Bitcoin: a nova moeda usada pelos ciberterroristas

bitcoin_4.jpg17/10/2017 - Especialista da Adamos Tecnologia alerta sobre os riscos de sofrer ciberataques e a necessidade de ter um backup efetivo

Em tempos de ciberataques, fica evidente que, a maioria das empresas está indefesa ante os hackers, visto que o número de ocorrências relacionados a ataques a dados vem aumentando consideravelmente nos últimos anos.  Em 2016, o resgate médio cresceu 266% com criminosos exigindo uma média de US$ 1.077 por vítima, segundo dados do Relatório sobre Ameaças à Segurança na Internet da Symantec (ISTR), documento que também aponta que mais de 100 novas famílias de malware foram lançadas no mercado, ou seja, número 36% superior no volume visto no estudo anterior.

Adentrando mais ao cenário, esses ataques cibernéticos estão cada vez mais associados ao vírus ransomware, que restringe o acesso a determinadas partes ou arquivos do sistema infectado, inviabilizando o negócio de muitas empresas. “E para que os hackers liberem os códigos para a descriptografia, é preciso que os empresários paguem em bitcoin”, explica o diretor da Adamos Tecnologia, Roberto Stern, que atua há 27 anos no mercado de TI, 15 deles desenvolvendo soluções voltadas para segurança de dados e suporte remoto.

Segundo Stern, a escolha por esse tipo de moeda virtual ocorre porque não se tem a identidade do dono da conta destino. “O criminoso pode ter quantas endereços/contas quiser para receber o pagamento sem precisar se identificar, uma vez que, o sistema de bitcoin preserva seu anonimato”, alerta o especialista.

O executivo ainda adverte que, mesmo sendo possível rastrear os registros públicos de transferência de Bitcoin, bem com os IPs de origem, da carteira de onde parte a moeda para a carteira que a receberá, é impossível saber quem são os proprietários reais dessas carteiras, ou seja, o criminoso fica protegido pelo próprio sistema. “Além disso, os criminosos também preferem pedir o resgate por meio do bitcoin, porque o sistema não está atrelado a bancos e agências governamentais que ajudam a fiscalizar a procedência do dinheiro, tornando a criptomoeda um efetivo meio de transferência internacional de valores sem taxas nem restrições governamentais”, ressalta Stern.

Para proteger os dados das empresas, é preciso treinar e conscientizar os colaboradores, visto que, falhas humanas, que incluem funcionários desatentos ou negligentes, causaram 31% das violações de dados das empresas, segundo pesquisa da IBM em parceria com o Instituto Ponemon, sobre Custos de Violação de Dados 2017, de julho de 2017. Golpes conhecidos como BEC (Business E-mail Compromise), focados em comprometer e-mails corporativos roubaram mais de US$ 3 bilhões em 2016 no mundo e que um a cada 131 e-mails há um link ou anexo malicioso, sendo esse índice é o maior em cinco anos no Relatório da Symantec.

“A equipe deve evitar clicar em links de e-mail, manter os sistemas operacionais atualizados, nunca utilizando softwares piratas, mantendo o antivírus e o anti-malware atualizados e utilizando um bom firewall. É aconselhável também não ligar o servidor principal direto na internet, pois isso faz com que o servidor fique vulnerável a ataques”, ressalta o especialista.

Adicionalmente, é preciso manter uma política de acesso e segurança aos arquivos, criando acessos em camadas, de acordo com a área ou função do profissional. Além disso, o empresário deve compartilhar apenas o que for essencialmente necessário e somente pessoas autorizadas e treinadas devem instalar aplicativos. Nesse âmbito, a empresa deve instituir regras para senhas, utilizando apenas combinações fortes e difíceis de serem quebradas, como frases longas com maiúsculas, minúsculas, números e símbolos, com um mínimo de 12 caracteres, o ideal seria a partir de 14. A política de segurança também deve incentivar a troca frequente das senhas, mantendo-as armazenadas em aplicativo para tal, ou impressas e guardadas em local seguro, como cofres.

Caso o empresário perceba o ataque, Stern aconselha que todas as máquinas sejam desligadas imediatamente. “Além disso, chame um técnico para que verifique o que pode ser salvo dos HDs e das máquinas não infectadas. Se todas essas medidas falharem e os dados forem sequestrados ou bloqueados, não aconselhamos o pagamento aos ciberterroristas, visto que, não há garantia do envio dos códigos para a descriptografia mesmo diante do pagamento em bitcoin.  Por outro lado, o não pagamento faz com que os criminosos tenham menos recursos e menos incentivos. Ao pagar você está dando um reforço positivo e incentivado a prática do ciberterrorismo que hoje é rentável na casa dos milhões de dólares ”, instrui o especialista.

