Internet das Empresas: o poder invisível dos dados

orange_helmut_reisinger.jpg*Por Helmut Reisinger
29/07/2019 - Na economia digital de hoje, os dados são um bem valioso, pois possibilitam oferecer serviços superiores ao cliente e trazem vantagem competitiva

As empresas estão produzindo mais e mais dados. De acordo com a IDC, 175 zettabytes de informações serão geradas anualmente até 2025. Isso é dez vezes mais do que os 16,1 zettabytes gerados em 2016 e cinco vezes mais do que o produzido em 2018. A empresa de análise prevê que as organizações criarão quase 60% desses novos dados.

Essa esfera de dados é notável não apenas por seu tamanho, mas também por sua natureza e complexidade dinâmicas, ajudando a direcionar nosso mundo físico, desde as fábricas inteligentes até carros autônomos e cidades inteligentes. Com o crescimento da IoT, a IDC prevê que mais de 150 bilhões de dispositivos estarão conectados em todo o mundo até 2025, sendo que 30% destes dados serão consumidos em tempo real.

Isso anuncia o início da terceira onda da Internet, o que chamo de era da "Internet das Empresas", na qual objetos e fluxos de trabalho conectados estão sendo adotados em grande escala.

Na Internet das Empresas, os dados devem ser compartilhados com seus ecossistemas de negócios estendidos para oferecer maior valor aos clientes. Isso se aplica a todos os setores, seja ele de manufatura, de petróleo e gás ou de varejo, por exemplo.

Gerenciamento de dados

Por sua própria natureza, a Internet das Empresas produz enormes quantidades de dados, e é aí que estão os maiores desafios. Como você pode gerenciar, armazenar, analisar e compartilhar esses dados de maneira segura? Aqui estão algumas considerações importantes:

Primeiro, os dados devem ser gerenciados em tempo real pelos ecossistemas de negócios que os suportam. Isso se aplica especialmente quando necessário para a continuidade de linhas de produção inteligentes e redes de transporte, por exemplo.

Segundo, alguns dados precisam ser armazenados ao longo do tempo para que possam ser referenciados com outras variáveis ou comparados no futuro. Por exemplo, dados médicos, como de um exame de ressonância magnética, podem ser comparados ao longo do tempo para um único paciente ou para pacientes diferentes usando sistemas de IA de autoaprendizagem.

Por fim, esses dados devem ser analisados e protegidos com precisão, garantindo a conformidade com requisitos e leis, governança de dados, privacidade e soberania de dados.
A Internet das Empresas não se trata de apenas conectar pessoas. Trata-se também de conectar pessoas a objetos e, por sua vez, objetos a processos de negócios, mesmo aqueles que se estendem para fora do perímetro da empresa, e, também, à infraestrutura tecnológica.

É preciso ter o cuidado com cada passo da jornada de dados da empresa, isso pode ser feito com o uso de tecnologias como SD-LAN, SDx, AIOps, multi-clouds, inteligência artificial e chat bots.

O futuro são os dados

Os dados estão no epicentro do fornecimento de produtos e serviços mais integrados e intuitivos aos clientes. O uso de dados no nível corporativo está passando por um ciclo de desenvolvimento sólido. Muitas empresas ainda não perceberam seu valor. Uma estratégia sólida de gerenciamento de dados e capitalização é essencial para qualquer empresa que busque maximizar oportunidades no mundo altamente conectado da Internet das Empresas.

*Helmut Reisinger é CEO da Orange Business Services

Comentário (0) Hits: 1097

Políticas públicas para cidades inteligentes

smart_cities.jpg*Por Luiz Augusto Pereira de Almeida
26/07/2019 - É preocupante constatar que o recente estudo Cities in Motion Index (Cimi) – 2019, da Escola de Negócios da Universidade de Navarra, na Espanha, tenha apontado que os municípios brasileiros estejam muito distantes do conceito de cidades inteligentes. De acordo com o levantamento, Rio de Janeiro, a mais bem colocada de nosso país, está em 128º lugar, atrás das vizinhas Santiago, no Chile (66º), Buenos Aires, na Argentina (77º), e Montevidéu, no Uruguai (92º). Londres é a líder mundial.

