Mercado de serviços de TI cresce 6,1%

trends_3.jpg03/10/2019 - O mercado nacional de serviços de TI cresceu 6,1% no primeiro semestre de 2019 na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo o estudo IDC Semiannual Services Tracker 2019H1 da IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e de conferências para indústrias de Tecnologia de Informação e Comunicações. Entre as demandas que influenciaram este resultado destacaram-se as migrações de workloads (cargas de trabalho) para a nuvem, os serviços de suporte e consultoria para adoção de tecnologias como Inteligência Artificial e Big Data & Analytics e os serviços dos Cloud Providers (provedores de nuvem), que fornecem infraestrutura, plataformas e/ou softwares por meio de rede.

A área que mais se destacou no mercado de serviços de TI no primeiro semestre de 2019 foi a de Managed Services ou serviços gerenciados, uma tendência prevista pela IDC no início de 2019 para alcançar uma TI flexível no ponto de vista, não só de operação, mas de custo.

No período, os destaques foram o segmento das médias empresas, que se tornou alvo de grandes provedores de serviços com ofertas mais estruturadas, e o mercado financeiro, que registrou importantes movimentações dos bancos tradicionais, fintechs e bancos digitais. “Os investimentos feitos pelas empresas do mercado financeiro, por exemplo, são benéficos para o cliente, que tem sua experiência de usuário mais ágil e fluida, e para o mercado como um todo, promovendo a competição e busca por excelência”, explica Luiz Monteiro, analista de pesquisa e consultoria em serviços de TI da IDC Brasil.

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Inteligência artificial contra fraudes em publicidade digital

clique_falso_2.jpg02/10/2019 - O aumento do peso do marketing digital dentro do budget publicitário de grandes empresas traz junto à esperança de um retorno de investimento mais elevado. No entanto, a crescente indústria de fraudes em anúncios na web - que deve causar prejuízos de US$ 42 bilhões neste ano, de acordo com a Juniper Research -, coloca isso em cheque. Para mitigar esse problema, a martech israelense ClickCease aposta em inteligência no bloqueio de cliques falsos.

Para fazer isso, a empresa emprega algoritmos proprietários que estabelecem padrões de navegação com o objetivo de identificar quando a fonte de tráfego é inautêntico. Isso significa, por exemplo, notar acessos repetitivos de um mesmo endereço, ou cruzar referências casos que aconteceram a outros clientes e bloquear fontes reincidentes em cliques falsos.

“A tecnologia é baseada em machine learning, então está se sempre se auto aprimorando para detectar e bloquear com mais eficiência fraudes em publicidade digital”, explica Michel Primo, da ClickCease. De acordo com uma estimativa do grupo, até 20% dos cliques são falsos.

Para descobrir se a sua empresa sofre com o problema, a martech oferece um período de testes gratuitos da ferramenta. No modelo padrão, que faz o bloqueio automático de fontes de acesso inautênticas além de análise de conversão dos anúncios, é possível utilizar o produto por até 14 dias sem pagar nada.

Entenda as fraudes na publicidade digital

Em geral agrupadas sob diversos guarda-chuvas, as fraudes em marketing digital seguem dois principais caminhos: cliques falsos em banners e links patrocinados que consomem orçamento dos anunciantes sem entregar público qualificado em troca ou páginas maliciosas que escondem no seu código métodos para os anúncios sejam acessados sem, no entanto, exibi-los para ninguém.

Há diversas formas de levar a cabo esses golpes, desde as mais sofisticados, com bots programados para clicar de forma ininterrupta em anúncios, até fazendas de clique onde diversas pessoas são contratadas para fazer o mesmo, e mesmo disputas comerciais onde um concorrente acessa anúncios de outro de forma a prejudicá-lo.

