de quase 1 bilhão de dólares.

Com os exemplos acima, entendemos que pode ser que uma solução simples já dê conta do recado e atenda bem ao usuário. Ou pode ser ainda que sejam necessárias duas ou mais soluções de acordo com a complexidade do negócio ou do tipo de relacionamento que se deseja estabelecer com o cliente. Talvez um mix de soluções seja empregado para atender o cliente em diferentes fases/ demandas. Cada empresa deverá, portanto, lançar um olhar mais profundo para sua estratégia de negócios e sua relação com seus usuários/ clientes para chegar ao formato mais adequado de atendimento.

*Mateus Azevedo, sócio da BlueLab

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everis elege Renato Macedo para uma posição regional

everis_macedo.jpg24/08/2017 - A everis, multinacional de consultoria que oferece soluções de estratégia e de negócios, do Grupo NTT DATA, anuncia a contratação de Renato Macedo como novo diretor de Infraestrutura & Cloud da unidade de negócios IT Soluções e Serviços (ITS&S). Macedo passa a liderar as operações, estratégia de crescimento das ofertas de serviços de infraestrutura e de nuvem na região.

A everis investe continuamente na expansão das unidades de negócios, fortalecendo a oferta de serviços de consultoria para transformação e operação de infraestrutura. “Estamos alavancando nossas soluções digitais de infraestrutura e nuvem para os setores da saúde, bancos, seguradoras, telecomunicações e bens de consumo em diversas modalidades de serviços ágeis”, destaca Renato Macedo.

De acordo com Nelson Wilson Garcinuño, diretor da unidade de negócios ITS&S da everis Américas, a experiência de Macedo em operações e consultoria de TI aplicada a diversos setores da economia e seu ingresso na empresa proporcionará maior integração com as verticais de negócios na everis para maior diferenciação do portfólio digital da consultoria na região.

Além disso, os novos conceitos de operações ágeis e inteligência artificial serão adicionados aos serviços e à infraestrutura para acelerar produtividade dos clientes sobre esta “nuvem digital”. “A relação de confiança e proposta de inovação construídas com nossos clientes de infraestrutura na América Latina nos permite estimar um crescimento muito acima das taxas tradicionais de mercado para os próximos três anos”, informa Garcinuño.

Renato Macedo é formado em engenharia mecatrônica, com MBA em gestão empresarial e especializações digitais pela FIA-INSEAD. Possui 25 anos de experiência no mercado, atuando em empresas como Capgemini, HP, Tivit, Embratel, Vivo e Siemens.

Sobre a everis, uma empresa do grupo NTT DATA

A everis é uma multinacional de consultoria que oferece soluções de estratégia e de negócios, desenvolvimento e manutenção de aplicações tecnológicas e serviços de terceirização. A companhia, que atua nos setores de telecomunicações, entidades e serviços financeiros, industriais, de energia, administração pública e de saúde, atingiu um volume de negócios de 1.031 bilhão de euros (mais de 1 bilhão de dólares) no último ano fiscal. Atualmente, conta com mais de 19 mil profissionais localizados em escritórios e centros de alto desempenho em 16 países.

A consultoria pertence ao grupo NTT DATA, um provedor de serviços de tecnologia da informação e parte essencial da inovação global. Com sede em Tóquio, desenvolve operações de negócios em mais de 40 países. Para mais informações, visite www.nttdata.com.



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