Embratel fornece soluções para o GP Brasil de F1

gp_brasil_f1a.jpg07/11/2017 - A Embratel será o fornecedor oficial de infraestrutura de Telecomunicações e TI para o Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, que acontecerá de 10 a 12 de novembro no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Esse é o décimo segundo ano consecutivo que a Embratel é a responsável pelo fornecimento de soluções para a etapa brasileira do maior evento de automobilismo do mundo.

“O Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1 exige a mais moderna tecnologia para transmissão de sinais de áudio e vídeo e acesso à Internet para profissionais do mundo inteiro que atuam no evento. A escolha da Embratel como fornecedor oficial de serviços de Telecomunicações e TI para uma competição desse porte reforça a excelência do nosso portfólio. Estamos muito orgulhosos de sermos novamente fornecedor desse grande evento”, diz Marcello Miguel, Diretor Executivo de Marketing e Negócios da Embratel.

Para a realização do Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, a Embratel ampliará o fornecimento de Wi-Fi, disponível na Sala de Imprensa, na Sala de Fotos e também no Paddock Club, local que aguarda a presença de mais de 2 mil pessoas. Pelo segundo ano consecutivo, a interligação dos 10 painéis de vídeo e o centro de geração de imagem será feita por meio da fibra óptica da Embratel.

O Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1 contará ainda com serviços de telefonia fixa da Embratel para ligações locais e de longa distância, links dedicados para acesso à Internet, com suporte para alta capacidade de tráfego, e soluções de voz e dados para a rede de telefonia utilizada por emissoras de rádio e televisão para a transmissão do evento. Uma equipe técnica especializada será destacada para suporte exclusivo ao evento.
 
Entre os serviços fornecidos pela Embratel para a F1 deste ano estão:

- Business Link: serviço de conectividade IP para acesso permanente à Internet que oferece acesso dedicado, com conexão de alta capacidade de tráfego, disponibilidade e flexibilidade por meio de conexões diretas, com velocidades a partir de 2 Mbps.
- Vip Line: solução de voz para telefonia local de alta qualidade para ligações locais e internacionais por ramais analógicos.
- SmartVideo (EVSOL): serviço para transporte de sinais de vídeo e áudio em MPEG-2/DVB, com qualidade de transmissão digital, flexibilidade, segurança e economia na velocidade de 1 Gbps.
- Voz ponto a ponto: serviço especial para a organização do GP do Brasil, interligando pontos importantes do evento.
- ISDN: serviço de voz e dados para rede de telefonia, que garantirá dois canais de 64 Kbps, utilizado por emissoras de rádio e televisão para a locução do evento.
- Wi-Fi: solução especial para atender o acesso à Internet da Sala de Imprensa, da Sala de Fotos e do Paddock Club.
 
A parceria entre a Embratel e o GP Brasil de Fórmula 1 é de longa data e vem acompanhando o desenvolvimento de tecnologias de ponta, inclusive para carros conectados. A Embratel atua fortemente com soluções para automóveis conectados, com tecnologias semelhantes às usadas em carros de grandes corridas automobilísticas, e que já estão disponíveis no mercado, em modelos de diversas montadoras. A tecnologia de carros conectados garante mais bem-estar e segurança aos usuários. Entre os benefícios de destaque estão o monitoramento 24 horas do veículo para proteção do motorista, com rastreamento por satélite, travamento e destravamento remoto de portas, além do acesso a informações essenciais para o bom funcionamento do automóvel, como calibragem dos pneus e volume de óleo. A Embratel já fornece essa tecnologia para mais de 500 mil automóveis conectados no Brasil.

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O potencial do Analytics no combate ao câncer

sas_adriana_silva.jpg*Por Adriana Silva
01/11/2017 - Todos os anos, diversos países chamam a atenção para um problema de saúde que atinge milhares de pessoas em todo o mundo: o câncer. Motivos para isso não faltam:de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), a doença é responsável por cerca de 8,8 milhões de mortes a cada ano em todo o planeta, sendo a maioria delas em países de baixa e média renda. No Brasil, as mortes por câncer tiveram um aumento de 31% nos últimos 15 anos.

