Gartner anuncia agenda de eventos em 2018

TI2.jpg11/12/2017 - Inscrições para primeira conferência já estão abertas

O Gartner anuncia seu calendário de eventos para o Brasil em 2018. Na agenda, estão programadas três conferências, além do tradicional Symposium/ITxpo, o maior e mais importante evento de TI no País. Os eventos antecipam tendências de tecnologia para um público qualificado, com poder de decisão e formado por CIOs e executivos estratégicos de TI.

Durante os eventos, que acontecerão no WTC Sheraton Hotel, em São Paulo, os participantes terão acesso a apresentações especiais de analistas do Gartner, além de pesquisas inéditas, workshops e casos de sucesso, com oportunidade de interação e de troca de experiências. O público também poderá assistir a debates em mesas-redondas e sessões práticas que apresentam ideias inéditas para o mercado de TI. Os eventos do Gartner apresentam ainda oportunidades únicas de networking, interação para desenvolvimento de negócios e possibilidade de agendamento de reuniões particulares com analistas do Gartner para obtenção de conselhos práticos sobre os desafios específicos de cada empresa.

Até 2 de março, as inscrições para a Conferência Gartner Infraestrutura, Operações de TI e Data Center estão com desconto de R$ 525,00. Há preços diferenciados para profissionais do setor público e descontos para grupos. Interessados devem contatar o Gartner pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo., pelos telefones 0800-7741440 e (011) 5632-3109, ou pelo site gartner.com/br/datacenter

Confira as datas das Conferências e do Symposium/ITxpo:

- Conferência Gartner Infraestrutura, Operações de TI e Data Center – Dias 4 e 5 de abril

- Gartner Business Intelligence, Analytics e Gestão da Informação – Dias 10 e 11 de maio

- Gartner Segurança e Gestão de Riscos – Dias 2 e 3 de agosto

- Gartner Symposium/ITxpo – De 24 a 27 de outubro

Programe-se para participar das conferências do Gartner:

Acesse a programação em http://www.gartner.com/events/calendar

 

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AI, ou seria inteligência aumentada?

marcelo_rezende.jpg*Por Marcelo Rezende
11/12/2017 - Inteligência Artificial (ou AI, na sigla em inglês) está em alta. Uma infinidade de empresas tem investido na tecnologia e o Gartner estima que quase todos os softwares terão AI integrada até 2020. Segundo a consultoria, essa deve ser uma das cinco prioridades de investimento para mais de 30% dos CIOs pelo mundo.

No entanto, muito do que temos hoje não pode ser considerado AI, mas sim Inteligência Aumentada. A diferença pode parecer pequena, mas as aplicações desses conceitos funcionam de forma bastante distinta. A Inteligência Artificial é a ideia de um sistema que reproduz a cognição humana e funciona de forma autônoma. Já a Inteligência Aumentada tem como base sistemas com tecnologia cognitiva que apoia o ser humano, seus planejamentos e análises.

As duas vertentes se iniciaram na década de 50, mas o termo Inteligência Artificial passou a ser aplicado de forma mais ampla, nomeando inclusive alguns produtos que são resultado de pesquisas em Inteligência Aumentada. E é nesta tecnologia que eu aposto para o futuro. Isso por que o ser humano não será retirado da equação, do momento da decisão.

Há muitos riscos em uma Inteligência Artificial que, de fato, toma decisões por si só. Há, inclusive, uma infinidade de filmes apocalípticos sobre o tema. No mais famoso – O Exterminador do Futuro – a AI de uma empresa chamada Skynet se rebela e passa a destruir o mundo. Guardadas as devidas proporções, fantasias e viagens no tempo, há de se convir que o ser humano precisa ter controle sobre a tecnologia. O próprio Stephen Hawking já disse que a inteligência artificial pode acabar com a humanidade se não soubermos controlá-la.

Quando deixamos de lado o filme estrelado por Arnold Schwarzenegger e pensamos em algo palpável e próximo à nossa realidade, como os carros autônomos, os perigos reais começam a surgir. No caso de um acidente iminente e sem chances de ser evitado, por exemplo, a máquina deverá escolher quem será ferido com mais gravidade ou até morrer. Como lidar com isso? Quem será responsável pelo acidente? Como as montadoras e seguradoras devem agir nesse caso?

