Vendas mundiais de dispositivos móveis aumentarão

cinco_g2.jpg08/02/2018 - Até 2021, 9% de Smartphones vendidos serão compatíveis com a tecnologia 5G, prevê o Gartner

O Gartner anuncia que as vendas mundiais de dispositivos - PCs, tablets e telefones celulares - totalizaram 2,28 bilhões de unidades em 2017 e que as remessas estão em curso para atingir 2,32 bilhões de unidades em 2018, o que significa um aumento de 2,1%.

Dois mercados impulsionarão o crescimento geral nas remessas de dispositivos em 2018. Primeiro, será o mercado de celulares, liderado pelo segmento de Smartphones de alto padrão. Segundo, será o mercado denominado Premium Ultramobile, que estará estimulando uma maior demanda com os dispositivos finos e leves da Apple e Microsoft Windows 10.

"Os consumidores têm muitas tecnologias para escolher, o que representa dois principais desafios para os fornecedores. O primeiro é competir pela partilha de carteiras, tendo em conta a quantidade de dispositivos que os consumidores possuem. O segundo é oferecer valor e manter a relevância - para oferecer o dispositivo certo ao público certo. Veremos mais compradores concentrando-se em valor, ao invés de apenas preço e, portanto, considerando dispositivos com preços mais altos", afirma Ranjit Atwal, Diretor de Pesquisas do Gartner.

O mercado de PCs será estável em 2018

As remessas de PCs tradicionais diminuirão 5,4% em 2018, com notebooks mostrando declínio mais acentuado de 6,8%. O mercado Premium Ultramobile será a única área de PC a alcançar crescimento em 2018, enquanto que o mercado geral de PCs diminuirá.

"Os custos de DRAM (tipo de memória) duplicaram desde junho de 2016 e os fornecedores aumentaram os preços dos PCs no primeiro semestre de 2017. Essa tendência provavelmente continuará em 2018, até que os custos de memória sejam revertidos", diz Atwal.

Até 2021, 9% dos Smartphones vendidos suportarão 5G

O Gartner prevê que as remessas de telefones mobile aumentarão 2,6% em 2018, totalizando 1,9 bilhão de unidades. No mesmo ano, as vendas de Smartphones crescerão 6,2%, representando 87% do volume de celulares. "Esperamos que as vendas de Smartphones da Apple cresçam mais do que a média do mercado em 2018, com o lançamento de modelos que alimentam ciclos de substituição mais fortes", prevê Roberta Cozza, Diretora de Pesquisa do Gartner.

Em 2018, os fabricantes de Smartphones se concentrarão em oferecer experiências personalizadas mais atraentes, por meio de dispositivos internos de Inteligência Artificial (on-device IA), assistentes pessoais virtuais e interfaces de usuários mais naturais, além de biometria e aprimoramentos adicionais de exibição e recursos de câmera.

Os telefones 5G chegarão no mercado em 2019, quando os lançamentos de redes 5G começarão em países selecionados, como Estados Unidos e Coréia do Sul. "Prevemos que, até 2021, 9% dos Smartphones vendidos suportarão a tecnologia 5G. No geral, o 5G será um driver significativo de serviços de vídeo e transmissão, pois trará uplinks mais rápidos e suportará novas aplicações de Inteligência Artificial", diz Cozza.

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Os empregos como conhecemos hoje irão desaparecer?

robots_ceos.pg.jpg*Por Ingrid Imanishi
15/02/2018 - O Fórum Econômico Mundial de 2018 discutiu novamente a questão da empregabilidade diante do surgimento e adoção massiva de novas tecnologias. Soluções que até pouco tempo estavam apenas nos filmes de ficção científica, como Inteligência Artificial, veículos autônomos e robôs inteligentes, estão se tornando uma realidade. E a velha pergunta continua a se apresentar: os empregos como conhecemos hoje irão desaparecer? Sim e não. Os empresários que participaram do evento garantem que as tarefas repetitivas, manuais ou administrativas não serão mais executadas por recursos humanos. Por outro lado, est es recursos poderão se qualificar para assumir funções mais analíticas, aprender a utilizar sua experiência pessoal de forma inovadora e até exercitar características individuais que passarão a ser mais valorizadas.