O que esses números revelam são informações preocupantes, sem dúvida alguma. Em contrapartida, sabe-se que quanto mais cedo o paciente receber o diagnóstico, maiores são as chances de cura. E em meio aos avanços na medicina surgidos nos últimos anos, vale destacar o quanto a inteligência analítica de dados - ou Analytics –, com o uso do Big Data, tem ganhado cada vez mais importância nesse contexto. Esse é mais um exemplo em que a tecnologia é usada para contribuir de alguma forma para a qualidade de vida de muitas pessoas que, infelizmente, ainda sofrem com essa terrível doença.

Com os dados estatísticos cada vez mais acessíveis, os pacientes têm hoje uma oportunidade para tomarem as melhores decisões, buscando um tratamento que seja o mais adequado, além de uma melhor qualidade de vida e, claro, a própria sobrevivência. Sem contar as possibilidades relativas à prevenção da doença, por meio da análise preditiva. Quando se fala em Analytics, falamos de muito mais do que simplesmente gerenciar uma grande quantidade de dados. Nesse caso, ele representa uma possibilidade de proteção ou uma nova chance para quem, em um momento delicado de sua vida, não consegue enxergar uma solução no futuro próximo.

Com o avanço das novas tecnologias, os dados tornam-se fundamentais para ajudar empresas e profissionais do setor de saúde a encontrar novas formas de tratamento para o câncer, tornando possível que o paciente também participe desse processo. Entre esses dados, podemos citar como exemplos exames de imagem, terapias, descritivos das equipes médica e de enfermagem, entre outras informações relevantes que possam ser usadas na detecção de padrões e assim ajudar na prevenção ou tratamento futuros.

Esse trabalho não é focado apenas na obtenção de resultados clínicos, mas também em dados sobre as experiências vividas pelos próprios pacientes. Há casos em que a quimioterapia, quando não aplicada corretamente, pode causar efeitos colaterais como a neuropatia periférica, que normalmente afeta as mãos e os pés dos pacientes, atingindo gradualmente os braços e pernas e gerando sensações como formigamento, ardência, dor ou aumento da sensibilidade a altas temperaturas. É aqui que a tecnologia analítica se faz necessária, para que se faça uma observação minuciosa dos dados a fim de avaliar todos os riscos em cada caso.

As metodologias usadas no Analytics representam hoje uma porta de entrada para novas possibilidades de cura para uma das doenças com maior taxa de mortalidade em todo o mundo. Trata-se, portanto, de um elemento crucial no que diz respeito ao uso das novas tecnologias para prevenir e tratar as enfermidades, em que os negócios do setor de saúde precisam estar cada vez direcionados a uma abordagem mais voltada a políticas de prevenção e formas mais eficazes de terapias.

*Por Adriana Silva, head de Analytics do SAS Brasil

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Mitos e verdades sobre a tecnologia bitcoin

bitcoin.jpg*Por Gabriel Aleixo
31/10/2017 - Bitcoin é uma nova tecnologia e, como toda novidade, é bastante natural que existam mais dúvidas e desconfianças do que certezas. Especialmente com relação ao funcionamento, questões de segurança e as mais diversas aplicabilidades dessa criptomoeda.  

Recentemente, o presidente-executivo da JPMorgan Chase, Jamie Dimon, disse que a bitcoin “é uma fraude”. Segundo o executivo, a moeda digital não funcionará, já que não seria possível inventar uma moeda e presumir que as pessoas que a consomem são “realmente inteligentes”. A declaração traz à tona um dos vários mitos que envolvem o universo das criptomoedas: a bitcoin garante o anonimato do usuário.

