Como podemos potencializar o crescimento da IA

ai.jpg*Por Antônio Eduardo M. da Silva
24/04/2019 - Soluções de Inteligência Artificial prometem aumentar nossa qualidade de vida e nos ajudar a resolver problemas que, até então, pareciam insolúveis. Essas promessas já estão virando realidade. A tecnologia está levando a melhorias em áreas como saúde e educação e tem aumentado a produtividade e a competitividade dos negócios em geral, estendendo seu alcance para todos os setores. Pense em como ficou mais fácil fazer as suas transações bancárias por meio do app no seu celular ou como você desvia do trânsito e economiza tempo por meio do Waze.

Para que essa transformação continue acontecendo e simplificando nossas ações, é preciso construir confiança em sistemas de IA. Os usuários precisam entender como eles funcionam e confiar neles, desmistificando a imagem de robôs dominando a terra que a ficção científica gravou em nossos cérebros.
Empresas que oferecem serviços baseados na tecnologia devem apresentar as informações necessárias para que seus clientes entendam como eles funcionam e como os dados são coletados e usados para que esse relacionamento entre usuários e inteligência artificial seja mais harmonioso.

O desenvolvimento da inteligência artificial também depende de políticas públicas que permitam a livre circulação de dados entre fronteiras e o acesso a informações do governo. Aqui no Brasil, por exemplo, esses requisitos são garantidos pela Lei da Transparência e pela Lei de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), que foi aprovada no ano passado e elevou a posição do Brasil como player do mercado internacional de inovação.

Também estamos trabalhando de maneira diferente por conta do crescimento tecnológico. Dados recentes da empresa de recrutamento e seleção Manpower Group indicam que 65% dos empregos da geração Z (nascidos no final da década de 1990) ainda nem existem! Isso vale para basicamente todos os setores da economia e vai demandar o desenvolvimento de um novo conjunto de habilidades por parte dos profissionais. Por isso, os setores públicos e privados, assim como a academia devem pensar em políticas que preparem as próximas gerações para empregos do futuro e permitam que a atual força de trabalho faça uma transição tranquila para esta nova realidade.

Nem tudo é perfeito. Novas tecnologias também trazem novos riscos. Não é diferente com a inteligência artificial, que pode abrir caminho para ameaças de cibersegurança e de quebra de privacidade. Políticas públicas precisam endossar medidas de segurança rígidas, ao mesmo tempo que incentivem escolhas conscientes dos consumidores, estimulando que empresas ofereçam produtos e serviços cada vez mais customizados.

Finalmente, o investimento em educação, pesquisa e desenvolvimento tecnológico também é parada obrigatória para a continuidade do avanço da inteligência artificial e do crescimento econômico acarretado por ela. Esses esforços devem incluir investimentos públicos de longo prazo que serão a semente para as tecnologias do futuro.

*Antônio Eduardo Mendes da Silva, conhecido como Pitanga, country manager da BSA no Brasil

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Cinco principais tendências de Data & Analytics

peter_krensky.jpg*Por Peter Krensky
18/04/2019 - Nos últimos anos, a consolidação de informações como um ativo crítico para o funcionamento do ambiente corporativo tem exigido que os líderes de TI alterem suas estratégias de gerenciamento para Data & Analytics.

Entre as ações adotadas, as organizações estão reforçando estruturas e equipes em busca de soluções e habilidades capazes de transformar informações em um ativo corporativo real. Assim, a área de Data & Analytics vem ganhando momento no mercado e a tendência é que cresça nos próximos anos, com as companhias redobrando suas atenções no desenvolvimento de arquiteturas cada vez mais inteligentes no uso de dados e insights.

Com isso, a influência dos processos de analytics nos resultados das empresas aumentará, provocando maior integração entre os times de TI e Finanças na busca pelas melhores condições para agregar valor às informações coletadas pelas ferramentas digitais. Essa cooperação entre as áreas irá aprimorar a utilização dos dados como um diferencial competitivo, acelerando a eficiência operacional e a inovação.

