Como entender a consumerização?

consumerizacao.jpg12/11/2013 - Que é consumerização? Não é consumir. É a tendência moderna de introdução dos dispositivos tecnológicos e aplicativos de consumo pessoal no ambiente de trabalho ou corporativo. Mas, na prática, até onde este tema já avançou? Na verdade, as empresas ainda estão em processo de preparação para receber e, principalmente, gerenciar dispositivos móveis pessoais. Estudos mostram que atualmente os principais desafios dos CIOs são relacionados à Governança, Gerenciamento dos dispositivos móveis (MDM, na sigla em inglês) e Segurança.

"Percebemos que na pauta dos CIOs, os investimentos rondam os três tópicos: governança, MDM e segurança, principalmente porque é de interesse das empresas estar bem preparada para o BYOD (Bring your own device, na sigla em inglês), já que este é um caminho sem volta" afirma Carlos Luzzi, diretor para o segmento corporativo da Intel no Brasil.

Se há 25 anos as empresas ditavam as tendências para a tecnologia, hoje é o consumidor que tem guiado o mercado. Dados de 2009 do Gartner já apontavam que os usuários ditos "comuns" consomem mais tecnologia do que os negócios. Seja em smartphones ou aplicativos, os usuários trazem para o ambiente de trabalho as redes sociais, os arquivos que ficam hospedados na nuvem e uma gama cada vez maior de dados que são utilizados no dia a dia da empresa.

Proibir não é uma escolha para os executivos, segundo Luzzi. "Estar o tempo todo conectado por meio de algum dispositivo pessoal é um fenômeno natural hoje em dia e que só vai aumentar, por isso é fundamental que as empresas encarem este desafio de trazê-los para dentro do negócio como vantagem competitiva em um futuro próximo" – esclarece o executivo da Intel.

Para a Intel, a definição de consumerização está mais ligada em como experiências proporcionadas pela aplicação da tecnologia se refletem no usuário, seja por meio do hardware, software, ou no consumo de serviços, e como elas estão afetando a tecnologia que os funcionários esperam usar no ambiente de trabalho. Além dos novos dispositivos, as novas soluções (especialmente em áreas que exigem colaboração) estão mudando a forma que as pessoas se relacionam no trabalho e fora dele – neste caso, não só as novas tecnologias têm peso; a nova geração que chega ao mercado tem sua parcela de efeito nesta mudança.

"A verdade é que a atual geração Y que chega agora ao mercado de trabalho traz uma nova maneira de se relacionar, muito mais aberta e colaborativa, baseando-se em ferramentas interativas e redes sociais", enfatiza Luzzi. Para eles é natural usar Facebook, Twitter, Skype e outras ferramentas no dia a dia da empresa.

Infraestrutura

De nada adianta incentivar a consumerização, BYOD ou CYOD (Choose your own device, na sigla em inglês) se o negócio não estiver bem preparado para enfrentar os desafios que virão de carona com os dispositivos.

Antes de mais nada é fundamental alinhar a consumerização com estratégias mais amplas do negócio; medir os riscos, e neste caso envolver diversas áreas da empresa, como Recursos Humanos, Operações, Jurídico e Finanças; além de documentar claramente as políticas de governança e uso dos dispositivos móveis. São alguns dos must-do durante o planejamento.

"A preparação para receber os dispositivos móveis pessoais é talvez a tarefa mais difícil dos executivos de TI", destaca Luzzi. "Responder questões como quem paga pelos planos de internet/telefonia e quanto, quem paga em caso de roubo ou furto, quais aplicativos serão permitidos, o usuário aceitaria ter as informações criptografadas, devem estar na lista dos CIOs", conclui o executivo.

Em termos de infraestrutura, a Intel destaca que é preciso pensar em investimento em serviços como MDM e software de segurança, solução de e-mail mobile, virtualização do cliente (permitindo assim usar diferentes perfis no mesmo dispositivo) e infraestrutura de datacenter – nuvem privada e pública, e virtualização que possibilite expansão de dados e usabilidade.

Pôr tudo em prática

Depois de preparar o terreno para receber os dispositivos móveis pessoais, surgem as etapas exigidas na implementação. Para a Intel, o primeiro passo é garantir que o usuário aceitará contratualmente as condições de BYOD, de preferência focando inicialmente em aplicações para os e-mails corporativos. Para os funcionários que lidam com informações confidenciais do negócio, o ideal é continuar oferecendo a eles dispositivos móveis corporativos. A empresa deve considerar dispositivos móveis de todos os tipos de dispositivos e mídia, não somente smartphones e tablets.

Ao olhar para dentro do próprio negócio, a Intel identificou que o uso de dispositivos móveis reduziu o TCO (Total Cost Ownership, da sigla em inglês) – gastos com hardware e software - em 67% em 11 anos. Dos 80% de funcionários que utilizam mobilidade, 97% se disseram satisfeitos destacando maior produtividade como principal benefício.