A preocupação com o anonimato é um equívoco bastante comum, já que os usuários não precisam informar dados pessoais para se conectarem à rede ou enviar e receber bitcoins. No entanto, todas as transações e endereços de IP envolvidos são públicos na rede neste site – Blockchain.info. Além de apresentar as transações realizadas, o portal utiliza essas mesmas informações para mostrar quantas bitcoins pertencem a cada endereço e listar todas as transações efetuadas por ele.

A bitcoin oferece grande nível de privacidade, como tantas outras formas de pagamento. Mas, não oferece o mesmo anonimato, por exemplo, do uso do papel-moeda. Hoje, pessoas que comercializam algo em dinheiro não precisam, necessariamente, registrar as transações e muitas pontas acabam soltas. Com a bitcoin, não. Todas as transações são, por obrigatoriedade, registradas e, por consequência, rastreáveis.

Tudo isso porque a troca de bitcoins é viabilizada por uma rede blockchain. Essa tecnologia garante mais transparência e confiabilidade a diversos tipos de processos, já que o dado, uma vez em blockchain, se torna imutável. Logo, um usuário não consegue usar a mesma criptomoeda mais de uma vez para diferentes usos.

Fazendo um contra- ponto com as desconfianças que envolvem a bitcoin, listo, abaixo, algumas das vantagens mais visíveis dessa criptomoeda.

1. Autonomia – a bitcoin é uma moeda autônoma, ou seja, é imune a políticas monetárias que, muitas vezes, têm impacto negativo para os cidadãos em momentos de crise econômica. Países como Argentina, Venezuela e Grécia experimentaram, e experimentam, momentos complicados da economia e suas moedas perderam o valor. Isso não acontece com a bitcoin, já que ela não depende de um órgão regulador ou do momento econômico de qualquer região. Ela depende, na verdade, de toda uma rede descentralizada que garante sua autenticidade e viabilidade.

2. Equilíbrio ente transparência e privacidade – como comentamos anteriormente, a troca de bitcoins navega entre transparência e privacidade. Transações com bitcoins funcionam de maneira bem similar à forma como navegamos na internet. Quando estamos conectados, somos anônimos, temos apenas um número IP que nos identifica. Se algo ilegal ou irregular for feito, existem diferentes formas de rastrear um endereço IP e encontrar o usuário por trás dele.  A blockchain é uma espécie de livro-razão do sistema, capaz de armazenar o saldo em bitcoins de cada um dos usuários, publica e abertamente. Embora todos sejam identificados por números arbitrários, por meio de recursos de data mining, é possível identificar qualquer atividade criminosa. Logo, a bitcoin é uma arma contra crimes digitais e não favorável a eles, como muitos ainda acreditam.

3. Inclusão financeira – Existe uma grande parte da população, ainda, desbancarizada. Com o sistema de transações por meio de bitcoins, qualquer celular se torna um banco. É possível enviar e receber a criptomoeda de qualquer ponto do globo para qualquer ponto do globo. Isso de forma mais segura, rápida e muito mais barata. Essa é uma poderosa ferramenta de inclusão financeira, sem dúvidas.

4. Pouca (ou nenhuma) probabilidade de falha – Diferentemente do que afirmou o executivo da JPMorgan, não existe uma forma de acabar com a bitcoin ou, então, de encerrar esse sistema do dia para a noite. Essa tecnologia funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana, sem qualquer falha sistêmica há oito anos. Ou seja, a bitcoin é uma realidade, uma tecnologia amplamente testada pelas maiores empresas e mentes da ciência da computação atual. Embora, claro, possam existir falhas que precisam de correção futuramente, esse é um caminho sem volta, justamente por conta de sua natureza descentralizada.

*Por Gabriel Aleixo, co-fundador da A Star

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Tecnologia que une Tradição e Inovação

lenovo_ricardo_bloj.jpg*Por Ricardo Bloj
31/10/2017 - No universo de tecnologia, 25 anos são uma eternidade. Afinal, trata-se de um mercado tão dinâmico que em questão de meses pode se transformar e tornar obsoleto o que antes era essencial. Completando um quarto de século neste ano, a linha ThinkPad se manteve consistente como uma das mais tradicionais do setor, ao mesmo passo que segue na vanguarda da indústria.