Cabe refletir por que o Brasil encontra dificuldades de se enquadrar nesse parâmetro contemporâneo de urbanismo. Fica claro que precisamos rever numerosas questões internas e políticas públicas, pois o marco de cidade inteligente não é mera grife e tampouco se caracteriza por meras iniciativas tecnológicas isoladas. Trata-se de uma referência de qualidade da vida, bem-estar e desenvolvimento. Para evoluirmos nesse conceito, precisamos contemplar o planejamento urbano e a gestão dos municípios, de modo que atendam, de modo integrado, a requisitos básicos de saúde, educação, transporte, meio ambiente, habitação e segurança. Pouco ajuda estarmos, de um lado, entre as nações com o maior número de startups e, de outro, batermos recordes de homicídios.

Além das dificuldades de gestão e zeladoria municipais, para que haja cidades inteligentes no Brasil é necessário solucionar aspectos fundamentais para seu advento. Como podemos, por exemplo, criar polos tecnológicos, se demoramos quase uma década para aprovar e licenciar novos projetos de desenvolvimento urbano? Como melhorar a mobilidade urbana, se, depois de 20 anos em obras, o rodoanel em São Paulo ainda não foi finalizado. Inteligência e burocracia são palavras antônimas.

Cidades são espaços de problemas, desafios e oportunidades e abrigam a maioria da população mundial. Além disso, são altamente poluidoras e geradoras de conflitos de desigualdade e exclusão social. As previsões indicam que as 600 maiores do mundo gerarão 60% do PIB global em 2025 (Mackinsey/2011). Assim, imperativos demográficos, econômicos, sociais e ambientais tornam premente a aposta em novos modelos de desenvolvimento urbano.

Infelizmente, nos últimos 20 anos, as políticas públicas brasileiras com foco no desenvolvimento urbano não têm contribuído para a criação de modelos de cidades inteligentes, nas quais as liberdades econômica, criativa e empreendedora devem ser priorizadas e incentivadas. Na contramão dessas tendências, criou-se no País um intrincado arcabouço legal, com milhares de normas (só na área ambiental, são mais de 22 mil). Tal emaranhado burocrático-normativo, um pesadelo para quem quer investir, conspira contra o nascimento e a favor da morte de empresas.

Assim, o Brasil vai se distanciando de várias nações onde a liberdade econômica é estimulada. De acordo com o relatório Doing Business 2019, do Banco Mundial, ocupamos a 109ª posição em ambiente de negócios, dentre 190 países. No âmbito dos Brics, somos lanternas. É triste constatar que, na realidade, estamos ficando no final da fila em praticamente tudo.

Pensamos como primeiro mundo. Somos produtores incansáveis de legislação de país desenvolvido, mas, na verdade, somos uma nação subdesenvolvida, com tudo por fazer. Precisamos de investimentos bilionários para subir um pouco nos rankings globais de competitividade. Só para exemplificar, para universalizar os serviços de saneamento básico, são necessários mais de 300 bilhões de reais.

Se não temos recursos para investir, devido à crise fiscal e ao baixo desempenho econômico, é premente uma postura em favor do desenvolvimento, com mais agilidade nas aprovações de empreendimentos, menos obstáculos ao ingresso de capital e soma de forças entre os setores público e privado. Será muito difícil agregar inteligência às cidades, como vem ocorrendo em numerosas nações, quando questões relacionadas ao populismo e/ou à ideologia interferem no planejamento e nas aprovações de projetos urbanísticos adequados, ao mesmo tempo em que respaldam a tolerância com práticas de uso e ocupação do solo conflitantes com a sustentabilidade.

*Luiz Augusto Pereira de Almeida é diretor da Fiabci-Brasil — Federação Internacional Imobiliária e diretor de Marketing da Sobloco Construtora.