Com base nesse cenário, as principais tendências da área de Data & Analytics para os próximos anos serão:

1) Até 2022, 90% das estratégias corporativas mencionarão explicitamente os dados como um ativo essencial para os resultados das empresas - Atualmente, menos de 50% das estratégias corporativas documentadas mencionam a área de Data & Analytics como um componente-chave para a geração de valor às empresas. Os líderes empresariais devem passar a observar rapidamente o desenvolvimento das propostas de analytics como um fator estratégico (e não apenas técnico), garantindo que as competências de Data & Analytics sejam incorporadas e trabalhadas nos planos de negócios.

2) Até 2023, mais de 80% das estratégias de dados e analytics exigirão mudanças na formação das equipes por conta da necessidade cada vez maior de se de expandir a cultura de dados como forma de gerar valor aos negócios - De acordo com pesquisas do Gartner, o cenário atual ainda é marcado por uma barreira de linguagem da informação entre as organizações, sustentada por comunicações ineficazes entre as partes interessadas. Como resultado, os líderes de Data & Analytics têm se esforçado bastante para conseguir transmitir suas mensagens, com ativos de informações sendo subutilizados. Por isso, indicamos a necessidade de reformulação das estratégias de alfabetização de dados para a capacitação e formação dos profissionais, com a implementação de programas de conscientização e de educação para todos os funcionários. As organizações devem tomar medidas para educar seus times envolvidos na elaboração de soluções, produtos e serviços orientados por dados. Dessa forma, as empresas poderão impulsionar seus investimentos em tecnologia, extraindo melhores oportunidades a partir das informações.

3) Até 2022, 30% dos Chief Data Officers (CDOs) farão parceria com os Chief Financial Officers (CFOs) para avaliar formalmente a utilização dos dados para melhorar o gerenciamento das empresas - A presença dos dados como elemento estratégico das organizações fará com que a área de Data & Analytics deixe de ser apenas uma ferramenta de suporte, influindo diretamente na tomada de decisões. Como resultado, é esperado que os líderes de Data & Analytics se aproximem das outras áreas de suas organizações, atuando inclusive em parceria com a diretoria financeira. Essa relação deverá influenciar diretamente a gestão das prioridades, recursos e investimentos em iniciativas de tecnologia e também de informações, principalmente em busca de ferramentas e funcionalidades que agreguem maior competitividade e retorno às companhias. À medida que os líderes de tecnologia e os executivos consigam em conjunto evoluir com essas análises, mais valor poderá ser obtido com as plataformas de dados.

4) Até 2023, 60% das organizações com mais de 20 cientistas de dados exigirão um código profissional de conduta que incorpore o uso ético de informações, assim como soluções de Inteligência Artificial - A valorização dos dados como um ativo diretamente ligado à rentabilidade das empresas tem implicado no aumento da demanda por novas soluções e por políticas de segurança. Por isso, o Gartner estima que os próximos anos sejam marcados por um movimento de definição de novas regras e de códigos que valorizem ao máximo a integridade e a confiabilidade dos dados. Os CDOs estão tendo que lidar com o impacto das novas regulamentações relativas ao gerenciamento e uso de informações e estão sendo cobrados para garantir a conformidade dos dados para mitigar eventuais riscos. Esse movimento deverá ser acentuado nos próximos anos, demandando que as empresas enderecem estratégias específicas para a utilização dos dados.

5) Até 2022, mais da metade dos sistemas adotados em novos negócios irão incorporar inteligência contínua que usa dados de contexto em tempo real para melhorar as decisões - Com o aumento recorrente no volume de informações das companhias, encontrar formas para facilitar a análise de dados tem se tornado um ponto latente e imprescindível para o futuro. Nesse sentido, as empresas ampliarão a utilização de sistemas de inteligência contínua – com ferramentas de Inteligência Artificial e Machine Learning, por exemplo – como forma de extrair mais insights estratégicos para os negócios, evitando problemas que impactem as decisões empresariais.

