Millennials de TI querem liberdade na criação

priscilla_preez_unsp.jpg17/12/2018 - Segundo pesquisa da Microsoft, os jovens millennials - também conhecidos como geração Y ou geração da internet, nascidos entre 1980 a 1995 - são grande influência em empresas de TI. Eles têm como objetivo priorizar a tecnologia em seus trabalhos e assim otimizar a transformação dentro da área. Com isso, os millenials realizam mudanças dentro da organização por meio de novas tecnologias, expansão de habilidades, procedimentos de trabalho, entre outras alterações.

Esses jovens também esperam que seus empregadores ofereçam liberdade na criação e execução dos trabalhos - ainda segundo a pesquisa, 88% dos millennials dizem que as políticas e procedimentos atuais de TI de suas organizações não permitem que usem a criatividade como desejam.

Brasileiras inovam para chamar a atenção dos millennials

No Brasil, empresas com cultura de startup já têm essa percepção e inovaram na forma de atrair e reter os talentos dessa geração. A FCamara - empresa brasileira que transforma problemas de TI em soluções inovadoras - por exemplo, aposta em millenials para formar um "time de elite" inovador e vencedor. Já são mais de 500 colaboradores e sua maioria tem idades entre 20 e 30 anos - muitos já estão em cargos de liderança, independentemente da idade.

A empresa está entre as 10 melhores PMES para se trabalhar pelo Ranking Love Mondays e já atendeu os maiores e-commerces do Brasil, entre eles: Netshoes, Walmart, e Riachuelo. "Apostamos em jovens millennials pois sabemos que eles são capazes de realizar um bom trabalho aliado a uma ótima gestão, assim como os mais experientes. Entendemos que o capital intelectual é fundamental para o crescimento de uma empresa e por isso pedimos que esses jovens colaboradores tenham muita força de vontade e curiosidade para descobrir o mundo. Durante todo o ano oferecemos diversos treinamentos e workshops, para ajudar ainda mais nas áreas de liderança, filosofia e gestão", explica Fábio Camara, CEO da empresa.

Programa de Formação

Outro grande atrativo da empresa é o Programa de Formação. Por meio dele, novos talentos são selecionados para participar de um estágio remunerado de 3 meses, no qual são inseridos em projetos reais e solucionam desafios semelhantes aos que encontrariam na rotina de trabalho da empresa. Os trainees recebem treinamentos e orientações por
meio de coaching filosófico ministrado por consultores da empresa e pelo próprio CEO. Os que finalizam o programa e se destacam são convidados a integrarem a equipe, sendo contratados efetivamente.

"Queremos treinar esses jovens talentos para formar times de sucesso. Na FCamara valorizamos a diversidade e trabalhamos de forma horizontal, incentivando as pessoas a crescerem pessoalmente e profissionalmente. Temos o compromisso de ter esses profissionais em nossa empresa pelo mínimo de 2 anos, pois acreditamos que esse tempo é um investimento positivo para os dois lados - a empresa que conta com a excelência do trabalho do candidato treinado e o profissional que sabe que está inserido em um ambiente onde suas ideias serão ouvidas e que ele encontra boas oportunidades de crescimento e desenvolvimento", finaliza Camara.

Crédito: Priscilla Du Preez / Unsplash

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Não assuste se vir um caminhão sem motorista por aí

caminhao_1.jpg*Por Michel Levy
17/12/2018 - Em outubro de 2016, a startup Otto, adquirida pela Uber por US$ 680 milhões, realizou a primeira entrega do mundo com um caminhão autônomo, transportando uma carga de 51.744 latas de Budweiser. O teste foi uma demonstração de um modelo híbrido, no qual o motorista dirige o caminhão até a rodovia e, a partir daí, a Inteligência Artificial assume o controle. Durante o percurso de 160 km entre Fort Collins e Colorado Springs o condutor sequer esteve na cabine, preferindo ficar confortavelmente acomodado em seu beliche. Ele só assumiu novamente o controle do caminhão quando entrou no perímetro urbano.

Este foi só o começo de uma nova era no mercado logístico.