As pessoas, os consumidores, reconhecem de longe o formato inspirado na caixa bentô japonesa, o trackpoint vermelho e o logo característico. São dezenas de testes de resistência que garantem a robustez da marca, seja contra temperaturas extremas, poeira ou até mesmo impactos, e somos reconhecidos por isso. Esse valor, o da tradição, é um dos mais difíceis de conquistar neste mercado. Mas foi exatamente isso que os notebooks ThinkPad fizeram.

O marco de aniversário também é impressionante pois a linha sempre manteve sua essência ao inovar. Seu design premiado já criou um ventilador com hastes inspiradas na asa de uma coruja, para ruído mínimo como o da ave; um teclado “borboleta” que se adaptava à realidade das pequenas telas dos anos 90, tão incrível que hoje está exposto no acervo do MoMA, em Nova Iorque; e inúmeras outras criações que ditaram tendências na indústria.

Assim como as escuderias de Fórmula 1, que desenvolvem tecnologia de ponta para seus carros para então aplicar as melhorias em escala, o ThinkPad sempre teve seu foco no público corporativo, e suas inovações muitas vezes determinaram os próximos passos para o consumidor final. Em sua trajetória, a marca inaugurou muitos “primeiros”: o primeiro modelo com CD-ROM, com conectividade sem fio e com biometria, por exemplo; hoje, essas são funções comuns para os usuários.

Pessoalmente, é um orgulho ter participado dessa história desde o começo. No Brasil, atuei como gerente de qualidade quando os primeiros notebooks foram fabricados em Hortolândia, no interior de São Paulo. A partir daí, os ThinkPads nunca deixaram de ser objeto de desejo de grandes executivos e empresas em geral. A marca trouxe o sonho da computação móvel para a realidade, impactando inúmeras indústrias por conta das possibilidades abertas com a mobilidade.

Hoje, como presidente e líder da marca no país, é animador saber que esta história está apenas começando. O primeiro ThinkPad foi criado para atender as necessidades dos usuários e, por isso, o futuro ainda reserva muito para nós. A tradução desse lema pode vir em fibra de carbono, que deixa o dispositivo mais leve e resistente, em formatos híbridos que permitem flexibilidade de uso ou até mesmo em novas ferramentas de segurança.

Seja como for, enquanto houver novas demandas, nós traremos as soluções.

*Ricardo Bloj é presidente da Lenovo Brasil

 

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Quer aumentar a resiliência do seu serviço?

hector_silva_ciena.jpg*Por Hector Silva
31/10/2017 - A rede de telecomunicações é essencial para o ambiente de negócios de hoje. Para garantir sua competitividade global, é importante que as empresas estejam sempre disponíveis. Elas precisam responder às demandas dos clientes, conduzir negócios e transferir informações instantaneamente. Portanto, a rede que possibilita essas conexões deve ser continuamente atualizada com as últimas tecnologias, como NFV e SDN. Aos poucos, essas tecnologias vêm ganhando força na América Latina, especialmente em casos que apresentam resultados palpáveis em pouco tempo. Podemos citar como exemplo, quadros de automação baseada em analytics que fornece uma visão profunda da rede e tem a capacidade de transformar processos operacionais, incluindo a infraestrutura física existente do operador.

Big Data e Advanced Analytics: prevendo a saúde da rede

O termo advanced analytics refere-se a técnicas sofisticadas e modernas que revelam padrões de dados ou conteúdo significativos e que ajudam as organizações a tomar decisões inteligentes para atender metas específicas de negócios ou operações. A principal fonte dessas informações valiosas é a própria rede, com um tráfego constante de inúmeros bytes. Nesse caso, os dados podem vir de várias fontes, incluindo telemetria, elementos físicos e virtuais de rede, OSS (incluindo informações de clientes e acompanhamento de chamados), aplicativos de gerenciamento de domínio e várias outras.

