CPqD aposta em redes SDN

sdn2.jpg29/10/2013 - Os modelos de negócio dos novos serviços oferecidos pelas operadoras de telecomunicações têm demandado um controle mais flexível e seguro dos elementos de suas redes. É nesse cenário que o CPqD vem apostando no conceito de Redes Definidas por Software - ou Software-Defined Networking (SDN) -, que terá papel de destaque em sua participação no Futurecom 2013, um dos maiores eventos de TI e telecom da América Latina, que se realiza entre 21 e 24 de outubro, no Rio de Janeiro.

Na visão do CPqD, as SDNs trazem dinamismo para as redes em geral, ao otimizar o seu uso de forma coerente e segura. "A camada de controle das redes de dados é virtualizada e transferida para sistemas robustos e com alto poder computacional", explica Leonardo Mariote, gerente de desenvolvimento da Diretoria de Redes Convergentes do CPqD. "Essa camada de inteligência permite visualizar a rede como um todo, o que possibilita a utilização mais eficiente dos seus recursos, altíssima disponibilidade e, ainda, abre oportunidades para a oferta de novos serviços e aplicações", acrescenta.

Essas vantagens, hoje já reconhecidas no universo das redes IP, podem ser estendidas também para outras tecnologias de rede de comunicação, como de transporte óptico, sem fio e, principalmente, as redes convergentes ou NGN (Next-Generation Network). É a visão de Redes Convergentes Definidas por Software (RcDS) - em inglês, Software-Defined Converged Networking (SDcN) -, na qual o CPqD vem trabalhando atualmente.

"Trata-se de uma proposta de estratégia de evolução e migração para as redes do futuro, de forma simples e suave, a partir das atuais Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs)", afirma Paulo Cabestré, diretor de Redes Convergentes do CPqD. "A nova arquitetura de RcDS muda o foco da inovação, ao passar o controle do hardware para o software, e permite o uso das TICs em áreas estratégicas, para o controle e automação de infraestruturas de missão crítica – inclusive em áreas de Defesa e Segurança Pública", enfatiza.

Controladores e aplicações

Com vasto conhecimento e experiência na área de redes, de diversas tecnologias, o CPqD vem trabalhando há cerca de dois anos no desenvolvimento de produtos e serviços em SDN. Os serviços consistem, basicamente, em consultorias - tanto para ajudar as empresas (data centers, operadoras de telecom, etc.) na fase de transição para o SDN como para a elaboração de projetos e implantação - e também na homologação de produtos para a nova arquitetura de redes.

No caso de tecnologia de produtos, o portfólio do CPqD para redes SDN inclui controladores voltados para aplicações de missão crítica, de altíssima disponibilidade, que têm um papel chave na convergência e migração para a nova arquitetura. "O controlador é o elemento que viabiliza a inteligência e permite inserir análises, por meio de aplicações específicas, visando otimizar o uso de recursos, melhorar a qualidade do serviço, a segurança, etc", resume Leonardo Mariote. "Trata-se de um conjunto de programas destinado a controlar os roteadores, switches, multiplexadores ópticos reconfiguráveis (ROADM) e outros equipamentos de rede."

Um dos resultados desse trabalho desenvolvido pelo CPqD é a tecnologia RouteFlow, uma solução aberta de roteamento IP que permite a programação dos elementos da rede baseada no protocolo OpenFlow.

Além dos controladores, a linha de produtos do CPqD inclui aplicações e ferramentas para agilizar o desenvolvimento de aplicações para SDN. "Novas ofertas poderão ser desenvolvidas em ciclos mais curtos, a um custo menor e com mais segurança, de modo a melhor atender ao dinamismo e flexibilidade que os negócios exigem", acrescenta Mariote.

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Cielo lança plataforma de pagamento móvel

28/10/2013 - Há quatro dias atrás, a empresa PayPal anunciou o lançamento de um novo aplicativo para pagamentos móveis. Agora é a vez da Cielo, que anuncia hoje, (28) a evolução do Cielo Mobile, com várias opções de pagamento - com cartão de débito e voucher, ou na função Crediário em até 48 vezes, além do crédito à vista ou parcelado em até 6 vezes, por meio do leitor de cartão chip e senha.