Independentemente do caminho, o resultado é sempre o mesmo: prejuízo para quem investiu na publicidade digital. “Estimamos que as fraudes do tipo têm crescido 50% ano a ano”, afirma Primo. “Para quem quer ou precisa continuar a aproveitar os benefícios de anúncios na web, é indispensável encontrar uma maneira de lidar com o problema.”

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A inteligência e a transformação digital

marcelo_coletta_dynatrace.jpg*Por Marcelo Coletta
27/09/2019 - Quem trabalha com tecnologia certamente já teve a impressão de que as coisas estão mudando cada vez mais rapidamente. Para 80% dos mais de 1.200 profissionais e executivos que participaram do Perform Brasil 2018, o maior evento de Performance Digital do País, a realidade é exatamente essa. Eles se veem diariamente em contato com ações de transformação digital em seus negócios. Mas o que este movimento significa para as empresas?

A primeira consequência é o surgimento de ambientes mais dinâmicos e difíceis de controlar. Afinal de contas, ao mesmo tempo em que a transformação digital representa novas oportunidades de negócios, as inovações também estão acrescentando uma série de desafios dentro das operações, obrigando as empresas a gerenciarem e entenderem de um ambiente sempre em mudança e cada vez mais abrangente.
Não por acaso, levantamentos do Gartner indicam que as maiores companhias globais estão em um processo contínuo de transformação de suas estruturas e sistemas de TI. O ponto em questão, no entanto, é que a implantação de novas tecnologias transforma as estruturas das empresas em ambientes extremamente complexos, que precisam de ferramentas para completo monitoramento e gestão automática de performance de todas as aplicações.

Vale ressaltar que esse cenário é especialmente importante com a ascensão da Computação em Nuvem. Na pesquisa realizada durante o Perform Brasil, observamos que mais de 65% dos líderes de TI têm planos para ampliar seus investimentos em soluções baseadas em Cloud Computing em curto e médio prazo. O que essas companhias buscam, em resumo, é a maior agilidade e economia gerada por ambientes mais flexíveis e móveis. Diferente de uma estrutura local tradicional, que depende de investimento em equipamentos, espaço e manutenção, os servidores em Nuvem de fato têm se mostrado como uma oportunidade que agrega maior capacidade de expansão e disponibilidade de acesso às companhias – mesmo estando fisicamente fora do escritório.

As aplicações em Nuvem não são o único ponto que merece atenção nesse cenário. À medida que as ações digitais amadureçam dentro das empresas, é esperado que a demanda por soluções inteligentes também cresça substancialmente. A Inteligência Artificial (IA), por exemplo, deverá ser cada vez mais presente com o avanço das redes conectadas, com a Internet das Coisas (IoT), e a ascensão de novas formas de relacionamento com clientes, em ofertas baseadas em chatbots e assistentes virtuais.

Os líderes de TI estão diante de um cenário novo, no qual saber como lidar com maiores volumes de dados e com a necessidade de encontrar mecanismos para o gerenciamento inteligente de seus ecossistemas é imprescindível. Isso quer dizer controlar um ambiente em expansão contínua e a necessidade de se adotar recursos que garantam a capacidade de prever, mapear e identificar a causa raiz dos problemas, preferencialmente antecipando possíveis falhas ou imprevistos na rede.

No momento atual, totalmente hiperconectado e basicamente todo baseado em Nuvem, as velhas concepções e planos de monitoramento e gestão estão perdendo espaço e eficiência prática. Quanto mais as organizações reforçam seus ambientes de TI com novas tecnologias e serviços, maior será o desafio de organizar, escalonar e extrair o real valor das soluções e dados de forma completa e integrada.
Isso porque a ascensão das ferramentas digitais tem provocado um grande deslocamento e descentralização das informações, aumentando a complexidade para o gerenciamento das redes e infraestruturas de TI nas organizações. Com os dados mais dispersos e espalhados em diferentes espaços e formatos, manter a conformidade e a unidade dos registros se torna um ponto importante e especialmente desafiador para todas as empresas.