Em março de 2018, Waymo e Uber anunciaram o início de seus serviços de transporte autônomo de cargas em diferentes localidades dos Estados Unidos. A Waymo escolheu a cidade de Atlanta, na Georgia, para que seus caminhões possam realizar entregas aos data centers do Google. Já o Uber anunciou o serviço Uber Freight, que une caminhões autônomos e caminhoneiros para realizar entregas no Estado do Arizona.

A corrida pela liderança em carros autônomos colocou na pista as montadoras tradicionais, como Volvo, Scania, Audi, Ford, Honda e BMW, mas atraiu também gigantes de tecnologia interessadas em disputar o futuro do setor automobilístico, agora conectado e dotado de Inteligência Artificial, entre elas Google, Apple, Intel, Uber, Baidu e Didi. A CB Insights listou nada menos que 46 empresas atuando no novo mercado entre fabricantes de automóveis e empresas da indústria digital.

A expectativa é para saber qual será a primeira empresa a lançar comercialmente um carro que dispense qualquer ação do motorista ao volante. Mas antes mesmo de fazer sua primeira viagem em um automóvel totalmente 'driverless', é bem provável que você irá receber alguma encomenda entregue por um veículo sem ninguém na direção.

E não estou falando de drones.

Do ponto de vista tecnológico, é mais simples programar a navegação para trafegar nas estradas, que têm fluxo mais estável e previsível, do que em ruas urbanas caóticas, repletas de cruzamentos, semáforos, pedestres, ciclistas e muito mais obstáculos. Basta o caminhão ficar dentro de sua faixa e manter uma distância segura dos demais.

Aqui no Brasil, dependendo do tipo de estrada, a precariedade da infraestrutura ainda pode representar uma barreira para a adoção em escala dessa modalidade.

Os analistas de risco preveem, e não há motivos para duvidar, que os caminhões autônomos serão mais seguros, o que não quer dizer, cabe logo salientar, que dispensarão a presença humana (não necessariamente um motorista) na cabine.

Para redução dos acidentes a tecnologia é mais que bem-vinda. Nos Estados Unidos, são quase 4 mil mortes causadas por ocorrências com caminhões todos os anos, alguns deles provocados pela fadiga ao volante. No Brasil, o transporte rodoviário é o principal modal para movimentar cargas e passageiros. Pela malha de 1.751.868 quilômetros de estradas brasileiras, a quarta maior do mundo, passam 56% de toda a carga movimentada no País. E o número de acidentes fatais também é alto. No período de 2010 a 2014, os que envolveram caminhões e ônibus registraram aumento de 15%, atrás apenas dos ocupantes de motocicletas (16% no mesmo período), segundo levantamento do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV).

A chegada da Inteligência Artificial na indústria de caminhões ocorreu junto com a de carros e começou a ganhar tração em 2016. Em setembro do ano retrasado, ao mesmo tempo em que a Uber lançava seus primeiros veículos autônomos, em Pittsburgh, a Tesla e a Mercedes apresentavam seus sistemas de condução driverless e cidades ao redor do mundo começaram a discutir com empresas do setor o tráfego de carros e caminhões autônomos em suas ruas.

Desde então, todas as grandes montadoras anunciaram passos relevantes no desenvolvimento de veículos majoritariamente ou inteiramente elétricos e mais investimentos foram feitos em veículos autônomos, com os caminhões assumindo a dianteira. O desenvolvimento acelerado da tecnologia de baterias, é um fator decisivo na viabilidade econômica dos veiculos autônomos.

Com o salto significativo nos últimos dois anos a tendência é de uma aceleração contínua, aumentando o interesse de novos empreendedores e investidores. Uma crescente lista de empresas, desde pequenas startups até as maiores frotas de caminhões dos Estados Unidos, aposta que esta realidade chegará nas rodovias mais cedo do que se imagina.