Comentário (0) Hits: 1000

Atendimento ao cliente com IA deve crescer 133%

salesforce.jpg23/07/2019 - Segundo o estudo da Salesforce, State of Service 2019, 37% das empresas do País já utilizam a tecnologia de IA para o atendimento aos consumidores

A Inteligência Artificial (IA) é uma das principais tecnologias da Quarta Revolução Industrial. Segundo o State of Service, globalmente, mais da metade das organizações (56%) estão buscando maneiras de usar a IA como uma solução potencial para executar tarefas que normalmente exigiriam interação humana, deixando os atendentes livres para outras funções.

Enquanto a adoção ainda se encontra em estágio inicial no atendimento ao cliente – apenas 24% das organizações utilizam IA –, a projeção de crescimento na área é de 143% nos próximos 18 meses. Entre as empresas brasileiras a tecnologia tem uma estimativa de crescimento em torno dos 133%, no mesmo período. O número está um pouco abaixo da média global (143%), e atrás de países como México (300%), Alemanha (293%), Singapura (267%), França (229%), Reino Unido (177%), Estados Unidos (174%) e Canadá (153%).

Além disso, 37% já utilizam a tecnologia de IA para o atendimento aos consumidores, no Brasil. O País está em quarto lugar, atrás de Índia (46%), Países Nórdicos (36%) e o Japão (33%). Já 42% dos serviços brasileiros tem planos para o uso nos próximos 18 meses, a taxa é a terceira mais alta, atrás apenas de México (50%) e Singapura (49%).

No caso dos Chatbots com IA, 30% das empresas do País usam a ferramenta para contato com os clientes e 41% tem planos para o uso nos próximos 18 meses. A projeção de crescimento dessa tecnologia no Brasil é de 137%, alinhada com os 136% da média global.

“As empresas estão entendendo os benefícios da IA para os negócios, à medida que esta tecnologia está amadurecendo, novas possibilidades surgem e o interesse empresarial aumenta”, comenta Fabio Costa, General Manager da Salesforce para Brasil. “IA vai auxiliar as equipes de atendimento a focarem em problemas mais complexos e no relacionamento com os consumidores”.

Comentário (0) Hits: 1037

Qual é o real impacto da IA na advocacia?

direito.jpg*Por Rodrigo Padilha
22/07/2019 - A cada dia, novas tecnologias e ferramentas são desenvolvidas e aplicadas em diversas áreas do mercado de trabalho. São avanços como a Inteligência Artificial, que visam aumentar a produtividade de setor em que são empregadas e otimizar o trabalho dos seres humanos envolvidos naquela profissão. E na advocacia isso não é diferente.

Conceito que já vem sendo aplicado em países como os Estados Unidos, aos poucos a IA vem ganhando espaço nos escritórios do Brasil, auxiliando os advogados em suas tarefas diárias.

Mas que evoluções e revoluções a Inteligência Artificial trará para a advocacia? Quais as vantagens de empregar esse tipo de tecnologia no dia a dia do escritório? Será que a profissão está em risco?

O foco principal da aplicação da Inteligência Artificial na advocacia é livrar os profissionais de tarefas maçantes e repetitivas, como revisões, análises e pesquisas de documentos, de modo a otimizar seu tempo e deixá-los livres para focar naquilo que realmente importa neste ramo: atender o cliente.

Por meio de ferramentas automatizadas e capazes de aprender sozinhas (conceito conhecido como machine learning), advogados e seus subordinados poderão realizar consultas e pesquisas de informações jurídicas com muito mais eficiência e rapidez.

Um curioso estudo feito recentemente mostrou a diferença que o uso da Inteligência Artificial pode fazer no dia a dia dos escritórios. Uma startup de tecnologia jurídica juntou um grupo com 20 advogados experientes de grandes empresas americanas para testar seus conhecimentos e capacidade de análise contra uma máquina de IA.n O objetivo era simples: examinar os riscos em cinco contratos de confidencialidade diferentes. Para se ter uma ideia da discrepância de rendimento, o advogado mais veloz demorou 100 vezes mais do que a máquina para analisar os documentos. Sem falar que o grupo conseguiu uma precisão de 85% contra 94% da ferramenta.