Para gerar melhores resultados, as empresas precisam entender a fundo as opções entregues por cada uma das novas plataformas de TI e, mais do que isso, contar com soluções que permitam obter a melhor maneira de integrar e tornar essas inovações realmente assertivas, do ponto de vista de retorno do investimento.

Inovar por inovar não é a solução efetiva para nenhum negócio. As opções são apresentadas pelo mercado, mas são as empresas que precisam avaliar quais são as inovações verdadeiramente indicadas e como esses recursos poderão agregar maior destaque e eficiência a suas operações. As cartas estão na mesa, ou em alguma Nuvem, mas é essencial que os líderes e especialistas trabalhem para conseguir entender todas as possibilidades, usando a tecnologia como um aliado real dos negócios.

*Marcelo Coletta é Sales Engineering Leader da Dynatrace

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Quando a inteligência artificial pode salvar vidas

aiquimist.jpg26/09/2019 - Brasileiros estão por trás de startup nova-iorquina que desenvolveu algoritmo que, conectado a imagens de câmeras de segurança, é capaz de identificar armas de fogo e emitir alertas em tempo real

Imagine uma tecnologia que, conectada a câmeras de segurança, consiga detectar em tempo real o porte de armas de fogo, emitindo alertas imediatos - para polícia e todo tipo de usuário - sobre local e tipo de armamento. O programador brasileiro Nicholas Guimarães, de apenas 22 anos, não só imaginou como desenvolveu um algoritmo de inteligência artificial capaz dessa proeza: chamada de AllSeenEye, a tecnologia pode minimizar e até evitar o risco de perda de vidas em episódios criminosos e terroristas.

Nicholas é o principal nome à frente da startup Aiquimist – o nome referencia a fonética do substantivo Alchemy (alquimia, em inglês) e faz trocadilho com a sigla A.I. (artificial intelligence). A empresa foi fundada em Nova York, por Nicholas Guimaraes, Marcello Guimarães, 52 anos, e Eduardo Guimarães, 51, respectivamente tio e pai do jovem prodígio, com o objetivo de desenvolver soluções usando inteligência artificial em diversas as áreas. Começou desenvolvendo sistemas inteligentes para a produção agrícola – Marcello e Eduardo são sócios-diretores da Mahogany Roraima, que nasceu já na posição da quarta maior produtora de mogno africano do mundo.

A Aiquimist deu uma pausa no desenvolvimento de um sistema para detectar doenças no mogno, graças à ideia de Nicholas de focar na área de segurança. Ele a teve após conhecer sistemas de reconhecimento facial desenvolvidos por chineses, israelenses e russos e avaliar que podem ser "enganados" apenas com o uso de óculos e boné por quem não quer ser reconhecido. "Sempre que acontece algum ato que coloca as pessoas em risco tem uma arma de fogo envolvida. Por que não desenvolver um algoritmo de reconhecimento de armas?", questionou, antes de colocar "cérebros à obra".

O jovem é o responsável pelo desenvolvimento e treinamento da rede neural capaz de identificar armas de fogo curtas ou longas (pistola, revólver, fuzis) a partir de filmagens de câmeras de segurança. Segundo Nicholas, a ideia inicial é que a tecnologia do AllSeenEye seja utilizada por governos, em escolas, aeroportos, estações de trem e ônibus ou no trânsito, por exemplo. Mas empresas privadas, como agências bancárias, estádios e shoppings, também podem se beneficiar dele. "Esse projeto de armas é 100% pra proteger pessoas", define o jovem.

A ferramenta é capaz, por exemplo, de, em caso de ataque sendo transmitido ao vivo pela internet [como o ocorrido a duas mesquitas na Nova Zelândia, em março deste ano], emitir um aviso para as redes sociais, para que interrompam a transmissão imediatamente. As redes também poderiam emitir alertas nas proximidades do ataque, para que as pessoas se afastassem do perigo.