Segundo estudo publicado pelos organizadores do Fórum em Davos, só nos Estados Unidos cerca de 1,4 milhão de empregos serão afetados pelas novas tecnologias em 2026. O mesmo estudo assegura que 95% dos trabalhadores mais afetados poderão se realocar ao adequar capacidades e a forma de atuação.

Observamos que os empregos estão se deslocando de uma área para outra, saindo de atividades operacionais, onde não existe tomada de decisão, para funções em que a necessidade de análise para o cumprimento de tarefas é imprescindível. A tendência é que as habilidades mais difíceis de automatizar permaneçam como atribuições de recursos humanos e, em alguns setores, sofram uma expansão para entender melhor o problema do cliente, oferecer soluções contextualizadas, promover um diálogo cativante e que gere uma relação de confiança, empatia e encantamento.

Nos contact centers, por exemplo, são inúmeras transformações nos últimos anos. Quando surgiram, eles trouxeram mais agilidade e comodidade nas relações com os clientes, substituindo a necessidade do deslocamento físico. O teleatendimento foi uma grande revolução no fornecimento de produtos e serviços. Ele criou estruturas gigantescas de telefonia e funcionários, que tinham um treinamento detalhado em todos os processos da empresa.

Neste processo de evolução contínua, o mercado lançou  o autoatendimento por meio de URAs, quiosques, terminais, portais web e aplicativos móveis. Tudo para oferecer mais agilidade para o cliente, além de reduzir o custo operacional. Embora as chamadas aos call centers tenham reduzido, a complexidade das demandas aumentou. As operações simples, que antes eram o maior motivo das ligações, já não ocupavam mais o tempo dos agentes, que passaram a tratar muito mais casos de exceção, clientes mais insatisfeitos – muitos enfrentaram falhas em interações anteriores ou a falta de clareza nas interfaces construídas para o autoatendimento.

Neste cenário, a capacitação e a especialização do agente se tornaram fundamentais. As novas tecnologias como automação no desktop, que consiste em um robô que orienta e automatiza parte do trabalho do operador, a capacidade de aprendizado dos sistemas (machine learning e inteligência artificial), as ferramentas analíticas para criação de modelos preditivos para antecipação de necessidades e demandas compõem o que chamamos de terceira onda da transformação do atendimento ao cliente. O grande objetivo é facilitar todas as tarefas operacionais e repetitivas do agente para que ele possa oferecer um serviço de qualidade, personalizado, acolhedor e eficaz ao cliente, que entra em contato com a empresa por voz, e-mail, chat e mídias sociais.

Toda plataforma digital precisa de alguém que entenda o problema e o processo, que conceba a solução, alguém que desenhe, codifique, teste, mantenha, renove e suporte. Processos mudam a todo momento com o surgimento de novos produtos e serviços, novas mídias e formas de comunicação. Os algoritmos cognitivos operam em um processo similar ao do cérebro humano, em funções básicas como a identificação de imagens, a categorização de mensagens em texto livre, identificação fonética da comunicação oral e a interpretação de seus sentidos. Mas, também, na viabilização de diagnósticos e resolução de problemas menos triviais.

Para isso, os sistemas precisam ter a capacidade de aprender com as interações que processam, por meio do consumo de dados de forma massiva. Este é o grande salto na área de atendimento ao cliente, mais visível ao grande público pelos chats conduzidos por inteligência artificial. No entanto, a tecnologia de IA já é utilizada em sistemas de última geração de tratamento de imagem, voz e análise preditiva, que estão por trás das cortinas do contact center.