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Usuários criticam cobrança abusiva do roaming

roaming_internacional.jpg11/11/2013 - Os valores cobrados do roaming, a tarifa de interligação entre operadoras internacionais, são mais do que abusivos. São um assalto. Vou dar um exemplo. No ano passado, paguei o absurdo de R$ 4.500, por uma conta com 10 ligações de voz, com o total de 20 minutos de conversação e não sei quantos Megabytes de dados, simplesmente pelos e-mails que recebi. Ou seja, essa conta me custou valor de dois smartphones de última geração.

Finalmente o mundo já discute o fim das tarifas de roaming. A União Internacional de Telecomunicações (UIT) está preparando normas para acabar totalmente com o roaming ou, na pior das hipóteses, transformá-lo numa tarifa de alguns centavos de dólar, por ligação de qualquer duração. E esses valores abusivos são cobrados hoje até sobre o volume de dados e-mail, SMS e outros...


As operadoras internacionais não perdoam nada. Agora, quando viajo para os Estados Unidos ou para a Europa, minha estratégia é desligar a internet no meu celular e receber tudo via Wi-Fi no laptop que uso no hotel ou nos centros de convenções.

E se você tiver acesso à internet nos aviões, tome cuidado. Só utilize esse serviço em caso de extrema necessidade. Já houve casos em que o usuário de smartphones teve que pagar algo próximo de US$ 5.000 dólares por meia dúzia de ligações.


Mas nem tudo está perdido. Uma solução aconteceu recentemente nos Estados Unidos. A T-Mobile acaba de eliminar totalmente o roaming para os seus clientes. Mas suas concorrentes, a AT&T, a Sprint e a Verizon – ainda continuam cobrando valores absurdos e pondo a culpa nas suas correspondentes internacionais. No Brasil, a Anatel já estuda o problema. Esperemos que tome uma decisão moralizadora.

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Anatel: fiscalização diminui com cortes no orçamento

Anatel_fachada.jpg11/11/2013 - A Anatel está enfrentando dificuldades financeiras como nunca enfrentou no passado. E é bom lembrar que essa Agência deveria merecer maior atenção do governo, em função da importância dos serviços de telecomunicações que ela regula e fiscaliza.

Há dias em que a Anatel deixa de fiscalizar diversos pontos da Grande São Paulo, por falta de veículos em condições, como denunciou ao portal Teletime na semana passada o funcionário da Agência, Anésio Evangelista de Oliveira Filho, servidor do escritório paulista e dirigente do Sindicato Nacional de Servidores das Agências Nacionais de Regulação (Sinagências).


Faltam recursos à Anatel porque o governo federal insiste em confiscar mais de 95% dos recursos do Fistel, o Fundo de Fiscalização setorial. Veja os números. Este ano, o setor de telecomunicações está recolhendo mais de R$ 7 bilhões para o Fistel, no Tesouro.
O governo federal, no entanto, só está destinando 6,5% desse fundo para o orçamento da Anatel.

Se o País tivesse oposição ou mesmo um Ministério Público atuante, poderia mover uma ação contra o governo, por desviar os recursos que, por lei, deveriam ser obrigatoriamente aplicados na fiscalização das telecomunicações. Isso acontece também com outros fundos e acontecia nos governos de Fernando Henrique, de Lula e agora de Dilma Rousseff. São três fundos no setor de telecomunicações – que incluem o Fistel, de Fiscalização; o FUST, destinado à universalização dos serviços; e o Funttel, destinado à pesquisa tecnológica.

São as operadoras e nós, usuários, que já recolhemos, em última instância, mais de R$ 80 bilhões nos últimos 12 anos, ao Tesouro Nacional, para esses fundos. Mas o governo federal só aplicou 4% desse total nas telecomunicações.

Em qualquer país civilizado isso daria crime de responsabilidade.

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Telecom Italia descarta venda da TIM Brasil

TIM.jpgDo Teletime
08/11/2013 - Durante a conferência para analistas na noite desta quinta, 7, o CEO e chairman da Telecom Italia, Marco Patuano, demonstrou o plano industrial da companhia para 2014 a 2016 e foi taxativo ao endereçar a forte especulação sobre uma possível venda da TIM Brasil: nada disso está nos planos da holding. "Ouvi muitas vezes que no Brasil poderíamos ser fatiados. Honestamente, eu falei claramente: o Brasil é um ativo core (central), e nosso plano é anunciar investimentos enormes no País", declarou. Serão R$ 11 bilhões em Capex na operação brasileira até 2016.

