SAS anuncia crescimento de 24% em 2019

sas_cassio_pantaleoni.jpgPor Thais Sogayar
13/03/2020 - O SAS cresceu no Brasil 24% em 2019 em relação a 2018, puxado, principalmente, pela demanda por analytics e experiência do cliente. De acordo com Cassio Pantaleoni, country manager do SAS Brasil, o Brasil representa cerca de 6% da receita global do SAS de 35% da América Latina. Em 2018, as receitas operacionais da multinacional foram de US$ 3,27 bilhões.

Além disso, o resultado também reflete o desempenho da empresa na venda de soluções de fraude, risco, customer intelligence, especialmente para bancos, seguradoras, operadoras de telecom e governo.

Segundo Pantaleoni, esse crescimento do Brasil se deve a uma estratégia que foi montada com objetivo de oferecer ao cliente uma percepção distinta do uso do SAS, apoiado em serviço de valor agregado.

Passou a ser um desafio para a SAS Brasil “monitorar as tendências do cliente enquanto cliente, as tendências da indústria daquele cliente, e as tendências da tecnologia de modo a entender como ele chegou até aqui no processo de maturação do uso de analytics”, explica Pantaleoni.

Durante coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira, 12/03, o executivo explicou que “é possível verificar pelos números que a variável de serviço cumpriu um papel importante, embora não tenha sido o único elemento do nosso sucesso, mas foi sem dúvida, um dos mais importantes”.

Estratégias para 2020

O principal foco do SAS para 2020 será garantir a melhor experiência para seus clientes, sobretudo na entrega de valor e geração de resultados de negócios. “Entender as necessidades dos nossos clientes é uma das nossas prioridades, e isso deve ser intensificado ao longo desse ano, diz o executivo.

Para tanto, a empresa se apoia em três pilares estratégicos: uma sólida fundação tecnológica, com plataformas robustas e preparadas para as necessidades dos atuais clientes, um time capacitado e satisfeito com o trabalho e alinhamento às principais tendências do mercado.

Com relação às expectativas para 2020, Pantaleoni disse que espera um aumento de 10% nas receitas em 2020, em relação a 2019, mas disse estar avaliando os impactos econômicos do coronavírus Codiv-19 para a empresa. "Todo mundo vai rever a meta. Mas, pelos números que estamos monitorando, o nosso primeiro trimestre deve ser bom, se não tiver nenhuma medida do governo de retirar autonomia das empresas", ressaltou o executivo.

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