Algar Tech inicia sua atuação no inovaBra habitat

inova_bra_algar.jpg13/04/2018 - A ideia é que o ambiente seja usado para estreitar o relacionamento com o ecossistema de inovação, encontros com clientes, prospects e outros parceiros para desenvolvimento de projetos relacionados ao aprimoramento da experiência dos clientes e usuários finais.

Inteligência Artificial, Design de Serviço, Advanced Analytics, IoT e Plataformas Digitais são algumas das frentes escolhidas pela Algar Tech para auxiliar na construção das melhores jornadas dos seus clientes. Além disso, a companhia participará da seleção de startups que compartilharão esse espaço de inovação, bem como fará parte do Conselho do inovaBra habitat.

Mais que um espaço físico, a presença da companhia em um ambiente que estimula a geração de novas ideias em conjunto e onde os projetos serão desenvolvidos por meio de parcerias e utilização de metodologias ágeis, reforça o seu compromisso com o desenvolvimento dos mercados de gestão de relacionamento com clientes e ambiente de tecnologia e a imersão na transformação digital dos seus clientes.

"Estamos muito otimistas com essa novidade", afirma Marco Aurélio Matos, CDO da Algar Tech. "É uma grande oportunidade de ampliarmos nosso ecossistema de inovação com criação de soluções disruptivas que vão aprimorar e até mesmo transformar nosso portfólio de ofertas, para atender nossos clientes nesta jornada de transformação digital", acrescenta o executivo.

Recentemente, a Algar Tech lançou metodologias ágeis e próprias de inovação e transformação digital, que facilitam o entendimento do negócio dos clientes e a aplicação de modelos de negócio sob medida, com foco em resultados. "Somos percursores em transformação digital nas soluções de atendimento com foco em eficiência e na melhor experiência do consumidor e usuários de tecnologia. Iniciativas desenvolvidas a partir da nossa atuação com os habitantes do inovaBra nos ajudarão a manter esse protagonismo", enfatiza Matos.

A Algar Tech investe em inovação incremental, colaborativa e disruptiva para fortalecer a jornada de transformação digital dos negócios. Em seu Innovation Lab em Uberlândia (MG) são realizadas várias atividades como palestras, workshops, apresentações de cases, oficinas de metodologias ágeis, maratona de programação (hackathon), projetos de cocriação, práticas de mercado e soluções/tendências em tecnologia, engajando associados (como são tratados seus funcionários), clientes e parceiros.

Sobre o inovaBra habitat

Inaugurado em fevereiro, o inovaBra habitat é o ambiente de co-inovação do Bradesco dedicado à geração de negócios de alto impacto baseados em tecnologias digitais disruptivas, como Blockchain, Big Data e Algoritmos, Internet das Coisas, Inteligência Artificial, Open API e Plataformas Digitais. O espaço, localizado estrategicamente em um dos polos culturais de São Paulo, reúne empresas, startups, investidores, mentores e empreendedores para gerar novos negócios e buscar soluções inovadoras com base no networking e na colaboração.

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Inteligência Artificial na indústria de telecomunicações

sas_luiz_riscado 1.jpg*Por Luiz Riscado
12/04/2018 - Quem participou do Mobile World Congress este ano, em Barcelona, certamente voltou para casa com importantes reflexões. O congresso foi cenário de um debate amplo sobre as forças que transformarão o ecossistema de telecomunicações no futuro próximo e que serão responsáveis por gerar as maiores oportunidades e ameaças para essa indústria.

Alguns temas já estavam no radar do setor, como a quarta revolução industrial e o potencial do 5G. Mas o centro das atenções deste ano, sem dúvida, foi a inteligência artificial – e as possibilidades que ela proporciona uma vez conectada às redes de telecomunicações.

A constatação geral é simples: agregar inteligência à montanha de dados gerados diariamente por uma operadora será um fator crucial para seu sucesso e para garantir o retorno dos grandes investimentos necessários para a expansão do 5G.

Telecom em três momentos

Nas últimas edições do MWC, foi possível observar três grandes ondas de evolução no diagnóstico sobre o que definirá o sucesso ou o fracasso do setor nos próximos anos. Foram elas:

1 – Desenvolvimento tecnológico e velocidade de transmissão: No início desta década, cerca de 70% da agenda do congresso era dedicada a apresentar os avanços em redes, transporte e acesso. O lançamento e os primeiros anos da rede 3G marcaram esse estágio. A convicção era de que o desenvolvimento da infraestrutura, com velocidades de transmissão cada vez maiores a custos reduzidos seriam os elementos-chave da indústria.

