Projeto da sociedade, Marco Civil está em risco

marco_civil.jpgRonaldo Lemos
21/11/2013 - O Marco Civil da Internet vem recebendo enorme atenção da imprensa internacional. Há artigos na BBC, "Wall Street Journal", "Financial Times" e outros. As imagens escolhidas para ilustrar essas matérias têm sido fotos de manifestantes nas ruas em junho.

A escolha estética (as imagens são boas) faz sentido também do ponto de vista do que é o Marco Civil.

O projeto, que tramita no Congresso, originou-se de uma demanda da sociedade, e não do governo. O Marco Civil é resultado de um intenso processo de consulta pública, iniciado na internet em 2009.

Foi escrito a olhos vistos na rede, recebendo contribuições abertas e multisetoriais. Participaram, lado a lado empresas, governo, academia, ONGs e usuários.
Se um dos temas das manifestações deste ano foi a ampliação das formas de participação democrática, o Marco Civil é um exemplo de como isso pode ser feito na prática. Construiu um texto que nem o Congresso nem o Executivo foram capazes de produzir sozinhos. E é bom que seja assim, a regulação da internet deve ser sempre multisetorial.

Só que o projeto, agendado para votação nesta semana, está em risco. Tanto o Executivo quanto o Congresso desviaram-se da versão original. Corre-se o risco de ser aprovado o pior texto possível. Sem a neutralidade da rede, impondo a localização forçada de servidores no país e obrigando a guarda dos registros de acesso de todos os usuários.


Isso consegue desprezar três valores que deveriam orientar o desenvolvimento do país nos próximos muitos anos: a inovação, a competitividade e a privacidade. Dependendo de como o Congresso votar, o sonho pode virar pesadelo.

Ronaldo Lemos é diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro e do Creative Commons no Brasil. É professor de Propriedade Intelectual da Faculdade de Direito da UERJ e pesquisador do MIT Media Lab. Foi professor visitante da Universidade de Princeton. Mestre em direito por Harvard e doutor em direito pela USP, é autor de livros como "Tecnobrega: o Pará Reiventando o Negócio da Música" (Aeroplano) e "Futuros Possíveis" (Ed. Sulina).

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E-commerce: evoluindo com a tecnologia

Fábio Alexandre Vieira
18/11/2013 - O final de ano se aproxima e o aquecimento na compra online ganha cada vez mais força. O e-commerce, antes cercado por desconfianças, está agradando cada vez mais ao brasileiro, por diversos motivos. Como facilidades de compra sem precisar se locomover ou pegar trânsito, no caso das grandes cidades, e também a agilidade na escolha da melhor oferta. Com esta evolução, também cresce a preocupação dos comerciantes com a evolução tecnológica neste seguimento.

A disponibilidade da loja online depende do data center na internet ininterruptamente, facilitando a vida do usuários. Quando o site ou portal realiza muitas transações - o que envolve um volume considerável de dinheiro - os cuidados e precauções devem aumentar conforme o crescimento do volume de negócios. Na prática, ninguém quer fechar sua loja no meio do expediente impedindo que seus clientes entrem para comprar, ou ainda pior, ninguém quer comprometer a confiabilidade de sua marca deixando os clientes na mão.

Porém, se por um lado a complexidade de se ter um site com e-commerce diminuiu bastante - em função da diversidade de tecnologias disponíveis e de fácil acesso - por outro, as estratégias para se manter "vivo" na mente do cliente, o negócio e sua marca, são muito mais sofisticadas do que de uma loja física, no mínimo podemos afirmar que são bem diferentes. Essa preocupação recai fundamentalmente sobre a disponibilidade do serviço, a eficiência entregue para o cliente e a acessibilidade dos dados que irão influenciar na decisão de compra. A sensação de segurança também faz parte deste julgamento natural feito pelo cliente, mas a cultura de compra na Internet está cada vez mais enraizada e esta preocupação está se tornando menos importante com o tempo.