Rumo à conquista do espaço com a SpaceX, a Tesla, de Elon Musk, é uma das gigantes da tecnologia disposta a ganhar também rapidamente as estradas. Em novembro do ano passado, o visionário empresário apresentou o Tesla Semi, seu primeiro caminhão elétrico equipado com o sistema de condução autônoma Autopilot, que já é utilizado nos carros de passeio da fabricante. O destaque fica por conta da cabine altamente confortável. Há apenas um assento para o motorista, uma espécie de apoio de braços e duas telas de 15 polegadas, uma de cada lado do volante. É por elas que o motorista pode acompanhar a rota, acionar o sistema autônomo, controlar o som, o ar-condicionado, entre outras funções. De resto, é só relaxar.

A Embark, uma empresa iniciante do Vale do Silício, anunciou também que está testando sua tecnologia autônoma como parte de uma parceria tríplice com a empresa de locação de caminhões Ryder e a gigante de eletrodomésticos Electrolux. Segundo Alex Rodrigues, executivo-chefe da Embark, a intenção é levar a tecnologia autônoma para as rodovias o mais rápido possível.

Enquanto o Uber colocou um caminhão auto-dirigível para cruzar 344 milhas no Arizona com um motorista treinado para assumir o volante em caso de qualquer imprevisto, a startup Starsky Robotics foi além e realizou uma "assustadora" viagem de 7 milhas pela Flórida sem ninguém dentro do caminhão. O plano da empresa é começar a fazer entregas sem motoristas a bordo até o final deste ano. Mesmo que um motorista tenha que assumir o controle em alguma situação, o comando será dado a partir de uma sala parecida com as de call centers. Cada um irá monitorar de 10 a 30 veículos por hora através de video links e assumirá a direção usando volantes como os de video game.

Passo a passo, carros e caminhões estão tomando caminhos muito semelhantes para autonomia. Ambos usam sensores comparáveis (ultrassônico, radar, câmeras), mas os caminhões utilizam evidentemente uma quantidade muito maior. Os fabricantes de caminhões estão começando a oferecer uma ampla gama de soluções avançadas de sistemas de assistência, como frenagem de emergência, monitoramento de ponto cego, controle de cruzeiro adaptativo, manutenção de faixa, auxiliar de engarrafamento, entre outros.

Além de maior segurança, melhor eficiência no uso de combustível e menor emissão de carbono, os caminhões autônomos irão trazer enorme redução de custos às transportadoras.

De acordo com o US Census Bureau, nos Estados Unidos existem aproximadamente 15 milhões de caminhões em circulação, dos quais 2 milhões são reboques de tratores ou veículos de longa distância. Para manter as grandes plataformas na estrada, o mercado emprega aproximadamente 1,7 milhão de motoristas. Os caminhões transportam 70,1% de todo frete doméstico do País, o que representou um movimento impressionante de US$ 726 bilhões em 2015. No Brasil, há mais de 888 mil caminhoneiros em atividade, segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) de 2016, do Ministério do Trabalho, ou 2,2 milhões, de acordo com a Associação Brasileira de Caminhoneiros.

Ao retirar o motorista da direção durante o trecho de rodovia, analistas financeiros do Morgan Stanley estimam uma economia de US$ 168 bilhões, sendo US$ 70 bilhões em redução de pessoal, US$ 35 bilhões com melhoria de eficiência no uso de combustível, US$ 27 bilhões de melhoria de produtividade e US$ 36 bilhões em reparos e litígios a partir de incidentes ocasionados por motoristas.

A quantidade de carga transportada por carretas longas na próxima década deverá aumentar em 27%. A indústria de caminhões já enfrenta dificuldades em contratar, treinar e reter motoristas deste tipo de caminhão. As tecnologias autônomas serão a resposta para enfrentar o desafio de aumento da demanda. Muitos especialistas acreditam que a tecnologia automatizada dificilmente substituirá os caminhoneiros em breve – mas certamente alterará a natureza do trabalho desses profissionais.

Robert Haag, vice-presidente de operações da Perfect Transportation, deu uma entrevista na qual disse não haver intenção em acabar com a profissão. O objetivo, ao contrário, é aumentar a segurança, permitir que os motoristas sejam mais produtivos, alcançar melhor retorno e fornecer melhor serviço aos clientes. "Os motoristas passarão a ter um envolvimento menos físico com a direção e mais de monitoramento do caminhão e de relacionamento com os clientes", disse.

