Mantendo o barco à tona em águas turbulentas

sas_mavio_portela_2.jpg*Por Marvio Portela
06/04/2020 - A maioria dos gestores deve conhecer o conceito de "jogo infinito", de Simon Sinek, que faz muito sentido, considerando o território desconhecido pelo qual estamos atravessando neste momento. Então, pensei em compartilhar alguns pensamentos sobre essa ideia, que é parte das ferramentas que tomadores de decisões podem usar para manter a embarcação à tona apesar dessa turbulência. Afinal de contas, estamos todos no mesmo barco.

Para aqueles que não tiveram a chance de ler ou ouvir a respeito das ideias de Sinek, um bom resumo é que, até recentemente, nós sabíamos quem o então chamado "inimigo" era. Nós conhecíamos as regras. Quem marcasse mais pontos ganhava a partida, ponto final. Mas isso não é mais verdade.

O fato de que jogadores invisíveis podem surgir do nada é evidente mesmo nas ocorrências mais simples da vida. Outro dia, no Brasil, depois do almoço, comprei alguns doces caseiros de uma moça que os vendia em uma esquina na rua. Nós tivemos uma breve conversa, e ela me contou que seus negócios vinham diminuindo nos últimos tempos.

De volta à minha mesa, no mesmo dia, me ofereceram doces parecidos, mas lindamente embrulhados, produzidos pelo marido de uma colega de trabalho. Isso me fez pensar na moça de antes, que não fazia ideia do porquê de suas vendas estarem diminuindo ou de quem é sua concorrência. Isso reforça que o jogo não tem mais regras ou jogadores definidos.

A certeza sobre o que você precisa para vencer não existe. E isso nunca acabará.

No contexto atual, é muito provável que a gestão de muitas empresas entre em pânico ou se deixe distrair dos objetivos que ainda precisam ser alcançados para simplesmente manter o barco em movimento ou para oferecer caminhos para as equipes seguirem, apesar dos desafios.

É muito difícil, principalmente em um contexto de trabalho remoto, não seguir a evolução da tragédia humana trazida pelo novo coronavírus. Mas talvez a mudança atual na ordem mundial e o movimento em direção a um jogo ainda mais infinito possam trazer algumas lições valiosas que devemos manter na nossa mente conforme nós enfrentamos tudo isso.

Apesar de eu não querer ser determinista em um cenário tão desafiador, vale a pena pensar no que manterá as empresas à tona em tempos assim. Para isso, eu vou, novamente, utilizar as reflexões de Simon Sinek que datam de alguns anos atrás.

Na sua famosa palestra "Comece pelo por que", no TED Talk de 2013, Sinek propõe um argumento muito atraente sobre propósito, começando pela pergunta "por que". Por que sua empresa existe? Por que você consegue agregar valor para o cliente? Por que eles deveriam se importar?

No SAS, nós acreditamos que a curiosidade é o motor que aciona tudo que fazemos - e, nesse contexto, "por que" é nossa pergunta mais frequente. E esse é o motivo de termos passado pelos altos e baixos da economia global por mais de 40 anos. É o que nos mantém no jogo, que, até onde sabemos, sempre esteve em evolução.

Entretanto, perguntar "por que" não é o único ponto relevante ou mesmo o mais importante na situação que enfrentamos atualmente. O "quem", neste momento, deveria ser a preocupação primordial de qualquer tomador de decisões. Os indivíduos que estiveram com você por toda a jornada até agora.

As pessoas da organização são o elemento mais poderoso e crucial para lidar com o jogo infinito.

Assim como manter a comunicação, os objetivos e o espírito de equipe consistentes mesmo trabalhando separados, gestores também precisam proporcionar liderança baseada em valores que vão além de números para garantir que isso permaneça sustentável.

Quando se trata do jogo infinito, isso significa ser capaz de adotar uma abordagem colaborativa, ágil e flexível, necessária para garantir a continuidade do jogo. Não é necessariamente jogar para vencer, mas, sim, jogar para permanecer no jogo. Para fazer isso, você precisa colocar suas melhores habilidades humanas em uso, como a de ouvir todos os envolvidos - funcionários, clientes, parceiros - para que as necessidades em evolução possam ser consideradas e todos possam ter uma chance de jogar.

Mas, acima de tudo, nós precisamos ser gentis uns com os outros. Vivemos tempos preocupantes, em que muitos dos nossos colegas, seus amigos e familiares podem, a qualquer momento, ser afetados pela propagação do novo coronavírus. Bondade é o recurso mais poderoso que você pode usar para continuar fazendo seu trabalho o mais humanamente possível - e é algo pelo qual você definitivamente será lembrado quando, finalmente, deixarmos este momento para trás.

Por favor, cuide-se.

