Ranking: qualidade da telefonia móvel

15/08/2013 - Anatel disponibiliza resultados do acompanhamento dos planos de melhorias da telefonia móvel por UF e por município

A Anatel coloca à disposição da sociedade os resultados do acompanhamento trimestral dos planos de melhorias das prestadoras do serviço móvel pessoal por Unidade da Federação (UF) e por município, conforme anunciado pelo presidente João Rezende durante reunião do Conselho Diretor de hoje.


Em 2012, após verificação de decréscimo na qualidade da prestação do serviço de telefonia móvel, a Anatel decidiu suspender a comercialização de novos chips para as prestadoras que apresentaram o pior desempenho por UF e impôs a todas as prestadoras a obrigação de apresentação de um plano nacional de ação com medidas capazes de garantir a melhoria na qualidade do serviço. Os planos aprovados contêm metas objetivas e organizadas em um cronograma com prazo de conclusão em até dois anos e, caso não ocorra uma evolução positiva, novas medidas restritivas podem ser adotadas pela Agência.


O objetivo da publicação dos dados por UF e por município é permitir que o usuário tenha, de forma fácil e transparente, acesso aos dados de desempenho de sua operadora e das concorrentes, de forma a permitir o comparação entre elas. O acompanhamento e avaliação dos resultados ocorrem por meio da coleta de informações realizada pelos fiscais da Anatel em cada município brasileiro.

Para mais informações sobre os planos de melhoria, clique aqui.

 

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Satélite Global Xpress em fase de testes

global_xpress_satellite.jpg07/08/2013 – Protótipo do satélite Global Xpress da Inmarsat apresenta resultados positivos durante testes. A Inmarsat divulgou os resultados dos testes realizados com o primeiro protótipo integralmente montado do satélite Inmarsat-5, que obteve êxito nos testes mecânicos realizados na fábrica da Boeing em El Segundo, Califórnia. O satélite – um dos três que compõem a rede de banda larga KA chamada de Global Xpress – passará por uma nova fase de testes enquanto prosseguem as preparações para seu lançamento no fim desse ano.

Nesse teste recente, foi realizada uma simulação de lançamento projetada para expor a nave espacial às condições ambientais a que estará sujeita durante o lançamento real. "Este é um marco importante do ciclo de construção da espaçonave, à medida que avançamos e nos aproximamos do dia do lançamento", afirma Franco Carnevale, vice-presidente da divisão de Satélites e Veículos de Lançamento da Inmarsat. "Expor o satélite à essa experiência nos permite saber com certeza que o equipamento estará apto a suportar as condições reais do lançamento".

Durante o processo de testes, foi empregado um poderoso agitador (shaker) para simular as vibrações induzidas pelo arranque do motor do foguete, bem como o "desligamento" no estágio de separação. Além disso, uma câmara reforçada com concreto projetou ondas acústicas sobre a espaçonave, muito semelhantes às que afetarão o foguete e sua carga durante o lançamento. Após a realização dessas etapas, todos os apêndices mecânicos do foguete foram instalados e testados.

Segundo a empresa, o satélite Inmarsat-5 obteve êxito em todos esses testes e simulações. Ele passará agora à fase seguinte, na qual será submetido ao vácuo espacial e às imensas variações de temperatura que sofrerá em órbita, concebida para garantir a confiabilidade operacional do satélite, que ficará ativo por um período de mais de 15 anos.

Atualmente em desenvolvimento pela Boeing & Space Intelligence Systems, o segundo e o terceiro satélites Inmarsat-5 também serão submetidos aos mesmos testes antes de seu lançamento.

JeffreyGroup

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Vivo: 4G no Espírito Santo

4G.jpg02/08/2013 - A Telefônica Vivo ativa hoje no Espírito Santo, a rede 4G em Vitória, Serra, Cariacica e Domingos Martins, antecipando o prazo definido pela Anatel (31 de maio de 2014 para a capital).