Adotar uma infraestrutura de data center que neutralize estes pontos de preocupação é estratégico para a continuidade do negócio. Ambientes computacionais que permitam escalabilidade, flexibilidade, alta disponibilidade e segurança da informação, que representam o mínimo que pode se esperar do gestor ou técnico de um portal de compras.
Mas o que há de novo nisso? Nada. Ainda que à duras penas o gestor destes ambientes técnicos aprenda com erros e acertos que o data center é um caminho inevitável, se ele realmente quiser crescer e construir uma marca.


Acontece aí uma passagem de nível que muitas vezes é perigosamente postergada por falta de caixa. Isso mesmo, as empresas começam pequenas e não se planejam para o crescimento, se acostumam com o baixo custo de uma infraestrutura amadora que, quando não atende mais, precisa ser substituída por outra que é bem mais cara e complexa, exigindo inclusive a qualificação profissional do gestor técnico. E agora, o que fazer? Sei que preciso de mais se eu quiser continuar prosperando, mas não tenho dinheiro para pagar o upgrade da minha infraestrutura técnica. Um dilema.


O vCloud Prime, ou simplesmente o Data Center definido por software é a resposta que muitas empresas que estão nesta fase podem encontrar para desfazer este nó. Uma de suas características é que o conceito de compra por servidor é substituído por compra de recursos. Isso faz toda a diferença, porque você pode ser milimetricamente preciso quando compra, ou seja, contrata exatamente o que precisa e devolve automaticamente, se não precisar mais. Isso reduz o custo, pois elimina sobras (estoque) desnecessárias e caras. Com o vCloud Prime o gestor técnico pode inclusive atender às sazonalidades do seu negócio porque a flexibilidade deste ambiente garante os altos e baixos da demanda, chamamos de pay-as-you-go. Outra característica é a possibilidade de gestão autônoma do ambiente de data center nos seus mais específicos detalhes. Em posse de um console de gerenciamento, o gestor técnico tem controle e autonomia sobre todo os ambiente de data center, computação, rede, conectividade, segurança e storage (armazenamento). Essa autonomia é importante para que o gestor técnico atue diretamente na infraestrutura sem precisar de intermediários, além do mais, a sensação de controle sobre o ambiente aumenta muito a confiança da equipe técnica operacional.


É o momento do e-commerce ser aperfeiçoado, pois é muito provável que os recordes de compras virtuais sejam batidos até depois do natal, pois nunca o brasileiro esteve tão online como agora.


Fábio Alexandre Vieira é graduado em Ciências da Computação, com MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas, e diretor executivo da Primehost

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Como entender a consumerização?

consumerizacao.jpg12/11/2013 - Que é consumerização? Não é consumir. É a tendência moderna de introdução dos dispositivos tecnológicos e aplicativos de consumo pessoal no ambiente de trabalho ou corporativo. Mas, na prática, até onde este tema já avançou? Na verdade, as empresas ainda estão em processo de preparação para receber e, principalmente, gerenciar dispositivos móveis pessoais. Estudos mostram que atualmente os principais desafios dos CIOs são relacionados à Governança, Gerenciamento dos dispositivos móveis (MDM, na sigla em inglês) e Segurança.

"Percebemos que na pauta dos CIOs, os investimentos rondam os três tópicos: governança, MDM e segurança, principalmente porque é de interesse das empresas estar bem preparada para o BYOD (Bring your own device, na sigla em inglês), já que este é um caminho sem volta" afirma Carlos Luzzi, diretor para o segmento corporativo da Intel no Brasil.

Se há 25 anos as empresas ditavam as tendências para a tecnologia, hoje é o consumidor que tem guiado o mercado. Dados de 2009 do Gartner já apontavam que os usuários ditos "comuns" consomem mais tecnologia do que os negócios. Seja em smartphones ou aplicativos, os usuários trazem para o ambiente de trabalho as redes sociais, os arquivos que ficam hospedados na nuvem e uma gama cada vez maior de dados que são utilizados no dia a dia da empresa.