*Marvio Portela é vice-presidente do SAS para América Latina

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DataRobot abre plataforma de IA contra COVID-19

robo.jpg03/04/2020 - A DataRobot está disponibilizando gratuitamente sua plataforma aos interessados ​​em utilizá-la para ajudar no esforço de resposta ao coronavírus. Em colaboração com a Amazon Web Services (AWS), a empresa fornece acesso gratuito às soluções de Machine Learning automatizado e de preparação de dados Paxata para os participantes da competição Kaggle, patrocinada pelo Escritório de Política e Tecnologia da Casa Branca para pesquisas relacionadas ao COVID-19. A plataforma corporativa de IA da DataRobot oferece modelos de aprendizado de máquina prontos, que permitem aos clientes implementar, monitorar e gerenciar dados em escala.

"Somos inspirados pela paixão de nossos funcionários, clientes, parceiros e comunidade de ciência de dados, que manifestaram interesse em identificar maneiras de colaborar na busca de soluções para esta pandemia global", disse Phil Gurbacki, vice-presidente sênior de produtos e experiência do cliente da DataRobot. "Ao abrir nosso software para aqueles que investigam o coronavírus, inclusive no Brasil, esperamos acelerar o ritmo da pesquisa para atenuar as dificuldades geradas pela pandemia", explica Rodrigo Bertin, diretor de AI Success da DataRobot Latam.

Com a solução da DataRobot, os pesquisadores podem automatizar todas as etapas necessárias para criar, implantar e manter uma IA robusta, gerando previsões poderosas. Para preparar melhor os pesquisadores e reduzir drasticamente o tempo de preparação de dados, a DataRobot pré-carregou todos os conjuntos de dados de pesquisa abertos sobre COVID-19 com a utilização da DataRobot Paxata Cloud Free. A equipe também agregou 132.000 artigos individuais em um único conjunto de dados para dar aos pesquisadores um bom embasamento para iniciar os trabalhos.

Dessa forma, os pesquisadores terão as ferramentas necessárias para realizar a modelagem relacionada ao COVID-19, fornecendo informações vitais que os governos federal, estaduais e locais podem usar para orçar recursos e tomar medidas preventivas. Além de oferecer sua plataforma gratuitamente, a DataRobot disponibilizará recursos dedicados para cientistas de dados com a ajuda da equipe de AI Success.

Nos Estados Unidos, cientistas de dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) estão usando a plataforma DataRobot numa força-tarefa para fazer previsões contínuas sobre quais municípios poderão ter mais casos relatados. Os resultados das previsões estão sendo compartilhados com as equipes de governo e com os principais membros do Congresso, para que eles possam lidar de maneira mais proativa com o surto.

"Esperamos que trabalhos semelhantes possam ser desenvolvidos junto a instituições de pesquisa e hospitais no Brasil, neste momento em que há um aumento de pessoas infectadas", ressalta Rodrigo Bertin. O balanço mais recente do Ministério da Saúde aponta 7.910 casos confirmados e 299 mortes. São Paulo contabiliza 3.506 casos confirmados e 188 mortes.

"Temos certeza de que poderemos contribuir com informações relevantes para tentar prever os locais onde a contaminação será maior e, dessa forma, atuar de maneira mais rápida para mobilizar as equipes médicas e conter a propagação do vírus", complementa o diretor de AI Success da DataRobot Latam.

Os interessados em participar do programa de resposta ao COVID-19 da DataRobot deverão se inscrever acessando este link: datarobot.com/covid-19/.

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Gartner adia a conferência sobre Data & Analytics

data_analytics_2.jpg30/03/2020 - Devido a preocupações contínuas sobre o surto de Coronavírus (COVID-19), a Conferência Gartner Data & Analytics, que estava programada para acontecer em São Paulo, nos dias 19 e 20 de maio foi adiada.

“Garantir a saúde e a segurança de nossos clientes e funcionários é a nossa maior prioridade. Portanto, com muita cautela, acreditamos que esta é a decisão certa, diante dos crescentes riscos à saúde pública,” informa a consultoria.

O Gartner pretende reagendar esta conferência para o final de 2020.

 

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Aprender para construir um futuro pós-pandemia

alexandre_sapia.jpg*Por Alexandre Sapia
30/03/2020 - A crise mundial criada pela pandemia do coronavírus fez com que muitas das certezas que acreditávamos ter subitamente desaparecessem. Achar que temos certeza de algo sempre foi uma péssima presunção - mas os desafios pessoais e profissionais que enfrentamos agora concretizam o fato de que previsões são difíceis, e que precisamos nos preparar para o futuro.