Por conta dos grandes volumes de dados a serem tratados, a efetividade de uma solução de analytics está em sua habilidade de processar esses dados na velocidade necessária, além de assimilá-los e classificá-los de forma significativa. O reconhecimento de padrões e a classificação e agrupamento de dados são feitos por meio de machine learning, uma técnica implantada como algoritimo. Em comparação com o processo tradicional, que envolve a coleta manual de dados (geralmente armazenados em planilhas) e a análise que exige uma quantidade considerável de tempo e esforço humano, as técnicas de machine learning têm como base a energia computacional, já bastante acessível e que pode ser implantada em larga escala.

Basicamente, os métodos de big data analytics podem ser classificados em três categorias:

- Descritivo: interpreta dados históricos a fim de determinar "o que aconteceu";
- Previsível: encontra resultados que preveem "o que pode acontecer" no futuro com base em padrões históricos, às vezes combinados a dados externos;
- Prescritivo: prevê diferentes resultados para um cenário com base nas ações tomadas. A ideia é mostrar como um conjunto diferente de ações irá afetar a situação e indicar ao usuário a melhor opção possível.

Para o operador de rede, uma solução eficiente de analytics deve incluir algoritmos e técnicas avançadas e aplicar machine learning permitindo que aplicativos de analytics abordem uma ampla gama de iniciativas comerciais e operacionais. Alguns exemplos da aplicação de analytics incluem garantia de rede ou de serviço, segurança de rede, além de gestão de tráfego e planejamento de capacidade.

Exemplo de uso de Advanced Analytics: planejamento de capacidade

Outro caso de uso cada vez mais importante e atraente na América Latina é a aplicação de big data analytics para entender a utilização atual da capacidade de uma rede e prever gargalos potenciais com base em padrões e tendências de tráfego, permitindo que os operadores façam um planejamento melhor e mais proativo dos upgrades de capacidade. Além disso, em caso de erro, esse tipo de aplicação pode ajudá-los a entender em tempo real quais são os pontos mais fracos e sensíveis de suas redes.

No mais, a combinação de hardware programável com aplicações de software avançadas permite aos operadores medir seus sistemas óticos e de fibras em tempo real a fim de antecipar e tomar decisões inteligentes para superar limitações físicas como, por exemplo, em casos de fibra degradada.

Em conjunto, esses casos nos mostram como os operadores podem garantir a saúde de suas redes por meio da análise preditiva e machine learning, assegurando o melhor desempenho e tornando-as mais capazes de atender o acordo de nível de serviço – ANS/SLA.

À medida que as redes se tornam mais complexas e dinâmicas, os operadores não devem apenas preparar seus sistemas para o crescimento, mas ajustá-los em tempo real para atender a demandas de tráfego repentinas e muitas vezes imprevisíveis. O tempo em que a análise de redes óticas era feita por meio de planilhas – uma abordagem para gerenciar recursos e serviços de rede estática, que demanda muita mão-de-obra e propensa a erros – já ficou para trás e modelos cada vez mais analíticos e automatizados, capazes de identificar tendências e abordar problemas potenciais antes que ocorram são uma nova realidade. Os recursos de advanced software analytics terão um papel central ao permitir aos operadores uma atuação eficiente em quase todos os aspectos de suas operações comerciais, ao mesmo tempo em que aperfeiçoam as experiências e o engajamento dos clientes.