Os dilemas morais, éticos, tecnológicos e de responsabilidade existem e precisarão ser enfrentados com muito cuidado se algum dia chegarmos a esse patamar. E esse tipo de questão torna as aplicações de AI pouco viáveis, porque retira o ser humano da jogada e o substitui quase que completamente.

Já a Inteligência Aumentada se aproxima, de fato, do que há hoje. Podemos usá-la em aplicações que verificam informações online sobre diagnósticos e apoiam o parecer de um médico ou em análises financeiras parcialmente interpretadas que suportam tomadas de decisão. Esse tipo de uso, com base na análise de dados e que caminha lado a lado com a decisão humana, é mais simples, eficiente e seguro.

Acredito que o ser humano é – e sempre será – essencial para tomar decisões. As máquinas não são capazes de captar e interpretar todas as nuances das nossas relações, ou mesmo ter algo próximo à inexplicável intuição. Isso é inerente da nossa espécie. Esse é o uso que precisamos de imediato, e é nele que devemos investir, ao menos enquanto não soubermos como mitigar os riscos da Inteligência Artificial e transformá-la em algo que não sairá do controle.

*Marcelo Rezende é Country Manager da Qlik no Brasil

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ALE: 3 anos de desempenho positivo

nuno_ribas_mathieu_destot_2.jpg29/11/2017 - “A ALE, empresa chinesa que atua sob a marca Alcatel-Lucent Enterprise, é um sucesso no Brasil e no mundo” – afirma Nuno Ribas, Head de Cloud Business para Europa & South, da empresa. No Brasil, apesar do momento de crise político-econômica, a ALE conseguiu atingir todos os objetivos propostos pela direção. Após o anúncio de reposicionamento no mercado de das Tecnologias de Informação e Comunicações (TICs), em 2014, a ALE iniciou uma nova jornada de aprimoramento das linhas de produtos e relacionamento com os Parceiros de Negócios.

Sua linha de ação – que consiste, essencialmente, em definir verticais de mercado para buscar o crescimento desejado –a foi uma das metas mais ousadas da companhia. Os setores como hotelaria, saúde, governo, educação e transporte foram apontados como promissores para o desenvolvimento de aplicações no conceito da transformação digital.

Um dos primeiros projetos da ALE para atingir seus objetivos foi consolidar parcerias e buscar novos canais com boa capacidade técnica e comercial para ampliar a abrangência no território nacional. O mesmo objetivo foi determinado aos outros países da América Latina. Nessa estratégia, o foco está em poder oferecer todas as aplicações de communication na nuvem, com soluções voltadas a perfil de usuário e não a departamentos.

O modelo de negócios de prestação de serviços em nuvem é outra meta, já que se mostra muito mais viável economicamente e oferece flexibilidade significativa na entrega sob demanda. As comunicações unificadas se tornaram mais acessíveis com a solução OpenTouch Enterprise Cloud, já que as empresas podem escolher entre instalação de equipamento em sua sede ou o modelo “As a Service”. No Brasil, os Parceiros de Negócios identificados com essa qualificação foram 3Corp e Lettel, além de outros parceiros capacitados no Peru, na Colômbia e no Uruguai. Com isso, os parceiros evoluíram da condição de “box moving” para prestadores de serviços.

O conceito de transformação digital para simplificar a TI e torná-la um recurso voltado a melhorar os resultados das organizações, além dos serviços em nuvem, fez com que a ALE investisse mais em desenvolvimento de aplicações. O lançamento da plataforma de colaboração Rainbow foi um marco nesse momento.

A conquista do projeto do governo do estado de Santa Catarina é o resultado mais expressivo e expoente. O governo catarinense assumiu a plataforma Rainbow como ferramenta de comunicação entre suas secretarias, conectando 40 mil funcionários que já podem trocar mensagens de texto, áudio e vídeo; compartilhar arquivos; criar grupos por área de atuação; e receber comunicados oficiais do governo. A previsão do governo é de estender o serviço a 90 mil funcionários.

Mais um lançamento voltado à era da transformação digital foi a linha de access points Alcatel-Lucent OmniAccess Stellar, uma solução de alto desempenho para mobilidade e Internet das Coisas (IoT). A linha faz parte da família de soluções de mobile campus, que tem como princípio a infraestrutura de rede otimizada.