Para obter os dados de volta, o empresário deve encarar o ataque como um sinistro (fogo, incêndio e roubo). Tenha sempre cópias de segurança do que interessa, como dados, planilhas, documentos. Programas e sistemas operacionais são sempre fáceis de serem reinstalados. “É importante fazer vários backups, testar as cópias e mantê-las em locais distintos de onde estão os dados originais. Adicionalmente, a empresa deve fazer os testes de restauração com frequência, simulando a perda de dados, assim é possível avaliar quanto tempo esse processo leva e se a equipe está preparada para realizá-lo da forma mais efetiva e rápida mitigando, perante o mercado, o tempo de parada das operações”, finaliza Stern.

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ITBroker lança solução de Inteligência

it_broken_1.jpg16/10/2017 - Nova ferramenta integra soluções de Big Data e automação de marketing que impactam no crescimento e na receita de empresas de diversos segmentos

A ITBroker, empresa de inteligência de mercado com foco em marketing e vendas acaba de lançar uma plataforma completa para empresas B2B. Batizada de ITB360 - Intelligence Tools for Business, a ferramenta agrega uma série de soluções que vão desde ferramentas para prospecção e enriquecimento da base de contatos de clientes, análise de risco e de crédito, até bases de mercados especiais com contatos diretos de decisores.

“Nossa experiência atuando há anos com geração de demanda permitiu o desenvolvimento de novas estratégias e a execução de programas de marketing e vendas para grandes players da área de tecnologia. O sucesso dos nossos projetos é expressivo: mesmo em um ano de instabilidade como 2016, levantamos mais de R$ 1 bilhão em pipeline para nossos clientes”, diz Natan Reiter, CEO e fundador da ITBroker. O executivo explica que, com  o crescimento acelerado e alta demanda pelos serviços, a ITBroker decidiu dar o próximo passo ao lançar o ITB360. “Nossa plataforma de inteligência de mercado integra soluções de Big Data para tomada de decisão e prospecção, automação de marketing e análise de riscos em uma única interface, com foco total em vendas, pois o mercado demanda esse tipo de solução”, explica Reiter. Nesse sentido, de acordo com o executivo, a solução veio para atender uma necessidade recorrente dos clientes, carteira formada por empresas como Adobe, Oracle, Microsoft, HP, entre outras.

Com um modelo de negócios baseado em pacotes por assinatura, a plataforma ITB360 integra as seguintes soluções: DataBroker – Solução de Big Data que capta e estrutura informações de centenas de fontes de dados públicos e legais com assertividade em 95% – DataBuilder – que enriquece informações para o desenvolvimento de ações de marketing e vendas em mais de 40 países –  SpeciaList, que fornece relatórios e bases segmentadas – além do RiskCheck, responsável pela análise diferenciada de crédito e de protestos, levando em conta aspectos como histórico de comportamento, entre outros.

De acordo com Marvin Fiori, CIO da ITBroker, a empresa desenvolveu algoritmos próprios para enriquecimento de dados das mais de 30 milhões de empresas no Brasil. “Nossa plataforma é a única a possuir essa característica, ao integrar soluções de Business Intelligence e de Analytics que impulsionam a transformação digital dos nossos clientes”, diz CIO da ITBroker.

A ITBroker já trabalha no desenvolvimento de mais duas novas soluções que serão incorporadas à plataforma. “Queremos ser reconhecidos como a extensão da força de vendas dos nossos clientes, atuando em diversos segmentos. Com esse lançamento iremos focar inicialmente em empresas de Tecnologia da Informação, mas também são públicos muito importantes escritórios de advocacia, agências de publicidade e empresas do segmento financeiro“, explica Tatiane Barsotti, Diretora de vendas da ITBroker.

A ITBroker nasceu em 2013, como uma empresa de geração de demanda para o setor de Tecnologia da Informação. Com um time qualificado e expertise na área conquistada ao longo de sua trajetória, a empresa atua com a maioria dos players de tecnologia do mundo e garante resultados expressivos em seus projetos. Agora com o lançamento do ITB360, a empresa se consolida não só como um parceiro estratégico em serviços, mas também em soluções de Inteligência de Mercado B2B.