*Peter Krensky é Principal Analyst do Gartner e chairman da Conferência Gartner Data & Analytics

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Evolução do Edge Computing já é uma realidade

cloud-services-1.jpg12/04/2019 – Imagine um consumidor que se programa o ano inteiro para comprar uma nova TV durante a Black Friday. Mesmo com uma boa Internet, na hora selecionar o modelo ideal, o sistema fica lento, ele tenta uma, duas vezes e desiste da compra. Já pensou o prejuízo que essa situação pode causar ao e-commerce? Para evitar perdas como essa, garantindo que os acessos de usuários sejam mais rápidos, seguros e confiáveis, a plataforma de Edge Computing da Azion promete garantir que as requisições sejam processadas na ponta, mais próximas ao usuário ou device, com o mínimo de latência.

Num mundo cada vez mais conectado e que vive uma explosão de projetos de Internet das Coisas (IoT), Edge AI,  VR/AR e 5G, os devices geram volumes cada vez maiores de dados, que necessitarão do Edge Computing para processá-los em tempo real – de aplicações web, como um e-commerce ou banco on-line, a áudio, vídeo e qualquer outro tipo de dado gerado ou enviado para usuários e equipamentos. O Edge Computing se torna, portanto, uma opção importante para suportar esse grande volume de processamento gerado pelos devices.

Neste cenário, o número de aplicações de borda (ou Edge Applications) deve se expandir exponencialmente para atender as demandas de vários segmentos. Na indústria, os dados podem auxiliar a evitar falhas, atuar preventivamente e reduzir o consumo de energia. No segmento de saúde, os wearables poderão ser adquiridos com maior facilidade e garantir que as informações dos pacientes sejam compartilhadas com os médicos a tempo de evitar incidentes e salvar vidas.

Segundo o Gartner, 50% das aplicações serão em Edge Computing até 2022. “Na prática, significa montar uma infraestrutura distribuída para rodar aplicações mais próximas de seus usuários ou devices, gerando uma série de benefícios, como maior  performance, segurança e confiabilidade no acesso, evitando problemas como o vivenciado pelo consumidor que tentou comprar a TV na Black Friday, sem sucesso”, explica Rafael Umann, CEO da Azion Technologies.

A plataforma de Edge Computing da Azion se baseia no conceito serverless. Isso significa que suas equipes gastarão menos tempo gerenciando a infraestrutura e mais tempo desenvolvendo e fornecendo aplicações, o que pode reduzir custos em até 90%, dependendo do projeto. Atualmente, os principais players do Brasil em e-commerce já utilizam a plataforma de Edge Computing da Azion. Além deles, grandes  bancos, empresas de educação e mídia também aproveitam das vantagens da plataforma. O fato de trazer a informação para a borda contribui para a construção de experiências personalizadas. “A tecnologia, por meio de algoritmos, é capaz de detectar o usuário e direcioná-lo para o Edge ideal naquele momento, proporcionando uma melhor experiência ao cliente, com mais agilidade e eficiência nas operações”, destaca.

Ainda de acordo com o Gartner, metade das grandes empresas deve implementar projetos com Edge Computing até 2020. “Embora algumas companhias pensem nesta tecnologia apenas no futuro, podemos afirmar que há uma série de empresas colhendo, hoje, ótimos resultados. Vários especialistas acreditam que o Edge Computing pavimentará as principais inovações tecnológicas do futuro. Trata-se de uma disrupção em como as aplicações são construídas e escalam para qualquer número de usuários, mas com uma inteligência que permite adaptações suaves para que as empresas se beneficiem desde o primeiro dia de uso. É considerado uma das principais tendências nos próximos anos”, complementa Rafael.

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Consequências e desafios da LGPD para as empresas

lgpd.jpg*Por Sergio Maia
12/04/2019 - A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) altera significativamente as obrigações das empresas quanto ao manuseio e tratamento de informações pessoais de seus colaboradores, funcionários de empresas terceirizadas, clientes e fornecedores. E tem a finalidade de aumentar a proteção à privacidade dos indivíduos e o controle sobre seus próprios dados.

Hoje as empresas utilizam big data e analytics para extrair dados de clientes e assim oferecer produtos e serviços de forma mais assertiva, de acordo com gostos e preferências dos consumidores. Um dos principais dispositivos da lei referente a esse ponto é a obrigatoriedade da obtenção do consentimento expresso do titular do dado pessoal nas situações em que ocorrer seu tratamento, como no caso citado. A forma de obtenção desse consentimento pode variar, mas a anuência deve ocorrer.