Assim como a tecnologia se reinventa, os profissionais também terão que mudar o “mindset” para que possam acompanhar as transformações do mercado de trabalho. Além de estarem mais abertos às mudanças, as empresas deverão investir cada vez mais em qualificação e treinamento para descobrir habilidades que serão fundamentais para o negócio. Se a tecnologia pode criar e extinguir empregos, cabe a cada um de nós, como profissionais, gerir a própria carreira. Todos são capazes de adquirir as novas competências que são demandadas pelas organizações protagonistas na era da transformação digital.

*Ingrid Imanishi é consultora de soluções avançadas da NICE

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Compartilhar carros, uma realidade próxima

shared_cars.jpg*Por Luigi Filippozzi
08/02/2018 - Em 2008, após a crise financeira global, a necessidade econômica deixou as pessoas mais abertas a novas formas de acessar e utilizar itens dos quais precisam, fazendo com que a mentalidade de uso começasse a substituir a de posse. Assim a economia compartilhada começou a ganhar força em todo o mundo.

Já se passaram quase dez anos e cada vez mais pessoas pagam pelo uso de um produto em vez da posse definitiva dele. Diante disso, alguns setores mais tradicionais estão sendo afetados. O Airbnb é uma das empresas mais conhecidas dessa nova economia, mas existem inúmeras outras. A base de todas elas é a mesma: um aplicativo de confiança, que intermedia as transações, e um sistema de pagamento seguro.

No segmento automotivo, segundo a McKinsey, o compartilhamento representará um mercado de US$ 1,5 trilhão e cerca de 30% da quilometragem percorrida em 2030. Globalmente, já existem mais de 110 mil carros compartilhados e mais de sete milhões de usuários, de acordo com a Frost & Sullivan, números que devem crescer quase 400% até 2025.

Conhecido como car sharing, o compartilhamento pode ser viabilizado por empresas ou pessoas – ambos por meio de uma plataforma. Os benefícios para os usuários são inúmeros: redução de custos, comodidade e praticidade para se locomover sem as responsabilidades de impostos e manutenção de um carro particular. Para os proprietários de veículos, a vantagem é poder ganhar dinheiro nos momentos em que o seu carro está ocioso.

Esse modelo de negócio tem impactado diretamente as montadoras tradicionais – como BMW, Ford, Citroën, Volkswagen –, assim como as locadoras de automóveis. Em geral, os projetos permitem a reserva e o desbloqueio do carro pelo smartphone, e o pagamento é feito por minuto rodado ou por hora. O potencial de mercado é tão grande que a Ford vem oferecendo desconto para quem comprar um carro com o objetivo de oferece-lo para compartilhamento.

Para usar um dos serviços de car sharing, o consumidor precisa apenas de um smartphone com pacote de dados e o aplicativo da empresa que deseja utilizar – exatamente como funcionam os apps de táxis e similares. Em alguns casos, a abertura da porta do veículo também pode ser realizada automaticamente, por meio de soluções IoT, após a liberação da locação no celular, permitindo o autoatendimento.

Empresas ou pessoas que quiserem disponibilizar automóveis para uso de terceiros, assim como as locadoras tradicionais, contam com a tecnologia também para apoiar suas decisões. Veículos mais novos já saem de fábrica com o OBD (diagnóstico de bordo) - tecnologia que permite o acesso a várias informações, como localização, nível de combustível, manutenção, colisão e perfil de direção do usuário. Tudo isso em tempo real.

Os dados coletados podem alimentar sistemas analíticos, nos quais são correlacionados de forma a gerar valor para o negócio e para o usuário, como o envio de notificações, ofertas e promoções personalizadas com base no seu comportamento e localização, além da criação de um programa de fidelidade. A tecnologia possibilita, também, a criação de dashboards para apoiar decisões com base em mapas de calor e análise de demanda versus oferta por região, levando à criação de promoções para melhor posicionar a frota.

No Brasil, o compartilhamento de veículos ainda é bastante tímido, principalmente devido às barreiras culturais. No entanto, a situação deve mudar rapidamente nos próximos anos, visto que 55% dos brasileiros já dispensam a compra do carro próprio, segundo a Global Automotive Consumer Study de 2016.