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Inteligência artificial ou AI: do conceito ao deep learning

ai.jpg*Por Rodrigo Strey
12/10/2017 - Na década de 90, a Inteligência Artificial era considerada ficção científica, e indicava que robôs seriam inteligentes e capazes de interagir com humanos. Hoje, com a informação cada vez mais acessível, entendemos que se trata de uma série de mecanismos e sistemas que podem ser integrados a diversas realidades e negócios.

A inteligência artificial começou em 1957 com os desenvolvedores Allen Newell e Herbert Simon e a tentativa de programar o comportamento humano para resolver problemas universais (GPS – General Problem Solver).

Em maio de 2017 foi anunciada a criação da Associação Brasileira de Inteligência Artificial (ABRIA), que tem como objetivo mapear iniciativas brasileiras no setor de inteligência artificial (AI), incluindo a formação de mão de obra especializada e os esforços entre as empresas nacionais. Esse movimento reflete que, atualmente, a AI está impactando diretamente na economia.

Com a evolução da tecnologia e principalmente pela acessibilidade entre todos os dispositivos que convivemos, os produtos, os valores, as informações e a quantidade de pessoas interagindo criaram uma quantidade enorme de informações que se distancia muito da capacidade de absorção humana. Para refletir, basta se perguntar se hoje você consegue acompanhar todas as redes sociais e notícias que gostaria de estar atualizado.

Um dos grandes responsáveis pela evolução da AI no mundo é o brasileiro Eduardo Saverin, um dos fundadores do Facebook. Ele gerou um algoritmo, o Elo Rating System que cria um ranking de jogadores de xadrez. Desta forma, a rede social pôde vincular usuários criando um ranking de ações, que, por sua vez, influenciou inicialmente na inteligência da rede social e impactou em como nos comunicamos hoje.

Este conceito está cada vez mais acessível e, com a diminuição do custo computacional, várias empresas podem se beneficiar com a melhoria de seus processos, ampliando suas logísticas e gerando diferencial competitivo.

Atualmente há um grande esforço de tecnologias de nuvem, como Azure, Google e AWS, para oferecer soluções em AI. Dentre elas, destacam-se as de aprofundamento de aprendizado, robótica, assistentes pessoais digitais, processos de fila, processamento de línguas e capacidade de aprendizado por sensores, ou seja, a IOT (Internet das Coisas).

Com a capacidade de reconhecimento de imagens e vídeos, podemos usar mais recursos de um dispositivo do usuário e de como ele navega pelo site captando os sentimentos, os comportamentos e a forma de comunicação. Isso permite que possam ser criadas realidades de aprendizado e de comportamento de navegação que se adaptam às necessidades. Estes algoritmos podem ser adicionados à lógica de sites e usados como ferramentas de mudança em layouts.

Mesmo com o avanço da AI, os humanos são indispensáveis. A inteligência é artificial, portanto deve ser estudada para ser assertiva. Quando bem composta resulta em inovação e maior absorção pelos usuários. Mas cuidado, leva tempo e especialização para compor uma Inteligência eficiente. Não é 'auto-mágico'! Fazê-lo pensar pode custar, por isso é importante alinhar sempre ao retorno do investimento da necessidade, pois as máquinas podem evoluir além da necessidade.

O mundo está se adaptando. As extensões da inteligência humana, como computadores, internet etc, já são realidade de quem nasce agora. Várias regras e estruturas de controle estão sendo estabelecidos para que não haja caos na sociedade. Como estamos em um fluxo crescente de produção e de maximização de resultados, a eficácia se tornou ponto chave para que não entremos em um colapso mundial de logística.

Desta forma alguns empregos serão melhorados e talvez extintos, mas outros surgirão, pois precisamos de controle e teremos de nos adaptar. Assim, podemos dizer que será breve a mudança, prova disto é que tecnologia estava sempre vinculada a grandes cidades. Hoje este limite está rompido e cada vez mais todas as formas de trabalho terão uma evolução, do campo ao consumidor.

*Rodrigo Strey é diretor de serviços da AMcom, empresa especializada em serviços personalizados de tecnologia e que atua com consultoria, fábrica de projetos e de software, sustentação e alocação

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Brasil está no caminho da indústria 4.0

festo_cesar_gaitan2.jpg*Por César Gaitan
09/10/2017 - Assim como em outros momentos da história, o mundo vive atualmente um período disruptivo de transformação por conta da Indústria 4.0. Se no passado o impacto se deu por meio da transição dos métodos de produção artesanal para a fabricação mecanizada, hoje a revolução quebra paradigmas e vai além dos conceitos estabelecidos ao longo de décadas.