Proibir não é uma escolha para os executivos, segundo Luzzi. "Estar o tempo todo conectado por meio de algum dispositivo pessoal é um fenômeno natural hoje em dia e que só vai aumentar, por isso é fundamental que as empresas encarem este desafio de trazê-los para dentro do negócio como vantagem competitiva em um futuro próximo" – esclarece o executivo da Intel.

Para a Intel, a definição de consumerização está mais ligada em como experiências proporcionadas pela aplicação da tecnologia se refletem no usuário, seja por meio do hardware, software, ou no consumo de serviços, e como elas estão afetando a tecnologia que os funcionários esperam usar no ambiente de trabalho. Além dos novos dispositivos, as novas soluções (especialmente em áreas que exigem colaboração) estão mudando a forma que as pessoas se relacionam no trabalho e fora dele – neste caso, não só as novas tecnologias têm peso; a nova geração que chega ao mercado tem sua parcela de efeito nesta mudança.

"A verdade é que a atual geração Y que chega agora ao mercado de trabalho traz uma nova maneira de se relacionar, muito mais aberta e colaborativa, baseando-se em ferramentas interativas e redes sociais", enfatiza Luzzi. Para eles é natural usar Facebook, Twitter, Skype e outras ferramentas no dia a dia da empresa.

Infraestrutura

De nada adianta incentivar a consumerização, BYOD ou CYOD (Choose your own device, na sigla em inglês) se o negócio não estiver bem preparado para enfrentar os desafios que virão de carona com os dispositivos.

Antes de mais nada é fundamental alinhar a consumerização com estratégias mais amplas do negócio; medir os riscos, e neste caso envolver diversas áreas da empresa, como Recursos Humanos, Operações, Jurídico e Finanças; além de documentar claramente as políticas de governança e uso dos dispositivos móveis. São alguns dos must-do durante o planejamento.

"A preparação para receber os dispositivos móveis pessoais é talvez a tarefa mais difícil dos executivos de TI", destaca Luzzi. "Responder questões como quem paga pelos planos de internet/telefonia e quanto, quem paga em caso de roubo ou furto, quais aplicativos serão permitidos, o usuário aceitaria ter as informações criptografadas, devem estar na lista dos CIOs", conclui o executivo.

Em termos de infraestrutura, a Intel destaca que é preciso pensar em investimento em serviços como MDM e software de segurança, solução de e-mail mobile, virtualização do cliente (permitindo assim usar diferentes perfis no mesmo dispositivo) e infraestrutura de datacenter – nuvem privada e pública, e virtualização que possibilite expansão de dados e usabilidade.

Pôr tudo em prática

Depois de preparar o terreno para receber os dispositivos móveis pessoais, surgem as etapas exigidas na implementação. Para a Intel, o primeiro passo é garantir que o usuário aceitará contratualmente as condições de BYOD, de preferência focando inicialmente em aplicações para os e-mails corporativos. Para os funcionários que lidam com informações confidenciais do negócio, o ideal é continuar oferecendo a eles dispositivos móveis corporativos. A empresa deve considerar dispositivos móveis de todos os tipos de dispositivos e mídia, não somente smartphones e tablets.

Ao olhar para dentro do próprio negócio, a Intel identificou que o uso de dispositivos móveis reduziu o TCO (Total Cost Ownership, da sigla em inglês) – gastos com hardware e software - em 67% em 11 anos. Dos 80% de funcionários que utilizam mobilidade, 97% se disseram satisfeitos destacando maior produtividade como principal benefício.