Sendo assim, mais do que uma simples forma de ganhar tempo, empregar a Inteligência Artificial é, e vai se tornar cada vez mais, uma importante vantagem competitiva no mercado, uma vez que as empresas podem focar seus esforços na manutenção e construção de relacionamentos com o cliente, oferecendo um serviço de melhor qualidade e, assim, obtendo cada vez melhores resultados.

Quais as tendências na advocacia com a Inteligência Artificial?

1. Ferramentas de pesquisa jurídica

Um exemplo bacana do uso da Inteligência Artificial na advocacia são as ferramentas inteligentes de pesquisa. Uma delas é o ROSS, conhecido como o "primeiro advogado de IA do mundo". Desenvolvida nos EUA, a ferramenta já vem auxiliando escritórios americanos em suas pesquisas, fornecendo resultados relevantes e juridicamente embasados em relação ao termo buscado.

Funciona da seguinte maneira: o advogado faz uma pergunta ao ROSS, que vai interpretá-la e buscar em seu banco de dados referências bibliográficas, de legislação e de outros casos, apresentando uma conclusão e uma resposta. O robô ainda monitora novos processos e notifica quaisquer novidades. E o melhor: quanto mais é utilizada, mais a ferramenta aprende e se torna mais precisa.

2. Smart apps

Outro exemplo de IA no setor da advocacia são os chamados smart apps jurídicos. Alguns grandes escritórios estrangeiros já contam com ferramentas que tiram as dúvidas de advogados e clientes em relação a determinado assunto de sua especialidade (como recursos humanos, vendas, entre outros) sem qualquer necessidade de interferência humana.

Esses aplicativos conseguem responder a inúmeras questões legais e, assim como o ROSS, oferecem respostas baseadas na lei e na regulamentação do setor. Além disso, os resultados ficam arquivados para servirem como base para futuros casos e pesquisa.

O foco da Inteligência Artificial na advocacia é maximizar o produtividade do advogado, deixando os seres humanos focados em tarefas que só nós somos capazes de realizar, como aquelas que envolvem análise crítica, criatividade e competências sociais. A IA e suas soluções não vão tirar o emprego de ninguém. Pelo contrário: elas vão ajudar a nos tornarmos ainda melhores profissionais e a melhorar a gestão dos escritórios de advocacia.

Por tudo isso que vimos, é fundamental estarmos sempre por dentro das novidades na área do Direito, sejam elas tecnológicas ou não. Sempre estão surgindo novas ferramentas e metodologias que podem influenciar positivamente no trabalho do advogado, otimizando nossa atuação e facilitando nossa vida.

*Rodrigo Padilha é empreendedor com reconhecimento profissional no Brasil e nos EUA

Comentário (0) Hits: 1206

Como viabilizar as cidades inteligentes?

martin_olsen_vertiv.jpg*Por Martin T. Olsen
18/07/2019 - Temos ouvido falar muito sobre a Internet das Coisas (IoT), o edge computing ou edge da rede, aprendizado de máquina e inteligência artificial (IA). Nem sempre, porém, fica claro que esses avanços estão acontecendo aqui e agora, e não no futuro.

Considere algumas das aplicações no mundo real e que estão mudando o mundo a cada dia: aplicativos móveis interativos de navegação como o Waze e o Google Maps guiam as pessoas em seus trajetos e ajudam a evitar engarrafamentos, buracos e a polícia no caminho. Controladores inteligentes de irrigação que detectam vazamentos de água estão ajudando a reduzir o consumo de água em áreas afetadas por secas. Postes de iluminação inovadores habilitados por TI, e que funcionam como redes de inteligência de dados, estão melhorando a segurança do transporte, do tráfego e dos pedestres.

As redes 5G que começam a surgir, a TI híbrida, os sistemas integrados e o edge computing estão levando os recursos de computação cada vez mais perto dos usuários finais. Essa nova infraestrutura impulsiona uma série de novos modelos de negócios que mudam o mundo de uma forma impactante.