Não há como negar que a automação, como já ocorreu em outras indústrias na terceira revolução industrial, irá exterminar empregos, ainda que alguns profissionais continuarão contratados para os modelos híbridos de transporte e para assumir outras funções. Esta não será a única profissão a perder espaço na quarta revolução, mas abrirá, em contrapartida, um enorme mercado para especialistas em novas áreas, como Inteligência Artificial, Machine Learning, Internet das Coisas, analistas de risco e, podem acreditar, até mesmo filósofos, que serão responsáveis pela criação dos códigos de ética das máquinas.

Então, caro leitor, não se assuste se cruzar algum caminhão fantasma. É só o futuro que já está circulando sem a menor cerimônia por aí.

(*) Michel Levy é CEO da Zatix/Omnilink, empresa que oferece integração de soluções para segurança e prevenção de risco, gestão de frotas, monitoramento de veículos e telemetria. Levy também atua como Conselheiro Independente do Grupo Benner e da Petronect Procurement Negócios Eletrônicos S/A.

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Afinal, o que define a Logística 4.0 no Brasil?

angela_telles_totvs_2.jpg*Por Angela Gheller Telles
13/12/2018 - Em abril de 2013, na prestigiada Feira de Hannover, o termo Indústria 4.0 foi usado pela primeira vez – especialistas alemães apresentaram os elementos que vieram a compor o que se entendeu pela Quarta Revolução Industrial. A Logística 4.0, nosso tema central e discussão muito mais recente, não teve o seu momento "pedra fundamental", mas é amplamente conhecida no mercado. A evolução desse conceito foi impulsionada pelas mudanças promovidas pela Indústria 4.0, justamente por ser um elo de ligação de toda a cadeia logística.

Mas, afinal, o que define a Logística 4.0? É um ideal que pode ser entendido como a reestruturação dos processos e atividades logísticas, em atenção às mudanças promovidas pela transformação digital nos modelos de negócios em geral, por meio da adoção de tecnologias voltadas à conectividade e ao uso inteligente e preditivo da informação.

E, ao contrário do que se possa pensar, toda essa movimentação em busca de uma cadeia digital interconectada, não foi impulsionada pelo desejo das empresas por inovação. Na verdade, foi uma reação às mudanças de consumo e demandas, que exigiram uma quebra na linearidade da cadeia tradicional, tão pouco flexível. O aumento contínuo nas compras realizadas via e-commerce e a tendência crescente das indústrias estruturarem canais de venda direto com os seus clientes mudaram os desafios de intralogística, distribuição e logística reversa das empresas. Passaram a ser necessárias novas formas de se realizar os processos, com maior flexibilidade, agilidade e visibilidade.

Chegamos, agora, na aplicação dessas mudanças. Mas, antes, te convido a fazer uma nova comparação ao conceito alemão: quando se fala em Indústria 4.0, muita gente imagina uma fábrica com dezenas de robôs, esteiras gigantes e automação do começo ao fim da produção. Na Logística 4.0, o senso comum não é muito diferente em relação à necessidade de tecnologias extremamente complexas (e caras). E, aqui, mora um verdadeiro mito – não se pratica a Logística 4.0 assim, as tecnologias não representam os fins, mas os meios para se chegar aos objetivos. Estamos falando de uma jornada, um passo a passo, com a adoção de soluções escaláveis.

São iniciativas baseadas no uso inteligente dos dados gerados na cadeia de valor da logística, realidades que já podem (e devem) ser utilizadas a favor dos negócios. Como resultado, ganha-se em previsibilidade de demandas, nivelamento de estoques, análises preditivas de manutenção de frota e otimização de toda a malha.

Os novos conceitos logísticos estão mudando a forma como os serviços são executados e cobrados. Aos poucos, alguns pontos começam a sair da esfera das tendências e a migrar para a realidade, como, por exemplo, o cross borders (ou, além das fronteiras) e o same-day (entrega no mesmo dia). As plataformas cross borders fazem a conexão entre diversos agentes da cadeia (prestadores de serviço, pessoas jurídicas e até físicas) e ainda possibilitam a eliminação de intermediários. Por outro lado, cada vez mais pressionadas por prazos, o diferencial pode estar em oferecer ao cliente o same-day delivery (entrega no mesmo dia da compra), o que impacta diretamente nos processos, plano de distribuição e uso de tecnologias pelas empresas logísticas.