2 – Rentabilização de redes: Em um segundo momento, com a queda das receitas de voz e a comoditização da oferta de dados, o caminho parecia ser o desenvolvimento de formas criativas e eficientes para rentabilizar as redes, com um esforço especial em conhecer e acompanhar a jornada e a experiência dos clientes. Assim, os debates no Mobile World Congress eram divididos entre tecnologia de redes e aplicações, serviços e formas de monetização. O Analytics também entrou em pauta como o caminho para o sucesso da indústria, em paralelo ao lançamento e consolidação do 4G;

3 – 5G e IoT - Com o 5G cada vez mais em alta, a estimativa é de que, até 2025, 1,2 bilhão de usuários tenham acesso a esse serviço. Entre os assuntos relevantes para a indústria, apenas 30% dos temas tratam de tecnologias de rede. O restante reúne discussões sobre geração de receita e serviços de valor agregado, tais como Internet das Coisas, realidade aumentada, carros autônomos, cidades inteligentes, entre outros. Evidente que a inteligência analítica é o combustível para alimentar as decisões ligadas a todos esses temas.

O que esperar do futuro

Quem já atua desenvolvendo e aperfeiçoando técnicas de Inteligência Artificial em suas soluções, terá vantagem no desafio de tornar a conectividade das redes e dos serviços de telecom cada vez mais inteligentes. A Inteligência Artificial e o Machine Learning são elementos evolutivos em relação à jornada de implementação de plataforma analítica que as operadoras brasileiras estão usando nos últimos cinco anos.

Quanto à Inteligência Artificial, boa parte da energia dedicada a ela está empregada na camada de interação com as máquinas. E todos os dispositivos envolvidos nas redes de telecom tendem a ter as capacidades desse tipo de inteligência como tecnologia embarcada.

Para uma empresa de telecom, o verdadeiro valor da Inteligência Artificial se traduz em gerar receita para o negócio, além de ajudar na redução dos custos operacionais. Isso é possível ao se aplicar os ciclos analíticos que permitem a uma operadora automatizar seus processos orientados a dados.

Os requisitos para o sucesso em Inteligência Artificial - ganho de escala e self-service analytics, por exemplo - serão uma realidade em pouco tempo, com custos cada vez menores. Isso é o que chamamos de Advanced Analytics.

Há muito trabalho a ser feito e a essência disso é a estruturação dos processos para automação do ciclo analítico. Para as empresas já envolvidas com a chamada “terceira onda”, quanto antes elas adotarem a conectividade inteligente em sua oferta de serviços, maior será seu diferencial competitivo.

* Luiz Riscado é diretor comercial do SAS Brasil

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Como a IoT pode ajudar nos desafios das cidades?

iot.jpg*Por Gabriel Dias
11/04/2018 - Atualmente, mais da metade da população mundial reside em áreas urbanas, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU). A perspectiva é que até 2050, mais de 70% se concentre nas cidades, sendo que a média do crescimento anual dos moradores dessas regiões é de 1,8%. Diante desse panorama, é fácil compreender porque temas como mobilidade, saúde, energia e água são tão emergenciais para as políticas públicas, já que o aumento populacional traz necessidades, tanto na adequação da infraestrutura quanto na prestação de serviços.

Em resposta ao número de desafios apresentados, a Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês), se consolida como uma grande catalizadora para a promoção de serviços melhores, assertivos, inteligentes e eficazes aos municípios, auxiliando no aprimoramento da qualidade de vida dos cidadãos e proporcionando facilidades à gestão administrativa e aos processos operacionais, principalmente nas grandes metrópoles.

No Brasil, a aplicação de soluções IoT voltadas para a criação de uma cidade inteligente já está em andamento. O Smart City Laguna, projeto que está em construção, ficará em São Gonçalo do Amarante, no Ceará, e a expectativa é alta para o impacto que seu desenvolvimento poderá ter na sociedade.

Confira algumas das demandas que as soluções com Internet das Coisas podem suprir!

Energia

A IoT pode ser utilizada para auxiliar o monitoramento de instalações elétricas, por exemplo, com tecnologias de rede inteligente, medição otimizada e plataformas para a iluminação de vias. Essas tecnologias permitem que o uso da eletricidade seja mais eficiente pela aplicação de análises preditivas aos dados coletados por sensores, sejam eles nos painéis de eletricidade, nos bairros, nas ruas ou nas residências.

A disponibilidade, em tempo real, de informações sobre a qualidade do serviço podem ser fundamentais para resolver problemas de fornecimento e gerenciamento de energia em cidades de grande porte. Por outro lado, em cidades menores, os governantes podem reduzir gastos e melhorar o direcionamento de seus investimentos com base na necessidade real dos moradores.