Segundo a empresa, até o fim do ano, a cobertura 4G da Vivo atingirá 60 cidades. Hoje são 34 municípios, número que inclui as quatro localidades capixabas, além de Goiânia, Presidente Prudente e Alvares Machado – estas duas no Estado de São Paulo --, onde o serviço também começa a ser oferecido a partir de hoje.
Além das sete cidades em que o lançamento ocorrerá nesta sexta-feira, o 4G da Vivo está presente em outros 27 municípios brasileiros. Em 30 de abril, a operadora iniciou a oferta em São Paulo, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador.
Desde então, está levando conexão para outras cidades, como Curitiba, Porto Alegre, municípios do ABC Paulista, Ribeirão Preto e Araraquara. A população total de todas as cidades atendidas pelo 4G da Vivo chega a mais de 40 milhões de pessoas.
A tecnologia 4G oferece ao cliente uma experiência de uso totalmente diferenciada no acesso à internet pela rede móvel. Com desempenho até dez vezes superior em relação ao 3G da Vivo, o usuário tem acesso ultrarrápido a vídeos, streaming de música e jogos, entre outros serviços online ou na nuvem.

Várias opções de planos e aparelhos
Segundo a Vivo, há planos para smartphones, modems e tablets e também para o Vivo Box, opção para a casa do cliente. Para smartphones, os planos oferecem franquia de 2GB a 6GB, além de voz ilimitada para Vivo e SMS livre para qualquer operadora, com preços a partir de R$ 139,00. A Vivo já comercializa vários modelos* de smartphones para conexão à internet via 4G: LG Optimus G; Nokia Lumia 820; Nokia Lumia 920, Sony Xperia ZQ, Samsung Galaxy S IV. A operadora está também adicionando ao portfólio o LG F5, além do tablet Samsung Note 10.1 4G e espera fazer em breve mais quatro novos lançamentos.

*sujeito à disponibilidade do estoque

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SindiTelebrasil tem novo presidente

valente_e_formoso.jpg29/07/2013 - José Formoso, presidente da Embratel, assumiu no dia 24 de julho a presidência do SindiTelebrasil, para um mandato de dois anos, sucedendo a Antonio Carlos Valente. Formado em engenharia pela Universidade La Salle do México, Formoso tem pós-graduação em Administração de Empresas pelo Instituto Pan-Americano de Alta Dirección de Empresas e vários cursos no exterior em instituições como Harvard e IESE. Foi vice-presidente da Telmex América Latina, comandou diversas empresas latino-americanas e está na Embratel desde 2004.

Na cerimônia de posse, Valente fez um retrospecto de sua atuação na presidência do SindiTelebrasil, e lembrou que "o setor de telecomunicações, nos últimos anos, além das enormes conquistas na expansão dos serviços e na inclusão de milhões de brasileiros, vivenciou um processo de fortalecimento de sua representatividade institucional".


O novo presidente do SindiTelebrasil disse que assume o cargo com o desafio de dar continuidade ao trabalho de sucesso, especialmente na promoção da representatividade e união do setor. "Graças ao SindiTelebrasil, o setor de telecomunicações está fortalecido por estar mais representativo e respeitado. As empresas hoje compartilham melhor suas conquistas, além de garantir mais inclusão, conhecimento e facilidades aos brasileiros."


Formoso reiterou a disposição das telecomunicações em contribuir com o desenvolvimento do País. "Reforço minha disposição em trabalhar em torno de uma agenda positiva, que tenha laços de união e representatividade institucional do setor de telecomunicações", afirmou, citando o objetivo de criação de uma Confederação de Informação e Comunicação Multimídia.

Antonio Carlos Valente e José Formoso
Foto: Bruno Spada

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Quebra de sigilo: só a Justiça autoriza

justica.jpg29/07/2013 - Em nota oficial, o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil) explica em que circunstâncias pode ser quebrado o sigilo das comunicações.

"O SindiTelebrasil expressa sua disposição em colaborar com as autoridades nas iniciativas de manutenção da ordem pública e reforça a posição de suas associadas de fiéis cumpridoras da Constituição Federal e da legislação brasileira.


As prestadoras de telecomunicações atuam sempre no sentido de preservar o direito constitucional de seus clientes, de inviolabilidade do sigilo de dados e comunicações telefônicas. As empresas também cumprem à risca a Lei 9.296, de 1996, que determina que qualquer quebra de sigilo ou acesso a dados só pode ser operacionalizada pelas teles mediante ordem de juiz criminal, o que nos impede de atender a solicitações estabelecidas por decreto.