E para falar mais sobre tendências, a movimentação dos produtos de um ponto a outro está em plena transformação. Entregas por meio de drones já são realidade em alguns países e veículos autônomos devem ser usados em um futuro não muito distante. A tecnologia de impressão 3D pode causar uma ruptura ainda maior, eliminando a necessidade de movimentação física – peças de reposição, por exemplo, podem ser impressas in loco. A adesão ao modelo de crowdsourcing, ao invés de fornecedores tradicionais, potencializado por bases digitais, tem enorme força para modificar alguns modelos de negócios logísticos por completo. Indo além, plataformas para contratação de transporte, similares ao modelo da Uber, e marketplaces, que excluem os intermediários da cadeia ou trabalham com o conceito de leilão reverso, são possibilidades reais – e muito do que a quecerá a Logística 4.0 no Brasil, nos próximos anos.

Mas qual a nossa realidade, hoje? Olhando o nosso mercado, formado na sua maioria por pequenas e médias empresas logísticas, ainda existe uma curva de maturidade a ser percorrida, para a adoção de soluções voltadas à Logística 4.0. É preciso criar uma agenda de inovação e acreditar que isso não é algo "do futuro". Entender que se você não fizer, o concorrente vai fazer e que, talvez, daqui a algum tempo isso nem seja mais um diferencial competitivo.

A verdade é que estamos falando de uma mudança que, além de tecnológica, também é cultural, passando por pessoas, treinamento e capacitação, para transformar e preparar todos, para que possam usufruir o melhor dessas novidades. E, para encerrar, o mito de que isso é só para as grandes empresas, deve morrer de vez! Afinal, já há inúmeras ofertas e modalidades que democratizaram as tecnologias, do sistema de gestão à Inteligência Artificial e IoT.

E você, vai viver no passado ou fazer das tendências realidades para os seus negócios?

*Angela Gheller Telles é diretora dos Segmentos de Manufatura, Logística e Agroindústria da TOTVS

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Algar Tech inaugura dois espaços de inovação

algar_tech.jpg17/12/2018 - A Algar Tech, multinacional brasileira especializada em gestão do relacionamento com cliente, ambiente de tecnologia e serviços de telecom, inaugurou recentemente dois espaços de inovação – um na sede em Uberlândia e outro no escritório da empresa em São Paulo. O primeiro, que ganhou o nome de Digital Garage, é uma área de 30 m² que contém toda a infraestrutura necessária para realização de sessões de Design Thinking com pequenos grupos e convida as pessoas para a inovação disruptiva.

Já o outro, localizado no bairro da República, é o terceiro Innovation Lab da empresa. Ele se soma ao Innovation Lab de Uberlândia, primeiro espaço inaugurado em outubro de 2017, e ao Innovation Lab localizado no dentro do inovaBRA, espaço de inovação do Bradesco, na capital paulista.

Todas estas estruturas fazem parte dos processos de inovação, empreendedorismo e transformação digital da Algar Tech. E servem também para incorporar tecnologias como inteligência artificial, IoT, robótica, além de analytics e uso de plataformas digitais.

Os espaços têm uso liberado tanto para associados da Algar Tech quanto para clientes, startups e parceiros de iniciativas de inovação. Eles podem também usufruir de mentorias e co-criações, assim como utilizar o local como base de parcerias a serem desenvolvidas com a empresa.

“Consideramos a inovação um pilar estratégico da companhia e a implantação de espaços como os que inauguramos nos últimos meses estimula ainda mais o pensamento colaborativo e a atitude inovadora. Já temos vários cases construídos junto aos clientes, alguns com soluções proprietárias, outros em parceria com membros de um amplo ecossistema de inovação, que nos permite prover soluções modernas e sob medida para cada necessidade de negócio identificada.”, afirma Marco Aurélio Matos, diretor de Transformação Digital da Algar Tech.