Mobilidade

A experiência de transporte da população pode ter sua performance aprimorada por meio da análise dos dados dos sistemas de relatórios das vias de tráfego, que podem ser obtidos com o uso de sensores em câmeras de vídeo e veículos de transporte coletivo. É possível analisar o tempo de trajeto, quantidade de carros, quantidade de passageiros, entre outras informações.

Assim, a aplicação de tecnologias IoT na resolução das demandas de transporte permite que os investimentos sejam melhor direcionados, de acordo com as reais necessidades de cada percurso.

Saúde

Por meio do monitoramento da qualidade do ar, temperatura e outras situações climáticas, a IoT permite que os órgãos responsáveis sejam capazes de rastrear as condições ambientais em toda a cidade, permitindo a atuação com soluções para melhorar a qualidade de vida da população e, consequentemente, a situação da saúde pública.

Com o monitoramento das condições climáticas da cidade, os moradores podem ser incentivados a compartilharem os dados coletados por seus smartphones e smartwatches. O cruzamento dessas informações deve ajudar governantes a encontrar regiões que devem receber prioridade no investimento em infraestrutura de parques e outros espaços públicos projetados para a prática de esportes.

Coleta de lixo

Com o uso de dispositivos IoT capazes de monitorar os níveis de lixeiras públicas, o sistema de zeladoria das cidades pode ser otimizado. A automatização do acompanhamento facilita o planejamento da logística de coleta e limpeza das vias públicas, seja buscando a melhor periodicidade de execução desses serviços ou simplesmente encontrando uma rota que prioriza o esvaziamento de lixeiras com menos espaço disponível.

Manutenção de instalações

Com a tecnologia atual, é possível criar sensores capazes de detectar vazamentos de água, falhas elétricas ou até mesmo problemas em tubulações de gás. Ao conectar esses sensores à uma plataforma na Internet, os responsáveis pela manutenção dessas instalações podem tomar providências ágeis em caso de emergências.

Nesse caso, além de gerar uma economia para os recursos públicos, a IoT também pode ajudar a salvar vidas que estariam em risco por conta de acidentes provocados pela reação tardia a alguma dessas eventualidades. Por fim, a maturidade do processo de manutenção pode ajudar a melhorar o planejamento de manutenções em que é possível prever problemas de antemão.

*Gabriel Dias é Head de Internet das Coisas da Semantix, empresa especializada em Big Data, Inteligência Artificial, Internet das Coisas e Análise de dados

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Tecnologias que revolucionam o setor de aquisições

alexandre_moreno_me.jpg*Por Alexandre Moreno
11/04/2018 - A transformação digital comanda uma nova revolução industrial. Cada vez mais, vemos as tecnologias consideradas 4.0 abrindo um novo leque de oportunidades para as empresas. O uso de big data, analytics, machine learning, business intelligence e cloud computing leva inovação para produtos e serviços, possibilita novos modelos de negócio, digitaliza processos e soluciona antigos problemas.

A mudança, no entanto, ainda caminha a passos lentos. É o que mostra o estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) “Oportunidades para Indústria 4.0: aspectos da demanda e oferta no Brasil”. O documento cruzou dados de produtividade, exportação e taxa de inovação de diversos setores industriais brasileiros e os comparou com o desempenho das 30 maiores economias do mundo, que juntas representam 86% do PIB mundial.

A pesquisa mostrou que 14 dos 24 setores da indústria do país precisam adotar com urgência estratégias de digitalização para se tornarem internacionalmente competitivos. Ainda segundo o estudo, esse esforço em direção ao avanço tecnológico impacta diretamente na produtividade dos negócios.

Enquanto as indústrias tentam evoluir nesse sentido, aumenta o número de empresas que prometem oferecer determinadas tecnologias para facilitar processos e entregar resultados otimizados. O machine learning, por exemplo, reduz o tempo necessário para criar prognósticos precisos e confiáveis. Apesar do impacto significativo na capacidade de planejamento das organizações e de seus recursos, essa meta é difícil de ser alcançada pois a velocidade e o grau de evolução dependem da adaptação da empresa e de cada setor.

A quarta geração das aquisições

No setor de aquisições, tecnologias que antes pareciam abstratas já são adotadas, ainda que com parcimônia. Com isso, foi inaugurada a era das Compras 4.0, um período que une estratégia à tecnologia para potencializar as compras corporativas e fazer valer a máxima de que cada real economizado em compras representa um real de lucro.

O momento é decisivo para muitas organizações: De um lado, vemos as indústrias que precisam escolher e implementar as novas tecnologias. De outro, os fornecedores precisam dominar a modernização e adaptá-la para seus clientes.