No isolamento que abate todo o mundo, surgem oportunidades de avaliar nossas carreiras, bem como a chance de garantir que nossas habilidades sejam relevantes - algo ainda mais importante se considerarmos um futuro em que a pandemia ficou para trás e os negócios terão de iniciar em um modus operandi completamente diferente.

Previsões são quase impossíveis no momento, mas é verdade que os negócios, mais do que nunca, terão de confiar em dados nesta nova ordem mundial. Assim, a demanda por profissionais com conhecimento e habilidade nesse campo certamente irá ultrapassar a oferta. Com isto em mente, nós anunciamos nesta semana, mais de 100 cursos de treinamento na área de Data Science no SAS Academy, gratuitamente, por um período de 30 dias.

O SAS tem colocado muita expertise técnica na batalha contra o coronavírus, usando painéis de visualização de dados para rastrear a disseminação do vírus, por exemplo. Compartilhar um pouco do nosso conhecimento, que se estende há quatro décadas, também é parte da nossa responsabilidade social em tempos de grandes desafios.

Com a enorme variedade de conteúdo educacional oferecido online gratuitamente por consequência da propagação do coronavírus, pode ser difícil para as pessoas, estressadas com as pressões cotidianas, escolherem quais estudos são mais importantes, e nós também pensamos nisso.

Nossos cursos incluem tópicos desde advanced analytics e machine learning até deep learning e gerenciamento de fraude, e são concluídos em poucas semanas. São acessíveis a ponto de as pessoas poderem aproveitar intervalos entre reuniões para fazer o treinamento, ou optar pela imersão completa quando o tempo permitir.

Treinamento de Data Science pode te ajudar a atuar durante e após a crise.

Os dados estão no centro das tomadas de decisão sustentáveis conforme navegamos tempos cada vez mais incertos. Um bom exemplo é o que está acontecendo em Taiwan durante a pandemia, com o uso de análise de big data e rastreamento móvel para controlar a disseminação do vírus vindo da vizinha China, de acordo com o Journal of the American Medical Association (JAMA).

Este cenário deve continuar no futuro e não há expectativa de mudança. No entanto, esperamos que as prioridades mudem: durante a recuperação, empresas e/ou governos devem, potencialmente, alterar um pouco as estratégias de curto prazo, buscando dados para hiperpersonalização, otimização de operações, mitigação de riscos, mais eficiência e redução de custos.

Com nossos treinamentos remotos em ciência de dados que, em geral, são ofertas comerciais para nossos clientes, é possível conseguir uma fundamentação completa sem pagar um centavo, e os profissionais podem estudar em seu próprio tempo, se preparando para o futuro. Com os nossos cursos, os profissionais agregam mais valor aos atuais empregadores enquanto eles se recuperam. Também é possível aproveitar a oportunidade para uma planejada (e adiada) mudança de carreira, se for o caso.

Se você leu meu artigo até aqui, saiba que espero que você e sua família fiquem bem durante esta pandemia. Estamos passando por um momento reflexivo e incrivelmente desafiador, e tenho fé de que passaremos por isso tendo aprendido muito como sociedade. Também é possível colocar novas ferramentas no seu kit para se juntar ao exército de profissionais necessários para reconstruir nossas comunidades e negócios. A hora é agora.

*Alexandre Sapia é Diretor Executivo de Soluções e Serviços do SAS para América Latina

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Por favor, utilizem meus dados (anonimamente)!

eduardo_ibrahim.jpg*Por Eduardo Ibrahim
03/04/2020 - Talvez você já tenha ouvido a frase "Os dados são o novo petróleo". Essa analogia nos faz pensar que o dado é um ativo escasso, difícil de obter, e portanto, de alto valor econômico. Faz sentido. Mas o momento atual pode nos ajudar a refletir e perceber que é mais que isso.

Nove dias antes da OMS (Organização Mundial da Saúde) emitir o alerta sobre a epidemia do novo coronavírus na China, a startup canadense de inteligência artificial BlueDot detectou a doença e os locais onde iria se espalhar.

Ela fez isso usando machine learning para selecionar fontes de organizações de saúde pública, redes sociais e emissão de bilhetes de companhias aéreas. São dados públicos organizados e colocados em um modelo preditivo especialista em infectologias.

Podemos dizer que a BlueDot se tornou a Cambridge Analityca "do bem". Porque enquanto a influência da Cambridge na eleição de Trump e no Brexit fez aumentar o medo e as ações de privacidade de dados – incluindo a aceleração da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) – o trabalho da Blue nos traz esperança e pode nos ajudar a tomar ações em favor da liberdade de dados.

Liberdade de dados

Embora tenhamos uma certa tendência para um lado ou para o outro, a Privacidade não deveria anular a Liberdade. Afinal, já sabemos que o mundo é mesmo ambíguo. Se não soubermos usar o melhor de cada lado, vamos criar resistências e atrasar soluções que poderiam estar salvando as vidas das pessoas que amamos.