Parques tecnológicos, universidades e startups interessadas em saber mais sobre parcerias com o Innovation Lab, podem acessar a página de inovação da companhia e falar com a equipe responsável pela curadoria destes espaços:  MailScanner detectou uma possível tentativa de fraude de "na01.safelinks.protection.outlook.com" https://algartech.com/transformacao-digital/

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IA, IoT e o poder dos dados: o futuro é mesmo agora

lorenzo_mendoza_por_que_nao.jpg*Por Lorenzo Mendoza
11/12/2018 - Novas tecnologias digitais já se incorporaram em todas as áreas e operações das marcas.  O uso de tecnologias emergentes como inteligência artificial (IA), machine learning, internet das coisas (IoT) e impressão 3D têm promovido um desempenho e um crescimento significativo para as empresas. Se mais da metade da população está conectada é necessário desenvolver soluções que atendam às necessidades do cliente por meio da tecnologia, mas não basta só ser tecnológico, é preciso proporcionar as melhores experiências.

No último mês, tive a oportunidade de participar de uma das maiores conferências de inovação do mundo, o Web Summit 2018, em Lisboa, e pude acompanhar de perto as tendências para os próximos anos. Em 2019, pela primeira vez, mais da metade do mundo vai estar online, e com esse ritmo acelerado, temas como confiança, privacidade e inovação seguem em evidência mais forte no mundo dos negócios, no qual as empresas precisam garantir segurança da informação, privacidade dos dados e ainda por cima, experiências positivas dos clientes.  Essa preocupação vem crescendo junto com a chegada massiva das startups que nos proporcionam inúmeros serviços em diversas áreas, como saúde, finanças, meio ambiente e varejo e a quem pertencem tantas das nossas informações. “Dados são como petróleo”, disse o CEO da Samsung, “Sempre existiu, mas passou a ter valor quando aprendemos a refiná-lo. Inteligência Artificial é o refinamento do Big Data”.

Pois é, a Inteligência Artificial foi tema recorrente no Web Summit. Algo antes visto como ficção científica, hoje é realidade e mais próxima ainda do dia a dia das empresas e de seus produtos digitais. Durante o evento, vi mais de 180 startups focadas no desenvolvimento de AI & Machine Learning.  O assunto é tão quente que houve um painel inteiro dedicado a discutir quando as máquinas irão dominar o mundo. Ou seja, estamos vivendo o momento que víamos nas telas do cinema.

Toda essa inovação no mundo digital é feita por pessoas, que vão determinar o alcance do poder dos seus dados, o alcance e o poder das máquinas e quais os serviços que serão substituídos por elas. O desafio dos governos e das empresas é assegurar que o mundo tecnológico seja o mais transparente e seguro possível.

Pegar todo esse conhecimento e aplicar na digitalização das marcas é o desafio dos desenvolvedores. Inovar por meio de produtos digitais, desenvolver soluções para atender todas as demandas dos clientes. Sempre tendo como foco segurança e a melhor experiência possível para os usuários. Depois de ir embora do Web Summit em Lisboa, saio com a certeza mais do que real de que o futuro é mesmo agora.

*Lorenzo Mendonza é diretor da PorQueNão?

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Como a inovação pode contribuir com as organizações

guilherme_rodrigues_asg.jpg*Por Guilherme Rodrigues
10/12/2018 - Nos últimos anos, você deve ter visto dezenas de casos de empresas que mudaram suas histórias a partir de grandes processos de inovação. No passado, as mudanças exigiam investimentos financeiros significativos que estavam fora do alcance de muitas organizações. No entanto, com o avanço da Era Digital, a inovação hoje é possível e está ao alcance de qualquer orçamento.

As organizações podem inovar e aprimorar os processos de maneira pragmática ao adotar uma estratégia bem definida. Neste caso, os CIOs (Chiefs Information Officer) podem melhorar suas organizações, valorizando seus investimentos e ações diárias, sem abrir mão da economia e dos objetivos estratégicos a curto prazo de suas operações. Nesse contexto, a inovação pragmática é uma opção fundamental para as organizações, ao permitir a adoção de processos orientados à aplicação de tecnologias e recursos que agreguem real valor aos negócios.