Pesquisa realizada em 2012 com usuários do Cielo Mobile, que conta com mais de 25 mil clientes ativos e já teve mais de 200 mil downloads, identificou a demanda do mercado por uma solução que aceitasse cartões de débito – um pedido de 35% dos entrevistados. " O aprendizado dos últimos anos nos levou a buscar uma solução que atendesse um novo perfil de cliente, que demanda mobilidade, praticidade e custo competitivo para o seu negócio", ressalta Rômulo de Mello Dias, presidente da Cielo.
Mais segurança, mais vendas

Segundo a empresa, a Cielo adota padrões de segurança estabelecidos pela indústria de pagamentos eletrônicos mundialmente. As informações que trafegam pelo Cielo Mobile são criptografadas, protegidas e nenhum dado – seja ele do cartão ou da senha – fica armazenado no smartphone, no tablet ou no próprio leitor de cartão, que conta ainda com o Cielo Lynx, exclusivo sistema neural que monitora 100% das transações.
Como adquirir o novo Cielo Mobile

O sitema operacional Android já está disponível para download gratuito no Google Play, mas os usuários do sistema operacional iOS, estará disponível em breve na AppStore.

Mais informações na Central de Relacionamento – 4002-5472 (capitais e regiões metropolitanas) ou 0800-570-8472 (demais localidades), de 2ª a sábado, das 8h às 22h -, ou efetuar o pré-cadastro pelo aplicativo.

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Anatel quase em situação de penúria

anatel_gastos.jpg29/10/2013 -O confisco dos fundos setoriais de telecomunicações, chamado eufemisticamente de "contingenciamento" de recursos, não é um problema novo. Tem mais de 12 anos. Mas agora está criando problemas sérios para a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). É o que provam os números referentes o período 2001 a 2012, quando o governo federal arrecadou para os três fundos setoriais de telecomunicações Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel); Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST); e Fundo de Tecnologia de Telecomunicações (Funttel), os seguintes valores:

• R$ 35,267 bilhões do Fistel;
• R$ 14,274 bilhões do FUST;
• R$ 3,922 bilhões do Funttel.

 

Desse total de R$ 62,434 bilhões, apenas R$ 4,230 bilhões foram efetivamente utilizados ao longo dos últimos 12 anos em fiscalização (no orçamento da Anatel) e investimento tecnológico.

 

Como demonstrou nesta sexta-feira (25) o jornalista Helton Posseti, do portal Teletime, cujo texto transcrevemos a seguir, a situação econômico-financeira da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) se torna, a cada ano, mais difícil. Apesar de regular e fiscalizar um dos maiores e mais relevantes setores da economia, a situação financeira da Anatel beira a penúria. Nos últimos meses, a agência vem adotando medidas severas de corte de custos que afetam a sua capacidade de regulação e fiscalização.

 

Segundo Teletime, o escritório regional de São Paulo talvez seja a vítima mais grave desse corte de custos. Há um mês foi cancelado o contrato de fornecimento de carros e motoristas, que eram usados no deslocamento dos fiscais para a fiscalização em campo. Vale dizer que o escritório de São Paulo talvez seja o mais importante da Anatel, por fiscalizar a atuação das empresas na maior cidade do Brasil.

 

"Se eu tenho uma interferência em determinada região, não tenho como ir lá fiscalizar. A reclamação entra em uma fila, à espera do dinheiro", relata Anésio Evangelista de Oliveira Filho, servidor do escritório paulista e dirigente do Sindicato Nacional de Servidores das Agências Nacionais de Regulação (Sinagências). Sem carros e motoristas, os fiscais também interromperam a fiscalização dos Terminais de Uso Público (TUPs), e não podem verificar se as informações prestadas pelas empresas nos processos de autuação são verdadeiras.

 

O dirigente do Sinagências diz que tem se reunido com diversos órgãos, como a OAB, Procon e Idec, com o objetivo de sensibilizar para os danos que o contingenciamento tem causado na atuação da Anatel.
De modo geral, a estratégia da Anatel para cortar custos tem sido a suspensão dos contratos com empresas terceirizadas. Na sede, o efetivo de vigilantes, garçons, recepcionistas e motoristas foi reduzido drasticamente. "Estão querendo trocar garçons por máquinas de café", diz um servidor que pediu para não ser identificado.

 

Os servidores passaram a ter uma cota de impressão e há apenas uma impressora por andar. Também foi reduzida a franquia para ligações do celular corporativo de alguns servidores, para 30 chamadas por mês, ou uma por dia. Há boatos, inclusive, de que o contrato da Anatel com a Claro pode não ser renovado. A Anatel está realmente tentando cortar custos por todos os lados. O desligamento das luzes da sede foi antecipado das 20h para as 19h e, além disso, algumas lâmpadas foram retiradas. Anésio de Oliveira Filho informa que no escritório do Rio Grande do Sul os elevadores foram desligados.