Considerada a quarta revolução industrial, a teoria surgiu em 2012 na Alemanha e rapidamente se espalhou por países da Europa, Ásia e América do Norte. Muito mais do que a conexão entre equipamentos e troca contínua de dados, esse conceito integra as principais inovações tecnológicas no campo da automação – aplicadas aos processos de manufatura. Com isso, abre caminhos para uma nova forma de gerir uma planta industrial de forma holística, autônoma e com maior interação entre as cadeias de valor, consumidor e produtos.

No Brasil, é importante ressaltar que a Indústria 4.0 vive um período ainda embrionário. Particularmente, em termos gerais, acredito que o país está caminhando neste sentido quando se comparado com outras nações.

Considero o apoio do setor público, seja por meio de incentivos fiscais ou linhas de financiamento, ponto fundamental para a implantação desse conceito no Brasil. Foi dessa forma que a Indústria 4.0 se consolidou na Europa e América do Norte. Os governos perceberam que, em um mundo globalizado, seria de extrema importância modernizar e otimizar processos, ampliar capacidade de produção, inovação e competitividade de suas indústrias. E assim foi feito. Hoje vemos países, menores economicamente que o Brasil, caminhando em um ritmo mais acelerado nesse processo.

As empresas brasileiras precisam buscar a incorporação e o desenvolvimento dessas tecnologias e coloca-las em prática com relativa agilidade a fim de evitar que o gap de competitividade entre o Brasil e alguns de seus principais competidores.

É necessário tornar a Indústria 4.0 uma realidade no Brasil. E é nisso que a Festo tem trabalhado. Com o know-how de ser a líder mundial em automação industrial, nossa empresa vem propagando esse conceito por meio de seus projetos e também a partir de iniciativas voltadas ao desenvolvimento do profissional que atuará nessa nova revolução da indústria.

Como um exemplo do compromisso da Festo com essa nova revolução, lançamos mundialmente o Motion Terminal VTEM, um produto revolucionário que marca essa nova fase da automação industrial. A solução substitui mais de 50 componentes individuais, desde modificações básicas das funções da válvula de controle direcional até o comportamento proporcional de diferentes perfis de movimento e digitaliza a tecnologia pneumática já consagrada na indústria.

Trata-se de um novo método de integração de funções que simplifica toda a cadeia de valor, já que apenas um hardware é necessário, fato que abre novas perspectivas para os fabricantes de máquinas e clientes finais.

Além do foco em inovação e desenvolvimento de novas tecnologias, a Festo, por meio da unidade de negócio Didactic, oferece às instituições de ensino e empresas, centros de treinamento e qualificação em automação industrial, nas principais áreas do conhecimento como: mecânica, fluidos, eletricidade, eletrônica, controladores lógicos programáveis e redes de comunicação, automação da manufatura, automação de processos contínuos, sistemas modulares de produção, robótica industrial e móvel e Indústria 4.0. Foi a maneira que encontramos de introduzir os conhecimentos dessa nova era aos profissionais que atuam no mercado.

Há muito trabalho pela frente. É preciso de um foco específico para permitir que a indústria consiga a implementação de maneira simples desse novo conceito tecnológico. E nesse cenário a Festo está inteiramente engajada. Há quase 50 anos atuando no País, nossa empresa acredita no Brasil e continuará investindo em projetos e programas que ampliem cada vez mais a competividade da nona maior economia do mundo.

*César Gaitan é Diretor Presidente da Festo Brasil.

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Dassault Systèmes adquire a Exa Corporation

acordo.jpg09/10/2017 - A Dassault Systèmes e a Exa Corporation, uma companhia que atua no mercado de software de simulação para engenharia de produto, anunciam a assinatura de um contrato definitivo de fusão para a aquisição da Exa, com sede em Burlington (Massachusetts), pela Dassault Systèmes por aproximadamente US$ 400 milhões.

Com a aquisição da Exa, a plataforma 3DEXPERIENCE da Dassault Systèmes promete oferecer aos clientes um portfólio comprovado e diversificado de simulação de fluido empregando a metodologia Lattice Boltzmann, bem como as soluções verticais para indústrias específicas da Exa e cerca de 350 profissionais de simulação altamente experientes. Esse conjunto de soluções resolve problemas de fluidos desafiadores de forma mais rápida e precisa do que os métodos tradicionais para aerodinâmica, aeroacústica, gerenciamento térmico e uma crescente lista de aplicações em outras indústrias.