Caberá à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) a responsabilidade de acompanhar e fiscalizar se as empresas estão cumprindo com a nova lei. Neste sentido, uma das ferramentas à disposição da Autoridade é um dispositivo que prevê a apresentação de um "Relatório de Impacto à Proteção de Dados Pessoais", que poderá ser solicitado a qualquer momento pela ANPD e deverá conter, minimamente, a descrição dos processos de tratamento de informações pessoais, bem como medidas, salvaguardas e mecanismos de mitigação de risco. Essa é mais uma forma da ANPD ter visibilidade de como as empresas utilizam dados pessoais para fins de "big data e analytics".

Assim, a nova lei impactará diretamente todos os setores produtivos da economia, que de alguma forma, faz uso ou mesmo simplesmente coleta dados pessoais, , afetando-os em menor ou maior grau. Empresas de serviços ao consumidor possivelmente terão mais trabalho na adequação à lei, por conta do alto nível de interação com estes e com a vasta cadeia de valor associada à prestação desses serviços. Mas como as empresas podem se adaptar à nova lei? O primeiro passo é sem dúvida um mapeamento criterioso das atividades de cada departamento interno da empresa no tocante à coleta e ao tratamento de dados pessoais. A partir daí a empresa terá uma lista de ações específicas para cada departamento de forma a atender aos requisitos da lei. Depois do mapeamento vem a implementação propriamente dita, que também traz suas complexidades e vai depender das características de cada departamento.

Em uma visão macro a promulgação da lei põe o Brasil no rol de mais de 100 países que poderiam ser considerados adequados para proteger a privacidade e o uso de dados. Essa é uma sinalização positiva e mostra a preocupação do governo em lidar de forma responsável na prevenção de eventos de vazamento de dados em massa noticiados na mídia internacional.

A LGPD terá entre seus principais desafios a missão de conscientizar a sociedade de que "dado pessoal" é um bem de valor que deve ser protegido, sob pena de trazer prejuízos ao indivíduo se for utilizado indevidamente e para fins diferentes do que foi consentido pelo titular, ou seja uma mudança de "mind set".

Outro ponto é o tempo de adequação das empresas à lei, em princípio fixado para fevereiro/2020, o que é um prazo bem curto, considerando todos os ajustes que as empresas terão de fazer em seus sistemas internos e procedimentos.

A lei oferece múltiplos benefícios, e entre os beneficiários está o titular do dado pessoal, que é ponto focal da Lei. A LGPD traz especial relevância no que se refere à transparência para o uso de dados pessoais, à compatibilização do uso destes com as finalidades informadas e a respectiva responsabilização do agente que os coleta. De forma resumida, significa limitar o uso das informações ao mínimo necessário para que se possa atingir a finalidade pretendida, além de garantir a eliminação dos dados depois de atingida tal finalidade.

Caso a empresa descumpra a lei, ela sofrerá penalidades que incluem: (i) advertência, (ii) publicitação da infração e (iii) multa que pode chegar até 2% do faturamento bruto da empresa, limitada no total de R$ 50 milhões, por infração.

*Sergio Maia é gerente de assuntos regulatórios da Hughes

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Novas regras para compras públicas de TICs

12/04/2019 - O governo federal publicou no dia 05, novas regras para compras de Tecnologias da Informação e de Comunicação (TICs). Segundo o Ministério da Economia, as normas visam reduzir a burocracia na aquisição de bens e serviços de informática, aumentar a transparência e diminuir a possibilidade de fraudes nesses processos.

A expectativa é que essas mudanças impactem as despesas do Executivo Federal. No último ano, foram realizados mais de 3 mil procedimentos deste tipo, que movimentaram cerca de 8 bilhões de reais. As compras de TICs envolvem equipamentos, como computadores, acessórios e servidores, até serviços diversos, como armazenamento de dados de cadastros de pessoas, ferramentas de comunicações internas e gestão de patrimônio. Até então, cada órgão público definia suas prioridades e executava os processos. A partir de agora, as maiores aquisições deverão passar pelo Ministério da Economia, que terá um comitê técnico para analisar a demanda.