 

A Anatel também cortou as diárias e passagens aéreas. Inclusive, o corte de custos impediu a participação dos representantes da Anatel nas 19 CPIs criadas pelas assembleias estaduais para investigar a qualidade da telefonia móvel.
Pano de fundo

Por trás desse severo corte de custos, está um problema já antigo para a Anatel e para todas as demais autarquias: o contingenciamento. O Sinagências apresentou em 2006 uma representação no Ministério Público Federal (MPF) apontando uma ilegalidade no contingenciamento de recursos. O MPF, entretanto, até hoje não deu prosseguimento à ação.

Soma-se a isso o fato de que a cada ano o orçamento da agência diminui, ainda que sua fonte principal, o Fistel, não pare de crescer, já que sua arrecadação é vinculada ao número de celulares no mercado.

 

O sindicato argumenta que o artigo 50 da Lei Geral de Telecomunicações (LGT) determinou que o Fistel passasse à administração exclusiva da Anatel, a partir da data em que ela fosse instalada, com os saldos nele existentes. "No entanto, por decisão de política de governo, a Anatel não administra o Fistel e, desde o ano de 2000, a Lei Orçamentária Anual (LOA) permitiu que o produto da arrecadação do fundo especial fosse aplicado, de forma intrusiva, nas atividades do Ministério das Comunicações", diz o sindicato ao Ministério Público.

 

Outro argumento para essa suposta ilegalidade é que o Fistel é um fundo especial, e como tal, não pode ser usado para outras finalidades que não aquela para a qual ele foi criado, no caso, a fiscalização das telecomunicações. O governo federal, contudo, repassa uma ínfima parcela daquilo que o Fistel arrecada para o Minicom, que por sua vez, determina qual será o orçamento da Anatel.

Neste ano, a arrecadação da Anatel somou cerca de R$ 7 bilhões, mas o seu orçamento aprovado pela LOA foi de R$ 531 milhões, ainda assim maior que em 2012, que foi de aproximadamente R$ 450 milhões. O problema é que, por meio de decretos, a Presidência da República fez dois cortes no orçamento do Minicom, que por sua vez descarregou o arrocho na Anatel. Assim, o orçamento do agência para o ano foi para R$ 484,3 milhões. "Não importa o que está na LOA se o governo tem prerrogativa de cortar", comenta um servidor que pediu para não ser identificado.

 

Para a Associação Brasileira das Agências de Regulação (ABAR), o contingenciamento de recursos é o maior problema da regulação no Brasil. O presidente da entidade, José Luiz Lins, afirma que não se trata de falta de recursos. Os recursos existem, o problema é que eles são usados para "atender a política econômica do governo ou dos ministérios". Para minimizar esse problema, a ABAR defende a separação das agências na LOA como unidades orçamentárias separadas. Assim, elas estaria livres do "facão" dos ministérios a que estão vinculadas. A Anatel foi procurada, mas não atendeu o pedido de entrevista até o fechamento da matéria.

 

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TIM implantará small cells em 2014

small_cell.jpg25/10/2013 - Conforme publicou ontem (24) o portal Teletime, um dos pilares de investimentos em infraestrutura da TIM para 2014 são as small cells. As estratégias de redes heterogêneas (HetNet) – a operadora inclui nesse conceito as macrocélulas, microcélulas, picocélulas, femtocells e Wi-Fi – já estão com os testes técnicos finalizados. O presidente da empresa, Rodrigo Abreu, garante que a tele será a primeira a implementar a tecnologia no Brasil, a partir do "primeiro dia" do próximo ano, atribuindo-se o título de pioneiros no País. "É porque isso passa a ser um elemento fundamental do crescimento de nossa arquitetura, e vamos implantar as small cells com primeiro roll out já em 2014", declara.

Abreu garante que o problema de interferências do overlay e underlay (sobreposição do raio de cobertura das antenas macro com as pequenas células) não é mais um problema. "Existe uma série de medidas para (reduzir) a interferência, desde a utilização de som, onde você usa dinamicamente parâmetros de rádio, até mecanismos de gestão de interferência muito sofisticados", disse ele em conversa com jornalistas na Futurecom 2013 no Rio de Janeiro nesta quarta-feira, 23.