A automação é essencial, porém a maturidade da área e o bom planejamento fará toda diferença: na busca por competitividade, apenas o investimento em tecnologias não é mais suficiente. As empresas devem ter em mente que pessoas qualificadas na gestão garantem que a tecnologia seja aproveitada da melhor maneira para que os colaboradores não se dediquem mais a tarefas rotineiras.

Por fim, as organizações também devem considerar a forma como a abordagem digital altera, não apenas a forma como funcionam, mas a proposta de valor da aquisição para fornecedores, clientes e parceiros de processos internos.

Já que o novo panorama que se está delineando é de forte incremento de automação de processos, incluindo negociações e profissionais mais focados em estratégias, contratar serviços e soluções externas será cada vez mais importante e desafiador.

*Alexandre Moreno é diretor de serviços do Mercado Eletrônico

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Tecnologias alteram atendimento ao cliente

forum_ti_inside.jpg06/05/2018 - O 13º Fórum de Relacionamento e Atendimento ao Cliente, edição 2018, promovido pela TI Inside, vai trazer ao palco uma ampla discussão sobre o futuro do relacionamento com os clientes dentro do cenário de multicanalidade e uso de inteligência artificial.

O evento é direcionado aos profissionais da área de marketing, relacionamento com clientes, tecnologia e novos negócios, ou seja, as áreas mais sensíveis das organizações para que estes profissionais tenham a oportunidade de abrir seus horizontes por meio de apresentações planejadas para trazer as principais novidades em soluções e negócios.

Entre os principais temas estão a Inteligência artificial, Analytics/Big Data e os Chatbots, com apresentação de melhores práticas por meio de cases reais e de sucesso, com a participação de grandes usuários como Natura, Chilli Beans, Bradesco, Netshoes, Banco do Brasil, Endered, Fleury, UOL Diveo, Smiles, entre outros grandes nomes do mercado nacional.

Destaque para a apresentação especial de Gil Giardelli - professor de Inovação e Economia Digital, difusor de conceitos e atividades ligadas à sociedade em rede, colaboração humana, economia criativa e estudos do futuro – que irá falar sobre o “Futuro da Inteligência Artificial além do Atendimento introduzindo novos conceitos de tecnologia para o atendimento ao cliente”.

Serviço:

Evento: 13º Fórum TI Inside de Relacionamento e Atendimento ao Cliente
Data: 11 de abril de 2018
Horário: Das 9h às 18h
Local:  Hotel Pullman São Paulo Vila Olímpia
Endereço: R. Olimpíadas, 205 –São Paulo /SP -  04551-000
Mais informações e inscrições: http://forumderelacionamento.com.br/inscricoes/
Confira a programação:  http://forumderelacionamento.com.br/congresso/

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Vantagens do uso de chatbots para atender o cliente

chatbot.jpg*Por Bruno Dalla Fina
27/03/2018 - O uso de chatbots no atendimento ao cliente é cada vez maior. De acordo com a pesquisa Chatbot Survey 2017, realizada pela MindBowser em parceria com o Chatbots Journal, os bots para comunicação estão na lista de interesse de 75% dos mais de 300 profissionais entrevistados de diferentes segmentos de mercado.

Para os SACs são diversos os benefícios do uso dos assistentes virtuais. Veja quatro vantagens da implementação desse tipo de solução.

1 – Otimização da produtividade e redução de custos – Com a automatização de diversos processos, o chatbot impacta na redução dos custos operacionais, o aumento de vendas, maior produtividade e capacidade resolutiva em tempo real, permitindo que os recursos humanos se foquem em tarefas complexas ou em casos que exijam um atendimento de segundo nível.

2 – Resolução de dúvidas e problemas - Os chatbots, atuando de forma integrada aos sistemas da empresa, se tornam efetivamente resolutivos e não apenas informativos. São capazes de atuar como facilitadores entre os dados da empresa e as informações que o cliente deseja ou algo que precisa resolver, como confirmar o pagamento de uma conta;

3 - Linguagem natural – O uso da Natural Language Processing (NPL) é outro recurso que facilita a relação entre a empresa e cliente. Com isso, o chatbot é capaz de compreender a linguagem natural do usuário e suas diversas formas de perguntar, jargões, regionalismos, erros gramaticais e outras distorções da linguagem;

4 – Experiência do cliente – Com o chatbot sendo capaz de funcionar 24 horas por dia, sete dias por semana, o usuário pode escolher o melhor canal e horário para o contato com a empresa, isso de forma direta sem a necessidade de fluxos de atendimento preestabelecidos.

*Bruno Dalla Fina é Country Manager da Aivo, empresa especialista no desenvolvimento de soluções com inteligência artificial para o atendimento ao cliente.

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