Como a ALE se apresenta

Nuno Ribas define a identidade da empresa. ”Nós somos ALE. Nossa missão é fazer com que tudo fique conectado para criar a experiência de tecnologia personalizada que os clientes precisam. Fornecemos redes e comunicações que funcionam para a sua equipe, processos e clientes a partir do seu escritório, da nuvem ou de forma combinada”.

Segundo o executivo, “uma herança de inovação e dedicação ao sucesso dos clientes fez da ALE, que opera sob a marca Alcatel-Lucent Enterprise, um fornecedor essencial de redes corporativas, comunicações e serviços para mais de 830.000 clientes em todo o mundo. ALE tem um alcance global e foco local com mais de 2.200 funcionários e mais de 2.900 parceiros que cobrem mais de 50 países”.

Crédito: Ethevaldo Siqueira / À esquerda Nuno Ribas, Head de Cloud Business para Europa & South e à direita Mathieu Destot, presidente da Alcatel-Lucent Enterprise (ALE)

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Que esperar do mercado de publicidade?

advertising_market_1.jpg29/11/2017 - Gartner divulga pesquisa global sobre mercado de publicidade e alerta que executivos de marketing não podem se distrair, esquecendo de estratégia, porque os orçamentos de marketing estarão estagnados após aumentos contínuos ao longo dos últimos anos. O levantamento foi realizado de junho a agosto de 2017 com 353 executivos de marketing (CMOs -Chief Marketing Officers) da América do Norte e do Reino Unido em empresas com mais de US$ 250 milhões de receita anual.

Os executivos de marketing têm baixas expectativas para 2018. Apenas 15% esperam um aumento significativo no orçamento, 52% aguardam um crescimento razoável e 33% acreditam que suas verbas sejam cortadas ou congeladas. "Embora a queda ainda não seja íngreme, estimamos um cenário desafiador para os CMOs. Os aumentos de orçamentos nos anos anteriores trouxeram fortes expectativas, sendo que algumas das quais ainda precisam ser atendidas. Chegou o momento de o marketing mostrar suas credenciais de gestão financeira, provando que pode lidar com restrições de custo, assumir a responsabilidade pelo desempenho do negócio, construir orçamentos com base em retornos futuros em vez de suposições passadas e fazer crescer o negócio enquanto se faz escolhas difíceis", afirma Ewan McIntyre, Diretor de Pesquisas do Gartner.

O ano de 2017 tem sido de grande agitação em termos de políticas globais e desastres naturais – as questões da Coreia do Norte, Brexit e os furacões Harvey, Irma e Maria, por exemplo. O marketing não é imune ao impacto comercial que decorre desses incidentes. Também há evidências de que os CMOs podem ter se distraído, seja por um foco pesado em medidas operacionais e táticas de desempenho, seja por iniciativas grandes e multifuncionais como programas de experiência do cliente (CX – Customer Experience) que ainda não proporcionam grandes benefícios econômicos.

"CMOs correm o risco de ficarem míopes diante de questões estratégicas ou muito visionários para atender aos objetivos do marketing. O resultado é uma falta na medição de resultados que realmente importam para os negócios – como as atividades de marketing geram retorno sobre investimento e rentabilidade para a organização", explica McIntyre.

Nem todas as organizações sentiram o impacto da mesma forma. As grandes empresas foram protegidas dos cortes até agora e as reduções variaram em todas as indústrias, sendo o varejo e a manufatura atingidos mais fortemente. Mesmo com a previsão do Gartner, esses cortes serão vistos como uma surpresa para muitos CMOs. Apenas 14% dos entrevistados pesquisados no levantamento do ano passado anteciparam os cortes de 2017, o que significa que muitos executivos estão mal preparados para mudanças. Os líderes de marketing precisam pensar e agir rapidamente, garantindo que eles continuem a atender às crescentes expectativas de negócios ou novos cortes serão esperados.

Aumento do investimento em publicidade digital

A pesquisa identificou que 67% dos CMOs planejam aumentar o investimento em publicidade digital, enquanto a mídia tradicional enfrenta perdas orçamentárias. Mais da metade dos executivos espera que seus investimentos em marketing de eventos e de parceiros/canais caiam ou fiquem baixos, com 63% dos profissionais afirmando que esperam crescimento estável ou cortes em verbas de publicidade off-line. Ao mesmo tempo, os investimentos estão crescendo em uma variedade de canais digitais, incluindo sites (61% dos CMOs esperam aumentar a verba) e mobile (59% esperam aumentar gastos). Os líderes também mostram um compromisso forte e contínuo com o marketing social, com 64% planejando aumentar seus orçamentos nessa área.