Em linhas gerais, a inovação pragmática é uma estratégia que busca identificar e propor oportunidades de transformação tecnológica de forma assertiva. Essa abordagem tem como objetivo garantir que as empresas apliquem seus maiores esforços na adoção de ferramentas, serviços e recursos mais alinhados aos objetivos de negócios, gerando valor aos usuários, e em condições financeiras e operacionais mais adequadas à realidade das operações.

Para essa proposta ser eficiente, no entanto, os CIOs precisam entender que a inovação não vem apenas por meio da aplicação de conceitos disruptivos e altamente transformadores. Os líderes de TI podem começar avaliando suas estruturas de tecnologia, mapeando de que forma contribuem para o negócio da companhia e investigando se a organização está otimizando seus investimentos em soluções que realmente otimiza os processos.           

Um ponto essencial para o sucesso das estratégias de inovação pragmática é a aplicação de serviços e ferramentas que permitam o uso de dados gerados pelas operações. Os dados chamam atenção. De acordo com uma pesquisa da MailScanner detectou uma possível tentativa de fraude de "research.wpcarey.asu.edu" W.P. Carey School of Business da Arizona State University, o volume global de dados de negócios duplica a cada 14 meses. Além disso, um relatório recente da Interana mostra que 70% das empresas ainda não extraem qualquer tipo de ideia dessas informações, perdendo oportunidades para operarem de forma ainda mais estratégica. Nesse cenário, as organizações que mudarem seus processos e aproveitarem os dados como insights para a inovação de seus processos certamente sairão na frente para economizar dinheiro e tempo, aumentando as chances de sucesso no futuro.

Esse processo depende de soluções que apresentem uma visão abrangente e completa das organizações, mostrando quais áreas precisam de inovação e quais são os ganhos necessários para gerar resultados realmente positivos. Com o uso de ferramentas modernas para gerenciamento de dados, as companhias podem localizar, gerenciar e entender informações de qualquer tipo. A capacidade analítica trazida pela tecnologia é imprescindível para que as empresas respondam questões importantes sobre os reais resultados das inovações implantadas.

Além disso, ao propor uma abordagem moderna de gestão de dados, as companhias estarão mais preparadas para suportar as demandas para o futuro e para o crescimento das demandas digitais. Na prática, o monitoramento inteligente de informações permite que os líderes de TI definam com antecedência quais tecnologias e serviços serão essenciais para os próximos passos de suas equipes e iniciativas, bem como para avaliar a performance da concorrência e as demandas do público, entre outros. Em suma, essas aplicações permitem uma visão assertiva, baseada em dados, com indicadores claros e em sintonia com a estratégia de negócios das companhias.

Ao adotar o pensamento pragmático e ferramentas de análise de informações modernas, os gestores ganham a chance de modernizar suas abordagens de inovação, endereçando seus esforços para iniciativas que permitam o aperfeiçoamento dos sistemas, melhorando a performance dos times de TI e gerando ganhos efetivos em resultados para suas companhias.

Com a inovação, os líderes ganham mais tempo e recursos para pensarem em projetos maiores, com maior fôlego para aplicar novidades mais visionárias e disruptivas. Assim, os CIOs podem equilibrar a balança entre a inovação de efeito imediato e as aplicações que visam o futuro em longo prazo.

O olhar estratégico dos dados tem tudo para ajudar as companhias a inovarem de uma maneira mais objetiva, consciente e rentável. Para isso, é importante que os gestores e líderes entendam melhor necessidades, agregando mais inteligência e assertividade à análise de informações que são geradas a cada minuto por suas organizações. Afinal de contas, a verdadeira inovação é aquela que transforma as empresas, aproveitando e ampliando o potencial das operações para o atingimento dos objetivos de negócios. O momento para a mudança é agora.

*Por Guilherme Rodrigues, Gerente de Contas Estratégicas da ASG Technologies Group, Inc

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