Como cidadão, gostaria de fornecer meus dados (anonimamente) para que outras empresas estivessem fazendo esse tipo de trabalho. Assim, talvez a pandemia global tivesse ficado restrita à epidemia Chinesa detectada pela BlueDot e o impacto nas vidas e na economia teria sido bem menor.

Para isso, a liberdade de dados deve ser vista como uma necessidade da sociedade, e até mesmo ter sua lei específica, como a antônima LGPD. Algumas barreiras para isso acontecer estão relacionadas aos riscos, incentivos e diferenciais competitivos de empresas e consumidores. Se for nesse sentido, essa discussão pode ir longe.

O valor do dado é maior do que o lucro que ele pode trazer para empresas e consumidores

Agora que o mundo está sendo obrigado a se unir, temos a oportunidade de refletir e exergar tudo com novos olhos. Temos tecnologia – vide Inteligência Artificial – que poderia certamente prever e evitar novas crises. Só que o dado é o combustível para isso, lembra?

As empresas que vendem os softwares na nuvem e smartphones já coletam nossos dados e fazem uso comercial próprio deles. Como os governos poderiam criar incentivos corretos para que os dados sejam liberados e usados adequadamente por outras empresas/startups de interesse público?

No ecossistema de startups, está cheio de empreendedores engajados com causas desse tipo, mas eles precisam dos dados para mostrar resultados. No futuro, os biosensores embarcados nos nossos gadgets estarão coletando dados inclusive sobre a nossa saúde. Como isso vai se transformar em benefício para mim e para a sociedade?

São perguntas de hoje, que deveriam estar sendo respondidas agora – antes da próxima crise, seja financeira ou de saúde mundial

A Coréia do Sul foi o país que teve mais sucesso em conter o avanço da COVID-19 porque coletou rapidamente os dados de testes da população. Ainda há empecilhos para que toda a população tenha acesso ao dignóstico imediato. Mas precisou de uma pandemia para que as instituições brasileiras anunciassem a regulamentação da telemedicina.

O uso da tecnologia tem seus riscos, mas eles não devem ser usados para manter nossa sociedade estagnada. Precisamos expandir nossa educação tecnológica para não cairmos mais nas armadilhas retóricas do século passado.

Tente lembrar como nossos avós viam a doação de sangue. Provavelmente com muito medo e desconfiança. Parece que estamos reagindo à "doação de dados" de forma parecida, atrasando a tecnologia que também podia estar salvando vidas (e economias).

O resultado da BlueDot é evidente, claro e incontestável como todo modelo de análise de dados nasceu para ser. Imagine se tivéssemos mais combustível (os dados) para criar novos modelos na área de saúde, educação, alimentação etc. Que mundo lindo seria esse!

*Eduardo Ibrahim é especialista em Inteligência Artificial, professor da SingularityU Brazil e CTO da Trafega.com, startup que oferece solução para o relacionamento sustentável entre empresas aéreas e viajantes.

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Impactos do coronavírus nas empresas

coronavirus_usp.jpg26/03/2020 - Se antes do surgimento da covid-19 apenas ¼ das empresas estavam com iniciativas de adequação à Lei Geral de Proteção de Dados, agora existem ainda mais obstáculos para a adequação até agosto deste ano, quando a lei começará a vigorar. Esse é apenas um dos desafios trazidos pelo novo coronavírus.

"Neste momento, as empresas precisam manter o negócio e continuar gerando receita. Quem conseguir se posicionar em um cenário adverso, mudando seus canais de relacionamento e se adaptando ao digital, já pensando em como tratar a privacidade de seus clientes, lidará melhor com a crise", aponta Luciano Ramos, gerente de pesquisa e consultoria em Enterprise da IDC Brasil. Segundo ele, o impacto claramente é negativo, mas em diferentes níveis. "O mercado de devices será o mais afetado, porque há interrupção de toda a cadeia produtiva. Em enterprise, as empresas continuarão consumindo soluções de infraestrutura".

O gerente da IDC Brasil lembra que o porte, fôlego e disposição das empresas perante as adversidades também deve ser considerado. "Vemos oportunidades nas grandes empresas, que têm musculatura para situações de risco ou crise. Já nas empresas de pequeno e médio porte, existe a dificuldade em se adaptar com as mudanças na dinâmica do mercado, como a forma de se relacionar e trabalhar em um ambiente digital".

Entre as oportunidades neste cenário está o trabalho remoto. Com ele, soluções de colaboração, conectividade e comunicação ganham importância. "É um mercado que vai crescer nos próximos meses", finaliza o gerente de pesquisa da IDC Brasil.

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