Patuano reiterou que a operadora brasileira é um ativo fundamental para a empresa, e que seria necessário um preço condizente com essa importância. "Nosso ativo core poderia ter preço: de um ativo core. Então, o Brasil é core", disse. Perguntado se haveria ao menos alguma possibilidade, ele não chegou a descartar completamente, mas continuou enfático: "Nunca diga nunca, não considero sério a abordagem de não haver nenhum preço; sempre há preço para tudo. Mas o preço de um core asset é um preço que teria de convencer eu e o board a mudar a estratégia que temos hoje."

A irritação do CEO com as recentes especulações de uma possível venda da TIM foi nítida. Patuano deixou um recado claro para a Telefónica e para as agências de rating: os interesses da empresa italiana continuam. "A companhia inteira está firmemente comprometida a ter um perfil financeiro forte, não estamos dispostos a fazer coisas só para agradar alguém. Queremos ser uma companhia que trata todos os acionistas de maneira igual", disse. A declaração foi uma resposta à movimentação da Telefónica para um aumento dos 46,2% que já detém da capital na Telco, que é a principal acionista da Telecom Italia, com 22,4%, que despertou fortes rumores na imprensa e no mercado e levou analistas a aconselhar a venda da operadora brasileira. "Respeito o julgamento das agências de rating, mas acredito em nossa posição".

Patuano não chegou a endereçar rumores sobre uma parceria da TIM no Brasil com a GVT, possibilidade ventilada pelo acionista minoritário Marco Fossati, investidor da holding Findim, que tem 5% de participação na Telecom Italia. Mas o CEO da companhia destacou em seus planos domésticos que pretende reforçar a parceria com a Sky, algo que poderia ser retomado no mercado brasileiro, onde ofertas conjuntas do serviço de Internet Live TIM eram feitas com a operadora de DTH, mas não "decolaram" por questões operacionais.

R$ 11 bilhões em três anos

De fato, durante a apresentação, ficou clara a intrínseca relação entre controladora italiana e controlada brasileira. O plano industrial considera as estratégias conjuntas com a TIM Brasil para investimentos e otimização de custos. Tanto é que a Telecom Italia planeja para o Brasil um investimento em Capex entre 2014 e 2016 na ordem de R$ 11 bilhões, excluindo eventual compra de licenças do leilão de 700 MHz.


Esse plano para a TIM Brasil inclui um forte foco em infraestrutura, com backhaul fiber-to-the-site (FTTS), que deverá estar presentes em 38 cidades neste ano e "mais de cem" até 2016; e small cells, que aproveitarão, inclusive, as ofertas corporativas do TIM Fiber como backhaul. A estimativa é de que a rede de fibra da operadora saia dos atuais 46 mil km para 65 mil km até o final de 2016.


A estratégia possibilitará o crescimento da empresa no segmento móvel, com o plano de substituição da telefonia fixa para móvel em voz. Mas a bola da vez são as receitas em dados, impulsionadas pelo foco na venda de smartphones sem subsídios. "Acreditamos que podemos repetir com dados o que fizemos com voz. Há muito ainda a crescer porque a base de usuários (de dados) é pequena", afirmou o presidente da TIM Brasil, Rodrigo Abreu, que também participou da conferência. A ideia é que haja uma substituição fixo-móvel também na banda larga. Isso poderá possibilitar um esperado aumento de receita de "dígito único médio" nos próximos três anos, segundo previsão da empresa.

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Teles querem mudar texto do Marco Civil

web_lei.jpgEstadão
7/11/2013 -  As empresas de telecomunicações tentarão alterar a proposta de Marco Civil da Internet que vai a votação na Câmara na próxima semana. Com apoio do líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ), as empresas combatem a forma como está prevista a neutralidade da rede e a obrigação de instalar datacenters para armazenamento de dados no Brasil.

Representantes do governo no debate, reservadamente, admitem que podem ser derrotados na questão dos datacenters, mas julgam ter maioria para vencer o embate sobre a neutralidade.

Veja mais em: http://blogs.estadao.com.br/link/teles-querem-mudar-texto-do-marco-civil/

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Molon divulga relatório do Marco Civil

politica.jpgDo Teletime
06/11/2013 - O deputado federal Alessandro Molon (PT-RJ) divulgou nesta terça-feira, 5, o relatório final do Marco Civil da Internet (PL 2.126/2011), conforme informa o portal Teletime. O texto integral do relatório (que está disponível na homepage nesse portal) foi negociado junto ao Palácio do Planalto e, segundo Molon, a presidente Dilma Rousseff apoia o texto "na íntegra".

O principal ponto do projeto, a neutralidade de rede, sofreu algumas pequenas modificações, mas nada nem perto daquelas desejadas pelas teles, que queriam, por exemplo, que ficasse explícita no texto a possibilidade de planos de serviços com franquia de dados. Segundo o relator, o Marco Civil é uma lei que fixa princípios (ou "principiológica") e, por isso, não vai tocar em modelos de negócios.