"A transição para o digital em relação à mídia tradicional reflete a mudança de hábitos de consumo de mídia do público-alvo. No entanto, sem capacidades como Modelagem do Conjunto de Marketing (MMM – Marketing Mix Modeling), os CMOs correm o risco de reduzir custos em canais com base em sensação emocional, independentemente das jornadas que seus clientes e prospects realmente adotam para comprar, possuir e defender seus produtos e marcas. Essas jornadas provavelmente incluem uma gama de pontos de contato digitais e tradicionais, que interagem e se integram uns com os outros", afirma McIntyre.

A mensuração é um fator que contribui para o crescimento do orçamento da mídia digital. O foco dos CMOs em análise reflete a necessidade de demonstrar o desempenho e a eficácia do marketing e da publicidade para o negócio. A jornada multicanal exige que os líderes de marketing ultrapassem as métricas de performance e os desafia a empregar avançadas análises para responder à questão do ROI de marketing.

CMOs estão focando os orçamentos em clientes existentes

A lógica de marketing indica que são necessários mais recursos para adquirir um novo cliente do que para reter ou expandir a conta com um existente. Consequentemente, os orçamentos dos CMOs tornaram-se fortemente inclinados para a retenção, com diminuição da verba de aquisição para uma proporção de dois para um. No entanto, essa relação só pode ser justificada se refletir a rentabilidade que os clientes existentes trazem para o negócio. Uma verba de marketing valiosa pode ser desviada para nutrir os clientes errados, aqueles que são um obstáculo de longo prazo para a lucratividade porque compram produtos de baixa margem ou adquirem algo apenas durante as promoções ou porque têm altos custos de manutenção. Além disso, descartar o valor da aquisição pode prejudicar a saúde financeira do negócio em longo prazo.

As despesas de tecnologia de marketing sentem a crise

As despesas de tecnologia de marketing (martech) caíram 15% em 2017, uma vez que os CMOs contiveram compromissos de gastos anteriores elevados em meio a preocupações com a capacidade de marketing para adquirir e gerenciar a tecnologia de forma eficaz. O martech continua a representar uma proporção significativa do poder de despesa dos CMOs, com 22% do orçamento total de marketing alocado à tecnologia. No entanto, essa é uma queda significativa ano a ano, já que a pesquisa do ano passado reportou que 27% do orçamento de marketing foi destinado para martech.

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Jovens projetam brinquedo com Autodesk Fusion

togotoy.jpg21/11/2017 - Togotoy é um brinquedo voltado a crianças com deficiência visual de 4 a 10 anos. Os estudantes universitários brasileiros Giulia Pereira (Design Gráfico) e Vitor Akamine (Engenharia Mecatrônica) criaram, projetaram e desenvolveram um brinquedo que tem como objetivo integrar crianças com deficiência visual (baixa ou nenhuma visão) com crianças videntes. Batizado de Togotoy, o brinquedo foi modelado em 3D com a ferramenta Autodesk Fusion 360.

“Togo”, em japonês, significa integração e por isso esse foi o nome escolhido para o projeto. De acordo com Vitor, o uso do software de modelagem 3D da Autodesk foi essencial para transformar a ideia em um objeto real e assim dar origem ao primeiro protótipo do produto. O estudante teve contato com a ferramenta por meio de um curso dado pela própria Autodesk na sua faculdade.

Fusion 360, o CAD 3D reinventado

Para a Autodesk, o Fusion 360 é a primeira ferramenta CAD 3D, CAM e CAE dessa espécie. Ela conecta a totalidade do processo de desenvolvimento do produto em uma única plataforma baseada em nuvem que funciona tanto em Mac quanto em PC. Ele projeta, teste e fabrica com uma única ferramenta. Funciona em qualquer lugar. É altamente colaborativo.