As mudanças de comportamento impulsionadas pela tecnologia e as transformações em mercados tradicionais trazidas por essas novas práticas são a materialização do que se chama "transformação digital" em nosso dia a dia. Esse novo mundo está chegando e pode impactar qualquer segmento, a qualquer momento. Sua empresa está preparada?

*Luigi Filippozzi é gerente de consultoria do segmento de logística na Logicalis

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Melhor experiência faz do cliente um defensor da marca

*Por Wilmar Lima
31/01/2018 - A logística do atendimento nunca foi tão importante para as marcas como agora. Isso porque, com a tecnologia inserida no cotidiano das pessoas, a venda online e offline se completam e, com isso, novos desafios surgem para a era do varejo omnichannel – tendência que converge todos os canais de venda utilizados por uma empresa e faz com que a experiência do cliente seja o ponto-chave.

Na era da experiência, é preciso pensar em cada cliente como uma unidade e não mais como um grande público, afinal, cada um tem necessidades específicas, fator que exige a presença das marcas em todos os pontos de contato. No entanto, isso vai além da simples padronização de apps, sites e lojas, neste processo acompanhar a jornada do cliente é fundamental.

Um estudo realizado pela SAP Hybris aponta que 49% dos consumidores se sentem confortáveis com o compartilhamento de dados pessoais com as marcas. No entanto, em troca, eles esperam que as interações sejam em tempo real, personalizadas e adaptadas de acordo com as preferências de compra, o histórico de transações e o comportamento do usuário. Isso significa que durante a jornada de compra a expectativa vai além da qualidade de serviço, também envolve a proximidade com a marca e o sentimento de valorização.

A pesquisa ainda revela que 43% das empresas concordam que uma boa experiência com as marcas torna o consumidor um defensor delas, mais do que isso, ainda garante a utilização do serviço mais vezes e indicação para outras pessoas. Outro ponto da pesquisa é que 51% dos consumidores esperam ver as mesmas ofertas de uma loja em múltiplos canais.

O fato é que o potencial dos recursos digitais, que vai desde as redes sociais até a Internet das Coisas, promoveu nos últimos anos uma verdadeira revolução no mercado varejista. Diante disso, a expectativa para as próximas décadas é que, cada vez mais empresas, de diferentes segmentos, apostem na multicanalidade para acompanhar a evolução do comportamento dos consumidores.

Confira algumas tendências omnichannel para o varejo em 2018 e o case de sucesso do primeiro projeto em vendas assistidas omnicanal do Brasil:

• Comando de voz – Os consumidores já utilizam comando de voz para fazer pesquisas, obter previsões meteorológicas, selecionar músicas, entre outras inúmeras tarefas. E, se já estavam habituados a adquirir produtos com um simples clique, por que não utilizar a tecnologia de comando de voz? Certamente, essa é a próxima aposta para aprimorar ainda mais a jornada de compra. Ao utilizar o comando de voz, pessoas com alguma deficiência física ou visual, ou até mesmo idosos, terão mais facilidade para fazer suas compras.

• Vitrines inteligentes – Os conceitos de omnichannel e machine learning possibilitam novas experiências para o varejo. De olho no mundo da moda, a SAP desenvolveu a solução Vitrines Inteligentes, uma tecnologia de recomendação de produtos que transforma as vitrines em auxiliares inteligentes de venda e de administração. A solução oferece agilidade e benefícios para lojistas e consumidores, além de um canal específico e personalizado de relacionamento com o cliente.