O artigo 10 dessa lei é claro em afirmar que "constitui crime realizar interceptação de comunicações telefônicas, de informática ou telemática, ou quebrar segredo da Justiça, sem autorização judicial ou com objetivos não autorizados em lei".


Mesmo nas quebras de sigilo realizadas em casos específicos, por ordem judicial, as teles não têm acesso ao conteúdo das comunicações, que são de conhecimento apenas da autoridade policial ou do representante do Ministério Público, conforme disposto na determinação do juiz


Nesse sentido, qualquer ato ilícito, como compra e venda de dados dos clientes, sem o consentimento dos mesmos, é repudiado pelas prestadoras. Esse tipo de comércio ilegal é crime e penaliza não apenas o cliente mas também a operadora, que é vítima de fraude.


O SindiTelebrasil reforça, por fim, a importância de se garantir a privacidade de seus clientes e o trabalho permanente de cumprimentos das leis do País. E enfatiza a determinação Constitucional de que cabe exclusivamente à União legislar sobre telecomunicações."

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Câmara prepara lei setorial

politica.jpg26/07/2013 - O projeto de um novo marco legal ou nova regulamentação para o setor de telecomunicações está avançando na Câmara dos Deputados. Em matéria publicada na quinta-feira (25 de julho) no site Teletime, o jornalista Helton Posseti, analisa a criação do grupo de trabalho (GT) incumbido de propor esse novo marco legal. Eis o texto de Teletime:
(...) "Composto por quatro deputados da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC) e quatro deputados da Comissão de Integração, Desenvolvimento Regional e da Amazônia (Cindra), o grupo já realizou três audiências públicas e se reuniu com o Ministério das Comunicações, que tem um representante no GT, o secretário de Telecomunicações Maximiliano Martinhão.

Também já foram colhidas contribuições do setor, por meio do SindiTelebrasil. A próxima etapa é uma visita aos centros de gerenciamento e controle das principais operadoras (que deve ocorrer no mês de agosto) e posteriormente uma audiência com o Tribunal de Contas da União (TCU) e o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).


O objetivo é ambicioso. Os deputados querem montar um projeto de lei capaz de resolver os problemas enfrentados pelos usuários dos serviços e, para isso, estão dispostos a enfrentar temas tão espinhosos quanto diversos, como taxa de interconexão, impostos, dificuldades de instalação de antenas, tempo de utilização de créditos do celular pré-pago, efeitos da radiação sobre a saúde humana etc. Tudo isso seria tratado em uma ampla reforma da Lei Geral de Telecomunicações (LGT).


Parte desses temas, como é o caso da instalação das antenas, já vem sendo tratada por outros projetos de lei que tramitam no Congresso Nacional – neste caso, o PL 5.013/2013, de autoria do senador Vital do Rego (PMDB-PB). Mas, de acordo com o deputado Edinho Bez (PMDB-SC), presidente do grupo de trabalho, um projeto apresentado por uma comissão tem um peso político muito maior do que um apresentado por um único deputado.


Depois de concluído o relatório no GT, que será redigido pelo presidente da Cindra, deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), Bez quer apresentá-lo para a Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática (CCT) e para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para, antecipadamente, incorporar as sugestões dos parlamentares a fim de acelerar a tramitação nessas duas comissões. "O nosso relatório tem peso de comissão, tem outra conotação.
Depois anexamos os outros projetos em andamento", explica Edinho Bez.

Nesse ponto fica visível uma divergência entre Bez e o deputado Jerônimo Goergen, que já declarou que pretende apresentar um substitutivo ao PL 5.013/13 (que trata das antenas). Assim, obviamente, Goergen seria contrário a tratar do assunto também no relatório do grupo de trabalho. Esse substitutivo poderá ser apresentado na comissão especial que será criada para discutir a Lei das Antenas. Gorgen foi procurado, mas não atendeu ao pedido de entrevista até o fechamento desta edição.

No que diz respeito à tributação, a ideia é que haja desoneração dos impostos federais e fundos setoriais, itens que estão na alçada da legislação federal. Mas o grande vilão, o ICMS, só pode ser atacado por uma interação política dos deputados do GT com o Confaz – há uma reunião prevista para o início de agosto. "O que nós estamos levando pra dizer a eles (os membros do Confaz) é que se nós dermos condição para o pessoal ter mais celular, não vai haver queda na arrecadação", explica Edinho Bez.

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