“O Autodesk Fusion 360 é fácil de manusear e é um software revolucionário, pois permite que a gente faça qualquer coisa. Além disso, o trabalho em nuvem facilitou muito o desenvolvimento do Togotoy, uma vez que a integração dos arquivos é muito mais fácil”, explica o estudante que aproveitava o tempo livre entre as aulas para se dedicar ao projeto e usava sempre diferentes computadores nos laboratórios da faculdade. “Era muito prático poder trabalhar com essa flexibilidade”, afirma Vitor.

A ideia do Togotoy surgiu durante a finalização de um projeto para uma disciplina do curso de design em que a tarefa proposta era desenvolver um brinquedo. Contudo, logo apareceu a questão de como torna-lo mais acessível para crianças com deficiências.

“Essa motivação impulsionou o início do projeto. Entretanto, nos deparamos com vários obstáculos em relação à produção do produto, já que não tínhamos nenhuma experiência prática em desenvolver algo inovador. A partir daí lançamos mão da modelagem e impressão 3D”, conta Giulia.

Atualmente, existem poucas opções de brinquedos inclusivos no mercado e a maioria é feita artesanalmente. O TOGOTOY é um dos primeiros brinquedos pensados para fabricação industrial.

“A Autodesk tem por objetivo que as pessoas usem suas ferramentas para criar qualquer coisa. Seja uma complexa construção de infraestrutura ou um brinquedo que conecte crianças. A nossa missão é ser um meio para tornar isso possível”, afirma Greg Eden, Vice-Presidente de Marca e Comunicação da Autodesk.

Como funciona?

O Togotoy é composto por blocos modulares de formato retangular que se conectam por meio de encaixes simples e que, ao serem ligados entre si, formam uma torre hexagonal.  

Na superfície externa de cada bloco há três estímulos para as crianças: palavras escritas no alfabeto Braille, suas transcrições no alfabeto usual, além do símbolo correspondente da palavra - os últimos dois em alto-relevo. Somado ao forte contraste de cores entre o fundo e elementos da peça, o brinquedo permite que tanto crianças com deficiência visual (total ou parcial) quanto videntes possam brincar juntas e criar suas próprias histórias, da maneira que quiserem.

A dinâmica do Togotoy consiste na construção de uma história livre criada por meio da imaginação. Ao final da montagem, as crianças constroem uma estrutura que conta a história da maneira como elas escolheram.

Todos os elementos sensoriais presentes no brinquedo estão sendo cuidadosamente escolhidos para estimular o máximo possível a criatividade.

Próximos Passos

O Togotoy já está na sua quarta versão de protótipo e o produto evolui a cada dia. Os estudantes estão trabalhando em parceria com o setor de inovação da Fundação Dorina Nowill para aprimorar o brinquedo. Além disso, os estudantes buscam parceria para produção em larga escala. O projeto já foi apresentado em diversos eventos no Brasil e exterior.

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Futuro aeroporto do México vence o prêmio AEC

aeroporto_mexico.jpgPor Ethevaldo Siqueira (De Las Vegas)
21/11/2017 - No primeiro dia da Autodesk University, 14 de novembro de 2017, foram anunciados os vencedores do Prêmio AEC de Excelência 2017. O vencedor na categoria Infraestrutura foi o projeto do novo Aeroporto da Cidade do México, mostrado nesta ilustração de Foster & Partners, o escritório que o projetou.

O Prêmio AEC é um reconhecimento da excelência dos projetos que utilizam as tecnologias conectadas BIM (Building Information Modeling) e de projetos sustentáveis no setor de Arquitetura, Engenharia e Construção (AEC). Participaram da competição este ano 145 projetos, representando mais de 30 países, o que indica de forma inequívoca o extraordinário progresso do setor de construção e engenharia em todo o mundo. Crédito: Cortesia de Foster + Partners

Nesta ilustração, temos uma ideia da ousadia deste projeto criado por Foster & Partners para o Novo Aeroporto Internacional da Cidade do México (NAICM), que ganhou o primeiro lugar no Prêmio AEC Com 470.000 metros quadrados, o NAICM será um dos maiores aeroportos do mundo. Sua forma fluida foi inspirada pelo voo. Mas o foco principal do projeto é a experiência do passageiro. O terminal em si tem quase 1,5 km de comprimento e uma única e contínua grade com uma cobertura inovadora e pontes de embarque fixas em um único envoltório ou gabinete.