"Em qualquer hipótese, não é uma ferramenta para caçar ninguém. É para detectar e permitir que se protejam vidas a partir de uma verificação sistemática. Ela não dorme e não para", destaca Eduardo Guimarães, referindo-se ao fato de que o sistema garantiria uma verificação constante, dispensando a atenção humana sobre numerosas câmeras de um mesmo sistema, nas 24 horas do dia.

Revolucionários

Simular uma inteligência semelhante à humana por meio de mecanismos ou softwares é a base da inteligência artificial, apontada por futurólogos e cientistas como a grande aposta de todos os mercados para um futuro muito próximo.

Os irmãos Guimarães previram isso há muito tempo, por isso começaram a pesquisar e a trabalhar com isso em 1992, tendo desenvolvido desde então alguns programas revolucionários. Nicholas cresceu dentro desse universo e revelou desde cedo que seguiria os passos do pai e do tio. Com apenas 10 anos de idade, por exemplo, foi retratado em reportagem do programa dominical "Fantástico", da Globo, como a criança que hackeava telefones dos colegas usando bluetooth.

O jovem logo descobriu que teria de ser um auto-didata para trabalhar com inteligência artificial, pois não há faculdade específica sobre esse tipo de programação. "Hoje a internet, graças a Deus, é quase que uma universidade. Muito do que eu aprendo é pela rede. Muitos cursos são oferecidos por grandes universidades, como o MIT [Instituto de Tecnologia de Massachusetts, onde ele fez um curso de Matemática] e Stanford", conta o jovem.

No site oficial da startup (aiquimist.com/) também podem ser conferidos outros projetos em desenvolvimento, como o AllSeenEye SmartGlass, um óculos que permite a identificação de criminosos e suspeitos fichados por reconhecimento facial. Já o AllSeenEye Patrimony poderá identificar armas, pessoas procuradas e veículos fichados e emitir alertas via SMS ou aplicativos.

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Venda de celular registra alta, diz IDC Brasil

idc_renato-meireles.jpg26/09/2019 – Chegada de sistema operacional aos aparelhos mais simples, os feature phones, alavancou crescimento de 34% e surpreendeu o mercado

Os meses de abril, maio e junho de 2019 foram atípicos para o mercado brasileiro de celulares. É o que revela o IDC Brazil Mobile Phone Tracker Q2/2019, estudo da IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. No período, foram vendidos 852 mil unidades de feature phones, os celulares mais simples do mercado, crescimento de 34% em relação ao segundo trimestre de 2018, movimento que não acontecia desde o terceiro trimestre de 2016, quando o cenário econômico fez o consumidor buscar celulares mais baratos e registrou aumento de 48%. O mercado de smartphones também registrou alta de 6,2%, com 12,1 milhões de unidades vendidas, superando as previsões que indicavam queda de 6%.

Segundo Renato Meireles (foto), analista de Mobile Phones & Devices da IDC Brasil, o surpreendente resultado das vendas de feature phones foi impulsionado pela entrada de um novo sistema operacional para a categoria, o KaiOS. O KaiOS deixou os feature phones inteligentes e passou a atender o consumidor que prefere modelos mais simples e fáceis de usar, mas que também quer usar os aplicativos que já fazem parte da rotina do brasileiro. Com as inovações, o preço do celular aumentou 4% e passou a custar, em média, R$ 132. A receita também cresceu e no segundo trimestre de 2019 foi de R$ 112, 7 milhões, 39,3% maior que no mesmo período do ano passado.

Já o aumento no segmento de smartphones aconteceu pela renovação do portfólio de algumas fabricantes. “O consumidor encontrou aparelhos com recursos novos, especificações bem diferenciadas e atributos muito esperados nos últimos meses”, informa o analista da IDC Brasil.

Ele lembra que a entrada de novas fabricantes no País também marcou o período. O preço médio ficou em torno de R$ 1.252, o que resultou em um faturamento de R$ 15,1 bilhão, 15,6% a mais do que o segundo trimestre de 2018.