Teles e radiodifusão chegaram a costurar entre si um texto de consenso, que foi rejeitado por Molon. Basicamente, o acordo entre os dois setores incluía a possibilidade de planos por franquia de dados, o que agradava às teles, e mantinha a redação sobre a retirada de conteúdo protegido por direitos autorais. Mas, segundo apurou este noticiário, as empresas de mídia não fizeram esforço para assegurar a aceitação da proposta comum alinhavada porque ficaram incomodadas com os vazamentos das negociações.

Alessandro Molon não acredita que o projeto será votado ainda nesta semana. Na semana passada, falava-se que seria possível votar o projeto após a comissão geral, que acontece nesta quarta-feira, 6. "Eu tenho dúvidas se após a comissão geral (nesta quarta-feira, 6), os líderes se sentirão suficientemente seguros para votar. Tenho ouvido de alguns líderes que seria melhor votar na semana que vem, até para absorver o debate da comissão geral", disse ele.

Neutralidade

O novo texto determina que, na hipótese de degradação ou discriminação de tráfego, o responsável não deverá causar danos aos usuários na forma do artigo 927 do Código Civil (inciso I). Além disso, deve agir com proporcionalidade, transparência e isonomia (inciso II). O texto final mantém o inciso IV, que na versão que foi divulgada pela Agência Câmara havia sido suprimido: oferecer serviços em condições comerciais não discriminatórias e abster-se de praticar condutas anticoncorrenciais.

No parágrafo terceiro foi retirada a palavra "fiscalizar". "Na provisão de conexão à Internet, onerosa ou gratuita, bem como na transmissão, comutação ou roteamento, é vedado bloquear, monitorar, filtrar ou analisar o conteúdo dos pacotes de dados". "O projeto não abre brecha nenhuma à quebra da neutralidade. Ao contrário, torna ainda mais forte a proteção. Este é o coração do projeto e nós vamos lutar com todas as forças para que ele não seja modificado no Plenário", disse o deputado em coletiva com a imprensa.

Proteção de dados pessoais


Em relação à proteção de dados pessoais, tema que virou prioridade na agenda do governo após as denúncias de espionagem, o texto ficou muito mais completo e abrangente. O texto estabelece que em qualquer operação de "coleta, armazenamento e tratamento" de dados pessoais ou de comunicação em que pelo menos um dos terminais esteja em território nacional, deve ser respeitada a legislação brasileira, o direito à privacidade e o sigilo da comunicação (artigo 11).


Tanto as teles quanto os provedores de aplicações estão sujeitos ao disposto no artigo e está previsto um decreto para regulamentar o procedimento para apuração do disposto no artigo. Além disso, as cláusulas dos contratos de adesão que não informem os termos que envolvem a coleta de dados e que estabeleçam outro foro para resolução de conflitos que não o Brasil, serão consideradas "nulas de pleno direito". "Havia a possibilidade de tratarmos na lei de proteção de dados pessoais, mas como o processo legislativo no Brasil é demorado, havia a possibilidade de essa resposta ser um silêncio", afirma o deputado.


Molon também acatou a sugestão do governo de obrigar a instalação de data centers no País. A medida, entretanto, por enquanto é branda. O texto estabelece que um decreto "poderá obrigar" os provedores que exercem atividade econômica, considerando o seu faturamento e amplitude dos seus serviços, a armazenarem os dados no Brasil. Com essa redação, Molon entende que ficarão de fora as pequenas e médias empresas, os blogueiros etc.


Guarda de dados


Foi acrescentado que os provedores de aplicações não poderão guardar dados pessoais que sejam "excessivos" em relação à finalidade para a qual foi dado o consentimento. Outra mudança foi proibi-los de guardar os dados de acesso a outras aplicações.


Direito autoral


Molon não estabeleceu o direito de retirada de conteúdo que infringe direitos autorais dos serviços de Internet. Em princípio, vale a regra de que só saem os conteúdos determinados por ordem judicial, e no caso de conteúdos com direitos, haverá uma legislação específica. Até essa legislação, vale a regra da legislação atual. O polêmico parágrafo 2º do artigo 5º (agora do artigo 20) foi reformulado para: "A aplicação do disposto neste artigo para infrações a direitos de autor ou a diretos conexos depende de previsão legal específica, que deverá respeitar a liberdade de expressão e demais garantias previstas no art. 5º da Constituição Federal".


De acordo com o deputado, a nova redação foi "pactuada" com a sociedade civil. A redação anterior era criticada pelas entidades que militam pela liberdade de expressão. Antes o texto dizia apenas que o disposto no caput não se aplicava ao conteúdo que infringe direito de autor, o que dava a entender que a retirada poderia ser imediata.

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