• Vendas assistidas – Antes, os clientes chegavam à loja, discutiam com o vendedor o projeto de sua casa, verificavam o preço e a disponibilidade de estoque de determinado produto. Hoje, por meio do multiatendimento, usando o site e o celular, os vendedores podem ofertar mais informações sobre cada item, o que transforma a compra em uma experiência única e diferenciada. O primeiro projeto em vendas assistidas omnicanal do Brasil, com a ferramenta SAP Hybris, foi implementado pela FH na Leroy Merlin, em 2017. O piloto foi realizado na loja de São Bernardo do Campo. Com essa integração entre site e mobile, a Leroy Merlin se tornou a primeira rede no setor de Varejo de Materiais de Construção (multiespecialista do lar, especializada em construção, acabamento, bricolagem, decoração e jardinagem) a atuar 100% no modelo omnichannel.

*Wilmar Lima é vice-presidente de Transformação Digital da FH

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A nova geração de recrutamento e recursos humanos

lucas_mendes_revelo.jpeg*Por Lucas Mendes
29/01/2018 - A tecnologia está dominando diversas áreas das empresas e a cada dia que passa vem mudando o jeito com que empresas atingem seus objetivos. Com o setor de recrutamento não é diferente: neste sentido, a novidade são as chamadas "HR techs".

O termo HR Tech é empregado para empresas de tecnologia que aplicam suas soluções para resolver problemas ligados a recrutamento e seleção, além de outros desafios das áreas de recursos humanos. Os números são animadores: segundo um estudo da CB Insights publicado em março de 2017, em 2016 foram investidos globalmente US$ 2.2 bilhões no segmento de HR Tech.

O mercado de recrutamento - uma parte específica e fundamental do RH - é bastante tradicional. Empresas de recrutamento profissional, as famosas "agências" e "headhunters", nasceram em sua maioria em meados do século XX e focaram em suprir requisitos específicos de empresas na busca por talentos. No entanto, ironicamente, a maior parte das start-ups que inicialmente focaram em RH não se concentraram de forma específica em encontrar talentos de alta qualidade.

Desde o advento da Internet, as start-ups que de alguma forma se concentraram sobre o RH se restringiram basicamente a sites de vagas massificados ou sistemas de gestão de processos (os famosos ATS). Apenas recentemente, surgiram empresas digitais focadas em entregar às empresas os melhores candidatos, e não apenas uma plataforma para se conectar com sites de vagas.

Esse setor já caminha a passos largos nos mercados americano e asiático. Empresas como Hired e Lagou já receberam centenas de milhões de dólares em investimentos de Venture Capital. O próprio Google resolveu atacar o problema ajudando os candidatos, lançando a plataforma Cloud Job Discovery, que utiliza inteligência artificial para auxiliar candidatos a descobrirem quais vagas podem ser mais adequadas aos seus perfis.

Como no exemplo do Google Cloud Job Discovery, as principais tendências no setor de HR tech envolvem "Inteligência Artificial" e "Candidate Experience". A primeira, que dispensa apresentações, envolve o uso de quantidades maciças de dados que são usados para "treinar" robôs para reconhecerem bons perfis. O "Candidate Experience", por sua vez, é mais recente e envolve o uso de tecnologia para colocar o candidato no centro do seu processo seletivo. HR techs focadas em candidate experience constituem um grande aliado para empresas que buscam os melhores candidatos. Ao colocar o candidato no centro do processo, agilizam significativamente a contratação. Para se ter uma ideia, consultorias e headhunters demoram em torno de 52 dias para preencher uma vaga. Com esse tipo de tecnologia, as plataformas de HR Tech fecham uma posição com uma velocidade 50% maior que o modelo tradicional de contratação.

Se as empresas de HR Tech estão desenvolvendo todas essas ferramentas para identificar talentos, é interessante sabermos como a nova geração vem enxergando o atual mercado de trabalho, afinal, é ela que constitui o principal alvo a ser impactado por essa evolução. De acordo o CB Insights, 22% dos millenials estão em busca de treinamento e desenvolvimento dentro de uma empresa. Além disso, este perfil de profissional está em busca de uma boa experiência dentro de uma corporação e tende a aceitar salários mais baixos, desde que isso venha atrelado a felicidade. Para os millenials, a realização profissional está totalmente ligada à qualidade de vida e à felicidade pessoal. Em recente estudo sobre a força de trabalho desta era, a PwC mostra que a adaptabilidade é a chave do futuro para as organizações, os indivíduos e a sociedade enfrentarem essas mudanças. Assim, se de uma ponta o processo de recrutamento está em constante reinvenção, as empresas também precisam acompanhar essa transformação do público que pretende conquistar. Caso contrário, será impossível atrair grandes talentos.