Estes recursos de TI no edge incluem uma infinidade de novos dispositivos móveis (smartphones, tablets, dispositivos que podem ser 'vestidos', dispositivos conectados - todos ainda mais inteligentes; carros e transporte mais inteligentes, etc.). Cada um desses elementos é fundamental para uma iminente onda de cidades inteligentes, em que novas tecnologias farão diferença em áreas como saúde, segurança inteligente, veículos autônomos e outras aplicações. O 4G e o 4G LTE estimularam este cenário digital, mas é o 5G que irá nos elevar a outro nível.

O desafio com o qual a indústria se depara, hoje, é identificar quais os casos de uso que mais podem se beneficiar do 5G.

Trata-se de aplicar uma visão de negócios a esse quadro e determinar que áreas de aplicação têm perfil para dele gerar receitais que possam ser usadas para sustentar futuras implementações.

Após avaliar mais de 100 casos de uso de edge computing presentes ou emergentes, identificamos quatro arquétipos de edge, cada um caracterizado principalmente por seus requisitos de largura de banda e de latência. Estes arquétipos são:

Intenso em Dados - conteúdo de alta definição, realidade virtual e Cidades Inteligentes
Sensível à Latência Máquina-a-Máquina - Segurança Inteligente, Rede Elétrica Inteligente (Smart Grid) e simulações das forças de defesa
Sensível à Latência Humana - realidade aumentada, Varejo Inteligente e Processamento de Linguagem Natural
Crítico para a Vida - saúde digital, carros autônomos e Transporte Inteligente

Seguindo essa investigação, usamos estes arquétipos de edge para avaliar os impactos técnicos e comerciais do 5G em uma variedade de casos de uso de edge. A meta é destacar os casos com o maior potencial para apoiar a implantação precoce da tecnologia 5G.

Os resultados desta pesquisa estão em um novo artigo técnico: Ativando o 5G: Usando os Arquétipos de Edge para Identificar os Casos de Maior Maturidade.

Quase todos os casos de uso de edge computing em última instância se beneficiarão do 5G. Mas nossas pesquisas mostram que já existem casos com um nível de maturidade, um potencial para gerar renda que os tornam adequados para dar suporte às implementações da tecnologia 5G. Esse conhecimento deve ajudar as provedoras de serviços de telefonia a priorizar os lançamentos do 5G e as organizações a se prepararem para as redes 5G.

*Martin T. Olsen é vice-presidente para Edge Computing e Soluções Integradas Globais na Vertiv.

Comentário (0) Hits: 1196

Hi Platform anuncia aquisição da Yourviews

hi_plat_marcos_pugliesi.jpg17/07/2019 - A Hi Platform, plataforma de Relacionamento e Experiência do Consumidor, anuncia a aquisição da Yourviews, companhia que atua na solução de rating e reviews para varejo e lojas do Brasil. Trata-se da segunda aquisição da Hi Platform em menos de um ano – recentemente adquiriu a Samchat – e planeja outras incorporações até 2022, com a expectativa de alcançar um faturamento de R$ 100 milhões, além de cinco mil empresas operando sob sua plataforma nos próximos três anos.

Criada em 2014, a Yourviews pretende atingir a meta de cinquenta milhões de reviews de consumidores sobre produtos e lojas do Brasil, EUA e países da América Latina até 2022. A empresa anuncia que registrou crescimento de 50% ao ano nos últimos três anos, e projeta alcançar o faturamento de R$ 30 milhões, também até esse período.

De acordo com Marcelo Pugliesi, CEO da Hi Platform (foto), a integração dos canais irá unir indicadores de comportamento em uma única plataforma, auxiliando as empresas a pensarem sob a ótica do consumidor "É uma estratégia que vai ao encontro da necessidade das empresas em oferecer uma experiência mais qualificada aos consumidores. Vamos melhorar o relacionamento e a visão das companhias sobre o consumidor, integrando o que acontece no momento da compra e após a compra, algo inédito no mercado atualmente", ressalta.

Segundo levantamento sobre o comportamento do consumidor digital, tendo como base os quatro milhões de consumidores que utilizam a plataforma de reviews, 92% dizem confiar na palavra de outros consumidores que fazem avaliações. O levantamento apontou ainda que 37% dos consumidores afirmam sempre checar as avaliações antes de adquirir um produto.

Comentário (0) Hits: 1142

newsletter buton