Os testes foram feitos em ambientes densos e situações urbanas reais. "Já sabemos o que fazer, está tudo testado, esperando o governo para fazer as RFPs (request for proposal)", afirmou a este noticiário o diretor de inovação tecnológica da TIM, Janilson Bezerra. O quanto será investido nisso vai depender justamente das RFPs e se o governo vai desonerar a taxa de fiscalização dos equipamentos.


Quatro fornecedores participaram dos testes-piloto das pequenas células: Alcatel-Lucent, Ericsson, Nokia Solutions and Networks e Huawei. Para a TIM, as small cells se caracterizam por equipamentos com potência de irradiação de até 2 W, descendo até a casa do 1.100 mW em se tratando de femtocells. Além disso, segundo Bezerra, o planejamento das HetNets precisa ser assertivo, utilizando a premissa de redes auto-organizáveis (SON, na sigla em inglês), que é outro dos pilares de investimentos em infraestrutura da operadora para 2014.

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PayPal lança app piloto para compras no Brasil

mobilidade/pay_pal.jpg24/10/2013 – O usuário precisa realizar o check-in no estabelecimento em que deseja consumir, escolher o produto e, em poucos passos, estará apto a confirmar o pagamento. Com isso, o consumidor não precisa se preocupar em ter a sua carteira, dinheiro ou cartão de crédito para comprar. Após esta confirmação, o usuário PayPal recebe um alerta no dispositivo móvel e um e-mail com os detalhes da transação.

O consumidor poderá efetuar a compra com PayPal usando o cartão de crédito cadastrado em sua conta PayPal. Ao todo, milhares de cafeterias, restaurantes e lojas da Austrália, Canadá, Estados Unidos, Hong Kong, Japão e Reino Unido já promovem esta experiência de compra ao consumidor, e no Brasil, o piloto está sendo realizado na loja conceito da rede Suplicy Cafés Especiais, no bairro do Jardins (SP).

Quando à época do lançamento ao público, o aplicativo terá também uma aba chamada "Compras", em que os clientes poderão encontrar facilmente lojas e restaurantes próximos que aceitam o PayPal. "Com este piloto nosso objetivo é entender melhor o comportamento de compra do consumidor com o aplicativo no ponto de venda para ajustarmos a experiência e direcionarmos a construção de uma rede de aceitação robusta e relevante", explica Mario Mello, diretor geral do PayPal na América Latina.

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Previsões para o mercado de tecnologia em 2020

mundo_digital.jpg24/10/2013 - Palestra principal de abertura acontecerá no dia 5 de novembro, às 9h15, no Sheraton WTC Hotel; Faltam duas semanas para o evento.

Nos dias 4 a 7 de novembro, o Gartner, líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, reunirá cerca de 1.500 participantes em seu mais importante evento, o Symposium ITxpo 2013, que acontecerá no Sheraton São Paulo WTC Hotel. As principais previsões e análises sobre o futuro da tecnologia, e como as empresas conseguirão liderar na era da economia industrial digital, serão temas de debate e de palestras a serem ministradas por mais de 40 analistas internacionais do Gartner.


A palestra de abertura "Liderando o Mundo Digital" ocorrerá no dia 5 de novembro (terça-feira) e contará com a participação dos analistas Betsy Burton, Cassio Dreyfuss, Tom Scholtz e Val Sribar. Na ocasião, os palestrantes farão previsões e comentarão como estará o mercado de tecnologia em 2020 no Brasil e na América Latina.


O Gartner Symposium ITxpo 2013 também trará palestrantes convidados. Max Gehringer, apresentador, administrador e autor, terá uma sessão no dia 7 de novembro (quinta-feira), às 16h30, voltada ao tema "Qual é o caminho que os profissionais de TI brasileiros estão preparados para reivindicar posições de alto nível". Geralmente, os profissionais são muito bons tecnicamente, mas não possuem a perspicácia de negócios e o estilo de relacionamento necessários para ocuparem altos cargos no setor.


Silvio Meira, PhD em Ciências da Computação e cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (C.E.S.A.R), participará de palestra no dia 6 de novembro (quarta-feira), às 17h, sobre os desafios pessoais e profissionais no Brasil para ter sucesso nas iniciativas de inovação das empresas.


As inscrições para o evento podem ser feitas pelos telefones (11) 5632-3109 | 0800-7441440, ou pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.. Saiba mais em www.gartner.com/br/symposium.

ANOTE EM SUA AGENDA – Gartner Symposium/ITxpo 2013
Site: www.gartner.com/br/symposium
Datas: 4 a 7 de novembro
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Avenida das Nações Unidas, nº 12.551

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