**Lucas Mendes é cofundador da Revelo, plataforma de recrutamento digital

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Dassault Systèmes lança programa para apoiar startups

dassault_startups.jpg29/01/2018 - A empresa anuncia o Global Entrepreneur Program, programa global para empreendedores para acelerar o desenvolvimento de inovações revolucionárias por startups, empresários e fabricantes. O programa, que utiliza a plataforma 3DEXPERIENCE da Dassault Systèmes, seus aplicativos, conhecimentos e sua comunidade de mentores e de serviços, oferece um portfólio completo de soluções customizadas e com diferentes tipos suporte para acompanhar inovadores em todas as etapas de seus desenvolvimentos: do início até o final.

Mais de 1.000 startups, empresários e produtores já estão utilizando os serviços da Dassault Systèmes na criação digital de produtos e experiências de produtos para o mundo real. Com o Global Entrepreneur Program, eles podem utilizar mundos virtuais, colaboração, inteligência coletiva e comunidades para facilitar a inovação, a criatividade e a concretização das ideias. Os inovadores podem promover projetos que integram Internet das Coisas (IoT) e outras tecnologias, projetar e testar produtos, além de acessar serviços de prototipagem online. Todo o processo utilizando os mais recentes métodos de impressão 3D, além de compartilhar conhecimentos e competências com uma rede qualificada de profissionais, especialistas e colegas de várias indústrias.

As startups têm necessidades diferentes em cada fase do seu ciclo de vida. Uma abordagem tecnológica, de orientação e comercialização única, não é suficiente para fornecer os diversos níveis de suporte necessários para ajudá-los a comercializar produtos mais rapidamente, ao mesmo tempo em que aborda os desafios empresariais inerentes ao mundo das startups, como financiamento, recrutamento de pessoas, infraestrutura de TI ou vendas.

O Global Entrepreneur Program inclui aplicativos de design e treinamento da SOLIDWORKS for Entrepreneurs para projetos focados na inovação mecânica, bem como aceleração imersiva no 3DEXPERIENCE Lab para startups disruptivas que trabalham para transformar a sociedade que precisam de apoio de mentores, protótipos e suporte de marketing, inclusive de uma rede de incubadoras, aceleradoras e parceiros Fab Labs nos Estados Unidos e na Europa.

O Global Entrepreneur Program também inclui a plataforma 3DEXPERIENCE baseada na Nuvem (cloud-based), gerenciamento de comunidade, suporte e serviços que trazem velocidade, agilidade, flexibilidade, experimentação e colaboração para projetos que exigem mais do que apenas uma nova atividade de engenharia de produtos.

"Os empresários nos informaram que valorizam a comunidade social de uma incubadora acima de tudo, e nós ouvimos", afirma Frédéric Vacher, Diretor de Estratégia Inovadora Corporativa da Dassault Systèmes. "A Dassault Systèmes adora as startups e o nosso Programa Global Entrepreneur oferece suporte aos seus processos de inovação, fornecendo aplicativos em Nuvem, comunidades e serviços online, qualquer que seja a indústria, produto, necessidade ou nível de maturidade.

"Podemos considerar 'passado' os dias em que apenas as grandes empresas possuíam inúmeras habilidades, recursos e capacidades para produzir avanços. Hoje somos um catalisador e facilitador para grandes empresas e startups na criação de conceitos, reunião de mundos virtuais e reais, além de fortalecer o renascimento da inovação", enfatiza o executivo.

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