Para o terceiro trimestre deste ano, a previsão da IDC Brasil para o mercado de feature phones é de alta de 31,4%. Os smartphones, pelo contrário, deverão ter queda de 1%, devido ao alto estoque nos canais.  Segundo Meireles   as fabricantes deverão ofertar smartphones com preços mais baixos – no segundo trimestre o preço médio subiu 8,9% - e o varejo deve fazer promoções para estimular o consumo e baixar os estoques.

Com os resultados do estudo, a IDC Brasil reviu suas expectativas para 2019, e a previsão para o mercado de feature phones passou de um crescimento de apenas 0,4% para 26,1%, com 3,2 milhões de celulares vendidos. Já o mercado de smartphones deve fechar o ano com vendas de 45 milhões de aparelhos, queda de 1,3%, pouco melhor do que o saldo negativo de 2,4% inicialmente projetado.

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Embrapa lança hackathon para aquicultura

embrapa_hackaton.jpg24/09/2019 - Objetivo é incentivar universitários a pensar em inovações para setor

A Embrapa Pesca e Aquicultura (Palmas-TO) lançou o Hackathon Inove Aqua, que visa incentivar estudantes ou recém-formados a desenvolverem soluções para os desafios da aquicultura. A disputa vai ocorrer na próxima edição da Feira Agropecuária do Tocantins – Agrotins, que ocorrerá em maio do ano que vem, em Palmas. Até lá, os estudantes terão a oportunidade de conhecer mais sobre aquicultura e os principais problemas da cadeia produtiva.

Podem participar não apenas universitários de tecnologia da informação, mas também de engenharia e outras áreas, assim como estudantes de ensino médio técnico, que deverão formar times de três a oito participantes. No dia do evento, eles vão participar de uma maratona de 32 horas para desenvolver sua ideia de inovação.

Serão premiadas as melhores soluções, que serão julgadas conforme os critérios de aplicabilidade, criatividade, inovação e usabilidade. "O júri será formado por pesquisadores da Embrapa e representantes do setor produtivo. O time que tirar primeiro lugar vai ganhar R$ 5 mil, além de passagem, hospedagem e inscrição para um evento de tecnologia nacional", detalha a pesquisadora da área de Transferência de Tecnologia, Hellen Kato. "Também haverá premiação para o segundo e terceiro colocados", completa.

'Competição para inovação'

Foram escolhidos seis problemas da cadeia aquícola para que os competidores desenvolvam inovações: retirada da espinha em "Y" do tambaqui; levantamento da demanda de mercado interno no tocante às espécies brasileiras; alimentação automática; controle de qualidade da água nas áreas de cultivo; soluções em biometria, estimativas de biomassa e fornecimento de ração, além de soluções de segurança, antirroubo nos centros de cultivo.

"A ideia é que sejam desenvolvidos não apenas softwares ou aplicativos. Pode ser equipamentos também. Até uma faca diferente para tirar a espinha em Y é válida", explica Hellen. "Não é um concurso de software, é uma competição para inovação", ressalta.

Visando introduzir os participantes no mundo da aquicultura, serão oferecidas várias oficinas onde serão apresentadas informações básicas sobre o tema. A primeira, sobre princípios para produção sustentável de peixes, acontecerá no dia 25 de outubro, no auditório da Embrapa Pesca e Aquicultura, com carga horária de oito horas. O treinamento é gratuito e os concorrentes do hackathon não são obrigados a participar. "Como estamos prevendo a participação de estudantes de todo o Brasil, talvez seja difícil para eles ficarem viajando a Tocantins para participar desses treinamentos. Assim, estamos vendo a possibilidade de transmitirmos o curso pela internet", destaca a pesquisadora.

O Hackathon Inove Aqua é realizado pela Embrapa, financiado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA); Secretaria de Aquicultura e Pesca SAP/MAPA; Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) – Funtec; Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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