De acordo com a empresa, o software da Exa é utilizado por projetistas e engenheiros em mais de 150 empresas em transporte e mobilidade, assim como nas áreas de aeroespacial e defesa, recursos naturais e outras para avaliar o fluxo de fluidos com transiente dinâmico ao longo do processo de desenvolvimento do produto. Entre os clientes estão BMW, Tesla, Toyota, NASA, Embraer, British Petroleum e outros. Quase todos os fabricantes de transporte e mobilidade utilizam as soluções da Exa para simular o fluxo aerodinâmico, a aeroacústica e o gerenciamento térmico.

A simulação de escoamento de fluidos, tal como, resfriamento de motor ou a sustentação de uma asa de avião, é um componente necessário para simulação do comportamento físico dos produtos, da natureza e da vida. Para as muitas situações em que as condições do escoamento do fluido mudam rapidamente, a simulação de escoamento em regime transiente é fundamental para avaliações precisas do produto interagindo com seu ambiente. Para essas aplicações, a combinação da precisão e da rapidez de cálculo da Exa fornecem resultados que são superiores aos dos métodos tradicionais de simulação de fluidos.

Ao mesmo tempo em que fornece continuidade aos clientes da Exa, a Dassault Systèmes integrará as soluções da companhia a seu portfólio de Industry Solution Experiences (ISEs). Isso proporcionará um novo padrão da indústria em simulação multifísica e multiescala. A combinação das duas empresas melhora a colaboração com os clientes, facilitando a capacidade de oferecer soluções integradas e simplificar as interações comerciais e técnicas. Os clientes poderão criar e analisar rapidamente modelos comportamentais de fluidos que simulam o escoamento altamente dinâmico em uma ampla gama de aplicações.

"A Dassault Systèmes e a Exa acreditam no valor da integração entre ciência e indústria. É uma parte fundamental do nosso compromisso de oferecer universos de 3DEXPERIENCE que harmonizem produtos, natureza e vida. A simulação do escoamento de fluidos é uma etapa importante da nossa estratégia de simulação multifísica e multiescala", afirma Bernard Charlès, Vice-Chairman e CEO da Dassault Systèmes. "Com o conhecimento valioso de aplicação da Exa em indústrias de transporte e mobilidade e outros setores verticais, vamos acelerar nossa entrega de Industry Solution Experiences para beneficiar nossos clientes atuais e futuros."

A conclusão da transação é esperada para o último trimestre de 2017, sujeita à satisfação das condições habituais de fechamento, incluindo as aprovações regulamentares necessárias. O acordo será acrescido aos ganhos da Dassault Systèmes.

 

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Transformação Digital mobiliza os CEOs

TI2.jpg*Por Fabio Correa
09/10/2017 - Atualmente o termo “Transformação Digital” está apavorando os CEOs de grandes empresas. Esse termo está sendo utilizado em todas áreas de negócios e em todos os lugares, mas por que causa tanto apavoramento?

Antes de explicar o porquê, vamos entender melhor o significado de Transformação Digital.

Transformação Digital é um processo em que as empresas se utilizam da tecnologia para aumentar a velocidade de resposta, fornecer um atendimento personalizado, melhorar o desempenho e aumentar o alcance da sua marca, priorizando seus clientes e funcionários.

Para as empresas aplicarem a transformação digital, elas precisam dar atenção a todo o processo, em especial à:

Experiência do Cliente

Um dos itens mais importantes no processo, pois interfere na decisão final dos consumidores. Para uma melhor análise, as empresas utilizam ferramentas para identificar oportunidades, segmentar seu público alvo, monitoramento de rede social, marketing de precisão, a adoção de processos simplificados e atendimento ao cliente;

Processos Operacionais

Um pouco mais complicado que o primeiro,tende a ser mais eficiente e envolve muitas áreas. Para que os processos operacionais sejam estruturados é necessária umarápida comunicação, integração entre as áreas, transparência organizacional e decisões em base de dados;

Modelo de negócio

Outro item não menos importante que os demais,os modelos de negócio ganham novos formatos ao seremincluídos no mundo digital como: a ampliação de oferta de produtos e serviços, a transição do físico para digital ea criação de produtos digitais e serviços compartilhados;

Por esta razão os CEOs tendem a ficar preocupados, pois para fazer uma pequena transformação é necessário investimento em novas ferramentas, muito esforço de todos na companhia e o principal, agradar os consumidores os quais mudam de opinião a todo momento.

*Fabio Correa - consultor de Vendas da MC1 Win The Market – Multinacional brasileira com foco em processos de inteligência de negócios utilizando soluções tecnológicas de mobilidade.

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