*Por Hector Silva, diretor de tecnologia da Ciena para a América Latina

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Como se conectar a ecossistemas digitais

eduardo_carvalho_equinix.jpg*Por Eduardo Carvalho
31/10/2017 - À medida que a ruptura digital torna-se mais disseminada, as organizações têm que acompanhar o ritmo das novas tecnologias e modelos de negócios para sobreviver. Para permanecerem viáveis para os clientes, as empresas estão fazendo tudo o que podem para proporcionar uma experiência ideal ao usuário — aquela que mantém as interações que são imediatas e eminentemente práticas, envolve o usuário e incentiva mais encontros com a marca. Para alcançar esse estado desejado, que está se tornando rapidamente obrigatório na economia digital, as empresas precisam entrelaçar os processos de negócios, não só internamente, mas também externamente, com parceiros e clientes. O resultado é uma transformação da cadeia de valor, de uma forte integração vertical e proprietária a acordos de oportunidade que transcendem regiões geográficas e fusos horários.

Os negócios que puderem alavancar esses ecossistemas digitais emergentes irão prosperar. Se eles fizerem isso de forma correta, também irão se beneficiar de modelos de negócios totalmente novos e dinâmicos por meio da interconexão B2B direta e segura.

O desafio da interconexão B2B

Atender às expectativas de experiência do usuário está se tornando mais difícil. À medida que elas continuam a subir, os vetores da economia digital lançam uma variedade de pedras no caminho. Um número crescente de usuários, dispositivos, locais e dados, junto com demanda por envolvimento e execução em tempo real, agora são requisitos para o sucesso. Esse nível de performance digital requer conexões B2B entre parceiros, clientes e suporte de serviços de cloud.

Essas conexões têm sido feitas geralmente por meio da internet pública ou de redes MPLS corporativas. Há vários problemas com essa abordagem, entre os quais o risco de segurança. Além disso, trocas de dados relevantes de backhaul para data centers centralizados por meio de redes inerentemente lentas e congestionadas são caras. Também leva muito tempo para configurar conexões entre várias pessoas, locais, clouds e dados. Mais crítico, no entanto, é o fato de que simplesmente adicionar conexões a múltiplas partes não gera escala. Para que os ecossistemas de negócios floresçam, eles precisam estar interconectados — ou seja, conectados em proximidade, de maneira que formem mercados densos em locais geográficos estratégicos. É essa proximidade que permite conexões diretas com as contrapartes que dispensam totalmente a internet pública.

Benefícios de negócios

Os benefícios da interconexão direta e segura dos ecossistemas de negócios digitais são tão infinitos quanto as possibilidades que eles permitem, como aceleração da produtividade por tempo e redução de custos, impulsão da velocidade de cloud, expansão do negócio e maior segurança B2B.

A interconexão oferece a agilidade, a performance e a segurança necessárias para os negócios digitais. Mas talvez ainda mais profundos são os ricos ecossistemas que ela gera. Esses ecossistemas reduzem as barreiras para entrar na ativação de novos mercados e ampliam os benefícios e recursos de negócios para parceiros e clientes, no que equivale a um ciclo virtuoso de feedback. Por exemplo, conforme as trocas de serviços financeiros atingem transações e escala de negócios digitais de velocidades cada vez maiores, com latência ultrabaixa e menor custo, mais empresas de serviços financeiros juntam-se ao ecossistema para inovar e criar novas soluções, atraindo mais clientes, e assim por diante. Também vemos esse tipo de presença em andamento entre os provedores de cloud e outros ecossistemas de setores (por exemplo, cuidados de saúde, mídia e entretenimento, publicidade on-line).

A escolha crescente de parceiros dentro de ecossistemas digitais significa que os agentes podem trocar de parceiros arbitrariamente, aproveitar múltiplos parceiros para dimensionamento ou habilitar cenários de recuperação de desastre. Além disso, em uma economia cada vez mais colaborativa, uma maior interligação capacita os clientes a fazerem mais que apenas consumir conteúdo, também os habilita a produzi-lo e a distribui-lo. Isso é claramente evidenciado por outras empresas de plataforma que também utilizam ecossistemas, como Ubers e Airbnbs do mundo. As oportunidades de crescimento são muitas e são muito consistentes.

* Eduardo Carvalho é presidente da Equinix no Brasil

 

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