Para economizar, alguns tipos de gastos foram proibidos. É o caso da construção ou ampliação de data centers, estruturas onde ficam armazenados, por exemplo, os cadastros de beneficiários do Bolsa Família, de produtores rurais integrantes em programas de apoio ou de alunos inscritos em exames como o Enem. No lugar, o governo deseja que essas informações fiquem arquivadas na nuvem. Os órgãos do governo deixariam de manter os centros de dados e passariam a acessar tais informações diretamente pela internet.

Uma outra medida será a proibição de compras de softwares como sistemas de licitação, de recursos humanos ou de compras. O Ministério da Economia deverá disponibilizar soluções centralizadas que terão de ser adotadas pelas diferentes pastas. Outra mudança atingirá os processos, que passarão a ter mais obrigações de transparência. Os documentos relativos ao planejamento da compra deverão ser publicados antes do edital. Essas obrigações de publicação serão aplicadas a qualquer processo de aquisição envolvendo valores acima de 17,7 mil reais. Até então, a necessidade de planejamento era uma condicionante apenas em processos de escolha de no mínimo 176 mil reais. Com isso, o propósito é que tanto empresas participantes dos certames como órgãos de controle possam fiscalizar e identificar eventuais vieses (como a definição de especificações técnicas que favoreçam um determinado fornecedor). Com a publicação dos instrumentos antes do pregão, os concorrentes também poderão apontar o dedo e fazer eventuais questionamentos no nível administrativo.

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Que conteúdo seus filhos acessam na internet?

rodrigo_paiva.jpg*Por Rodrigo Paiva
08/04/2019 - Quando as crianças e adolescente começam a utilizar a internet, todo cuidado é pouco. O universo online oferece acesso a uma série de conteúdos de diversos tipos e para diferentes faixas etárias. Para evitar que os pequenos se deparem com imagens, vídeos ou textos inapropriados, foram criados os softwares de controle parental.

Por meio deles, é possível monitorar a navegação, bloquear sites e restringir conteúdos que sejam inadequados para as crianças e que de alguma forma possam ser uma ameaça para os menores de idade. Com essa ferramenta que verifica e gerencia como os filhos utilizam a internet, os pais conseguem definir o tempo que as crianças podem gastar online, quais jogos tem permissão para acessar, com que tipos de chat podem interagir, controlar o uso das redes sociais e também impedir que determinados downloads sejam realizados.

Essa é uma forma de garantir que a navegação seja mais segura e que não traga problemas e riscos ao desenvolvimento das crianças. O Google e o YouTube são dois sites que possuem a ferramenta de controle parental. Além deles, uma outra forma de controlar o acesso online é por meio de roteadores inteligentes.

A D-Link é uma das marcas que já trazem essa opção para os pais. Por meio de configurações nos roteadores, os adultos responsáveis podem estipular o tempo e o tipo de conteúdo que pode ser acessado pela criança. O roteador oferece proteção para todos os dispositivos conectados, prevenindo contra vírus e ameaças on-line, uma vez que alerta sobre sites arriscados e ajuda a evitar downloads perigosos e ataques de phishing. Além disso, fornece também relatórios com informações referentes à navegação, como a lista dos sites visitados, os horários e com quem as crianças interagiram, por meio dos nomes e e-mails vinculados às páginas acessadas.

Na era digital a segurança virtual é fundamental, pois boa parte das crianças passa longos períodos conectados à internet. A pesquisa da TIC Kids Online Brasil mostrou que 71% dos usuários de 9 a 17 anos acessam a internet mais de uma vez por dia, sendo 38% para jogar, 73% para acessar as redes sociais e se comunicar e 52% para baixar músicas ou filmes. Durante esse uso, a internet pode se tornar um poderoso portal para difusão de informações perigosas e que podem provocar riscos aos menores de idade, como visto em casos recentes, por isso o controle parental se mostra tão importante.

*Rodrigo Paiva é Gerente de Marketing e Produto da D-Link, fabricante da Linha Exo

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