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Usuários criticam cobrança abusiva do roaming

roaming_internacional.jpg11/11/2013 - Os valores cobrados do roaming, a tarifa de interligação entre operadoras internacionais, são mais do que abusivos. São um assalto. Vou dar um exemplo. No ano passado, paguei o absurdo de R$ 4.500, por uma conta com 10 ligações de voz, com o total de 20 minutos de conversação e não sei quantos Megabytes de dados, simplesmente pelos e-mails que recebi. Ou seja, essa conta me custou valor de dois smartphones de última geração.

Finalmente o mundo já discute o fim das tarifas de roaming. A União Internacional de Telecomunicações (UIT) está preparando normas para acabar totalmente com o roaming ou, na pior das hipóteses, transformá-lo numa tarifa de alguns centavos de dólar, por ligação de qualquer duração. E esses valores abusivos são cobrados hoje até sobre o volume de dados e-mail, SMS e outros...


As operadoras internacionais não perdoam nada. Agora, quando viajo para os Estados Unidos ou para a Europa, minha estratégia é desligar a internet no meu celular e receber tudo via Wi-Fi no laptop que uso no hotel ou nos centros de convenções.

E se você tiver acesso à internet nos aviões, tome cuidado. Só utilize esse serviço em caso de extrema necessidade. Já houve casos em que o usuário de smartphones teve que pagar algo próximo de US$ 5.000 dólares por meia dúzia de ligações.


Mas nem tudo está perdido. Uma solução aconteceu recentemente nos Estados Unidos. A T-Mobile acaba de eliminar totalmente o roaming para os seus clientes. Mas suas concorrentes, a AT&T, a Sprint e a Verizon – ainda continuam cobrando valores absurdos e pondo a culpa nas suas correspondentes internacionais. No Brasil, a Anatel já estuda o problema. Esperemos que tome uma decisão moralizadora.

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Anatel: fiscalização diminui com cortes no orçamento

Anatel_fachada.jpg11/11/2013 - A Anatel está enfrentando dificuldades financeiras como nunca enfrentou no passado. E é bom lembrar que essa Agência deveria merecer maior atenção do governo, em função da importância dos serviços de telecomunicações que ela regula e fiscaliza.

Há dias em que a Anatel deixa de fiscalizar diversos pontos da Grande São Paulo, por falta de veículos em condições, como denunciou ao portal Teletime na semana passada o funcionário da Agência, Anésio Evangelista de Oliveira Filho, servidor do escritório paulista e dirigente do Sindicato Nacional de Servidores das Agências Nacionais de Regulação (Sinagências).


Faltam recursos à Anatel porque o governo federal insiste em confiscar mais de 95% dos recursos do Fistel, o Fundo de Fiscalização setorial. Veja os números. Este ano, o setor de telecomunicações está recolhendo mais de R$ 7 bilhões para o Fistel, no Tesouro.
O governo federal, no entanto, só está destinando 6,5% desse fundo para o orçamento da Anatel.

Se o País tivesse oposição ou mesmo um Ministério Público atuante, poderia mover uma ação contra o governo, por desviar os recursos que, por lei, deveriam ser obrigatoriamente aplicados na fiscalização das telecomunicações. Isso acontece também com outros fundos e acontecia nos governos de Fernando Henrique, de Lula e agora de Dilma Rousseff. São três fundos no setor de telecomunicações – que incluem o Fistel, de Fiscalização; o FUST, destinado à universalização dos serviços; e o Funttel, destinado à pesquisa tecnológica.

São as operadoras e nós, usuários, que já recolhemos, em última instância, mais de R$ 80 bilhões nos últimos 12 anos, ao Tesouro Nacional, para esses fundos. Mas o governo federal só aplicou 4% desse total nas telecomunicações.

Em qualquer país civilizado isso daria crime de responsabilidade.