Com um conceito que sugere ambiente ao ar livre, os viajantes poderão ver os portões aos quais eles estão se dirigindo, em um espaço cheio de luz do dia. O projeto também antecipa o aumento previsto no número de passageiros em 2028 e além, juntamente com um plano de expansão até 2062 para eventuais seis pistas de aterrissagem.

A abordagem de design computacional para o telhado é única no mundo pela complexidade de gerar uma estrutura de iluminação de curvatura dupla com longos períodos de 160 metros, servindo como telhado, fachada e estrutura ao mesmo tempo. Com uma extensão de mais de 100 metros, a estrutura leve de vidro e aço é projetada para condições de solo desafiantes também.

Eis os ganhadores do Prêmio Excelência AEC, da Autodesk

Em solenidade realizada no dia 14-11-2017, em Las Vegas, a Autodesk University homenageou os vencedores globais dos Prêmios de excelência da AEC em infraestrutura, construção, construção e sustentabilidade da 2017.

A competição 2017 AEC Excellence Awards é dedicada às inovações da indústria AEC (Arquitetura, Engenharia e Construção), com reconhecimento aos projetos globais que envolvem tecnologias BIM (Building Information Modeling) conectadas e design sustentável. A competição deste ano recebeu 145 envios que representam mais de 30 países, indicando que em todo o mundo, a inovação no projeto de construção e construção está prosperando.

Os Prêmios de Excelência AEC 2017 foram co-patrocinados pela Autodesk, HP, Constructrion Dive e Smart Cities Dive. O painel independente de juízes selecionou os projetos vencedores nas categorias de Sustentabilidade, Infraestrutura, Construção e Construção.

"Com a sua imaginação arrojada e as ferramentas certas na mão, os vencedores desta competição estão criando monumentos duradouros para a ingenuidade da humanidade", disse Nicolas Mangon, vice-presidente da AEC, Estratégia de Negócios e Marketing na Autodesk. "Eu aplaudo cada um dos vencedores e finalistas por compartilhar sua visão e demonstrar o futuro de fazer coisas no mundo construído à nossa volta".

Eis aqui os vencedores:

Na categoria Sustentability, o primeiro lugar foi conferido à Assa Aharoni Consulting Engineers e à empresa Geotectura, Axelrod-Grobman Arquitects, NCA, pelo projeto da Escola Porter de Estudos Ambientais, da Universidade de Tel-Aviv (The Porter School of Environmental Studies).
A Escola Porter de Estudos Ambientais da Porter, da Universidade de Tel-Aviv, realmente incorpora o que é ensinado e pesquisado dentro e fora de suas salas de aula. O edifício de 4.000 metros quadrados é o primeiro de seu tipo em Israel, alcançando a certificação LEED Platinum (92 pontos) e 5 estrelas no Código Verde israelense 5281. (foto abaixo)

O segundo lugar do Prêmio AEC em Sustentabilidade foi conferido ao trabalho do Instituto de Projetos Arquitetônicos Tianjin (Tianjin Architecture Design Institute) para o Centro de Cultura e Desporto Comunitário Jie Fang Nan Lu. (foto abaixo)

O terceiro lugar do Prêmio AEC em Sustentabilidade coube a Magnolia Quality Development Corporation Limited for Whizdom 101 Bangkok (foto abaixo). Nesse projeto, a missão da Magnolia Quality Development Corporation Ltd. foi transformar um terreno urbano de 17 acres em um modelo de cidade sustentável e inteligente com desenvolvimento totalmente integrado, digital, de uso misto, tanto com espaços comerciais quanto com torres residenciais. Ao minimizar os impactos ambientais, economizar energia e reduzir as emissões de carbono, o projeto de US $ 1 bilhão foi concebido para melhorar a qualidade de vida e estimular o desenvolvimento sustentável da comunidade. (mais informações sobre este projeto pelo link: https://www.autodesk.com/solutions/bim/hub/aec-excellence-2017/sustainability/third-place

Na categoria Edificios, o primeiro prêmio foi conferido à Dubai Future Foundation, Killa Design, BuroHappold Engineering, BAM Higgs & Hill, Transgulf pelo projeto do Museum of the Future. (Foto abaixo)

Conheça todas as categorias do Prêmio Excelência AEC pelo link abaixo:

 http://blogs.autodesk.com/inthefold/aec-excellence-winners-announced/


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