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Telecom Italia descarta venda da TIM Brasil

TIM.jpgDo Teletime
08/11/2013 - Durante a conferência para analistas na noite desta quinta, 7, o CEO e chairman da Telecom Italia, Marco Patuano, demonstrou o plano industrial da companhia para 2014 a 2016 e foi taxativo ao endereçar a forte especulação sobre uma possível venda da TIM Brasil: nada disso está nos planos da holding. "Ouvi muitas vezes que no Brasil poderíamos ser fatiados. Honestamente, eu falei claramente: o Brasil é um ativo core (central), e nosso plano é anunciar investimentos enormes no País", declarou. Serão R$ 11 bilhões em Capex na operação brasileira até 2016.

Patuano reiterou que a operadora brasileira é um ativo fundamental para a empresa, e que seria necessário um preço condizente com essa importância. "Nosso ativo core poderia ter preço: de um ativo core. Então, o Brasil é core", disse. Perguntado se haveria ao menos alguma possibilidade, ele não chegou a descartar completamente, mas continuou enfático: "Nunca diga nunca, não considero sério a abordagem de não haver nenhum preço; sempre há preço para tudo. Mas o preço de um core asset é um preço que teria de convencer eu e o board a mudar a estratégia que temos hoje."

A irritação do CEO com as recentes especulações de uma possível venda da TIM foi nítida. Patuano deixou um recado claro para a Telefónica e para as agências de rating: os interesses da empresa italiana continuam. "A companhia inteira está firmemente comprometida a ter um perfil financeiro forte, não estamos dispostos a fazer coisas só para agradar alguém. Queremos ser uma companhia que trata todos os acionistas de maneira igual", disse. A declaração foi uma resposta à movimentação da Telefónica para um aumento dos 46,2% que já detém da capital na Telco, que é a principal acionista da Telecom Italia, com 22,4%, que despertou fortes rumores na imprensa e no mercado e levou analistas a aconselhar a venda da operadora brasileira. "Respeito o julgamento das agências de rating, mas acredito em nossa posição".

Patuano não chegou a endereçar rumores sobre uma parceria da TIM no Brasil com a GVT, possibilidade ventilada pelo acionista minoritário Marco Fossati, investidor da holding Findim, que tem 5% de participação na Telecom Italia. Mas o CEO da companhia destacou em seus planos domésticos que pretende reforçar a parceria com a Sky, algo que poderia ser retomado no mercado brasileiro, onde ofertas conjuntas do serviço de Internet Live TIM eram feitas com a operadora de DTH, mas não "decolaram" por questões operacionais.

R$ 11 bilhões em três anos

De fato, durante a apresentação, ficou clara a intrínseca relação entre controladora italiana e controlada brasileira. O plano industrial considera as estratégias conjuntas com a TIM Brasil para investimentos e otimização de custos. Tanto é que a Telecom Italia planeja para o Brasil um investimento em Capex entre 2014 e 2016 na ordem de R$ 11 bilhões, excluindo eventual compra de licenças do leilão de 700 MHz.


Esse plano para a TIM Brasil inclui um forte foco em infraestrutura, com backhaul fiber-to-the-site (FTTS), que deverá estar presentes em 38 cidades neste ano e "mais de cem" até 2016; e small cells, que aproveitarão, inclusive, as ofertas corporativas do TIM Fiber como backhaul. A estimativa é de que a rede de fibra da operadora saia dos atuais 46 mil km para 65 mil km até o final de 2016.


A estratégia possibilitará o crescimento da empresa no segmento móvel, com o plano de substituição da telefonia fixa para móvel em voz. Mas a bola da vez são as receitas em dados, impulsionadas pelo foco na venda de smartphones sem subsídios. "Acreditamos que podemos repetir com dados o que fizemos com voz. Há muito ainda a crescer porque a base de usuários (de dados) é pequena", afirmou o presidente da TIM Brasil, Rodrigo Abreu, que também participou da conferência. A ideia é que haja uma substituição fixo-móvel também na banda larga. Isso poderá possibilitar um esperado aumento de receita de "dígito único médio" nos próximos três anos, segundo previsão da empresa.

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